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8954853 #
Numero do processo: 13839.004495/2007-10
Turma: Segunda Turma Ordinária da Terceira Câmara da Primeira Seção
Câmara: Terceira Câmara
Seção: Primeira Seção de Julgamento
Data da sessão: Mon Aug 16 00:00:00 UTC 2021
Data da publicação: Wed Sep 01 00:00:00 UTC 2021
Ementa: ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA JURÍDICA (IRPJ) Ano-calendário: 2002, 2004, 2005, 2006 LUCRO ARBITRADO. MEDIDA EXCEPCIONAL E OBRIGATÓRIA. O arbitramento do lucro é medida excepcional e só se aplica nas restritas hipóteses elencadas na legislação. Como regra, deve-se apurar eventuais tributos devidos de acordo com a opção do contribuinte de tributação para o referido ano-calendário. Contudo, sendo identificada alguma das hipóteses legais de arbitramento, a apuração pelo lucro arbitrado se torna obrigatória. Não sendo feito o arbitramento, deve ser considerado como nulo o lançamento que apura o crédito tributário com base no lucro real.
Numero da decisão: 1302-005.601
Decisão: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. Acordam os membros do colegiado, por maioria de votos, em acolher a preliminar de nulidade da autuação, e, em decorrência, em dar provimento ao Recurso Voluntário, nos termos do voto do relatório e voto do relator, vencidos os conselheiros Ricardo Marozzi Gregório, Andréia Lúcia Machado Mourão e Marcelo Cuba Netto, que rejeitavam a referida preliminar. (documento assinado digitalmente) Paulo Henrique Silva Figueiredo - Presidente (documento assinado digitalmente) Flávio Machado Vilhena Dias - Relator Participaram do presente julgamento os Conselheiros: Ricardo Marozzi Gregorio, Gustavo Guimaraes da Fonseca, Andreia Lucia Machado Mourao, Flavio Machado Vilhena Dias, Cleucio Santos Nunes, Marcelo Cuba Netto, Fabiana Okchstein Kelbert, Paulo Henrique Silva Figueiredo.
Nome do relator: FLAVIO MACHADO VILHENA DIAS

8742344 #
Numero do processo: 13971.722736/2012-49
Turma: Primeira Turma Ordinária da Segunda Câmara da Primeira Seção
Câmara: Segunda Câmara
Seção: Primeira Seção de Julgamento
Data da sessão: Thu Mar 18 00:00:00 UTC 2021
Data da publicação: Sun Apr 04 00:00:00 UTC 2021
Ementa: ASSUNTO: SIMPLES NACIONAL Ano-calendário: 2007 SIMPLES. CONSTITUIÇÃO DE GRUPO ECONÔMICO. CESSÃO DE MÃO-DE-OBRA. CARACTERIZAÇÃO. EXCLUSÃO. Considerando as robustas provas apresentadas pela Fiscalização que não se limitou a análise de documentos, mas por diligência no estabelecimento da contribuinte, com fotografias do local e dos maquinários, coleta de depoimento dos sócios e dos trabalhadores conclui-se que apesar de formalmente distintas a contribuinte e a empresa Tex-10 formavam uma empresa única, com unicidade de administração financeira e operacional, sendo a contribuinte a fornecedora de mão-de-obra, pelo fato de usufruir ilicitamente do benefício de recolhimento menor de contribuições previdenciárias sobre a folha de pagamento por ser optante do SIMPLES Nacional. SIMPLES. PRÁTICA REITERADA DE INFRAÇÃO. EXCLUSÃO. Constata-se que a atividade exercida pela contribuinte não se alterou desde o início de sua opção ao SIMPLES Nacional, e que restaria vedada por restar caracterizada que fazia parte de um grupo econômico, no qual fornecia a mão-de-obra, por obter vantagem em relação ao recolhimento de contribuições previdenciárias. SIMPLES. DECADÊNCIA PARA ATO DE EXCLUSÃO. INEXISTÊNCIA A exclusão tem como base legal os artigos 17, inciso XII e art. 29, inciso V, §1º da Lei Complementar 123 de 2006, conforme estampado no ADE e não há limite temporal para o ato de exclusão conforme se verifica na leitura do referido diploma legal que instituiu o regime tributário diferenciado não se lhe aplicando o prazo quinquenal previsto no art. 150 do CTN por não se tratar de lançamento.
Numero da decisão: 1201-004.769
Decisão: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em negar provimento ao Recurso Voluntário. (documento assinado digitalmente) Neudson Cavalcante Albuquerque - Presidente (documento assinado digitalmente) Wilson Kazumi Nakayama - Relator Participaram do presente julgamento os Conselheiros: Efigênio de Freitas Júnior, Gisele Barra Bossa, Wilson Kazumi Nakayama, Jeferson Teodorovicz, Fredy José Gomes de Albuquerque e Neudson Cavalcante Albuquerque (Presidente).
Nome do relator: WILSON KAZUMI NAKAYAMA

8991634 #
Numero do processo: 13884.902215/2010-91
Turma: Segunda Turma Ordinária da Terceira Câmara da Primeira Seção
Câmara: Terceira Câmara
Seção: Primeira Seção de Julgamento
Data da sessão: Mon Sep 13 00:00:00 UTC 2021
Data da publicação: Tue Sep 28 00:00:00 UTC 2021
Numero da decisão: 1302-001.015
Decisão: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. Resolvem os membros do colegiado, por maioria de votos, converter o julgamento do recurso em diligência, nos termos do voto do relator, vencidos os Conselheiros Andréia Lucia Machado Mourão e Paulo Henrique Silva Figueiredo, que rejeitavam a conversão. (documento assinado digitalmente) Paulo Henrique Silva Figueiredo - Presidente (documento assinado digitalmente) Flávio Machado Vilhena Dias - Relator Participaram do presente julgamento os Conselheiros: Ricardo Marozzi Gregorio, Gustavo Guimaraes da Fonseca, Andreia Lucia Machado Mourao, Flavio Machado Vilhena Dias, Cleucio Santos Nunes, Marcelo Cuba Netto, Fabiana Okchstein Kelbert, Paulo Henrique Silva Figueiredo.
Nome do relator: FLAVIO MACHADO VILHENA DIAS

9028617 #
Numero do processo: 10805.900369/2013-35
Turma: Primeira Turma Extraordinária da Primeira Seção
Seção: Primeira Seção de Julgamento
Data da sessão: Tue Oct 05 00:00:00 UTC 2021
Data da publicação: Mon Oct 25 00:00:00 UTC 2021
Numero da decisão: 1001-000.547
Decisão: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. Resolvem os membros do Colegiado, por unanimidade de votos, em converter o julgamento do Recurso Voluntário em diligência à Unidade de Origem, para que esta ateste a idoneidade da documentação anexada, intime a recorrente a apresentar outras provas, se entender necessárias, da tributação dos rendimentos, mediante a apresentação de documentos contábeis e fiscais, inclusive do recebimento dos valores líquidos, para confirmar a existência do crédito. (documento assinado digitalmente) Sérgio Abelson - Presidente (documento assinado digitalmente) José Roberto Adelino da Silva - Relator Participaram do presente julgamento os Conselheiros: Sérgio Abelson (Presidente), José Roberto Adelino da Silva e Thiago Dayan da Luz Barros.
Nome do relator: JOSE ROBERTO ADELINO DA SILVA

8586062 #
Numero do processo: 13888.910111/2009-86
Turma: Segunda Turma Ordinária da Terceira Câmara da Primeira Seção
Câmara: Terceira Câmara
Seção: Primeira Seção de Julgamento
Data da sessão: Wed Nov 11 00:00:00 UTC 2020
Data da publicação: Thu Dec 10 00:00:00 UTC 2020
Ementa: ASSUNTO: NORMAS DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA Ano-calendário: 2007 PEDIDO DE COMPENSAÇÃO. DESPACHO DECISÓRIO. RETIFICAÇÃO ANTERIOR DA DCTF. NULIDADE. É nulo o Despacho Decisório que, ao analisar pedido de compensação apresentado pelo contribuinte, não considera as retificações promovidas na DCTF, que, a princípio, constituem de forma correta o direito creditório invocado na PerDcomp.
Numero da decisão: 1302-005.030
Decisão: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em dar provimento parcial ao recurso voluntário, para anular o despacho decisório e determinar o retorno dos autos à DRF para que seja proferida nova decisão, nos termos do relatório e voto do relator. Ausente momentaneamente o conselheiro Cleucio Santos Nunes. (documento assinado digitalmente) Luiz Tadeu Matosinho Machado - Presidente (documento assinado digitalmente) Flávio Machado Vilhena Dias - Relator Participaram do presente julgamento os Conselheiros: Paulo Henrique Silva Figueiredo, Gustavo Guimaraes da Fonseca, Ricardo Marozzi Gregorio, Flavio Machado Vilhena Dias, Andreia Lucia Machado Mourao, Fabiana Okchstein Kelbert, Luiz Tadeu Matosinho Machado.
Nome do relator: FLAVIO MACHADO VILHENA DIAS

9052067 #
Numero do processo: 16641.000038/2008-32
Turma: Segunda Turma Especial da Primeira Seção
Seção: Primeira Seção de Julgamento
Data da sessão: Fri Sep 17 00:00:00 UTC 2021
Data da publicação: Tue Nov 09 00:00:00 UTC 2021
Ementa: ASSUNTO: PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL Ano-calendário: 2004 EMBARGOS INOMINADOS. ACOLHIMENTO Constatada a existência de inexatidão material no acórdão embargado, devem ser acolhidos visando a saná-lo.
Numero da decisão: 1301-005.746
Decisão: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em acolher os embargos inominados opostos pela Unidade de Origem para corrigir a inexatidão material apontada, com efeitos infringentes, de forma a: a) Excluir da fundamentação do voto condutor os itens relativos à análise da tributação a título de PIS e COFINS para o ano-calendário de 2003; b) O dispositivo do Acórdão embargado passar, assim, a conter a seguinte redação: “Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em dar provimento parcial ao recurso para excluir as receitas financeiras da base de cálculo do PIS e da Cofins em relação ao ano calendário de 2004”. (documento assinado digitalmente) Heitor de Souza Lima Junior - Presidente (documento assinado digitalmente) José Eduardo Dornelas Souza - Relator Participaram do presente julgamento os Conselheiros: Giovana Pereira de Paiva Leite, Jose Eduardo Dornelas Souza, Lizandro Rodrigues de Sousa, Bianca Felicia Rothschild, Rafael Taranto Malheiros, Lucas Esteves Borges, Marcelo Jose Luz de Macedo e Heitor de Souza Lima Junior (Presidente).
Nome do relator: JOSE EDUARDO DORNELAS SOUZA

8882429 #
Numero do processo: 13971.902897/2013-03
Turma: Primeira Turma Ordinária da Quarta Câmara da Primeira Seção
Câmara: Quarta Câmara
Seção: Primeira Seção de Julgamento
Data da sessão: Thu May 20 00:00:00 UTC 2021
Data da publicação: Wed Jul 14 00:00:00 UTC 2021
Ementa: ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA JURÍDICA (IRPJ) Exercício: 2011 BENEFÍCIOS FISCAIS. INTERPRETAÇÃO LITERAL. ART. 111 DO CTN A luz do art. 111 do CTN, as normas concessivas de benefícios fiscais devem ser interpretadas de forma linear e neutra, de sorte a garantir que seus efeitos não sejam estendidos à hipóteses nelas não contempladas, nem tampouco restringidos para afastar a sua incidência dos fatos explicita ou implicitamente contidos na regra isentiva. ASSUNTO: PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL Exercício: 2011 DILIGÊNCIA. NECESSIDADE O pedido de diligência somente é necessário quando não há elementos necessários para a formação da livre convicção do julgador. Não caberia à contribuinte requerê-la para demonstrar fatos que deveriam ter sido anteriormente comprovados.
Numero da decisão: 1401-005.542
Decisão: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, afastar a preliminar de nulidade suscitada, indeferir o pedido de diligências e, no mérito, negar provimento ao recurso voluntário. Declarou-se impedida de participar do julgamento a Conselheira Luciana Yoshihara Arcângelo Zanin, substituída pelo Conselheiro Thiago Dayan da Luz Barros (suplente convocado). (documento assinado digitalmente) Luiz Augusto de Souza Gonçalves – Presidente (documento assinado digitalmente) Letícia Domingues Costa Braga - Relatora Participaram do presente julgamento os Conselheiros: Luiz Augusto de Souza Gonçalves, Carlos André Soares Nogueira, Cláudio de Andrade Camerano, Luciana Yoshihara Arcangelo Zanin, Daniel Ribeiro Silva, Letícia Domingues Costa Braga, Itamar Artur Magalhães Alves Ruga e André Severo Chaves.
Nome do relator: LETICIA DOMINGUES COSTA BRAGA

8744609 #
Numero do processo: 10880.974150/2012-99
Turma: Primeira Turma Ordinária da Quarta Câmara da Primeira Seção
Câmara: Quarta Câmara
Seção: Primeira Seção de Julgamento
Data da sessão: Wed Feb 10 00:00:00 UTC 2021
Data da publicação: Tue Apr 06 00:00:00 UTC 2021
Numero da decisão: 1401-000.803
Decisão: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. Resolvem os membros do colegiado, por unanimidade de votos, converter o julgamento em diligência, nos termos do voto da Relatora. (documento assinado digitalmente) Luiz Augusto de Souza Gonçalves – Presidente (documento assinado digitalmente) Letícia Domingues Costa Braga – Relatora Participaram do presente julgamento os Conselheiros Luiz Augusto de Souza Gonçalves, Carlos André Soares Nogueira, Cláudio de Andrade Camerano, Luciana Yoshihara Arcangelo Zanin, Daniel Ribeiro Silva, Letícia Domingues Costa Braga, Itamar Artur Magalhães Alves Ruga e André Severo Chaves.
Nome do relator: LETICIA DOMINGUES COSTA BRAGA

8910347 #
Numero do processo: 16643.720025/2016-73
Turma: Primeira Turma Ordinária da Segunda Câmara da Primeira Seção
Câmara: Segunda Câmara
Seção: Primeira Seção de Julgamento
Data da sessão: Tue Jul 20 00:00:00 UTC 2021
Data da publicação: Wed Aug 04 00:00:00 UTC 2021
Ementa: ASSUNTO: NORMAS GERAIS DE DIREITO TRIBUTÁRIO Ano-calendário: 2011 RECURSO DE OFICIO. VALOR EXONERADO SUPERIOR AO LIMITE DE ALÇADA. SUMULA CARF N° 103. CONHECIMENTO. A Súmula CARF n° 103 determina que para fins de conhecimento de recurso de ofício, observar-se-á o limite de alçada vigente na data de apreciação do recurso em segunda instância. Está em vigor a Portaria MF n°63, de 09 de fevereiro de 2017 que estabelece que o Presidente da Turma de Julgamento recorrerá de ofício se a decisão exonerar o sujeito passivo em valor total ou superior a R$ 2.500.000,00. No presente caso o valor exonerado foi de R$ , superando o limite de alçada, devendo portanto ser conhecido o recurso de ofício. ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA RETIDO NA FONTE (IRRF) Ano-calendário: 2011 IRRF. LANÇAMENTO REFLEXO DE GLOSA DE DESPESA NÃO COMPROVADA. NECESSIDADE DE COMPROVAÇÃO DE PAGAMENTO. A autoridade fiscal entendeu que o lançamento de despesa não comprovada na contabilidade ensejaria o lançamento de ofício do IRRF. Contudo não há nos autos a comprovação do pagamento da despesa (que o FISCO considerou como não comprovada), inviabilizando o lançamento de IRRF. GLOSA DE DESPESA. DESPESA ESTORNADA NO EXERCÍCIO SEGUINTE. INOBSERVÂNCIA DO REGIME DE COMPETÊNCIA. As despesas foram estornadas no período seguinte. Em termos contábeis, pode ser feita a correção prospectiva do erro, excluindo o erro do resultado do período em que é descoberto e nesse caso deve ser identificado como ajuste de exercício anterior (conta do Patrimônio Líquido). Em termos fiscais não é permitido o ajuste que resulte em alteração do lucro do período (tanto do período em que se verifica o erro quanto no período em que se procede o ajuste). No presente caso o sujeito passivo apresentou prejuízo fiscal tanto no exercício em que foi contabilizada a despesa glosada pelo FISCO como também no exercício seguinte em que foi a despesa foi estornada, de modo que o prejuízo acumulado desses dois períodos não se alterou, não resultando prejuízo ao FISCO. GLOSA DE DESPESA. VALOR ESTORNADO NA CONTABILIDADE. SEM REFLEXO NO RESULTADO DO PERÍODO. GLOSA CANCELADA. O sujeito passivo comprovou que parte das despesas relativas a frete foram estornados no mesmo exercício e dessa forma não influenciaram no resultado do período e por isso as glosas deverão ser canceladas. GLOSA DE DESPESA DE FRETE. NECESSIDADE DE APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS PARA COMPROVAÇÃO. COMPROVAÇÃO COM CTRC - CONHECIMENTO DE TRANSPORTE DE CARGA OU OTA FISCAL DE SERVIÇO DE TRANSPORTE São documentos fiscais de emissão obrigatória pelos prestadores de serviço de transporte, a CTRC - Conhecimento de Transporte Rodoviário de Carga e a Nota Fiscal de Serviços de Transporte, mod. 7, instituídos através do Convênio SINIEF 06/89. GLOSA DE DESPESA. COMPROVAÇÃO POR OUTROS MEIOS. POSSIBILIDADE. NECESSIDADE DE ESTABELECIMENTO DE VÍNCULO ENTRE OS DOCUMENTOS Admite-se a comprovação de despesas por outros meios, como por exemplo através de contratos de prestação de serviço, da escrituração contábil com o detalhamento dos lançamentos e com extratos bancários para comprovação dos pagamentos, em decorrência do princípio da verdade material. Embora o sujeito passivo tenha apresentado cópia dos contratos de prestação de serviço de transporte, lançamentos contábeis e extratos bancários, não relacionou a movimentação nos extratos bancários com os lançamentos contábeis das despesas e por isso não logrou comprovar as despesas de frete escrituradas. GLOSA DE OUTRAS DESPESAS. NÃO APRESENTAÇÃO DE COMPROVAÇÃO. GLOSA MANTIDA O sujeito passivo não apresentou documentos para comprovação das outras despesas escrituradas, devendo a glosa ser mantida. AUTO DE INFRAÇÃO DE CSLL. LANÇAMENTO REFLEXO DO IRPJ. A decisão relativa ao Auto de Infração de IRPJ valerá também para o lançamento relativo à CSLL, por se tratar de lançamento reflexo decorrente da mesma matéria fática.
Numero da decisão: 1201-004.984
Decisão: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em negar provimento ao Recurso de Ofício e ao Recurso Voluntário. (documento assinado digitalmente) Neudson Cavalcante Albuquerque - Presidente (documento assinado digitalmente) Wilson Kazumi Nakayama - Relator Participaram do presente julgamento os Conselheiros: Efigenio de Freitas Junior, Jeferson Teodorovicz, Wilson Kazumi Nakayama, Fredy Jose Gomes de Albuquerque, Sergio Magalhaes Lima, Thiago Dayan da Luz Barros (suplente convocado), Lucas Issa Halah (suplente convocado), Neudson Cavalcante Albuquerque (Presidente).
Nome do relator: WILSON KAZUMI NAKAYAMA

9087546 #
Numero do processo: 10380.901228/2006-49
Turma: Segunda Turma Ordinária da Quarta Câmara da Primeira Seção
Câmara: Quarta Câmara
Seção: Primeira Seção de Julgamento
Data da sessão: Wed Oct 20 00:00:00 UTC 2021
Data da publicação: Wed Dec 01 00:00:00 UTC 2021
Numero da decisão: 1402-001.594
Decisão: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. RESOLVEM os membros do colegiado, por unanimidade de votos, converter o julgamento em diligência. (documento assinado digitalmente) Paulo Mateus Ciccone - Presidente (documento assinado digitalmente) Luciano Bernart – Relator Participaram do presente julgamento os Conselheiros: Marco Rogério Borges, Junia Roberta Gouveia Sampaio, Evandro Correa Dias, Luciano Bernart, Iágaro Jung Martins, Jandir José Dalle Lucca, Mauritânia Elvira de Sousa Mendonça (suplente convocado(a)), Paulo Mateus Ciccone (Presidente).
Nome do relator: LUCIANO BERNART