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MOLÉSTIA GRAVE.\r\nOs contribuintes portadores de moléstia elencadas em lei como grave fazem jus à isenção do imposto de renda sobre os rendimentos percebidos à guisa de aposentadoria, reforma ou pensão.\r\nRecurso voluntário provido.\r\n", "turma_s":"Sexta Turma Especial", "dt_publicacao_tdt":"2008-12-03T00:00:00Z", "numero_processo_s":"13710.001493/2002-19", "anomes_publicacao_s":"200812", "conteudo_id_s":"6965923", "dt_registro_atualizacao_tdt":"2023-11-10T00:00:00Z", "numero_decisao_s":"196-00.091", "nome_arquivo_s":"19600091_13710001493200219_200812_005.pdf", "ano_publicacao_s":"2008", "nome_relator_s":"VALERIA PESTANA MARQUES", "nome_arquivo_pdf_s":"13710001493200219_6965923.pdf", "secao_s":"Primeiro Conselho de Contribuintes", "arquivo_indexado_s":"S", "decisao_txt":["ACORDAM os Membros da Sexta Turma Especial do Primeiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, DAR provimento ao recurso, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado."], "dt_sessao_tdt":"2008-12-03T00:00:00Z", "id":"4619992", "ano_sessao_s":"2008", "atualizado_anexos_dt":"2023-11-11T09:03:12.565Z", "sem_conteudo_s":"N", "conteudo_txt":"Metadados => pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.4; xmp:CreatorTool: Xerox WorkCentre 5755; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; dcterms:created: 2013-05-08T14:30:56Z; dc:format: application/pdf; version=1.4; pdf:docinfo:creator_tool: Xerox WorkCentre 5755; access_permission:fill_in_form: true; pdf:encrypted: false; Content-Type: application/pdf; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; meta:creation-date: 2013-05-08T14:30:56Z; created: 2013-05-08T14:30:56Z; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 5; Creation-Date: 2013-05-08T14:30:56Z; pdf:charsPerPage: 0; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; producer: Xerox WorkCentre 5755; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: Xerox WorkCentre 5755; pdf:docinfo:created: 2013-05-08T14:30:56Z | Conteúdo => \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n", "_version_":1782257701426823168, "score":1.0}, { "materia_s":"IRPF- auto de infração eletronico (exceto multa DIRPF)", "dt_index_tdt":"2023-11-11T09:00:02Z", "anomes_sessao_s":"200902", "camara_s":"Quinta Câmara", "ementa_s":"IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA FÍSICA — IRPF\r\nEXERCÍCIO: 2000\r\nDECLARAÇÃO DE RENDAS. TROCA DA TRIBUTAÇÃO SIMPLIFICADA POR AQUELA APURADA MEDIANTE A UTILIZAÇÃO DO MODELO COMPLETO.\r\nIMPOSSIBILIDADE.\r\nAfora as situações em que a própria autoridade tributária admite a\r\ntroca de modelo de formulário, só há de ser aceita sua retificação,\r\npara mudança de opção, se demonstrado erro de fato cometido\r\npelo declarante.\r\nRecurso voluntário negado.", "turma_s":"Sexta Turma Especial", "dt_publicacao_tdt":"2009-02-02T00:00:00Z", "numero_processo_s":"13766.000714/2002-88", "anomes_publicacao_s":"200902", "conteudo_id_s":"6966200", "dt_registro_atualizacao_tdt":"2023-11-10T00:00:00Z", "numero_decisao_s":"196-00.105", "nome_arquivo_s":"19600105_13137660007142002_200902.PDF", "ano_publicacao_s":"2009", "nome_relator_s":"VALERIA PESTANA MARQUES", "nome_arquivo_pdf_s":"13766000714200288_6966200.pdf", "secao_s":"Primeiro Conselho de Contribuintes", "arquivo_indexado_s":"S", "decisao_txt":["ACORDAM os Membros da Sexta Turma Especial do Primeiro Conselho de\r\nContribuintes, por unanimidade de votos, NEGAR provimento ao recurso, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado."], "dt_sessao_tdt":"2009-02-02T00:00:00Z", "id":"4611866", "ano_sessao_s":"2009", "atualizado_anexos_dt":"2023-11-11T09:03:11.650Z", "sem_conteudo_s":"N", "_version_":1782257701438357504, "conteudo_txt":"Metadados => date: 2014-05-08T16:59:41Z; pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 2; pdf:PDFVersion: 1.6; pdf:docinfo:title: ; xmp:CreatorTool: CNC PRODUÇÃO; Keywords: ; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; subject: ; dc:creator: CNC Solutions; dcterms:created: 2014-05-08T16:59:41Z; Last-Modified: 2014-05-08T16:59:41Z; dcterms:modified: 2014-05-08T16:59:41Z; dc:format: application/pdf; version=1.6; xmpMM:DocumentID: uuid:b6e35998-f6b3-49ba-8c87-7cbde58fda1c; Last-Save-Date: 2014-05-08T16:59:41Z; pdf:docinfo:creator_tool: CNC PRODUÇÃO; access_permission:fill_in_form: true; pdf:docinfo:keywords: ; pdf:docinfo:modified: 2014-05-08T16:59:41Z; meta:save-date: 2014-05-08T16:59:41Z; pdf:encrypted: false; modified: 2014-05-08T16:59:41Z; cp:subject: ; pdf:docinfo:subject: ; Content-Type: application/pdf; pdf:docinfo:creator: CNC Solutions; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; creator: CNC Solutions; meta:author: CNC Solutions; dc:subject: ; meta:creation-date: 2014-05-08T16:59:41Z; created: 2014-05-08T16:59:41Z; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 5; Creation-Date: 2014-05-08T16:59:41Z; pdf:charsPerPage: 1171; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; meta:keyword: ; Author: CNC Solutions; producer: CNC Solutions; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: CNC Solutions; pdf:docinfo:created: 2014-05-08T16:59:41Z | Conteúdo => \n \nCCOI/T96 \n\nFls. 76 \n\nMINISTÉRIO DA FAZENDA \n\nPRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES \n\nSEXTA TURMA ESPECIAL \n\n \n\nProcesso n° \n\nRecurso n° \n\nMatéria \n\nAcórdão n° \n\nSessão de \n\nRecorrente \n\nRecorrida \n\n13766.000714/2002-88 \n\n159.805 Voluntário \n\nIRPF - Ex(s): 2000 \n\n196-00.105 \n\n2 de fevereiro de 2009 \n\nMARLUCIA ALMEIDA GOUVEIA \n\nTURMA/DRJ em CURITIBA - PR \n\n \n\nASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA FÍSICA — IRPF \n\nEXERCÍCIO: 2000 \n\nDECLARAÇÃO DE RENDAS. TROCA DA TRIBUTAÇÃO \n\nSIMPLIFICADA POR AQUELA APURADA MEDIANTE A \n\nUTILIZAÇÃO DO MODELO COMPLETO. \nIMPOSSIBILIDADE. \n\nAfora as situações em que a própria autoridade tributária admite a \ntroca de modelo de formulário, só há de ser aceita sua retificação, \npara mudança de opção, se demonstrado erro de fato cometido \npelo declarante. \n\nRecurso voluntário negado. \n\nVistos, relatados e discutidos os presentes autos de recurso interposto por \nMARLÚCIA ALMEIDA GOUVEIA. \n\nACORDAM os Membros da Sexta Turma Especial do Primeiro Conselho de \nContribuintes, por unanimidade de votos, NEGAR provimento ao recurso, nos termos do \nrelatório e voto que passam a integrar o presente julgado. \n\nAN \tRIA BEIR OS REIS \nPresidente \n\nVALÉRIA PESTANA MARQUES \nRelatora \n\nFORMALIZADO EM: \n\t\n\nE 4 MAR 2009 \n\n\n\nProcesso n° 13766.000714/2002-88 \nAcOrd5o n.° 196-00.105 \n\nCC01/T96 \n\nFls. 77 \n\n \n\nParticiparam, ainda, do presente julgamento, os seguintes Conselheiros: Ana \nPaula Locoselli Erichsen e Carlos Nogueira Nicácio. \n\nRelatório \n\nConforme relatório constante do Acórdão proferido na 1a instância \nadministrativa de julgamento, fl. 54: \n\nPor meio do auto de infração de .fls. 38/42, exigem-se da contribuinte \n\nos montantes de R$ 3.989,13 de imposto suplementar, R$ 2.991,84 de \nmulta de oficio de 75%, e encargos legais, relativos ao exercício de \n2000, ano-calendário 1999. \n\nA autuação, efetuada coin base no arts. 1' a 3\" e 6\" da Lei n\" 7.713, de \n\n22 de dezembro de 1988, arts. I\" a 3\" da Lei n\" 8.134, de 27 de \n\ndezembro de 1990, arts. 1\", 3\", 5\", 6\", 11 e 32 da Lei n°9.250, de 26 de \n\ndezembro de 1995, art. 21 da Lei n°9.532, de 10 de dezembro de 1997, \n\nLei n°9.887, de 07 de dezembro de 1999, e arts. 43 a 45 do Decreto n\" \n\n3.000, de 26 de março de 1999 (Regulamento do Imposto de Renda — \n\nRIR/1999), alterou as seguintes linhas da declaração de ajuste anual \nff 1. 09): \n\n- rendimentos tributáveis de R$ 13.400,00 para R$ 82.257,67 (omissão \n\nde rendimentos de rendimentos recebidos da Secretaria Estadual de \n\nAdministração, CNPJ 27.080.548/0001-45, e do Banco de \nDesenvolvimento do Espirito Santo S/A, CNPJ 28.145.829/0001-00, \n\nconstatadas na Dirf dell. 10), \n\n- desconto simplificado de R$ 2.680,00 para R$ 8.000,00 (ajustado \npara o valor dos rendimentos tributáveis), e \n\n- imposto de renda retido na fonte de R$ 0,00 para R$ 10.119,31 \n(ajustado conforme Dirf). \n\nA par dos fundamentos expressos no aludido decisório, fls. 54/55, foi o \nlançamento questionado considerado procedente, por unanimidade de votos, consoante \nfragmento do voto condutor a seguir transcrito: \n\n9. A contribuinte pretende, coin a impugnação, substituir o valor do \ndesconto simplificado pelas deduções que menciona sob a \n\nargumentação de que apresentou a declaração ern formulário \nsimplificado apenas para cumprir o prazo legal, em face de \ndificuldades na transmissão dos dados para a RFB. \n\n10. Em 12/05/2000, a impugnante apresentou a DIRPF retificadora, \nem formulário completo, pleiteando R$ 21.885,52 de deduções (fls. \n18/19), no entanto, a teor dos dispositivos legais a seguir transcritos, a \n\nretificação, que visava à troca de formulário, não foi admitida: \t' \n\n\n\nProcesso n° 13766.000714/2002-88 \nAcórdão n.° 196-00.105 \n\nCCO 1/T96 \n\nFls. 78 \n\n \n\n \n\nArt. 147 do Código Tributário Nacional — CTN, Lei n°5.172, de \n25 de outubro de 1966): \n\n\"Art. 147. 0 lançamento é efetuado com base na declaração do \nsujeito passivo ou de terceiro, quando uni ou outro, na forma da \nlegislação tributária, presta a autoridade administrativa \ninformações sobre matéria de fato, indispensáveis a sua \nefetivação. \n\n§ 1' A retificação da declaração por iniciativa do próprio \ndeclarante, quando vise a reduzir ou a excluir tributo, só é \nadmissivel mediante comprovação do erro em que se funde, e \nantes de notificado o lançamento.\" \n\nArts. 54 e 57 da IN SRF n °15, de 06 de fevereiro de 2001, in \nverbis: \n\n\"Art. 54. 0 declarante obrigado a apresentação da Declaração \nde Ajuste Anual pode retificar a declaração anteriormente \n\nentregue mediante apresentação de nova declaração, \n\nindependentemente de autorização pela autoridade \nadministrativa. \n\n(.) \n\nArt. 57. Após o prazo previsto para a entrega da declaração, \n\nnão será admitida retificação que tenha por objetivo a troca de \nmodelo.\" \n\n12. Isso posto, voto no sentido de considerar não-impugnada a parte \ndo lançanzento com a qual a contribuinte concorda, que resulta em \nR$ 2.163,03 de imposto suplementar, R$ 1.622,27 de multa de oficio \nde 75% e encargos legais, e procedente a parte impugnada do \nlançamento, mantendo a exigência de R$ 1.826,10 de imposto \nsuplementar, R$ 1.369,57 de multa de oficio de 75% e encargos \nlegais. (grifei) \n\nA ciência de tal julgado se deu por via postal em 07/11/2005, consoante o AR — \nAviso de Recebimento — de fl. 59. \n\nA vista disso foi protocolizado, em 07/12/2005, recurso voluntário dirigido a \neste colegiado, fls. 62/70, no qual o pólo passivo, questiona a exação procedida. \n\nPreliminarmente, é arguida a inconstitucionalidade da exigência de depósito \nrecursal em valor equivalente a 30 (trinta) por cento da exigência em lide, com o fito de \ngarantir a 2a instância de julgamento administrativo do presente processo. \n\nQuanto ao mérito, é apontado, de plano, o fato da declaração em tela ter sido \npreenchida inicialmente de forma manual no modelo simplificado apenas com o fito de não se \nter a contribuinte apenada por fazê-lo a destempo. E isso em face de suposta \"pane\" ocorrida \nno sistema da Receita Federal responsável pela recepção eletrônica das DIRPFs relativas ao \nexercício financeiro de 2000. \n\nArgumenta a seguir que, depois disso, teria retificado , a citada declaração, \nsempre para incluir rendimentos, mas com a utilização do modelo completo. \n\n\n\nProcesso n° 13766.000714/2002-88 \nAcórdão n.° 196-00.105 \n\nCCO 1/T96 \n\nFls. 79 \n \n\n \n\nCitando a legislação tributária pertinente A matéria, aduz ter sido DIRPF original \n\nentregue dentro do prazo com erro no que tange ao modelo no qual foi confeccionada. \n\nEm assim sendo, discorda de forma veemente com o fato de s6 ser permitida a \ntroca de modelo antes do encerramento do prazo para a entrega tempestiva de declarações de \nrendas. \n\nÉ o relatório. \n\nVoto \n\nConselheira Valeria Pestana Marques, Relatora \n\n0 recurso de fls. 62/70 é tempestivo, mediante o AR — Aviso de Recebimento — \nanexado A fl. 59. Estando dotado, ainda, dos demais requisitos formais de admissibilidade, dele \nconheço. \n\nPreliminarmente, cumpre esclarecer que a controvérsia aventada pela \ncontribuinte acerca de seu direito de interposição de recurso voluntário a este colegiado \nindependente do depósito de 30% (trinta por cento) do montante em lide encontra-se \ntotalmente superada, não havendo pois que ser apreciada. \n\nIsto posto, passo a análise das razões de mérito trazidas aos autos. \n\nConforme excerto do voto condutor de ia instância grifado no relatório do \npresente acórdão, a lide instaurada tem como cerne tão-somente a pretendida troca do modelo \nutilizado para a confecção da declaração de rendas da interessada atinente ao exercício \nfinanceiro de 2000 do modelo simplificado para o completo, após o encerramento do prazo \nfixado para sua tempestiva entrega. \n\nDe acordo com as cópias de fls. 09, 18/19 e 22/23, teria a recorrente entregue A \nReceita Federal, respectivamente, em 28/04/2000, em 12/05/2000 e em 17/04/2001, \ndeclarações relativas ao exercício financeiro em tela preenchidas, a primeira, manualmente e \nno modelo simplificado e, as outras duas, eletronicamente e no modelo completo. \n\nAlega a litigante uma presumível pane nos sistemas desta instituição no período \nderradeiro para a entrega de sua DIRPF original. \n\nAinda que isso tivesse ocorrido, tendo em vista que a peticionária deixou para \nencaminhar a aludida declaração ao Fisco no último dia fixado para sua tempestiva entrega, \nnão estaria ela eximida de promovê-lo por outro meio, como efetivamente fez. \n\nTodavia, tenho algumas observações a fazer quanto ao seu posterior pleito de \nalterar o modelo de tributação inicialmente utilizado — do simplificado para o completo — algo \nque, não acatado pela autoridade lançadora quando da constituição do crédito em tela, originou \na contenda sob exame. \n\nA opção pretendida pela autuada pelo desconto simplificado encontra amparo \nlegal no art. 10 da Lei n. 9.250, de 1995, que estabelece, ao dispor sobre a apuração da base de \n\n4 \n\n\n\nProcesso n° 13766.000714/2002-88 \nAcórdão n.° 196-00.105 \n\nCCOI/T96 \n\nFls. 80 \n\n \n\n \n\ncálculo anual do imposto de renda, que o contribuinte poderá optar por desconto simplificado \nem substituição aos descontos legalmente previstos. \n\nAo regular a opção pelo desconto a Secretaria da Receita Federal houve por bem \ncriar modelos diferentes de declaração de ajuste anual - um para aqueles que fazem a opção \npelo desconto simplificado (denominado modelo simplificado) e outro para os que não fazem a \nopção (denominado modelo completo). \n\nCurvo-me a manifestações anteriores deste Colendo Conselho de que eventuais \nrestrições criadas por atos normativos editados pela então Secretaria da Receita Federal \nvedando a alteração da opção é ilegal, na medida em que não encontra amparo em lei. \n\nContudo entendo, a teor da melhor interpretação dos artigos 147, § 1 0 do CTN e \ndo ainda hoje vigente art. 6°, do Decreto-lei n.° 1968, de 1982, que afora as situações em que a \nprópria autoridade tributária admite a troca de modelo de formulário, só lid de ser aceita sua \nretificação, para mudança de opção, se demonstrado erro de fato cometido pelo declarante, o \nque não é o caso dos autos. \n\nNa espécie, a mudança de opção de tributação foi requerida sem a demonstração \nda ocorrência de tal tipo de erro com relação à opção originalmente efetuada, haja vista que as \nretificadoras apresentadas tinham na realidade como fito oferecer à tributação rendimentos \nantes omitidos pela contribuinte. \n\nOu seja, resulta dos autos que a opção inicial foi livre, tendo a litigante \nmanifestado o desejo de alterá-la tão-somente quando verificou que não oferecera a totalidade \nde seus rendimentos A. tributação. \n\nNesse sentido, torna-se importante registrar que a entrega da Declaração de \nAjuste Anual é obrigação prevista em lei e deverá conter a expressão da verdade, não podendo \na contribuinte dela fazer constar, a bel-prazer, valores e opções e posterion-nente, quando se vir \nna iminência de ter que declarar rendimentos anteriormente omitidos, pretender retificá-la ao \ndesamparo de elementos hábeis e idôneos que a corroborem o erro cometido. \n\nSe assim não for restara configurada tão-só uma mera \"alegação\", ao desamparo \nde elementos mais robustos de prova. \n\nNão há, pois, tal pleito de merecer acolhida. \n\nEm assim sendo, voto no sentido de negar provimento ao recurso interposto, \n\ndevendo ser cumprido o decidido no acórdão de 1° grau, observando-se, todavia, a \nexistência, ou não, de eventual parcelamento de parte do debito referente ao presente processo \npela contribuinte em outros autos. \n\nSala das Sessões, em 2 de fevereiro de 2009 \n\nValéria Pestana Marques \n\n5 \n\n\n", "score":1.0}, { "materia_s":"IRPF- ação fiscal - 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O segundo Auto\n\nde Infração exige imposto de renda, bem como multa e juros, devido à omissão de rendimentos\n\ndo trabalho sem vínculo empregatício recebido de pessoa jurídica e despesas controladas por\nlivro-caixa deduzidas indevidamente.\n\nO Recorrente apresentou impugnação de fls. 30 e 31, requerendo a\nimprocedência do lançamento e contestando a glosa de suas despesas escrituradas em livro-\ncaixa.\n\nA Delegacia de Julgamento considerou não impugnada o Auto de Infração no\n\ntocante à omissão de rendimentos do trabalho, manteve a glosa de despesas (i) com veículos\n\n(combustível, seguro, leasing, manutenção de veículo), (ii) com manutenção de imóvel locado,\n\n(iii) com o pagamento de anuidade de cartão de crédito, (iv) com a assinatura de revista, (v)\n\ncom Livraria e Papelaria Bom Preço Ltda., (vi) com Empresa Brasileira de Correios e\n\nTelégrafos, (vii) com o pagamento de salário da secretária, (viii) aquisição de livros técnicos,\n\ndando provimento parcial para admitir a dedução das demais despesas escrituradas em livro-\ncaixa.\n\nEm sede de Recurso Voluntário, o Recorrente limita-se a impugnar a glosa das\n\ndespesas com manutenção de imóvel locado, apresentando cópia do contrato de locação.\n\nÉ o relatório.\n\n2\n\n\n\nProcesso n\" 10865. 001357/200 I -88 \t CCO /T92\nAcórdão n.\" 196-00,126\n\nF Is 2\n\nVoto\n\nConselheiro Carlos Nogueira Nicácio, Relator\n\nO Recurso é tempestivo e atende às formalidades legais, por isso, dele conheço,\n\nO Auto de Infração lavrado em 04/10/2001 refere-se a fatos tributáveis\n\nocorridos no ano calendário 1994, decorrendo da glosa das despesas controladas por livro-\ncaixa e omissão de rendimentos,\n\nApós apresentar Manifestação de Inconformidade contestando o Auto de\n\nInfração, a Delegacia de Julgamento, em sua decisão, objetou-se à dedução de despesas com\n\nmanutenção de imóvel locado por não ter sido apresentado até aquele momento o contrato de\nlocação do imóvel.\n\nEm sede de Recurso Voluntário, apresentado em 09/01/2006, o Recorrente pede\nque sejam consideradas as despesas de aluguel do imóvel usado para instalar seu consultório,\napresentando cópia do contrato de locação.\n\nNeste sentido, de acordo com o inciso III do art. 75 do Decreto 3000/99, podem\n\nser deduzidas da receita as despesas de custeio pagas e necessárias à percepção da receita e à\nmanutenção da fonte produtora.\n\nComo o Recorrente faz prova por meio da apresentação do contrato de locação,\n\né de se admitir a dedução das correspondentes despesas de manutenção de imóvel escrituradas\nno livro-caixa pelo Recorrente.\n\nO Conselho de Contribuintes, através de Acórdão 192-00023 proferido pela\n\nSegunda Turma Especial, decidiu o que se segue:\n\nSão dedutiveis as despesas necessárias à percepção da receita e à\n\nmanutenção da fonte produtora, devidamente escrituradas em Livro\n\nCaixa, e comprovadas por meio de docunzentação hábil e\n\nidônea Recurso vohmtário provido\n\nDiante do exposto, conheço do Recurso Voluntário apresentado na forma da lei\n\ne voto no sentido de dar-lhe provimento parcial para restabelecer a dedução de despesa\n\nescriturada no livro-caixa a título de manutenção de imóvel locado no valor de R$1,719,60.\n\nC-0o S\t k C,C-•-.CA c\nCarlos Nogueira Nieácio\n\n3\n\n\n\nMINISTÉRIO DA FAZENDA\n\nCONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS\n2\" CAMARA/2\" SEÇÃO DE JULGAMENTO\n\nProcesso n\": 10865.001357/2001-88\n\nRecurso d: 156.375\n\nTERMO DE INTIMAÇÃO\n\nEm cumprimento ao disposto no § 3 do art. 81 do Regimento\nInterno do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, aprovado pela Portaria\nMinisterial n\" 256, de 22 de junho de 2009, intime-se o (a) Senhor (a) Procurador (a)\nRepresentante da Fazenda Nacional, credenciado junto à Segunda Câmara da Segunda\nSeção, a tomar ciência do Acórdão n\" 196-00.126.\n\nBrasília/DF, 2 0 AG0 2010\n\nI\n\nEVEL1NE COÊLHO DE MELO HOMAR\n\nChefe da Secretaria\nSegunda Câmara da Segunda Seção\n\nCiente, com a observação abaixo:\n\n( ) Apenas com Ciência\n\n( ) Com Recurso Especial\n\n( ) Com Embargos de Declaração\n\nData da ciência: \t\n\nProcurador(a) da Fazenda Nacional\n\n\n", "score":1.0}, { "materia_s":"IRPF- ação fiscal - outros assuntos (ex.: glosas diversas)", "dt_index_tdt":"2023-11-11T09:00:02Z", "anomes_sessao_s":"200810", "camara_s":"Quinta Câmara", "ementa_s":"IMPOSTO SOBRE A RENDA RETIDO NA FONTE - IRRF\r\nExercício: 2000\r\nGLOSA DO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE. 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IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA FÍSICA - IRPF\n\nExerCÍcio. 1999\n\nCOMPROVAÇÃO DE PAGAMENTOS A CO-\nPROPRIETÁRIOS. Incabível a dedução de valores não\ncomprovadamente pagos a co-proprietários relativamente a\nlocação de imóvel.\n\nRecurso voluntário negado.\n\nVistos, relatados e discutidos os presentes autos de Recurso interposto por\nCONRADO DE FREITAS JúNIOR.\n\nACORDAM os Membros da Sexta Turma Especial do Primeiro Conselho de\nContribuintes, por unanimidade de votos, NEGAR provimento ao recurso, nos termos do\nrelatório e voto que passam a integrar o presente julgado.\n\nANA dd&A\" .~cri~sREIS\n_p~te J\n(~ 'O ~ ' , L oe:a-C ' ~\nCARLOS NO UEIRA NICACIO\nRelator\n\nFORMALIZADO EM: 2 4 MAR 2009\nParticiparam, ainda, do presente julgamento, as Conselheiras Valéria Pestana\n\nMarques e Ana Paula Locoselli Erichsen.\n\n\n\nProcesso n° 13706.003139/2001-07\nAcórdão n.o 196-00.075\n\nRelatório\n\neco 1n'96\nFls. 131\n\nTrata-se de Recurso Voluntário interposto contra acórdão proferido pela 33\nTurma da Delegacia de Julgamento da Receita Federal do Brasil no Rio de Janeiro / RJ.\n\no Auto de Infração lavrado em face do presente Recorrente versava acerca de\nomissão de rendimentos decorrentes de trabalho com vínculo empregatício recebido da\nempresa Engelt Consultoria de Sistemas e Eletrônica Ltda e omissão de rendimentos de\naluguéis recebidos da empresa CORI Indústria e Comércio de Móveis Ltda durante o ano-\ncalendário de 1998 (fls. 49 a 53).\n\nEm sede de impugnação, o Recorrente impugnou apenas os rendimentos\nauferidos da empresa Enge1t Consultoria de Sistemas e Eletrônica Ltda no valor de R$\n22.068,93 não se insurgindo contra a infração referente à omissão de rendimentos recebidos a\ntítulo de aluguel da empresa CORI Indústria e Comércio de Imóveis Ltda.\n\nA supramencionada Delegacia de Julgamento recalculou o montante devido\n(desconsiderando da base de cálculo as despesas com a administração do imóvel) e concedeu\nprovimento parcial ao lançamento, mantendo a cobrança no valor de R$ 11.628,07, multa de\noficio de R$ 8.721,05 e juros de mora a calcular.\n\nCientificado da decisão da Delegacia de Julgamento, o Recorrente protocolou\nRecurso Voluntário ao Primeiro Conselho dos Contribuintes alegando, em síntese, que o\nmontante auferido da empresa Engelt Consultoria de Sistemas e Eletrônica Ltda refere-se a\nproventos de aluguel relativos a imóvel pertencente a seu pai.\n\no imóvel foi doado em 1981 pelo pai do Recorrente aos quatro filhos (incluindo\no Recorrente) com reserva de usufruto vitalício em seu favor. Em 1995 o doador locou o\nimóvel para o Recorrente que, na mesma data, sublocou o imóvel para a empresa Engelt\nConsultoria de Sistemas e Eletrônica Ltda., contrato este que permaneceu em vigor no ano-\ncalendário objeto da autuação.\n\nSegundo o Recorrente, em 1996, o usufrutuário faleceu ocorrendo a\nconsolidação da plena propriedade nas pessoas de seus herdeiros e co-proprietários do imóvel e\na transformação (através de contrato verbal) do contrato de sublocação em locação, sendo que\ncada herdeiro receberia o seu quinhão.\n\no Recorrente argumenta que desde então adotou o procedimento de receber o\nmontante relativo ao aluguel do imóvel em sou nome efetuando posteriormente a divisão do\nmontante auferido mensalmente com os demais herdeiros através de transferências bancárias e\nque desta forma não teria que tributar os rendimentos recebidos na parcela que compete aos\ndemais herdeiros e atuais proprietários.\n\nÉ o relat6ri~ -c ,'='\nCarlos Nogueira Nicácio\n\n4\n\n\n\t00000001\n\t00000002\n\t00000003\n\t00000004\n\n", "score":1.0}, { "dt_index_tdt":"2023-11-11T09:00:02Z", "anomes_sessao_s":"200809", "camara_s":"Quinta Câmara", "ementa_s":"NORMAS GERAIS DE DIREITO TRIBUTÁRIO\r\nExercício: 1995\r\nDECADÊNCIA.\r\nNos casos de lançamento por homologação, o prazo decadencial\r\npara a constituição do crédito tributário expira após cinco anos a contar da ocorrência do fato gerador. O fato gerador do IRPF se\r\nperfaz em 31 de dezembro de cada ano-calendário. Não ocorrendo a homologação expressa, o crédito tributário é atingido pela decadência após cinco anos da ocorrência do fato gerador\r\n(art. 150, § 4º, do CTN),\r\nASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA FÍSICA IRPF\r\nExercício: 1995, 1996\r\nRENDIMENTOS TRIBUTÁVEIS ACRÉSCIMO PATRIMONIAL TRIBUTAÇÃO MENSAL SOBRAS DE RECURSOS.\r\nA partir do ano-calendário de 1989, a apuração do acréscimo\r\npatrimonial deve ser feita confrontando-se os ingressos e\r\ndispêndios realizados mensalmente pelo contribuinte. Contudo,\r\nsobras de recursos apuradas em levantamentos patrimoniais\r\nmensais devem ser transferidas para o mês seguinte, sempre\r\ndentro do mesmo ano-calendário, por absoluta de previsão legal\r\npata que sejam consideradas como renda consumida.\r\nPreliminar de decadência rejeitada.\r\nRecurso provido.", "turma_s":"Sexta Turma Especial", "dt_publicacao_tdt":"2008-09-09T00:00:00Z", "numero_processo_s":"13830.001094/00-31", "anomes_publicacao_s":"200809", "conteudo_id_s":"6963149", "dt_registro_atualizacao_tdt":"2023-11-07T00:00:00Z", "numero_decisao_s":"196-00.019", "nome_arquivo_s":"19600019_152231_138300010940031_011.PDF", "ano_publicacao_s":"2008", "nome_relator_s":"VALERIA PESTANA MARQUES", "nome_arquivo_pdf_s":"138300010940031_6963149.pdf", "secao_s":"Primeiro Conselho de Contribuintes", "arquivo_indexado_s":"S", "decisao_txt":["Acordam os membros do Colegiada, por maioria de votos, rejeitar a preliminar de decadência do lançamento do ano-calendário de 1994, vencida a Conselheira Valéria Pestana Marques (Relatora) e, no mérito, por unanimidade de votos, dar provimento ao recurso, nos termos do voto do Redator Designado. 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NORMAS GERAIS DE DIREITO TRIBUTÁRIO\n\nExercício: 1995\n\nDECADÊNCIA.\n\nNos casos de lançamento por homologação, o prazo decadencial\n\npara a constituição do crédito tributário expira após cinco anos a\n\ncontar da ocorrência do fato gerador. O fato gerador do IRPF se\n\nperfaz em 31 de dezembro de cada ano-calendário'. Não\n\nocorrendo a homologação expressa, o crédito tributário é atingido\n\npela decadência após cinco anos da ocorrência do fato gerador\n(art. 150, § 4 0, do CTN),\n\nASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA FÍSICA IRPF\n\nExercício: 1995, 1996\n\nRENDIMENTOS TRIBUTÁVEIS ACRÉSCIMO\n\nPATRIMONIAL TRIBUTAÇÃO MENSAL SOBRAS DE\n\nRECURSOS,\n\nA partir do ano-calendário de 1989, a apuração do acréscimo\n\npatrimonial deve ser feita confrontando-se os ingressos e\n\ndispêndios realizados mensalmente pelo contribuinte. Contudo,\n\nsobras de recursos apuradas em levantamentos patrimoniais\n\nmensais devem ser transferidas para o mês seguinte, sempre\n\ndentro do mesmo ano-calendário, por absoluta de previsão legal\n\npata que sejam consideradas como renda consumida.\n\nPreliminar de decadência rejeitada.\n\nRecurso provido,\n\nVistos, relatados e discutidos os presentes autos..\n\nAcordam os membros do Colegiada, por maioria de votos, rejeitar a preliminar'\n\nde decadência do lançamento do ano-calendário de 1994, vencida a Conselheira Valéria\n\n\n\nEDITADO EM:/ Sf r 2010\n\nPestana Marques (Relatora) e, no mérito, por unanimidade de votos, dar provimento ao\n\nrecurso, nos termos do voto do Redator Designado. Designado para redigir o voto vencedor\n\nquanto à decadência o Conselheiro Carlos Nogueira Nicácio.\n\nFrancisco A s de Oliveira Júnior — Presidente da 2\"Câmara da 2\"Seção de\n\nJulgame\t o CARF (Sucessora da 6\" Turma Especial do 1° Conselho de\n\nCor\t uinte )\n\nCarlos Nogueira Nicácio Redator . Designado\n\nParticiparain—do presente julgamentos os Conselheiros: Valéria Pestana\n\nMarques, Carlos Nogueira Nicácio, Ana Paula Locoselli Erichsen e Ana Maria Ribeiro dos\n\nReis (Presidente),\n\n2\n\n\n\nCCO1iT96\n\nFls 119\n\nProcesso n\" 13830001094/00-31\nAcórdão ri 19G-00.019\n\nRelatório\n\nConforme relatório constante do Acórdão proferido na l a instância\nadministrativa de julgamento, fl. 83:\n\n\"Trata-se do auto de infração de fls. 3/8 lavrado em face da\n\ncontribuinte acima identificada em decorrência de omissão de\n\nrendimentos apurada tendo em vista a variação patrimonial a\n\ndescoberto haja vista excesso de aplicações sobre origens não\n\nrespaldado por rendimentos declarados/comprovados nos anos\n\ncalendários de 1994 e 1995, tudo conforme Relatório Fiscal de Ils.9/14,\n\n.2, Foi apurado o seguinte crédito tributário.'\n\nImposto R$ 21_136,10\n\nJuros\t de\t klora(até\n29/09/2000)\n\nR$ 21.464,52\n\nMulta proporcional R$ 15.852,07\n\n3. Ciente da autuação em .30/10/2000, a contribuinte protocolizou em\n\n01/1.2/2000 impugnação de 115.68/76 na qual argúi, em preliminar, a\n\ntenzpestividade da mesma, sob a alegação de que foi impedida pelo\n\nservidor que a atendeu de protocolizar em 29/11/2000 a devida\n\nimpugnação sob o fundamento de a mesma não estar dirigida à\n\nautoridade competente. No mérito, alega que com relação ao\n\nlançamento envolvendo o ano-calendário de 1994 o mesmo deve ser\n\nexpurgado haja vista estar atingido pela decadência eis que, tratando-\n\nse de lançamento por homologação deveria ter sido efetuado no prazo\n\nde cinco anos a contar do fato gerador. Com relação ao ano-\n\ncalendário de 1995 alega a impugnante que não foram considerados os\n\nsaldos em contas correntes existentes nos Banco Sudamezis e Bradesco\n\nnum total de R$.6.273,08 e que conforme incluso comprovante a\n\nrecorrente admirou o ano de 1995 com uma disponibilidade junto ao\n\nBanco Noroeste na ordem de RS1.5.539,00 que deve ser considerada.\n\nPor .fim, alega que deve ser considerada uma renda de R$.12.000,00\n\nque não foi declarada pela recorrente por não ter ultrapassado o limite\nde isenção:\"\n\nA par dos fundamentos expressos no aludido decisório, fl. 83/89, foi o\n\nlançamento questionado considerado procedente, por unanimidade de votos, consoante as\nementas a seguir transcritas:\n\n\"PRELIMINAR DE DECADÊNCIA, Rejeitada uma vez que o\n\nlançamento foi éfetuado dentro do prazo legal previsto de cinco anos\n\ncontados a partir do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que\n\no lançamento poderia ter sido efetuado. (grifè0\n\nACRÉSCIMO PATRIMONIAL A DESCOBERTO. Omissão de\n\nrendimentos decorrente de variação patrimonial a descoberto que se'\n\nmantém, porque não respaldada em rendimentos\n\ndeclarado.s/comprovados,\"\n\n3\n\n\n\nA ciência de tal julgado se deu por via postal em 14/12/2005, consoante o AR —\nAviso de Recebimento — de fl, 92.\n\nJá, em 13/01/2006, a autuada, por meio de seus bastantes procuradores,\n\nconsoante instrumento de mandato de fl. 93, apresenta o recurso voluntário de fi, 95/113,\ndirigido a este, Conselho.\n\nNa peça recursal, depois de anunciar a apresentação de bens para arrolamento,\n\nno sentido de garantir a remessa dos autos a este colegiada e de apresentar síntese do decisório\nde 1° grau, a litigante passa a apresentar suas razões de defesa.\n\nDe plano, suscita a preliminar de decadência da parcela da exação atinente ao\n\nano-calendário de 1994/exercício financeiro de 1995, avocando a aplicação do § 4\", do art. 150,\n\ndo Código Tributário Nacional — CTN — por entender que com o advento da Lei n,\" 8.83/91, o\n\nimposto de renda das pessoas fisicas teria passado a ser amoldar à modalidade da\nhomologação.\n\nE isso, tendo em vista que a fração da exigência ora sob exame ter-lhe-ia sido\ncientificada tão-somente em 30/10/2000, enquanto que o marco final para tanto seria, em seu\n\nentendimento, 01/01/2000, em face da ocorrência do fato gerador da obrigação, no caso\nconcreto, em 31/12/1994\n\nProssegue, então, no caso da hipótese supra não ser acatada, trazendo\n\nargumentos relativos ao deslocamento do indigitado fido gerador para a data limite para a\n\nentrega tempestiva das declarações de rendas pelas pessoas físicas,\n\n'Na espécie, assevera que se teria, para o exercício de 1995, como marco inicial\npara contagem do interstício decadencial o dia 1 0/05/1995 e como termo final 02/05/2000,\nenquanto que, como já dito, a ciência do Auto de Infração combatido só se deu em 30/10/2000.\n\nOu seja, ainda assim, não considera desnaturada a. alegação de decadência.\n\nAmpara tais teses por meio da citação de trechos doutrinários e da transcrição de\nementas de acórdãos proferidos por este Conselho em matéria congênere.\n\nQuanto à exação relativa ao ano-calendário 1995/exercício financeiro 1994, é\n\napresentado um breve histórico sobre o conceito de renda à luz das disposições contidas na\n\nConstituição Federal, antes de se adentrar nas razões de mérito, concluindo a litigante por sua\nconceituação, tão-somente, quando da ocorrência de acréscimo de patrimônio..\n\nSob tal esteira de raciocínio e voltando a se apoiar na doutrina e em decisórios\njudiciais diversos, a requerente aponta a mácula ocorrida no trabalho fiscal, o qual, segundo\n\nseu entendimento, não teria levado em conta o \"saldo positivo\" que trazia do ano-calendário de\n\n1994, no valor de R$ 21,812,08, constituído pelo somatório de seus saldos bancários (R$\n\n5.021,00 + R$ 1.252,08 + R$ 15.539,00, verificados, respectivamente, no Banco\nSUDAMERIS, no BRADESCO e no Banco Noroeste).\n\nOu seja, segundo a interessada, ao proceder ao levantamento de seu fluxo\nfinanceiro de forma estanque, não teria o agente fiscal tributado \"riqueza nova\" e afrontado o\nprincípio constitucional da capacidade contributiva,\n\nFazendo analogia com o imposto de renda das Pessoas jurídicas que admite a\n\ncompensação de prejuízos fiscais acumulados, aponta a litigante erro insanável no lançamento\n\n\n\nCC01/T96\n\nFls !20\n\nProcesso tf 13830.001094/00-31\n\nAcórdão o . D 196-00.019\n\nefetuado, o qual, não representando a verdade dos fatos, eivaria de nulidade o Auto de Infração\ncontestado.,\n\nFaz, por fim, considerações acerca da multa aplicada e dos juros de mora\n\nexigidos com base na taxa SELIC, as quais, em apertada síntese, titulo como sendo relativas ao\n\ncaráter confiscatório da primeira e da ilegalidade da segunda que, se admitida, haveria, no\n\nponto de vista da contribuinte, de se ater, no máximo, ao percentual de 1% ( um por cento),\nconforme insculpido no § 1°, do art, 161, do CT1V\n\nÉ o relatório,\n\n\n\n6\n\nVoto Vencido\n\nConselheira Valéria Pestana Marques, Relatora\n\nO recurso de fis. 95/113 é tempestivo, mediante o AR — Aviso de Recebimento\n\n— anexado à fl, 92. Estando dotado, ainda, dos demais requisitos formais de admissibilidade,\ndele Conheço.\n\nTendo a recorrente argüido a preliminar de decadência da exação relativa ao\n\nexercício Financeiro de 1995/ano-calendário 1994, passo a examiná-la.\n\nSobre o tema, é mister me manifestar no sentido concordar com a apelante\nacerca de amoldar-se, como regra geral, o imposto de renda das pessoas fisicas à sistemática\nde lançamento por homologação, como preceituado no § 4 0, do art. 150, do CTN.\n\nSob meu ponto de vista, não há, todavia, sequer de ser analisada a hipótese,\n\ntambém levantada pela requerente de deslocar-se o marco inicial de contagem do interstício\n\ndeeadencial em foco para a data limite de entrega tempestiva das declarações de rendas, por\ntotalmente superada.\n\nPorém, é de se esclarecer que, no início do presente tópico, me reportei à\n\naplicação do conceito de homologação para o imposto de renda das pessoas fisicas de urna\nmaneira geral.\n\nSem me adentrar no fato de tal sistemática se ver consubstanciada com a simples\n\nocorrência do fato gerador em 31/12 do ano-calendário correspondente ao exercício financeiro,\n\nou de exigir a formalização de certo procedimento administrativo por parte do contribuinte,\n\nrepresentado, por exemplo, pela realização do pagamento do imposto, por não aplicável ao\n\ncaso concreto, como a seguir se verá, tenho que deixar registrado que, consoante o \"Termo de\nInício de Fiscalização\" de IL 15 \". os arquivos da SRE-Secretaria da Receita Federal não registram\nentrega das DIRPF-Declaraçâo de Ajuste Anual do Imposto de Renda Pessoa Física, por parte da\n\ncontribuinte, relativamente aos anos-calendários de 1994 a 1997, exercícios de 1995 a 1998,\nre,spectivaniente''.\n\nOu seja, nos presentes autos, não se tem notícia da entrega da declaração de\n\nrendas da interessada referente ao exercício financeiro sob exame ao Fisco, assim como não se\n\ntem no processo elementos que demonstrem ter havido o pagamento pela autuada do imposto\n\nem comento sobre rendimentos tributáveis no ajuste, ainda que sob a forma de carnê-leão,\nrecolhimento complementar opcional ou retenção na fonte.\n\nDessa fOrma, não há o que se homologar.\n\nTem-se, pois, o mais puro exemplo de lançamento \"ex officio\", havido tão-só\npor iniciativa da autoridade fiscal, ao qual considero aplicável., em termos de decadência, a\nregra de contagem prevista no art, 173, inc. I, do CTN.\n\nDestarte, embora com fulcro em argumentos diversos da autoridade de 1\" grau,\ntomo 'o primeiro dia do exercício financeiro seguinte àquele em que o lançamento poderia ser\n\nefetuado como termo inicial para contagem do prazo decadencial, o qual, na espécie, seria\n1°/01/1996. r-j\n\n\n\nCCOUT96\n\nFls 121\n\nProcesso n° 1.3830.001094/00-31\nAcórdão n \" 196-00.019\n\nVerifique-se, à fl. 03, que a contribuinte foi pessoalmente cientificada da exação\n\ncontra ela constituída em 30/10/2000, quando, segundo o entendimento ora esposado por esta\n\nrelatora, não havia ainda decaído o direito da Fazenda Pública de constituir a fiação da exação\naqui questionada.\n\nPor via de conseqüência, não acato a preliminar de decadência argüida pela\ninteressada com relação ao exercício financeiro de 1995.\n\nRegistre-se nesse momento, por oportuno, que a apelante não traz razões de\nmérito acerca do exercício em tela.\n\nJá, no atinente ao exercício 1996, ano-calendário 1995, a contribuinte apresenta,\ndentre outros argumentos, aquele relativo a não utilização pelo autuante quando da apuração do\nacréscimo patrimonial injustificado de \"saldos positivos\" trazidos de outros períodos.\n\nIndependentemente do teor da peça recursal, cabe a este colegiado verificar o\n\ncontrole interno da legalidade do lançamento e, para tanto, faz-se necessário proceder a uma\n\nanálise mais detalhada se está ou não correta a apuração do acréscimo patrimonial a descoberto\n\nna forma em que efetuada pela autoridade lançadora, não só para o EF 1996, mas também para\no de 1995.\n\nCabe, então, aqui esclarecer que a partir de 1° de janeiro de 1989, com a edição\nda Lei n° 7313, de 1988, o imposto de renda pessoa fisica passou a ser exigido mensalmente,\nà medida que os rendimentos forem sendo auferidos, incluindo-se, nessa nova sistemática, os\naumentos de patrimônio não justificados.\n\nÉ mansa e pacífica a jurisprudência administrativa já firmada por este Conselho\n\nno sentido de que nas omissões de rendimentos apuradas através de planilhamento financeiro\n\n(fluxo de caixa), sejam considerados todos os ingressos e dispêndios realizados a cada mês\npelos contribuintes. Entretanto, por inexistir a obrigatoriedade de apresentação de declaração\n\nmensal de bens, incluindo dívidas e ônus reais, os saldos de disponibilidade, mais comumente\n\ndenominados de \"sobras\", hão sempre de ser aproveitadas no mês subseqüente, desde que\ndentro do mesmo ano-calendário.\n\nE o autuante ao elaborar fluxo mensal de caixa para os 2 (dois) exercícios\nautuados, fls. 1.3 e 14, o fez sem observar tal aproveitamento.\n\nCom efeito, não pode prosperar o lançamento para quaisquer dos exercícios\n\nfinanceiros lançados, pela utilização de critérios equivocados para a apuração dos rendimentos\n\nomitidos, ferindo, com isso, a Lei n° 7.71,3, de 1988, art. 2°, assim como a Lei n° 8.1.34, de\n1990, art. 2'.\n\nDessa forma, tendo em vista a preliminar ora suscitada por esta relatara julgo, na\n\nmais genuína defesa da Fazenda Pública, descaber a apreciação do mérito das alegações de\n\ndefesa apresentadas pela autuada relativamente ao acréscimo patrimonial não justificado,\n\nconsiderando a forma como foi levantado. Por conseguinte, há que ser julgado improcedente\ntal quesito da exação efetuada. (\\_,\n\n7\n\n\n\nPortanto, voto pelo provimento total do recurso interposto, em face da\n\ninobservância pela autoridade tributária dos corretos critérios insculpidos em nosso\n\nordenamento jurídico no levantamento das infrações questionadas..\n\nVALÉRIA PESTANA MARQUES\n\n8\n\n\n\nCC01/T96\n\nEis 122\n\nProcesso IV 13830001094/00-31\n\nAcórdão n \" 196-00.019\n\nVoto Vencedor\n\nConselheiro Carlos Nogueira Nicácio, Redator Designado\n\nEm sede de preliminar de mérito, suscita a Recorrente a decadência do direito de\n\nlançar da Fazenda Pública relativamente ao crédito tributário de impostos de renda do ano-\n\ncalendário 1994, com fundamento no disposto no artigo 150, §4°, do Código Tributário\nNacional.\n\nO lançamento é o procedimento administrativo tendente a verificar a ocorrência\n\ndo fato gerador da obrigação correspondente, identificar o seu sujeito passivo, determinar a\n\nmatéria tributável, calcular e definir o montante do crédito tributário, aplicando, se for o caso, a\npenalidade cabível,\n\nO lançamento por homologação, que ocorre quanto aos tributos cuja legislação\natribua ao sujeito passivo o dever de antecipar o pagamento sem prévio exame da autoridade\n\nadministrativa, opera-se pelo ato em que a referida autoridade, tornando conhecimento da\natividade assim exercida pelo obrigado, expressamente a homologa.\n\nSendo o imposto de renda tributo que se sujeita à modalidade de lançamento por\n\nhomologação, aplica-se para este a contagem do prazo decadencial, a regra do artigo 150, §4°\n\ndo Código Tributário Nacional, isto é, o termo inicial de contagem do prazo será a data do fato\ngerador.\n\nArt. 1.50, O lançamento por homologação, que ocorre quanto aos:\n\ntributos cuja legislação atribua ao sujeito passivo o dever de antecipar\n\no pagamento sem prévio exame da autoridade administrativa, opera-se\n\npelo ato em que a referida autoridade, tomando conhecimento da\n\natividade assim exercida pelo obrigado, expressamente a homologa,\n\n(,)\n\n§ Se a lei não , fix:ar prazo à homologação, será ele de 5 (cinco)\n\nanos, a contar da ocorrência do fato gerador, expirado esse prazo sem\n\nque a Fazenda Pública se tenha pronunciado, considera-se\n\nhomologado a lançamento e definitivamente extinto o crédito, salvo se\n\ncomprovada a ocorrência de dolo, fraude ou simulação.\n\nDivirjo, com a vênia da Conselheira Valéria Pestana Marques, em que pese seus\n\nsempre respeitáveis argumentos, de que a contagem do prazo decadencial para o lançamento do\n\nimposto de renda, na hipótese de inexistir nos autos prova de entrega da declaração de ajuste\n\nanual pela Recorrente ou de pagamento de imposto, seria determinada pela aplicação do artigo\n173, do Código Tributário Nacional:\n\nArt. 173, O direito de a Fazenda Pública constituir o crédito tributário\n\nextingue-se após 5 (cinco) anos, contados.'\n\nI — do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o lançamento\npodem-ia ter sido efetuado,\n\n9\n\n\n\n)\n\nPelo contrário, entendo que o artigo 150 do CTN expresse a aplicação\n\nsistemática da contagem do prazo decadencial de cinco anos a contar da ocorrência do fato\n\ngerador para o imposto de renda, excetuando-se apenas hipótese de fraude, dolo e simulação.\n\nO início da contagem do prazo decadencial para o imposto de renda a partir do\n\nmomento da ocorrência do fato gerador decorre de inexistir atualmente situação prevista em lei\n\nem que o contribuinte deva submeter informações à autoridade administrativa para que esta as\nexamine previamente ao pagamento do tributo.\n\nRepisando-se o tema, inexiste oportunidade no vigente direito tributário\n\nbrasileiro para que o contribuinte de imposto de renda submeta informações ao fisco\n\npreviamente à apuração do montante devido, para apenas então recolher o imposto.\n\nOptando o legislador por construir o regime do imposto de renda sobre o\n\npressuposto de que compete ao contribuinte antecipar o pagamento do imposto a qualquer'\n\nexame da autoridade administrativa, por coerência deve se aplicar a contagem do prazo\n\ndecadencial da ocorrência do fato gerador conforme preceitua o artigo 150 do CTN.\n\nDesta feita, para que se constate a decadência do tributo sujeito a lançamento\n\npor homologação, é necessário que se determine a data do fato gerador. O fato gerador do\n\nImposto de Renda Pessoa Física, tratando-se de rendimentos sujeitos ao ajuste anual, se perfaz\n\nem 31 de dezembro de cada ano-calendário,\n\nTendo em vista que o Auto de Infração refere-se à omissão de rendimentos\n\npertinente ao ano-calendário 1994, o fato gerador se perfaz em 31/12/1994,\n\nInicia-se, a partir de tal data, a contagem do prazo decadencial, que teve por\n\ntermo final a data de 31/12/1999, cinco anos após o fato gerador, quando se deu a homologação\n\ntácita do lançamento, estando, assim, extinto o crédito tributário nos moldes do artigo 150, §\n4', do Código Tributário Nacional.\n\nDeste modo, considerando que o Auto de Infração foi lavrado em 30/11/2000, já\n\nhavia transcorrido o prazo decadencial para que a Fazenda Nacional constituísse o crédito\ntributário relativo ao ano-calendário 1994.\n\nPelo exposto, conheço do recurso voluntário apresentado na forma da lei e voto\nno sentido de dar-lhe provimento acatando a preliminar de decadência.\n\nCARLOS NOGUEIRA NICACIO\n\n10\n\n\n\nBrasilia/DF, L. I\t É: LUIU\n\nMINISTÉRIO DA FAZENDA\n\nCONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS\n\nSEGUNDA CÂMARA DA SEGUNDA SEÇÃO DE JULGAMENTO\n\nProcesso n\": 1.3830.001094/00-31\n\nRecurso n\" : 152..231\n\nTERMO DE INTIMAÇÃO\n\nEm cumprimento ao disposto no § 3\" do art. 81 do Regimento Interno do\n\nConselho Administrativo de Recursos Fiscais, aprovado pela Portaria Ministerial n\" 256, de\n\n22 de junho de 2009, intime-se o (a) Senhor (a) Procurador (a) Representante da Fazenda\n\nNacional, credenciado junto à Segunda Câmara da Segunda Seção, a tomar ciência do\n\nAcórdão n\"....196-90.019.\n\nEVEL1NE COÊLHO DE ME`LO HOMAR\n\nChefe da Secretaria\n\nSegunda Câmara da Segunda Seção\n\nCiente, com a observação abaixo:\n\n(.„,.„) Apenas com ciência\n\nCom Recurso Especial\n\nCom Embargos de Declaração\n\nData da ciência:\n\nProcurador(a) da Fazenda Nacional\n\n\n", "score":1.0}] }, "facet_counts":{ "facet_queries":{}, "facet_fields":{ "turma_s":[ "Sexta Turma Especial",133], "camara_s":[ "Quinta Câmara",133], "secao_s":[ "Primeiro Conselho de Contribuintes",133], "materia_s":[ "IRPF- auto de infração eletronico (exceto multa DIRPF)",52, "IRPF- ação fiscal - omis. de rendimentos - PF/PJ e Exterior",13, "IRPF- restituição - rendim.isentos/não tributaveis(ex.:PDV)",13, "IRPF- ação fiscal - Ac.Patrim.Descoberto/Sinais Ext.Riqueza",8, "IRPF- ação fiscal - outros assuntos (ex.: glosas diversas)",6, "IRF- que ñ versem s/ exigência de cred. trib. 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