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Ano-calendário: 2005
ÔNUS DA PROVA. FATO CONSTITUTIVO DO DIREITO. INCUMBÊNCIA DO INTERESSADO. IMPROCEDÊNCIA.
Cabe ao interessado a prova dos fatos que tenha alegado, não tendo ele se desincumbindo deste ônus. Simples alegações desacompanhadas dos meios de prova que as justifiquem revelam-se insuficientes para comprovar os fatos alegados.
RENDIMENTOS RECEBIDOS ACUMULADAMENTE. REGIME DE COMPETÊNCIA. TEMA 368 DE REPERCUSSÃO GERAL.
Consoante decidido pelo STF na sistemática estabelecida pelo art. 543-B, do CPC, no âmbito do RE 614.406/RS, o Imposto de Renda Pessoa Física sobre os rendimentos recebidos acumuladamente deve ser calculado de acordo com o regime de competência.
JUROS DE MORA. NÃO INCIDÊNCIA. TEMA Nº 808. STF. REPERCUSSÃO GERAL. OBSERVÂNCIA OBRIGATÓRIA.
Firmada, em sede de repercussão geral, a tese de que “não incide imposto de renda sobre os juros de mora devidos pelo atraso no pagamento de remuneração por exercício de emprego, cargo ou função.” (Tema de nº 808 do STF).

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Assinado Digitalmente
Henrique Perlatto Moura – Relator

Assinado Digitalmente
Sonia de Queiroz Accioly – Presidente

Participaram da reunião assíncrona os conselheiros Andressa Pegoraro Tomazela, Henrique Perlatto Moura, Marcelo Valverde Ferreira da Silva, Sara Maria de Almeida Carneiro Silva, Thiago Buschinelli Sorrentino, Sonia de Queiroz Accioly (Presidente).

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MINISTÉRIO DA FAZENDA 
Conselho Administrativo de Recursos Fiscais 

PROCESSO  10725.001002/2009-41  

ACÓRDÃO 2202-011.213 – 2ª SEÇÃO/2ª CÂMARA/2ª TURMA ORDINÁRIA    

SESSÃO DE 6 de fevereiro de 2025 

RECURSO VOLUNTÁRIO 

RECORRENTE SEBASTIÃO FERNANDES AZEREDO 

INTERESSADO FAZENDA NACIONAL 

Assunto: Processo Administrativo Fiscal 

Ano-calendário: 2005 

ÔNUS DA PROVA. FATO CONSTITUTIVO DO DIREITO. INCUMBÊNCIA DO 

INTERESSADO. IMPROCEDÊNCIA.  

Cabe ao interessado a prova dos fatos que tenha alegado, não tendo ele se 

desincumbindo deste ônus. Simples alegações desacompanhadas dos 

meios de prova que as justifiquem revelam-se insuficientes para 

comprovar os fatos alegados. 

RENDIMENTOS RECEBIDOS ACUMULADAMENTE. REGIME DE 

COMPETÊNCIA. TEMA 368 DE REPERCUSSÃO GERAL.  

Consoante decidido pelo STF na sistemática estabelecida pelo art. 543-B, 

do CPC, no âmbito do RE 614.406/RS, o Imposto de Renda Pessoa Física 

sobre os rendimentos recebidos acumuladamente deve ser calculado de 

acordo com o regime de competência. 

JUROS DE MORA. NÃO INCIDÊNCIA. TEMA Nº 808. STF. REPERCUSSÃO 

GERAL. OBSERVÂNCIA OBRIGATÓRIA.  

Firmada, em sede de repercussão geral, a tese de que “não incide imposto 

de renda sobre os juros de mora devidos pelo atraso no pagamento de 

remuneração por exercício de emprego, cargo ou função.” (Tema de nº 808 

do STF). 

ACÓRDÃO 

Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em dar parcial 

provimento ao recurso para determinar que o Imposto de Renda seja calculado pelo “regime de 

competência”, mediante a utilização das tabelas e alíquotas vigentes nas datas de ocorrência dos 

respectivos fatos geradores, e para afastar a incidência do IR sobre os juros de mora. 

Fl. 112DF  CARF  MF

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ACÓRDÃO  2202-011.213 – 2ª SEÇÃO/2ª CÂMARA/2ª TURMA ORDINÁRIA  PROCESSO  10725.001002/2009-41 

 2 

 

Assinado Digitalmente 

Henrique Perlatto Moura – Relator 

 

Assinado Digitalmente 

Sonia de Queiroz Accioly – Presidente 

 

Participaram da reunião assíncrona os conselheiros Andressa Pegoraro Tomazela, 

Henrique Perlatto Moura, Marcelo Valverde Ferreira da Silva, Sara Maria de Almeida Carneiro 

Silva, Thiago Buschinelli Sorrentino, Sonia de Queiroz Accioly (Presidente). 

 

 
 

RELATÓRIO 

Por bem retratar os fatos ocorridos desde a constituição do crédito tributário por 

meio do lançamento até sua impugnação, adoto e reproduzo o relatório da decisão ora recorrida: 

Contra o contribuinte acima identificado, foi lavrada a notificação de lançamento 

de fl. 07, emitida em 03/08/2009, relativa ao imposto sobre a renda das pessoas 

físicas do ano-calendário 2005, que apurou a compensação indevida do Imposto 

de Renda Retido na Fonte Posto Mangueira Ltda., no valor de R$ 27.865,52.  

Além disso, foi constatada a omissão de rendimentos de R$ 5.424,95 pagos pela 

Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes.  

Cientificado do lançamento em 17/08/2009 (fl. 61), o contribuinte apresentou, 

em 03/09/2009, a impugnação de fls. 02 a 06, alegando, em suma, que:  

1 – celebrou acordo com seu ex-empregador Posto Mangueira Ltda., nos autos da 

reclamação trabalhista nº 01872.2002.281.01.00-0, no valor de R$ 33.000,00, 

constando no referido acordo que a reclamada estava obrigada a pagar a 

contribuição previdenciária e fiscal;  

2 – tais quantias remontavam R$ 44.797,66 e R$ 27.865,52, respectivamente;  

3 – por duas vezes o Mmo. Juiz do Trabalho oficiou à Delegacia da Receita Federal 

de Campos informando o não recolhimento pelo executado;  

4 - concorda com o lançamento de R$ 5.424,95 a título de rendimentos recebidos 

da Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes.  

Fl. 113DF  CARF  MF

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ACÓRDÃO  2202-011.213 – 2ª SEÇÃO/2ª CÂMARA/2ª TURMA ORDINÁRIA  PROCESSO  10725.001002/2009-41 

 3 

O presente processo foi baixado em diligência (fl. 65) para que o impugnante 

apresentasse a cópia do acordo celebrado.  

Às fls. 73 a 78, o impugnante apresenta a documentação solicitada.  

 

Sobreveio o acórdão nº 16-52.801, proferido pela 15ª Turma da DRJ/SP1, que 

entendeu pela procedência parcial da impugnação (fls. 83-89), nos termos da ementa abaixo: 

 

IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA FÍSICA - IRPF  

Ano-calendário: 2005  

IRRF. GLOSA.  

Não comprovada a retenção do IR, é de se considerar correta a glosa efetuada.  

IRPF. RENDIMENTOS ACUMULADOS. AÇÃO JUDICIAL. REGIME DE CAIXA.  

A tributação dos rendimentos recebidos por pessoas físicas, inclusive quando se 

trata de rendimentos recebidos por meio de ação judicial, é feita pelo regime de 

caixa, aplicando-se as tabelas e alíquotas vigentes no ano-calendário em que os 

rendimentos foram efetivamente entregues ao contribuinte.  

Impugnação Procedente em Parte  

Crédito Tributário Exonerado 

 

Cumpre esclarecer que com o julgamento da impugnação restou exonerado o 

crédito tributário exigido, reconhecendo que não seria devida restituição, nos termos abaixo: 

 

Mediante disposição clara no acordo realizado, o impugnante recebeu, no 

ano-calendário de 2005, a quantia de R$ 11.000,00 (duas parcelas de R$ 5.500,00) 

e, não constando nos autos a comprovação da retenção do IR, é esse valor que 

deveria ser oferecido à tributação na DIRPF 2006, razão pela qual, os rendimentos 

declarados devem ser ajustados.  

Isto posto, voto no sentido de considerar procedente em parte a impugnação, 

exonerando o crédito tributário lançado, restando a DIRPF 2006 do contribuinte 

sem saldo a pagar ou restituir, conforme o quadro abaixo: (fl. 88) 

 

Cientificada da decisão de primeira instância em 02/12/2013 (fl. 92), a Recorrente 

interpôs, em 27/12/2013, Recurso Voluntário (fls. 95-97), alegando a improcedência da decisão 

recorrida, sustentando, em apertada síntese, que o IRRF foi apurado e deduzido dos rendimentos 

no âmbito da ação judicial, conforme documentos juntados aos autos e pede prazo para juntada 

de cópia do processo judicial, que estaria em fase de desarquivamento. 

Fl. 114DF  CARF  MF

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ACÓRDÃO  2202-011.213 – 2ª SEÇÃO/2ª CÂMARA/2ª TURMA ORDINÁRIA  PROCESSO  10725.001002/2009-41 

 4 

É o relatório. 

 
 

VOTO 

Conselheiro(a) Henrique Perlatto Moura - Relator(a) 

 

O Recurso Voluntário é tempestivo e atende aos demais requisitos de 

admissibilidade, motivo pelo qual dele conheço. 

Indefiro desde já o pedido de prazo para produção de prova, eis que esta já deveria 

ter sido apresentada em sede de impugnação, conforme apregoa o artigo 16, § 4º, do Decreto 

70.235, de 1972. 

O litígio recai sobre a glosa de Imposto de Renda retido na fonte que teria sido pago 

pelo ex-empregador da Recorrente após acordo homologado na Justiça do Trabalho eis que a 

Recorrente apresenta cálculos do valor que seria devido, embora não apresente qualquer 

comprovante de recolhimento. Destaco que a Recorrente não se insurge com relação à acusação 

de omissão de rendimentos, que se tornou incontroversa. 

Feito este esclarecimento, verifica-se que a Recorrente apresentou cálculos do valor 

que seria devido a título de Imposto de Renda retido na fonte no importe de R$ 27.865,52 (fl. 76). 

Ocorre que não lhe foi pago o valor devido, o que motivou a celebração de acordo para que fosse 

pago o importe de R$ 33.000,00. Assim, para além da ausência de comprovação da retenção, 

revela-se que não há mais o mesmo acréscimo patrimonial refletido nos cálculos apresentados. No 

acordo realizado, por sua vez, não há qualquer menção acerca do valor do tributo que seria retido 

que, por certo, não teria sido realizado no importe de R$ 27.865,52. 

Assim, a argumentação de que o acordo teria levado à manutenção do 

recolhimento do Imposto de Renda retido na fonte não lhe socorre, questão agravada pela 

ausência de provas de qualquer recolhimento a este título. 

Ademais, cumpre destacar que a matéria objeto da lide diz respeito à rendimentos 

pagos acumuladamente (RRA) e a DRJ entendeu que a tributação deveria se dar pelo regime de 

caixa. 

Entendo que, neste particular, embora tenha sido realizado acordo para pagamento 

de valor menor que o devido à Recorrente, tal situação não altera a situação da tributação, eis que 

os valores pagos deveriam ser ofertados à tributação com base na aplicação da alíquota 

correspondente ao valor recebido mês a mês, e não ao total satisfeito uma única vez, conforme 

compreendeu o Supremo Tribunal Federal (STF) definiu, quando do julgamento do Tema de 

Repercussão Geral nº 368, em que foi fixada a seguinte tese: 

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ACÓRDÃO  2202-011.213 – 2ª SEÇÃO/2ª CÂMARA/2ª TURMA ORDINÁRIA  PROCESSO  10725.001002/2009-41 

 5 

 

O Imposto de Renda incidente sobre verbas recebidas acumuladamente deve 

observar o regime de competência, aplicável a alíquota correspondente ao valor 

recebido mês a mês, e não a relativa ao total satisfeito de uma única vez. 

 

Ademais, em se tratando de RRA referente a verba salarial paga em decorrência de 

acordo em ação trabalhista, também deve-se reconhecer de ofício a aplicação do Tema de 

Repercussão Geral nº 808, em que foi fixada a seguinte tese: 

 

Não incide imposto de renda sobre os juros de mora devidos pelo atraso no 

pagamento de remuneração por exercício de emprego, cargo ou função. 

 

Assim, entendo que deve ser reconhecida a necessidade de reforma do acórdão 

recorrido para que seja recalculado o valor da autuação com base no regime de competência e 

excluídos os juros na proporção indicada à fl. 40. 

 

Conclusão 

Por todo o exposto, voto por conhecer do Recurso Voluntário e, no mérito, dar-lhe 

parcial provimento para determinar o recálculo do imposto sobre os rendimentos recebidos 

acumuladamente pelo regime de competência, com base nas tabelas mensais e respectivas 

alíquotas dos períodos a que se referem os rendimentos, aplicadas sobre os valores como se 

tivessem sido percebidos mês a mês, se desse procedimento resultar redução do crédito tributário 

e excluir da base de cálculo os juros moratórios. 

 

(documento assinado digitalmente) 

Henrique Perlatto Moura 

 
 

 

 

Fl. 116DF  CARF  MF

Original


	Acórdão
	Relatório
	Voto

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