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PERDA DE ESPONTANEIDADE.\nO parcelamento realizado pelo sujeito passivo após o início do procedimento fiscal não configura denúncia espontânea, cabendo o lançamento da multa de ofício prevista no inciso I do art. 44 da Lei n 9.430/1996.\nREGIMENTO INTERNO DO CARF - PORTARIA MF Nº 1.634, DE 21/12/2023 - APLICAÇÃO DO ART. 114, § 12, INCISO I\nQuando o Contribuinte não inova nas suas razões já apresentadas em sede de impugnação, as quais foram claramente analisadas pela decisão recorrida, esta pode ser transcrita e ratificada.\n\n", "turma_s":"Segunda Turma Extraordinária da Segunda Seção", "dt_publicacao_tdt":"2025-04-02T00:00:00Z", "numero_processo_s":"11634.000098/2010-45", "anomes_publicacao_s":"202504", "conteudo_id_s":"7235350", "dt_registro_atualizacao_tdt":"2025-04-02T00:00:00Z", "numero_decisao_s":"2002-009.354", "nome_arquivo_s":"Decisao_11634000098201045.PDF", "ano_publicacao_s":"2025", "nome_relator_s":"RICARDO CHIAVEGATTO DE LIMA", "nome_arquivo_pdf_s":"11634000098201045_7235350.pdf", "secao_s":"Segunda Seção de Julgamento", "arquivo_indexado_s":"S", "decisao_txt":["Vistos, relatados e discutidos os presentes autos.\nAcordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em negar provimento ao Recurso Voluntário.\n(documento assinado digitalmente)\nRicardo Chiavegatto de Lima – Presidente Substituto e Relator\nParticiparam do presente julgamento os Conselheiros: André Barros de Moura, Carlos Eduardo Avila Cabral, Cleber Ferreira Nunes Leite (substituto integral) e Ricardo Chiavegatto de Lima. 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OBRA DE CONSTRUÇÃO CIVIL. \n\nPARCELAMENTO. APÓS INÍCIO DE PROCEDIMENTO FISCAL. PERDA DE \n\nESPONTANEIDADE. \n\nO parcelamento realizado pelo sujeito passivo após o início do \n\nprocedimento fiscal não configura denúncia espontânea, cabendo o \n\nlançamento da multa de ofício prevista no inciso I do art. 44 da Lei n \n\n9.430/1996. \n\nREGIMENTO INTERNO DO CARF - PORTARIA MF Nº 1.634, DE 21/12/2023 - \n\nAPLICAÇÃO DO ART. 114, § 12, INCISO I \n\nQuando o Contribuinte não inova nas suas razões já apresentadas em sede \n\nde impugnação, as quais foram claramente analisadas pela decisão \n\nrecorrida, esta pode ser transcrita e ratificada. \n\n \n\nACÓRDÃO \n\nVistos, relatados e discutidos os presentes autos. \n\nAcordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em negar \n\nprovimento ao Recurso Voluntário. \n\n(documento assinado digitalmente) \n\nRicardo Chiavegatto de Lima – Presidente Substituto e Relator \n\nParticiparam do presente julgamento os Conselheiros: André Barros de Moura, \n\nCarlos Eduardo Avila Cabral, Cleber Ferreira Nunes Leite (substituto integral) e Ricardo Chiavegatto \n\nde Lima. Ausentes os Conselheiros João Maurício Vital e Marcelo de Sousa Sáteles. \n \n\nFl. 123DF CARF MF\n\nOriginal\n\n\n\n\nD\nO\n\nC\nU\n\nM\nE\n\nN\nT\n\nO\n V\n\nA\nL\n\nID\nA\n\nD\nO\n\n \n\nACÓRDÃO 2002-009.354 – 2ª SEÇÃO/2ª TURMA EXTRAORDINÁRIA PROCESSO 11634.000098/2010-45 \n\n 2 \n\nRELATÓRIO \n\nTrata-se de Recurso Voluntário (e-fls. e ss.), interposto contra o Acórdão de \n\nDelegacia da Receita Federal do Brasil de Julgamento (e-fls. 91 e ss.) que considerou, por \n\nunanimidade de votos, procedente em parte a Impugnação do contribuinte apresentada diante de \n\nAuto de Infração (e-fls. 03 e ss.), cujos valores neles lançados se referem à matrícula CEI \n\n70.001.95886/64, DEBCAD 37.264.709-0, abrangendo a contribuição social previdenciária \n\ndestinada a terceiros, calculada por aferição indireta da remuneração dos segurados empregados \n\ndespendida em obra de construção civil sob responsabilidade de pessoa física. \n\nAdota-se o Relatório da DRJ, abaixo transcrito em sua essência, por esclarecer os \n\nfatos ocorridos: \n\nDO LANÇAMENTO. \n\n... \n\nDe acordo com o relatório fiscal, fls.23 a 25, integram a presente autuação as \n\ncontribuições previdenciárias incidentes sobre as remunerações pagas, devidas ou \n\ncreditadas aos segurados empregados, utilizados na obra de construção civil de \n\nmatrícula CEI n° 70.001.95886/64, localizada na Rua Walter Motta Campos, \n\nQuadra 07 - Lote 08, Vale das Araucárias, Londrina/PR com área construída de \n\n322,19 m2 e quatro banheiros, de responsabilidade do contribuinte autuado. \n\nA obra em referência foi submetida à fiscalização e as contribuições devidas foram \n\ncalculadas por meio de aferição indireta, ... \n\n... \n\nDA IMPUGNAÇÃO. \n\n... \n\nDo Lançamento de Débito Confessado (LDC). Impossibilidade de lançamento \n\nposterior. \n\nO impugnante, cm 14/01/2010, pelo procedimento da denúncia espontânea, \n\nconfessou o débito relativo à contribuição social devida a Terceiros, por meio de \n\nLançamento de Débito Confessado (LDC), DEBCAD n° 37.266.625-6 (Anexo II), \n\nefetuando, em seguida, o parcelamento do débito (número de identificação \n\n10930.000193/2010-31 -Anexo III), apurado e consolidado em R$ 1.811,51. \n\nAssim, tendo o impugnante constituído o crédito tributário por meio do \n\nLançamento de Débito Confessado e efetuado parcelamento, não há que se falar \n\nem novo lançamento, por parte do Fisco, exigindo multa de ofício \n\n.... \n\nDA DILIGÊNCIA. \n\nFl. 124DF CARF MF\n\nOriginal\n\n\n\nD\nO\n\nC\nU\n\nM\nE\n\nN\nT\n\nO\n V\n\nA\nL\n\nID\nA\n\nD\nO\n\n \n\nACÓRDÃO 2002-009.354 – 2ª SEÇÃO/2ª TURMA EXTRAORDINÁRIA PROCESSO 11634.000098/2010-45 \n\n 3 \n\nOs autos foram encaminhados para a fiscalização para que se confirme a \n\nduplicidade de inscrições em relação às matrículas CEI n° 70.001.95886/64 e n° \n\n70.002.14005/64, e que faça a juntada aos autos da cópia do DISO/DRO que \n\noriginou as contribuições previdenciárias parceladas no processo n° \n\n10930.000193/2010-31. \n\nComo resultado da diligência fiscal, foi emitido Relatório Fiscal de Diligência (fls. \n\n138/140 do processo apenso nº 11634.000096/2010-56), que, após a análise das \n\ninformações prestadas, confirmou a duplicidade de inscrições em relação às \n\nmatrículas CEI n° 70.001.95886/64 e n° 70.002.14005/64. \n\nDestaca ainda a auditoria que o processo n° 10930.000193/2010-31 foi \n\nprotocolado no dia 13/11/2009, posteriormente à ciência do Termo de Início do \n\nProcedimento Fiscal ocorrida em 12/11/2009. \n\n... \n\nO acórdão de procedência parcial foi exarado com a seguinte ementa: \n\nASSUNTO: CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS PREVIDENCIÁRIAS \n\nPeríodo de apuração: 01/11/2009 a 30/11/2009 \n\nCONTRIBUIÇÃO PARA OUTRAS ENTIDADES. OBRA DE CONSTRUÇÃO \n\nCIVIL. PARCELAMENTO. APÓS INÍCIO DE PROCEDIMENTO FISCAL. \n\nPERDA DE ESPONTANEIDADE. \n\nConstatada a duplicidade de inscrições de obra de construção civil de \n\nresponsabilidade de pessoa física, devem ser apropriados os valores \n\nda contribuição social comprovadamente parcelada pelo contribuinte \n\nem outro processo administrativo fiscal, porém com o mesmo objeto. \n\nTodavia, o parcelamento realizado pelo sujeito passivo após o início \n\ndo procedimento fiscal não configura denúncia espontânea, cabendo \n\no lançamento da multa de ofício prevista no inciso I do art. 44 da Lei \n\nn° 9.430/1996. \n\n... \n\nCientificado da decisão de primeira instância em 08/05/2017 (AR de e-fl. 103), o \n\nsujeito passivo interpôs, em 18/05/2017 (protocolo de e-fl. 106), Recurso Voluntário, alegando a \n\nimprocedência parcial da decisão recorrida, argumentando em síntese, a impropriedade da \n\naplicação da muta de ofício, uma vez que o contribuinte já havia constituído o crédito, que o ARO \n\nnão consubstanciaria procedimento de lançamento de ofício, mantendo assim sua \n\nespontaneidade, com apresentação de LDC anteriormente à ciência do auto de infração. \n\nForam apresentados Memoriais previamente à Sessão de Julgamento, devidamente \n\napreciados. \n\nÉ o relatório. \n\n \n\nFl. 125DF CARF MF\n\nOriginal\n\n\n\nD\nO\n\nC\nU\n\nM\nE\n\nN\nT\n\nO\n V\n\nA\nL\n\nID\nA\n\nD\nO\n\n \n\nACÓRDÃO 2002-009.354 – 2ª SEÇÃO/2ª TURMA EXTRAORDINÁRIA PROCESSO 11634.000098/2010-45 \n\n 4 \n\n \n\nVOTO \n\nConselheiro Ricardo Chiavegatto de Lima, Relator. \n\nCumpridos os requisitos legais para a apresentação do recurso, o qual encontra-se \n\ntempestivo, o mesmo deve ser conhecido. \n\nA lide remanescente trata de multa de ofício pela falta de espontaneidade no \n\nparcelamento requerido pelo interessado, com pedido realizado durante o procedimento fiscal. \n\nNão se verificam questões preliminares a serem ora apreciadas. \n\nTendo em vista que a parte recorrente trouxe em sua peça recursal basicamente os \n\nmesmos argumentos deduzidos na impugnação em relação à sua espontaneidade, nos termos do \n\nart. 114, § 12, inciso I, do Regimento Interno do CARF (RICARF), aprovado pela Portaria MF nº \n\n1.634, de 21/12/2023, reproduz-se no presente voto excertos da decisão de 1ª instância \n\nadotados como razões pertinentes de decidir: \n\nDa multa de ofício lançada. \n\nConsta dos autos que o processo n° 10930.000193/2010-31, que consolida o \n\nparcelamento administrativo das contribuições devidas na matrícula CEI n° \n\n70.002.14005/64, foi protocolado no dia 14/01/2010 (fl. 48), posteriormente à \n\nciência do Termo de Início de Procedimento Fiscal ocorrida em 12/11/2009 (AR à \n\nfl. 15). \n\nO principal efeito do início do procedimento fiscal é a exclusão da \n\nespontaneidade do sujeito passivo por 60 dias, prorrogáveis. Assim, uma vez \n\niniciado o procedimento de ofício, o sujeito passivo não mais se eximirá da \n\nmulta de ofício mesmo que parcele o tributo, efetue pagamento ou formule \n\nconsulta sobre os tributos abrangidos pelo termo de início. (ora grifado) \n\n0 Decreto 70.235/72 dispõe que: \n\nArt. 7º O procedimento fiscal tem início com: (Vide Decreto n° 3.724, de 2001) \n\nI - o primeiro ato de ofício, escrito, praticado por servidor competente, \n\ncientificado o sujeito passivo da obrigação tributária ou seu preposto; \n\nII -a apreensão de mercadorias, documentos ou livros; \n\nIII - o começo de despacho aduaneiro de mercadoria importada. \n\n§ 1º O início do procedimento exclui a espontaneidade do sujeito passivo \n\nem relação aos atos anteriores e, independentemente de intimação a dos \n\ndemais envolvidos nas infrações verificadas. \n\nConvém ressaltar que após iniciado o procedimento administrativo em desfavor \n\ndo contribuinte, não mais espontânea será a denúncia eventualmente ofertada, \n\nFl. 126DF CARF MF\n\nOriginal\n\n\n\nD\nO\n\nC\nU\n\nM\nE\n\nN\nT\n\nO\n V\n\nA\nL\n\nID\nA\n\nD\nO\n\n \n\nACÓRDÃO 2002-009.354 – 2ª SEÇÃO/2ª TURMA EXTRAORDINÁRIA PROCESSO 11634.000098/2010-45 \n\n 5 \n\nresultando para o infrator as sanções decorrentes do descumprimento de sua \n\nobrigação. O artigo 138, § único, do CTN assim estabelece: \n\nArt. 138. A responsabilidade é excluída pela denúncia espontânea da \n\ninfração, acompanhada, se for o caso, do pagamento do tributo devido e \n\ndos juros de mora, ou do depósito da importância arbitrada pela autoridade \n\nadministrativa, quando o montante do tributo dependa de apuração. \n\nParágrafo único. Não se considera espontânea a denúncia apresentada \n\napós o início de qualquer procedimento administrativo ou medida de \n\nfiscalização, relacionados com a infração. \n\nAssim, mesmo que o sujeito passivo reconheça a dívida, apure o quantum devido, \n\ne promova o parcelamento tributário, porém, após o início do procedimento \n\nfiscal, não poderá ser beneficiado pela denúncia espontânea. \n\nDesta forma, o parcelamento da dívida conferido ao sujeito passivo afasta a \n\nexigência da contribuição previdenciária e dos juros de mora cobrados nesse \n\nauto de infração, todavia não tem o condão de impedir a continuidade da \n\ncobrança da multa de ofício em razão da exclusão da espontaneidade operada \n\npelo início do procedimento fiscal em data anterior ao protocolo de pedido de \n\nparcelamento fiscal das contribuições previdenciárias devidas na obra de \n\nconstrução civil. (ora grifado) \n\n... \n\nVerifica-se, portanto, que apreciados e afastados todos os argumentos \n\napresentados pelo contribuinte, não há motivo para retificação da Decisão a quo devidamente \n\nproferida, uma vez que o afastamento da espontaneidade ocorreu já com a intimação do início da \n\nação fiscal (e-fls. 13 e 15). \n\n. \n\nConclusão \n\nIsso posto, voto em negar provimento ao Recurso Voluntário. \n\n(documento assinado digitalmente) \n\nRicardo Chiavegatto de Lima \n\n \n \n\n \n\n \n\nFl. 127DF CARF MF\n\nOriginal\n\n\n\tAcórdão\n\tRelatório\n\tVoto\n\n", "score":4.72269}] }, "facet_counts":{ "facet_queries":{}, "facet_fields":{ "turma_s":[ "Segunda Turma Extraordinária da Segunda Seção",1], "camara_s":[], "secao_s":[ "Segunda Seção de Julgamento",1], "materia_s":[], "nome_relator_s":[ "RICARDO CHIAVEGATTO DE LIMA",1], "ano_sessao_s":[ "2025",1], "ano_publicacao_s":[ "2025",1], "_nomeorgao_s":[], "_turma_s":[], "_materia_s":[], "_recurso_s":[], "_julgamento_s":[], "_ementa_assunto_s":[], "_tiporecurso_s":[], "_processo_s":[], "_resultadon2_s":[], "_orgao_s":[], "_recorrida_s":[], "_tipodocumento_s":[], "_nomerelator_s":[], "_recorrente_s":[], "decisao_txt":[ "acordam",1, "andré",1, "ao",1, "assinado",1, "ausentes",1, "autos",1, "avila",1, "barros",1, "cabral",1, "carlos",1, "chiavegatto",1, "cleber",1, "colegiado",1, "conselheiros",1, "de",1]}, "facet_ranges":{}, "facet_intervals":{}, "facet_heatmaps":{}}, "spellcheck":{ "suggestions":[], "collations":[]}}