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    <str name="ementa_s">Assunto: Contribuição para o PIS/Pasep
Período de apuração: 01/09/1997 a 30/09/1997
DECLARAÇÃO EQUIVOCADA. PROVAS INSUFICIENTES. LANÇAMENTO MANTIDO.
As provas carreadas aos autos pela recorrente não tem o condão de demonstrar que a DCTF apresentada pela filial da pessoa jurídica (ora autuada) foi somente um equívoco, e que o lançamento exarado em 2002, com base na declaração de 1997, merece cancelamento.
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    <str name="turma_s">Primeira Turma Ordinária da Primeira Câmara da Terceira Seção</str>
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      <str>Vistos, relatados e discutidos os presentes autos.
Acordam os membros do colegiado, por unanimidade, em negar provimento ao recurso voluntário.

Henrique Pinheiro Torres - Presidente.

Corintho Oliveira Machado - Relator.

EDITADO EM: 19/03/2012
Participaram da sessão de julgamento os conselheiros: Corintho Oliveira Machado, Valdete Aparecida Marinheiro, Rodrigo Marinheiro Fernandes, Leonardo Mussi da Silva, Luiz Roberto Domingo e Henrique Pinheiro Torres.


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S3­C1T1 

Fl. 85 

 
 

 
 

1

84 

S3­C1T1  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  10708.001508/2002­91 

Recurso nº  1   Voluntário 

Acórdão nº  3101­001.344  –  1ª Câmara / 1ª Turma Ordinária  

Sessão de  28 de fevereiro de 2013 

Matéria  PIS 

Recorrente  MARTE ENGENHARIA LTDA. 

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

ASSUNTO: CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP 

Período de apuração: 01/09/1997 a 30/09/1997 

DECLARAÇÃO  EQUIVOCADA.  PROVAS  INSUFICIENTES. 
LANÇAMENTO MANTIDO. 

As  provas  carreadas  aos  autos  pela  recorrente  não  tem  o  condão  de 
demonstrar  que  a  DCTF  apresentada  pela  filial  da  pessoa  jurídica  (ora 
autuada)  foi  somente  um  equívoco,  e  que  o  lançamento  exarado  em  2002, 
com base na declaração de 1997, merece cancelamento.  

 
 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

Acordam os membros do colegiado, por unanimidade, em negar provimento 
ao recurso voluntário. 

 

Henrique Pinheiro Torres ­ Presidente.  

 

Corintho Oliveira Machado ­ Relator.   

 

EDITADO EM: 19/03/2012 

Participaram  da  sessão  de  julgamento  os  conselheiros:  Corintho  Oliveira 
Machado, Valdete Aparecida Marinheiro, Rodrigo Marinheiro Fernandes, Leonardo Mussi da 
Silva, Luiz Roberto Domingo e Henrique Pinheiro Torres. 

 

  

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S




 

  2

Relatório 

Adoto o relato do órgão julgador de primeiro grau até aquela fase: 

Contra  a  empresa  qualificada  em  epígrafe  foi  lavrado  auto  de 
infração  de  fls.  11/19,  em  virtude  da  apuração  de  falta  de 
recolhimento  do  PIS  no  período  de  apuração  (PA)  09/97, 
exigindo­lhe contribuição de R$ 5.041,41, multa de ofício de R$ 
3.781,06  e  juros  de  mora  (calculados  até  31/05/2002)  de  R$ 
4.714,22, perfazendo o total de R$ 13.536,69. 

O enquadramento legal encontra­se às fls. 14 e 16. 

Após ter sido cientificado do auto de infração em 10/06/2002 (cf. 
Aviso  de  Recebimento  –  AR  à  fl.  20),  o  autuado,  irresignado, 
apresentou, em 03/07/2002, a impugnação acostada às fls. 01/02 
e  documentos  anexos  de  fls.  03/19  (cópia  do  Contrato  Social; 
cópia  da  carteira  de  identidade  do  sócio  e  signatário  da 
impugnação; cópia do CPF do sócio; cópia do cartão do CNPJ; 
cópia  do  cartão  do  CNPJ;  cópia  de  Darf;  Auto  de  Infração  e 
anexos), argumentando, em síntese, que: 

Em que pese a repartição fiscalizadora não ter localizado o Darf 
de recolhimento do PIS informado na DCTF do 3º  trimestre de 
1997, o  recolhimento  foi efetuado pelo Darf anexo (fl. 10), não 
alocado  pela  repartição,  originando  a  autuação,  que  se  faz, 
assim, indevida; 

Em face do exposto, está certo o impugnante sejam acolhidas as 
razões e provas que importem o cancelamento total do Auto de 
Infração lavrado. 

Após  a  impugnação  de  fls.  01/19,  a  Delegacia  da  Receita 
Federal  do  Brasil  em  Volta  Redonda  ­  Rio  de  Janeiro 
(DRF/VRA/RJ)  determinou  à  fl.  39,  em  procedimento  de 
revisão de lançamento (revisão de ofício), o prosseguimento da 
cobrança do crédito tributário nos exatos  termos e valores em 
que  lançado,  conforme  demonstrativos  de  fls.  36/38,  ao 
argumento de que o pagamento apresentado pelo autuado à fl. 
10 já se encontrava previamente alocado a crédito tributário da 
matriz  em  consonância  com  o  que  fora  informado  em DCTF 
pela  matriz  (cf.  fls.  24  e  30),  não  havendo,  desse  modo, 
pagamento  disponível  para  quitar  o  crédito  tributário  de 
responsabilidade  da  filial,  segundo  as  informações  prestadas 
em  DCTF  por  esta  (cf.  fls.  25  e  33),  além  do  que  no  ano­
calendário de 1997 a DCTF não era centralizada pela matriz, 
cientificando­se o autuado do despacho exarado. 

Intimado  da  exigência  acima  mencionada  em  29/10/2007, 
conforme  Aviso  de  Recebimento  (AR)  de  fl.  44,  o  autuado 
apresentou,  em 13/11/2007,  contestação de  fls.  49/50 contra a 
cobrança perpetrada pela Administração – por ele denominada 
de  “recurso  voluntário”  ­  e  documentos  anexos  de  fls.  51/78 
(cópia de procuração, fl. 51; cópia de folhas do Livro Diário da 
matriz,  fls.  52/55;  cópia  de  recibo  de  entrega  e  da  DCTF 
referente ao 3º trimestre de 1997, fls. 56/74; cópia de recibo de 

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Processo nº 10708.001508/2002­91 
Acórdão n.º 3101­001.344 

S3­C1T1 
Fl. 86 

 
 

 
 

3

entrega e da Ficha 12 da DIRPJ/98, exercício 98, ano­base 99, 
fls. 75/78), argumentando, em síntese, que: 

A  DCTF  da  filial  de  Angra  (referindo­se  ao  autuado,  com 
número  no  CNPJ  de  ordem  0004,  v.  fl.  84)  relativa  ao  3º 
trimestre  de  1997  foi  preenchida  indevidamente,  já  que  não 
havia valor de PIS a recolher referente à citada  filial, havendo 
somente PIS a recolher da sede localizada no Município do Rio 
de Janeiro (referindo­se à matriz, com CNPJ de ordem 0001); 

Pode­se comprovar a afirmativa acima através do Livro Diário 
(fls. 52/55) e da DIPJ do ano­calendário 1997 (fls. 75/78); 

Naquela época, a entrega da DCTF não era centralizada, mas a 
DIPJ e a contabilidade da empresa já eram centralizadas; 

Conferindo­se o faturamento do Livro Diário e a DIPJ, pode­se 
verificar  que  o  valor  do  PIS  a  recolher  está  mencionado  na 
matriz, não existindo o valor (PIS) atribuído a recolher na filial 
de  Angra,  inexistindo,  portanto,  o  débito  mencionado  na 
autuação; 

 À  vista  do  exposto,  demonstrada  a  insubsistência  e 
improcedência da ação fiscal, espera e requer o recorrente seja 
acolhido o presente recurso, cancelando­se ou modificando­se o 
débito fiscal reclamado. 

 

A  DRJ  no  RIO  DE  JANEIRO  II/RJ  julgou  o  lançamento  procedente  em 
parte, ficando a ementa do acórdão com a seguinte dicção: 

Assunto: Contribuição para o PIS/Pasep  

Período de apuração: 01/09/1997 a 30/09/1997  

PIS. AUTO DE INFRAÇÃO. DCTF. 

É  cabível  o  lançamento  formalizado  para  exigir  débito  do  PIS 
vinculado  em DCTF  a  pagamento,  quando  não  se  comprove  a 
existência do referido recolhimento. 

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL. JULGAMENTO. 

Embora o débito declarado, a princípio, dispense o lançamento, 
os  procedimentos  fiscais  perpetrados,  assim  como  eventuais 
impugnações ou recursos  tempestivos apresentados pelo  sujeito 
passivo no curso do processo administrativo fiscal, constituem­se 
atos  perfeitos,  motivo  pelo  qual  devem  ser  apreciados  pelas 
instâncias julgadoras administrativas. 

MULTA DE OFÍCIO. RETROATIVIDADE BENIGNA. 

Em  face  da  retroatividade  benigna,  cancela­se  a  multa  de 
lançamento de ofício. 

Lançamento Procedente em Parte. 

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Discordando  da  decisão  de  primeira  instância,  a  interessada  apresentou 
recurso voluntário, no qual  invoca prescrição  intercorrente,  reprisa os argumentos esgrimidos 
na peça vestibular de defesa e aduz que houve má vontade dos julgadores a quo, ao analisar os 
documentos, pois no livro Diário estão todas as receitas da pessoa jurídica, que não recolhia de 
forma centralizada à época, porém escriturava centralizadamente, e as notas fiscais acostadas 
aos autos referem­se apenas à receita da filial autuada. Ainda sugere realização de diligência, 
de maneira genérica. Por  fim,  requer a  reforma do acórdão a quo, para que seja cancelado o 
auto de infração. 

 

Ato  seguido,  a  Repartição  de  origem  encaminhou  os  presentes  autos  para 
apreciação do órgão julgador de segundo grau.  

 

Relatados, passo a votar. 

 

 

 

Voto            

 

Conselheiro Corintho Oliveira Machado, Relator 

 

O  recurso  voluntário  é  tempestivo,  e  considerando  o  preenchimento  dos 
requisitos de sua admissibilidade, merece ser apreciado. 

 

Embora  tenha  ocorrido  um  error  in  procedendo  neste  expediente,  no 
momento  em  que  a  Delegacia  da  Receita  Federal  em Volta  Redonda/RJ  operou  revisão  de 
ofício  sem  que  houvesse  competência  para  tanto  (uma  vez  que  a  impugnação  estava 
tempestiva), penso que o vício veio de ser sanado ao longo do contencioso, na medida em que 
o lançamento não foi alterado, e os elementos de fato trazidos com a revisão de ofício foram 
objeto  de  análise  por  parte  da  recorrente,  durante  a  manifestação  nominada  de  recurso.  A 
Delegacia  da  Receita  Federal  de  Julgamento  levou  tudo  isso  em  consideração  quando  do 
julgamento em primeiro grau. E a recorrente, em sua defesa efetiva, não mencionou qualquer 
cerceamento  do  direito  de defesa. Aplica­se  ao  caso  vertente  o  princípio  pas  de  nullité  sans 
grief,  porquanto  não  houve  prejuízo  algum  para  as  partes;  ao  revés,  houve  sim  mais 
oportunidade para a busca da verdade material.  

 

Fl. 108DF  CARF MF

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Processo nº 10708.001508/2002­91 
Acórdão n.º 3101­001.344 

S3­C1T1 
Fl. 87 

 
 

 
 

5

Sem embargo disso, as provas carreadas aos autos pela recorrente não tem o 
condão de demonstrar que a DCTF apresentada pela filial da pessoa jurídica (ora autuada) foi 
somente um equívoco, e que o lançamento exarado em 2002, com base na declaração de 1997, 
merece  cancelamento.  Nesse  desiderato,  a  recorrente  trouxe  duas  folhas  do  livro  Diário  da 
matriz  da  pessoa  jurídica,  que  não  está  escriturado  por  estabelecimentos,  e  cópias  de  notas 
fiscais de prestação de serviços da filial autuada, as quais não se encontram reportadas no livro 
Diário da matriz, como afirma a recorrente. Demais disso, o valor da contribuição devida em 
função das  receitas  registradas no Diário não  fecha com o valor do DARF de PIS pago pela 
recorrente. Vale aqui trazer as observações da decisão recorrida: 

Inicialmente,  analisando­se  os  elementos  constantes  da 
impugnação de  fls.  01/02 e demais documentos a  ela anexados 
(fls.  03/19),  vislumbra­se  que  o  autuado  nela  alega  não  ter 
havido a falta de pagamento, que consiste na infração apontada 
pelo auto de infração. Apresenta, nesse sentido, o Darf de fl. 10, 
arrecadado  pela  matriz  do  autuado,  que,  todavia,  não  se  faz 
hábil  ao  pretendido  cancelamento  do  lançamento,  porquanto 
citado pagamento presta­se, em verdade, à extinção de débito da 
matriz  declarado  em  DCTF,  e  que  possui  valor  inteiramente 
diverso daquele débito do PIS, também declarado em DCTF pela 
filial (autuado), mas que, por sua vez, ensejou essa última DCTF 
(da  filial)  a  presente  autuação,  em  função  da  constatada 
inexistência  do  pagamento  vinculado  na  referida DCTF  (v.  fls. 
24/25). 

 Por sua vez, a documentação anexada ao denominado “recurso 
voluntário”  de  fls.  49/50  também  não  comprova,  por  si  só,  o 
alegado erro de preenchimento na DCTF da filial (autuado), na 
qual se declarou PIS para o PA 09/97, no valor de R$ 5.041,41. 
É  que  as  cópias  anexadas  às  fls.  52/55  referem­se  a  Livro 
Diário,  escriturado  exclusivamente  para  a  matriz  da  empresa. 
Ora, como esta informou à RFB a centralização do recolhimento 
da contribuição somente a partir de 01/03/1998 (cf. pesquisa no 
sistema  CENTRIB  de  fl.  83),  nada  impede  –  e,  até  mesmo  em 
contrário, tudo indica ­ que matriz e filial, à época de ocorrência 
dos  fatos  geradores  do  PIS  objeto  de  autuação,  mantivessem 
escrituração  contábil  distinta,  sendo  que  aquela  (escrituração) 
correspondente ao autuado (filial de ordem 0004 no CNPJ) em 
momento  nenhum  foi  carreada  pelo  impugnante  ao  presente 
processo. 

Além  disso,  muito  embora  o  valor  da  base  de  cálculo  da 
contribuição  informado  na  DIRPJ/98  (ano­base  1997),  R$ 
1.184.970,82  (v.  fl.  78),  coincida  com a  totalidade  das  receitas 
de vendas anotadas no Livro Diário da matriz, fato é que o PIS 
resultante de citada base perfaz a importância de R$ 7.702,31, a 
qual, por sua vez, não guarda conformidade com o PIS recolhido 
pela matriz da empresa, R$ 7.591,52 (v. Darf de fl. 10). Ou seja, 
e em resumo: não há comprovação de que as receitas de vendas 
anotadas  no  Diário  às  fls.  53/54  contemplem  a  totalidade  das 
receitas  auferidas  não  somente  pela  matriz,  mas  também  por 
todos os estabelecimentos da empresa, até mesmo porque o Livro 
em questão refere­se exclusivamente à matriz da empresa, além 
do  que,  no  citado  Diário,  as  receitas  em  comento  não  se 

Fl. 109DF  CARF MF

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encontram,  vale  registrar,  escrituradas  para  cada  um  dos 
estabelecimentos  da  empresa.  Cabível,  por  conseguinte,  a 
manutenção do lançamento fiscal aqui em análise.  

 

Ante o exposto, voto por DESPROVER do recurso voluntário, prejudicados 
os demais argumentos. 

 

Sala das Sessões, em 28 de fevereiro de 2013.  

 

CORINTHO OLIVEIRA MACHADO 

   

 

           

 

           

 

 

Fl. 110DF  CARF MF

Impresso em 18/04/2013 por RECEITA FEDERAL - PARA USO DO SISTEMA

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Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001

Autenticado digitalmente em 28/03/2013 por CORINTHO OLIVEIRA MACHADO, Assinado digitalmente em 28/03

/2013 por CORINTHO OLIVEIRA MACHADO, Assinado digitalmente em 11/04/2013 por HENRIQUE PINHEIRO TORRE

S


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    <str name="ementa_s">Assunto: Normas Gerais de Direito Tributário
Período de apuração: 01/09/1999 a 30/09/1999
COMPENSAÇÃO. LIQUIDEZ E CERTEZA DO CRÉDITO.
Não comprovada a liquidez e certeza do crédito do sujeito passivo, não é cabível a compensação com débitos próprios, nos termos da legislação aplicável - art. 170 do CTN e art. 74 da Lei n° 9.430, de 1996.
PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL. PROVA.
Cabe ao contribuinte o ônus de comprovar as alegações que oponha ao ato administrativo. Inadmissível a mera alegação da existência de um direito.
Recurso Voluntário Negado
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    <str name="turma_s">Primeira Turma Especial da Terceira Seção</str>
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Vistos, relatados e discutidos os presentes autos.
Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, negar provimento ao recurso.

(assinado digitalmente)
Flávio de Castro Pontes - Presidente.




(assinado digitalmente)
José Luiz Bordignon - Relator.

Participaram da sessão de julgamento os conselheiros: Flávio de Castro Pontes (Presidente), José Luiz Bordignon, Sidney Eduardo Stahl, Maria Inês Caldeira Pereira da Silva Murgel, Marcos Antonio Borges e Paulo Antonio Caliendo Velloso da Silveira.

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S3­TE01 

Fl. 68 

 
 

 
 

1

67 

S3­TE01  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  11080.905080/2008­21 

Recurso nº               Voluntário 

Acórdão nº  3801­001.784  –  1ª Turma Especial  

Sessão de  19 de março de 2013 

Matéria  RESTITUIÇÃO/COMPENSAÇÃO 

Recorrente  TREFILAÇO TREFILAÇÃO DE METAIS LTDA 

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

ASSUNTO: NORMAS GERAIS DE DIREITO TRIBUTÁRIO 

Período de apuração: 01/09/1999 a 30/09/1999  

COMPENSAÇÃO. LIQUIDEZ E CERTEZA DO CRÉDITO.  

Não  comprovada  a  liquidez  e  certeza  do  crédito  do  sujeito  passivo,  não  é 
cabível  a  compensação  com  débitos  próprios,  nos  termos  da  legislação 
aplicável ­ art. 170 do CTN e art. 74 da Lei n° 9.430, de 1996. 

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL. PROVA. 

Cabe ao  contribuinte o ônus de  comprovar as  alegações que oponha ao  ato 
administrativo. Inadmissível a mera alegação da existência de um direito. 

Recurso Voluntário Negado 

 
 

 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

Acordam  os  membros  do  colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  negar 
provimento ao recurso.  

 

(assinado digitalmente) 

Flávio de Castro Pontes ­ Presidente. 

 

 

 

  

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Fl. 68DF  CARF MF

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  2

 

(assinado digitalmente) 

José Luiz Bordignon ­ Relator. 

 

Participaram  da  sessão  de  julgamento  os  conselheiros:  Flávio  de  Castro 
Pontes (Presidente), José Luiz Bordignon, Sidney Eduardo Stahl, Maria  Inês Caldeira Pereira 
da Silva Murgel, Marcos Antonio Borges e Paulo Antonio Caliendo Velloso da Silveira. 

Fl. 69DF  CARF MF

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Processo nº 11080.905080/2008­21 
Acórdão n.º 3801­001.784 

S3­TE01 
Fl. 69 

 
 

 
 

3

Relatório 

Por  bem  descrever  os  fatos,  adoto  o  relatório  da  decisão  recorrida,  que 
transcrevo a seguir: 

Trata  o  presente  processo  de  manifestação  de  inconformidade 
contra Despacho Decisório emitido eletronicamente pela DRFB 
Porto  Alegre  relativo  à  supostos  direitos  creditórios  de 
Contribuição  para  o  Financiamento  da  Seguridade  Social  ­ 
Cofins, em virtude de exame de declaração de compensação nos 
quais  não  foi  homologado  o  encontro  de  contas  por 
ausência/insuficiência  de  créditos  oponíveis  contra  a  Fazenda 
Pública. 

A  interessada  contesta  o  Parecer  alegando  que,  ao  fazer 
levantamento  de  importâncias  pagas  a  título  de  Pis  e  Cofins, 
constatou  a  existência  de  valores  pagos  a  maior  a  título  das 
contribuições.  Afirma  que  houve  tributação  indevida  sobre 
valores repassados a terceiros, que deveriam ter sido excluídos 
da base tributável da contribuição com base no disposto no art. 
3º,  §2º,  inciso  III  da  Lei  n°  9.718/1998,  o  que  teria  gerado 
indébitos compensáveis. Transcreve decisões judiciais favoráveis 
ao seu pleito. Outrossim, alega que tem o direito de compensar 
nos moldes da legislação e que os débitos compensados estariam 
suspensos,  forte  no  art.151,  inciso  III,  do  CTN  e  no  art.48, 
parágrafo 3° do inciso I da IN SRF 600/2005. 

 

A  Delegacia  de  Julgamento  em  Porto  Alegre  (RS)  proferiu  a  seguinte 
decisão, nos termos da ementa abaixo transcrita: 

ASSUNTO:  CONTRIBUIÇÃO  PARA O  FINANCIAMENTO DA 
SEGURIDADE SOCIAL ­ COFINS 

Período de apuração: 01/09/1999 a 30/09/1999 

EMENTA: 

RESTITUIÇÃO/COMPENSAÇÃO  ­  Direitos  creditórios 
pleiteados  via  Declaração  de  Compensação  ­  Nos  termos  do 
artigo  170  do  Código  Tributário  Nacional,  essencial  a 
comprovação  da  liquidez  e  certeza  dos  créditos  para  a 
efetivação do encontro de contas. 

Manifestação de Inconformidade Improcedente 

Direito Creditório Não Reconhecido 

 

Fl. 70DF  CARF MF

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  4

Inconformada, a contribuinte recorre a este Conselho reproduzindo as razões 
apresentadas por ocasião da manifestação de inconformidade, acrescentando, em síntese: 

· Que resta evidente que o período compreendido entre a resolução n° 
49  de  09  de  outubro  de  1995,  que  suspendeu  a  execução  dos 
Decretos­Lei  citados,  e  a  promulgação  da  Lei  n°  9.715  de  25  de 
novembro de 1998, restou configurado um período de vacatio legis. 

· Que  no  período  compreendido  entre  outubro  de  1995  e  outubro  de 
1998,  não  há  que  se  falar  em  contribuição  para  o  PIS.  Não  existia 
regramento  legal  a  incidir  sobre  os  recolhimentos,  tendo  o 
contribuinte  recolhido  tributo  indevidamente no período supracitado, 
em discordância com o Princípio Constitucional da Legalidade. 

 

REQUER: 

1.  O  provimento  ao  presente  Recurso  Voluntário,  com  a 
conseqüente  reforma  da  decisão,  nos  termos  anteriormente 
expostos; 

2.  O  reconhecido  o  direito  líquido  e  certo  da  contribuinte  de 
compensar a importância recolhida indevidamente; 

3.  Seja reconhecido o direito creditório da mesma e para que seja 
homologada a compensação objeto do presente; 

É o relatório.

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Processo nº 11080.905080/2008­21 
Acórdão n.º 3801­001.784 

S3­TE01 
Fl. 70 

 
 

 
 

5

Voto            

Conselheiro José Luiz Bordignon, Relator 

O recurso é tempestivo e preenche os requisitos de admissibilidade, portanto 
dele tomo conhecimento. 

Trata o presente caso de PER/DCOMP apresentada em 11/12/2003, na qual é 
informado  como  origem  do  crédito  um  pagamento  a  maior  de  PIS/Pasep  ou  Cofins, 
compensado com débito da própria contribuição.  

Tal  pretensão  foi  indeferida  pela  DRF/Porto  Alegre,  uma  vez  que  não  foi 
confirmada a existência do crédito informado. 

Em seu recurso, a Recorrente defende seu direito de compensar débitos com 
valores recolhidos, supostamente indevidos, em razão do que dispõe o art. 3º, §2º, III, da Lei nº 
9.718, de 19981 ou por entender que no período compreendido entre outubro de 1995 e outubro 
de 1998 não existia regramento legal permitindo a incidência de Pis/Pasep e Cofins.  

Com  relação  à  sua  pretensão,  não  resta  dúvida  que  a  legislação  autoriza  a 
compensação de tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) com 
créditos originados de pagamento indevido ou a maior. No entanto, o crédito contra a Fazenda 
Nacional deve ser líquido e certo (art. 170 do CTN), caso contrário, não há como homologar a 
compensação declarada. 

Na  situação  em  concreto,  a  interessada  postula  a  compensação  de  débito 
próprio com um crédito  juridicamente  inexistente, ou seja,  esse possível  crédito não goza de 
liquidez e certeza.  

Não  é  demais  lembrar  que  o  ônus  da  prova  quanto  ao  fato  constitutivo  do 
direito compete ao autor ( art. 333 do Código de processo Civil). 

Importa registrar que, ao contrário do alegado, não consta dos autos qualquer 
documentação comprobatória da liquidez e certeza dos direitos creditórios alegados. Destarte, 
verifica­se que a recorrente não apresentou sequer um demonstrativo de cálculo do seu suposto 
crédito, de sorte que o pedido de compensação nos moldes requeridos não deve prosperar.  

A  postulante,  ao  apresentar  a  manifestação  de  inconformidade,  tinha  a 
obrigação de carrear aos autos os elementos comprobatórios de sua pretensão, conforme dispõe 
o art. 333, do Código de Processo Civil (CPC) e o art. 16, inciso III, do Decreto nº 70.235, de 

                                                           
1 Art. 3°. O faturamento a que se refere o artigo anterior corresponde à receita bruta da pessoa jurídica. 
(...) 
§2° Para fins de determinação da base de cálculo das contribuições a que se refere o art. 2º excluem­se da receita 
bruta: 
(..) 
III  ­  os  valores  que,  computados  como  receita,  tenham  sido  transferidos  para outra pessoa  jurídica,  observadas 
normas regulamentadoras expedidas pelo Poder Executivo; 
 

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1972, no entanto,  limitou­se a alegar ser detentora de crédito em razão de pagamentos feitos 
indevidamente, invocando doutrina e jurisprudência acerca de seu suposto direito creditório. 

Consigne­se  que  o  artigo  170  da  Lei  nº  5.172,  de  25/10/1966  (Código 
Tributário Nacional) estabelece como requisito para compensação que o crédito seja líquido e 
certo, in verbis: 

Art.  170.  A  lei  pode,  nas  condições  e  sob  as  garantias  que 
estipular,  ou  cuja  estipulação  em  cada  caso  atribuir  à 
autoridade administrativa, autorizar a compensação de créditos 
tributários  com  créditos  líquidos  e  certos,  vencidos  ou 
vincendos, do sujeito passivo contra a Fazenda. (grifou­se) 

No caso em discussão, o direito creditório não se apresentou líquido e certo, 
pois a requerente não o comprovou por meio de provas documentais hábeis. 

Em  face  do  exposto,  voto  no  sentido  de  negar  provimento  ao  recurso 
voluntário,  não  reconhecendo  o  direito  creditório  pleiteado,  e,  por  conseguinte,  não 
homologando a compensação. 

É assim que voto. 

(assinado digitalmente) 

José Luiz Bordignon 

           

 

           

 

 

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      <str>Resolvem  os  membros  do  Colegiado,  por  maioria  de  votos,  converter  o  julgamento do recurso em diligência, nos termos do voto do Relator.  </str>
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S3­C1T2 

Fl. 1 

 
 

 
 

1

           

S3­C1T2  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  16327.904318/2008­84 

Recurso nº  900.919 Voluntário 

Resolução nº  3102­000.180  –  1ª Câmara / 2ª Turma Ordinária 

Data  06 de outubro de 2011 

Assunto  Solicitação de diligência 

Recorrente  Banco Citibank S/A 

Recorrida  Fazenda Nacional 

 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

Resolvem  os  membros  do  Colegiado,  por  maioria  de  votos,  converter  o 
julgamento do recurso em diligência, nos termos do voto do Relator. 

(assinado digitalmente) 

Álvaro Arthur Lopes de Almeida Filho ­ Relator 

 

(assinado digitalmente) 
Luis Marcelo Guerra de Castro – Presidente  

Participaram da  sessão de  julgamento os  conselheiros:Luis Marcelo Guerra de 
Castro(presidente), Ricardo Paulo Rosa, Nanci Gama, Álvaro Almeida Filho e Mara Cristina 
Sifuentes. 

Relatório 

O  recurso  voluntário  visa  a  reforma do  acórdão  nº  05­31.283  da  3ª  Turma da 
DRJ/CPS, que entendeu pela  improcedência da manifestação de  inconformidade procedência 
parcial do lançamento. Observando o relato da decisão recorrida é possível constatar que:  

 Trata­se  de Despacho Decisório  que  não  homologou Declaração  de 
Compensação eletrônica. 

Na fundamentação do ato, consta: 

A  partir  das  características  do DARF discriminado no PER/DCOMP 
acima identificado, foram localizados um ou mais pagamentos, abaixo 
relacionados, mas integralmente utilizados para quitação de débitos do 

  

Fl. 214DF  CARF MF

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ELO GUERRA DE CASTRO



Processo nº 16327.904318/2008­84 
Resolução n.º 3102­000.180 

S3­C1T2 
Fl. 2 

 
 

 
 

2

contribuinte,  não  restando  crédito  disponível  para  compensação  dos 
débitos informados no PER/DCOMP. 

(...) 

Diante da inexistência do crédito, NÃO HOMOLOGO a compensação 
declarada. 

Cientificada,  a  interessada  apresentou  Manifestação  de 
Inconformidade  alegando,  em  síntese,  que  efetuou  recolhimento  a 
maior e que apresentou outra declaração de compensação a partir do 
mesmo  recolhimento  que  dá  suporte  à  que  é  objeto  do  presente 
processo.  As  duas  declarações  não  foram  homologadas  por  falta  de 
demonstração do crédito em DCTF. Prossegue a contribuinte: 

Tendo em vista que as duas Per/Dcomps acima mencionadas decorrem 
do  mesmo  crédito  e  também  porque  ambas  foram  transmitidas  de 
forma  autônoma,  a  requerente  demonstrará  a  necessidade  de  análise 
conjunta (...) 

Mas  o  fundamental  é  que  o  pagamento  a maior  realmente  existe  e  a 
Requerente  tem  direito  de  crédito  sobre  tais  valores,  como  se  pode 
depreender nos argumentos a seguir demonstrados. 

Antes  da  demonstração  da  origem  do  crédito,  cabe  uma  explicação 
sobre  as  Operações  de  Crédito  efetuadas  entre  a  Requerente  e  seus 
clientes, bem como a incidência do 10F sabre tais operações. 

A  Requerente,  Instituição  Financeira,  efetuou  operações  de  crédito 
(empréstimo)  com  diversos  clientes  (pessoas  jurídicas).  Para  tais 
operações, o art. 7°, I, 'b', do Decreto n° 4.494/02 previu a incidência 
do 10F: 

Art.7° A  base  de  cálculo  e  respectiva  alíquotas  reduzida  do  IOF  são 
(Lei  n°  8.894,  de  1994,  art.  1°,  parágrafo  único,  e  Lei  no  5.172,  dc 
1966, art. 64, inciso I): 

I­  na  operação  de  empréstimo,  sob  qualquer  modalidade,  inclusive 
abertura de crédito: 

(­­­) 

b)  quando  ficar  definido  o  valor  do  principal  a  ser  utilizado  pelo 
mutuário, a base de cálculo é o principal entregue ou colocado à sua 
disposição,  ou  quando  previsto  mais  de  um  pagamento,  o  valor  do 
principal de cada urna das parcelas: 

1. mutuário pessoa jurídica: 0,0041% ao dia; 

0 mesmo Decreto, no art. 7°, § 1°, limitou a incidência do I0F sobre as 
operações de crédito  financiamento ao  'valor  resultante da aplicação 
da alíquota diária a cada valor de principal, prevista para a operação, 
multiplicada  por  trezentos  e  sessenta  e  cinco  dias  (365  dias  x 
0,0041%). Tal  limitação ocorre,  inclusive, quando há prorrogação da 
operação de crédito. o que diz o § 7º do art. 7° do Decreto n°4.494/02: 

Fl. 215DF  CARF MF

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ELO GUERRA DE CASTRO



Processo nº 16327.904318/2008­84 
Resolução n.º 3102­000.180 

S3­C1T2 
Fl. 3 

 
 

 
 

3

§ 7º Na prorrogação, renovação, novação, composição, consolidação, 
confissão de divida  e negócios assemelhados, de operação de  crédito 
em  que  não  haja  substituição  de  devedor,  a  base  de  cálculo  do  IOF 
será o valor não liquidado da operação anteriormente tributada, sendo 
essa  tributação  considerada  complementar  à  anteriormente  feita, 
aplicando­se a aliquota em vigor it época da operação inicial. 

Conclusão:  nas  operações  de  crédito  (empréstimos)  efetuadas  pela 
Requerente com seus clientes, o IOF devido é aquele relativo ao valor 
objeto  do  empréstimo  a  alíquota  diária  de  0,0041%  (limitada  a  365 
dias). 

 0  referido  recolhimento  a maior  ocorreu  sobre  operações  de  crédito 
(...), onde a Requerente recolheu valor de 10F em montante superior à 
alíquota máxima prevista no  decreto  citado  no  item anterior.  0  valor 
original  indevidamente  retido  a  titulo  de  IOF  foi  de:  Quebecor  (R$ 
4.343,33) e (R$ 2.675,25) e (Vide planilha de cálculo do 10F e extrato 
da  conta  corrente  demonstrando  a  retenção  do  10F —  Doc.  4).  Tal 
equivoco  ocorreu  por  erro  de  sistema,  que  considerou  novamente  o 
IOF  em  cada  prorrogação  do  prazo  da  operação,  dessa  forma  não 
limitou o cálculo do IOF até a alíquota máxima de 0,0041% x 365 dias 
(Vide comprovantes da prorrogação — Doc. 5). 

Diante  disso,  para  que  pudesse  fazer  jus  ao  direito  de 
restituição/compensação  dos  créditos  decorrentes  dos  pagamentos  a 
maior de I0F, a Requerente apurou os pagamentos efetuados a maior, 
ou  seja,  aqueles  cuja  alíquota  aplicada  ultrapassou  o  limite  de 
0,0041% x 365 dias, previsto no Decreto do I0F. 

Por  ser  mera  responsável  pela  retenção  do  I0F,  a  Requerente 
providenciou,  ainda,  a  devolução  dos  valores  indevidamente  retidos 
aos clientes, acrescidos de juros e correção monetária (Vide extrato da 
conta corrente — Doc. 6). Logo, a Requerente demonstra que, de fato, 
assumiu  o  encargo  financeiro  do  recolhimento  a  maior  do  I0F 
indevidamente  recolhido,  razão  pela  qual  tem  direito  a  sua 
restituição/compensação. 

Vale ressaltar que, o JOE discutido no presente processo (R$ 7.018,58) 
foi recolhido a maior em conjunto com o montante de R$ 28.276,54 (...) 
bem como com outros débitos de 10F decorrentes de diversas retenções 
ocorridas  no  mesmo  período  de  apuração,  o  qual  resultou  no 
recolhimento de R$ 586.402,03. 

 

Analisada a impugnação ao auto de infração e a informação fiscal, decidiu a 3ª 
Turma  da  DRJ/CPS,  pela  improcedência  da  manifestação  de  inconformidade,  conforme 
demonstra ementa abaixo: 

 ASSUNTO:  IMPOSTO  SOBRE  OPERAÇÕES  DE  CRÉDITO, 
CÂMBIO  E  SEGUROS  OU  RELATIVAS  A  TÍTULOS  OU  VALORES 
MOBILIÁRIOS ­ IOF  

Data do fato gerador: 12/02/2003  

DIREITO CREDITÓRIO. PROVA. 

Fl. 216DF  CARF MF

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Processo nº 16327.904318/2008­84 
Resolução n.º 3102­000.180 

S3­C1T2 
Fl. 4 

 
 

 
 

4

O reconhecimento do direito creditório pleiteado requer a prova 
de sua existência e montante, sem o que não pode ser restituído 
ou utilizado em compensação. Faltando ao conjunto probatório 
carreado  aos  autos  pela  interessada  elemento  que  permita  a 
verificação  da  existência  de  pagamento  indevido  ou  a  maior 
frente  à  legislação  tributária,  o  direito  creditório  não  pode  ser 
admitido. 

Manifestação de Inconformidade Improcedente  

Direito Creditório Não Reconhecido 

Na fundamentação do acórdão  recorrido  se observa que dentre os documentos 
apresentados não se identifica o extrato bancário que demonstre o depósito inicial dos recursos 
emprestados, o que  teria comprometido a  comprovação do próprio  empréstimo, bem como a 
identificação da renovação que seria objeto do próprio crédito.  

Inconformada com a decisão acima a contribuinte apresentou recurso voluntário 
alegando   que: 

1)   Decorre  o  presente  de  DECOMP  formulada  pela 
recorrente  visando  compensar  crédito  de  IOF  com  débito  do  mesmo 
imposto, a qual não foi homologada por inexistência de crédito; 

2)  O crédito é proveniente do recolhimento realizado com 
base em alíquota superior à prevista na legislação de 0,0041% (limitada a 
365  dias),  em  operações  de  crédito  realizadas  junto  a  cliente  pessoas 
jurídicas; 

3)  Realizou  a  retificação  de  sua  DCTF  para  excluir  R$ 
7.018,58 (sete mil, dezoito  reais e cinquenta e oito centavos),  indicados 
erroneamente  como  débito  do  IOF,  entretanto  esse  valor  não  foi 
reconhecido, pois a decisão recorrida entendeu necessário a comprovação 
do depósito inicial dos recursos emprestados.  

4)  Preliminarmente existe a necessidade do julgamento ser 
realizado em conjunto com demais processos administrativos referentes a 
compensação de IOF, decorrentes de operações de mútuo bancário cujo o 
prazo  ultrapassou  365  dias,  relacionando  todos  os  processo  decididos 
pela DRJ/CPS, os quais se identificam quanto à matéria e aos elementos 
de  prova,  e  foram  julgados  simultaneamente pela DRJ,  obstando  assim 
decisões distintas sobre a mesma matéria; 

5)  No  mérito  alega  que  foi  reconhecida  pela  DRJ  a 
limitação  de  365(trezentos  e  sessenta  e  cinco)  dias  para  a  aplicação  da 
alíquota diária do IOF, e que na respectiva decisão restou consignado que 
os  valores  guardam  coerência  numérica  com  as  alegações  formuladas, 
entretanto,  a  decisão  de  piso,  entendeu  que  não  é possível  identificar  a 
concessão  do  empréstimo  pela  fatal  de  apresentação  dos  extratos 
constando  o  depósito  inicial  dos  recursos  emprestados,  fundamentação 

Fl. 217DF  CARF MF

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Processo nº 16327.904318/2008­84 
Resolução n.º 3102­000.180 

S3­C1T2 
Fl. 5 

 
 

 
 

5

essa  que  não  poderia  prosperar,  já  que  a  documentação  é  capaz  de 
demonstrar o empréstimo e as renovações; 

6)  Em  01/02/2002  e  13/02/2002  foram  celebrados 
contratos  de  mútuo  com  a  empresa  Quebecor,  nos  valores 
respectivamente de R$ 674.743,90 e R$ 450.000,00. 

7)   O  IOF  foi  recolhido  de  acordo  com  cada  período  da 
seguinte forma “R$[valor do contrato] x 0,0041% x quantidade de dias 
de  cada período contratado”,  assim após os 365(trezentos  e  sessenta  e 
cinco dias) não há mais o que recolher, entretanto continuou erradamente 
a debitar de sua cliente. 

8)  Percebido  o  erro  o  IOF  deduzido  da  empresa  foi 
devolvido  acrescido  de  SELIC,  e  assim  a  recorrente  apresenta 
autorização nos termos do art. 166 do CTN para requerer o IOF recolhido 
a maior; 

9)  As  planilhas,  as  declarações,  os  contratos  e  extratos 
analisados  em  conjunto,  são  capazes  de  comprovar  o  empréstimo, 
independentemente prova da materialização do empréstimo. 

Após os argumentos acima busca a recorrente a reforma decisão recorrida para 
homologar integralmente a declaração de compensação; 

 

VOTO 

Conselheiro Álvaro Arthur Lopes de Almeida Filho 

Como  demonstrado  o  cerne  do  recurso  apresentado  é  o  reconhecimento  do 
crédito  de  IOF  sob  o  argumento  de  que  há  elementos  nos  autos  capazes  de  comprovar  o 
empréstimo realizado com as empresas   Quebecor., no qual teria ocorrido um recolhimento a 
maior  de  IOF  no  montante  de  R$  7.018,58  (sete  mil  e  dezoito  reais  e  cinquenta  e  oito 
centavos).  

A Constituição, no inciso V art. 153, atribuiu competência a União para instituir 
imposto  sobre  operações  financeiras,  o  qual  já  havia  sido  instituído  através  do  Código 
Tributário Nacional, recepcionado como lei complementar, nos termos do art. 63 a 67 do CTN.  

O critério material do IOF é a formalização das operações definidas nos incisos 
do art. 63 do CTN,  já a base de cálculo  é o valor da  respectiva operação, cabendo ao poder 
executivo  alterar  as  alíquotas  e  base  de  cálculo  nos  limites  legais,  objetivando  os  ajustes  a 
política monetária, dentro desta ótica foi editado o decreto 6.306/2007, que revogou o decreto 
4.494/2002,  em vigor  a  época  dos  fatos,  o  qual  quanto  à  alíquota  e  ao  limite  legal  sobre  as 
operações de crédito assim disciplinava : 

Art.6º O IOF será cobrado à alíquota máxima de um vírgula cinco por 
cento ao dia sobre o valor das operações de crédito (Lei nº 8.894, de 
1994, art. 1º). 

Fl. 218DF  CARF MF

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S3­C1T2 
Fl. 6 

 
 

 
 

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Art.7º A base de cálculo e respectiva alíquota reduzida do IOF são: 

 I­na  operação  de  empréstimo,  sob  qualquer  modalidade,  inclusive 
abertura de crédito: 

... 

 b)quando  ficar  definido  o  valor  do  principal  a  ser  utilizado  pelo 
mutuário, a base de cálculo é o principal entregue ou colocado à sua 
disposição,  ou  quando  previsto  mais  de  um  pagamento,  o  valor  do 
principal de cada uma das parcelas: 

 1. mutuário pessoa jurídica: 0,0041% ao dia; 

 §1º O  IOF, cuja base de cálculo não seja apurada por  somatório de 
saldos devedores diários, não excederá o valor resultante da aplicação 
da alíquota diária a cada valor de principal, prevista para a operação, 
multiplicada  por  trezentos  e  sessenta  e  cinco  dias,  ainda  que  a 
operação seja de pagamento parcelado.(grifo nosso) 

 §2º No caso de operação de crédito não liquidada no vencimento, cuja 
tributação não tenha atingido a limitação prevista no §1º, a exigência 
do IOF fica suspensa entre a data do vencimento original da obrigação 
e a da sua liquidação ou a data em que ocorrer qualquer das hipóteses 
previstas no §7º. 

 §3º  Na  hipótese  do  §2º,  será  cobrado  o  IOF  complementar, 
relativamente ao período em que ficou suspensa a exigência, mediante 
a  aplicação  da  mesma  alíquota  sobre  o  valor  não  liquidado  da 
obrigação vencida, até atingir a limitação prevista no §1º. 

... 

 §7º Na prorrogação, renovação, novação, composição, consolidação, 
confissão de dívida  e negócios assemelhados, de operação de  crédito 
em  que  não  haja  substituição  de  devedor,  a  base  de  cálculo  do  IOF 
será o valor não liquidado da operação anteriormente tributada, sendo 
essa  tributação  considerada  complementar  à  anteriormente  feita, 
aplicando­se a alíquota em vigor à época da operação inicial. 

  

Observando  as  normas  acima,  no  tocante  incidência  do  IOF  nas  hipóteses  de 
renovação de contrato com o mesmo mutuário, a decisão singular concluiu que: 

Nesses termos, o disposto no referido artigo regulamentar citado define 
a aplicação de tratamento de tributação complementar à renovação do 
contrato  junto  ao  mesmo  mutuário,  sem  a  liberação  de  novo  valor. 
Nessa hipótese, o § 7º do art. 7º, acima transcrito, aplica­se a alíquota 
vigente à  época  da operação originária multiplicada pelo número de 
dias  pactuados  na  renovação.  Esse  cômputo  dos  dias  repactuados, 
para  efeitos de determinação de alíquota,  fica  limitado a um  total de 
365 (trezentos e sessenta e cinco), levados em conta os dias do prazo já 
vencido e já objeto da  tributação originária. Vale dizer, a  tributação, 
incluída a originária e a complementar, não pode ultrapassar o limite 
máximo de 365 dias multiplicados pela alíquota vigente. 

Fl. 219DF  CARF MF

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Fl. 7 

 
 

 
 

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Como a prorrogação se trata, na realidade, de uma extensão da mesma 
operação  de  crédito,  o  limite  máximo  também  inclui  a  tributação 
complementar,  que  é  apenas  a  correção  do  aumento  de  prazo  em 
relação  à  tributação  originalmente  prevista.  Esse  aumento  de  prazo 
não traz nenhuma repercussão em termos de IOF se o prazo original 
sobre o qual foi pago o imposto for superior a 365 dias. 

A partir da premissa, acima referida, a DRJ passou a examinar todos os créditos 
de  IOF  requeridos  pela  recorrente,  observando  se  a  documentação  apresentada  permite 
identificar os empréstimos da contribuinte com renovação/prorrogação, sem a substituição do 
devedor  e que  tenham ultrapassado o  limite de  365(trezentos  e  sessenta  e cinco) dias  com a 
dedução do IOF.  

Utilizando  as  planilhas  anexas  a  declaração  de  fls.  198  assinadas  pela  cliente 
Quebecor  World  São  Paulo  S/A,  a  recorrente  procura  provar  a  existência  dos  mútuos, 
entretanto,  apesar  de  juntar  os  contratos  aos  autos  não  comprova  se  houve  a  efetiva 
transferência dos valores, o que poderia ter sido realizado com o extrato do cliente ou com o 
comprovante  de  transferência  da  própria  recorrente,  assim não  há  como  identificar  se  houve 
ingresso  da  quantia  nos  cofres  de  suas  clientes,  e  quando  foi  esse  ingresso.  Ora  a  data  do 
empréstimo  é  imprescindível  para  demonstrar  o  prazo  de  dedução  errônea  do  IOF  após 
decorridos os 365(trezentos e sessenta e cinco) dias, e assim identificar o crédito tributário.  

 Acontece que, em sessão o contribuinte através de seu patrono demonstra que 
os extratos  foram protocolados, em 06/10/2011, na  sede do CARF,  razão pela qual, portanto 
converte­se  o  presente  julgamento  em  diligência  para  determinar  que  a  secretaria  proceda  a 
juntada e posteriormente  intimação da Procuradoria da Fazenda Nacional para conhecimento 
dos documentos apresentados.   

Sala de sessões 06 de outubro de 2011. 

(assinado digitalmente) 

Álvaro Arthur Lopes de Almeida Filho – Relator 

 

 

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Autenticado digitalmente em 13/06/2012 por ALVARO ARTHUR LOPES DE ALMEIDA F, Assinado digitalmente e

m 13/06/2012 por ALVARO ARTHUR LOPES DE ALMEIDA F, Assinado digitalmente em 05/07/2012 por LUIS MARC

ELO GUERRA DE CASTRO


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    <str name="materia_s">IRF- ação fiscal- ñ retenção/recolhim. (rend.trib.exclusiva)</str>
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    <str name="ementa_s">Normas Gerais de Direito Tributário
Exercício: 1998
AUTO DE INFRAÇÃO. COBRANÇA DA MULTA MORATÓRIA.
DENÚNCIA ESPONTÂNEA.
Nos casos de tributos sujeitos a lançamento por homologação, onde o contribuinte declara e recolhe o tributo, o STJ firmou entendimento de que não cabe o instituto da denúncia espontânea (artigo 138 do CTN), na hipótese do contribuinte ter declarado o tributo. Aplicação do artigo 62-A do Regimento Interno do CARF.</str>
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S2­C2T1 

Fl. 1 

 
 

 
 

1

           

S2­C2T1  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
SEGUNDA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  10930.003549/2002­89 

Recurso nº  335.114   Voluntário 

Acórdão nº  2201­001.657   –  2ª Câmara / 1ª Turma Ordinária  

Sessão de  20 de junho de 2012 

Matéria  Multas 

Recorrente  THERMO KING DO BRASIL LTDA 

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

Assunto: Normas Gerais de Direito Tributário 

Exercício: 1998 

 

AUTO  DE  INFRAÇÃO.  COBRANÇA  DA  MULTA  MORATÓRIA. 
DENÚNCIA ESPONTÂNEA. 

Nos  casos  de  tributos  sujeitos  a  lançamento  por  homologação,  onde  o 
contribuinte declara e  recolhe o  tributo,  o STJ  firmou entendimento de que 
não cabe o instituto da denúncia espontânea (artigo 138 do CTN), na hipótese 
do  contribuinte  ter  declarado  o  tributo.  Aplicação  do  artigo  62­A  do 
Regimento Interno do CARF. 

 

 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

 

Acordam os membros do Colegiado, por unanimidade, NEGAR provimento 
ao recurso. 

 

Assinado Digitalmente 
Eduardo Tadeu Farah – Relator 
 
Assinado Digitalmente 
Maria Helena Cotta Cardozo ­ Presidente  
 

Participaram do presente julgamento, os Conselheiros: Eduardo Tadeu Farah, 
Rodrigo  Santos  Masset  Lacombe,  Gustavo  Lian  Haddad,  Pedro  Paulo  Pereira  Barbosa, 
Eivanice Canário da Silva (Suplente Convocada) e Maria Helena Cotta Cardozo (Presidente). 

  

Fl. 126DF  CARF MF

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Autenticado digitalmente em 14/08/2012 por EDUARDO TADEU FARAH, Assinado digitalmente em 20/09/2012

por MARIA HELENA COTTA CARDOZO, Assinado digitalmente em 14/08/2012 por EDUARDO TADEU FARAH



 

  2

Relatório 

Trata o presente processo de auto de infração originado em auditoria interna 
na DCTF, conforme quadro 3, fl. 17, relativa a juros pagos a menor ou não pagos e multa de 
ofício exigida isoladamente, segundo discriminado no “Anexo IV à fl. 31”. 

Cientificada  do  lançamento,  a  autuada  apresentou  tempestivamente 
Impugnação (fls. 01/06), alegando, conforme se extrai do relatório de primeira instância, que: 

...  não  se  poderia  falar  em multa  de mora  pois  os  pagamentos 
foram  feitos  espontaneamente  pelo  contribuinte  sem  nenhum 
procedimento administrativo entre a data do vencimento e a data 
do  efetivo  pagamento,  hipótese  que  configura  a  denúncia 
espontânea prevista no art. 138 do Código Tributário nacional. 
Em  sustentação  à  sua  tese,  colaciona  jurisprudência 
administrativa  (Câmara  Superior  de  Recursos  Fiscais)  e  do 
Tribunal  Regional  da  Federal  da  4ª  Região.  Informa  que 
recolheu  os  juros  lançados,  no  importe  de R$  13,50,  conforme 
DARF de fls. 36. 

A  1ª  Turma  da  DRJ  em  Curitiba/PR  julgou  integralmente  procedente  o 
lançamento, conforme se observa da transcrição da síntese do voto condutor do julgamento de 
primeira instância: 

A  única  alegação  da  contribuinte  é  que,  por  ter  recolhido 
espontaneamente  o  tributo  antes  da  instauração  de  qualquer 
procedimento  administrativo  para  a  cobrança  do  tributo,  teria 
restado configurada a denúncia espontânea prevista no art. 138 
do CTN, o que tornaria indevida a exigência da multa moratória 
e,  por  conseqüência,  da  multa  de  ofício  lançada  no  auto  de 
infração combatido. 

Trata­se de alegação compreensível ao tempo em que formulada 
(08/07/2002).  Todavia,  já  inteiramente  superada,  conforme  se 
constata pela remansosa jurisprudência do Superior Tribunal de 
Justiça (STJ), como testemunham os recentes julgados extraídos 
de seu site na internet... 

(...) 

REsp 251290 / SP ; RECURSO ESPECIAL 2000/0024551­8  

Relator(a) 

Ministro JOÃO OTÁVIO DE NORONHA (1123)  

 (...) 

Ementa  

TRIBUTÁRIO.  ICMS.  IMPOSTOS  SUJEITO A  LANÇAMENTO 
POR  HOMOLOGAÇÃO.  RECOLHIMENTO  COM  ATRASO. 
DENÚNCIA  ESPONTÂNEA.  NÃO­CABIMENTO.  MULTA 
MORATÓRIA. 

1.  Nas  hipóteses  em  que  o  contribuinte  declara  e  recolhe  com 
atraso  tributos  sujeitos a  lançamento por homologação, não  se 

Fl. 127DF  CARF MF

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por MARIA HELENA COTTA CARDOZO, Assinado digitalmente em 14/08/2012 por EDUARDO TADEU FARAH



Processo nº 10930.003549/2002­89 
Acórdão n.º 2201­001.657  

S2­C2T1 
Fl. 2 

 
 

 
 

3

aplica  o  benefício  da  denúncia  espontânea  e,  por  conseguinte, 
não se exclui a multa moratória. 

2. Recurso especial não­provido. 

(...) 

E, ainda: 

REsp 264407 / SC ; RECURSO ESPECIAL 2000/0062357­1  

Relator(a) 

Ministro JOÃO OTÁVIO DE NORONHA (1123)  

(...) 

Ementa  

TRIBUTÁRIO.  RECURSO  ESPECIAL.  DENÚNCIA 
ESPONTÂNEA.  ART.  138  DO  CTN.  PARCELAMENTO  DE 
DÉBITO  TRIBUTÁRIO.  MULTA  MORATÓRIA.  CABIMENTO. 
DISSÍDIO PRETORIANO. SÚMULA N. 83/STJ. 

1.  A  simples  confissão  de  dívida  acompanhada  do  pedido  de 
parcelamento  do  débito  não  configura  denúncia  espontânea  a 
dar  ensejo à aplicação da  regra  ínsita no art.  138 do CTN, de 
modo a eximir o contribuinte do pagamento de multa moratória. 

2."Não se conhece do recurso especial pela divergência quando 
a orientação do tribunal se firmou no mesmo sentido da decisão 
recorrida" (Súmula n. 83/STJ). 

3. Recurso especial não provido. 

Tem­se, portanto, que a exigência de multa moratória, além de 
estar regularmente prevista na legislação, é considerada regular 
pelo  Poder  Judiciário.  Logo,  é  procedente  o  lançamento  que 
impõe  a  multa  de  ofício  pela  falta  de  recolhimento  da  multa 
moratória. 

Estando  assim  convencido,  voto  pela  integral  manutenção  do 
lançamento. 

Intimada da decisão de primeira instância em 26/01/2006 (fl. 46), a Thermo 
King  do  Brasil  Ltda  apresenta  Recurso  Voluntário  em  24/02/2006  (fls.  47  e  seguintes), 
sustentando, essencialmente, os mesmos argumentos defendidos em sua Impugnação. 

É o relatório. 

Voto            

Conselheiro EDUARDO TADEU FARAH, Relator 

Fl. 128DF  CARF MF

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por MARIA HELENA COTTA CARDOZO, Assinado digitalmente em 14/08/2012 por EDUARDO TADEU FARAH



 

  4

O  recurso  é  tempestivo  e  reúne  os  demais  requisitos  de  admissibilidade, 
portanto, dele conheço. 

 

Como  se  observa  da  análise  do  acórdão  recorrido  alega  a  suplicante,  em 
linhas  gerais,  que  por  ter  recolhido  espontaneamente  o  tributo  antes  do  início  de  qualquer 
procedimento administrativo, teria restado configurada a denúncia espontânea prevista no art. 
138 do CTN, o que tornaria indevida a exigência dos juros pagos a menor ou não pagos e da 
multa de ofício exigida isoladamente sobre os valores lançados em DCTF.  

Pois bem, verifico que a matéria em debate nos autos é por demais conhecida 
pelos membros deste Órgão Administrativo que em diversas ocasiões se manifestou, conforme 
se observa de alguns julgados idênticos ou similares que transcrevo: 

DENÚNCIA  ESPONTÂNEA,  FALTA  DE  PAGAMENTO  DE 
TRIBUTO OU CONTRIBUIÇÃO. 

Quando a infração fiscal é do conhecimento do Fisco, como é o 
caso  de  falta  de  pagamento  de  tributo  ou  contribuição,  e  seu 
autor noticia a sua ocorrência, não há que se falar em denuncia 
espontânea, mas  apenas  em  confissão.  Conseqüentemente,  esta 
situação não está albergada pelo art. 138 do CTN. (Acórdão nº 
3302­00.534) 

... 

DENÚNCIA  ESPONTÂNEA,  MULTA  DE  MORA, 
APLICABILIDADE ­ A denúncia espontânea, objeto do Código 
Tributário  Nacional  ­  CTN,  art.  138,  não  se  aplica  a  tributos 
sujeitos  a  lançamento  por  homologação,  regularmente 
declarados  e  pagos  a  destempo,  inexistindo  amparo  legal  para 
exclusão da multa de mora. (Acórdão nº 3301­00.725) 

...   

DENÚNCIA  ESPONTÂNEA.  MULTA.  É  inadmissível  a 
aplicação do art. 138 do CTN para afastar a imposição de multa 
de mora  nos  casos  em  que  o  contribuinte  declara  a  dívida  (de 
tributo  sujeito  a  lançamento  por  homologação)  e  efetua  o 
pagamento  respectivo  a  destempo,  à  vista  ou  parceladamente. 
(STJ, AgRg no Ag 795574/SP, Relator Min. Luiz Fux, 1ª Turma, 
DJ 18.12.2006; AgRg no EREsp 636.064/SC, Rel. Min. CASTRO 
MEIRA,  1ª  Seção,  DJ  05.09.2005).  Recurso  a  que  se  nega 
provimento. (Acórdão nº 103­23499) 

... 

AUTO DE INFRAÇÃO. COBRANÇA DA MULTA MORATÓRIA. 
DENÚNCIA ESPONTÂNEA. 

Nos  casos  de  tributos  sujeitos  a  lançamento  por  homologação, 
onde  o  contribuinte  declara  e  recolhe  o  tributo,  o  STJ  firmou 
entendimento  de  que  não  cabe  o  instituto  da  denuncia 
espontânea (artigo 138 do CTN), na hipótese do contribuinte ter 
declarado  o  tributo.  Aplicação  do  artigo  62ª  do  Regimento 
Interno do CARF. Recurso conhecido e não provido. (Acórdão nº 
120100.510) 

Fl. 129DF  CARF MF

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por MARIA HELENA COTTA CARDOZO, Assinado digitalmente em 14/08/2012 por EDUARDO TADEU FARAH



Processo nº 10930.003549/2002­89 
Acórdão n.º 2201­001.657  

S2­C2T1 
Fl. 3 

 
 

 
 

5

Ademais, conforme prevê o Regimento Interno do CARF, os Conselheiros do 
CARF  estão  vinculados  à  aplicação  do  entendimento  do  Superior  Tribunal  de  Justiça  ­  STJ 
quanto  às matérias que  foram  julgadas  com efeitos  repetitivos. Transcreve­se o  art.  62­A do 
RICARF: 

Art.  62A.  ­  As  decisões  definitivas  de  mérito,  proferidas  pelo 
Supremo Tribunal  Federal  e  pelo  Superior  Tribunal  de  Justiça 
em  matéria  infraconstitucional,  na  sistemática  prevista  pelos 
artigos 543B e 543C da Lei nº 5.869, de 11 de janeiro de 1973, 
Código  de  Processo  Civil,  deverão  ser  reproduzidas  pelos 
conselheiros no julgamento dos recursos no âmbito do CARF. 

(...) 

Neste  sentido,  a matéria  em debate  já  foi  objeto de decisão pelo STJ  sob a 
sistemática do art. 543C do CPC e se enquadra perfeitamente na decisão abaixo: 

TRIBUTÁRIO.  TRIBUTO  DECLARADO  PELO 
CONTRIBUINTE  E  PAGO  COM  ATRASO.  DENÚNCIA 
ESPONTÂNEA. NÃO CARACTERIZAÇÃO. SÚMULA 360/STJ. 

1.  Nos  termos  da  Súmula  360/STJ,  "O  benefício  da  denúncia 
espontânea não se aplica aos tributos sujeitos a lançamento por 
homologação regularmente declarados, mas pagos a destempo" 
É  que  a  apresentação  de  Declaração  de  Débitos  e  Créditos 
Tributários  Federais  –  DCTF,  de  Guia  de  Informação  e 
Apuração  do  ICMS  –  GIA,  ou  de  outra  declaração  dessa 
natureza,  prevista  em  lei,  é  modo  de  constituição  do  crédito 
tributário,  dispensando,  para  isso,  qualquer  outra  providência 
por parte do Fisco. Se o crédito foi assim previamente declarado 
e  constituído  pelo  contribuinte,  não  se  configura  denúncia 
espontânea (art. 138 do CTN) o seu posterior recolhimento fora 
do prazo estabelecido. 

2.  Recurso  especial  desprovido.  Recurso  sujeito  ao  regime  do 
art.  543C  do  CPC  e  da  Resolução  STJ  08/08.  (RECURSO 
ESPECIAL  Nº  962.379  RS  (2007/01428689),  RELATOR  : 
MINISTRO TEORI ALBINO ZAVASCKI) 

Assim sendo, pelo entendimento do STJ, na sistemática prevista pelo artigo 
543C do CPC, o instituto da denúncia espontânea não se aplica a tributos sujeitos a lançamento 
por  homologação,  regularmente  declarados,  pois,  em  verdade,  trata­se  de  mero 
inadimplemento. 

Ante ao exposto, voto por negar provimento ao recurso. 

 
Assinado Digitalmente 
Eduardo Tadeu Farah 

           

 

Fl. 130DF  CARF MF

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  6

 

 

 

 

 

           

 

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    <str name="camara_s">Quarta Câmara</str>
    <str name="ementa_s">IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA JURÍDICA . IRPJ
Ano calendário: 2006
DECLARAÇÃO INEXATA. OMISSÃO DE RECEITA
Considera-se omitida toda a receita não oferecida à tributação
independentemente de estar ou não escriturada.
LUCRO REAL. COMPENSAÇÃO DE PREJUÍZOS. RETIFICAÇÃO I Inexiste a faculdade de o contribuinte compensar Prejuízos fiscais
retroativamente, quando não haja erro de fato cabalmente demonstrado, pois compensar prejuízos fiscais não é erro, mas sim uma opção legal.</str>
    <str name="turma_s">Primeira Turma Ordinária da Quarta Câmara da Primeira Seção</str>
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    <arr name="decisao_txt">
      <str>Acordam  os  membros  do  Colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em  REJEITAR o pedido de perícia e NEGAR provimento ao recurso.  </str>
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S1­C4T1 

Fl. 790 

 
 

 
 

1

789 

S1­C4T1  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
PRIMEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  13888.001803/2010­75 

Recurso nº  999999   Voluntário 

Acórdão nº  1401­000.752   –  4ª Câmara / 1ª Turma Ordinária  

Sessão de  16 de março de 2012 

Matéria  IRPJ/CSLL 

Recorrente  PRIMA AÇO COMÉRCIO E DISTRIBUIÇÃO DE SUCATAS LTDA 

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA JURÍDICA . IRPJ 

Ano­calendário: 2006 

DECLARAÇÃO INEXATA. OMISSÃO DE RECEITA 

Considera­se    omitida  toda    a  receita  não      oferecida    à  tributação  
independentemente de estar ou não escriturada. 

LUCRO REAL. COMPENSAÇÃO DE PREJUÍZOS. RETIFICAÇÃO I 

Inexiste  a  faculdade  de  o  contribuinte  compensar  Prejuízos  fiscais 
retroativamente, quando não haja erro de fato cabalmente demonstrado, pois 
compensar prejuízos fiscais não é erro, mas sim uma opção legal. 

 
 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

Acordam  os  membros  do  Colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em 
REJEITAR o pedido de perícia e NEGAR provimento ao recurso. 

(assinado digitalmente) 

Jorge Celso Freire da Silva – Presidente 

 

(assinado digitalmente) 

Antonio Bezerra Neto – Relator 

 

Participaram da sessão de julgamento os conselheiros: Antonio Bezerra Neto, 
Alexandre Antônio Alkmim Teixeira, Fernando Luiz Gomes de Mattos, Maurício Pereira Faro, 
João Carlos de Figueiredo Neto e Jorge Celso Freire da Silva. 

  

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 por ANTONIO BEZERRA NETO, Assinado digitalmente em 23/05/2012 por JORGE CELSO FREIRE DA SILVA



Processo nº 13888.001803/2010­75 
Acórdão n.º 1401­000.752  

S1­C4T1 
Fl. 791 

 
 

 
 

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Processo nº 13888.001803/2010­75 
Acórdão n.º 1401­000.752  

S1­C4T1 
Fl. 792 

 
 

 
 

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Relatório 

Trata­se de recurso voluntário contra o Acórdão nº 14­34.981, da 1ª Turma da 
Delegacia da Receita Federal de Julgamento em Ribeirão Preto­SP. 

Por economia processual, adoto e transcrevo o relatório constante na decisão 
de primeira instância: 

Trata­se de  impugnação aos Autos de Infração de IRPJ e, CSLL,  lavrados e 
cientificados  em  15  de  abril  de  2010,  contra  o  Interessado,  relativos  ao  ano­
calendário de 2006, em razão de haver sido apurado pela Fiscalização receita bruta 
maior que a oferecida à tributação no mês de dezembro de 2006. 

Os  valores  relativos  aos  fatos  geradores  verificados  encontram­se  indicados 
nos  corpos  dos  autos  de  infração,  nos  quais  também  constam  os  enquadramentos 
legais respectivos, atingindo o valor consolidado do crédito tributário o montante de 
R$  1.028.153,00  na  data  da  lavratura,  compreendendo  os  valores  dos  tributos, 
acrescidos da multa de ofício de 75% e dos juros de mora calculados até 31/03/2010, 
assim distribuídos: 

IRPJ  RS 752.683,39 

CSLL R$ 275.469,61 

No  Relatório  Fiscal  do  Auto  de  Infração(fls.  33  a  37),  há  a  descrição  do 
procedimento  fiscal  e  da  irregularidade,  apontada  pelo  autuante  como  infração  à 
legislação tributária, que motivou a lavratura dos presentes autos de infração. 

Regularmente  cientificado,  ingressou  com  a  impugnação  de  fls.  95  a  114, 
firmada pelos procuradores Dr. Luiz Rogério Sawaya Batista e Dr. Felipe Rufalco 
Medaglia, constituídos pela procuração de fl. 117, combatendo os Autos de Infração, 
onde  em  síntese  alega  que  não  houve  qualquer  omissão  de  receita, mas,  apenas  e 
tão­somente mero erro formal no preenchimento da DIPJ, mesmo porque a  receita 
supostamente omitida foi  levada em consideração quando do cálculo do IRPJ e da 
CSLL devidos. 

Aduz  que  foi  autuada  por  não  ter  informado  em  sua DIPJ/2006,  as  receitas 
auferidas no mês de dezembro, no valor de R$1.467.996,94, nada obstante referido 
valor constasse dos livros fiscais e tenha sido declarado no DACON. 

Após  referir­se  aos  artigos  281  e  528  do  RIR/99  e  ao  artigo  24  da  Lei  n° 
9.249, de 1995, afirma que não está ocorrida a hipótese de omissão de receitas, pois, 
entende que a omissão de receita está vinculada à prática de um ilícito, tendente a 
reduzir ou suprimir o valor do tributo. 

Após  reproduzir excerto de  ensinamento de  renomados  juristas,  alega que  a 
suposta  omissão  de  receita  decorreu  do  fato  de  ela  ter  declarado  em DACON  ­  e 
submetido  à  tributação  da  Contribuição  ao  PIS  e  à  Cofins­  ter  auferido  receita, 
porém, não tê­lo feito na DIPJ. 

Diz  que  o  fato  de  ter  escriturado  devidamente  nos  seus  livros  contábeis  e 
submetidas as receitas supostamente omitidas à  tributação do PIS e da Cofins, não 

Fl. 792DF  CARF MF

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Processo nº 13888.001803/2010­75 
Acórdão n.º 1401­000.752  

S1­C4T1 
Fl. 793 

 
 

 
 

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caracteriza intuito de suprimir ou reduzir tributo. Assevera que a própria fiscalização 
admite que houve mero erro formal no procedimento adotado pela impugnante que 
ela teria recolhido a contribuição ao PIS e à Cofins a maior. 

A seguir elabora demonstrativos, englobando todo o ano­calendário de 2006, 
pretendendo demonstrar que o "erro formal" não afetou o cálculo e o recolhimento 
do IRPJ e da CSLL, como também recolheu tributos a maior, na medida em que não 
se  utilizou  de  prejuízo  fiscal  apurado  para  deduzir  da  base  de  cálculo  dos 
mencionados tributos. 

E  conclui:  "Por  fim,  (..),  a  Impugnante  demonstrou  que  se  erro  de 
recolhimento  houve,  isso  se  deu  em  razão  de  recolhimento  a maior  do  IRPJ  e  da 
CSLL no  2o,  3o  e  4o Trimestre  de  2006 por  não  ter  a  Impugnante  aproveitado  o 
prejuízo  fiscal  e  a  base  de  cálculo  negativa  da  CSLL  apurada  no  1º  Trimestre 
daquele ano". 

Requer produção de prova pericial contábil, indicando o perito e os quesitos a 
serem  respondidos,  e  provar  o  alegado  por  todos  os  meios  de  prova  em  direito 
admitidos. 

E a síntese do essencial. 

 

A DRJ, manteve integralmente o lançamento, nos termos da ementa abaixo: 

ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA JURÍDICA . IRPJ 

Ano­calendário: 2006 

DECLARAÇÃO INEXATA. OMISSÃO DE RECEITA 

Considera­se    omitida  toda    a  receita  não      oferecida    à  tributação  
independentemente  de  estar  ou  não  escriturada.      Assim  ,            sendo  as 
declarações  apresentadas  à  RFB,  o  instrumento  básico  de    determinação  e 
cobrança do imposto, a sua formulação em valores inferiores aos escriturados 
implica omissão de receita. 

LUCRO REAL. COMPENSAÇÃO DE PREJUÍZOS. RETIFICAÇÃO I 

Inexiste  a  faculdade  de  o  contribuinte  compensar  Prejuízos  fiscais 
retroativamente, quando não haja erro de fato cabalmente demonstrado, pois 
a opção de abater prejuízos fiscais é definitiva. 

 

ASSUNTO: NORMAS DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA 

Ano­calendário: 2006  

PERÍCIA. REQUISITOS. 

O pedido de perícia deve  indicar os motivos que o  justifiquem e do sujeito 
passivo. Caso contrário, o pedido deve ser considerado  formulado. Portanto 
sem efeito o pedido de  perícia da empresa, mesmo porque   não há matéria 
contestada nos presentes autos de infração que necessite de opinião de perito 
para ser decidida. 

PRODUÇÃO DE PROVAS ADICIONAIS. PRECLUSÃO TEMp0RAL 

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Processo nº 13888.001803/2010­75 
Acórdão n.º 1401­000.752  

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Fl. 794 

 
 

 
 

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Tendo em vista a superveniência da preclusão temporal, é rejeitado o pedido 
de  produção  e  apresentação  de  provas  suplementares    pois  o  momento 
propício para a defesa cabal é o da oferta da peça impugnatória. 

MULTA DE LANÇAMENTO DE OFÍCIO. 

No caso de lançamento de ofício, será aplicada a multa, calculada sobre 

totalidade ou diferença de tributo ou contribuição, de setenta e cinco    ' 

cento, nos casos de falta de pagamento ou recolhimento, de faltai 

declaração e nos de declaração inexata 

 

Irresignada  com  a  decisão  de  primeira  instância,  a  interessada  interpôs 
recurso  voluntário  a  este  Conselho,  repisando  os  tópicos  trazidos  anteriormente  na 
impugnação.  

É o relatório. 

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Processo nº 13888.001803/2010­75 
Acórdão n.º 1401­000.752  

S1­C4T1 
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Voto            

 

Conselheiro Antonio Bezerra Neto, Relator. 

O recurso reúne as condições de admissibilidade, dele tomo conhecimento. 

Trata­se de Autos de Infração de IRPJ e, CSLL, relativos ao ano­calendário 
de 2006, em razão de haver sido apurado pela Fiscalização receita bruta maior que a oferecida 
à tributação no mês de dezembro de 2006 em sua DIPJ. 

Perícia 

A contribuinte requer a realização de perícia, bem assim se insurge contra a 
decisão de primeira instância que a considerou prescindível. Porém, conforme se verificará na 
exposição  mais  adiante  do  mérito,  assim  como  também  ficou    bastante  claro  em  todo  o 
contexto  da  decisão  de  primeira  instância,  os  elementos  indispensáveis  à  solução  do  litígio 
encontra­se nos autos, motivo pelo qual o pedido de perícia dever ser indeferido nos termos do 
art. 18 do Decreto nº 70.235/72. É que o fulcro da questão circunscreve­se a averiguar a  base 
de cálculo para a exigência do imposto de renda no regime de Lucro Real, tratando­se, pois,  de 
litígio  ligado  a  definições  conceituais  ligado  aos  fatos  constantes  dos  instrumentos  de 
formalização do crédito tributário (livros e declarações). 

Ademais, o deferimento de diligência e perícia é uma decisão do âmbito de 
discricionariedade do  julgador,  cabendo a ele  fazê­la ou não a depender  da  formação de  sua 
convicção  (diligência)  ou mesmo  que  se  lhe  exigirá  conhecimentos  técnicos  específicos  que 
somente um perito especializado poderia ter (perícia), o que não é o caso dos autos em que se 
requer  apenas  análise  de  meros  dados  contábeis,  fiscais  e  legais.,  perfeitamente  dentro  da 
alçada de competência do Auditor Fiscal. 

Portanto, indefiro o pedido de perícia. 

MÉRITO 

Como  já  foi  relatado,    a  lide  gira  em  torno  de  receitas  não  oferecidas  à 
tributação na DIPJ/2007, ano­calendário 2006, relativamente ao mês de dezembro de 2006. 

Toda  a defesa  da Recorrente  converge no  sentido  de  alegar  que não  houve 
omissão  de  receitas,  uma vez  que  elas  teriam  sido  perfeitamente  escrituradas  em  seus  livros 
contábeis, declaradas na DACON e integraram a base de cálculo do PIS e da Cofins. 

Ora  a    fiscalização  constatou  a  omissão  de  receitas  a  partir  da  chamada 
“declaração  inexata”,  em que  se verificou existir  diferença entre  a  receita declarada na DIPJ 
2007, apresentada pela  empresa à SRF, e aquela escriturada em seus  livros contábeis/fiscais, 

Fl. 795DF  CARF MF

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Processo nº 13888.001803/2010­75 
Acórdão n.º 1401­000.752  

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incorrendo, portanto, na materialização da hipótese de infração prevista no art. art. 24 da Lei n° 
9.249, de 1995. 

Como é sabido,  toda receita não oferecida à  tributação é por definição uma 
omissão de receita, não importando se estava ou não escriturada. A declaração inexata é causa 
ou consequência da omissão de receita,   mas isso é irrelevante. Se foi a causa, intencional ou 
não, a omissão de receita está caracterizada, muito embora o dolo aqui já não se possa cogitar. 
Se a declaração inexata foi a consequência da omissão de receitas voluntariamente perseguida, 
há que se cogitar neste caso de dolo ou não. Tirante a questão da voluntariedade para efeito de 
qualificação da multa, a questão de ser “declaração inexata” ou de omissão de receita é de mera 
terminologia, o que importa é que a falta do oferecimento à tributação enseja o lançamento de 
ofício para restituir as coisas ao seu estado anterior. 

Nesse sentido, o art. 841 do RIR/99 dispõe, verbis: 

 

O lançamento será efetuado de oficio quando o sujeito passivo: 

(...) 

III  ­fizer  declaração  inexata,  considerando­se  como  tal  a  que  contiver  ou 
omitir,  inclusive  em  relação  a  incentivos  fiscais,  qualquer  elemento  que  implique 
redução do imposto a pagar ou restituição indevida; (grifei) 

 

No  caso  concreto,  de  apuração  pelo  lucro  real  (trimestral),  a  omissão  de 
receita implicou  mesmo em redução do imposto a pagar. 

A própria Recorrente confessa tanto na fase impugnatória quanto no recurso 
que não oferecera à tributação as referidas diferenças de receitas escrituradas e não declaradas 
em DIPJ/DCTF. Mas, tenta confundir, alegando que tal procedimento não passava de um mero 
equívoco formal no preenchimento das declarações: 

44.  No caso ora debatido, a suposta omissão de receita, como dito, decorreu 
do  fato de  ter a Recorrente declarado em DACON — e submetido à  tributação da 
Contribuição ao PIS e da COFINS — ter auferido receita, porém não tinha feito na 
DIPJ. 

45.  Vejam, V.  Sas.,  que  a  Recorrente  submeteu  as  receitas  supostamente 
omitidas à tributação pela Contribuição ao PIS e à COFINS, bem como as escriturou 
devidamente  nos  seus  livros  contábeis,  porém,  por  um  mero  equivoco  no 
preenchimento da sua DIPJ, não as informou à Receita Federal do Brasil quando da 
apresentação da DIPJ. 

Porém no parágrafo seguinte, se contradiz, afirmando que a supressão dessas 
receitas não afetariam os tributos devidos ao final: 

46.  Ora,  tal  situação não caracteriza  intuito de  suprimir ou  reduzir  tributo 
— mesmo porque, conforme será demonstrado no próximo tópico, a Recorrente não 
apenas  recolheu  integralmente  o  IRPJ  e  a  CSLL,  como  também  o  fez  em  valor 
superior ao efetivamente devido —, não podendo, portanto, caracterizar omissão de 
receita. 

Fl. 796DF  CARF MF

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Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001

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Processo nº 13888.001803/2010­75 
Acórdão n.º 1401­000.752  

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Fl. 797 

 
 

 
 

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Na seqüência de sua defesa, ao  invés de provar o oferecimento à  tributação 
passa  a  discorrer  sobre  presunções  legais  de  omissão  de  receita,  que  nada  tem  a  ver  com  a 
matéria em debate. Pois, o caso que se cuida é omissão direta de receitas! 

Tergiversa mais  uma vez,  a  respeito  do  erro  de  incluir  o  IPI  como Receita 
Bruta  o  que  fora  constatado  pela  fiscalização  e  que  também  nada  tem  a  ver  com  a matéria 
tributada em debate. 

Em  sua  impugnação  e  no  recurso,  o  contribuinte  juntou  demonstrativos  de 
apuração  dos  quatro  trimestres  do  ano­calendário  de  2006,  elaborados  após  a  fiscalização, 
cujos dados teriam sido extraídos dos livros Diário, Razão e balancetes.  

Rememorando os cálculos do quarto trimestre de 2006: 

Tabela 1 

Declarado pela empresa  Apurado pelo Fisco 
Discriminação  Valor  Valor  Diferença à menor 

Rec Venda Merc Interno e Prod Fabric Própria    2.426.168,10  3.894.165,04  ­ 1.467.996,94 
(­) ICMS  645.624,87  645.624,87  0,00 
(­) COFINS  339.735,51  339.735,51  0,00 
(­) PIS/PASEP  73.758,37  73.758,37  0,00 
RECEITA LIQUIDA DAS ATIVIDADES  1.367.049,35         2.835.046,29  ­ 1.467.996,94 
(­) Custo dos Bens e Serviços Vendidos  1.158.518,72  1.158.518,72  0,00 
LUCRO BRUTO                    1.676.527,57  ­ 1.467.996,94 
(­) Despesas Operacionais  127.172,90  127.172,90  0,00 
LUCRO OPERACIONAL         81.357,73               1.549.354,67  ­ 1.467.996,94 
RESULTADO DO PERÍODO DE APURAÇÃO  81.357,73               1.549.354,67  ­ 1.467.996,94 
LUCRO LIQUIDO ANTES DA CSLL  81.357,73               1.549.354,67  ­ 1.467.996,94 
LUCRO LIQUIDO ANTES DO IRPJ  81.357,73               1.549.354,67  ­ 1.467.996,94 
LUCRO LÍQUIDO DO PERÍODO DE APURAÇÃO       81.357,73:               1.549.354,67                ­ 1.467.996,94 

 

Depois  de  tantas  tergiversações  a  Recorrente,  por  fim,  traz  uma  surpresa 
ainda  maior.  Desloca  o  ponto  de  controvérsia  para  a  rubrica  “Custo  dos  Bens  e  Serviços 
Vendidos”. 

Ora, a lide cinge­se ao  não oferecimento de determinadas receitas obtidas a 
partir da Gia e Livros Fiscais de Saída e de ICMS e demonstradas pelo Fisco nota fiscal a nota 
fiscal através do demonstrativo de fls. 1/16.   A  primeira  dúvida  que  assola  é  saber  por 
que  motivo  quando  intimada  não  levou  tal  explicação.  O  segundo  ponto  é  mais  dramático 
ainda. Mesmo que se admita, apenas para argumentar, que houvesse por um passe de mágica 
uma  subavaliação  dos  custos,  como    justificar  ainda  a  diferença  remanescente  sobre  as 
receitas?  Por  outras  palavras  como  justificar  ainda  a  presença  e  existência  de  cada  uma  das 
notas fiscais de saídas que estão escrituradas e foram tributadas para efeito de PIS e Cofins? E 
como  conceber  ainda  que  essa  diferença  no  custo  aparece  exatamente  na  mesma  cifra  das 
diferenças de receitas ora tributadas? Por outras palavras, a “solução” aventada pela Recorrente 
é de plano incoerente e inconsistente com as provas já constante dos autos. É de lembrar que 
coerência e consistência é um dos pressupostos para uma certeza objetiva. 

Fl. 797DF  CARF MF

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 por ANTONIO BEZERRA NETO, Assinado digitalmente em 23/05/2012 por JORGE CELSO FREIRE DA SILVA



Processo nº 13888.001803/2010­75 
Acórdão n.º 1401­000.752  

S1­C4T1 
Fl. 798 

 
 

 
 

9

                       A  Decisão  de  piso  soube  também  captar  a  dimensão  dessa  surpresa,  senão 
vejamos: 

Analisando­se o demonstrativo do quarto trimestre de 2006 (fl. 109), verifica­
se  que  o  contribuinte,  em  seus  cálculos  para  apurar  o  resultado,  deduziu 
inexplicavelmente  como  Custo  das  Mercadorias  o  valor  de  R$2.679.798,98, 
enquanto  que  na  Ficha  04­A  da  DIPJ  informou  como  Custo  de  Bens  e  Serviços 
Vendidos o valor de R$1.158.518,72. 

Desta forma, não tendo o contribuinte trazido, juntamente com a impugnação, 
os  documentos  comprobatórios  que  embasassem  seus  cálculos,  as  suas  alegações 
não podem ser acatadas. 

 

Ora,  a  DRJ  quando  sugeriu  que  a  impugnante  trouxesse  os  documentos 
comprobatórios do custo fora até benevolente, pois primeiro haveria que se responder a todas 
aquelas  indagações  conceituais  antes.  Mas,  a  recorrente  limitou­se  repisar  os  mesmos 
argumentos  trazidos  na  fase  impugnatória  sem  trazer  nenhum  esclarecimento  adicional  que 
insta a esta autoridade julgadora a tomar conhecimento de tais provas.  

Limitou­se a trazer em sede recursal uma enormidade de dados brutos: Livros 
contábeis e fiscais sem ser precisa em seu intento. O que implica dizer que o que trouxe não 
são provas, pois para caracterizar a prova não é bastante trazer aos autos informações, de forma 
desarticulada e incompletas, como fez a recorrente. Conforme jurisprudência deste Conselho a  
prova deve estar perfeitamente articulada com o auto de infração, descortinando­se a partir dela 
de forma sucinta e objetiva todas as conexões existentes com o infração que se deseja infirmar. 
Esse ônus não é do julgador, mas sim da recorrente. Por outro torneio, as “peças de um quebra­
cabeça” não são provas, prova é o “quebra­cabeça” montado.  

 

Prejuízos Fiscais 

 

Como  se  não  bastasse,  a  Recorrente  traz  um  novo  argumento  totalmente 
desarticulado com sua  linha  anterior de defesa, mostrando mais uma vez  a  inconsistência de 
suas alegações. E voto a ressaltar, um dos pressupostos da verdade é a coerência e consistência. 
Sem esses atributos, geralmente a verdade passa longe. 

Alega dessa feita que a diferença não se dá nem nas receitas, nem nos custos, 
mas  na  falta  de  aproveitamento  dos    prejuízos  fiscais  ocorridos  nos  trimestres  anteriores  de 
2006, que não foram por ela aproveitados. 

Sempre  adotei  a  linha  de  entendimento  de  que  opção  não  é  erro.  O  não 
aproveitamento dos prejuízos  fiscais não configura um erro, pois é uma opção perfeitamente 
possível. E se é uma opção perfeitamente possível não há maneira de se demonstrar que o não 
exercício desse direito foi um erro. 

Fl. 798DF  CARF MF

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 por ANTONIO BEZERRA NETO, Assinado digitalmente em 23/05/2012 por JORGE CELSO FREIRE DA SILVA



Processo nº 13888.001803/2010­75 
Acórdão n.º 1401­000.752  

S1­C4T1 
Fl. 799 

 
 

 
 

10

Dessa  forma,  em  vista  das  explicações  escorreitas  da  decisão  de  piso  e 
também não rebatidas, passo a adotar também como razão de decidir os fundamentos utilizados 
pela decisão de piso, abaixo reproduzidos: 

 

Ora,  a  legislação  tributária  adota  o  sistema de  transporte  de prejuízos 
fiscais para exercícios seguintes para efeito de compensá­los. Após o advento 
do art. 42, parágrafo único, da Lei n° 8.981, de 20 de janeiro de 1995, e § 2° 
do art. 510 do Decreto n° 3.000, de 26 de março de 1999, Regulamento do 
Imposto  de  Renda  (RIR/1999),  não  há  limite  temporal  para  a  redução  do 
lucro  líquido  apurado  em  exercícios  posteriores  por  meio  desses  prejuízos 
fiscais apurados em exercícios anteriores. 

Entretanto,  a  compensação  dos  prejuízos  fiscais  é  uma  opção  do 
contribuinte  nos  termos  dos  arts.  250,  509  e  510  do  RIR/1999,  os  quais 
dispõem: 

Art. 250. Na determinação do lucro real, poderão ser excluidos do lucro 
líquido do período de apuração (Decreto­Lei n­ 1.598, de 1977, art. 6­, § 3°): 

(...) 

III  ­  o  prejuízo  fiscal  apurado  em  períodos  de  apuração  anteriores, 
limitada  a  compensação  a  trinta  por  cento  do  lucro  líquido  ajustado  pelas 
adições  e  exclusões  previstas  neste  Decreto,  desde  que  a  pessoa  jurídica 
mantenha  os  livros  e  documentos,  exigidos  pela  legislação  fiscal, 
comprobatórios  do  prejuízo  fiscal  utilizado  para  compensação,  observado o 
disposto nos arts. 509 a 515 (Lei n" 9.065, de 1995, art. 15 eparágrafo único). 

(...) 

Art.  509.  O  prejuízo  compensável  é  o  apurado  na  demonstração  do 
lucro real e registrado no LALUR (Decreto­Lei n­ 1.598, de 1977, art. 64, § 
1­, e Lei n­9.249, de 1995, art. 6­, e parágrafo único). 

§  1­  A  compensação  poderá  ser  total  ou  parcial,  em  um  ou  mais 
períodos de apuração, à opção do contribuinte, observado o limite previsto no 
art. 510 (Decreto­Lei w­° 1.598, de 1977, art. 64, § 2?). 

(...) 

Prejuízos  Fiscais  Acumulados  até  31  de  dezembro  de  1994  e 
Posteriores 

Art.  510. O  prejuízo  fiscal  apurado  a  partir  do  encerramento  do  ano­
calendario  de  1995  poderá  ser  compensado,  cumulativamente  com  os 
prejuízos fiscais apurados até 31 de dezembro de 1994, com o lucro líquido 
ajustado pelas adições e exclusões previstas neste Decreto, observado o limite 
máximo,  para  compensação,  de  trinta  por  cento  do  referido  lucro  líquido 
ajustado (Lei n­9.065, de 1995, art. 15). 

Fl. 799DF  CARF MF

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 por ANTONIO BEZERRA NETO, Assinado digitalmente em 23/05/2012 por JORGE CELSO FREIRE DA SILVA



Processo nº 13888.001803/2010­75 
Acórdão n.º 1401­000.752  

S1­C4T1 
Fl. 800 

 
 

 
 

11

§1­0  disposto  neste  artigo  somente  se  aplica  ás  pessoas  jurídicas  que 
mantiverem  os  livros  e  documentos,  exigidos  pela  legislação  fiscal, 
comprobatórios  do montante  do  prejuízo  fiscal  utilizado  para  compensação 
(Lei n­ 9.065, de 1995, art. 15, parágrafo único), (grifei) a 

(...) 

Relativamente à possibilidade de retificação da DIPJ para demonstrar a 
alteração  dos  prejuízos  fiscais  que  a  impugnante  quer  compensar 
retroativamente,  desde  o  primeiro  trimestre  do  ano­calendário  de  2006,  é 
imprescindível  a  comprovação  de  erro  para  a  convalidação  de  tal 
procedimento, nos moldes do art. 147, § Io, do Código Tributário Nacional ­ 
CTN (Lei n° 5.172, de 25 de outubro de 1966), o qual prescreve (grifou­se): 

Art. 147. O  lançamento é efetuado com base na declaração do sujeito 
passivo ou de terceiro, quando um ou outro, na forma da legislação tributária, 
presta  à  autoridade  administrativa  informações  sobre  matéria  de  fato, 
indispensáveis à sua efetivação. 

§  Io A  retificação  da  declaração  por  iniciativa  do  próprio  declarante, 
quando  vise  a  reduzir  ou  a  excluir  tributo,  só  é  admissível  mediante 
comprovação do erro em que se funde, e antes de notificado o lançamento. 

A  retificação  da  declaração  de  rendimentos  estava  subordinada  à 
autorização administrativa, por força do art. 832 do Decreto n° 3.000, de 26 
de  março  de  1999  (Regulamento  do  Imposto  de  Renda  ­  RIR/1999).  No 
entanto,  com  a  edição  da  Medida  Provisória  (MP)  n°  1.990­26,  de  14  de 
dezembro  de  1999,  foram  alterados  os  procedimentos  para  retificação  de 
declarações, em razão do comando contido no art. 19 dessa MP, atual art. 18 
da  Medida  Provisória  n°  2.189­49,  de  23  de  agosto  de  2001,  que  assim 
dispõe: 

Art.  18.  A  retificação  de  declaração  de  impostos  e  contribuições 
administrados  pela  Secretaria  da  Receita  Federal,  nas  hipóteses  em  que 
admitida,  terá a mesma natureza da declaração originariamente apresentada, 
independentemente de autorização pela autoridade administrativa. 

Parágrafo  único.  A  Secretaria  da  Receita  Federal  estabelecerá  as 
hipóteses  de  admissibilidade  e os  procedimentos  aplicáveis  à  retificação  de 
declaração, (grifei) 

No  que  toca  à  declaração  de  rendimentos  das  pessoas  jurídicas,  esse 
dispositivo  foi  regulado  pela  Instrução  Normativa  SRF  n°  166,  de  23  de 
dezembro de 1999, a qual dispõe no seu art. Io, §§ Io e 2o: 

Art. 1º A retificação da Declaração de Informações Econômico­Fiscais 
da Pessoa Jurídica  ­ DIPJ  e da Declaração do  Imposto  sobre  a Propriedade 
Territorial  Rural  —  DITR  anteriormente  entregue,  efetuada  por  pessoa 
jurídica,  dar­se­á  mediante  apresentação  de  nova  declaração, 
independentemente de autorização pela autoridade administrativa. 

Fl. 800DF  CARF MF

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Processo nº 13888.001803/2010­75 
Acórdão n.º 1401­000.752  

S1­C4T1 
Fl. 801 

 
 

 
 

12

§  1° Aplica­se  o  disposto  neste  artigo  às Declarações  do  Imposto  de 
Renda  da  Pessoa  Jurídica  ­  DIRPJrelativas  a  anos­calendário  anteriores  a 
1998. 

§ 2° A declaração retificadora referida neste artigo: 

I — terá a mesma natureza da declaração originariamente apresentada, 
substituindo­a integralmente, inclusive para os efeitos da revisão sistemática 
de que trata a Instrução Normativa SRF n° 94, de 24 de dezembro de 1997; 

Processo 13888.001803/2010­75  DRJ/RPO 

Acórdão n.° 14­34.981  Ri. 363 

cm 

II — será processada,  inclusive para fins de  restituição, em função da 
data de sua entrega. 

(...) 

Assim sendo, consoante o art. 18 da MP n° 2.189­49, de 2001, e a IN 
SRF  n°  166,  dc  1999,  a  retificação  de  declarações  não  é  um  direito 
automático  do  sujeito  passivo,  que  independa  de  previsão  normativa.  Pelo 
contrário,  a  retificação  só  pode  ser  feita  nas  hipóteses  em  que  admitida. 
Complementando,  o  dispositivo  exige que  a  declaração  retificadora  tenha  a 
mesma natureza da declaração retificada. Essa regra explicita o fato de que as 
retificações de declarações só podem ser feitas em casos de erros ou omissões 
relativos  à  matéria  fática  informada,  o  que  não  é  o  caso  da  situação  sob 
análise. Outra  interpretação não é possível,  pois  contrariaria  frontalmente o 
estabelecido  no Código  Tributário Nacional. Com  efeito,  o CTN,  nossa  lei 
nacional de normas gerais tributárias, em seu art. 147, § Io, categoricamente 
assevera  que  a  retificação  de  declarações  "só  é  admissível  mediante 
comprovação do erro em que se funde". 

Se  a  interessada  deixou  de  compensar  prejuízos  fiscais  em  um 
determinado momento, ela adotou um procedimento válido e normal à época. 

Como  dito  anteriormente,  a  compensação  de  prejuízos  fiscais  é  uma 
opção da contribuinte. Tal faculdade não pode ficar ao seu alvedrio de querer 
buscar  efeitos  retroativos  que  lhe  proporcionarão  vantagens  econômicas  ou 
financeiras.  Uma  vez  realizada  a  opção  válida  e  eficaz  de  não  compensar 
parte  ou  o  todo  do  prejuízo  fiscal  admissível,  inexiste  esteio  legal  para 
promover  retificações  (alterações)  em  anos­calendário  passados.  Anote­se 
que  o  montante  não  aproveitado  anteriormente  pode  ser  utilizado 
posteriormente. Ou seja, não há prejuízo para a impugnante, pois a lei vigente 
assegura  a  imprescritibilidade  dos  prejuízos  fiscais  apurados  e  ainda  não 
compensados. 

Com  efeito,  a  possibilidade  de  a  interessada  retificar  a  declaração  é 
vedada pelo art. 147, § 1º, do CTN. O contribuinte  fez uma opção válida e 
eficaz à época. Não houve erro (comprovado) a ensejar a hipótese permissiva 
da retificação em tela. 

Fl. 801DF  CARF MF

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Processo nº 13888.001803/2010­75 
Acórdão n.º 1401­000.752  

S1­C4T1 
Fl. 802 

 
 

 
 

13

Registre­se  que  esse  entendimento  também  é  reforçado  pela 
jurisprudência  administrativa.  A  Quinta  Câmara  do  Primeiro  Conselho  de 
Contribuintes,  por  unanimidade,  no  processo  n°  13164.000004/99­06, 
acórdão n° 105­13.190, proferiu a seguinte decisão: 

RETIFICAÇÃO  DE  DECLARAÇÃO  —  Incabível  a  retificação  da 
declaração  de  rendimentos  para  modificar  a  compensação  de  prejuízo  não 
exercida na época própria, pois o não exercício desta opção não se caracteriza 
como erro de fato. 

CSLL. Lançamento reflexo 

Por fim, tendo se em vista que, quanto ao Auto de Infração relativo à CSLL, 
fato motivador foi o mesmo relativo ao IRPJ, aplica­se a esse assunto as razões esposadas no  
voto relativas ao IRPJ. 

 

Por todo o exposto, rejeito o pedido de perícia e nego provimento ao recurso 

 

 

(assinado digitalmente) 

Antonio Bezerra Neto 

 

           

 

           

 

Fl. 802DF  CARF MF

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    <str name="ementa_s">Assunto: Normas Gerais de Direito Tributário
Período de apuração: 01/07/1990 a 31/03/1992
FINSOCIAL. RESTITUIÇÃO. COMPENSAÇÃO. DECADÊNCIA.
O prazo para repetição de indébito relativo a tributo sujeito ao lançamento por homologação é de dez anos contados da ocorrência do fato gerador, no caso de homologação tácita do lançamento e para os pedidos protocolizados até 08 de junho de 2005.
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Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em dar provimento parcial ao recurso para afastar a decadência em relação aos fatos geradores ocorridos após 31 de julho de 1989 e determinar o retorno dos autos à instância recorrida para análise do mérito.

Nayra Bastos Manatta - Presidente.

Sílvia de Brito Oliveira - Relatora.

Participaram da sessão de julgamento os Conselheiros: Nayra Bastos Manatta (Presidente), Sílvia de Brito Oliveira, Fernando Luiz da Gama Lobo D'Eça, Gilson Macedo Rosenburg Filho, João Carlos Cassuli Junior e Francisco Maurício Rabelo de Albuquerque Silva.
O Presidente substituto da Turma assina o acórdão em face da impossibilidade, por motivo de saúde, da Presidente Nayra Bastos Manatta.


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S3­C4T2 

Fl. 323 

 
 

 
 

1

322 

S3­C4T2  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  10880.025452/99­11 

Recurso nº               Voluntário 

Acórdão nº  3402­001.833  –  4ª Câmara / 2ª Turma Ordinária  

Sessão de  18 de julho de 2012 

Matéria  FINSOCIAL. RESTITUIÇÃO/COMPENSAÇÃO. 

Recorrente  COTONIFÍCIO GUILHERME GIORCI S/A 

Recorrida  DRJ em SÃO PAULO­SP I 

 

ASSUNTO: NORMAS GERAIS DE DIREITO TRIBUTÁRIO 

Período de apuração: 01/07/1990 a 31/03/1992 

FINSOCIAL. RESTITUIÇÃO. COMPENSAÇÃO. DECADÊNCIA. 

O  prazo  para  repetição  de  indébito  relativo  a  tributo  sujeito  ao  lançamento 
por homologação é de dez anos  contados da ocorrência do  fato gerador, no 
caso de homologação tácita do lançamento e para os pedidos protocolizados 
até 08 de junho de 2005. 

 
 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

Acordam  os  membros  do  colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em  dar 
provimento  parcial  ao  recurso  para  afastar  a  decadência  em  relação  aos  fatos  geradores 
ocorridos após 31 de julho de 1989 e determinar o retorno dos autos à instância recorrida para 
análise do mérito. 

 

Nayra Bastos Manatta ­ Presidente.  

 

Sílvia de Brito Oliveira ­ Relatora. 

 

Participaram da sessão de julgamento os Conselheiros: Nayra Bastos Manatta 
(Presidente),  Sílvia  de Brito Oliveira,  Fernando  Luiz  da Gama  Lobo D'Eça, Gilson Macedo 
Rosenburg  Filho,  João  Carlos  Cassuli  Junior  e  Francisco Maurício  Rabelo  de  Albuquerque 
Silva. 

  

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Fl. 1719DF  CARF MF

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ILHO




  2

O  Presidente  substituto  da  Turma  assina  o  acórdão  em  face  da 
impossibilidade, por motivo de saúde, da Presidente Nayra Bastos Manatta.  

 

Relatório 

A pessoa  jurídica qualificada neste processo protocolizou,  em 30 de  agosto 
de 1999, pedidos de restituição, acompanhados de pedidos de compensação, de valores pagos 
ou  objeto  de  depósito  judicial  a  título  de  contribuição  para  o  Fundo  de  Investimento  Social 
(Finsocial),  de  Contribuição  para  o  Financiamento  da  Seguridade  Social  (Cofins)  e  de 
contribuição para o Programa de  Integração Social  (PIS) e,  também pedido de  restituição de 
créditos do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) não escriturados. 

Em  despacho  decisório  exarado  às  fls.  245  a  249,  preferido  em  18  de 
novembro de 2002, a Delegacia da Receita Federal de Administração Tributária em São Paulo 
–SP indeferiu o pleito e a contribuinte apresentou manifestação de inconformidade. 

Antes de apreciar a referida manifestação, a Delegacia da Receita Federal de 
Julgamento  em  São  Paulo­SP  I  (DRJ/SPOI)  determinou  o  desmembramento  dos  autos  e, 
conforme informação à fl. 757, procedeu­se à abertura do processo nº 10880.720000/2005­51 
para  tratar  do  pedido  relativo  aos  créditos  do  IPI,  permanecendo nestes  autos  os  pedidos  de 
restituição relativos ao Finsocial, à Cofins e ao PIS. 

Do exame das peças processuais, infere­se que o pedido está fundamentado: 

1)  relativamente  ao  Finsocial  e  à  Cofins,  na  inconstitucionalidade  da 
majoração de alíquota dessas contribuições, que, segundo entendimento da recorrente, tornam 
indevidos os pagamentos e depósitos efetuados em valor excedente ao resultante da aplicação 
da alíquota de 0,5%; 

2) quanto ao PIS, na suspensão da execução dos Decretos­lei nº 2.445, de 29 
de junho de 1988, e nº 2.449, de 21 de julho de 1988, pela Resolução do Senado Federal no. 
49, de 9 de outubro de 1995, com retomada da exigência do PIS em conformidade com a Lei 
Complementar nº 7, de 7 de setembro de 1970, que, em relação aos mencionados Decretos­lei, 
diverge quanto à base de cálculo e à alíquota aplicável. 

A DRJ/SPOI, nos termos do voto condutor do Acórdão constante das fls. 762 
a 775, não conheceu da manifestação na parte concernente ao  IPI e, sem adentrar no mérito, 
manteve o indeferimento quanto às demais matérias, por entender que depósitos judiciais não 
são passiveis de restituição e que, quanto aos valores pagos, ter­se­ia operado a decadência do 
direito de pleitear o indébito. 

Inconformada com a decisão de piso, a solicitante apresentou recurso a este 
Segundo Conselho de Contribuintes, às fls. 780 a 795, para requer seu recebimento com efeito 
devolutivo e suspensivo e alegar, em síntese, que: 

I  –  os  valores  objeto  de  depósito  judicial  referem­se  apenas  ao  período  de 
dezembro de 1990 a junho de 1991 e o que se pretende aqui é a restituição de valores relativos 
a  dez  anos  de  contribuições  indevidamente  pagas;  portanto,  excluído  esse  período,  ainda  há 
créditos para as compensações tributárias requeridas; 

Fl. 1720DF  CARF MF

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Processo nº 10880.025452/99­11 
Acórdão n.º 3402­001.833 

S3­C4T2 
Fl. 324 

 
 

 
 

3

II – tendo ganhado a causa da ação judicial relativa à alíquota do Finsocial, é 
credora da majoração ilegal praticada pela União; 

III – quanto à decadência, não se pode aplicar o Ato Declaratório (AD) SRF 
nº  96,  de  1999,  pois  o  pedido  da  recorrente  foi  protocolizado  em  data  anterior  a  esse  AD, 
quando, então, vigia o Parecer Cosit nº 58, de 27 de outubro de 1998; 

IV – o direito a pleitear a repetição de indébito só surge após a homologação 
tácita do lançamento, ou seja, após cinco anos do fato gerador, e, de acordo com o supracitado 
Parecer, quanto às exações julgadas inconstitucionais, esse direito surge após a publicação da 
Resolução Senatorial; 

V – o prazo para repetição de indébito relativo a tributo sujeito a lançamento 
por  homologação  é  de  dez  anos,  conforme  jurisprudência  do  Superior  Tribunal  de  Justiça 
(STJ); 

VI – afastada a prejudicial de decadência, a restituição do PIS, da Cofins e do 
Finsocial deve ser deferida, pois a aferição material dos créditos está explicitada nas planilhas 
apresentadas,  sendo que os  créditos de Finsocial  e de Cofins  correspondem ao excedente da 
alíquota de 0,5% e os de PIS  são decorrentes da  suspensão da  execução dos Decretos­lei  nº 
2.445 e nº 2.449, ambos de 1998, com conseqüente aplicação da Lei Complementar nº 7, de 
1970; 

VII – é ilegal a cobrança da Cofins à alíquota de 2%, pois a Lei complentar nº 
7,  de  1970,  apenas  instituiu  uma  nova  contribuição  como  forma  de  majorar  a  alíquota  do 
Finsocial, o que já foi declarado inconstitucional. 

Ao final, solicitou a recorrente a reforma da decisão recorrida para que sejam 
reconhecidos  seus  créditos  com  vista  à  homologação  das  compensações  pleiteadas  e 
conseqüente extinção das obrigações tributárias correspondentes. 

Na sessão de 17 de outubro de 2007, a Terceira Câmara do extinto Segundo 
Conselho de Contribuintes, por meio do Acórdão n° 203­12.483, apreciou e julgou o recurso 
voluntário  quanto  ao  PIS  e  à  Cofins  e  deixou  de  conhecer  das  questões  arguidas  quanto  ao 
Finsocial,  por  tratar­se  de  matéria  de  competência  do  extinto  Terceiro  Conselho  de 
contribuintes. 

Em face da extinção dos Conselhos de Contribuintes e criação do Conselho 
Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), com Seções cujas competências foram definidas no 
Anexo  II da Portaria MF n° 256, de 22 de  junho de 2009 – Regimento Interno do Carf, este 
processo  foi  remetido para  julgamento da matéria  relativa  ao Finsocial na Terceira Seção do 
Carf.  

É o Relatório. 

 

Voto            

Conselheira Sílvia de Brito Oliveira, Relatora 

Fl. 1721DF  CARF MF

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ILHO



  4

O  recurso  é  tempestivo  e  seu  julgamento  está  inserto  na  esfera  de 
competência da Terceira Seção do Carf, devendo, pois, ser conhecido. 

Inicialmente, cumpre salientar que, na decisão recorrida, não foi apreciado o 
mérito  do  pedido  de  restituição  do Finsocial  e  seu  indeferimento,  salvo  quanto  à  questão  da 
impossibilidade de restituição de valores depositados, se deu por se ter operado a decadência, 
uma vez que o prazo quinquenal previsto no art. 168, inc. I, do CTN. 

Destarte, o deslinde do litígio aqui instaurado transita apenas pelo exame do 
prazo decadencial para a repetição de indébito relativo à contribuição para o Finsocial e, nesse 
ponto, tratando­se de tributo sujeito ao lançamento por homologação, era pacífica a orientação 
do  Superior  Tribunal  de  Justiça  (STJ)  de  que  a  extinção  do  crédito  tributário  somente  se 
operaria com a homologação tácita do lançamento e, assim, na hipótese de homologação tácita, 
que ocorre com o decurso do prazo de cinco anos da data do fato gerador, o prazo decadencial 
seria de dez anos da ocorrência do fato gerador. Tal orientação, porque firmada no pressuposto 
de que decorreria cinco anos para a homologação do lançamento e, depois, mais cinco para o 
exercício do direito de pleitear a restituição, ficou conhecida, no meio jurídico­tributário, como 
a tese dos cinco mais cinco. 

Ocorre,  porém,  que,  em  09  de  fevereiro  de  2005,  foi  publicada  a  Lei 
Complementar  n°  118,  de  09  de  fevereiro  de  2005,  cujo  art.  3°  fixou,  para  efeito  de 
interpretação  do  art.  168,  inc.  I,  do CTN,  a  extinção  do  crédito  tribuário,  no  caso  de  tributo 
sujeito ao lançamento por homologação, na data do pagamento antecipado referido no art. 150, 
§ 1°, também do CTN. 

Mais  ainda,  a  cláusula  de  vigência  da  mencionada  Lei  Complementar 
emprestou  vigor  à  lei  a  partir  do  120°  dia  da  sua  publicação,  contudo,  ressalvou  o  caráter 
interpretativo  do  seu  art.  3°,  o  que  imporia  a  observância  do  art.  106,  inc.  I,  do CTN,  para 
aplicá­lo aos fatos pretéritos. 

Ora, outra sorte não poderia ter essa cláusula de vigência espelhada no art. 4° 
da Lei Complementar n° 118, de 2005. A constitucionalidade da aplicação retroativa do art. 3° 
dessa  lei  foi  objeto  do  Recurso  Extraordinário  (RE)  n°  561.908,  com  repercussão  geral 
reconhecida no Supremo Tribunal Federal  (STF). Tal RE foi substituido pelo RE n° 566.621 
como paradigma da repercussão geral, o qual foi julgado pelo plenário da Suprema Corte em 
04 de agosto de 2011, com relatoria da Ministra Ellen Gracie, e o  respectivo Acórdão  traz o 
entendimento  de  que  o  dispositivo  legal  questionado,  auto­proclamado  interpretativo,  com 
efeito,  trazia  inovação  no  mundo  jurídico,  pois  estabelecia  prazo  novo  e  reduzido  para  a 
repetição  do  indébito  tributário,  visto  que,  até  então,  estava  consolidada  a  orientação  da 
Primeira Seção do STJ com a tese dos cinco mais cinco. 

Com essa decisão,  ficou assegurado o prazo de cinco anos, contado a partir 
da homologação do lançamento ­ tese dos cinco mais cinco ­, para as pretenções deduzidas até 
09  de  junho  de  2005,  data  da  entrada  em  vigor  da  Lei  Complementar  n°  118,  de  2005,  e 
somente para as ações de repetição ingressadas a partir dessa data aplica­se o prazo quinquenal 
contado a partir da data do pagamento antecipado do tributo. 

Destarte, reconhecida a inconstitucionalidade do art. 4°, segunda parte, da Lei 
Complementar  n°  118,  de  2005,  em  sede  de  RE  com  repercussão  geral  reconhecida  e  com 
sobrestamento  dos  demais  recursos,  impõe­se  a  aplicação  desse  entendimento  da  Suprema 
Corte nos julgados deste colegiado, por força do disposto no art. 62­A do Regimento Interno 
do Carf, constante do Anexo II da Portaria Mf n° 256, de 2009, com as alterações posteriores. 

Fl. 1722DF  CARF MF

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Processo nº 10880.025452/99­11 
Acórdão n.º 3402­001.833 

S3­C4T2 
Fl. 325 

 
 

 
 

5

Diante  do  exposto  e  considerando  que  o  pedido  de  restituição  foi 
protocolizado  em 30  de  agosto  de 1999  e  que  o  fato  gerador da  contribuição  em questão  se 
perfaz em 31 de agosto, voto pelo provimento parcial do recurso para reconhecer a decadência 
do direito à repetição dos pagamentos realtivos aos fatos geradores ocorridos até 31 de julho de 
1989, inclusive, e, assim, afastada a decadência, devolver os autos à instância recorrida para o 
julgamento do mérito. 

É como voto. 

 

Sílvia de Brito Oliveira ­ Relatora 

           

 

           

 

 

Fl. 1723DF  CARF MF

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ILHO


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    <str name="camara_s">Quarta Câmara</str>
    <str name="ementa_s">Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica IRPJ
Ano calendário:2003, 2004, 2005
Ementa:
RECURSO VOLUNTÁRIO. INTEMPESTIVIDADE.
Nos termos do disposto no Decreto nº 70.235, aliado ao RI_CARF, o prazo para interposição de recurso voluntário para O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais é de 30 dias contatos da ciência da decisão proferida pela DRJ. </str>
    <str name="turma_s">Primeira Turma Ordinária da Quarta Câmara da Primeira Seção</str>
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S1­C4T1 

Fl. 1 

 
 

 
 

1

           

S1­C4T1  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
PRIMEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  10783.723.530/2011­8 

Recurso nº  926.381   Voluntário 

Acórdão nº  1401­000.778  –  4ª Câmara / 1ª Turma Ordinária  

Sessão de  12 de abril de 2012 

Matéria  Processo Administrativo Fiscal 

Recorrente  SUPERMECADOS BAUNILHA LTDA. 

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

Assunto: Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica ­ IRPJ 

Ano­calendário: 2003, 2004, 2005 

Ementa:  

RECURSO VOLUNTÁRIO. INTEMPESTIVIDADE. 

Nos termos do disposto no Decreto nº 70.235, aliado ao RI_CARF, o prazo 
para interposição de recurso voluntário para O  Conselho Administrativo de 
Recursos Fiscais  é de 30 dias contatos da  ciência da decisão proferida pela 
DRJ. 

 

 
 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

Acordam  os  membros  do  colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em  não 
conhecer do recurso, em face da intempestividade 

(assinado digitalmente) 

Jorge Celso Freire da Silva ­ Presidente  

(assinado digitalmente)  

Alexandre Antonio Alkmim Teixeira ­ Relator. 

Participaram da sessão de julgamento os conselheiros: Jorge Celso Freire da 
Silva  (Presidente),  Alexandre  Antonio  Alkmim  Teixeira,  Mauricio  Pereira  Faro,  Antonio 
Bezerra  Neto,  Eduardo  Martins  Neiva  Monteiro,  Fernando  Luiz  Gomes  de  Mattos,  Karem 
Jureidini Dias, 

  

Fl. 335DF  CARF MF

Impresso em 22/08/2012 por RECEITA FEDERAL - PARA USO DO SISTEMA

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Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001

Autenticado digitalmente em 07/08/2012 por ALEXANDRE ANTONIO ALKMIM TEIXEIR, Assinado digitalmente e

m 16/08/2012 por JORGE CELSO FREIRE DA SILVA, Assinado digitalmente em 07/08/2012 por ALEXANDRE ANTO

NIO ALKMIM TEIXEIR



 

  2

Relatório 

Trata os presente feito de recursos voluntários apresentados contra a decisão 
proferida pela Delegacia Regional de Julgamento do rio de Janeiro, que julgou improcedente o 
lançamento lavrado em desfavor da Contribuinte. 

Nos termos do documentos acostado às  fls. 169, a Recorrente  foi notificada 
da decisão no dia 13 de outubro de 2011.  

É o relatório, no necessário.  

 

Voto            

Conselheiro Alexandre Antonio Alkmm Teixeira 

Nos termos do disposto no Decreto nº 70.235, aliado ao RI_CARF, o prazo 
para interposição de recurso voluntário para este Conselho Administrativo de Recursos Fiscais 
é de 30 dias contatos da ciência da decisão proferida pela DRJ. 

No  caso  em  apreço,  a  Recorrente  foi  cientificada  do  recurso  no  dia  13  de 
outubro de 2011, tendo apresentado os recursos voluntários no dia 16 de novembro de 2011. 

Diante do exposto, não conheço do recurso, por intempestivo. 

 

É como voto.  

(assinado digitalmente) 

Alexandre Antonio Alkmm Teixeira ­ Relator 

           

 

           

 

 

Fl. 336DF  CARF MF

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Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001

Autenticado digitalmente em 07/08/2012 por ALEXANDRE ANTONIO ALKMIM TEIXEIR, Assinado digitalmente e

m 16/08/2012 por JORGE CELSO FREIRE DA SILVA, Assinado digitalmente em 07/08/2012 por ALEXANDRE ANTO

NIO ALKMIM TEIXEIR


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    <str name="camara_s">Quarta Câmara</str>
    <str name="ementa_s">Assunto: Contribuições Sociais Previdenciárias
Período de apuração: 01/01/2005 a 31/12/2009
OBRIGAÇÃO ACESSÓRIA - DESCUMPRIMENTO - INFRAÇÃO
Consiste em descumprimento de obrigação acessória a empresa apresentar a GFIP - Guia de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social com dados não correspondentes aos fatos geradores de todas as contribuições previdenciárias.
ADESÃO AO SIMPLES - FACULDADE DO CONTRIBUINTE
A legislação que trata do SIMPLES é clara no sentido de que a adesão ao referido sistema simplificado de tributação é uma faculdade que pode ser exercita pelas empresas mediante opção formal que, após análise, poderá ser ou não deferida pela autoridade administrativa. Não há possibilidade de a empresa abster-se do recolhimento das contribuições abrangidas pelo SIMPLES, se não efetuou a opção.
ERROS DE ESCRITA - NULIDADE - INOCORRÊNCIA
Meros erros de escrita contidos no Relatório Fiscal que não prejudicam a compreensão da origem do lançamento não são capazes de levar a sua nulidade.
LEGISLAÇÃO POSTERIOR - MULTA MAIS FAVORÁVEL - APLICAÇÃO
A lei aplica-se a ato ou fato pretérito, tratando-se de ato não definitivamente julgado quando lhe comine penalidade menos severa que a prevista na lei vigente ao tempo da sua prática.
Recurso Voluntário Provido em Parte.
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Vistos, relatados e discutidos os presentes autos.
Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em rejeitar as preliminares suscitadas e, no mérito, em dar provimento parcial para adequação da multa ao artigo 32-A da Lei n° 8.212/91, caso mais benéfica.

Júlio César Vieira Gomes  Presidente

Ana Maria Bandeira- Relatora

Participaram do presente julgamento os Conselheiros: Júlio César Vieira Gomes, Ana Maria Bandeira, Ronaldo de Lima Macedo, Thiago Taborda Simões e Nereu Miguel Ribeiro Domingues. Ausente justificadamente o Conselheiro Lourenço Ferreira do Prado.


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S2­C4T2 

Fl. 98 

 
 

 
 

1

97 

S2­C4T2  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
SEGUNDA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  10980.724043/2010­21 

Recurso nº               Voluntário 

Acórdão nº  2402­003.342  –  4ª Câmara / 2ª Turma Ordinária  

Sessão de  19 de fevereiro de 2013 

Matéria  AUTO DE INFRAÇÃO GFIP FATOS GERADORES 

Recorrente  BRANCO GERENCIADORA DE SHOPPING CENTER S/C LTDA 

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

ASSUNTO: CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS PREVIDENCIÁRIAS 

Período de apuração: 01/01/2005 a 31/12/2009 

OBRIGAÇÃO ACESSÓRIA ­ DESCUMPRIMENTO ­ INFRAÇÃO  

Consiste em descumprimento de obrigação acessória a empresa apresentar a 
GFIP ­ Guia de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social 
com dados não correspondentes aos fatos geradores de todas as contribuições 
previdenciárias. 

ADESÃO AO SIMPLES ­ FACULDADE DO CONTRIBUINTE 

A  legislação  que  trata do SIMPLES  é  clara  no  sentido  de que  a  adesão  ao 
referido  sistema  simplificado  de  tributação  é  uma  faculdade  que  pode  ser 
exercita pelas empresas mediante opção formal que, após análise, poderá ser 
ou  não  deferida  pela  autoridade  administrativa.  Não  há  possibilidade  de  a 
empresa  abster­se  do  recolhimento  das  contribuições  abrangidas  pelo 
SIMPLES, se não efetuou a opção. 

ERROS DE ESCRITA ­ NULIDADE ­ INOCORRÊNCIA 

Meros  erros  de  escrita  contidos  no  Relatório  Fiscal  que  não  prejudicam  a 
compreensão  da  origem  do  lançamento  não  são  capazes  de  levar  a  sua 
nulidade. 

LEGISLAÇÃO  POSTERIOR  ­  MULTA  MAIS  FAVORÁVEL  ­ 
APLICAÇÃO 

A lei aplica­se a ato ou fato pretérito, tratando­se de ato não definitivamente 
julgado  quando  lhe  comine  penalidade  menos  severa  que  a  prevista  na  lei 
vigente ao tempo da sua prática. 

Recurso Voluntário Provido em Parte. 

 
 

 

  

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Impresso em 23/04/2013 por RECEITA FEDERAL - PARA USO DO SISTEMA

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Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001

Autenticado digitalmente em 20/03/2013 por ANA MARIA BANDEIRA, Assinado digitalmente em 20/03/2013 p

or ANA MARIA BANDEIRA, Assinado digitalmente em 17/04/2013 por JULIO CESAR VIEIRA GOMES




 

  2 

 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em rejeitar as 
preliminares  suscitadas  e, no mérito,  em dar provimento parcial para adequação da multa ao 
artigo 32­A da Lei n° 8.212/91, caso mais benéfica.  

 

Júlio César Vieira Gomes – Presidente 

 

Ana Maria Bandeira­ Relatora 

 

Participaram  do  presente  julgamento  os  Conselheiros:  Júlio  César  Vieira 
Gomes,  Ana  Maria  Bandeira,  Ronaldo  de  Lima  Macedo,  Thiago  Taborda  Simões  e  Nereu 
Miguel  Ribeiro  Domingues.  Ausente  justificadamente  o  Conselheiro  Lourenço  Ferreira  do 
Prado. 

Fl. 99DF  CARF MF

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Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001

Autenticado digitalmente em 20/03/2013 por ANA MARIA BANDEIRA, Assinado digitalmente em 20/03/2013 p

or ANA MARIA BANDEIRA, Assinado digitalmente em 17/04/2013 por JULIO CESAR VIEIRA GOMES



Processo nº 10980.724043/2010­21 
Acórdão n.º 2402­003.342 

S2­C4T2 
Fl. 99 

 
 

 
 

3

 

Relatório 

Trata­se de Auto  de  Infração  lavrado  com  fundamento  na  inobservância  da 
obrigação  tributária  acessória  prevista  na  Lei  nº  8.212/1991,  no  art.  32,  inciso  IV  e  §  5º, 
acrescentados pela Lei nº 9.528/1997 c/c o art. 225, inciso IV e § 4º do Decreto nº 3.048/1999, 
que consiste em a empresa apresentar a GFIP – Guia de Recolhimento do FGTS e Informações 
à  Previdência  Social  com  dados  não  correspondentes  aos  fatos  geradores  de  todas  as 
contribuições previdenciárias. 

Segundo  o  Relatório  Fiscal,  a  autuada  informou  em  GFIP  a  condição  de 
optante  pelo  SIMPLES  sem  sê­lo  e,  além  disso,  deixou  de  informar  valores  pagos  a 
contribuintes individuais. 

A  autuada  teve  ciência  do  lançamento  em  08/10/2010  e  apresentou  defesa 
alegando que se enquadraria no SIMPLES Nacional e manifesta sua irresignação por ter sido 
excluída do referido sistema por ato unilateral da administração. 

Entende  que  é  ônus  do  Fisco  fazer  prova  de  que  a  empresa  optante  pelo 
SIMPLES não exerce as atividades constantes do seu contrato social. 

Questiona não ter sido intimada a apresentar ou prestar esclarecimentos sobre 
o ocorrido tendo somente sofrido a aplicação da multa de ofício de forma arbitrária e não lhe 
ter sido dada a oportunidade de utilizar o benefício previsto no inciso II, do § 2º do art. 32­A da 
Lei nº 8.212/1991. 

Considera a legislação do SIMPLES inconstitucional e requer que o auto de 
infração seja extinto pelas razões apresentadas. 

Pelo Acórdão nº 02­35.495, a 6ª turma da DRJ/Belo Horizonte considerou a 
autuação procedente. 

Salienta  a  decisão  de  primeira  instância  que  a  fiscalização  não  relatou 
qualquer ato de exclusão da empresa do SIMPLES e, sim, que esta declarou indevidamente na 
GFIP ser optante pelo SIMPLES. 

É informado que em consulta efetuada nos sistemas da Receita Federal, não 
consta a opção da impugnante pelo referido sistema simplificado de tributação. 

Constata que  teria ocorrido um erro de escrita no Relatório Fiscal, uma vez 
que este, indicou que a conduta da empresa caracterizou infração ao art. 32­ A, “caput”, inciso 
II, da Lei 8.212/91, com a  redação dada pela MP 449/2008. Esclarece que  tal  erro não seria 
capaz de invalidar a autuação uma vez que, na folha de rosto do Auto de Infração foi lançada a 
fundamentação legal correta, conforme transcrito anteriormente, não dando margem a dúvidas 
quanto  aos  dispositivos  legais  nos  quais  se  fundamentou  a  autuação,  o  que  permitiu  ao 
contribuinte compreender perfeitamente o lançamento efetuado. 

Fl. 100DF  CARF MF

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Autenticado digitalmente em 20/03/2013 por ANA MARIA BANDEIRA, Assinado digitalmente em 20/03/2013 p

or ANA MARIA BANDEIRA, Assinado digitalmente em 17/04/2013 por JULIO CESAR VIEIRA GOMES



 

  4 

Contra  tal  decisão,  a  autuada  apresenta  recurso  tempestivo  onde  efetua  a 
repetição das alegações de defesa e argumenta que apesar da decisão afirmar que não houve 
exclusão  da  empresa  do  SIMPLES  uma  vez  que  ela  não  teria  optado  por  tal  regime  de 
tributação, não junta nenhum documento que possa comprovar o alegado. 

Questiona  o  entendimento  contido  na  decisão  recorrida  de  que  um  erro  de 
escrita  no  Relatório  Fiscal  não  invalidaria  o  lançamento  e  conclui  que  se  assim  for,  os 
contribuintes ficariam à mercê do Fisco nos autos de infrações que contém erro e que podem 
causar prejuízo. 

Assim, afirma que o erro formal no relatório pode ser entendido como “fiel 
descrição do fato infringente” e que o auto de infração recorrido deve ser declarado nulo. 

É o relatório. 

Fl. 101DF  CARF MF

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Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001

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or ANA MARIA BANDEIRA, Assinado digitalmente em 17/04/2013 por JULIO CESAR VIEIRA GOMES



Processo nº 10980.724043/2010­21 
Acórdão n.º 2402­003.342 

S2­C4T2 
Fl. 100 

 
 

 
 

5

 

Voto            

Conselheira Ana Maria Bandeira, Relatora 

O recurso é tempestivo e não há óbice ao seu conhecimento. 

A  recorrente  centra  sua  argumentação  no  entendimento  de  que  cumpre  os 
requisitos para ser optante pelo SIMPLES e como tal não estaria obrigada ao recolhimento da 
contribuição patronal. 

Por  sua vez, a decisão  recorrida esclarece que não houve qualquer menção, 
por parte da auditoria fiscal, de ato de exclusão da empresa do SIMPLES, além disso, verificou 
nos sistemas da Secretaria da Receita Federal do Brasil que a recorrente não havia aderido ao 
referido sistema de tributação. 

Não assiste razão à recorrente. 

A Lei nº 9.317/1996 instituiu o SIMPLES e estabelecia o seguinte: 

 Art.  3°  A  pessoa  jurídica  enquadrada  na  condição  de 
microempresa e de empresa de pequeno porte, na forma do art. 
2°  ,  poderá  optar  pela  inscrição  no  Sistema  Integrado  de 
Pagamento  de  Impostos  e  Contribuições  das  Microempresas  e 
Empresas de Pequeno Porte ­ SIMPLES. (.....) 

Art. 8° A opção pelo SIMPLES dar­se­á mediante a inscrição da 
pessoa  jurídica  enquadrada  na  condição  de  microempresa  ou 
empresa de pequeno porte no Cadastro Geral de Contribuintes 
do  Ministério  da  Fazenda  ­  CGC/MF,  quando  o  contribuinte 
prestará todas as informações necessárias, inclusive quanto: 

 I  ­  especificação  dos  impostos,  dos  quais  é  contribuinte  (IPI, 
ICMS ou ISS); 

 II  ­ ao porte da pessoa  jurídica  (microempresa ou  empresa de 
pequeno porte). 

 §  1°  As  pessoas  jurídicas  já  devidamente  cadastradas  no 
CGC/MF  exercerão  sua  opção  pelo  SIMPLES  mediante 
alteração cadastral. 

 §  2°  A  opção  exercida  de  conformidade  com  este  artigo 
submeterá a pessoa jurídica à sistemática do SIMPLES a partir 
do primeiro dia do ano­calendário subseqüente, sendo definitiva 
para todo o período. 

 §  3°  Excepcionalmente,  no  ano­calendário  de  1997,  a  opção 
poderá ser efetuada até 31 de março, com efeitos a partir de 1° 
de janeiro daquele ano. 

Fl. 102DF  CARF MF

Impresso em 23/04/2013 por RECEITA FEDERAL - PARA USO DO SISTEMA

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Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001

Autenticado digitalmente em 20/03/2013 por ANA MARIA BANDEIRA, Assinado digitalmente em 20/03/2013 p

or ANA MARIA BANDEIRA, Assinado digitalmente em 17/04/2013 por JULIO CESAR VIEIRA GOMES



 

  6 

 § 4° O prazo para a opção a que se refere o parágrafo anterior 
poderá ser prorrogado por ato da Secretaria da Receita Federal. 

 § 5° As pessoas jurídicas inscritas no SIMPLES deverão manter 
em  seus  estabelecimentos,  em  local  visível  ao  público,  placa 
indicativa que esclareça tratar­se de microempresa ou empresa 
de pequeno porte inscrita no SIMPLES. 

§  6oO  indeferimento  da  opção  pelo  SIMPLES,  mediante 
despacho  decisório  de  autoridade  da  Secretaria  da  Receita 
Federal, submeter­se­á ao rito processual do Decreto no70.235, 
de  6  de  março  de  1972.(Incluído  pela  Lei  nº  10.833,  de 
29.12.2003) (g.n.) 

Como  se  vê,  a  opção  pelo  SIMPLES  era  uma  faculdade  concedida  às 
empresas que atendessem aos requisitos, porém, o exercício dessa faculdade se daria por meio 
de pedido formal a ser submetido à apreciação da autoridade administrativa que poderia deferi­
lo ou não. 

A  Lei  nº  9.317/1996  foi  revogada  pela  Lei  Complementar  nº  123/2006, 
entretanto,  a  nova  legislação  manteve  a  adesão  ao  SIMPLES  como  uma  faculdade  do 
contribuinte, conforme se percebe dos trechos abaixo transcritos. 

Art.  16.  A  opção  pelo  Simples  Nacional  da  pessoa  jurídica 
enquadrada  na  condição  de  microempresa  e  empresa  de 
pequeno porte  dar­se­á  na  forma a  ser  estabelecida  em ato  do 
Comitê Gestor, sendo irretratável para todo o ano­calendário. 

§  1oPara  efeito  de  enquadramento  no  Simples  Nacional, 
considerar­se­á  microempresa  ou  empresa  de  pequeno  porte 
aquela  cuja  receita  bruta  no  ano­calendário  anterior  ao  da 
opção esteja compreendida dentro dos limites previstos no art. 3o 

desta Lei Complementar. (...) 

§  2oA  opção  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  deverá  ser 
realizada no mês de janeiro, até o seu último dia útil, produzindo 
efeitos  a  partir  do  primeiro  dia  do  ano­calendário  da  opção, 
ressalvado o disposto no § 3odeste artigo. 

§  3oA  opção  produzirá  efeitos  a  partir  da  data  do  início  de 
atividade,  desde  que  exercida  nos  termos,  prazo  e  condições  a 
serem estabelecidos no ato do Comitê Gestor a que se  refere o 
caput deste artigo. 

§ 4oSerão consideradas  inscritas no Simples Nacional,  em 1ode 
julho de 2007, as microempresas  e  empresas de pequeno porte 
regularmente optantes pelo regime tributário de que trata aLei 
no9.317,  de  5  de  dezembro  de  1996,  salvo  as  que  estiverem 
impedidas  de  optar  por  alguma  vedação  imposta  por  esta  Lei 
Complementar. 

§ 5oO Comitê Gestor regulamentará a opção automática prevista 
no § 4odeste artigo. 

§  6oO  indeferimento  da  opção  pelo  Simples  Nacional  será 
formalizado mediante ato da Administração Tributária segundo 
regulamentação do Comitê Gestor.(g.n.) 

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Processo nº 10980.724043/2010­21 
Acórdão n.º 2402­003.342 

S2­C4T2 
Fl. 101 

 
 

 
 

7

A  legislação  que  rege  a  matéria  é  clara  no  sentido  de  que  o  usufruto  do 
sistema diferenciado de tributação é feito mediante opção por parte da empresa. 

A decisão  recorrida menciona  que  foi  feita  pesquisa  no  banco  de  dados  da 
Secretaria  da  Receita  Federal  do  Brasil  e  não  consta  que  a  empresa  tenha  optado  pelo 
SIMPLES. A  recorrente, por sua vez, põe em dúvida a  informação,  sob o argumento de que 
nenhuma prova do alegado teria sido juntada aos autos. 

Cumpre dizer que a afirmação da autoridade julgadora de primeira instância 
merece fé. Ademais, toda a questão a respeito de uma suposta opção pelo SIMPLES foi trazida 
pela empresa em sua defesa e cabia a ela, então, trazer as provas da alegada opção. 

A  recorrente  solicita  que  o  lançamento  seja  declarado  nulo  em  razão  da 
menção equivocada no Relatório Fiscal do art. 32­A, “caput”, inciso II, da Lei 8.212/91, com a 
redação dada pela MP 449/2008.  

Tal  qual  afirmado  na  decisão  recorrida,  entendo  que  tal  equívoco  não  é 
suficiente para  invalidar a autuação, uma vez que, na  folha de  rosto do Auto de  Infração  foi 
lançada a fundamentação legal correta. 

Pela  razão  acima,  carece  de  fundamento  a  alegação  da  recorrente  de  que o 
lançamento  deveria  ser  declarado  nulo  pela  qual  ausência  da  “fiel  descrição  do  fato 
infringente”.  

No que tange à multa aplicada, observa­se que a Lei nº 11.941/2009 alterou a 
sistemática de cálculo de multa por infrações relacionadas à GFIP. 

Para tanto, inseriu o art. 32­A, o qual dispõe o seguinte: 

“Art.32­A.O contribuinte que deixar de apresentar a declaração 
de  que  trata  o  inciso  IV  do  art.  32  no  prazo  fixado  ou  que  a 
apresentar  com  incorreções  ou  omissões  será  intimado  a 
apresentá­la  ou  a  prestar  esclarecimentos  e  sujeitar­se­á  às 
seguintes multas: 

I  –  de  R$  20,00  (vinte  reais)  para  cada  grupo  de  10  (dez) 
informações incorretas ou omitidas; e 

II  –  de  2%  (dois  por  cento)  ao  mês­calendário  ou  fração, 
incidentes sobre o montante das contribuições informadas, ainda 
que  integralmente  pagas,  no  caso  de  falta  de  entrega  da 
declaração ou entrega após o prazo,  limitada a 20% (vinte por 
cento), observado o disposto no § 3o deste artigo.  

§ 1o Para efeito de aplicação da multa prevista no  inciso  II do 
caput  deste  artigo,  será  considerado  como  termo  inicial  o  dia 
seguinte ao término do prazo fixado para entrega da declaração 
e como termo final a data da efetiva entrega ou, no caso de não­
apresentação,  a  data  da  lavratura  do  auto  de  infração  ou  da 
notificação de lançamento. 

§ 2o Observado o disposto no § 3o deste artigo, as multas serão 
reduzidas: 

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  8 

I – à metade, quando a declaração for apresentada após o prazo, 
mas  antes  de  qualquer  procedimento  de  ofício;  ou  II  –  a  75% 
(setenta  e  cinco  por  cento),  se  houver  apresentação  da 
declaração no prazo fixado em intimação. 

§ 3o A multa mínima a ser aplicada será de: 

I  –  R$  200,00  (duzentos  reais),  tratando­se  de  omissão  de 
declaração  sem  ocorrência  de  fatos  geradores  de  contribuição 
previdenciária; e II – R$ 500,00 (quinhentos reais), nos demais 
casos.” 

No  caso  em  tela,  trata­se  de  infração  que  agora  se  enquadra  no  art.  32­A, 
inciso I. 

Considerando  o  princípio  da  retroatividade  benigna  previsto  no  art.  106. 
inciso  II,  alínea  “c”,  do  Código  Tributário  Nacional,  há  que  se  verificar  a  situação  mais 
favorável ao sujeito passivo, face às alterações trazidas. 

Nesse  sentido,  entendo  que  na  execução  do  julgado,  a  autoridade  fiscal 
deverá  verificar,  com  base  nas  alterações  trazidas,  qual  a  situação  mais  benéfica  ao 
contribuinte. 

Diante do exposto e de tudo o mais que dos autos consta. 

Voto  no  sentido  de CONHECER  do  recurso  e  DAR­LHE  PROVIMENTO 
PARCIAL,  para  que  seja  efetuado  o  cálculo  da multa  de  acordo  com  o  art.  32­A  da  Lei  nº 
8.212/1991 e comparado ao cálculo anterior, para que seja aplicado o cálculo mais benéfico ao 
sujeito passivo. 

É como voto. 

 

Ana Maria Bandeira 

           

 

           

 

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    <str name="materia_s">IPI- processos NT- créd.presumido ressarc PIS e COFINS</str>
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    <str name="camara_s">3ª SEÇÃO</str>
    <str name="ementa_s">RESSARCIMENTO DE IPI. AQUISIÇÕES A NÃO CONTRIBUINTES DO PIS E COFINS E ACRÉSCIMO DE JUROS CALCULADOS COM BASE NA TAXA SELIC. APLICAÇÃO DAS DECISÕES DO STJ PROFERIDAS NO RITO DO ART. 543-C.
Na forma de reiterada jurisprudência oriunda do STJ, é cabível a inclusão na base de cálculo do crédito presumido de que trata
a Lei nº 9.363/96 das aquisições efetuadas junto a pessoas físicas bem como a aplicação da taxa selic acumulada a partir da data de protocolização do pedido administrativo, a título de “atualização monetária” do valor requerido, quando o seu deferimento decorre de ilegítima resistência por parte da Administração tributária (RESP 993.164)</str>
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CSRF­T3 

Fl. 1 

 
 

 
 

1

           

CSRF­T3  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
CÂMARA SUPERIOR DE RECURSOS FISCAIS 

 

Processo nº  13866.0001792002­01 

Recurso nº  240.106   Especial do Contribuinte 

Acórdão nº  9303­001.950  –  3ª Turma  

Sessão de  11 de abril de 2012 

Matéria  CRÉDITO PRESUMIDO DE IPI 

Recorrente  USINA CERRADINHO AÇÚCAR E ÁLCOOL S/A 

Interessado  FAZENDA NACIONAL 

 

RESSARCIMENTO DE IPI. AQUISIÇÕES A NÃO CONTRIBUINTES DO 
PIS E COFINS E ACRÉSCIMO DE JUROS CALCULADOS COM BASE 
NA TAXA SELIC. APLICAÇÃO DAS DECISÕES DO STJ PROFERIDAS 
NO RITO DO ART. 543­C. Na  forma de reiterada jurisprudência oriunda do 
STJ, é cabível a inclusão na base de cálculo do crédito presumido de que trata 
a Lei nº 9.363/96 das aquisições efetuadas junto a pessoas físicas bem como a 
aplicação  da  taxa  selic  acumulada  a  partir  da  data  de  protocolização  do 
pedido administrativo, a título de “atualização monetária” do valor requerido, 
quando  o  seu  deferimento  decorre  de  ilegítima  resistência  por  parte  da 
Administração tributária (RESP 993.164) 

 
 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

Acordam  os  membros  do  colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em  dar 
provimento ao recurso nos termos do relatório e  do voto que integram o presente julgado. 

 

OTACÍLIO DANTAS CARTAXO ­ Presidente.  

 

JÚLIO CÉSAR ALVES RAMOS ­ Relator. 

 

EDITADO EM: 05/05/2012 

Participaram  da  sessão  de  julgamento  os  conselheiros:  Otacílio  Dantas 
Cartaxo, Henrique Pinheiro Torres, Nanci Gama, Júlio César Alves Ramos, Rodrigo Cardozo 
Miranda, Rodrigo da Costa Pôssas, Francisco Maurício Rabelo de Albuquerque Silva, Marcos 
Aurélio Pereira Valadão, Maria Teresa Martinez Lopez  e Susy Gomes Hoffmann. 

  

Fl. 341DF  CARF MF

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012 por OTACILIO DANTAS CARTAXO, Assinado digitalmente em 05/05/2012 por JULIO CESAR ALVES RAMOS



 

  2

 

Relatório 

Trata­se  de  recurso  especial  de  divergência  com  fundamento  no  art.  67  e 
parágrafos do Regimento Interno do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais ­ RICARF, 
aprovado pela Portaria MF n° 256, de 22/06/2009, que visa contestar   decisão proferida pela 
terceira câmara do então segundo conselho de contribuintes expressa no acórdão 203­13.807. 

Nele,  havia  sido  negado  o  direito  ao  crédito  presumido  instituído  pela  Lei 
9.363/96  sobre  as  aquisições  de  insumos  efetuadas  junto  a  pessoas  físicas  e  sobre  despesas 
entendidas como gastos gerais de fabricação, e não insumos. Além disso, também foi apontada 
a impossibilidade de acréscimo da taxa selic ao valor a ressarcir.  

O Presidente da Câmara recorrida deu seguimento parcial ao recurso especial 
por entender que não foram atendidos os pressupostos necessários para sua admissibilidade à 
Câmara Superior de Recursos Fiscais  quanto à questão do direito ao crédito presumido sobre 
os gastos gerais de  fabricação, uma vez que, nesta parte, o Acórdão  recorrido está conforme 
Súmula de jurisprudência do Conselho de Contribuintes.  

Quanto às outras duas matérias, o contribuinte apresentou como paradigmas a 
decisão CSRF  02­01.653 e o acórdão nº 201­75.502. 

Houve  contra­razões,  em  que  a  PFN  pugna  pela  manutenção  do  quanto 
decidido. 

É o Relatório.   

Voto            

Conselheiro JÚLIO CÉSAR ALVES RAMOS 

O relatório foi sucinto porquanto as matérias discutidas no presente recurso já 
se encontram inteiramente pacificadas no âmbito deste Colegiado. 

Com  efeito,  elas  não  comportam maiores  delongas  por  parte  desta Câmara 
Superior em razão da  inclusão, em seu regimento, do art. 62­A, que  impôs a  reprodução das 
decisões do Superior Tribunal de Justiça que tenham sido proferidas já na sistemática do art. 
543­C. 

Assim foi feito em relação às duas questões sob análise no julgamento do RE 
993.164,  o  qual,  em  cumprimento  da  norma  regimental,  reproduzo  a  seguir  a  fim  de  dar 
provimento ao recurso do contribuinte. 

PROCESSUAL  CIVIL.  RECURSO  ESPECIAL 
REPRESENTATIVO  DE  CONTROVÉRSIA.  IPI.  CRÉDITO 
PRESUMIDO  PARA  RESSARCIMENTO  DO  VALOR  DO 
PIS/PASEP  E  DA  COFINS.  EMPRESAS  PRODUTORAS  E 
EXPORTADORAS  DE  MERCADORIAS  NACIONAIS.  LEI 
9.363/96.  INSTRUÇÃO  NORMATIVA  SRF  23/97. 
CONDICIONAMENTO  DO  INCENTIVO  FISCAL  AOS 
INSUMOS  ADQUIRIDOS DE  FORNECEDORES  SUJEITOS À 

Fl. 342DF  CARF MF

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012 por OTACILIO DANTAS CARTAXO, Assinado digitalmente em 05/05/2012 por JULIO CESAR ALVES RAMOS



Processo nº 13866.0001792002­01 
Acórdão n.º 9303­001.950 

CSRF­T3 
Fl. 2 

 
 

 
 

3

TRIBUTAÇÃO  PELO  PIS  E  PELA  COFINS.  EXORBITÂNCIA 
DOS  LIMITES  IMPOSTOS  PELA  LEI  ORDINÁRIA.  SÚMULA 
VINCULANTE  10/STF.  OBSERVÂNCIA.  INSTRUÇÃO 
NORMATIVA  (ATO  NORMATIVO  SECUNDÁRIO). 
CORREÇÃO  MONETÁRIA.  INCIDÊNCIA.  EXERCÍCIO  DO 
DIREITO  DE  CRÉDITO  POSTERGADO  PELO  FISCO.  NÃO 
CARACTERIZAÇÃO  DE  CRÉDITO  ESCRITURAL.  TAXA 
SELIC. APLICAÇÃO. VIOLAÇÃO DO ARTIGO 535, DO CPC. 
INOCORRÊNCIA. 

1. O crédito presumido de IPI, instituído pela Lei 9.363/96, não 
poderia  ter  sua  aplicação  restringida  por  força  da  Instrução 
Normativa SRF 23/97, ato normativo secundário, que não pode 
inovar no ordenamento jurídico, subordinando­se aos limites do 
texto legal. 

2.  A  Lei  9.363/96  instituiu  crédito  presumido  de  IPI  para 
ressarcimento do valor do PIS/PASEP e COFINS, ao dispor que: 
"Art.  1º  A  empresa  produtora  e  exportadora  de  mercadorias 
nacionais  fará  jus  a  crédito  presumido  do  Imposto  sobre 
Produtos  Industrializados,  como  ressarcimento  das 
contribuições de que tratam as Leis Complementares nos 7, de 7 
de  setembro  de  1970,  8,  de  3  de  dezembro  de  1970,  e  de 
dezembro de 1991, incidentes sobre as respectivas aquisições, no 
mercado interno, de matérias­primas, produtos intermediários e 
material  de embalagem, para utilização no processo produtivo. 
Parágrafo  único.  O  disposto  neste  artigo  aplica­se,  inclusive, 
nos casos de venda a empresa comercial exportadora com o fim 
específico  de  exportação  para  o  exterior."  3.  O  artigo  6º,  do 
aludido  diploma  legal,  determina,  ainda,  que  "o  Ministro  de 
Estado  da  Fazenda  expedirá  as  instruções  necessárias  ao 
cumprimento  do  disposto  nesta  Lei,  inclusive  quanto  aos 
requisitos  e  periodicidade  para  apuração  e  para  fruição  do 
crédito  presumido  e  respectivo  ressarcimento,  à  definição  de 
receita de exportação e aos documentos  fiscais comprobatórios 
dos  lançamentos,  a  esse  título,  efetuados  pelo  produtor 
exportador".  4.  O  Ministro  de  Estado  da  Fazenda,  no  uso  de 
suas  atribuições,  expediu  a  Portaria  38/97,  dispondo  sobre  o 
cálculo  e  a  utilização  do  crédito  presumido  instituído  pela  Lei 
9.363/96  e  autorizando  o  Secretário  da  Receita  Federal  a 
expedir  normas  complementares  necessárias  à  implementação 
da aludida portaria (artigo 12). 5. Nesse segmento, o Secretário 
da  Receita  Federal  expediu  a  Instrução  Normativa  23/97 
(revogada,  sem  interrupção  de  sua  força  normativa,  pela 
Instrução Normativa  313/2003,  também  revogada,  nos  mesmos 
termos,  pela  Instrução  Normativa  419/2004),  assim 
preceituando:  "Art.  2º  Fará  jus  ao  crédito  presumido  a  que  se 
refere o  artigo  anterior  a  empresa  produtora  e  exportadora  de 
mercadorias  nacionais.  §  1º  O  direito  ao  crédito  presumido 
aplica­se  inclusive:  I  ­  Quando  o  produto  fabricado  goze  do 
benefício da alíquota zero; II ­ nas vendas a empresa comercial 
exportadora, com o fim específico de exportação. § 2º O crédito 
presumido  relativo  a  produtos  oriundos  da  atividade  rural, 
conforme definida no art. 2º da Lei nº 8.023, de 12 de abril de 
1990, utilizados  como matéria­prima, produto  intermediário ou 

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embalagem,  na  produção  bens  exportados,  será  calculado, 
exclusivamente, em relação às aquisições, efetuadas de pessoas 
jurídicas,  sujeitas  às  contribuições  PIS/PASEP  e  COFINS."  6. 
Com  efeito,  o  §  2º,  do  artigo  2º,  da  Instrução  Normativa  SRF 
23/97,  restringiu  a  dedução  do  crédito  presumido  do  IPI 
(instituído  pela  Lei  9.363/96),  no  que  concerne  às  empresas 
produtoras  e  exportadoras  de  produtos  oriundos  de  atividade 
rural,  às  aquisições,  no mercado  interno,  efetuadas  de  pessoas 
jurídicas sujeitas às contribuições destinadas ao PIS/PASEP e à 
COFINS.  7.  Como  de  sabença,  a  validade  das  instruções 
normativas  (atos  normativos  secundários)  pressupõe  a  estrita 
observância  dos  limites  impostos  pelos  atos  normativos 
primários  a  que  se  subordinam  (leis,  tratados,  convenções 
internacionais,  etc.),  sendo  certo  que,  se  vierem a positivar  em 
seu  texto  uma  exegese  que  possa  irromper  a  hierarquia 
normativa  sobrejacente,  viciar­se­ão  de  ilegalidade  e  não  de 
inconstitucionalidade  (Precedentes  do  Supremo  Tribunal 
Federal: ADI 531 AgR, Rel. Ministro Celso de Mello, Tribunal 
Pleno,  julgado em 11.12.1991, DJ 03.04.1992; e ADI 365 AgR, 
Rel.  Ministro  Celso  de  Mello,  Tribunal  Pleno,  julgado  em 
07.11.1990,  DJ  15.03.1991).  8.  Conseqüentemente,  sobressai  a 
"ilegalidade"  da  instrução  normativa  que  extrapolou  os  limites 
impostos  pela  Lei  9.363/96,  ao  excluir,  da  base  de  cálculo  do 
benefício  do  crédito  presumido  do  IPI,  as  aquisições 
(relativamente  aos  produtos  oriundos  de  atividade  rural)  de 
matéria­prima  e  de  insumos  de  fornecedores  não  sujeito  à 
tributação  pelo  PIS/PASEP  e  pela  COFINS  (Precedentes  das 
Turmas  de  Direito  Público:  REsp  849287/RS,  Rel.  Ministro 
Mauro  Campbell  Marques,  Segunda  Turma,  julgado  em 
19.08.2010,  DJe  28.09.2010;  AgRg  no  REsp  913433/ES,  Rel. 
Ministro  Humberto  Martins,  Segunda  Turma,  julgado  em 
04.06.2009,  DJe  25.06.2009;  REsp  1109034/PR,  Rel.  Ministro 
Benedito  Gonçalves,  Primeira  Turma,  julgado  em  16.04.2009, 
DJe  06.05.2009;  REsp  1008021/CE,  Rel.  Ministra  Eliana 
Calmon,  Segunda  Turma,  julgado  em  01.04.2008,  DJe 
11.04.2008; REsp 767.617/CE, Rel. Ministro Luiz Fux, Primeira 
Turma,  julgado  em  12.12.2006,  DJ  15.02.2007;  REsp 
617733/CE,  Rel.  Ministro  Teori  Albino  Zavascki,  Primeira 
Turma,  julgado  em  03.08.2006,  DJ  24.08.2006;  e  REsp 
586392/RN,  Rel.  Ministra  Eliana  Calmon,  Segunda  Turma, 
julgado em 19.10.2004, DJ 06.12.2004). 9. É que: (i) "a COFINS 
e  o  PIS  oneram  em  cascata  o  produto  rural  e,  por  isso,  estão 
embutidos  no  valor  do  produto  final  adquirido  pelo  produtor­
exportador,  mesmo  não  havendo  incidência  na  sua  última 
aquisição";  (ii)  "o  Decreto  2.367/98  ­  Regulamento  do  IPI  ­, 
posterior  à  Lei  9.363/96,  não  fez  restrição  às  aquisições  de 
produtos rurais"; e (iii) "a base de cálculo do ressarcimento é o 
valor  total  das  aquisições  dos  insumos  utilizados  no  processo 
produtivo (art. 2º), sem condicionantes" (REsp 586392/RN). 10. 
A Súmula Vinculante 10/STF cristalizou o entendimento de que: 
"Viola  a  cláusula  de  reserva  de  plenário  (CF,  artigo  97)  a 
decisão  de  órgão  fracionário  de  tribunal  que,  embora  não 
declare  expressamente  a  inconstitucionalidade  de  lei  ou  ato 
normativo  do  poder  público,  afasta  sua  incidência,  no  todo  ou 
em  parte."  11.  Entrementes,  é  certo  que  a  exigência  de 
observância  à  cláusula  de  reserva  de  plenário  não  abrange  os 
atos  normativos  secundários  do  Poder  Público,  uma  vez  não 

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Processo nº 13866.0001792002­01 
Acórdão n.º 9303­001.950 

CSRF­T3 
Fl. 3 

 
 

 
 

5

estabelecido  confronto  direto  com  a  Constituição,  razão  pela 
qual  inaplicável  a  Súmula  Vinculante  10/STF  à  espécie.  12.  A 
oposição constante de ato estatal, administrativo ou normativo, 
impedindo a utilização do direito de  crédito de  IPI  (decorrente 
da  aplicação  do  princípio  constitucional  da  não­
cumulatividade), descaracteriza referido crédito como escritural 
(assim  considerado  aquele  oportunamente  lançado  pelo 
contribuinte  em  sua  escrita  contábil),  exsurgindo  legítima  a 
incidência  de  correção monetária,  sob  pena  de  enriquecimento 
sem  causa  do  Fisco  (Aplicação  analógica  do  precedente  da 
Primeira  Seção  submetido  ao  rito  do  artigo  543­C,  do  CPC: 
REsp  1035847/RS,  Rel.  Ministro  Luiz  Fux,  julgado  em 
24.06.2009, DJe 03.08.2009). 13. A Tabela Única aprovada pela 
Primeira  Seção  (que  agrega  o Manual  de  Cálculos  da  Justiça 
Federal e a jurisprudência do STJ) autoriza a aplicação da Taxa 
SELIC (a partir de janeiro de 1996) na correção monetária dos 
créditos  extemporaneamente  aproveitados  por  óbice  do  Fisco 
(REsp  1150188/SP,  Rel.  Ministra  Eliana  Calmon,  Segunda 
Turma, julgado em 20.04.2010, DJe 03.05.2010). 14. Outrossim, 
a  apontada  ofensa  ao  artigo  535,  do  CPC,  não  restou 
configurada, uma vez que o acórdão recorrido pronunciou­se de 
forma  clara  e  suficiente  sobre  a  questão  posta  nos  autos. 
Saliente­se,  ademais,  que  o  magistrado  não  está  obrigado  a 
rebater, um a um, os argumentos trazidos pela parte, desde que 
os fundamentos utilizados tenham sido suficientes para embasar 
a  decisão,  como  de  fato  ocorreu  na  hipótese  dos  autos.  15. 
Recurso  especial  da  empresa  provido  para  reconhecer  a 
incidência de  correção monetária  e a aplicação da Taxa Selic. 
16.  Recurso  especial  da  Fazenda  Nacional  desprovido.  17. 
Acórdão  submetido  ao  regime  do  artigo  543­C,  do  CPC,  e  da 
Resolução STJ 08/2008. 

Comprovado que a a obstaculização da Fazenda pública ao recebimento pelo 
contribuinte de parte dos valores pleiteados decorreu de ato normativo  tido por  ilegal pelo e. 
Superior  Tribunal  de  Justiça,  cabível,  por  aplicação  obrigatória  do  entendimento  do mesmo 
Tribunal, a adição de juros ainda que calculados com base na  taxa Selic utilizada aqui como 
“índice de atualização monetária”. 

Voto, assim, pelo provimento do recurso especial do contribuinte. 

É o voto. 

JÚLIO  CÉSAR  ALVES  RAMOS  ­  Relator

           

 

           

 

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    <float name="score">1.0</float></doc>
  <doc>
    <str name="materia_s">IRPF- auto de infração eletronico (exceto multa DIRPF)</str>
    <date name="dt_index_tdt">2021-10-08T01:09:55Z</date>
    <str name="anomes_sessao_s">201205</str>
    <str name="camara_s">Segunda Câmara</str>
    <str name="ementa_s">IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA FÍSICA - IRPF  
Exercício: 2000  
DEDUÇÕES  DE  DESPESAS  MÉDICAS.  REQUISITOS  PARA  DEDUÇÃO.  
As despesas médicas, assim como todas as demais deduções, dizem respeito à  base de cálculo do imposto que, à luz do disposto no art. 97, IV, do Código  Tributário  Nacional,  está  sob  reserva  de  lei  em  sentido  formal.  
Assim,  a  intenção do legislador foi permitir a dedução de despesas com a manutenção  da  saúde  humana,  podendo  a  autoridade  fiscal  perquirir  se  os  serviços  efetivamente foram prestados ao declarante ou a seus dependentes, rejeitando  de pronto àqueles que não identificam o pagador, os serviços prestados ou  não identificam na forma da lei os prestadores de serviços ou quando esses  não sejam habilitados. A simples indicação na Declaração de Ajuste Anual de  despesas médicas, por si só, não autoriza a sua dedução, mormente quando o  contribuinte,  sob  procedimento  fiscal,  apresenta  recibos  médicos,  cuja  efetividade do pagamento e/ou da prestação de serviços não foi confirmada  pelo prestador e o mesmo deixa de apresentar documentação hábil e idônea  complementar que comprove que cumpriu os requisitos determinados pela  legislação de regência.  
DESPESAS  MÉDICAS.  PLANOS  DE  SAÚDE.  REQUISITOS  PARA  DEDUÇÃO DA BASE DE CÁLCULO DO IMPOSTO.  
Na determinação da base de cálculo sujeita à incidência do imposto, poderá  ser  deduzido  o  total  dos  valores  das  prestações  mensais  pagas  para  participação em planos de saúde que assegurem direitos de atendimento ou  ressarcimento de despesas de natureza médica, odontológica ou hospitalar,  prestado por empresas domiciliadas no País, em benefício do contribuinte ou  de seus dependentes relacionados na Declaração de Ajuste Anual, desde que  os pagamentos sejam devidamente comprovados, por meio da apresentação  de documentação hábil e idônea INFORMAÇÃO E COMPROVAÇÃO DOS DADOS CONSTANTES DA
DECLARAÇÃO DE AJUSTE ANUAL. DEVER DO CONTRIBUINTE.
CONFERÊNCIA DOS DADOS INFORMADOS. DEVER DA
AUTORIDADE FISCAL.
É dever do contribuinte informar e, se for o caso, comprovar os dados nos campos próprios das correspondentes declarações de rendimentos e, conseqüentemente, calcular e pagar o montante do imposto apurado, por outro lado, cabe a autoridade fiscal o dever da conferência destes dados.
Assim, na ausência de comprovação, por meio de documentação hábil e idônea, das deduções realizadas na base de cálculo do imposto de renda, é dever de a autoridade fiscal efetuar a sua glosa.
MULTA DE LANÇAMENTO DE OFICIO. RESPONSABILIDADE OBJETIVA.
A responsabilidade por infrações da legislação tributária independe da intenção do agente ou responsável. O fato de não haver má-fé do contribuinte não descaracteriza o poder-dever
da Administração de lançar com multa de oficio rendimentos omitidos na declaração de ajuste.
ACRÉSCIMOS LEGAIS. JUROS MORATÓRIOS. TAXA SELIC.
A partir de 1º de abril de 1995, os juros moratórios incidentes sobre débitos tributários administrados pela Secretaria da Receita Federal são devidos, no período de inadimplência, à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e Custódia SELIC
para títulos federais (Súmula CARF nº 4).
Recurso negado.</str>
    <str name="turma_s">Segunda Turma Ordinária da Segunda Câmara da Segunda Seção</str>
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    <str name="secao_s">Segunda Seção de Julgamento</str>
    <str name="arquivo_indexado_s">S</str>
    <arr name="decisao_txt">
      <str>ACORDAM os membros do Colegiado, por unanimidade de votos, negar  provimento ao recurso, nos termos do voto do Relator.</str>
    </arr>
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S2­C2T2 

Fl. 1 

 
 

 
 

1

           

S2­C2T2  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
SEGUNDA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  13706.000882/2004­40 

Recurso nº  999.999   Voluntário 

Acórdão nº  2202­01.824  –  2ª Câmara / 2ª Turma Ordinária  

Sessão de  16 de maio de 2012 

Matéria  IRPF 

Recorrente  JOÃO  BORSANI 

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA FÍSICA ­ IRPF 

Exercício: 2000 

DEDUÇÕES  DE  DESPESAS  MÉDICAS.  REQUISITOS  PARA 
DEDUÇÃO. 

As despesas médicas, assim como todas as demais deduções, dizem respeito à 
base de cálculo do imposto que, à luz do disposto no art. 97, IV, do Código 
Tributário  Nacional,  está  sob  reserva  de  lei  em  sentido  formal.  Assim,  a 
intenção do legislador foi permitir a dedução de despesas com a manutenção 
da  saúde  humana,  podendo  a  autoridade  fiscal  perquirir  se  os  serviços 
efetivamente foram prestados ao declarante ou a seus dependentes, rejeitando 
de  pronto  àqueles  que  não  identificam  o  pagador,  os  serviços  prestados  ou 
não  identificam na forma da  lei os prestadores de serviços ou quando esses 
não sejam habilitados. A simples indicação na Declaração de Ajuste Anual de 
despesas médicas, por si só, não autoriza a sua dedução, mormente quando o 
contribuinte,  sob  procedimento  fiscal,  apresenta  recibos  médicos,  cuja 
efetividade do pagamento e/ou da prestação de serviços não  foi confirmada 
pelo prestador e o mesmo deixa de apresentar documentação hábil  e  idônea 
complementar  que  comprove  que  cumpriu  os  requisitos  determinados  pela 
legislação de regência. 

DESPESAS  MÉDICAS.  PLANOS  DE  SAÚDE.  REQUISITOS  PARA 
DEDUÇÃO DA BASE DE CÁLCULO DO IMPOSTO. 

Na determinação da base de cálculo sujeita à incidência do imposto, poderá 
ser  deduzido  o  total  dos  valores  das  prestações  mensais  pagas  para 
participação em planos  de  saúde que  assegurem direitos de atendimento ou 
ressarcimento  de  despesas  de  natureza médica,  odontológica  ou  hospitalar, 
prestado por empresas domiciliadas no País, em benefício do contribuinte ou 
de seus dependentes relacionados na Declaração de Ajuste Anual, desde que 
os  pagamentos  sejam devidamente  comprovados,  por meio  da  apresentação 
de documentação hábil e idônea 

  

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INFORMAÇÃO  E  COMPROVAÇÃO  DOS  DADOS  CONSTANTES  DA 
DECLARAÇÃO  DE  AJUSTE  ANUAL.  DEVER  DO  CONTRIBUINTE. 
CONFERÊNCIA  DOS  DADOS  INFORMADOS.  DEVER  DA 
AUTORIDADE FISCAL. 

É dever do  contribuinte  informar  e,  se  for o  caso,  comprovar os dados  nos 
campos  próprios  das  correspondentes  declarações  de  rendimentos  e, 
conseqüentemente,  calcular  e  pagar  o  montante  do  imposto  apurado,  por 
outro  lado,  cabe  a  autoridade  fiscal  o  dever  da  conferência  destes  dados. 
Assim,  na  ausência  de  comprovação,  por  meio  de  documentação  hábil  e 
idônea,  das  deduções  realizadas  na  base  de  cálculo  do  imposto  de  renda,  é 
dever de a autoridade fiscal efetuar a sua glosa. 

MULTA  DE  LANÇAMENTO  DE  OFICIO.  RESPONSABILIDADE 
OBJETIVA. 

A  responsabilidade  por  infrações  da  legislação  tributária  independe  da 
intenção do agente ou responsável. O fato de não haver má­fé do contribuinte 
não descaracteriza o poder­dever da Administração de  lançar com multa de 
oficio rendimentos omitidos na declaração de ajuste. 

ACRÉSCIMOS LEGAIS. JUROS MORATÓRIOS. TAXA SELIC. 

A partir de 1º de abril de 1995, os juros moratórios incidentes sobre débitos 
tributários administrados pela Secretaria da Receita Federal são devidos, no 
período  de  inadimplência,  à  taxa  referencial  do  Sistema  Especial  de 
Liquidação e Custódia ­ SELIC para títulos federais (Súmula CARF nº 4). 

Recurso negado. 

 
 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

ACORDAM  os  membros  do  Colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  negar 
provimento ao recurso, nos termos do voto do Relator.  

 

 

(Assinado digitalmente) 

Nelson Mallmann ­ Presidente e Relator 

 

Participaram do presente julgamento os Conselheiros Maria Lúcia Moniz de 
Aragão  Calomino  Astorga,  Eivanice  Canário  da  Silva,  Antonio  Lopo  Martinez,  Odair 
Fernandes, Pedro Anan Junior e Nelson Mallmann (Presidente). Ausentes, justificadamente, os 
Conselheiros Rafael Pandolfo e Helenilson Cunha Pontes. 

 

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Processo nº 13706.000882/2004­40 
Acórdão n.º 2202­01.824 

S2­C2T2 
Fl. 2 

 
 

 
 

3

Relatório 

JOÃO  BORSANI,  contribuinte  inscrito  no  CPF/MF  066.807.127­34,  com 
domicílio  fiscal  na  cidade do Rio de  Janeiro  ­ RJ, Estado do Rio de  Janeiro,  à Rua Dias da 
Rocha, nº 71 – apto 401, Bairro Copacabana, jurisdicionado a Delegacia da Receita Federal do 
Brasil  de Administração Tributária  no Rio  de  Janeiro  ­ RJ,  inconformado  com  a  decisão  de 
Primeira Instância de fls. 120/127, prolatada pela 1ª Turma da Delegacia da Receita Federal do 
Brasil  de  Julgamento  em  Juiz  de  Fora  ­  MG,  recorre,  a  este  Conselho  Administrativo  de 
Recursos Fiscais, pleiteando a sua reforma, nos termos da petição de fls. 130/131. 

Contra  o  contribuinte  acima  mencionado  foi  lavrado,  pela  Delegacia  da 
Receita Federal  do Brasil  na  cidade de Manaus  – AM, em 04/04/2003, Auto de  Infração de 
Imposto de Renda Pessoa Física (fls. 02/05), com ciência através de AR, em 29/01/2004 (fls. 
113), exigindo­se o recolhimento do crédito tributário no valor total de R$ 11.932,47 (padrão 
monetário da época do lançamento do crédito tributário), a título de Imposto de Renda Pessoa 
Física, acrescidos da multa de lançamento de ofício normal de 75% e dos juros de mora de, no 
mínimo, de 1% ao mês, calculados sobre o valor do imposto de renda, relativo ao exercício de 
2000, correspondente ao ano­calendário de 1999.  

A exigência fiscal em exame teve origem em procedimentos de fiscalização 
de  revisão  de Declaração  de Ajuste Anual  referente  ao  exercício  de  2000 onde  a  autoridade 
lançadora entendeu haver as seguintes irregularidades: 

1  –  DEDUÇÃO  INDEVIDA  A  TÍTULO  DE  CONTRIBUIÇÃO  A 
PREVIDÊNCIA  OFICIAL  NO  VALOR  DE  R$  1.652,69,  POR  FALTA  DE 
COMPROVAÇÃO. Infração capitulada no artigo 8º, inciso II, alínea 'D', e §§ 2º e 3º, da Lei 
nº 9.250, de 1990.  

2  ­  DEDUÇÃO  INDEVIDA  A  TÍTULO  DE  CONTRIBUIÇÃO  A 
PREVIDÊNCIA  PRIVADA  E  FAPI  NO  VALOR  DE  R$  1.017,00,  POR  FALTA  DE 
COMPROVAÇÃO. Infração capitulada no artigo 8º, inciso II, alínea 'D', e §§ 2º e 3º, da Lei 
nº 9.250, de 1990.  

3 ­ DEDUÇÃO INDEVIDA COM DEPENDENTES NO VALOR DE R$ 
3.240,00, POR FALTA DE COMPROVAÇÃO. Infração capitulada nos artigos 8º, inciso II, 
alínea 'C' e 35, da Lei nº 9.250, de 1990. 

4  ­  DEDUÇÃO  INDEVIDA  A  TÍTULO  DE  DESPESA  COM 
INSTRUÇÃO  NO  VALOR  DE  R$  6.800,00  POR  FALTA  DE  COMPROVAÇÃO. 
Infração capitulada no artigo 8º, inciso II, alínea 'B', e §§ 3º, da Lei nº 9.250, de 1990. 

5 ­ DEDUÇÃO INDEVIDA A TÍTULO DE DESPESAS MÉDICAS NO 
VALOR  DE  R$  6.501,15  POR  FALTA  DE  COMPROVAÇÃO.  Infração  capitulada  no 
artigo 8º, inciso II, alínea 'A', e §§ 2º e 3º, da Lei nº 9.250, de 1990. 

Em  sua  peça  impugnatória  de  fls.  01,  instruída  pelos  documentos  de  fls. 
03/103,  apresentada,  tempestivamente,  em  27/02/2004,  o  contribuinte,  se  indispõe  contra  a 
exigência fiscal, solicitando que seja acolhida à  impugnação para declarar a insubsistência do 

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Auto de Infração, com base, em síntese, no argumento de que as deduções estão comprovadas 
por meio dos documentos que anexa. Para embasar o pleito, anexou documentos de fls. 02 a 
102. 

Após  resumir  os  fatos  constantes  da  autuação  e  as  principais  razões 
apresentadas  pelo  impugnante,  os  membros  da  Primeira  Turma  da  Delegacia  da  Receita 
Federal do Brasil de Julgamento em Juiz de Fora ­ MG concluíram pela procedência parcial da 
ação  fiscal  e  pela  manutenção,  em  parte,  do  crédito  tributário,  com  base,  em  síntese,  nas 
seguintes considerações: 

­ que questionou o contribuinte, em sua impugnação, as glosas de deduções 
efetuadas  no  procedimento  de  malha.  Apresentou  diversos  documentos  com  a  intenção  de 
comprovar  as  deduções  da  base  de  calculo  informadas  em  sua  declaração  de  ajuste  anual, 
exercício 2000 (fls. 114 a 116); 

­ que, quanto à contribuição à previdência oficial e privada, é de se dizer que 
o comprovante de folha 12 da conta de que houve pagamento de contribuição previdenciária 
oficial, no valor de R$ 1.652,69. Logo, tal valor pode ser considerado para abatimento da base 
de calculo do imposto de renda, já que constante do comprovante de rendimentos. Afastada a 
glosa da dedução de Contribuição Previdenciária Oficial, devendo ser restabelecido o valor de 
R$ 1.652,69, como dedução da base de cálculo; 

­ que quanto à contribuição A previdência privada, os documento de folhas 
13  a  33  não  tem  serventia  para  comprovação  da  contribuição  pleiteada,  pois  se  tratam  de 
pagamentos  de  plano  de  saúde  à  UNIMED Manaus  relativos  a  Roberta  Machado  Borsani. 
Primeiramente,  tais  valores  serviriam  para  comprovar  despesas  médicas  da  sacada,  que,  no 
caso, não é dependente do contribuinte para fins de imposto de renda. Logo, mantida a glosa do 
valor de R$ 1.017,00, indevidamente informado como Contribuição it Previdência Privada; 

­  que,  quanto  a  glosa  de  dependentes,  é  de  se  dizer  que  os  documentos  de 
folhas 34 a 36 comprovam a relação de dependência para fins de imposto de renda de Rafael 
Machado Borsani, Fabio Machado Borsani e João Machado Borsani — filhos do contribuinte. 
Dessa forma, indevida a glosa efetuada pela fiscalização, devendo ser considerado o valor de 
R$ 3.240,00 a titulo de dedução de dependentes na declaração de imposto de renda, exercício 
2000; 

 ­ que, quanto as despesas com instrução, é de se dizer que os documentos de 
folhas  37/38  comprovam o  dispêndio  de R$ 2.003,40  como despesas  de  instrução  de Rafael 
Machado  Borsani,  para  o  curso  de  Informática  na  Fundação  Educacional  Dom  André 
Arcoverde.  Logo,  respeitado  o  limite  individual  anual,  é  de  se  aceitar  como  dedução  de 
despesas de instrução o valor de R$ 1.700 00; 

­ que já os documentos de folhas 42 a 64 comprovam gastos com educação 
de João Machado Borsani, na monta de R$ 3.132,25, pagos A Associação de Educação Lato 
Sensu  do Brasil. Assim,  também  se  respeitando  o  limite  individual  anual,  acata­se  apenas  o 
valor total de R$ 1.700 00; 

­  que,  por  fim,  em  relação a Fabio  achado Borsani,  também dependente do 
contribuinte,  foram efetuados gastos de  instrução no valor de  total de R$ 3.345,30  (fls. 66 a 
88).  Logo,  de  acordo  com  a  legislação  vigente,  também  acatado  o  valor  limite  anual  de R$ 
1.700 00; 

Fl. 142DF  CARF MF

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Processo nº 13706.000882/2004­40 
Acórdão n.º 2202­01.824 

S2­C2T2 
Fl. 3 

 
 

 
 

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­  que não constam dos  autos  comprovação de despesas de  instrução com o 
contribuinte, por isso apenas acatados os valores devidamente comprovados efetuados com os 
dependentes do contribuinte, no valor total de R$ 5.400,00 (com respeito ao limite individual 
anual de R$ 1.700,00);  

­  que  quanto  dedução  das  despesas  médicas,  é  de  se  dizer  que:  (1)  ­  os 
documentos  de  folhas  89  a  91  não  podem  ser  acatados  como  despesas médicas,  pois  foram 
emitidos em nome de Nely Pereira da Silva Machado Borsani (cônjuge), que não é dependente 
do  contribuinte,  além de que não constam nos  recibos  a  especialidade do  emitente,  com seu 
número de  inscrição no órgão de classe competente. Assim, mantida a glosa do valor de R$ 
215,00, que se refere aos recibos emitidos por Yoshiuki Onogi; (2) ­ o documento de folha 92, 
no valor de R$ 250,00,  relativo a  tratamento dentário do contribuinte, não será aceito, pois a 
distância entre o domicilio do contribuinte no ano­calendário 1999, qual seja, Manaus, e o local 
do suposto tratamento dentário — Valença, deixa clara a impossibilidade de que tal tratamento 
tenha sido realizado; (3) ­ mesmo raciocínio para os documentos de folhas 94 a 100, emitidos 
pela clinica odontológica  Integral,  localizada  também em Valença, Rio de Janeiro, quando o 
contribuinte  e  seus  dependentes  residiam  em  Manaus;  (4)  ­  ressalte­se  ainda,  apenas  para 
complementar o exposto no item 3 supra, a nota fiscal n° 1500, constante à folha 100, refere­se 
a suposto tratamento dentário do contribuinte no valor de 330,00 (fl. 98) e de Nelv Machado 
Borsani  cônjuge  não­dependente  do  contribuinte  (apresentou  declaração  simplificada  em 
separado),  no valor de R$ 540,00  (fl.  99);  (5)  ­  já os valores  relativos  aos  recibos de  folhas 
101/102  não  serão  aceitos,  pois  foram  emitidos  pelo  cônjuge  do  contribuinte,  a  odontóloga 
Nely  ,  Machado  Borsani,  que  supostamente  teria  cobrado  valores  relativos  a  tratamento 
dentário de seu cônjuge — o contribuinte — e de seus próprios filhos. Logicamente, incabível 
a aceitação de tais despesas médicas. 

As ementas que consubstanciam a presente decisão são as seguintes: 

ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA FÍSICA 
­ IRPF 

Exercício: 2000 

GLOSA DE PREVIDÊNCIA OFICIAL. 

Devem  ser  consideradas  como  dedução  da  base  de  calculo  os 
valores comprovadamente pagos a titulo de previdência oficial. 

GLOSA DE PREVIDÊNCIA PRIVADA E FAPI. 

Apenas  podem  ser  consideradas  como  dedução  da  base  de 
cálculo os valores pagos a titulo de previdência privada. 

DEDUÇÃO DE DEPENDENTES. 

Na declaração de ajuste anual pode ser utilizada a dedução de 
dependentes, respeitando­se os ditames legais. 

GLOSA DE DESPESAS DE INSTRUÇÃO. 

Na  declaração  de  rendimentos  poderão  ser  deduzidos  os 
pagamentos  comprovadamente  efetuados  a  estabelecimentos  de 
ensino  relativamente  à  educação  pré­escolar,  de  1  2,  29  e  39 
graus,  cursos  de  especialização  ou  profissionalizantes  do 

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contribuinte e de seus dependentes, respeitando­se o limite anual 
individual. 

GLOSA DE DESPESAS MÉDICAS. 

É  de  se  manter  a  glosa  de  despesas  médicas,  quando  restam 
dúvidas sobre a efetividade dos supostos serviços médicos. 

Lançamento Procedente em Parte 

Cientificado  da  decisão  de  Primeira  Instância,  em  05/10/2007,  conforme 
Termo constante às fls. 128/135, e, com ela não se conformando, o contribuinte interpôs, em 
tempo hábil (30/10/2007), o recurso voluntário de fls. 130/131, sem instrução de documentos 
adicionais, no qual demonstra irresignação parcial contra a decisão supra, baseado, em síntese, 
nas mesmas razões expendidas na fase impugnatória, reforçado pelas seguintes considerações: 

­  que,  quanto  a  glosa  da  previdência  privada  e  FAPI,  é  de  se  dizer  que  os 
valores forma pagos diretamente pelo contribuinte em favor da sua filha, que, embora não seja 
dependente  de  direito,  estava  desempregada  e  vivia  sob  sua  dependência  de  fato,  em 
detrimento do próprio que optou por assegurar um atendimento medico a filha; 

­  que,  quanto  a  glosa  de  despesas  médicas,  é  de  se  dizer  que  as  despesas 
odontológicas efetuadas no estado do Rio de Janeiro tem procedência porque o contribuinte é 
oriundo do Rio de Janeiro, onde passava  , as  férias, mentinha residência e por vezes vinha a 
trabalho  na  sede  da  empresa.  Por  conseguinte,  não  foi  apresentada  nenhuma  despesa  de 
tratamento  dentário  dos  dependentes  por  outro  profissional,  portanto  é  perfeitamente 
concebível que a odontóloga Nely Machado Borsani cobre pelos  seus serviços, considerando 
que a mesma concorre com as despesas de material, impostos, luz e despesas de manutenção 
do consultório.  

É o Relatório. 

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Acórdão n.º 2202­01.824 

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Voto            

Conselheiro Nelson Mallmann, Relator 

O  presente  recurso  voluntário  reúne  os  pressupostos  de  admissibilidade 
previstos  na  legislação  que  rege  o  processo  administrativo  fiscal  e  deve,  portanto,  ser 
conhecido por esta Turma de Julgamento. 

Não há argüição de qualquer preliminar. 

Da análise dos autos do processo se verifica que a ação fiscal em discussão 
teve início em razão da revisão da Declaração de Ajuste Anual relativa ao exercício de 2000, 
correspondente  ao  ano­calendário  de  1999,  onde  a  autoridade  fiscal  revisora  entendeu  haver 
irregularidades  nas  deduções  da  base  de  cálculo  do  imposto  de  renda  relativo  a  dedução  de 
despesas médicas. 

Assim,  nesta  fase  recursal  encontra­se  em  discussão  os  valores  pagos 
diretamente  pelo  contribuinte  em  favor  da  sua  filha,  que,  embora  não  seja  dependente  de 
direito,  estava desempregada  e vivia  sob  sua dependência de  fato,  em detrimento do próprio 
que  optou  por  assegurar  um  atendimento  médico  a  filha,  bem  como  as  glosas  de  despesas 
odontológicas  efetuadas  no  estado  do  Rio  de  Janeiro  em  razão  tratamento  dentário  dos 
dependentes pela profissional Nely Machado Borsani (esposa e mãe dos clientes).  

 Inconformado, em virtude de não ter logrando êxito total na instância inicial, 
o  contribuinte  apresenta  a  sua  peça  recursal  a  este  E. Conselho Administrativo  de Recursos 
Fiscais pleiteando a  reforma da decisão prolatada na Primeira  Instância onde, em sua defesa, 
apresenta razões de mérito sobre as deduções glosadas. 

Desta  forma,  a  discussão  neste  colegiado  se  prende,  tão­somente,  na 
discussão se restringe sobre o artigo 8º da Lei nº 9.250, de 1995, que prevê as possibilidades 
das deduções da base de cálculo do imposto de renda na pessoa física. 

 Inicialmente  é  de  se  esclarecer,  que  o  Processo  Administrativo  de 
determinação e exigência dos créditos tributários da União e o de consulta sobre a aplicação da 
legislação tributária federal é regido pelo Decreto nº 70.235, de 1972, e alterações posteriores. 
O referido decreto  tem status de  lei, pois ele  regula e não apenas  regulamenta o processo de 
determinação  e  exigência  de  créditos  tributários  da  União.  Por  isso,  as  alterações  são 
processadas por dispositivo legal de igual natureza. 

Diz o Decreto nº 70.235, de 1972: 

Art. 7º O procedimento fiscal tem início com: 

I  –  o  primeiro  ato  de  ofício,  escrito,  praticado  por  servidor 
competente,  cientificando  o  sujeito  passivo  da  obrigação 
tributária ou seu preposto; 

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II  ­  a  apreensão  de  mercadorias,  documentos  ou  livros;  (o 
destaque não é do original) 

III – o começo de despacho aduaneiro de mercadoria importada. 

§ 1º O início do procedimento exclui a espontaneidade do sujeito 
passivo em relação aos atos anteriores e, independentemente de 
intimação, a dos demais envolvidos nas infrações verificadas. 

Conforme  se  infere  do  citado  artigo,  o  início  do  procedimento  fiscal  é 
objetivo,  isto  é,  atuação  da  autoridade  administrativa  tendente  a  verificar  a  relação  jurídico­
tributária sobre determinado fato para se apurar ou não infração à legislação tributária. 

Tanto é verdadeira essa afirmativa, que o inciso I, quando diz “o primeiro ato 
de  ofício,  escrito,  praticado  por  servidor  competente,  cientificando  o  sujeito  passivo  da 
obrigação  tributária  ou  seu  preposto”,  a  exclusão  da  espontaneidade  do  contribuinte  está 
vinculada aos termos de intimações emitidos. 

Ora, é cristalino nos autos que foi  lavrado pela fiscalização da Secretaria da 
Receita  Federal,  em  cumprimento  ao  Decreto  nº  70.235,  de  1972,  o  Termo  de  Inicio  de 
Fiscalização. 

 É  o  que  basta  para  dar  início  ao  procedimento  fiscal  e  este  ato  exclui  a 
espontaneidade  do  sujeito  passivo  e  este  somente  se  descaracteriza  se  ficar,  por  mais  de 
sessenta dias, sem outro ato escrito de autoridade que lhe dê prosseguimento.  

Na  questão  de  mérito,  de  acordo  com  a  autoridade  fiscal  lançadora  e 
endossada  pela  decisão  recorrida  a  irregularidade  praticado  pelo  contribuinte  a  título  de 
dedução  de  despesas  médicas  e  mantida  no  decisório  do  julgado  se  restringe  à  dedução 
indevida de despesas médicas. Ou seja, decidiu a turma de julgamento que as despesas médicas 
lançadas na Declaração de Ajuste Anual deveriam ser mantidas diante da falta de comprovação 
de terem sido realizadas pelo contribuinte ou pelo seus dependentes.  

Nesta  fase  recursal,  o  suplicante  entende  que  com  relação  as  despesas 
médicas  e  odontológicas  decorrentes  dos  recibos,  emitidos  pelos  profissionais  citados  na 
Declaração  de  Ajuste  Anual,  o  mesma  tem  direito  a  dedução  das  despesas  declaradas  e 
comprovadas, sendo indevida a glosa existente. 

Para  o  deslinde  da  questão  sobre  a  glosa  de  despesas  médicas  se  faz 
necessário invocar a Lei nº 9.250, de 1995, verbis: 

 Art. 8º A base de cálculo do imposto devido no ano­calendário 
será a diferença entre as somas: 

 (...). 

II – das deduções relativas: 

a)  aos  pagamentos  efetuados,  no  ano  calendário,  a  médicos, 
dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas 
ocupacionais  e  hospitais,  bem  como  as  despesas  com  exames 
laboratoriais,  serviços  radiológicos,  aparelhos  ortopédicos  e 
próteses ortopédicas e dentárias; 

b)  a  pagamentos  efetuados  a  estabelecimento  de  ensino 
relativamente  à  educação  pré­escolar,  de  1º  e  2º  e  3º  graus, 
cursos de especialização ou profissionalizantes do contribuinte e 

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Processo nº 13706.000882/2004­40 
Acórdão n.º 2202­01.824 

S2­C2T2 
Fl. 5 

 
 

 
 

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de seus dependentes, até o limite individual de R$ 1.700,00 (um 
mil e setecentos reais); 

c)  à  quantia  de  R$  1.080,00  (um  mil  e  oitenta  reais)  por 
dependente; 

 (...). 

f) às importâncias pagas a título de pensão alimentícia em face 
das normas do Direito de Família, quando em cumprimento de 
decisão  judicial ou acordo homologado  judicialmente,  inclusive 
a prestação de alimentos provisionais; 

 (...). 

§ 2º O disposto na alínea “a” do inciso II: 

 (...). 

II  –  restringe­se  aos  pagamentos  efetuados  pelo  contribuinte, 
relativos ao próprio tratamento e ao de seus dependentes; 

III –  limita­se a pagamentos especificados e comprovados, com 
indicação do nome, endereço e número de inscrição no Cadastro 
de  Pessoas  Físicas  –  CPF  ou  no  Cadastro  Geral  de 
Contribuintes – CGC de quem os recebeu, podendo, na falta de 
documentação,  ser  feita  indicação  do  cheque  nominativo  pelo 
qual foi efetuado o pagamento; 

 (...). 

Art.  35.  Para  efeito  do  disposto  nos  arts.  4º,  inciso  III,  e  8º, 
inciso  II,  alínea  “c”  poderão  ser  considerados  como 
dependentes: 

I – o cônjuge, 

II – o companheiro ou a companheira, desde que haja vida em 
comum  por  mais  de  cinco  anos,  ou  por  período  menor  se  da 
união resultou filho; 

III  – a  filha,  o  filho,  a  enteada ou enteado, até 21 anos,  ou de 
qualquer idade quando incapacitado física ou mentalmente para 
o trabalho; 

IV  –  o  menor  pobre,  até  21  anos,  que  o  contribuinte  crie  e 
eduque e do qual detenha a guarda judicial; 

V  –  o  irmão,  o neto  ou  o bisneto,  sem arrimo dos  pais,  até 21 
anos, desde que o contribuinte detenha a guarda judicial, ou de 
qualquer idade quando incapacitado física ou mentalmente para 
o trabalho; 

VI  –  os  pais,  os  avós  ou  os  bisavós,  desde  que  não  aufiram 
rendimentos, tributáveis ou não, superiores ao limite de isenção 
mensal; 

Fl. 147DF  CARF MF

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VII – o absolutamente incapaz, do qual o contribuinte seja tutor 
ou curador. 

§  1º Os  dependentes  a  que  se  referem  os  incisos  III  e  V  deste 
artigo  poderão  ser  assim  considerados  quando maiores  até  24 
anos de  idade,  se ainda estiverem cursando estabelecimento de 
ensino superior ou escola técnica de segundo grau. 

 §  2º  Os  dependentes  comuns  poderão,  opcionalmente,  ser 
considerados por qualquer um dos cônjuges. 

 §  3º  No  caso  de  filhos  de  pais  separados,  poderão  ser 
considerados  dependentes  os  que  ficarem  sob  a  guarda  do 
contribuinte,  em  cumprimento  de  decisão  judicial  ou  acordo 
homologado judicialmente. 

 § 4º É vedada a dedução concomitante do montante referente a 
um mesmo dependente, na determinação da base de cálculo do 
imposto, por mais de um contribuinte. 

Conforme  se  depreende  dos  dispositivos  supracitados,  todas  as  deduções 
estão  sujeitas  à  comprovação,  assim,  para  que  fique  caracterizada  a  efetividade  da  despesa 
passível  de  dedução  no  período  assinalado,  ao  contribuinte  cabe  o  ônus  da  demonstração 
inequívoca de que realmente efetuou o pagamento no valor pleiteado. 

Inicialmente  se  faz  necessário  esclarecer  de  que  os  filhos  que  possuem  os 
requisitos para serem considerados dependentes e que recebam rendimentos próprios somente 
poderão  ser  incluídos  nessa  condição  se  forem  somados  seus  rendimentos  aos  dos  pais  na 
Declaração  de  Ajuste  Anual  destes.  A  apresentação  de  Declaração  de  Ajuste  Anual  em 
separado pelos filhos exclui, automaticamente, a possibilidade de figurar como dependentes na 
Declaração  de Ajuste Anual  dos  pais. A mesma  situação  se  aplica  para  os  filhos  estudantes 
universitários  que  já  completaram  26  anos  com  relação  ao  ano­calendário  da Declaração  de 
Ajuste Anual. 

De  acordo  com  a  legislação  tributária  pode  ser  considerado  dependente  a 
filha,  o  filho,  a  enteada  ou  enteado,  até  21  anos,  ou  de  qualquer  idade  quando  incapacitado 
física ou mentalmente para o  trabalho. Podem ainda ser assim considerados, quando maiores 
até 24 anos de idade, se ainda estiverem cursando estabelecimento de ensino superior ou escola 
técnica de segundo grau.  

Em  relação  às  despesas  efetuadas,  nenhum  documento  também  foi 
apresentado que demonstrasse o contrário, Ou seja efetivamente estes serviços foram prestados 
na  forma  como  constam  discriminados  nos  recibos  apresentados.  Acertadamente, 
desconsiderou­se os valores assim declarados pelo contribuinte. 

No que diz respeito a dedução de despesas médicas, não tenho dúvidas, que 
legislação de regência, acima transcrita, estabelece que na declaração de ajuste anual possam 
ser deduzidos da base de cálculo do imposto de renda os pagamentos feitos, no ano­calendário, 
a  médicos,  dentistas,  psicólogos,  fisioterapeutas,  fonoaudiólogos,  terapeutas  ocupacionais  e 
hospitais, bem como as despesas provenientes de exames laboratoriais e serviços radiológicos, 
restringindo­se aos pagamentos efetuados pelo contribuinte relativo ao seu tratamento e ao de 
seus dependentes. Sendo que esta dedução fica condicionada ainda a que os pagamentos sejam 
especificados e comprovados, com indicação do nome, endereço e CPF ou CGC de quem os 
recebeu,  podendo  na  falta  de  documentação,  ser  feita  indicação  de  cheque  nominativo  pelo 
qual foi efetuado o pagamento. 

Fl. 148DF  CARF MF

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S2­C2T2 
Fl. 6 

 
 

 
 

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Como,  também,  não  tenho  dúvidas  que  a  autoridade  fiscal,  em  caso  de 
dúvidas ou suspeição quanto à idoneidade da documentação apresentada, pode e deve perquirir 
se os serviços efetivamente foram prestados ao declarante ou a seus dependentes, rejeitando de 
pronto  àqueles  que  não  identificam  o  pagador,  os  serviços  prestados  ou  não  identificam  na 
forma da lei os prestadores de serviços ou quando esses não são considerados como dedução 
pela legislação.  

É evidente, que a princípio, a prova definitiva e incontestável da prestação de 
serviços de saúde é feita com a apresentação de documentos que comprovem a sua realização, 
como  radiografias,  receitas  médicas,  exames  laboratoriais,  notas  fiscais  de  aquisição  de 
remédios e outras, fichas clínicas. Só posso concordar, que somente são admissíveis, em tese, 
como dedutíveis,  as despesas médicas que se apresentarem com a devida comprovação, com 
documentos hábeis e idôneos. Como, também, se faz necessário, quando intimado, comprovar 
que  estas  despesas  correspondem a  serviços  efetivamente  recebidos  e  pagos  ao  prestador. O 
simples  lançamento  na  declaração  de  rendimentos  pode  ser  contestado  pela  autoridade 
lançadora. 

Tendo em vista o precitado art. 73, cuja matriz  legal é o § 3º do art. 11 do 
Decreto­lei nº 5.844, de 1943, estabeleceu expressamente que o contribuinte pode ser instado a 
comprová­las  ou  justificá­las,  deslocando  para  ele  o  ônus  probatório.  Mesmo  que  a  norma 
possa parecer, em tese, discricionária, deixando a juízo da autoridade lançadora a iniciativa. 

A inversão legal do ônus da prova, do fisco para o contribuinte, transfere para 
o  suplicante  o  ônus  de  comprovação  e  justificação  das  deduções,  e,  não  o  fazendo,  deve 
assumir  as  conseqüências  legais,  ou  seja,  o  não  cabimento  das  deduções,  por  falta  de 
comprovação  e  justificação.  Também  importa  dizer  que  o  ônus  de  provar  implica  trazer 
elementos que não deixem nenhuma dúvida quanto ao fato questionado. Entretanto, uma vez 
apresentados  os  recibos  em  conformidade  com  a  legislação  de  regência  cabe  ao  fisco,  neste 
caso, obter provas da inidoneidade do recibo. 

As despesas médicas, assim como todas as demais deduções, dizem respeito à 
base  de  cálculo  do  imposto  que,  à  luz  do  disposto  no  art.  97,  IV,  do  Código  Tributário 
Nacional,  estão  sob  reserva  de  lei  em  sentido  formal.  Assim,  a  intenção  do  legislador  foi 
permitir  a  dedução  de  despesas  com  a manutenção  da  saúde  humana,  podendo  a  autoridade 
fiscal  perquirir  se  os  serviços  efetivamente  foram  prestados  ao  declarante  ou  a  seus 
dependentes, rejeitando de pronto àqueles que não identificam o pagador, os serviços prestados 
ou  não  identificam  na  forma  da  lei  os  prestadores  de  serviços  ou  quando  esses  não  sejam 
habilitados.  

É dever do  contribuinte  informar  e,  se  for o  caso,  comprovar os dados  nos 
campos  próprios  das  correspondentes  declarações  de  rendimentos  e,  conseqüentemente, 
calcular  e  pagar  o montante  do  imposto  apurado,  por  outro  lado,  cabe  a  autoridade  fiscal  o 
dever  da  conferência  destes  dados.  Assim,  na  ausência  de  comprovação,  por  meio  de 
documentação hábil e idônea, das deduções realizadas na base de cálculo do imposto de renda, 
é dever de a autoridade fiscal efetuar a sua glosa. 

Por fim, se faz necessários tecer algumas considerações sobre as penalidades 
aplicadas.  

Há que se destacar que à autoridade fiscal cabe verificar o fiel cumprimento 
da  legislação  em vigor,  independentemente  de  questões  de  discordância,  pelos  contribuintes, 

Fl. 149DF  CARF MF

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acerca  de  alegadas  ilegalidades/inconstitucionalidades,  sendo  a  atividade  de  lançamento 
vinculada  e  obrigatória,  sob  pena  de  responsabilidade  funcional,  como  previsto  no  art.  142, 
parágrafo único, do Código Tributário Nacional. 

Não  há  dúvidas  de  que  se  entende  como  procedimento  fiscal  à  ação  fiscal 
para  apuração  de  infrações  e  que  se  concretize  com  a  lavratura  do  ato  cabível,  assim 
considerado  o  termo  de  início  de  fiscalização,  termo  de  apreensão,  auto  de  infração, 
notificação, representação fiscal ou qualquer ato escrito dos agentes do fisco, no exercício de 
suas  funções  inerentes ao cargo. Tais atos excluirão a espontaneidade se o contribuinte deles 
tomar conhecimento pela intimação. 

Os  atos  que  formalizam  o  início  do  procedimento  fiscal  encontram­se 
elencados no artigo 7º do Decreto n.º 70.235, de 1972. Em sintonia com o disposto no artigo 
138,  parágrafo  único  do  Código  Tributário  Nacional,  esses  atos  têm  o  condão  de  excluir  a 
espontaneidade do sujeito passivo e de todos os demais envolvidos nas infrações que vierem a 
ser verificadas. 

Em outras palavras, deflagrada a ação fiscal, qualquer providência do sujeito 
passivo, ou de terceiros relacionados com o ato, no sentido de repararem a falta cometida não 
exclui  suas  responsabilidades,  sujeitando­os  às  penalidades  próprias  dos  procedimentos  de 
ofício. Além disso, o ato inaugural obsta qualquer retificação, por iniciativa do contribuinte e 
torna ineficaz consulta formulada sobre a matéria alcançada pela fiscalização. 

Ressalte­se, com efeito, que o emprego da alternativa “ou” na redação dada 
pelo legislador ao artigo 138, do Código Tributário Nacional, denota que não apenas a medida 
de  fiscalização  tem o condão de constituir­se  em marco  inicial da ação  fiscal, mas,  também, 
consoante  reza  o  mencionado  dispositivo  legal,  “qualquer  procedimento  administrativo” 
relacionado  com  a  infração  é  fato  deflagrador  do  processo  administrativo  tributário  e  da 
conseqüente exclusão de espontaneidade do sujeito passivo pelo prazo de 60 dias, prorrogável 
sucessivamente com qualquer outro ato escrito que indique o prosseguimento dos trabalhos, na 
forma do parágrafo 2°, do art. 7°, do Dec. n° 70.235, de 1972. 

O  entendimento,  aqui  esposado,  é  doutrina  consagrada,  conforme  ensina  o 
mestre FABIO FANUCCHI em “Prática de Direito Tributário”, pág. 220: 

O processo  contencioso administrativo  terá  início  por  uma das 
seguintes formas: 

1.  pedido  de  esclarecimentos  sobre  situação  jurídico­tributária 
do sujeito passivo, através de intimação a esse; 

2.  representação  ou  denúncia  de  agente  fiscal  ou  terceiro,  a 
respeito de circunstâncias capazes de conduzir o sujeito passivo 
à assunção de responsabilidades tributárias; 

3 ­ autodenúncia do sujeito passivo sobre sua situação irregular 
perante a legislação tributária; 

4.  inconformismo  expressamente  manifestado  pelo  sujeito 
passivo, insurgindo­se ele contra lançamento efetuado. 

(...). 

A  representação e a denúncia produzirão os mesmos efeitos da 
intimação  para  esclarecimentos,  sendo  peças  iniciais  do 
processo que irá se estender até a solução final, através de uma 

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S2­C2T2 
Fl. 7 

 
 

 
 

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decisão  que  as  julguem  procedentes  ou  improcedentes,  com os 
efeitos naturais que possam produzir tais conclusões. 

No  mesmo  sentido,  transcrevo  comentário  de  A.A.  CONTREIRAS  DE 
CARVALHO em “Processo Administrativo Tributário”, 2ª Edição, págs. 88/89 e 90, tratando 
de Atos e Termos Processuais: 

Mas é dos atos processuais que cogitamos, nestes comentários. 
São atos processuais os que se realizam conforme as regras do 
processo,  visando  dar  existência  à  relação  jurídico­processual. 
Também participa dessa natureza o que se pratica à parte, mas 
em  razão  de  outro  processo,  do  qual  depende.  No  processo 
administrativo tributário, integram essa categoria, entre outros: 
a) o auto de infração; b) a representação; c) a intimação e d) a 
notificação 

(...). 

Mas,  retornando  a  nossa  referência  aos  atos  processuais,  é  de 
assinalar que, se o auto de infração é peça que deve ser lavrada, 
privativamente,  por  agentes  fiscais,  em  fiscalização  externa,  já 
no  que  concerne  às  faltas  apuradas  em  serviço  interno  da 
Repartição  fiscal,  a  peça que  as  documenta  é a  representação. 
Note­se que esta, como aquele, é peça básica do processo fiscal 
(...). 

Portanto, o Auto de Infração deverá conter, entre outros requisitos formais, a 
penalidade  aplicável,  a  sua  ausência  implicará  na  invalidade  do  lançamento.  A  falta  ou 
insuficiência de recolhimento do imposto dá causa a lançamento de ofício, para exigi­lo com 
acréscimos e penalidades legais.  

É de se esclarecer, que a infração fiscal independe da boa fé do contribuinte, 
entretanto, a penalidade deve ser aplicada, sempre, levando­se em conta a ausência de má­fé, 
de  dolo,  e  antecedentes  do  contribuinte. A multa  que  excede  o montante  do  próprio  crédito 
tributário,  somente  pode  ser  admitida  se,  em  processo  regular,  nos  casos  de  minuciosa 
comprovação,  em  contraditório  pleno  e  amplo,  nos  termos  do  artigo  5º,  inciso  LV,  da 
Constituição  Federal,  restar  provado  um  prejuízo  para  fazenda  Pública,  decorrente  de  ato 
praticado pelo contribuinte. 

Por outro lado, a vedação de confisco estabelecida na Constituição Federal de 
1988,  é  dirigida  ao  legislador.  Tal  princípio  orienta  a  feitura  da  lei,  que  deve  observar  a 
capacidade contributiva e não pode dar ao tributo a conotação de confisco. Não observado esse 
princípio,  a  lei  deixa  de  integrar o mundo  jurídico  por  inconstitucional. Além disso,  é  de  se 
ressaltar, mais uma vez, que a multa de ofício é devida em face da infração às regras instituídas 
pelo Direito Fiscal  e,  por não  constituir  tributo, mas penalidade pecuniária prevista  em  lei  é 
inaplicável o conceito de confisco previsto no  inciso V, do art. 150 da Constituição Federal, 
não cabendo às autoridades administrativas estendê­lo. 

Assim, as multas são devidas, no lançamento de ofício, em face da infração 
às  regras  instituídas  pela  legislação  fiscal  não  declarada  inconstitucional  pelo  Supremo 
Tribunal Federal, cuja matéria não constitui tributo, e sim de penalidade pecuniária prevista em 
lei, sendo inaplicável o conceito de confisco previsto no art. 150,  IV da CF., não conflitando 

Fl. 151DF  CARF MF

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com o estatuído no  art.  5°, XXII  da CF.,  que  se  refere  à  garantia do direito de propriedade. 
Desta forma, o percentual de multa aplicado está de acordo com a legislação de regência.  

Ora, os mecanismos de controle de legalidade / constitucionalidade regulados 
pela própria Constituição Federal passam, necessariamente, pelo Poder Judiciário que detém, 
com  exclusividade,  tal  prerrogativa.  É  inócuo,  portanto,  suscitar  tais  alegações  na  esfera 
administrativa. 

De  qualquer  forma,  há  que  se  esclarecer  que  o  Imposto  Renda  da  Pessoa 
Física é um tributo calculado sobre a renda tributável auferida. Ou seja, é calculado levando­se 
em  consideração  aos  rendimentos  tributáveis  auferidos  e  em  razão  do  valor  é  enquadrada 
dentro de uma alíquota, não estando o seu valor limitado à capacidade contributiva do sujeito 
passivo da obrigação tributária.  

Ademais, os princípios constitucionais têm como destinatário o legislador na 
elaboração da norma, como é o caso, por exemplo, do principio da Vedação ao Confisco, que 
orienta a feitura da lei, a qual deve observar a capacidade contributiva e não pode dar ao tributo 
a conotação de confisco, cabendo à autoridade fiscal apenas executar as leis. 

Da  mesma  forma,  não  vejo  como  se  poderia  acolher  o  argumento  de 
inconstitucionalidade ou ilegalidade formal da multa de ofício e da taxa SELIC aplicada como 
juros  de  mora  sobre  o  débito  exigido  no  presente  processo  com  base  na  Lei  n.º  9.065,  de 
20/06/95,  que  instituiu  no  seu  bojo  a  taxa  referencial  do  Sistema  Especial  de  Liquidação  e 
Custódia de Títulos Federais (SELIC). 

É meu entendimento, acompanhado pelos pares desta Turma de Julgamento, 
que  quanto  à  discussão  sobre  a  inconstitucionalidade  de  normas  legais,  os  órgãos 
administrativos  judicantes  estão  impedidos  de  declarar  a  inconstitucionalidade  de  lei  ou 
regulamento, face à inexistência de previsão constitucional. 

No  sistema  jurídico  brasileiro,  somente  o  Poder  Judiciário  pode  declarar  a 
inconstitucionalidade de  lei ou ato normativo do Poder Público, através do chamado controle 
incidental e do controle pela Ação Direta de Inconstitucionalidade. 

No caso de  lei sancionada pelo Presidente da República é que dito controle 
seria  mesmo  incabível,  por  ilógico,  pois  se  o  Chefe  Supremo  da  Administração  Federal  já 
fizera o controle preventivo da constitucionalidade e da conveniência, para poder promulgar a 
lei,  não  seria  razoável  que  subordinados,  na  escala  hierárquica  administrativa,  considerasse 
inconstitucional lei ou dispositivo legal que aquele houvesse considerado constitucional. 

Exercendo  a  jurisdição  no  limite  de  sua  competência,  o  julgador 
administrativo  não  pode  nunca  ferir  o  princípio  de  ampla  defesa,  já  que  esta  só  pode  ser 
apreciada no foro próprio. 

Se verdade fosse, que o Poder Executivo deva deixar aplicar lei que entenda 
inconstitucional, maior  insegurança  teriam  os  cidadãos,  por  ficarem  à mercê  do  alvedrio  do 
Executivo. 

O  poder  Executivo  haverá  de  cumprir  o  que  emana  da  lei,  ainda  que 
materialmente possa ela ser  inconstitucional. A sanção da lei pelo Chefe do Poder Executivo 
afasta ­ sob o ponto de vista formal ­ a possibilidade da argüição de inconstitucionalidade, no 
seu âmbito interno. Se assim entendesse, o chefe de Governo vetá­la­ia, nos termos do artigo 
66,  §  1º  da Constituição. Rejeitado  o  veto,  ao  teor  do  §  4º  do mesmo  artigo  constitucional, 
promulgue­a ou não o Presidente da República, a lei haverá de ser executada na sua inteireza, 

Fl. 152DF  CARF MF

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CÓ
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NELSON MALLMANN



Processo nº 13706.000882/2004­40 
Acórdão n.º 2202­01.824 

S2­C2T2 
Fl. 8 

 
 

 
 

15

não podendo ficar exposta ao capricho ou à conveniência do Poder Executivo. Faculta­se­lhe, 
tão­somente, a propositura da ação própria perante o órgão jurisdicional e, enquanto pendente a 
decisão,  continuará  o  Poder  Executivo  a  lhe  dar  execução.  Imagine­se  se  assim  não  fosse, 
facultando­se  ao  Poder  Executivo,  através  de  seus  diversos  departamentos,  desconhecer  a 
norma  legislativa  ou  simplesmente negar­lhe  executoriedade por  entendê­la,  unilateralmente, 
inconstitucional. 

A evolução do direito,  como quer o  suplicante, não deve pôr em risco  toda 
uma construção  sistêmica baseada na  independência  e na harmonia dos Poderes,  e  em cujos 
princípios repousa o estado democrático.  

Não  se  deve  a  pretexto  de  negar  validade  a  uma  lei  pretensamente 
inconstitucional, praticar­se inconstitucionalidade ainda maior consubstanciada no exercício de 
competência de que este Colegiado não dispõe, pois que deferida a outro Poder.  

Ademais, matéria  já pacificada no  âmbito  administrativo,  razão pela qual o 
Presidente  do  Primeiro  Conselho  de  Contribuintes,  objetivando  a  condensação  da 
jurisprudência predominante neste Conselho, conforme o que prescreve o art. 30 do Regimento 
Interno dos Conselhos de Contribuintes  (RICC),  aprovado pela Portaria MF nº 55, de 16 de 
março de 1998, providenciou a edição e aprovação de diversas súmulas, que foram publicadas 
no DOU, Seção I, dos dias 26, 27 e 28 de junho de 2006, vigorando para as decisões proferidas 
a partir de 28 de julho de 2006. 

Atualmente estas súmulas foram convertidas para o Conselho Administrativo 
de Recursos  Fiscais  – CARF,  pela Portaria CARF  nº  106,  de  2009  (publicadas  no DOU de 
22/12/2009),  assim  redigidas:  “O  CARF  não  é  competente  para  se  pronunciar  sobre  a 
inconstitucionalidade de lei tributária (Súmula CARF nº 2)” e “A partir de 1º de abril de 1995, 
os  juros  moratórios  incidentes  sobre  débitos  tributários  administrados  pela  Secretaria  da 
Receita  Federal  são  devidos,  no  período  de  inadimplência,  à  taxa  referencial  do  Sistema 
Especial de Liquidação e Custódia – SELIC para títulos federais (Súmula CARF nº 4).” 

Diante do conteúdo dos autos e pela associação de entendimento sobre todas 
as considerações expostas no exame da matéria e por ser de justiça, voto no sentido de negar 
provimento ao recurso. 

 (Assinado digitalmente) 
Nelson Mallmann 

           

 

           

 

 

Fl. 153DF  CARF MF

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NELSON MALLMANN


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Período de apuração: 01/01/2005 a 31/12/2009
OBRIGAÇÃO ACESSÓRIA - DESCUMPRIMENTO - INFRAÇÃO
Consiste em descumprimento de obrigação acessória a empresa apresentar a GFIP - Guia de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social com dados não correspondentes aos fatos geradores de todas as contribuições previdenciárias.
ADESÃO AO SIMPLES - FACULDADE DO CONTRIBUINTE
A legislação que trata do SIMPLES é clara no sentido de que a adesão ao referido sistema simplificado de tributação é uma faculdade que pode ser exercita pelas empresas mediante opção formal que, após análise, poderá ser ou não deferida pela autoridade administrativa. Não há possibilidade de a empresa abster-se do recolhimento das contribuições abrangidas pelo SIMPLES, se não efetuou a opção.
ERROS DE ESCRITA - NULIDADE - INOCORRÊNCIA
Meros erros de escrita contidos no Relatório Fiscal que não prejudicam a compreensão da origem do lançamento não são capazes de levar a sua nulidade.
LEGISLAÇÃO POSTERIOR - MULTA MAIS FAVORÁVEL - APLICAÇÃO
A lei aplica-se a ato ou fato pretérito, tratando-se de ato não definitivamente julgado quando lhe comine penalidade menos severa que a prevista na lei vigente ao tempo da sua prática.
Recurso Voluntário Provido em Parte.
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Vistos, relatados e discutidos os presentes autos.
Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em rejeitar as preliminares suscitadas e, no mérito, em dar provimento parcial para adequação da multa ao artigo 32-A da Lei n° 8.212/91, caso mais benéfica.

Júlio César Vieira Gomes  Presidente

Ana Maria Bandeira- Relatora

Participaram do presente julgamento os Conselheiros: Júlio César Vieira Gomes, Ana Maria Bandeira, Ronaldo de Lima Macedo, Thiago Taborda Simões e Nereu Miguel Ribeiro Domingues. Ausente justificadamente o Conselheiro Lourenço Ferreira do Prado.


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S2­C4T2 

Fl. 98 

 
 

 
 

1

97 

S2­C4T2  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
SEGUNDA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  10980.724043/2010­21 

Recurso nº               Voluntário 

Acórdão nº  2402­003.342  –  4ª Câmara / 2ª Turma Ordinária  

Sessão de  19 de fevereiro de 2013 

Matéria  AUTO DE INFRAÇÃO GFIP FATOS GERADORES 

Recorrente  BRANCO GERENCIADORA DE SHOPPING CENTER S/C LTDA 

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

ASSUNTO: CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS PREVIDENCIÁRIAS 

Período de apuração: 01/01/2005 a 31/12/2009 

OBRIGAÇÃO ACESSÓRIA ­ DESCUMPRIMENTO ­ INFRAÇÃO  

Consiste em descumprimento de obrigação acessória a empresa apresentar a 
GFIP ­ Guia de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social 
com dados não correspondentes aos fatos geradores de todas as contribuições 
previdenciárias. 

ADESÃO AO SIMPLES ­ FACULDADE DO CONTRIBUINTE 

A  legislação  que  trata do SIMPLES  é  clara  no  sentido  de que  a  adesão  ao 
referido  sistema  simplificado  de  tributação  é  uma  faculdade  que  pode  ser 
exercita pelas empresas mediante opção formal que, após análise, poderá ser 
ou  não  deferida  pela  autoridade  administrativa.  Não  há  possibilidade  de  a 
empresa  abster­se  do  recolhimento  das  contribuições  abrangidas  pelo 
SIMPLES, se não efetuou a opção. 

ERROS DE ESCRITA ­ NULIDADE ­ INOCORRÊNCIA 

Meros  erros  de  escrita  contidos  no  Relatório  Fiscal  que  não  prejudicam  a 
compreensão  da  origem  do  lançamento  não  são  capazes  de  levar  a  sua 
nulidade. 

LEGISLAÇÃO  POSTERIOR  ­  MULTA  MAIS  FAVORÁVEL  ­ 
APLICAÇÃO 

A lei aplica­se a ato ou fato pretérito, tratando­se de ato não definitivamente 
julgado  quando  lhe  comine  penalidade  menos  severa  que  a  prevista  na  lei 
vigente ao tempo da sua prática. 

Recurso Voluntário Provido em Parte. 

 
 

 

  

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Fl. 98DF  CARF MF

Impresso em 23/04/2013 por RECEITA FEDERAL - PARA USO DO SISTEMA

CÓ
PI

A

Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001

Autenticado digitalmente em 20/03/2013 por ANA MARIA BANDEIRA, Assinado digitalmente em 20/03/2013 p

or ANA MARIA BANDEIRA, Assinado digitalmente em 17/04/2013 por JULIO CESAR VIEIRA GOMES




 

  2 

 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em rejeitar as 
preliminares  suscitadas  e, no mérito,  em dar provimento parcial para adequação da multa ao 
artigo 32­A da Lei n° 8.212/91, caso mais benéfica.  

 

Júlio César Vieira Gomes – Presidente 

 

Ana Maria Bandeira­ Relatora 

 

Participaram  do  presente  julgamento  os  Conselheiros:  Júlio  César  Vieira 
Gomes,  Ana  Maria  Bandeira,  Ronaldo  de  Lima  Macedo,  Thiago  Taborda  Simões  e  Nereu 
Miguel  Ribeiro  Domingues.  Ausente  justificadamente  o  Conselheiro  Lourenço  Ferreira  do 
Prado. 

Fl. 99DF  CARF MF

Impresso em 23/04/2013 por RECEITA FEDERAL - PARA USO DO SISTEMA

CÓ
PI

A

Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001

Autenticado digitalmente em 20/03/2013 por ANA MARIA BANDEIRA, Assinado digitalmente em 20/03/2013 p

or ANA MARIA BANDEIRA, Assinado digitalmente em 17/04/2013 por JULIO CESAR VIEIRA GOMES



Processo nº 10980.724043/2010­21 
Acórdão n.º 2402­003.342 

S2­C4T2 
Fl. 99 

 
 

 
 

3

 

Relatório 

Trata­se de Auto  de  Infração  lavrado  com  fundamento  na  inobservância  da 
obrigação  tributária  acessória  prevista  na  Lei  nº  8.212/1991,  no  art.  32,  inciso  IV  e  §  5º, 
acrescentados pela Lei nº 9.528/1997 c/c o art. 225, inciso IV e § 4º do Decreto nº 3.048/1999, 
que consiste em a empresa apresentar a GFIP – Guia de Recolhimento do FGTS e Informações 
à  Previdência  Social  com  dados  não  correspondentes  aos  fatos  geradores  de  todas  as 
contribuições previdenciárias. 

Segundo  o  Relatório  Fiscal,  a  autuada  informou  em  GFIP  a  condição  de 
optante  pelo  SIMPLES  sem  sê­lo  e,  além  disso,  deixou  de  informar  valores  pagos  a 
contribuintes individuais. 

A  autuada  teve  ciência  do  lançamento  em  08/10/2010  e  apresentou  defesa 
alegando que se enquadraria no SIMPLES Nacional e manifesta sua irresignação por ter sido 
excluída do referido sistema por ato unilateral da administração. 

Entende  que  é  ônus  do  Fisco  fazer  prova  de  que  a  empresa  optante  pelo 
SIMPLES não exerce as atividades constantes do seu contrato social. 

Questiona não ter sido intimada a apresentar ou prestar esclarecimentos sobre 
o ocorrido tendo somente sofrido a aplicação da multa de ofício de forma arbitrária e não lhe 
ter sido dada a oportunidade de utilizar o benefício previsto no inciso II, do § 2º do art. 32­A da 
Lei nº 8.212/1991. 

Considera a legislação do SIMPLES inconstitucional e requer que o auto de 
infração seja extinto pelas razões apresentadas. 

Pelo Acórdão nº 02­35.495, a 6ª turma da DRJ/Belo Horizonte considerou a 
autuação procedente. 

Salienta  a  decisão  de  primeira  instância  que  a  fiscalização  não  relatou 
qualquer ato de exclusão da empresa do SIMPLES e, sim, que esta declarou indevidamente na 
GFIP ser optante pelo SIMPLES. 

É informado que em consulta efetuada nos sistemas da Receita Federal, não 
consta a opção da impugnante pelo referido sistema simplificado de tributação. 

Constata que  teria ocorrido um erro de escrita no Relatório Fiscal, uma vez 
que este, indicou que a conduta da empresa caracterizou infração ao art. 32­ A, “caput”, inciso 
II, da Lei 8.212/91, com a  redação dada pela MP 449/2008. Esclarece que  tal  erro não seria 
capaz de invalidar a autuação uma vez que, na folha de rosto do Auto de Infração foi lançada a 
fundamentação legal correta, conforme transcrito anteriormente, não dando margem a dúvidas 
quanto  aos  dispositivos  legais  nos  quais  se  fundamentou  a  autuação,  o  que  permitiu  ao 
contribuinte compreender perfeitamente o lançamento efetuado. 

Fl. 100DF  CARF MF

Impresso em 23/04/2013 por RECEITA FEDERAL - PARA USO DO SISTEMA

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Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001

Autenticado digitalmente em 20/03/2013 por ANA MARIA BANDEIRA, Assinado digitalmente em 20/03/2013 p

or ANA MARIA BANDEIRA, Assinado digitalmente em 17/04/2013 por JULIO CESAR VIEIRA GOMES



 

  4 

Contra  tal  decisão,  a  autuada  apresenta  recurso  tempestivo  onde  efetua  a 
repetição das alegações de defesa e argumenta que apesar da decisão afirmar que não houve 
exclusão  da  empresa  do  SIMPLES  uma  vez  que  ela  não  teria  optado  por  tal  regime  de 
tributação, não junta nenhum documento que possa comprovar o alegado. 

Questiona  o  entendimento  contido  na  decisão  recorrida  de  que  um  erro  de 
escrita  no  Relatório  Fiscal  não  invalidaria  o  lançamento  e  conclui  que  se  assim  for,  os 
contribuintes ficariam à mercê do Fisco nos autos de infrações que contém erro e que podem 
causar prejuízo. 

Assim, afirma que o erro formal no relatório pode ser entendido como “fiel 
descrição do fato infringente” e que o auto de infração recorrido deve ser declarado nulo. 

É o relatório. 

Fl. 101DF  CARF MF

Impresso em 23/04/2013 por RECEITA FEDERAL - PARA USO DO SISTEMA

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Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001

Autenticado digitalmente em 20/03/2013 por ANA MARIA BANDEIRA, Assinado digitalmente em 20/03/2013 p

or ANA MARIA BANDEIRA, Assinado digitalmente em 17/04/2013 por JULIO CESAR VIEIRA GOMES



Processo nº 10980.724043/2010­21 
Acórdão n.º 2402­003.342 

S2­C4T2 
Fl. 100 

 
 

 
 

5

 

Voto            

Conselheira Ana Maria Bandeira, Relatora 

O recurso é tempestivo e não há óbice ao seu conhecimento. 

A  recorrente  centra  sua  argumentação  no  entendimento  de  que  cumpre  os 
requisitos para ser optante pelo SIMPLES e como tal não estaria obrigada ao recolhimento da 
contribuição patronal. 

Por  sua vez, a decisão  recorrida esclarece que não houve qualquer menção, 
por parte da auditoria fiscal, de ato de exclusão da empresa do SIMPLES, além disso, verificou 
nos sistemas da Secretaria da Receita Federal do Brasil que a recorrente não havia aderido ao 
referido sistema de tributação. 

Não assiste razão à recorrente. 

A Lei nº 9.317/1996 instituiu o SIMPLES e estabelecia o seguinte: 

 Art.  3°  A  pessoa  jurídica  enquadrada  na  condição  de 
microempresa e de empresa de pequeno porte, na forma do art. 
2°  ,  poderá  optar  pela  inscrição  no  Sistema  Integrado  de 
Pagamento  de  Impostos  e  Contribuições  das  Microempresas  e 
Empresas de Pequeno Porte ­ SIMPLES. (.....) 

Art. 8° A opção pelo SIMPLES dar­se­á mediante a inscrição da 
pessoa  jurídica  enquadrada  na  condição  de  microempresa  ou 
empresa de pequeno porte no Cadastro Geral de Contribuintes 
do  Ministério  da  Fazenda  ­  CGC/MF,  quando  o  contribuinte 
prestará todas as informações necessárias, inclusive quanto: 

 I  ­  especificação  dos  impostos,  dos  quais  é  contribuinte  (IPI, 
ICMS ou ISS); 

 II  ­ ao porte da pessoa  jurídica  (microempresa ou  empresa de 
pequeno porte). 

 §  1°  As  pessoas  jurídicas  já  devidamente  cadastradas  no 
CGC/MF  exercerão  sua  opção  pelo  SIMPLES  mediante 
alteração cadastral. 

 §  2°  A  opção  exercida  de  conformidade  com  este  artigo 
submeterá a pessoa jurídica à sistemática do SIMPLES a partir 
do primeiro dia do ano­calendário subseqüente, sendo definitiva 
para todo o período. 

 §  3°  Excepcionalmente,  no  ano­calendário  de  1997,  a  opção 
poderá ser efetuada até 31 de março, com efeitos a partir de 1° 
de janeiro daquele ano. 

Fl. 102DF  CARF MF

Impresso em 23/04/2013 por RECEITA FEDERAL - PARA USO DO SISTEMA

CÓ
PI

A

Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001

Autenticado digitalmente em 20/03/2013 por ANA MARIA BANDEIRA, Assinado digitalmente em 20/03/2013 p

or ANA MARIA BANDEIRA, Assinado digitalmente em 17/04/2013 por JULIO CESAR VIEIRA GOMES



 

  6 

 § 4° O prazo para a opção a que se refere o parágrafo anterior 
poderá ser prorrogado por ato da Secretaria da Receita Federal. 

 § 5° As pessoas jurídicas inscritas no SIMPLES deverão manter 
em  seus  estabelecimentos,  em  local  visível  ao  público,  placa 
indicativa que esclareça tratar­se de microempresa ou empresa 
de pequeno porte inscrita no SIMPLES. 

§  6oO  indeferimento  da  opção  pelo  SIMPLES,  mediante 
despacho  decisório  de  autoridade  da  Secretaria  da  Receita 
Federal, submeter­se­á ao rito processual do Decreto no70.235, 
de  6  de  março  de  1972.(Incluído  pela  Lei  nº  10.833,  de 
29.12.2003) (g.n.) 

Como  se  vê,  a  opção  pelo  SIMPLES  era  uma  faculdade  concedida  às 
empresas que atendessem aos requisitos, porém, o exercício dessa faculdade se daria por meio 
de pedido formal a ser submetido à apreciação da autoridade administrativa que poderia deferi­
lo ou não. 

A  Lei  nº  9.317/1996  foi  revogada  pela  Lei  Complementar  nº  123/2006, 
entretanto,  a  nova  legislação  manteve  a  adesão  ao  SIMPLES  como  uma  faculdade  do 
contribuinte, conforme se percebe dos trechos abaixo transcritos. 

Art.  16.  A  opção  pelo  Simples  Nacional  da  pessoa  jurídica 
enquadrada  na  condição  de  microempresa  e  empresa  de 
pequeno porte  dar­se­á  na  forma a  ser  estabelecida  em ato  do 
Comitê Gestor, sendo irretratável para todo o ano­calendário. 

§  1oPara  efeito  de  enquadramento  no  Simples  Nacional, 
considerar­se­á  microempresa  ou  empresa  de  pequeno  porte 
aquela  cuja  receita  bruta  no  ano­calendário  anterior  ao  da 
opção esteja compreendida dentro dos limites previstos no art. 3o 

desta Lei Complementar. (...) 

§  2oA  opção  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  deverá  ser 
realizada no mês de janeiro, até o seu último dia útil, produzindo 
efeitos  a  partir  do  primeiro  dia  do  ano­calendário  da  opção, 
ressalvado o disposto no § 3odeste artigo. 

§  3oA  opção  produzirá  efeitos  a  partir  da  data  do  início  de 
atividade,  desde  que  exercida  nos  termos,  prazo  e  condições  a 
serem estabelecidos no ato do Comitê Gestor a que se  refere o 
caput deste artigo. 

§ 4oSerão consideradas  inscritas no Simples Nacional,  em 1ode 
julho de 2007, as microempresas  e  empresas de pequeno porte 
regularmente optantes pelo regime tributário de que trata aLei 
no9.317,  de  5  de  dezembro  de  1996,  salvo  as  que  estiverem 
impedidas  de  optar  por  alguma  vedação  imposta  por  esta  Lei 
Complementar. 

§ 5oO Comitê Gestor regulamentará a opção automática prevista 
no § 4odeste artigo. 

§  6oO  indeferimento  da  opção  pelo  Simples  Nacional  será 
formalizado mediante ato da Administração Tributária segundo 
regulamentação do Comitê Gestor.(g.n.) 

Fl. 103DF  CARF MF

Impresso em 23/04/2013 por RECEITA FEDERAL - PARA USO DO SISTEMA

CÓ
PI

A

Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001

Autenticado digitalmente em 20/03/2013 por ANA MARIA BANDEIRA, Assinado digitalmente em 20/03/2013 p

or ANA MARIA BANDEIRA, Assinado digitalmente em 17/04/2013 por JULIO CESAR VIEIRA GOMES



Processo nº 10980.724043/2010­21 
Acórdão n.º 2402­003.342 

S2­C4T2 
Fl. 101 

 
 

 
 

7

A  legislação  que  rege  a  matéria  é  clara  no  sentido  de  que  o  usufruto  do 
sistema diferenciado de tributação é feito mediante opção por parte da empresa. 

A decisão  recorrida menciona  que  foi  feita  pesquisa  no  banco  de  dados  da 
Secretaria  da  Receita  Federal  do  Brasil  e  não  consta  que  a  empresa  tenha  optado  pelo 
SIMPLES. A  recorrente, por sua vez, põe em dúvida a  informação,  sob o argumento de que 
nenhuma prova do alegado teria sido juntada aos autos. 

Cumpre dizer que a afirmação da autoridade julgadora de primeira instância 
merece fé. Ademais, toda a questão a respeito de uma suposta opção pelo SIMPLES foi trazida 
pela empresa em sua defesa e cabia a ela, então, trazer as provas da alegada opção. 

A  recorrente  solicita  que  o  lançamento  seja  declarado  nulo  em  razão  da 
menção equivocada no Relatório Fiscal do art. 32­A, “caput”, inciso II, da Lei 8.212/91, com a 
redação dada pela MP 449/2008.  

Tal  qual  afirmado  na  decisão  recorrida,  entendo  que  tal  equívoco  não  é 
suficiente para  invalidar a autuação, uma vez que, na  folha de  rosto do Auto de  Infração  foi 
lançada a fundamentação legal correta. 

Pela  razão  acima,  carece  de  fundamento  a  alegação  da  recorrente  de  que o 
lançamento  deveria  ser  declarado  nulo  pela  qual  ausência  da  “fiel  descrição  do  fato 
infringente”.  

No que tange à multa aplicada, observa­se que a Lei nº 11.941/2009 alterou a 
sistemática de cálculo de multa por infrações relacionadas à GFIP. 

Para tanto, inseriu o art. 32­A, o qual dispõe o seguinte: 

“Art.32­A.O contribuinte que deixar de apresentar a declaração 
de  que  trata  o  inciso  IV  do  art.  32  no  prazo  fixado  ou  que  a 
apresentar  com  incorreções  ou  omissões  será  intimado  a 
apresentá­la  ou  a  prestar  esclarecimentos  e  sujeitar­se­á  às 
seguintes multas: 

I  –  de  R$  20,00  (vinte  reais)  para  cada  grupo  de  10  (dez) 
informações incorretas ou omitidas; e 

II  –  de  2%  (dois  por  cento)  ao  mês­calendário  ou  fração, 
incidentes sobre o montante das contribuições informadas, ainda 
que  integralmente  pagas,  no  caso  de  falta  de  entrega  da 
declaração ou entrega após o prazo,  limitada a 20% (vinte por 
cento), observado o disposto no § 3o deste artigo.  

§ 1o Para efeito de aplicação da multa prevista no  inciso  II do 
caput  deste  artigo,  será  considerado  como  termo  inicial  o  dia 
seguinte ao término do prazo fixado para entrega da declaração 
e como termo final a data da efetiva entrega ou, no caso de não­
apresentação,  a  data  da  lavratura  do  auto  de  infração  ou  da 
notificação de lançamento. 

§ 2o Observado o disposto no § 3o deste artigo, as multas serão 
reduzidas: 

Fl. 104DF  CARF MF

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or ANA MARIA BANDEIRA, Assinado digitalmente em 17/04/2013 por JULIO CESAR VIEIRA GOMES



 

  8 

I – à metade, quando a declaração for apresentada após o prazo, 
mas  antes  de  qualquer  procedimento  de  ofício;  ou  II  –  a  75% 
(setenta  e  cinco  por  cento),  se  houver  apresentação  da 
declaração no prazo fixado em intimação. 

§ 3o A multa mínima a ser aplicada será de: 

I  –  R$  200,00  (duzentos  reais),  tratando­se  de  omissão  de 
declaração  sem  ocorrência  de  fatos  geradores  de  contribuição 
previdenciária; e II – R$ 500,00 (quinhentos reais), nos demais 
casos.” 

No  caso  em  tela,  trata­se  de  infração  que  agora  se  enquadra  no  art.  32­A, 
inciso I. 

Considerando  o  princípio  da  retroatividade  benigna  previsto  no  art.  106. 
inciso  II,  alínea  “c”,  do  Código  Tributário  Nacional,  há  que  se  verificar  a  situação  mais 
favorável ao sujeito passivo, face às alterações trazidas. 

Nesse  sentido,  entendo  que  na  execução  do  julgado,  a  autoridade  fiscal 
deverá  verificar,  com  base  nas  alterações  trazidas,  qual  a  situação  mais  benéfica  ao 
contribuinte. 

Diante do exposto e de tudo o mais que dos autos consta. 

Voto  no  sentido  de CONHECER  do  recurso  e  DAR­LHE  PROVIMENTO 
PARCIAL,  para  que  seja  efetuado  o  cálculo  da multa  de  acordo  com  o  art.  32­A  da  Lei  nº 
8.212/1991 e comparado ao cálculo anterior, para que seja aplicado o cálculo mais benéfico ao 
sujeito passivo. 

É como voto. 

 

Ana Maria Bandeira 

           

 

           

 

Fl. 105DF  CARF MF

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or ANA MARIA BANDEIRA, Assinado digitalmente em 17/04/2013 por JULIO CESAR VIEIRA GOMES


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Período de apuração: 01/09/1999 a 30/09/1999
COMPENSAÇÃO. LIQUIDEZ E CERTEZA DO CRÉDITO.
Não comprovada a liquidez e certeza do crédito do sujeito passivo, não é cabível a compensação com débitos próprios, nos termos da legislação aplicável - art. 170 do CTN e art. 74 da Lei n° 9.430, de 1996.
PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL. PROVA.
Cabe ao contribuinte o ônus de comprovar as alegações que oponha ao ato administrativo. Inadmissível a mera alegação da existência de um direito.
Recurso Voluntário Negado
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Vistos, relatados e discutidos os presentes autos.
Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, negar provimento ao recurso.

(assinado digitalmente)
Flávio de Castro Pontes - Presidente.




(assinado digitalmente)
José Luiz Bordignon - Relator.

Participaram da sessão de julgamento os conselheiros: Flávio de Castro Pontes (Presidente), José Luiz Bordignon, Sidney Eduardo Stahl, Maria Inês Caldeira Pereira da Silva Murgel, Marcos Antonio Borges e Paulo Antonio Caliendo Velloso da Silveira.

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S3­TE01 

Fl. 68 

 
 

 
 

1

67 

S3­TE01  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  11080.905080/2008­21 

Recurso nº               Voluntário 

Acórdão nº  3801­001.784  –  1ª Turma Especial  

Sessão de  19 de março de 2013 

Matéria  RESTITUIÇÃO/COMPENSAÇÃO 

Recorrente  TREFILAÇO TREFILAÇÃO DE METAIS LTDA 

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

ASSUNTO: NORMAS GERAIS DE DIREITO TRIBUTÁRIO 

Período de apuração: 01/09/1999 a 30/09/1999  

COMPENSAÇÃO. LIQUIDEZ E CERTEZA DO CRÉDITO.  

Não  comprovada  a  liquidez  e  certeza  do  crédito  do  sujeito  passivo,  não  é 
cabível  a  compensação  com  débitos  próprios,  nos  termos  da  legislação 
aplicável ­ art. 170 do CTN e art. 74 da Lei n° 9.430, de 1996. 

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL. PROVA. 

Cabe ao  contribuinte o ônus de  comprovar as  alegações que oponha ao  ato 
administrativo. Inadmissível a mera alegação da existência de um direito. 

Recurso Voluntário Negado 

 
 

 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

Acordam  os  membros  do  colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  negar 
provimento ao recurso.  

 

(assinado digitalmente) 

Flávio de Castro Pontes ­ Presidente. 

 

 

 

  

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Fl. 68DF  CARF MF

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  2

 

(assinado digitalmente) 

José Luiz Bordignon ­ Relator. 

 

Participaram  da  sessão  de  julgamento  os  conselheiros:  Flávio  de  Castro 
Pontes (Presidente), José Luiz Bordignon, Sidney Eduardo Stahl, Maria  Inês Caldeira Pereira 
da Silva Murgel, Marcos Antonio Borges e Paulo Antonio Caliendo Velloso da Silveira. 

Fl. 69DF  CARF MF

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Processo nº 11080.905080/2008­21 
Acórdão n.º 3801­001.784 

S3­TE01 
Fl. 69 

 
 

 
 

3

Relatório 

Por  bem  descrever  os  fatos,  adoto  o  relatório  da  decisão  recorrida,  que 
transcrevo a seguir: 

Trata  o  presente  processo  de  manifestação  de  inconformidade 
contra Despacho Decisório emitido eletronicamente pela DRFB 
Porto  Alegre  relativo  à  supostos  direitos  creditórios  de 
Contribuição  para  o  Financiamento  da  Seguridade  Social  ­ 
Cofins, em virtude de exame de declaração de compensação nos 
quais  não  foi  homologado  o  encontro  de  contas  por 
ausência/insuficiência  de  créditos  oponíveis  contra  a  Fazenda 
Pública. 

A  interessada  contesta  o  Parecer  alegando  que,  ao  fazer 
levantamento  de  importâncias  pagas  a  título  de  Pis  e  Cofins, 
constatou  a  existência  de  valores  pagos  a  maior  a  título  das 
contribuições.  Afirma  que  houve  tributação  indevida  sobre 
valores repassados a terceiros, que deveriam ter sido excluídos 
da base tributável da contribuição com base no disposto no art. 
3º,  §2º,  inciso  III  da  Lei  n°  9.718/1998,  o  que  teria  gerado 
indébitos compensáveis. Transcreve decisões judiciais favoráveis 
ao seu pleito. Outrossim, alega que tem o direito de compensar 
nos moldes da legislação e que os débitos compensados estariam 
suspensos,  forte  no  art.151,  inciso  III,  do  CTN  e  no  art.48, 
parágrafo 3° do inciso I da IN SRF 600/2005. 

 

A  Delegacia  de  Julgamento  em  Porto  Alegre  (RS)  proferiu  a  seguinte 
decisão, nos termos da ementa abaixo transcrita: 

ASSUNTO:  CONTRIBUIÇÃO  PARA O  FINANCIAMENTO DA 
SEGURIDADE SOCIAL ­ COFINS 

Período de apuração: 01/09/1999 a 30/09/1999 

EMENTA: 

RESTITUIÇÃO/COMPENSAÇÃO  ­  Direitos  creditórios 
pleiteados  via  Declaração  de  Compensação  ­  Nos  termos  do 
artigo  170  do  Código  Tributário  Nacional,  essencial  a 
comprovação  da  liquidez  e  certeza  dos  créditos  para  a 
efetivação do encontro de contas. 

Manifestação de Inconformidade Improcedente 

Direito Creditório Não Reconhecido 

 

Fl. 70DF  CARF MF

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  4

Inconformada, a contribuinte recorre a este Conselho reproduzindo as razões 
apresentadas por ocasião da manifestação de inconformidade, acrescentando, em síntese: 

· Que resta evidente que o período compreendido entre a resolução n° 
49  de  09  de  outubro  de  1995,  que  suspendeu  a  execução  dos 
Decretos­Lei  citados,  e  a  promulgação  da  Lei  n°  9.715  de  25  de 
novembro de 1998, restou configurado um período de vacatio legis. 

· Que  no  período  compreendido  entre  outubro  de  1995  e  outubro  de 
1998,  não  há  que  se  falar  em  contribuição  para  o  PIS.  Não  existia 
regramento  legal  a  incidir  sobre  os  recolhimentos,  tendo  o 
contribuinte  recolhido  tributo  indevidamente no período supracitado, 
em discordância com o Princípio Constitucional da Legalidade. 

 

REQUER: 

1.  O  provimento  ao  presente  Recurso  Voluntário,  com  a 
conseqüente  reforma  da  decisão,  nos  termos  anteriormente 
expostos; 

2.  O  reconhecido  o  direito  líquido  e  certo  da  contribuinte  de 
compensar a importância recolhida indevidamente; 

3.  Seja reconhecido o direito creditório da mesma e para que seja 
homologada a compensação objeto do presente; 

É o relatório.

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Processo nº 11080.905080/2008­21 
Acórdão n.º 3801­001.784 

S3­TE01 
Fl. 70 

 
 

 
 

5

Voto            

Conselheiro José Luiz Bordignon, Relator 

O recurso é tempestivo e preenche os requisitos de admissibilidade, portanto 
dele tomo conhecimento. 

Trata o presente caso de PER/DCOMP apresentada em 11/12/2003, na qual é 
informado  como  origem  do  crédito  um  pagamento  a  maior  de  PIS/Pasep  ou  Cofins, 
compensado com débito da própria contribuição.  

Tal  pretensão  foi  indeferida  pela  DRF/Porto  Alegre,  uma  vez  que  não  foi 
confirmada a existência do crédito informado. 

Em seu recurso, a Recorrente defende seu direito de compensar débitos com 
valores recolhidos, supostamente indevidos, em razão do que dispõe o art. 3º, §2º, III, da Lei nº 
9.718, de 19981 ou por entender que no período compreendido entre outubro de 1995 e outubro 
de 1998 não existia regramento legal permitindo a incidência de Pis/Pasep e Cofins.  

Com  relação  à  sua  pretensão,  não  resta  dúvida  que  a  legislação  autoriza  a 
compensação de tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) com 
créditos originados de pagamento indevido ou a maior. No entanto, o crédito contra a Fazenda 
Nacional deve ser líquido e certo (art. 170 do CTN), caso contrário, não há como homologar a 
compensação declarada. 

Na  situação  em  concreto,  a  interessada  postula  a  compensação  de  débito 
próprio com um crédito  juridicamente  inexistente, ou seja,  esse possível  crédito não goza de 
liquidez e certeza.  

Não  é  demais  lembrar  que  o  ônus  da  prova  quanto  ao  fato  constitutivo  do 
direito compete ao autor ( art. 333 do Código de processo Civil). 

Importa registrar que, ao contrário do alegado, não consta dos autos qualquer 
documentação comprobatória da liquidez e certeza dos direitos creditórios alegados. Destarte, 
verifica­se que a recorrente não apresentou sequer um demonstrativo de cálculo do seu suposto 
crédito, de sorte que o pedido de compensação nos moldes requeridos não deve prosperar.  

A  postulante,  ao  apresentar  a  manifestação  de  inconformidade,  tinha  a 
obrigação de carrear aos autos os elementos comprobatórios de sua pretensão, conforme dispõe 
o art. 333, do Código de Processo Civil (CPC) e o art. 16, inciso III, do Decreto nº 70.235, de 

                                                           
1 Art. 3°. O faturamento a que se refere o artigo anterior corresponde à receita bruta da pessoa jurídica. 
(...) 
§2° Para fins de determinação da base de cálculo das contribuições a que se refere o art. 2º excluem­se da receita 
bruta: 
(..) 
III  ­  os  valores  que,  computados  como  receita,  tenham  sido  transferidos  para outra pessoa  jurídica,  observadas 
normas regulamentadoras expedidas pelo Poder Executivo; 
 

Fl. 72DF  CARF MF

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1972, no entanto,  limitou­se a alegar ser detentora de crédito em razão de pagamentos feitos 
indevidamente, invocando doutrina e jurisprudência acerca de seu suposto direito creditório. 

Consigne­se  que  o  artigo  170  da  Lei  nº  5.172,  de  25/10/1966  (Código 
Tributário Nacional) estabelece como requisito para compensação que o crédito seja líquido e 
certo, in verbis: 

Art.  170.  A  lei  pode,  nas  condições  e  sob  as  garantias  que 
estipular,  ou  cuja  estipulação  em  cada  caso  atribuir  à 
autoridade administrativa, autorizar a compensação de créditos 
tributários  com  créditos  líquidos  e  certos,  vencidos  ou 
vincendos, do sujeito passivo contra a Fazenda. (grifou­se) 

No caso em discussão, o direito creditório não se apresentou líquido e certo, 
pois a requerente não o comprovou por meio de provas documentais hábeis. 

Em  face  do  exposto,  voto  no  sentido  de  negar  provimento  ao  recurso 
voluntário,  não  reconhecendo  o  direito  creditório  pleiteado,  e,  por  conseguinte,  não 
homologando a compensação. 

É assim que voto. 

(assinado digitalmente) 

José Luiz Bordignon 

           

 

           

 

 

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Ano calendário: 2006
DECLARAÇÃO INEXATA. OMISSÃO DE RECEITA
Considera-se omitida toda a receita não oferecida à tributação
independentemente de estar ou não escriturada.
LUCRO REAL. COMPENSAÇÃO DE PREJUÍZOS. RETIFICAÇÃO I Inexiste a faculdade de o contribuinte compensar Prejuízos fiscais
retroativamente, quando não haja erro de fato cabalmente demonstrado, pois compensar prejuízos fiscais não é erro, mas sim uma opção legal., turma_s=Primeira Turma Ordinária da Quarta Câmara da Primeira Seção, numero_processo_s=13888.001803/2010-75, conteudo_id_s=5235218, dt_registro_atualizacao_tdt=Fri Jan 26 00:00:00 UTC 2018, numero_decisao_s=1401-000.752, nome_arquivo_s=Decisao_13888001803201075.pdf, nome_relator_s=ANTONIO BEZERRA NETO, nome_arquivo_pdf_s=13888001803201075_5235218.pdf, secao_s=Primeira Seção de Julgamento, arquivo_indexado_s=S, decisao_txt=[Acordam  os  membros  do  Colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em  REJEITAR o pedido de perícia e NEGAR provimento ao recurso.  ], dt_sessao_tdt=Fri Mar 16 00:00:00 UTC 2012, id=4597157, ano_sessao_s=2012, atualizado_anexos_dt=Fri Oct 08 09:01:42 UTC 2021, sem_conteudo_s=N, _version_=1713041572555128832, conteudo_txt=Metadados =&gt; pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.4; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 13; dc:format: application/pdf; version=1.4; pdf:charsPerPage: 1758; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; access_permission:fill_in_form: true; pdf:encrypted: true; access_permission:can_modify: true; Content-Type: application/pdf | Conteúdo =&gt; 
S1­C4T1 

Fl. 790 

 
 

 
 

1

789 

S1­C4T1  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
PRIMEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  13888.001803/2010­75 

Recurso nº  999999   Voluntário 

Acórdão nº  1401­000.752   –  4ª Câmara / 1ª Turma Ordinária  

Sessão de  16 de março de 2012 

Matéria  IRPJ/CSLL 

Recorrente  PRIMA AÇO COMÉRCIO E DISTRIBUIÇÃO DE SUCATAS LTDA 

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA JURÍDICA . IRPJ 

Ano­calendário: 2006 

DECLARAÇÃO INEXATA. OMISSÃO DE RECEITA 

Considera­se    omitida  toda    a  receita  não      oferecida    à  tributação  
independentemente de estar ou não escriturada. 

LUCRO REAL. COMPENSAÇÃO DE PREJUÍZOS. RETIFICAÇÃO I 

Inexiste  a  faculdade  de  o  contribuinte  compensar  Prejuízos  fiscais 
retroativamente, quando não haja erro de fato cabalmente demonstrado, pois 
compensar prejuízos fiscais não é erro, mas sim uma opção legal. 

 
 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

Acordam  os  membros  do  Colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em 
REJEITAR o pedido de perícia e NEGAR provimento ao recurso. 

(assinado digitalmente) 

Jorge Celso Freire da Silva – Presidente 

 

(assinado digitalmente) 

Antonio Bezerra Neto – Relator 

 

Participaram da sessão de julgamento os conselheiros: Antonio Bezerra Neto, 
Alexandre Antônio Alkmim Teixeira, Fernando Luiz Gomes de Mattos, Maurício Pereira Faro, 
João Carlos de Figueiredo Neto e Jorge Celso Freire da Silva. 

  

Fl. 790DF  CARF MF

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Processo nº 13888.001803/2010­75 
Acórdão n.º 1401­000.752  

S1­C4T1 
Fl. 791 

 
 

 
 

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 por ANTONIO BEZERRA NETO, Assinado digitalmente em 23/05/2012 por JORGE CELSO FREIRE DA SILVA



Processo nº 13888.001803/2010­75 
Acórdão n.º 1401­000.752  

S1­C4T1 
Fl. 792 

 
 

 
 

3

Relatório 

Trata­se de recurso voluntário contra o Acórdão nº 14­34.981, da 1ª Turma da 
Delegacia da Receita Federal de Julgamento em Ribeirão Preto­SP. 

Por economia processual, adoto e transcrevo o relatório constante na decisão 
de primeira instância: 

Trata­se de  impugnação aos Autos de Infração de IRPJ e, CSLL,  lavrados e 
cientificados  em  15  de  abril  de  2010,  contra  o  Interessado,  relativos  ao  ano­
calendário de 2006, em razão de haver sido apurado pela Fiscalização receita bruta 
maior que a oferecida à tributação no mês de dezembro de 2006. 

Os  valores  relativos  aos  fatos  geradores  verificados  encontram­se  indicados 
nos  corpos  dos  autos  de  infração,  nos  quais  também  constam  os  enquadramentos 
legais respectivos, atingindo o valor consolidado do crédito tributário o montante de 
R$  1.028.153,00  na  data  da  lavratura,  compreendendo  os  valores  dos  tributos, 
acrescidos da multa de ofício de 75% e dos juros de mora calculados até 31/03/2010, 
assim distribuídos: 

IRPJ  RS 752.683,39 

CSLL R$ 275.469,61 

No  Relatório  Fiscal  do  Auto  de  Infração(fls.  33  a  37),  há  a  descrição  do 
procedimento  fiscal  e  da  irregularidade,  apontada  pelo  autuante  como  infração  à 
legislação tributária, que motivou a lavratura dos presentes autos de infração. 

Regularmente  cientificado,  ingressou  com  a  impugnação  de  fls.  95  a  114, 
firmada pelos procuradores Dr. Luiz Rogério Sawaya Batista e Dr. Felipe Rufalco 
Medaglia, constituídos pela procuração de fl. 117, combatendo os Autos de Infração, 
onde  em  síntese  alega  que  não  houve  qualquer  omissão  de  receita, mas,  apenas  e 
tão­somente mero erro formal no preenchimento da DIPJ, mesmo porque a  receita 
supostamente omitida foi  levada em consideração quando do cálculo do IRPJ e da 
CSLL devidos. 

Aduz  que  foi  autuada  por  não  ter  informado  em  sua DIPJ/2006,  as  receitas 
auferidas no mês de dezembro, no valor de R$1.467.996,94, nada obstante referido 
valor constasse dos livros fiscais e tenha sido declarado no DACON. 

Após  referir­se  aos  artigos  281  e  528  do  RIR/99  e  ao  artigo  24  da  Lei  n° 
9.249, de 1995, afirma que não está ocorrida a hipótese de omissão de receitas, pois, 
entende que a omissão de receita está vinculada à prática de um ilícito, tendente a 
reduzir ou suprimir o valor do tributo. 

Após  reproduzir excerto de  ensinamento de  renomados  juristas,  alega que  a 
suposta  omissão  de  receita  decorreu  do  fato  de  ela  ter  declarado  em DACON  ­  e 
submetido  à  tributação  da  Contribuição  ao  PIS  e  à  Cofins­  ter  auferido  receita, 
porém, não tê­lo feito na DIPJ. 

Diz  que  o  fato  de  ter  escriturado  devidamente  nos  seus  livros  contábeis  e 
submetidas as receitas supostamente omitidas à  tributação do PIS e da Cofins, não 

Fl. 792DF  CARF MF

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 por ANTONIO BEZERRA NETO, Assinado digitalmente em 23/05/2012 por JORGE CELSO FREIRE DA SILVA



Processo nº 13888.001803/2010­75 
Acórdão n.º 1401­000.752  

S1­C4T1 
Fl. 793 

 
 

 
 

4

caracteriza intuito de suprimir ou reduzir tributo. Assevera que a própria fiscalização 
admite que houve mero erro formal no procedimento adotado pela impugnante que 
ela teria recolhido a contribuição ao PIS e à Cofins a maior. 

A seguir elabora demonstrativos, englobando todo o ano­calendário de 2006, 
pretendendo demonstrar que o "erro formal" não afetou o cálculo e o recolhimento 
do IRPJ e da CSLL, como também recolheu tributos a maior, na medida em que não 
se  utilizou  de  prejuízo  fiscal  apurado  para  deduzir  da  base  de  cálculo  dos 
mencionados tributos. 

E  conclui:  "Por  fim,  (..),  a  Impugnante  demonstrou  que  se  erro  de 
recolhimento  houve,  isso  se  deu  em  razão  de  recolhimento  a maior  do  IRPJ  e  da 
CSLL no  2o,  3o  e  4o Trimestre  de  2006 por  não  ter  a  Impugnante  aproveitado  o 
prejuízo  fiscal  e  a  base  de  cálculo  negativa  da  CSLL  apurada  no  1º  Trimestre 
daquele ano". 

Requer produção de prova pericial contábil, indicando o perito e os quesitos a 
serem  respondidos,  e  provar  o  alegado  por  todos  os  meios  de  prova  em  direito 
admitidos. 

E a síntese do essencial. 

 

A DRJ, manteve integralmente o lançamento, nos termos da ementa abaixo: 

ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA JURÍDICA . IRPJ 

Ano­calendário: 2006 

DECLARAÇÃO INEXATA. OMISSÃO DE RECEITA 

Considera­se    omitida  toda    a  receita  não      oferecida    à  tributação  
independentemente  de  estar  ou  não  escriturada.      Assim  ,            sendo  as 
declarações  apresentadas  à  RFB,  o  instrumento  básico  de    determinação  e 
cobrança do imposto, a sua formulação em valores inferiores aos escriturados 
implica omissão de receita. 

LUCRO REAL. COMPENSAÇÃO DE PREJUÍZOS. RETIFICAÇÃO I 

Inexiste  a  faculdade  de  o  contribuinte  compensar  Prejuízos  fiscais 
retroativamente, quando não haja erro de fato cabalmente demonstrado, pois 
a opção de abater prejuízos fiscais é definitiva. 

 

ASSUNTO: NORMAS DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA 

Ano­calendário: 2006  

PERÍCIA. REQUISITOS. 

O pedido de perícia deve  indicar os motivos que o  justifiquem e do sujeito 
passivo. Caso contrário, o pedido deve ser considerado  formulado. Portanto 
sem efeito o pedido de  perícia da empresa, mesmo porque   não há matéria 
contestada nos presentes autos de infração que necessite de opinião de perito 
para ser decidida. 

PRODUÇÃO DE PROVAS ADICIONAIS. PRECLUSÃO TEMp0RAL 

Fl. 793DF  CARF MF

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Processo nº 13888.001803/2010­75 
Acórdão n.º 1401­000.752  

S1­C4T1 
Fl. 794 

 
 

 
 

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Tendo em vista a superveniência da preclusão temporal, é rejeitado o pedido 
de  produção  e  apresentação  de  provas  suplementares    pois  o  momento 
propício para a defesa cabal é o da oferta da peça impugnatória. 

MULTA DE LANÇAMENTO DE OFÍCIO. 

No caso de lançamento de ofício, será aplicada a multa, calculada sobre 

totalidade ou diferença de tributo ou contribuição, de setenta e cinco    ' 

cento, nos casos de falta de pagamento ou recolhimento, de faltai 

declaração e nos de declaração inexata 

 

Irresignada  com  a  decisão  de  primeira  instância,  a  interessada  interpôs 
recurso  voluntário  a  este  Conselho,  repisando  os  tópicos  trazidos  anteriormente  na 
impugnação.  

É o relatório. 

Fl. 794DF  CARF MF

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Autenticado digitalmente em 07/04/2012 por ANTONIO BEZERRA NETO, Assinado digitalmente em 07/04/2012

 por ANTONIO BEZERRA NETO, Assinado digitalmente em 23/05/2012 por JORGE CELSO FREIRE DA SILVA



Processo nº 13888.001803/2010­75 
Acórdão n.º 1401­000.752  

S1­C4T1 
Fl. 795 

 
 

 
 

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Voto            

 

Conselheiro Antonio Bezerra Neto, Relator. 

O recurso reúne as condições de admissibilidade, dele tomo conhecimento. 

Trata­se de Autos de Infração de IRPJ e, CSLL, relativos ao ano­calendário 
de 2006, em razão de haver sido apurado pela Fiscalização receita bruta maior que a oferecida 
à tributação no mês de dezembro de 2006 em sua DIPJ. 

Perícia 

A contribuinte requer a realização de perícia, bem assim se insurge contra a 
decisão de primeira instância que a considerou prescindível. Porém, conforme se verificará na 
exposição  mais  adiante  do  mérito,  assim  como  também  ficou    bastante  claro  em  todo  o 
contexto  da  decisão  de  primeira  instância,  os  elementos  indispensáveis  à  solução  do  litígio 
encontra­se nos autos, motivo pelo qual o pedido de perícia dever ser indeferido nos termos do 
art. 18 do Decreto nº 70.235/72. É que o fulcro da questão circunscreve­se a averiguar a  base 
de cálculo para a exigência do imposto de renda no regime de Lucro Real, tratando­se, pois,  de 
litígio  ligado  a  definições  conceituais  ligado  aos  fatos  constantes  dos  instrumentos  de 
formalização do crédito tributário (livros e declarações). 

Ademais, o deferimento de diligência e perícia é uma decisão do âmbito de 
discricionariedade do  julgador,  cabendo a ele  fazê­la ou não a depender  da  formação de  sua 
convicção  (diligência)  ou mesmo  que  se  lhe  exigirá  conhecimentos  técnicos  específicos  que 
somente um perito especializado poderia ter (perícia), o que não é o caso dos autos em que se 
requer  apenas  análise  de  meros  dados  contábeis,  fiscais  e  legais.,  perfeitamente  dentro  da 
alçada de competência do Auditor Fiscal. 

Portanto, indefiro o pedido de perícia. 

MÉRITO 

Como  já  foi  relatado,    a  lide  gira  em  torno  de  receitas  não  oferecidas  à 
tributação na DIPJ/2007, ano­calendário 2006, relativamente ao mês de dezembro de 2006. 

Toda  a defesa  da Recorrente  converge no  sentido  de  alegar  que não  houve 
omissão  de  receitas,  uma vez  que  elas  teriam  sido  perfeitamente  escrituradas  em  seus  livros 
contábeis, declaradas na DACON e integraram a base de cálculo do PIS e da Cofins. 

Ora  a    fiscalização  constatou  a  omissão  de  receitas  a  partir  da  chamada 
“declaração  inexata”,  em que  se verificou existir  diferença entre  a  receita declarada na DIPJ 
2007, apresentada pela  empresa à SRF, e aquela escriturada em seus  livros contábeis/fiscais, 

Fl. 795DF  CARF MF

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Processo nº 13888.001803/2010­75 
Acórdão n.º 1401­000.752  

S1­C4T1 
Fl. 796 

 
 

 
 

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incorrendo, portanto, na materialização da hipótese de infração prevista no art. art. 24 da Lei n° 
9.249, de 1995. 

Como é sabido,  toda receita não oferecida à  tributação é por definição uma 
omissão de receita, não importando se estava ou não escriturada. A declaração inexata é causa 
ou consequência da omissão de receita,   mas isso é irrelevante. Se foi a causa, intencional ou 
não, a omissão de receita está caracterizada, muito embora o dolo aqui já não se possa cogitar. 
Se a declaração inexata foi a consequência da omissão de receitas voluntariamente perseguida, 
há que se cogitar neste caso de dolo ou não. Tirante a questão da voluntariedade para efeito de 
qualificação da multa, a questão de ser “declaração inexata” ou de omissão de receita é de mera 
terminologia, o que importa é que a falta do oferecimento à tributação enseja o lançamento de 
ofício para restituir as coisas ao seu estado anterior. 

Nesse sentido, o art. 841 do RIR/99 dispõe, verbis: 

 

O lançamento será efetuado de oficio quando o sujeito passivo: 

(...) 

III  ­fizer  declaração  inexata,  considerando­se  como  tal  a  que  contiver  ou 
omitir,  inclusive  em  relação  a  incentivos  fiscais,  qualquer  elemento  que  implique 
redução do imposto a pagar ou restituição indevida; (grifei) 

 

No  caso  concreto,  de  apuração  pelo  lucro  real  (trimestral),  a  omissão  de 
receita implicou  mesmo em redução do imposto a pagar. 

A própria Recorrente confessa tanto na fase impugnatória quanto no recurso 
que não oferecera à tributação as referidas diferenças de receitas escrituradas e não declaradas 
em DIPJ/DCTF. Mas, tenta confundir, alegando que tal procedimento não passava de um mero 
equívoco formal no preenchimento das declarações: 

44.  No caso ora debatido, a suposta omissão de receita, como dito, decorreu 
do  fato de  ter a Recorrente declarado em DACON — e submetido à  tributação da 
Contribuição ao PIS e da COFINS — ter auferido receita, porém não tinha feito na 
DIPJ. 

45.  Vejam, V.  Sas.,  que  a  Recorrente  submeteu  as  receitas  supostamente 
omitidas à tributação pela Contribuição ao PIS e à COFINS, bem como as escriturou 
devidamente  nos  seus  livros  contábeis,  porém,  por  um  mero  equivoco  no 
preenchimento da sua DIPJ, não as informou à Receita Federal do Brasil quando da 
apresentação da DIPJ. 

Porém no parágrafo seguinte, se contradiz, afirmando que a supressão dessas 
receitas não afetariam os tributos devidos ao final: 

46.  Ora,  tal  situação não caracteriza  intuito de  suprimir ou  reduzir  tributo 
— mesmo porque, conforme será demonstrado no próximo tópico, a Recorrente não 
apenas  recolheu  integralmente  o  IRPJ  e  a  CSLL,  como  também  o  fez  em  valor 
superior ao efetivamente devido —, não podendo, portanto, caracterizar omissão de 
receita. 

Fl. 796DF  CARF MF

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Processo nº 13888.001803/2010­75 
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S1­C4T1 
Fl. 797 

 
 

 
 

8

 

Na seqüência de sua defesa, ao  invés de provar o oferecimento à  tributação 
passa  a  discorrer  sobre  presunções  legais  de  omissão  de  receita,  que  nada  tem  a  ver  com  a 
matéria em debate. Pois, o caso que se cuida é omissão direta de receitas! 

Tergiversa mais  uma vez,  a  respeito  do  erro  de  incluir  o  IPI  como Receita 
Bruta  o  que  fora  constatado  pela  fiscalização  e  que  também  nada  tem  a  ver  com  a matéria 
tributada em debate. 

Em  sua  impugnação  e  no  recurso,  o  contribuinte  juntou  demonstrativos  de 
apuração  dos  quatro  trimestres  do  ano­calendário  de  2006,  elaborados  após  a  fiscalização, 
cujos dados teriam sido extraídos dos livros Diário, Razão e balancetes.  

Rememorando os cálculos do quarto trimestre de 2006: 

Tabela 1 

Declarado pela empresa  Apurado pelo Fisco 
Discriminação  Valor  Valor  Diferença à menor 

Rec Venda Merc Interno e Prod Fabric Própria    2.426.168,10  3.894.165,04  ­ 1.467.996,94 
(­) ICMS  645.624,87  645.624,87  0,00 
(­) COFINS  339.735,51  339.735,51  0,00 
(­) PIS/PASEP  73.758,37  73.758,37  0,00 
RECEITA LIQUIDA DAS ATIVIDADES  1.367.049,35         2.835.046,29  ­ 1.467.996,94 
(­) Custo dos Bens e Serviços Vendidos  1.158.518,72  1.158.518,72  0,00 
LUCRO BRUTO                    1.676.527,57  ­ 1.467.996,94 
(­) Despesas Operacionais  127.172,90  127.172,90  0,00 
LUCRO OPERACIONAL         81.357,73               1.549.354,67  ­ 1.467.996,94 
RESULTADO DO PERÍODO DE APURAÇÃO  81.357,73               1.549.354,67  ­ 1.467.996,94 
LUCRO LIQUIDO ANTES DA CSLL  81.357,73               1.549.354,67  ­ 1.467.996,94 
LUCRO LIQUIDO ANTES DO IRPJ  81.357,73               1.549.354,67  ­ 1.467.996,94 
LUCRO LÍQUIDO DO PERÍODO DE APURAÇÃO       81.357,73:               1.549.354,67                ­ 1.467.996,94 

 

Depois  de  tantas  tergiversações  a  Recorrente,  por  fim,  traz  uma  surpresa 
ainda  maior.  Desloca  o  ponto  de  controvérsia  para  a  rubrica  “Custo  dos  Bens  e  Serviços 
Vendidos”. 

Ora, a lide cinge­se ao  não oferecimento de determinadas receitas obtidas a 
partir da Gia e Livros Fiscais de Saída e de ICMS e demonstradas pelo Fisco nota fiscal a nota 
fiscal através do demonstrativo de fls. 1/16.   A  primeira  dúvida  que  assola  é  saber  por 
que  motivo  quando  intimada  não  levou  tal  explicação.  O  segundo  ponto  é  mais  dramático 
ainda. Mesmo que se admita, apenas para argumentar, que houvesse por um passe de mágica 
uma  subavaliação  dos  custos,  como    justificar  ainda  a  diferença  remanescente  sobre  as 
receitas?  Por  outras  palavras  como  justificar  ainda  a  presença  e  existência  de  cada  uma  das 
notas fiscais de saídas que estão escrituradas e foram tributadas para efeito de PIS e Cofins? E 
como  conceber  ainda  que  essa  diferença  no  custo  aparece  exatamente  na  mesma  cifra  das 
diferenças de receitas ora tributadas? Por outras palavras, a “solução” aventada pela Recorrente 
é de plano incoerente e inconsistente com as provas já constante dos autos. É de lembrar que 
coerência e consistência é um dos pressupostos para uma certeza objetiva. 

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Processo nº 13888.001803/2010­75 
Acórdão n.º 1401­000.752  

S1­C4T1 
Fl. 798 

 
 

 
 

9

                       A  Decisão  de  piso  soube  também  captar  a  dimensão  dessa  surpresa,  senão 
vejamos: 

Analisando­se o demonstrativo do quarto trimestre de 2006 (fl. 109), verifica­
se  que  o  contribuinte,  em  seus  cálculos  para  apurar  o  resultado,  deduziu 
inexplicavelmente  como  Custo  das  Mercadorias  o  valor  de  R$2.679.798,98, 
enquanto  que  na  Ficha  04­A  da  DIPJ  informou  como  Custo  de  Bens  e  Serviços 
Vendidos o valor de R$1.158.518,72. 

Desta forma, não tendo o contribuinte trazido, juntamente com a impugnação, 
os  documentos  comprobatórios  que  embasassem  seus  cálculos,  as  suas  alegações 
não podem ser acatadas. 

 

Ora,  a  DRJ  quando  sugeriu  que  a  impugnante  trouxesse  os  documentos 
comprobatórios do custo fora até benevolente, pois primeiro haveria que se responder a todas 
aquelas  indagações  conceituais  antes.  Mas,  a  recorrente  limitou­se  repisar  os  mesmos 
argumentos  trazidos  na  fase  impugnatória  sem  trazer  nenhum  esclarecimento  adicional  que 
insta a esta autoridade julgadora a tomar conhecimento de tais provas.  

Limitou­se a trazer em sede recursal uma enormidade de dados brutos: Livros 
contábeis e fiscais sem ser precisa em seu intento. O que implica dizer que o que trouxe não 
são provas, pois para caracterizar a prova não é bastante trazer aos autos informações, de forma 
desarticulada e incompletas, como fez a recorrente. Conforme jurisprudência deste Conselho a  
prova deve estar perfeitamente articulada com o auto de infração, descortinando­se a partir dela 
de forma sucinta e objetiva todas as conexões existentes com o infração que se deseja infirmar. 
Esse ônus não é do julgador, mas sim da recorrente. Por outro torneio, as “peças de um quebra­
cabeça” não são provas, prova é o “quebra­cabeça” montado.  

 

Prejuízos Fiscais 

 

Como  se  não  bastasse,  a  Recorrente  traz  um  novo  argumento  totalmente 
desarticulado com sua  linha  anterior de defesa, mostrando mais uma vez  a  inconsistência de 
suas alegações. E voto a ressaltar, um dos pressupostos da verdade é a coerência e consistência. 
Sem esses atributos, geralmente a verdade passa longe. 

Alega dessa feita que a diferença não se dá nem nas receitas, nem nos custos, 
mas  na  falta  de  aproveitamento  dos    prejuízos  fiscais  ocorridos  nos  trimestres  anteriores  de 
2006, que não foram por ela aproveitados. 

Sempre  adotei  a  linha  de  entendimento  de  que  opção  não  é  erro.  O  não 
aproveitamento dos prejuízos  fiscais não configura um erro, pois é uma opção perfeitamente 
possível. E se é uma opção perfeitamente possível não há maneira de se demonstrar que o não 
exercício desse direito foi um erro. 

Fl. 798DF  CARF MF

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Processo nº 13888.001803/2010­75 
Acórdão n.º 1401­000.752  

S1­C4T1 
Fl. 799 

 
 

 
 

10

Dessa  forma,  em  vista  das  explicações  escorreitas  da  decisão  de  piso  e 
também não rebatidas, passo a adotar também como razão de decidir os fundamentos utilizados 
pela decisão de piso, abaixo reproduzidos: 

 

Ora,  a  legislação  tributária  adota  o  sistema de  transporte  de prejuízos 
fiscais para exercícios seguintes para efeito de compensá­los. Após o advento 
do art. 42, parágrafo único, da Lei n° 8.981, de 20 de janeiro de 1995, e § 2° 
do art. 510 do Decreto n° 3.000, de 26 de março de 1999, Regulamento do 
Imposto  de  Renda  (RIR/1999),  não  há  limite  temporal  para  a  redução  do 
lucro  líquido  apurado  em  exercícios  posteriores  por  meio  desses  prejuízos 
fiscais apurados em exercícios anteriores. 

Entretanto,  a  compensação  dos  prejuízos  fiscais  é  uma  opção  do 
contribuinte  nos  termos  dos  arts.  250,  509  e  510  do  RIR/1999,  os  quais 
dispõem: 

Art. 250. Na determinação do lucro real, poderão ser excluidos do lucro 
líquido do período de apuração (Decreto­Lei n­ 1.598, de 1977, art. 6­, § 3°): 

(...) 

III  ­  o  prejuízo  fiscal  apurado  em  períodos  de  apuração  anteriores, 
limitada  a  compensação  a  trinta  por  cento  do  lucro  líquido  ajustado  pelas 
adições  e  exclusões  previstas  neste  Decreto,  desde  que  a  pessoa  jurídica 
mantenha  os  livros  e  documentos,  exigidos  pela  legislação  fiscal, 
comprobatórios  do  prejuízo  fiscal  utilizado  para  compensação,  observado o 
disposto nos arts. 509 a 515 (Lei n" 9.065, de 1995, art. 15 eparágrafo único). 

(...) 

Art.  509.  O  prejuízo  compensável  é  o  apurado  na  demonstração  do 
lucro real e registrado no LALUR (Decreto­Lei n­ 1.598, de 1977, art. 64, § 
1­, e Lei n­9.249, de 1995, art. 6­, e parágrafo único). 

§  1­  A  compensação  poderá  ser  total  ou  parcial,  em  um  ou  mais 
períodos de apuração, à opção do contribuinte, observado o limite previsto no 
art. 510 (Decreto­Lei w­° 1.598, de 1977, art. 64, § 2?). 

(...) 

Prejuízos  Fiscais  Acumulados  até  31  de  dezembro  de  1994  e 
Posteriores 

Art.  510. O  prejuízo  fiscal  apurado  a  partir  do  encerramento  do  ano­
calendario  de  1995  poderá  ser  compensado,  cumulativamente  com  os 
prejuízos fiscais apurados até 31 de dezembro de 1994, com o lucro líquido 
ajustado pelas adições e exclusões previstas neste Decreto, observado o limite 
máximo,  para  compensação,  de  trinta  por  cento  do  referido  lucro  líquido 
ajustado (Lei n­9.065, de 1995, art. 15). 

Fl. 799DF  CARF MF

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Processo nº 13888.001803/2010­75 
Acórdão n.º 1401­000.752  

S1­C4T1 
Fl. 800 

 
 

 
 

11

§1­0  disposto  neste  artigo  somente  se  aplica  ás  pessoas  jurídicas  que 
mantiverem  os  livros  e  documentos,  exigidos  pela  legislação  fiscal, 
comprobatórios  do montante  do  prejuízo  fiscal  utilizado  para  compensação 
(Lei n­ 9.065, de 1995, art. 15, parágrafo único), (grifei) a 

(...) 

Relativamente à possibilidade de retificação da DIPJ para demonstrar a 
alteração  dos  prejuízos  fiscais  que  a  impugnante  quer  compensar 
retroativamente,  desde  o  primeiro  trimestre  do  ano­calendário  de  2006,  é 
imprescindível  a  comprovação  de  erro  para  a  convalidação  de  tal 
procedimento, nos moldes do art. 147, § Io, do Código Tributário Nacional ­ 
CTN (Lei n° 5.172, de 25 de outubro de 1966), o qual prescreve (grifou­se): 

Art. 147. O  lançamento é efetuado com base na declaração do sujeito 
passivo ou de terceiro, quando um ou outro, na forma da legislação tributária, 
presta  à  autoridade  administrativa  informações  sobre  matéria  de  fato, 
indispensáveis à sua efetivação. 

§  Io A  retificação  da  declaração  por  iniciativa  do  próprio  declarante, 
quando  vise  a  reduzir  ou  a  excluir  tributo,  só  é  admissível  mediante 
comprovação do erro em que se funde, e antes de notificado o lançamento. 

A  retificação  da  declaração  de  rendimentos  estava  subordinada  à 
autorização administrativa, por força do art. 832 do Decreto n° 3.000, de 26 
de  março  de  1999  (Regulamento  do  Imposto  de  Renda  ­  RIR/1999).  No 
entanto,  com  a  edição  da  Medida  Provisória  (MP)  n°  1.990­26,  de  14  de 
dezembro  de  1999,  foram  alterados  os  procedimentos  para  retificação  de 
declarações, em razão do comando contido no art. 19 dessa MP, atual art. 18 
da  Medida  Provisória  n°  2.189­49,  de  23  de  agosto  de  2001,  que  assim 
dispõe: 

Art.  18.  A  retificação  de  declaração  de  impostos  e  contribuições 
administrados  pela  Secretaria  da  Receita  Federal,  nas  hipóteses  em  que 
admitida,  terá a mesma natureza da declaração originariamente apresentada, 
independentemente de autorização pela autoridade administrativa. 

Parágrafo  único.  A  Secretaria  da  Receita  Federal  estabelecerá  as 
hipóteses  de  admissibilidade  e os  procedimentos  aplicáveis  à  retificação  de 
declaração, (grifei) 

No  que  toca  à  declaração  de  rendimentos  das  pessoas  jurídicas,  esse 
dispositivo  foi  regulado  pela  Instrução  Normativa  SRF  n°  166,  de  23  de 
dezembro de 1999, a qual dispõe no seu art. Io, §§ Io e 2o: 

Art. 1º A retificação da Declaração de Informações Econômico­Fiscais 
da Pessoa Jurídica  ­ DIPJ  e da Declaração do  Imposto  sobre  a Propriedade 
Territorial  Rural  —  DITR  anteriormente  entregue,  efetuada  por  pessoa 
jurídica,  dar­se­á  mediante  apresentação  de  nova  declaração, 
independentemente de autorização pela autoridade administrativa. 

Fl. 800DF  CARF MF

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Processo nº 13888.001803/2010­75 
Acórdão n.º 1401­000.752  

S1­C4T1 
Fl. 801 

 
 

 
 

12

§  1° Aplica­se  o  disposto  neste  artigo  às Declarações  do  Imposto  de 
Renda  da  Pessoa  Jurídica  ­  DIRPJrelativas  a  anos­calendário  anteriores  a 
1998. 

§ 2° A declaração retificadora referida neste artigo: 

I — terá a mesma natureza da declaração originariamente apresentada, 
substituindo­a integralmente, inclusive para os efeitos da revisão sistemática 
de que trata a Instrução Normativa SRF n° 94, de 24 de dezembro de 1997; 

Processo 13888.001803/2010­75  DRJ/RPO 

Acórdão n.° 14­34.981  Ri. 363 

cm 

II — será processada,  inclusive para fins de  restituição, em função da 
data de sua entrega. 

(...) 

Assim sendo, consoante o art. 18 da MP n° 2.189­49, de 2001, e a IN 
SRF  n°  166,  dc  1999,  a  retificação  de  declarações  não  é  um  direito 
automático  do  sujeito  passivo,  que  independa  de  previsão  normativa.  Pelo 
contrário,  a  retificação  só  pode  ser  feita  nas  hipóteses  em  que  admitida. 
Complementando,  o  dispositivo  exige que  a  declaração  retificadora  tenha  a 
mesma natureza da declaração retificada. Essa regra explicita o fato de que as 
retificações de declarações só podem ser feitas em casos de erros ou omissões 
relativos  à  matéria  fática  informada,  o  que  não  é  o  caso  da  situação  sob 
análise. Outra  interpretação não é possível,  pois  contrariaria  frontalmente o 
estabelecido  no Código  Tributário Nacional. Com  efeito,  o CTN,  nossa  lei 
nacional de normas gerais tributárias, em seu art. 147, § Io, categoricamente 
assevera  que  a  retificação  de  declarações  "só  é  admissível  mediante 
comprovação do erro em que se funde". 

Se  a  interessada  deixou  de  compensar  prejuízos  fiscais  em  um 
determinado momento, ela adotou um procedimento válido e normal à época. 

Como  dito  anteriormente,  a  compensação  de  prejuízos  fiscais  é  uma 
opção da contribuinte. Tal faculdade não pode ficar ao seu alvedrio de querer 
buscar  efeitos  retroativos  que  lhe  proporcionarão  vantagens  econômicas  ou 
financeiras.  Uma  vez  realizada  a  opção  válida  e  eficaz  de  não  compensar 
parte  ou  o  todo  do  prejuízo  fiscal  admissível,  inexiste  esteio  legal  para 
promover  retificações  (alterações)  em  anos­calendário  passados.  Anote­se 
que  o  montante  não  aproveitado  anteriormente  pode  ser  utilizado 
posteriormente. Ou seja, não há prejuízo para a impugnante, pois a lei vigente 
assegura  a  imprescritibilidade  dos  prejuízos  fiscais  apurados  e  ainda  não 
compensados. 

Com  efeito,  a  possibilidade  de  a  interessada  retificar  a  declaração  é 
vedada pelo art. 147, § 1º, do CTN. O contribuinte  fez uma opção válida e 
eficaz à época. Não houve erro (comprovado) a ensejar a hipótese permissiva 
da retificação em tela. 

Fl. 801DF  CARF MF

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Processo nº 13888.001803/2010­75 
Acórdão n.º 1401­000.752  

S1­C4T1 
Fl. 802 

 
 

 
 

13

Registre­se  que  esse  entendimento  também  é  reforçado  pela 
jurisprudência  administrativa.  A  Quinta  Câmara  do  Primeiro  Conselho  de 
Contribuintes,  por  unanimidade,  no  processo  n°  13164.000004/99­06, 
acórdão n° 105­13.190, proferiu a seguinte decisão: 

RETIFICAÇÃO  DE  DECLARAÇÃO  —  Incabível  a  retificação  da 
declaração  de  rendimentos  para  modificar  a  compensação  de  prejuízo  não 
exercida na época própria, pois o não exercício desta opção não se caracteriza 
como erro de fato. 

CSLL. Lançamento reflexo 

Por fim, tendo se em vista que, quanto ao Auto de Infração relativo à CSLL, 
fato motivador foi o mesmo relativo ao IRPJ, aplica­se a esse assunto as razões esposadas no  
voto relativas ao IRPJ. 

 

Por todo o exposto, rejeito o pedido de perícia e nego provimento ao recurso 

 

 

(assinado digitalmente) 

Antonio Bezerra Neto 

 

           

 

           

 

Fl. 802DF  CARF MF

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 por ANTONIO BEZERRA NETO, Assinado digitalmente em 23/05/2012 por JORGE CELSO FREIRE DA SILVA


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Período de apuração: 01/09/1997 a 30/09/1997
DECLARAÇÃO EQUIVOCADA. PROVAS INSUFICIENTES. LANÇAMENTO MANTIDO.
As provas carreadas aos autos pela recorrente não tem o condão de demonstrar que a DCTF apresentada pela filial da pessoa jurídica (ora autuada) foi somente um equívoco, e que o lançamento exarado em 2002, com base na declaração de 1997, merece cancelamento.
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Acordam os membros do colegiado, por unanimidade, em negar provimento ao recurso voluntário.

Henrique Pinheiro Torres - Presidente.

Corintho Oliveira Machado - Relator.

EDITADO EM: 19/03/2012
Participaram da sessão de julgamento os conselheiros: Corintho Oliveira Machado, Valdete Aparecida Marinheiro, Rodrigo Marinheiro Fernandes, Leonardo Mussi da Silva, Luiz Roberto Domingo e Henrique Pinheiro Torres.


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S3­C1T1 

Fl. 85 

 
 

 
 

1

84 

S3­C1T1  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  10708.001508/2002­91 

Recurso nº  1   Voluntário 

Acórdão nº  3101­001.344  –  1ª Câmara / 1ª Turma Ordinária  

Sessão de  28 de fevereiro de 2013 

Matéria  PIS 

Recorrente  MARTE ENGENHARIA LTDA. 

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

ASSUNTO: CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP 

Período de apuração: 01/09/1997 a 30/09/1997 

DECLARAÇÃO  EQUIVOCADA.  PROVAS  INSUFICIENTES. 
LANÇAMENTO MANTIDO. 

As  provas  carreadas  aos  autos  pela  recorrente  não  tem  o  condão  de 
demonstrar  que  a  DCTF  apresentada  pela  filial  da  pessoa  jurídica  (ora 
autuada)  foi  somente  um  equívoco,  e  que  o  lançamento  exarado  em  2002, 
com base na declaração de 1997, merece cancelamento.  

 
 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

Acordam os membros do colegiado, por unanimidade, em negar provimento 
ao recurso voluntário. 

 

Henrique Pinheiro Torres ­ Presidente.  

 

Corintho Oliveira Machado ­ Relator.   

 

EDITADO EM: 19/03/2012 

Participaram  da  sessão  de  julgamento  os  conselheiros:  Corintho  Oliveira 
Machado, Valdete Aparecida Marinheiro, Rodrigo Marinheiro Fernandes, Leonardo Mussi da 
Silva, Luiz Roberto Domingo e Henrique Pinheiro Torres. 

 

  

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  2

Relatório 

Adoto o relato do órgão julgador de primeiro grau até aquela fase: 

Contra  a  empresa  qualificada  em  epígrafe  foi  lavrado  auto  de 
infração  de  fls.  11/19,  em  virtude  da  apuração  de  falta  de 
recolhimento  do  PIS  no  período  de  apuração  (PA)  09/97, 
exigindo­lhe contribuição de R$ 5.041,41, multa de ofício de R$ 
3.781,06  e  juros  de  mora  (calculados  até  31/05/2002)  de  R$ 
4.714,22, perfazendo o total de R$ 13.536,69. 

O enquadramento legal encontra­se às fls. 14 e 16. 

Após ter sido cientificado do auto de infração em 10/06/2002 (cf. 
Aviso  de  Recebimento  –  AR  à  fl.  20),  o  autuado,  irresignado, 
apresentou, em 03/07/2002, a impugnação acostada às fls. 01/02 
e  documentos  anexos  de  fls.  03/19  (cópia  do  Contrato  Social; 
cópia  da  carteira  de  identidade  do  sócio  e  signatário  da 
impugnação; cópia do CPF do sócio; cópia do cartão do CNPJ; 
cópia  do  cartão  do  CNPJ;  cópia  de  Darf;  Auto  de  Infração  e 
anexos), argumentando, em síntese, que: 

Em que pese a repartição fiscalizadora não ter localizado o Darf 
de recolhimento do PIS informado na DCTF do 3º  trimestre de 
1997, o  recolhimento  foi efetuado pelo Darf anexo (fl. 10), não 
alocado  pela  repartição,  originando  a  autuação,  que  se  faz, 
assim, indevida; 

Em face do exposto, está certo o impugnante sejam acolhidas as 
razões e provas que importem o cancelamento total do Auto de 
Infração lavrado. 

Após  a  impugnação  de  fls.  01/19,  a  Delegacia  da  Receita 
Federal  do  Brasil  em  Volta  Redonda  ­  Rio  de  Janeiro 
(DRF/VRA/RJ)  determinou  à  fl.  39,  em  procedimento  de 
revisão de lançamento (revisão de ofício), o prosseguimento da 
cobrança do crédito tributário nos exatos  termos e valores em 
que  lançado,  conforme  demonstrativos  de  fls.  36/38,  ao 
argumento de que o pagamento apresentado pelo autuado à fl. 
10 já se encontrava previamente alocado a crédito tributário da 
matriz  em  consonância  com  o  que  fora  informado  em DCTF 
pela  matriz  (cf.  fls.  24  e  30),  não  havendo,  desse  modo, 
pagamento  disponível  para  quitar  o  crédito  tributário  de 
responsabilidade  da  filial,  segundo  as  informações  prestadas 
em  DCTF  por  esta  (cf.  fls.  25  e  33),  além  do  que  no  ano­
calendário de 1997 a DCTF não era centralizada pela matriz, 
cientificando­se o autuado do despacho exarado. 

Intimado  da  exigência  acima  mencionada  em  29/10/2007, 
conforme  Aviso  de  Recebimento  (AR)  de  fl.  44,  o  autuado 
apresentou,  em 13/11/2007,  contestação de  fls.  49/50 contra a 
cobrança perpetrada pela Administração – por ele denominada 
de  “recurso  voluntário”  ­  e  documentos  anexos  de  fls.  51/78 
(cópia de procuração, fl. 51; cópia de folhas do Livro Diário da 
matriz,  fls.  52/55;  cópia  de  recibo  de  entrega  e  da  DCTF 
referente ao 3º trimestre de 1997, fls. 56/74; cópia de recibo de 

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Processo nº 10708.001508/2002­91 
Acórdão n.º 3101­001.344 

S3­C1T1 
Fl. 86 

 
 

 
 

3

entrega e da Ficha 12 da DIRPJ/98, exercício 98, ano­base 99, 
fls. 75/78), argumentando, em síntese, que: 

A  DCTF  da  filial  de  Angra  (referindo­se  ao  autuado,  com 
número  no  CNPJ  de  ordem  0004,  v.  fl.  84)  relativa  ao  3º 
trimestre  de  1997  foi  preenchida  indevidamente,  já  que  não 
havia valor de PIS a recolher referente à citada  filial, havendo 
somente PIS a recolher da sede localizada no Município do Rio 
de Janeiro (referindo­se à matriz, com CNPJ de ordem 0001); 

Pode­se comprovar a afirmativa acima através do Livro Diário 
(fls. 52/55) e da DIPJ do ano­calendário 1997 (fls. 75/78); 

Naquela época, a entrega da DCTF não era centralizada, mas a 
DIPJ e a contabilidade da empresa já eram centralizadas; 

Conferindo­se o faturamento do Livro Diário e a DIPJ, pode­se 
verificar  que  o  valor  do  PIS  a  recolher  está  mencionado  na 
matriz, não existindo o valor (PIS) atribuído a recolher na filial 
de  Angra,  inexistindo,  portanto,  o  débito  mencionado  na 
autuação; 

 À  vista  do  exposto,  demonstrada  a  insubsistência  e 
improcedência da ação fiscal, espera e requer o recorrente seja 
acolhido o presente recurso, cancelando­se ou modificando­se o 
débito fiscal reclamado. 

 

A  DRJ  no  RIO  DE  JANEIRO  II/RJ  julgou  o  lançamento  procedente  em 
parte, ficando a ementa do acórdão com a seguinte dicção: 

Assunto: Contribuição para o PIS/Pasep  

Período de apuração: 01/09/1997 a 30/09/1997  

PIS. AUTO DE INFRAÇÃO. DCTF. 

É  cabível  o  lançamento  formalizado  para  exigir  débito  do  PIS 
vinculado  em DCTF  a  pagamento,  quando  não  se  comprove  a 
existência do referido recolhimento. 

PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL. JULGAMENTO. 

Embora o débito declarado, a princípio, dispense o lançamento, 
os  procedimentos  fiscais  perpetrados,  assim  como  eventuais 
impugnações ou recursos  tempestivos apresentados pelo  sujeito 
passivo no curso do processo administrativo fiscal, constituem­se 
atos  perfeitos,  motivo  pelo  qual  devem  ser  apreciados  pelas 
instâncias julgadoras administrativas. 

MULTA DE OFÍCIO. RETROATIVIDADE BENIGNA. 

Em  face  da  retroatividade  benigna,  cancela­se  a  multa  de 
lançamento de ofício. 

Lançamento Procedente em Parte. 

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Discordando  da  decisão  de  primeira  instância,  a  interessada  apresentou 
recurso voluntário, no qual  invoca prescrição  intercorrente,  reprisa os argumentos esgrimidos 
na peça vestibular de defesa e aduz que houve má vontade dos julgadores a quo, ao analisar os 
documentos, pois no livro Diário estão todas as receitas da pessoa jurídica, que não recolhia de 
forma centralizada à época, porém escriturava centralizadamente, e as notas fiscais acostadas 
aos autos referem­se apenas à receita da filial autuada. Ainda sugere realização de diligência, 
de maneira genérica. Por  fim,  requer a  reforma do acórdão a quo, para que seja cancelado o 
auto de infração. 

 

Ato  seguido,  a  Repartição  de  origem  encaminhou  os  presentes  autos  para 
apreciação do órgão julgador de segundo grau.  

 

Relatados, passo a votar. 

 

 

 

Voto            

 

Conselheiro Corintho Oliveira Machado, Relator 

 

O  recurso  voluntário  é  tempestivo,  e  considerando  o  preenchimento  dos 
requisitos de sua admissibilidade, merece ser apreciado. 

 

Embora  tenha  ocorrido  um  error  in  procedendo  neste  expediente,  no 
momento  em  que  a  Delegacia  da  Receita  Federal  em Volta  Redonda/RJ  operou  revisão  de 
ofício  sem  que  houvesse  competência  para  tanto  (uma  vez  que  a  impugnação  estava 
tempestiva), penso que o vício veio de ser sanado ao longo do contencioso, na medida em que 
o lançamento não foi alterado, e os elementos de fato trazidos com a revisão de ofício foram 
objeto  de  análise  por  parte  da  recorrente,  durante  a  manifestação  nominada  de  recurso.  A 
Delegacia  da  Receita  Federal  de  Julgamento  levou  tudo  isso  em  consideração  quando  do 
julgamento em primeiro grau. E a recorrente, em sua defesa efetiva, não mencionou qualquer 
cerceamento  do  direito  de defesa. Aplica­se  ao  caso  vertente  o  princípio  pas  de  nullité  sans 
grief,  porquanto  não  houve  prejuízo  algum  para  as  partes;  ao  revés,  houve  sim  mais 
oportunidade para a busca da verdade material.  

 

Fl. 108DF  CARF MF

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Processo nº 10708.001508/2002­91 
Acórdão n.º 3101­001.344 

S3­C1T1 
Fl. 87 

 
 

 
 

5

Sem embargo disso, as provas carreadas aos autos pela recorrente não tem o 
condão de demonstrar que a DCTF apresentada pela filial da pessoa jurídica (ora autuada) foi 
somente um equívoco, e que o lançamento exarado em 2002, com base na declaração de 1997, 
merece  cancelamento.  Nesse  desiderato,  a  recorrente  trouxe  duas  folhas  do  livro  Diário  da 
matriz  da  pessoa  jurídica,  que  não  está  escriturado  por  estabelecimentos,  e  cópias  de  notas 
fiscais de prestação de serviços da filial autuada, as quais não se encontram reportadas no livro 
Diário da matriz, como afirma a recorrente. Demais disso, o valor da contribuição devida em 
função das  receitas  registradas no Diário não  fecha com o valor do DARF de PIS pago pela 
recorrente. Vale aqui trazer as observações da decisão recorrida: 

Inicialmente,  analisando­se  os  elementos  constantes  da 
impugnação de  fls.  01/02 e demais documentos a  ela anexados 
(fls.  03/19),  vislumbra­se  que  o  autuado  nela  alega  não  ter 
havido a falta de pagamento, que consiste na infração apontada 
pelo auto de infração. Apresenta, nesse sentido, o Darf de fl. 10, 
arrecadado  pela  matriz  do  autuado,  que,  todavia,  não  se  faz 
hábil  ao  pretendido  cancelamento  do  lançamento,  porquanto 
citado pagamento presta­se, em verdade, à extinção de débito da 
matriz  declarado  em  DCTF,  e  que  possui  valor  inteiramente 
diverso daquele débito do PIS, também declarado em DCTF pela 
filial (autuado), mas que, por sua vez, ensejou essa última DCTF 
(da  filial)  a  presente  autuação,  em  função  da  constatada 
inexistência  do  pagamento  vinculado  na  referida DCTF  (v.  fls. 
24/25). 

 Por sua vez, a documentação anexada ao denominado “recurso 
voluntário”  de  fls.  49/50  também  não  comprova,  por  si  só,  o 
alegado erro de preenchimento na DCTF da filial (autuado), na 
qual se declarou PIS para o PA 09/97, no valor de R$ 5.041,41. 
É  que  as  cópias  anexadas  às  fls.  52/55  referem­se  a  Livro 
Diário,  escriturado  exclusivamente  para  a  matriz  da  empresa. 
Ora, como esta informou à RFB a centralização do recolhimento 
da contribuição somente a partir de 01/03/1998 (cf. pesquisa no 
sistema  CENTRIB  de  fl.  83),  nada  impede  –  e,  até  mesmo  em 
contrário, tudo indica ­ que matriz e filial, à época de ocorrência 
dos  fatos  geradores  do  PIS  objeto  de  autuação,  mantivessem 
escrituração  contábil  distinta,  sendo  que  aquela  (escrituração) 
correspondente ao autuado (filial de ordem 0004 no CNPJ) em 
momento  nenhum  foi  carreada  pelo  impugnante  ao  presente 
processo. 

Além  disso,  muito  embora  o  valor  da  base  de  cálculo  da 
contribuição  informado  na  DIRPJ/98  (ano­base  1997),  R$ 
1.184.970,82  (v.  fl.  78),  coincida  com a  totalidade  das  receitas 
de vendas anotadas no Livro Diário da matriz, fato é que o PIS 
resultante de citada base perfaz a importância de R$ 7.702,31, a 
qual, por sua vez, não guarda conformidade com o PIS recolhido 
pela matriz da empresa, R$ 7.591,52 (v. Darf de fl. 10). Ou seja, 
e em resumo: não há comprovação de que as receitas de vendas 
anotadas  no  Diário  às  fls.  53/54  contemplem  a  totalidade  das 
receitas  auferidas  não  somente  pela  matriz,  mas  também  por 
todos os estabelecimentos da empresa, até mesmo porque o Livro 
em questão refere­se exclusivamente à matriz da empresa, além 
do  que,  no  citado  Diário,  as  receitas  em  comento  não  se 

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encontram,  vale  registrar,  escrituradas  para  cada  um  dos 
estabelecimentos  da  empresa.  Cabível,  por  conseguinte,  a 
manutenção do lançamento fiscal aqui em análise.  

 

Ante o exposto, voto por DESPROVER do recurso voluntário, prejudicados 
os demais argumentos. 

 

Sala das Sessões, em 28 de fevereiro de 2013.  

 

CORINTHO OLIVEIRA MACHADO 

   

 

           

 

           

 

 

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/2013 por CORINTHO OLIVEIRA MACHADO, Assinado digitalmente em 11/04/2013 por HENRIQUE PINHEIRO TORRE

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S3­C1T2 

Fl. 1 

 
 

 
 

1

           

S3­C1T2  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  16327.904318/2008­84 

Recurso nº  900.919 Voluntário 

Resolução nº  3102­000.180  –  1ª Câmara / 2ª Turma Ordinária 

Data  06 de outubro de 2011 

Assunto  Solicitação de diligência 

Recorrente  Banco Citibank S/A 

Recorrida  Fazenda Nacional 

 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

Resolvem  os  membros  do  Colegiado,  por  maioria  de  votos,  converter  o 
julgamento do recurso em diligência, nos termos do voto do Relator. 

(assinado digitalmente) 

Álvaro Arthur Lopes de Almeida Filho ­ Relator 

 

(assinado digitalmente) 
Luis Marcelo Guerra de Castro – Presidente  

Participaram da  sessão de  julgamento os  conselheiros:Luis Marcelo Guerra de 
Castro(presidente), Ricardo Paulo Rosa, Nanci Gama, Álvaro Almeida Filho e Mara Cristina 
Sifuentes. 

Relatório 

O  recurso  voluntário  visa  a  reforma do  acórdão  nº  05­31.283  da  3ª  Turma da 
DRJ/CPS, que entendeu pela  improcedência da manifestação de  inconformidade procedência 
parcial do lançamento. Observando o relato da decisão recorrida é possível constatar que:  

 Trata­se  de Despacho Decisório  que  não  homologou Declaração  de 
Compensação eletrônica. 

Na fundamentação do ato, consta: 

A  partir  das  características  do DARF discriminado no PER/DCOMP 
acima identificado, foram localizados um ou mais pagamentos, abaixo 
relacionados, mas integralmente utilizados para quitação de débitos do 

  

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ELO GUERRA DE CASTRO



Processo nº 16327.904318/2008­84 
Resolução n.º 3102­000.180 

S3­C1T2 
Fl. 2 

 
 

 
 

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contribuinte,  não  restando  crédito  disponível  para  compensação  dos 
débitos informados no PER/DCOMP. 

(...) 

Diante da inexistência do crédito, NÃO HOMOLOGO a compensação 
declarada. 

Cientificada,  a  interessada  apresentou  Manifestação  de 
Inconformidade  alegando,  em  síntese,  que  efetuou  recolhimento  a 
maior e que apresentou outra declaração de compensação a partir do 
mesmo  recolhimento  que  dá  suporte  à  que  é  objeto  do  presente 
processo.  As  duas  declarações  não  foram  homologadas  por  falta  de 
demonstração do crédito em DCTF. Prossegue a contribuinte: 

Tendo em vista que as duas Per/Dcomps acima mencionadas decorrem 
do  mesmo  crédito  e  também  porque  ambas  foram  transmitidas  de 
forma  autônoma,  a  requerente  demonstrará  a  necessidade  de  análise 
conjunta (...) 

Mas  o  fundamental  é  que  o  pagamento  a maior  realmente  existe  e  a 
Requerente  tem  direito  de  crédito  sobre  tais  valores,  como  se  pode 
depreender nos argumentos a seguir demonstrados. 

Antes  da  demonstração  da  origem  do  crédito,  cabe  uma  explicação 
sobre  as  Operações  de  Crédito  efetuadas  entre  a  Requerente  e  seus 
clientes, bem como a incidência do 10F sabre tais operações. 

A  Requerente,  Instituição  Financeira,  efetuou  operações  de  crédito 
(empréstimo)  com  diversos  clientes  (pessoas  jurídicas).  Para  tais 
operações, o art. 7°, I, 'b', do Decreto n° 4.494/02 previu a incidência 
do 10F: 

Art.7° A  base  de  cálculo  e  respectiva  alíquotas  reduzida  do  IOF  são 
(Lei  n°  8.894,  de  1994,  art.  1°,  parágrafo  único,  e  Lei  no  5.172,  dc 
1966, art. 64, inciso I): 

I­  na  operação  de  empréstimo,  sob  qualquer  modalidade,  inclusive 
abertura de crédito: 

(­­­) 

b)  quando  ficar  definido  o  valor  do  principal  a  ser  utilizado  pelo 
mutuário, a base de cálculo é o principal entregue ou colocado à sua 
disposição,  ou  quando  previsto  mais  de  um  pagamento,  o  valor  do 
principal de cada urna das parcelas: 

1. mutuário pessoa jurídica: 0,0041% ao dia; 

0 mesmo Decreto, no art. 7°, § 1°, limitou a incidência do I0F sobre as 
operações de crédito  financiamento ao  'valor  resultante da aplicação 
da alíquota diária a cada valor de principal, prevista para a operação, 
multiplicada  por  trezentos  e  sessenta  e  cinco  dias  (365  dias  x 
0,0041%). Tal  limitação ocorre,  inclusive, quando há prorrogação da 
operação de crédito. o que diz o § 7º do art. 7° do Decreto n°4.494/02: 

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ELO GUERRA DE CASTRO



Processo nº 16327.904318/2008­84 
Resolução n.º 3102­000.180 

S3­C1T2 
Fl. 3 

 
 

 
 

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§ 7º Na prorrogação, renovação, novação, composição, consolidação, 
confissão de divida  e negócios assemelhados, de operação de  crédito 
em  que  não  haja  substituição  de  devedor,  a  base  de  cálculo  do  IOF 
será o valor não liquidado da operação anteriormente tributada, sendo 
essa  tributação  considerada  complementar  à  anteriormente  feita, 
aplicando­se a aliquota em vigor it época da operação inicial. 

Conclusão:  nas  operações  de  crédito  (empréstimos)  efetuadas  pela 
Requerente com seus clientes, o IOF devido é aquele relativo ao valor 
objeto  do  empréstimo  a  alíquota  diária  de  0,0041%  (limitada  a  365 
dias). 

 0  referido  recolhimento  a maior  ocorreu  sobre  operações  de  crédito 
(...), onde a Requerente recolheu valor de 10F em montante superior à 
alíquota máxima prevista no  decreto  citado  no  item anterior.  0  valor 
original  indevidamente  retido  a  titulo  de  IOF  foi  de:  Quebecor  (R$ 
4.343,33) e (R$ 2.675,25) e (Vide planilha de cálculo do 10F e extrato 
da  conta  corrente  demonstrando  a  retenção  do  10F —  Doc.  4).  Tal 
equivoco  ocorreu  por  erro  de  sistema,  que  considerou  novamente  o 
IOF  em  cada  prorrogação  do  prazo  da  operação,  dessa  forma  não 
limitou o cálculo do IOF até a alíquota máxima de 0,0041% x 365 dias 
(Vide comprovantes da prorrogação — Doc. 5). 

Diante  disso,  para  que  pudesse  fazer  jus  ao  direito  de 
restituição/compensação  dos  créditos  decorrentes  dos  pagamentos  a 
maior de I0F, a Requerente apurou os pagamentos efetuados a maior, 
ou  seja,  aqueles  cuja  alíquota  aplicada  ultrapassou  o  limite  de 
0,0041% x 365 dias, previsto no Decreto do I0F. 

Por  ser  mera  responsável  pela  retenção  do  I0F,  a  Requerente 
providenciou,  ainda,  a  devolução  dos  valores  indevidamente  retidos 
aos clientes, acrescidos de juros e correção monetária (Vide extrato da 
conta corrente — Doc. 6). Logo, a Requerente demonstra que, de fato, 
assumiu  o  encargo  financeiro  do  recolhimento  a  maior  do  I0F 
indevidamente  recolhido,  razão  pela  qual  tem  direito  a  sua 
restituição/compensação. 

Vale ressaltar que, o JOE discutido no presente processo (R$ 7.018,58) 
foi recolhido a maior em conjunto com o montante de R$ 28.276,54 (...) 
bem como com outros débitos de 10F decorrentes de diversas retenções 
ocorridas  no  mesmo  período  de  apuração,  o  qual  resultou  no 
recolhimento de R$ 586.402,03. 

 

Analisada a impugnação ao auto de infração e a informação fiscal, decidiu a 3ª 
Turma  da  DRJ/CPS,  pela  improcedência  da  manifestação  de  inconformidade,  conforme 
demonstra ementa abaixo: 

 ASSUNTO:  IMPOSTO  SOBRE  OPERAÇÕES  DE  CRÉDITO, 
CÂMBIO  E  SEGUROS  OU  RELATIVAS  A  TÍTULOS  OU  VALORES 
MOBILIÁRIOS ­ IOF  

Data do fato gerador: 12/02/2003  

DIREITO CREDITÓRIO. PROVA. 

Fl. 216DF  CARF MF

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ELO GUERRA DE CASTRO



Processo nº 16327.904318/2008­84 
Resolução n.º 3102­000.180 

S3­C1T2 
Fl. 4 

 
 

 
 

4

O reconhecimento do direito creditório pleiteado requer a prova 
de sua existência e montante, sem o que não pode ser restituído 
ou utilizado em compensação. Faltando ao conjunto probatório 
carreado  aos  autos  pela  interessada  elemento  que  permita  a 
verificação  da  existência  de  pagamento  indevido  ou  a  maior 
frente  à  legislação  tributária,  o  direito  creditório  não  pode  ser 
admitido. 

Manifestação de Inconformidade Improcedente  

Direito Creditório Não Reconhecido 

Na fundamentação do acórdão  recorrido  se observa que dentre os documentos 
apresentados não se identifica o extrato bancário que demonstre o depósito inicial dos recursos 
emprestados, o que  teria comprometido a  comprovação do próprio  empréstimo, bem como a 
identificação da renovação que seria objeto do próprio crédito.  

Inconformada com a decisão acima a contribuinte apresentou recurso voluntário 
alegando   que: 

1)   Decorre  o  presente  de  DECOMP  formulada  pela 
recorrente  visando  compensar  crédito  de  IOF  com  débito  do  mesmo 
imposto, a qual não foi homologada por inexistência de crédito; 

2)  O crédito é proveniente do recolhimento realizado com 
base em alíquota superior à prevista na legislação de 0,0041% (limitada a 
365  dias),  em  operações  de  crédito  realizadas  junto  a  cliente  pessoas 
jurídicas; 

3)  Realizou  a  retificação  de  sua  DCTF  para  excluir  R$ 
7.018,58 (sete mil, dezoito  reais e cinquenta e oito centavos),  indicados 
erroneamente  como  débito  do  IOF,  entretanto  esse  valor  não  foi 
reconhecido, pois a decisão recorrida entendeu necessário a comprovação 
do depósito inicial dos recursos emprestados.  

4)  Preliminarmente existe a necessidade do julgamento ser 
realizado em conjunto com demais processos administrativos referentes a 
compensação de IOF, decorrentes de operações de mútuo bancário cujo o 
prazo  ultrapassou  365  dias,  relacionando  todos  os  processo  decididos 
pela DRJ/CPS, os quais se identificam quanto à matéria e aos elementos 
de  prova,  e  foram  julgados  simultaneamente pela DRJ,  obstando  assim 
decisões distintas sobre a mesma matéria; 

5)  No  mérito  alega  que  foi  reconhecida  pela  DRJ  a 
limitação  de  365(trezentos  e  sessenta  e  cinco)  dias  para  a  aplicação  da 
alíquota diária do IOF, e que na respectiva decisão restou consignado que 
os  valores  guardam  coerência  numérica  com  as  alegações  formuladas, 
entretanto,  a  decisão  de  piso,  entendeu  que  não  é possível  identificar  a 
concessão  do  empréstimo  pela  fatal  de  apresentação  dos  extratos 
constando  o  depósito  inicial  dos  recursos  emprestados,  fundamentação 

Fl. 217DF  CARF MF

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Processo nº 16327.904318/2008­84 
Resolução n.º 3102­000.180 

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essa  que  não  poderia  prosperar,  já  que  a  documentação  é  capaz  de 
demonstrar o empréstimo e as renovações; 

6)  Em  01/02/2002  e  13/02/2002  foram  celebrados 
contratos  de  mútuo  com  a  empresa  Quebecor,  nos  valores 
respectivamente de R$ 674.743,90 e R$ 450.000,00. 

7)   O  IOF  foi  recolhido  de  acordo  com  cada  período  da 
seguinte forma “R$[valor do contrato] x 0,0041% x quantidade de dias 
de  cada período contratado”,  assim após os 365(trezentos  e  sessenta  e 
cinco dias) não há mais o que recolher, entretanto continuou erradamente 
a debitar de sua cliente. 

8)  Percebido  o  erro  o  IOF  deduzido  da  empresa  foi 
devolvido  acrescido  de  SELIC,  e  assim  a  recorrente  apresenta 
autorização nos termos do art. 166 do CTN para requerer o IOF recolhido 
a maior; 

9)  As  planilhas,  as  declarações,  os  contratos  e  extratos 
analisados  em  conjunto,  são  capazes  de  comprovar  o  empréstimo, 
independentemente prova da materialização do empréstimo. 

Após os argumentos acima busca a recorrente a reforma decisão recorrida para 
homologar integralmente a declaração de compensação; 

 

VOTO 

Conselheiro Álvaro Arthur Lopes de Almeida Filho 

Como  demonstrado  o  cerne  do  recurso  apresentado  é  o  reconhecimento  do 
crédito  de  IOF  sob  o  argumento  de  que  há  elementos  nos  autos  capazes  de  comprovar  o 
empréstimo realizado com as empresas   Quebecor., no qual teria ocorrido um recolhimento a 
maior  de  IOF  no  montante  de  R$  7.018,58  (sete  mil  e  dezoito  reais  e  cinquenta  e  oito 
centavos).  

A Constituição, no inciso V art. 153, atribuiu competência a União para instituir 
imposto  sobre  operações  financeiras,  o  qual  já  havia  sido  instituído  através  do  Código 
Tributário Nacional, recepcionado como lei complementar, nos termos do art. 63 a 67 do CTN.  

O critério material do IOF é a formalização das operações definidas nos incisos 
do art. 63 do CTN,  já a base de cálculo  é o valor da  respectiva operação, cabendo ao poder 
executivo  alterar  as  alíquotas  e  base  de  cálculo  nos  limites  legais,  objetivando  os  ajustes  a 
política monetária, dentro desta ótica foi editado o decreto 6.306/2007, que revogou o decreto 
4.494/2002,  em vigor  a  época  dos  fatos,  o  qual  quanto  à  alíquota  e  ao  limite  legal  sobre  as 
operações de crédito assim disciplinava : 

Art.6º O IOF será cobrado à alíquota máxima de um vírgula cinco por 
cento ao dia sobre o valor das operações de crédito (Lei nº 8.894, de 
1994, art. 1º). 

Fl. 218DF  CARF MF

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Resolução n.º 3102­000.180 

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Art.7º A base de cálculo e respectiva alíquota reduzida do IOF são: 

 I­na  operação  de  empréstimo,  sob  qualquer  modalidade,  inclusive 
abertura de crédito: 

... 

 b)quando  ficar  definido  o  valor  do  principal  a  ser  utilizado  pelo 
mutuário, a base de cálculo é o principal entregue ou colocado à sua 
disposição,  ou  quando  previsto  mais  de  um  pagamento,  o  valor  do 
principal de cada uma das parcelas: 

 1. mutuário pessoa jurídica: 0,0041% ao dia; 

 §1º O  IOF, cuja base de cálculo não seja apurada por  somatório de 
saldos devedores diários, não excederá o valor resultante da aplicação 
da alíquota diária a cada valor de principal, prevista para a operação, 
multiplicada  por  trezentos  e  sessenta  e  cinco  dias,  ainda  que  a 
operação seja de pagamento parcelado.(grifo nosso) 

 §2º No caso de operação de crédito não liquidada no vencimento, cuja 
tributação não tenha atingido a limitação prevista no §1º, a exigência 
do IOF fica suspensa entre a data do vencimento original da obrigação 
e a da sua liquidação ou a data em que ocorrer qualquer das hipóteses 
previstas no §7º. 

 §3º  Na  hipótese  do  §2º,  será  cobrado  o  IOF  complementar, 
relativamente ao período em que ficou suspensa a exigência, mediante 
a  aplicação  da  mesma  alíquota  sobre  o  valor  não  liquidado  da 
obrigação vencida, até atingir a limitação prevista no §1º. 

... 

 §7º Na prorrogação, renovação, novação, composição, consolidação, 
confissão de dívida  e negócios assemelhados, de operação de  crédito 
em  que  não  haja  substituição  de  devedor,  a  base  de  cálculo  do  IOF 
será o valor não liquidado da operação anteriormente tributada, sendo 
essa  tributação  considerada  complementar  à  anteriormente  feita, 
aplicando­se a alíquota em vigor à época da operação inicial. 

  

Observando  as  normas  acima,  no  tocante  incidência  do  IOF  nas  hipóteses  de 
renovação de contrato com o mesmo mutuário, a decisão singular concluiu que: 

Nesses termos, o disposto no referido artigo regulamentar citado define 
a aplicação de tratamento de tributação complementar à renovação do 
contrato  junto  ao  mesmo  mutuário,  sem  a  liberação  de  novo  valor. 
Nessa hipótese, o § 7º do art. 7º, acima transcrito, aplica­se a alíquota 
vigente à  época  da operação originária multiplicada pelo número de 
dias  pactuados  na  renovação.  Esse  cômputo  dos  dias  repactuados, 
para  efeitos de determinação de alíquota,  fica  limitado a um  total de 
365 (trezentos e sessenta e cinco), levados em conta os dias do prazo já 
vencido e já objeto da  tributação originária. Vale dizer, a  tributação, 
incluída a originária e a complementar, não pode ultrapassar o limite 
máximo de 365 dias multiplicados pela alíquota vigente. 

Fl. 219DF  CARF MF

Impresso em 12/09/2012 por RECEITA FEDERAL - PARA USO DO SISTEMA

CÓ
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Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001

Autenticado digitalmente em 13/06/2012 por ALVARO ARTHUR LOPES DE ALMEIDA F, Assinado digitalmente e

m 13/06/2012 por ALVARO ARTHUR LOPES DE ALMEIDA F, Assinado digitalmente em 05/07/2012 por LUIS MARC

ELO GUERRA DE CASTRO



Processo nº 16327.904318/2008­84 
Resolução n.º 3102­000.180 

S3­C1T2 
Fl. 7 

 
 

 
 

7

Como a prorrogação se trata, na realidade, de uma extensão da mesma 
operação  de  crédito,  o  limite  máximo  também  inclui  a  tributação 
complementar,  que  é  apenas  a  correção  do  aumento  de  prazo  em 
relação  à  tributação  originalmente  prevista.  Esse  aumento  de  prazo 
não traz nenhuma repercussão em termos de IOF se o prazo original 
sobre o qual foi pago o imposto for superior a 365 dias. 

A partir da premissa, acima referida, a DRJ passou a examinar todos os créditos 
de  IOF  requeridos  pela  recorrente,  observando  se  a  documentação  apresentada  permite 
identificar os empréstimos da contribuinte com renovação/prorrogação, sem a substituição do 
devedor  e que  tenham ultrapassado o  limite de  365(trezentos  e  sessenta  e cinco) dias  com a 
dedução do IOF.  

Utilizando  as  planilhas  anexas  a  declaração  de  fls.  198  assinadas  pela  cliente 
Quebecor  World  São  Paulo  S/A,  a  recorrente  procura  provar  a  existência  dos  mútuos, 
entretanto,  apesar  de  juntar  os  contratos  aos  autos  não  comprova  se  houve  a  efetiva 
transferência dos valores, o que poderia ter sido realizado com o extrato do cliente ou com o 
comprovante  de  transferência  da  própria  recorrente,  assim não  há  como  identificar  se  houve 
ingresso  da  quantia  nos  cofres  de  suas  clientes,  e  quando  foi  esse  ingresso.  Ora  a  data  do 
empréstimo  é  imprescindível  para  demonstrar  o  prazo  de  dedução  errônea  do  IOF  após 
decorridos os 365(trezentos e sessenta e cinco) dias, e assim identificar o crédito tributário.  

 Acontece que, em sessão o contribuinte através de seu patrono demonstra que 
os extratos  foram protocolados, em 06/10/2011, na  sede do CARF,  razão pela qual, portanto 
converte­se  o  presente  julgamento  em  diligência  para  determinar  que  a  secretaria  proceda  a 
juntada e posteriormente  intimação da Procuradoria da Fazenda Nacional para conhecimento 
dos documentos apresentados.   

Sala de sessões 06 de outubro de 2011. 

(assinado digitalmente) 

Álvaro Arthur Lopes de Almeida Filho – Relator 

 

 

Fl. 220DF  CARF MF

Impresso em 12/09/2012 por RECEITA FEDERAL - PARA USO DO SISTEMA

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Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001

Autenticado digitalmente em 13/06/2012 por ALVARO ARTHUR LOPES DE ALMEIDA F, Assinado digitalmente e

m 13/06/2012 por ALVARO ARTHUR LOPES DE ALMEIDA F, Assinado digitalmente em 05/07/2012 por LUIS MARC

ELO GUERRA DE CASTRO


, score=1.0}, SolrDocument{dt_index_tdt=Fri Oct 08 01:09:55 UTC 2021, anomes_sessao_s=201204, camara_s=Quarta Câmara, ementa_s=Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica IRPJ
Ano calendário:2003, 2004, 2005
Ementa:
RECURSO VOLUNTÁRIO. INTEMPESTIVIDADE.
Nos termos do disposto no Decreto nº 70.235, aliado ao RI_CARF, o prazo para interposição de recurso voluntário para O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais é de 30 dias contatos da ciência da decisão proferida pela DRJ. , turma_s=Primeira Turma Ordinária da Quarta Câmara da Primeira Seção, numero_processo_s=10783.723530/2011-84, conteudo_id_s=5227824, dt_registro_atualizacao_tdt=Mon Jan 29 00:00:00 UTC 2018, numero_decisao_s=1401-000.778, nome_arquivo_s=Decisao_10783723530201184.pdf, nome_relator_s=ALEXANDRE ANTONIO ALKMIM TEIXEIRA, nome_arquivo_pdf_s=10783723530201184_5227824.pdf, secao_s=Primeira Seção de Julgamento, arquivo_indexado_s=S, decisao_txt=[Acordam  os  membros  do  colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em  não  conhecer do recurso, em face da intempestividade  ], dt_sessao_tdt=Thu Apr 12 00:00:00 UTC 2012, id=4578465, ano_sessao_s=2012, atualizado_anexos_dt=Fri Oct 08 09:00:47 UTC 2021, sem_conteudo_s=N, conteudo_txt=Metadados =&gt; pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.4; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 2; dc:format: application/pdf; version=1.4; pdf:charsPerPage: 1696; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; access_permission:fill_in_form: true; pdf:encrypted: true; access_permission:can_modify: true; Content-Type: application/pdf | Conteúdo =&gt; 
S1­C4T1 

Fl. 1 

 
 

 
 

1

           

S1­C4T1  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
PRIMEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  10783.723.530/2011­8 

Recurso nº  926.381   Voluntário 

Acórdão nº  1401­000.778  –  4ª Câmara / 1ª Turma Ordinária  

Sessão de  12 de abril de 2012 

Matéria  Processo Administrativo Fiscal 

Recorrente  SUPERMECADOS BAUNILHA LTDA. 

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

Assunto: Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica ­ IRPJ 

Ano­calendário: 2003, 2004, 2005 

Ementa:  

RECURSO VOLUNTÁRIO. INTEMPESTIVIDADE. 

Nos termos do disposto no Decreto nº 70.235, aliado ao RI_CARF, o prazo 
para interposição de recurso voluntário para O  Conselho Administrativo de 
Recursos Fiscais  é de 30 dias contatos da  ciência da decisão proferida pela 
DRJ. 

 

 
 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

Acordam  os  membros  do  colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em  não 
conhecer do recurso, em face da intempestividade 

(assinado digitalmente) 

Jorge Celso Freire da Silva ­ Presidente  

(assinado digitalmente)  

Alexandre Antonio Alkmim Teixeira ­ Relator. 

Participaram da sessão de julgamento os conselheiros: Jorge Celso Freire da 
Silva  (Presidente),  Alexandre  Antonio  Alkmim  Teixeira,  Mauricio  Pereira  Faro,  Antonio 
Bezerra  Neto,  Eduardo  Martins  Neiva  Monteiro,  Fernando  Luiz  Gomes  de  Mattos,  Karem 
Jureidini Dias, 

  

Fl. 335DF  CARF MF

Impresso em 22/08/2012 por RECEITA FEDERAL - PARA USO DO SISTEMA

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A

Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001

Autenticado digitalmente em 07/08/2012 por ALEXANDRE ANTONIO ALKMIM TEIXEIR, Assinado digitalmente e

m 16/08/2012 por JORGE CELSO FREIRE DA SILVA, Assinado digitalmente em 07/08/2012 por ALEXANDRE ANTO

NIO ALKMIM TEIXEIR



 

  2

Relatório 

Trata os presente feito de recursos voluntários apresentados contra a decisão 
proferida pela Delegacia Regional de Julgamento do rio de Janeiro, que julgou improcedente o 
lançamento lavrado em desfavor da Contribuinte. 

Nos termos do documentos acostado às  fls. 169, a Recorrente  foi notificada 
da decisão no dia 13 de outubro de 2011.  

É o relatório, no necessário.  

 

Voto            

Conselheiro Alexandre Antonio Alkmm Teixeira 

Nos termos do disposto no Decreto nº 70.235, aliado ao RI_CARF, o prazo 
para interposição de recurso voluntário para este Conselho Administrativo de Recursos Fiscais 
é de 30 dias contatos da ciência da decisão proferida pela DRJ. 

No  caso  em  apreço,  a  Recorrente  foi  cientificada  do  recurso  no  dia  13  de 
outubro de 2011, tendo apresentado os recursos voluntários no dia 16 de novembro de 2011. 

Diante do exposto, não conheço do recurso, por intempestivo. 

 

É como voto.  

(assinado digitalmente) 

Alexandre Antonio Alkmm Teixeira ­ Relator 

           

 

           

 

 

Fl. 336DF  CARF MF

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Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001

Autenticado digitalmente em 07/08/2012 por ALEXANDRE ANTONIO ALKMIM TEIXEIR, Assinado digitalmente e

m 16/08/2012 por JORGE CELSO FREIRE DA SILVA, Assinado digitalmente em 07/08/2012 por ALEXANDRE ANTO

NIO ALKMIM TEIXEIR


, _version_=1713041573713805312, score=1.0}, SolrDocument{materia_s=IRF- ação fiscal- ñ retenção/recolhim. (rend.trib.exclusiva), dt_index_tdt=Fri Oct 08 01:09:55 UTC 2021, anomes_sessao_s=201206, camara_s=Segunda Câmara, ementa_s=Normas Gerais de Direito Tributário
Exercício: 1998
AUTO DE INFRAÇÃO. COBRANÇA DA MULTA MORATÓRIA.
DENÚNCIA ESPONTÂNEA.
Nos casos de tributos sujeitos a lançamento por homologação, onde o contribuinte declara e recolhe o tributo, o STJ firmou entendimento de que não cabe o instituto da denúncia espontânea (artigo 138 do CTN), na hipótese do contribuinte ter declarado o tributo. Aplicação do artigo 62-A do Regimento Interno do CARF., turma_s=Primeira Turma Ordinária da Segunda Câmara da Segunda Seção, numero_processo_s=10930.003549/2002-89, conteudo_id_s=5219646, dt_registro_atualizacao_tdt=Thu Jan 02 00:00:00 UTC 2020, numero_decisao_s=2201-001.657, nome_arquivo_s=Decisao_10930003549200289.pdf, nome_relator_s=EDUARDO TADEU FARAH, nome_arquivo_pdf_s=10930003549200289_5219646.pdf, secao_s=Segunda Seção de Julgamento, arquivo_indexado_s=S, decisao_txt=[Acordam os membros do Colegiado, por unanimidade, NEGAR provimento  ao recurso.], dt_sessao_tdt=Wed Jun 20 00:00:00 UTC 2012, id=4573646, ano_sessao_s=2012, atualizado_anexos_dt=Fri Oct 08 08:59:48 UTC 2021, sem_conteudo_s=N, _version_=1713041572459708416, conteudo_txt=Metadados =&gt; pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.4; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 6; dc:format: application/pdf; version=1.4; pdf:charsPerPage: 1655; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; access_permission:fill_in_form: true; pdf:encrypted: true; access_permission:can_modify: true; Content-Type: application/pdf | Conteúdo =&gt; 
S2­C2T1 

Fl. 1 

 
 

 
 

1

           

S2­C2T1  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
SEGUNDA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  10930.003549/2002­89 

Recurso nº  335.114   Voluntário 

Acórdão nº  2201­001.657   –  2ª Câmara / 1ª Turma Ordinária  

Sessão de  20 de junho de 2012 

Matéria  Multas 

Recorrente  THERMO KING DO BRASIL LTDA 

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

Assunto: Normas Gerais de Direito Tributário 

Exercício: 1998 

 

AUTO  DE  INFRAÇÃO.  COBRANÇA  DA  MULTA  MORATÓRIA. 
DENÚNCIA ESPONTÂNEA. 

Nos  casos  de  tributos  sujeitos  a  lançamento  por  homologação,  onde  o 
contribuinte declara e  recolhe o  tributo,  o STJ  firmou entendimento de que 
não cabe o instituto da denúncia espontânea (artigo 138 do CTN), na hipótese 
do  contribuinte  ter  declarado  o  tributo.  Aplicação  do  artigo  62­A  do 
Regimento Interno do CARF. 

 

 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

 

Acordam os membros do Colegiado, por unanimidade, NEGAR provimento 
ao recurso. 

 

Assinado Digitalmente 
Eduardo Tadeu Farah – Relator 
 
Assinado Digitalmente 
Maria Helena Cotta Cardozo ­ Presidente  
 

Participaram do presente julgamento, os Conselheiros: Eduardo Tadeu Farah, 
Rodrigo  Santos  Masset  Lacombe,  Gustavo  Lian  Haddad,  Pedro  Paulo  Pereira  Barbosa, 
Eivanice Canário da Silva (Suplente Convocada) e Maria Helena Cotta Cardozo (Presidente). 

  

Fl. 126DF  CARF MF

Impresso em 26/09/2012 por RECEITA FEDERAL - PARA USO DO SISTEMA

CÓ
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A

Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001

Autenticado digitalmente em 14/08/2012 por EDUARDO TADEU FARAH, Assinado digitalmente em 20/09/2012

por MARIA HELENA COTTA CARDOZO, Assinado digitalmente em 14/08/2012 por EDUARDO TADEU FARAH



 

  2

Relatório 

Trata o presente processo de auto de infração originado em auditoria interna 
na DCTF, conforme quadro 3, fl. 17, relativa a juros pagos a menor ou não pagos e multa de 
ofício exigida isoladamente, segundo discriminado no “Anexo IV à fl. 31”. 

Cientificada  do  lançamento,  a  autuada  apresentou  tempestivamente 
Impugnação (fls. 01/06), alegando, conforme se extrai do relatório de primeira instância, que: 

...  não  se  poderia  falar  em multa  de mora  pois  os  pagamentos 
foram  feitos  espontaneamente  pelo  contribuinte  sem  nenhum 
procedimento administrativo entre a data do vencimento e a data 
do  efetivo  pagamento,  hipótese  que  configura  a  denúncia 
espontânea prevista no art. 138 do Código Tributário nacional. 
Em  sustentação  à  sua  tese,  colaciona  jurisprudência 
administrativa  (Câmara  Superior  de  Recursos  Fiscais)  e  do 
Tribunal  Regional  da  Federal  da  4ª  Região.  Informa  que 
recolheu  os  juros  lançados,  no  importe  de R$  13,50,  conforme 
DARF de fls. 36. 

A  1ª  Turma  da  DRJ  em  Curitiba/PR  julgou  integralmente  procedente  o 
lançamento, conforme se observa da transcrição da síntese do voto condutor do julgamento de 
primeira instância: 

A  única  alegação  da  contribuinte  é  que,  por  ter  recolhido 
espontaneamente  o  tributo  antes  da  instauração  de  qualquer 
procedimento  administrativo  para  a  cobrança  do  tributo,  teria 
restado configurada a denúncia espontânea prevista no art. 138 
do CTN, o que tornaria indevida a exigência da multa moratória 
e,  por  conseqüência,  da  multa  de  ofício  lançada  no  auto  de 
infração combatido. 

Trata­se de alegação compreensível ao tempo em que formulada 
(08/07/2002).  Todavia,  já  inteiramente  superada,  conforme  se 
constata pela remansosa jurisprudência do Superior Tribunal de 
Justiça (STJ), como testemunham os recentes julgados extraídos 
de seu site na internet... 

(...) 

REsp 251290 / SP ; RECURSO ESPECIAL 2000/0024551­8  

Relator(a) 

Ministro JOÃO OTÁVIO DE NORONHA (1123)  

 (...) 

Ementa  

TRIBUTÁRIO.  ICMS.  IMPOSTOS  SUJEITO A  LANÇAMENTO 
POR  HOMOLOGAÇÃO.  RECOLHIMENTO  COM  ATRASO. 
DENÚNCIA  ESPONTÂNEA.  NÃO­CABIMENTO.  MULTA 
MORATÓRIA. 

1.  Nas  hipóteses  em  que  o  contribuinte  declara  e  recolhe  com 
atraso  tributos  sujeitos a  lançamento por homologação, não  se 

Fl. 127DF  CARF MF

Impresso em 26/09/2012 por RECEITA FEDERAL - PARA USO DO SISTEMA

CÓ
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A

Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001

Autenticado digitalmente em 14/08/2012 por EDUARDO TADEU FARAH, Assinado digitalmente em 20/09/2012

por MARIA HELENA COTTA CARDOZO, Assinado digitalmente em 14/08/2012 por EDUARDO TADEU FARAH



Processo nº 10930.003549/2002­89 
Acórdão n.º 2201­001.657  

S2­C2T1 
Fl. 2 

 
 

 
 

3

aplica  o  benefício  da  denúncia  espontânea  e,  por  conseguinte, 
não se exclui a multa moratória. 

2. Recurso especial não­provido. 

(...) 

E, ainda: 

REsp 264407 / SC ; RECURSO ESPECIAL 2000/0062357­1  

Relator(a) 

Ministro JOÃO OTÁVIO DE NORONHA (1123)  

(...) 

Ementa  

TRIBUTÁRIO.  RECURSO  ESPECIAL.  DENÚNCIA 
ESPONTÂNEA.  ART.  138  DO  CTN.  PARCELAMENTO  DE 
DÉBITO  TRIBUTÁRIO.  MULTA  MORATÓRIA.  CABIMENTO. 
DISSÍDIO PRETORIANO. SÚMULA N. 83/STJ. 

1.  A  simples  confissão  de  dívida  acompanhada  do  pedido  de 
parcelamento  do  débito  não  configura  denúncia  espontânea  a 
dar  ensejo à aplicação da  regra  ínsita no art.  138 do CTN, de 
modo a eximir o contribuinte do pagamento de multa moratória. 

2."Não se conhece do recurso especial pela divergência quando 
a orientação do tribunal se firmou no mesmo sentido da decisão 
recorrida" (Súmula n. 83/STJ). 

3. Recurso especial não provido. 

Tem­se, portanto, que a exigência de multa moratória, além de 
estar regularmente prevista na legislação, é considerada regular 
pelo  Poder  Judiciário.  Logo,  é  procedente  o  lançamento  que 
impõe  a  multa  de  ofício  pela  falta  de  recolhimento  da  multa 
moratória. 

Estando  assim  convencido,  voto  pela  integral  manutenção  do 
lançamento. 

Intimada da decisão de primeira instância em 26/01/2006 (fl. 46), a Thermo 
King  do  Brasil  Ltda  apresenta  Recurso  Voluntário  em  24/02/2006  (fls.  47  e  seguintes), 
sustentando, essencialmente, os mesmos argumentos defendidos em sua Impugnação. 

É o relatório. 

Voto            

Conselheiro EDUARDO TADEU FARAH, Relator 

Fl. 128DF  CARF MF

Impresso em 26/09/2012 por RECEITA FEDERAL - PARA USO DO SISTEMA

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Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001

Autenticado digitalmente em 14/08/2012 por EDUARDO TADEU FARAH, Assinado digitalmente em 20/09/2012

por MARIA HELENA COTTA CARDOZO, Assinado digitalmente em 14/08/2012 por EDUARDO TADEU FARAH



 

  4

O  recurso  é  tempestivo  e  reúne  os  demais  requisitos  de  admissibilidade, 
portanto, dele conheço. 

 

Como  se  observa  da  análise  do  acórdão  recorrido  alega  a  suplicante,  em 
linhas  gerais,  que  por  ter  recolhido  espontaneamente  o  tributo  antes  do  início  de  qualquer 
procedimento administrativo, teria restado configurada a denúncia espontânea prevista no art. 
138 do CTN, o que tornaria indevida a exigência dos juros pagos a menor ou não pagos e da 
multa de ofício exigida isoladamente sobre os valores lançados em DCTF.  

Pois bem, verifico que a matéria em debate nos autos é por demais conhecida 
pelos membros deste Órgão Administrativo que em diversas ocasiões se manifestou, conforme 
se observa de alguns julgados idênticos ou similares que transcrevo: 

DENÚNCIA  ESPONTÂNEA,  FALTA  DE  PAGAMENTO  DE 
TRIBUTO OU CONTRIBUIÇÃO. 

Quando a infração fiscal é do conhecimento do Fisco, como é o 
caso  de  falta  de  pagamento  de  tributo  ou  contribuição,  e  seu 
autor noticia a sua ocorrência, não há que se falar em denuncia 
espontânea, mas  apenas  em  confissão.  Conseqüentemente,  esta 
situação não está albergada pelo art. 138 do CTN. (Acórdão nº 
3302­00.534) 

... 

DENÚNCIA  ESPONTÂNEA,  MULTA  DE  MORA, 
APLICABILIDADE ­ A denúncia espontânea, objeto do Código 
Tributário  Nacional  ­  CTN,  art.  138,  não  se  aplica  a  tributos 
sujeitos  a  lançamento  por  homologação,  regularmente 
declarados  e  pagos  a  destempo,  inexistindo  amparo  legal  para 
exclusão da multa de mora. (Acórdão nº 3301­00.725) 

...   

DENÚNCIA  ESPONTÂNEA.  MULTA.  É  inadmissível  a 
aplicação do art. 138 do CTN para afastar a imposição de multa 
de mora  nos  casos  em  que  o  contribuinte  declara  a  dívida  (de 
tributo  sujeito  a  lançamento  por  homologação)  e  efetua  o 
pagamento  respectivo  a  destempo,  à  vista  ou  parceladamente. 
(STJ, AgRg no Ag 795574/SP, Relator Min. Luiz Fux, 1ª Turma, 
DJ 18.12.2006; AgRg no EREsp 636.064/SC, Rel. Min. CASTRO 
MEIRA,  1ª  Seção,  DJ  05.09.2005).  Recurso  a  que  se  nega 
provimento. (Acórdão nº 103­23499) 

... 

AUTO DE INFRAÇÃO. COBRANÇA DA MULTA MORATÓRIA. 
DENÚNCIA ESPONTÂNEA. 

Nos  casos  de  tributos  sujeitos  a  lançamento  por  homologação, 
onde  o  contribuinte  declara  e  recolhe  o  tributo,  o  STJ  firmou 
entendimento  de  que  não  cabe  o  instituto  da  denuncia 
espontânea (artigo 138 do CTN), na hipótese do contribuinte ter 
declarado  o  tributo.  Aplicação  do  artigo  62ª  do  Regimento 
Interno do CARF. Recurso conhecido e não provido. (Acórdão nº 
120100.510) 

Fl. 129DF  CARF MF

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por MARIA HELENA COTTA CARDOZO, Assinado digitalmente em 14/08/2012 por EDUARDO TADEU FARAH



Processo nº 10930.003549/2002­89 
Acórdão n.º 2201­001.657  

S2­C2T1 
Fl. 3 

 
 

 
 

5

Ademais, conforme prevê o Regimento Interno do CARF, os Conselheiros do 
CARF  estão  vinculados  à  aplicação  do  entendimento  do  Superior  Tribunal  de  Justiça  ­  STJ 
quanto  às matérias que  foram  julgadas  com efeitos  repetitivos. Transcreve­se o  art.  62­A do 
RICARF: 

Art.  62A.  ­  As  decisões  definitivas  de  mérito,  proferidas  pelo 
Supremo Tribunal  Federal  e  pelo  Superior  Tribunal  de  Justiça 
em  matéria  infraconstitucional,  na  sistemática  prevista  pelos 
artigos 543B e 543C da Lei nº 5.869, de 11 de janeiro de 1973, 
Código  de  Processo  Civil,  deverão  ser  reproduzidas  pelos 
conselheiros no julgamento dos recursos no âmbito do CARF. 

(...) 

Neste  sentido,  a matéria  em debate  já  foi  objeto de decisão pelo STJ  sob a 
sistemática do art. 543C do CPC e se enquadra perfeitamente na decisão abaixo: 

TRIBUTÁRIO.  TRIBUTO  DECLARADO  PELO 
CONTRIBUINTE  E  PAGO  COM  ATRASO.  DENÚNCIA 
ESPONTÂNEA. NÃO CARACTERIZAÇÃO. SÚMULA 360/STJ. 

1.  Nos  termos  da  Súmula  360/STJ,  "O  benefício  da  denúncia 
espontânea não se aplica aos tributos sujeitos a lançamento por 
homologação regularmente declarados, mas pagos a destempo" 
É  que  a  apresentação  de  Declaração  de  Débitos  e  Créditos 
Tributários  Federais  –  DCTF,  de  Guia  de  Informação  e 
Apuração  do  ICMS  –  GIA,  ou  de  outra  declaração  dessa 
natureza,  prevista  em  lei,  é  modo  de  constituição  do  crédito 
tributário,  dispensando,  para  isso,  qualquer  outra  providência 
por parte do Fisco. Se o crédito foi assim previamente declarado 
e  constituído  pelo  contribuinte,  não  se  configura  denúncia 
espontânea (art. 138 do CTN) o seu posterior recolhimento fora 
do prazo estabelecido. 

2.  Recurso  especial  desprovido.  Recurso  sujeito  ao  regime  do 
art.  543C  do  CPC  e  da  Resolução  STJ  08/08.  (RECURSO 
ESPECIAL  Nº  962.379  RS  (2007/01428689),  RELATOR  : 
MINISTRO TEORI ALBINO ZAVASCKI) 

Assim sendo, pelo entendimento do STJ, na sistemática prevista pelo artigo 
543C do CPC, o instituto da denúncia espontânea não se aplica a tributos sujeitos a lançamento 
por  homologação,  regularmente  declarados,  pois,  em  verdade,  trata­se  de  mero 
inadimplemento. 

Ante ao exposto, voto por negar provimento ao recurso. 

 
Assinado Digitalmente 
Eduardo Tadeu Farah 

           

 

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  6

 

 

 

 

 

           

 

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por MARIA HELENA COTTA CARDOZO, Assinado digitalmente em 14/08/2012 por EDUARDO TADEU FARAH


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Período de apuração: 01/07/1990 a 31/03/1992
FINSOCIAL. RESTITUIÇÃO. COMPENSAÇÃO. DECADÊNCIA.
O prazo para repetição de indébito relativo a tributo sujeito ao lançamento por homologação é de dez anos contados da ocorrência do fato gerador, no caso de homologação tácita do lançamento e para os pedidos protocolizados até 08 de junho de 2005.
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Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em dar provimento parcial ao recurso para afastar a decadência em relação aos fatos geradores ocorridos após 31 de julho de 1989 e determinar o retorno dos autos à instância recorrida para análise do mérito.

Nayra Bastos Manatta - Presidente.

Sílvia de Brito Oliveira - Relatora.

Participaram da sessão de julgamento os Conselheiros: Nayra Bastos Manatta (Presidente), Sílvia de Brito Oliveira, Fernando Luiz da Gama Lobo D'Eça, Gilson Macedo Rosenburg Filho, João Carlos Cassuli Junior e Francisco Maurício Rabelo de Albuquerque Silva.
O Presidente substituto da Turma assina o acórdão em face da impossibilidade, por motivo de saúde, da Presidente Nayra Bastos Manatta.


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S3­C4T2 

Fl. 323 

 
 

 
 

1

322 

S3­C4T2  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  10880.025452/99­11 

Recurso nº               Voluntário 

Acórdão nº  3402­001.833  –  4ª Câmara / 2ª Turma Ordinária  

Sessão de  18 de julho de 2012 

Matéria  FINSOCIAL. RESTITUIÇÃO/COMPENSAÇÃO. 

Recorrente  COTONIFÍCIO GUILHERME GIORCI S/A 

Recorrida  DRJ em SÃO PAULO­SP I 

 

ASSUNTO: NORMAS GERAIS DE DIREITO TRIBUTÁRIO 

Período de apuração: 01/07/1990 a 31/03/1992 

FINSOCIAL. RESTITUIÇÃO. COMPENSAÇÃO. DECADÊNCIA. 

O  prazo  para  repetição  de  indébito  relativo  a  tributo  sujeito  ao  lançamento 
por homologação é de dez anos  contados da ocorrência do  fato gerador, no 
caso de homologação tácita do lançamento e para os pedidos protocolizados 
até 08 de junho de 2005. 

 
 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

Acordam  os  membros  do  colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em  dar 
provimento  parcial  ao  recurso  para  afastar  a  decadência  em  relação  aos  fatos  geradores 
ocorridos após 31 de julho de 1989 e determinar o retorno dos autos à instância recorrida para 
análise do mérito. 

 

Nayra Bastos Manatta ­ Presidente.  

 

Sílvia de Brito Oliveira ­ Relatora. 

 

Participaram da sessão de julgamento os Conselheiros: Nayra Bastos Manatta 
(Presidente),  Sílvia  de Brito Oliveira,  Fernando  Luiz  da Gama  Lobo D'Eça, Gilson Macedo 
Rosenburg  Filho,  João  Carlos  Cassuli  Junior  e  Francisco Maurício  Rabelo  de  Albuquerque 
Silva. 

  

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Fl. 1719DF  CARF MF

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ILHO




  2

O  Presidente  substituto  da  Turma  assina  o  acórdão  em  face  da 
impossibilidade, por motivo de saúde, da Presidente Nayra Bastos Manatta.  

 

Relatório 

A pessoa  jurídica qualificada neste processo protocolizou,  em 30 de  agosto 
de 1999, pedidos de restituição, acompanhados de pedidos de compensação, de valores pagos 
ou  objeto  de  depósito  judicial  a  título  de  contribuição  para  o  Fundo  de  Investimento  Social 
(Finsocial),  de  Contribuição  para  o  Financiamento  da  Seguridade  Social  (Cofins)  e  de 
contribuição para o Programa de  Integração Social  (PIS) e,  também pedido de  restituição de 
créditos do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) não escriturados. 

Em  despacho  decisório  exarado  às  fls.  245  a  249,  preferido  em  18  de 
novembro de 2002, a Delegacia da Receita Federal de Administração Tributária em São Paulo 
–SP indeferiu o pleito e a contribuinte apresentou manifestação de inconformidade. 

Antes de apreciar a referida manifestação, a Delegacia da Receita Federal de 
Julgamento  em  São  Paulo­SP  I  (DRJ/SPOI)  determinou  o  desmembramento  dos  autos  e, 
conforme informação à fl. 757, procedeu­se à abertura do processo nº 10880.720000/2005­51 
para  tratar  do  pedido  relativo  aos  créditos  do  IPI,  permanecendo nestes  autos  os  pedidos  de 
restituição relativos ao Finsocial, à Cofins e ao PIS. 

Do exame das peças processuais, infere­se que o pedido está fundamentado: 

1)  relativamente  ao  Finsocial  e  à  Cofins,  na  inconstitucionalidade  da 
majoração de alíquota dessas contribuições, que, segundo entendimento da recorrente, tornam 
indevidos os pagamentos e depósitos efetuados em valor excedente ao resultante da aplicação 
da alíquota de 0,5%; 

2) quanto ao PIS, na suspensão da execução dos Decretos­lei nº 2.445, de 29 
de junho de 1988, e nº 2.449, de 21 de julho de 1988, pela Resolução do Senado Federal no. 
49, de 9 de outubro de 1995, com retomada da exigência do PIS em conformidade com a Lei 
Complementar nº 7, de 7 de setembro de 1970, que, em relação aos mencionados Decretos­lei, 
diverge quanto à base de cálculo e à alíquota aplicável. 

A DRJ/SPOI, nos termos do voto condutor do Acórdão constante das fls. 762 
a 775, não conheceu da manifestação na parte concernente ao  IPI e, sem adentrar no mérito, 
manteve o indeferimento quanto às demais matérias, por entender que depósitos judiciais não 
são passiveis de restituição e que, quanto aos valores pagos, ter­se­ia operado a decadência do 
direito de pleitear o indébito. 

Inconformada com a decisão de piso, a solicitante apresentou recurso a este 
Segundo Conselho de Contribuintes, às fls. 780 a 795, para requer seu recebimento com efeito 
devolutivo e suspensivo e alegar, em síntese, que: 

I  –  os  valores  objeto  de  depósito  judicial  referem­se  apenas  ao  período  de 
dezembro de 1990 a junho de 1991 e o que se pretende aqui é a restituição de valores relativos 
a  dez  anos  de  contribuições  indevidamente  pagas;  portanto,  excluído  esse  período,  ainda  há 
créditos para as compensações tributárias requeridas; 

Fl. 1720DF  CARF MF

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ILHO



Processo nº 10880.025452/99­11 
Acórdão n.º 3402­001.833 

S3­C4T2 
Fl. 324 

 
 

 
 

3

II – tendo ganhado a causa da ação judicial relativa à alíquota do Finsocial, é 
credora da majoração ilegal praticada pela União; 

III – quanto à decadência, não se pode aplicar o Ato Declaratório (AD) SRF 
nº  96,  de  1999,  pois  o  pedido  da  recorrente  foi  protocolizado  em  data  anterior  a  esse  AD, 
quando, então, vigia o Parecer Cosit nº 58, de 27 de outubro de 1998; 

IV – o direito a pleitear a repetição de indébito só surge após a homologação 
tácita do lançamento, ou seja, após cinco anos do fato gerador, e, de acordo com o supracitado 
Parecer, quanto às exações julgadas inconstitucionais, esse direito surge após a publicação da 
Resolução Senatorial; 

V – o prazo para repetição de indébito relativo a tributo sujeito a lançamento 
por  homologação  é  de  dez  anos,  conforme  jurisprudência  do  Superior  Tribunal  de  Justiça 
(STJ); 

VI – afastada a prejudicial de decadência, a restituição do PIS, da Cofins e do 
Finsocial deve ser deferida, pois a aferição material dos créditos está explicitada nas planilhas 
apresentadas,  sendo que os  créditos de Finsocial  e de Cofins  correspondem ao excedente da 
alíquota de 0,5% e os de PIS  são decorrentes da  suspensão da  execução dos Decretos­lei  nº 
2.445 e nº 2.449, ambos de 1998, com conseqüente aplicação da Lei Complementar nº 7, de 
1970; 

VII – é ilegal a cobrança da Cofins à alíquota de 2%, pois a Lei complentar nº 
7,  de  1970,  apenas  instituiu  uma  nova  contribuição  como  forma  de  majorar  a  alíquota  do 
Finsocial, o que já foi declarado inconstitucional. 

Ao final, solicitou a recorrente a reforma da decisão recorrida para que sejam 
reconhecidos  seus  créditos  com  vista  à  homologação  das  compensações  pleiteadas  e 
conseqüente extinção das obrigações tributárias correspondentes. 

Na sessão de 17 de outubro de 2007, a Terceira Câmara do extinto Segundo 
Conselho de Contribuintes, por meio do Acórdão n° 203­12.483, apreciou e julgou o recurso 
voluntário  quanto  ao  PIS  e  à  Cofins  e  deixou  de  conhecer  das  questões  arguidas  quanto  ao 
Finsocial,  por  tratar­se  de  matéria  de  competência  do  extinto  Terceiro  Conselho  de 
contribuintes. 

Em face da extinção dos Conselhos de Contribuintes e criação do Conselho 
Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), com Seções cujas competências foram definidas no 
Anexo  II da Portaria MF n° 256, de 22 de  junho de 2009 – Regimento Interno do Carf, este 
processo  foi  remetido para  julgamento da matéria  relativa  ao Finsocial na Terceira Seção do 
Carf.  

É o Relatório. 

 

Voto            

Conselheira Sílvia de Brito Oliveira, Relatora 

Fl. 1721DF  CARF MF

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ILHO



  4

O  recurso  é  tempestivo  e  seu  julgamento  está  inserto  na  esfera  de 
competência da Terceira Seção do Carf, devendo, pois, ser conhecido. 

Inicialmente, cumpre salientar que, na decisão recorrida, não foi apreciado o 
mérito  do  pedido  de  restituição  do Finsocial  e  seu  indeferimento,  salvo  quanto  à  questão  da 
impossibilidade de restituição de valores depositados, se deu por se ter operado a decadência, 
uma vez que o prazo quinquenal previsto no art. 168, inc. I, do CTN. 

Destarte, o deslinde do litígio aqui instaurado transita apenas pelo exame do 
prazo decadencial para a repetição de indébito relativo à contribuição para o Finsocial e, nesse 
ponto, tratando­se de tributo sujeito ao lançamento por homologação, era pacífica a orientação 
do  Superior  Tribunal  de  Justiça  (STJ)  de  que  a  extinção  do  crédito  tributário  somente  se 
operaria com a homologação tácita do lançamento e, assim, na hipótese de homologação tácita, 
que ocorre com o decurso do prazo de cinco anos da data do fato gerador, o prazo decadencial 
seria de dez anos da ocorrência do fato gerador. Tal orientação, porque firmada no pressuposto 
de que decorreria cinco anos para a homologação do lançamento e, depois, mais cinco para o 
exercício do direito de pleitear a restituição, ficou conhecida, no meio jurídico­tributário, como 
a tese dos cinco mais cinco. 

Ocorre,  porém,  que,  em  09  de  fevereiro  de  2005,  foi  publicada  a  Lei 
Complementar  n°  118,  de  09  de  fevereiro  de  2005,  cujo  art.  3°  fixou,  para  efeito  de 
interpretação  do  art.  168,  inc.  I,  do CTN,  a  extinção  do  crédito  tribuário,  no  caso  de  tributo 
sujeito ao lançamento por homologação, na data do pagamento antecipado referido no art. 150, 
§ 1°, também do CTN. 

Mais  ainda,  a  cláusula  de  vigência  da  mencionada  Lei  Complementar 
emprestou  vigor  à  lei  a  partir  do  120°  dia  da  sua  publicação,  contudo,  ressalvou  o  caráter 
interpretativo  do  seu  art.  3°,  o  que  imporia  a  observância  do  art.  106,  inc.  I,  do CTN,  para 
aplicá­lo aos fatos pretéritos. 

Ora, outra sorte não poderia ter essa cláusula de vigência espelhada no art. 4° 
da Lei Complementar n° 118, de 2005. A constitucionalidade da aplicação retroativa do art. 3° 
dessa  lei  foi  objeto  do  Recurso  Extraordinário  (RE)  n°  561.908,  com  repercussão  geral 
reconhecida no Supremo Tribunal Federal  (STF). Tal RE foi substituido pelo RE n° 566.621 
como paradigma da repercussão geral, o qual foi julgado pelo plenário da Suprema Corte em 
04 de agosto de 2011, com relatoria da Ministra Ellen Gracie, e o  respectivo Acórdão  traz o 
entendimento  de  que  o  dispositivo  legal  questionado,  auto­proclamado  interpretativo,  com 
efeito,  trazia  inovação  no  mundo  jurídico,  pois  estabelecia  prazo  novo  e  reduzido  para  a 
repetição  do  indébito  tributário,  visto  que,  até  então,  estava  consolidada  a  orientação  da 
Primeira Seção do STJ com a tese dos cinco mais cinco. 

Com essa decisão,  ficou assegurado o prazo de cinco anos, contado a partir 
da homologação do lançamento ­ tese dos cinco mais cinco ­, para as pretenções deduzidas até 
09  de  junho  de  2005,  data  da  entrada  em  vigor  da  Lei  Complementar  n°  118,  de  2005,  e 
somente para as ações de repetição ingressadas a partir dessa data aplica­se o prazo quinquenal 
contado a partir da data do pagamento antecipado do tributo. 

Destarte, reconhecida a inconstitucionalidade do art. 4°, segunda parte, da Lei 
Complementar  n°  118,  de  2005,  em  sede  de  RE  com  repercussão  geral  reconhecida  e  com 
sobrestamento  dos  demais  recursos,  impõe­se  a  aplicação  desse  entendimento  da  Suprema 
Corte nos julgados deste colegiado, por força do disposto no art. 62­A do Regimento Interno 
do Carf, constante do Anexo II da Portaria Mf n° 256, de 2009, com as alterações posteriores. 

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ILHO



Processo nº 10880.025452/99­11 
Acórdão n.º 3402­001.833 

S3­C4T2 
Fl. 325 

 
 

 
 

5

Diante  do  exposto  e  considerando  que  o  pedido  de  restituição  foi 
protocolizado  em 30  de  agosto  de 1999  e  que  o  fato  gerador da  contribuição  em questão  se 
perfaz em 31 de agosto, voto pelo provimento parcial do recurso para reconhecer a decadência 
do direito à repetição dos pagamentos realtivos aos fatos geradores ocorridos até 31 de julho de 
1989, inclusive, e, assim, afastada a decadência, devolver os autos à instância recorrida para o 
julgamento do mérito. 

É como voto. 

 

Sílvia de Brito Oliveira ­ Relatora 

           

 

           

 

 

Fl. 1723DF  CARF MF

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ILHO


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Exercício: 2000  
DEDUÇÕES  DE  DESPESAS  MÉDICAS.  REQUISITOS  PARA  DEDUÇÃO.  
As despesas médicas, assim como todas as demais deduções, dizem respeito à  base de cálculo do imposto que, à luz do disposto no art. 97, IV, do Código  Tributário  Nacional,  está  sob  reserva  de  lei  em  sentido  formal.  
Assim,  a  intenção do legislador foi permitir a dedução de despesas com a manutenção  da  saúde  humana,  podendo  a  autoridade  fiscal  perquirir  se  os  serviços  efetivamente foram prestados ao declarante ou a seus dependentes, rejeitando  de pronto àqueles que não identificam o pagador, os serviços prestados ou  não identificam na forma da lei os prestadores de serviços ou quando esses  não sejam habilitados. A simples indicação na Declaração de Ajuste Anual de  despesas médicas, por si só, não autoriza a sua dedução, mormente quando o  contribuinte,  sob  procedimento  fiscal,  apresenta  recibos  médicos,  cuja  efetividade do pagamento e/ou da prestação de serviços não foi confirmada  pelo prestador e o mesmo deixa de apresentar documentação hábil e idônea  complementar que comprove que cumpriu os requisitos determinados pela  legislação de regência.  
DESPESAS  MÉDICAS.  PLANOS  DE  SAÚDE.  REQUISITOS  PARA  DEDUÇÃO DA BASE DE CÁLCULO DO IMPOSTO.  
Na determinação da base de cálculo sujeita à incidência do imposto, poderá  ser  deduzido  o  total  dos  valores  das  prestações  mensais  pagas  para  participação em planos de saúde que assegurem direitos de atendimento ou  ressarcimento de despesas de natureza médica, odontológica ou hospitalar,  prestado por empresas domiciliadas no País, em benefício do contribuinte ou  de seus dependentes relacionados na Declaração de Ajuste Anual, desde que  os pagamentos sejam devidamente comprovados, por meio da apresentação  de documentação hábil e idônea INFORMAÇÃO E COMPROVAÇÃO DOS DADOS CONSTANTES DA
DECLARAÇÃO DE AJUSTE ANUAL. DEVER DO CONTRIBUINTE.
CONFERÊNCIA DOS DADOS INFORMADOS. DEVER DA
AUTORIDADE FISCAL.
É dever do contribuinte informar e, se for o caso, comprovar os dados nos campos próprios das correspondentes declarações de rendimentos e, conseqüentemente, calcular e pagar o montante do imposto apurado, por outro lado, cabe a autoridade fiscal o dever da conferência destes dados.
Assim, na ausência de comprovação, por meio de documentação hábil e idônea, das deduções realizadas na base de cálculo do imposto de renda, é dever de a autoridade fiscal efetuar a sua glosa.
MULTA DE LANÇAMENTO DE OFICIO. RESPONSABILIDADE OBJETIVA.
A responsabilidade por infrações da legislação tributária independe da intenção do agente ou responsável. O fato de não haver má-fé do contribuinte não descaracteriza o poder-dever
da Administração de lançar com multa de oficio rendimentos omitidos na declaração de ajuste.
ACRÉSCIMOS LEGAIS. JUROS MORATÓRIOS. TAXA SELIC.
A partir de 1º de abril de 1995, os juros moratórios incidentes sobre débitos tributários administrados pela Secretaria da Receita Federal são devidos, no período de inadimplência, à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e Custódia SELIC
para títulos federais (Súmula CARF nº 4).
Recurso negado., turma_s=Segunda Turma Ordinária da Segunda Câmara da Segunda Seção, numero_processo_s=13706.000882/2004-40, conteudo_id_s=5231320, dt_registro_atualizacao_tdt=Thu Apr 02 00:00:00 UTC 2020, numero_decisao_s=2202-001.824, nome_arquivo_s=Decisao_13706000882200440.pdf, nome_relator_s=NELSON MALLMANN, nome_arquivo_pdf_s=13706000882200440_5231320.pdf, secao_s=Segunda Seção de Julgamento, arquivo_indexado_s=S, decisao_txt=[ACORDAM os membros do Colegiado, por unanimidade de votos, negar  provimento ao recurso, nos termos do voto do Relator.], dt_sessao_tdt=Wed May 16 00:00:00 UTC 2012, id=4579518, ano_sessao_s=2012, atualizado_anexos_dt=Fri Oct 08 09:01:13 UTC 2021, sem_conteudo_s=N, _version_=1713041574273744896, conteudo_txt=Metadados =&gt; pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.4; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 15; dc:format: application/pdf; version=1.4; pdf:charsPerPage: 2432; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; access_permission:fill_in_form: true; pdf:encrypted: true; access_permission:can_modify: true; Content-Type: application/pdf | Conteúdo =&gt; 
S2­C2T2 

Fl. 1 

 
 

 
 

1

           

S2­C2T2  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
SEGUNDA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  13706.000882/2004­40 

Recurso nº  999.999   Voluntário 

Acórdão nº  2202­01.824  –  2ª Câmara / 2ª Turma Ordinária  

Sessão de  16 de maio de 2012 

Matéria  IRPF 

Recorrente  JOÃO  BORSANI 

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA FÍSICA ­ IRPF 

Exercício: 2000 

DEDUÇÕES  DE  DESPESAS  MÉDICAS.  REQUISITOS  PARA 
DEDUÇÃO. 

As despesas médicas, assim como todas as demais deduções, dizem respeito à 
base de cálculo do imposto que, à luz do disposto no art. 97, IV, do Código 
Tributário  Nacional,  está  sob  reserva  de  lei  em  sentido  formal.  Assim,  a 
intenção do legislador foi permitir a dedução de despesas com a manutenção 
da  saúde  humana,  podendo  a  autoridade  fiscal  perquirir  se  os  serviços 
efetivamente foram prestados ao declarante ou a seus dependentes, rejeitando 
de  pronto  àqueles  que  não  identificam  o  pagador,  os  serviços  prestados  ou 
não  identificam na forma da  lei os prestadores de serviços ou quando esses 
não sejam habilitados. A simples indicação na Declaração de Ajuste Anual de 
despesas médicas, por si só, não autoriza a sua dedução, mormente quando o 
contribuinte,  sob  procedimento  fiscal,  apresenta  recibos  médicos,  cuja 
efetividade do pagamento e/ou da prestação de serviços não  foi confirmada 
pelo prestador e o mesmo deixa de apresentar documentação hábil  e  idônea 
complementar  que  comprove  que  cumpriu  os  requisitos  determinados  pela 
legislação de regência. 

DESPESAS  MÉDICAS.  PLANOS  DE  SAÚDE.  REQUISITOS  PARA 
DEDUÇÃO DA BASE DE CÁLCULO DO IMPOSTO. 

Na determinação da base de cálculo sujeita à incidência do imposto, poderá 
ser  deduzido  o  total  dos  valores  das  prestações  mensais  pagas  para 
participação em planos  de  saúde que  assegurem direitos de atendimento ou 
ressarcimento  de  despesas  de  natureza médica,  odontológica  ou  hospitalar, 
prestado por empresas domiciliadas no País, em benefício do contribuinte ou 
de seus dependentes relacionados na Declaração de Ajuste Anual, desde que 
os  pagamentos  sejam devidamente  comprovados,  por meio  da  apresentação 
de documentação hábil e idônea 

  

Fl. 139DF  CARF MF

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  2

INFORMAÇÃO  E  COMPROVAÇÃO  DOS  DADOS  CONSTANTES  DA 
DECLARAÇÃO  DE  AJUSTE  ANUAL.  DEVER  DO  CONTRIBUINTE. 
CONFERÊNCIA  DOS  DADOS  INFORMADOS.  DEVER  DA 
AUTORIDADE FISCAL. 

É dever do  contribuinte  informar  e,  se  for o  caso,  comprovar os dados  nos 
campos  próprios  das  correspondentes  declarações  de  rendimentos  e, 
conseqüentemente,  calcular  e  pagar  o  montante  do  imposto  apurado,  por 
outro  lado,  cabe  a  autoridade  fiscal  o  dever  da  conferência  destes  dados. 
Assim,  na  ausência  de  comprovação,  por  meio  de  documentação  hábil  e 
idônea,  das  deduções  realizadas  na  base  de  cálculo  do  imposto  de  renda,  é 
dever de a autoridade fiscal efetuar a sua glosa. 

MULTA  DE  LANÇAMENTO  DE  OFICIO.  RESPONSABILIDADE 
OBJETIVA. 

A  responsabilidade  por  infrações  da  legislação  tributária  independe  da 
intenção do agente ou responsável. O fato de não haver má­fé do contribuinte 
não descaracteriza o poder­dever da Administração de  lançar com multa de 
oficio rendimentos omitidos na declaração de ajuste. 

ACRÉSCIMOS LEGAIS. JUROS MORATÓRIOS. TAXA SELIC. 

A partir de 1º de abril de 1995, os juros moratórios incidentes sobre débitos 
tributários administrados pela Secretaria da Receita Federal são devidos, no 
período  de  inadimplência,  à  taxa  referencial  do  Sistema  Especial  de 
Liquidação e Custódia ­ SELIC para títulos federais (Súmula CARF nº 4). 

Recurso negado. 

 
 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

ACORDAM  os  membros  do  Colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  negar 
provimento ao recurso, nos termos do voto do Relator.  

 

 

(Assinado digitalmente) 

Nelson Mallmann ­ Presidente e Relator 

 

Participaram do presente julgamento os Conselheiros Maria Lúcia Moniz de 
Aragão  Calomino  Astorga,  Eivanice  Canário  da  Silva,  Antonio  Lopo  Martinez,  Odair 
Fernandes, Pedro Anan Junior e Nelson Mallmann (Presidente). Ausentes, justificadamente, os 
Conselheiros Rafael Pandolfo e Helenilson Cunha Pontes. 

 

Fl. 140DF  CARF MF

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Processo nº 13706.000882/2004­40 
Acórdão n.º 2202­01.824 

S2­C2T2 
Fl. 2 

 
 

 
 

3

Relatório 

JOÃO  BORSANI,  contribuinte  inscrito  no  CPF/MF  066.807.127­34,  com 
domicílio  fiscal  na  cidade do Rio de  Janeiro  ­ RJ, Estado do Rio de  Janeiro,  à Rua Dias da 
Rocha, nº 71 – apto 401, Bairro Copacabana, jurisdicionado a Delegacia da Receita Federal do 
Brasil  de Administração Tributária  no Rio  de  Janeiro  ­ RJ,  inconformado  com  a  decisão  de 
Primeira Instância de fls. 120/127, prolatada pela 1ª Turma da Delegacia da Receita Federal do 
Brasil  de  Julgamento  em  Juiz  de  Fora  ­  MG,  recorre,  a  este  Conselho  Administrativo  de 
Recursos Fiscais, pleiteando a sua reforma, nos termos da petição de fls. 130/131. 

Contra  o  contribuinte  acima  mencionado  foi  lavrado,  pela  Delegacia  da 
Receita Federal  do Brasil  na  cidade de Manaus  – AM, em 04/04/2003, Auto de  Infração de 
Imposto de Renda Pessoa Física (fls. 02/05), com ciência através de AR, em 29/01/2004 (fls. 
113), exigindo­se o recolhimento do crédito tributário no valor total de R$ 11.932,47 (padrão 
monetário da época do lançamento do crédito tributário), a título de Imposto de Renda Pessoa 
Física, acrescidos da multa de lançamento de ofício normal de 75% e dos juros de mora de, no 
mínimo, de 1% ao mês, calculados sobre o valor do imposto de renda, relativo ao exercício de 
2000, correspondente ao ano­calendário de 1999.  

A exigência fiscal em exame teve origem em procedimentos de fiscalização 
de  revisão  de Declaração  de Ajuste Anual  referente  ao  exercício  de  2000 onde  a  autoridade 
lançadora entendeu haver as seguintes irregularidades: 

1  –  DEDUÇÃO  INDEVIDA  A  TÍTULO  DE  CONTRIBUIÇÃO  A 
PREVIDÊNCIA  OFICIAL  NO  VALOR  DE  R$  1.652,69,  POR  FALTA  DE 
COMPROVAÇÃO. Infração capitulada no artigo 8º, inciso II, alínea 'D', e §§ 2º e 3º, da Lei 
nº 9.250, de 1990.  

2  ­  DEDUÇÃO  INDEVIDA  A  TÍTULO  DE  CONTRIBUIÇÃO  A 
PREVIDÊNCIA  PRIVADA  E  FAPI  NO  VALOR  DE  R$  1.017,00,  POR  FALTA  DE 
COMPROVAÇÃO. Infração capitulada no artigo 8º, inciso II, alínea 'D', e §§ 2º e 3º, da Lei 
nº 9.250, de 1990.  

3 ­ DEDUÇÃO INDEVIDA COM DEPENDENTES NO VALOR DE R$ 
3.240,00, POR FALTA DE COMPROVAÇÃO. Infração capitulada nos artigos 8º, inciso II, 
alínea 'C' e 35, da Lei nº 9.250, de 1990. 

4  ­  DEDUÇÃO  INDEVIDA  A  TÍTULO  DE  DESPESA  COM 
INSTRUÇÃO  NO  VALOR  DE  R$  6.800,00  POR  FALTA  DE  COMPROVAÇÃO. 
Infração capitulada no artigo 8º, inciso II, alínea 'B', e §§ 3º, da Lei nº 9.250, de 1990. 

5 ­ DEDUÇÃO INDEVIDA A TÍTULO DE DESPESAS MÉDICAS NO 
VALOR  DE  R$  6.501,15  POR  FALTA  DE  COMPROVAÇÃO.  Infração  capitulada  no 
artigo 8º, inciso II, alínea 'A', e §§ 2º e 3º, da Lei nº 9.250, de 1990. 

Em  sua  peça  impugnatória  de  fls.  01,  instruída  pelos  documentos  de  fls. 
03/103,  apresentada,  tempestivamente,  em  27/02/2004,  o  contribuinte,  se  indispõe  contra  a 
exigência fiscal, solicitando que seja acolhida à  impugnação para declarar a insubsistência do 

Fl. 141DF  CARF MF

Impresso em 31/05/2012 por RECEITA FEDERAL - PARA USO DO SISTEMA

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  4

Auto de Infração, com base, em síntese, no argumento de que as deduções estão comprovadas 
por meio dos documentos que anexa. Para embasar o pleito, anexou documentos de fls. 02 a 
102. 

Após  resumir  os  fatos  constantes  da  autuação  e  as  principais  razões 
apresentadas  pelo  impugnante,  os  membros  da  Primeira  Turma  da  Delegacia  da  Receita 
Federal do Brasil de Julgamento em Juiz de Fora ­ MG concluíram pela procedência parcial da 
ação  fiscal  e  pela  manutenção,  em  parte,  do  crédito  tributário,  com  base,  em  síntese,  nas 
seguintes considerações: 

­ que questionou o contribuinte, em sua impugnação, as glosas de deduções 
efetuadas  no  procedimento  de  malha.  Apresentou  diversos  documentos  com  a  intenção  de 
comprovar  as  deduções  da  base  de  calculo  informadas  em  sua  declaração  de  ajuste  anual, 
exercício 2000 (fls. 114 a 116); 

­ que, quanto à contribuição à previdência oficial e privada, é de se dizer que 
o comprovante de folha 12 da conta de que houve pagamento de contribuição previdenciária 
oficial, no valor de R$ 1.652,69. Logo, tal valor pode ser considerado para abatimento da base 
de calculo do imposto de renda, já que constante do comprovante de rendimentos. Afastada a 
glosa da dedução de Contribuição Previdenciária Oficial, devendo ser restabelecido o valor de 
R$ 1.652,69, como dedução da base de cálculo; 

­ que quanto à contribuição A previdência privada, os documento de folhas 
13  a  33  não  tem  serventia  para  comprovação  da  contribuição  pleiteada,  pois  se  tratam  de 
pagamentos  de  plano  de  saúde  à  UNIMED Manaus  relativos  a  Roberta  Machado  Borsani. 
Primeiramente,  tais  valores  serviriam  para  comprovar  despesas  médicas  da  sacada,  que,  no 
caso, não é dependente do contribuinte para fins de imposto de renda. Logo, mantida a glosa do 
valor de R$ 1.017,00, indevidamente informado como Contribuição it Previdência Privada; 

­  que,  quanto  a  glosa  de  dependentes,  é  de  se  dizer  que  os  documentos  de 
folhas 34 a 36 comprovam a relação de dependência para fins de imposto de renda de Rafael 
Machado Borsani, Fabio Machado Borsani e João Machado Borsani — filhos do contribuinte. 
Dessa forma, indevida a glosa efetuada pela fiscalização, devendo ser considerado o valor de 
R$ 3.240,00 a titulo de dedução de dependentes na declaração de imposto de renda, exercício 
2000; 

 ­ que, quanto as despesas com instrução, é de se dizer que os documentos de 
folhas  37/38  comprovam o  dispêndio  de R$ 2.003,40  como despesas  de  instrução  de Rafael 
Machado  Borsani,  para  o  curso  de  Informática  na  Fundação  Educacional  Dom  André 
Arcoverde.  Logo,  respeitado  o  limite  individual  anual,  é  de  se  aceitar  como  dedução  de 
despesas de instrução o valor de R$ 1.700 00; 

­ que já os documentos de folhas 42 a 64 comprovam gastos com educação 
de João Machado Borsani, na monta de R$ 3.132,25, pagos A Associação de Educação Lato 
Sensu  do Brasil. Assim,  também  se  respeitando  o  limite  individual  anual,  acata­se  apenas  o 
valor total de R$ 1.700 00; 

­  que,  por  fim,  em  relação a Fabio  achado Borsani,  também dependente do 
contribuinte,  foram efetuados gastos de  instrução no valor de  total de R$ 3.345,30  (fls. 66 a 
88).  Logo,  de  acordo  com  a  legislação  vigente,  também  acatado  o  valor  limite  anual  de R$ 
1.700 00; 

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Processo nº 13706.000882/2004­40 
Acórdão n.º 2202­01.824 

S2­C2T2 
Fl. 3 

 
 

 
 

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­  que não constam dos  autos  comprovação de despesas de  instrução com o 
contribuinte, por isso apenas acatados os valores devidamente comprovados efetuados com os 
dependentes do contribuinte, no valor total de R$ 5.400,00 (com respeito ao limite individual 
anual de R$ 1.700,00);  

­  que  quanto  dedução  das  despesas  médicas,  é  de  se  dizer  que:  (1)  ­  os 
documentos  de  folhas  89  a  91  não  podem  ser  acatados  como  despesas médicas,  pois  foram 
emitidos em nome de Nely Pereira da Silva Machado Borsani (cônjuge), que não é dependente 
do  contribuinte,  além de que não constam nos  recibos  a  especialidade do  emitente,  com seu 
número de  inscrição no órgão de classe competente. Assim, mantida a glosa do valor de R$ 
215,00, que se refere aos recibos emitidos por Yoshiuki Onogi; (2) ­ o documento de folha 92, 
no valor de R$ 250,00,  relativo a  tratamento dentário do contribuinte, não será aceito, pois a 
distância entre o domicilio do contribuinte no ano­calendário 1999, qual seja, Manaus, e o local 
do suposto tratamento dentário — Valença, deixa clara a impossibilidade de que tal tratamento 
tenha sido realizado; (3) ­ mesmo raciocínio para os documentos de folhas 94 a 100, emitidos 
pela clinica odontológica  Integral,  localizada  também em Valença, Rio de Janeiro, quando o 
contribuinte  e  seus  dependentes  residiam  em  Manaus;  (4)  ­  ressalte­se  ainda,  apenas  para 
complementar o exposto no item 3 supra, a nota fiscal n° 1500, constante à folha 100, refere­se 
a suposto tratamento dentário do contribuinte no valor de 330,00 (fl. 98) e de Nelv Machado 
Borsani  cônjuge  não­dependente  do  contribuinte  (apresentou  declaração  simplificada  em 
separado),  no valor de R$ 540,00  (fl.  99);  (5)  ­  já os valores  relativos  aos  recibos de  folhas 
101/102  não  serão  aceitos,  pois  foram  emitidos  pelo  cônjuge  do  contribuinte,  a  odontóloga 
Nely  ,  Machado  Borsani,  que  supostamente  teria  cobrado  valores  relativos  a  tratamento 
dentário de seu cônjuge — o contribuinte — e de seus próprios filhos. Logicamente, incabível 
a aceitação de tais despesas médicas. 

As ementas que consubstanciam a presente decisão são as seguintes: 

ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA FÍSICA 
­ IRPF 

Exercício: 2000 

GLOSA DE PREVIDÊNCIA OFICIAL. 

Devem  ser  consideradas  como  dedução  da  base  de  calculo  os 
valores comprovadamente pagos a titulo de previdência oficial. 

GLOSA DE PREVIDÊNCIA PRIVADA E FAPI. 

Apenas  podem  ser  consideradas  como  dedução  da  base  de 
cálculo os valores pagos a titulo de previdência privada. 

DEDUÇÃO DE DEPENDENTES. 

Na declaração de ajuste anual pode ser utilizada a dedução de 
dependentes, respeitando­se os ditames legais. 

GLOSA DE DESPESAS DE INSTRUÇÃO. 

Na  declaração  de  rendimentos  poderão  ser  deduzidos  os 
pagamentos  comprovadamente  efetuados  a  estabelecimentos  de 
ensino  relativamente  à  educação  pré­escolar,  de  1  2,  29  e  39 
graus,  cursos  de  especialização  ou  profissionalizantes  do 

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contribuinte e de seus dependentes, respeitando­se o limite anual 
individual. 

GLOSA DE DESPESAS MÉDICAS. 

É  de  se  manter  a  glosa  de  despesas  médicas,  quando  restam 
dúvidas sobre a efetividade dos supostos serviços médicos. 

Lançamento Procedente em Parte 

Cientificado  da  decisão  de  Primeira  Instância,  em  05/10/2007,  conforme 
Termo constante às fls. 128/135, e, com ela não se conformando, o contribuinte interpôs, em 
tempo hábil (30/10/2007), o recurso voluntário de fls. 130/131, sem instrução de documentos 
adicionais, no qual demonstra irresignação parcial contra a decisão supra, baseado, em síntese, 
nas mesmas razões expendidas na fase impugnatória, reforçado pelas seguintes considerações: 

­  que,  quanto  a  glosa  da  previdência  privada  e  FAPI,  é  de  se  dizer  que  os 
valores forma pagos diretamente pelo contribuinte em favor da sua filha, que, embora não seja 
dependente  de  direito,  estava  desempregada  e  vivia  sob  sua  dependência  de  fato,  em 
detrimento do próprio que optou por assegurar um atendimento medico a filha; 

­  que,  quanto  a  glosa  de  despesas  médicas,  é  de  se  dizer  que  as  despesas 
odontológicas efetuadas no estado do Rio de Janeiro tem procedência porque o contribuinte é 
oriundo do Rio de Janeiro, onde passava  , as  férias, mentinha residência e por vezes vinha a 
trabalho  na  sede  da  empresa.  Por  conseguinte,  não  foi  apresentada  nenhuma  despesa  de 
tratamento  dentário  dos  dependentes  por  outro  profissional,  portanto  é  perfeitamente 
concebível que a odontóloga Nely Machado Borsani cobre pelos  seus serviços, considerando 
que a mesma concorre com as despesas de material, impostos, luz e despesas de manutenção 
do consultório.  

É o Relatório. 

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Processo nº 13706.000882/2004­40 
Acórdão n.º 2202­01.824 

S2­C2T2 
Fl. 4 

 
 

 
 

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Voto            

Conselheiro Nelson Mallmann, Relator 

O  presente  recurso  voluntário  reúne  os  pressupostos  de  admissibilidade 
previstos  na  legislação  que  rege  o  processo  administrativo  fiscal  e  deve,  portanto,  ser 
conhecido por esta Turma de Julgamento. 

Não há argüição de qualquer preliminar. 

Da análise dos autos do processo se verifica que a ação fiscal em discussão 
teve início em razão da revisão da Declaração de Ajuste Anual relativa ao exercício de 2000, 
correspondente  ao  ano­calendário  de  1999,  onde  a  autoridade  fiscal  revisora  entendeu  haver 
irregularidades  nas  deduções  da  base  de  cálculo  do  imposto  de  renda  relativo  a  dedução  de 
despesas médicas. 

Assim,  nesta  fase  recursal  encontra­se  em  discussão  os  valores  pagos 
diretamente  pelo  contribuinte  em  favor  da  sua  filha,  que,  embora  não  seja  dependente  de 
direito,  estava desempregada  e vivia  sob  sua dependência de  fato,  em detrimento do próprio 
que  optou  por  assegurar  um  atendimento  médico  a  filha,  bem  como  as  glosas  de  despesas 
odontológicas  efetuadas  no  estado  do  Rio  de  Janeiro  em  razão  tratamento  dentário  dos 
dependentes pela profissional Nely Machado Borsani (esposa e mãe dos clientes).  

 Inconformado, em virtude de não ter logrando êxito total na instância inicial, 
o  contribuinte  apresenta  a  sua  peça  recursal  a  este  E. Conselho Administrativo  de Recursos 
Fiscais pleiteando a  reforma da decisão prolatada na Primeira  Instância onde, em sua defesa, 
apresenta razões de mérito sobre as deduções glosadas. 

Desta  forma,  a  discussão  neste  colegiado  se  prende,  tão­somente,  na 
discussão se restringe sobre o artigo 8º da Lei nº 9.250, de 1995, que prevê as possibilidades 
das deduções da base de cálculo do imposto de renda na pessoa física. 

 Inicialmente  é  de  se  esclarecer,  que  o  Processo  Administrativo  de 
determinação e exigência dos créditos tributários da União e o de consulta sobre a aplicação da 
legislação tributária federal é regido pelo Decreto nº 70.235, de 1972, e alterações posteriores. 
O referido decreto  tem status de  lei, pois ele  regula e não apenas  regulamenta o processo de 
determinação  e  exigência  de  créditos  tributários  da  União.  Por  isso,  as  alterações  são 
processadas por dispositivo legal de igual natureza. 

Diz o Decreto nº 70.235, de 1972: 

Art. 7º O procedimento fiscal tem início com: 

I  –  o  primeiro  ato  de  ofício,  escrito,  praticado  por  servidor 
competente,  cientificando  o  sujeito  passivo  da  obrigação 
tributária ou seu preposto; 

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II  ­  a  apreensão  de  mercadorias,  documentos  ou  livros;  (o 
destaque não é do original) 

III – o começo de despacho aduaneiro de mercadoria importada. 

§ 1º O início do procedimento exclui a espontaneidade do sujeito 
passivo em relação aos atos anteriores e, independentemente de 
intimação, a dos demais envolvidos nas infrações verificadas. 

Conforme  se  infere  do  citado  artigo,  o  início  do  procedimento  fiscal  é 
objetivo,  isto  é,  atuação  da  autoridade  administrativa  tendente  a  verificar  a  relação  jurídico­
tributária sobre determinado fato para se apurar ou não infração à legislação tributária. 

Tanto é verdadeira essa afirmativa, que o inciso I, quando diz “o primeiro ato 
de  ofício,  escrito,  praticado  por  servidor  competente,  cientificando  o  sujeito  passivo  da 
obrigação  tributária  ou  seu  preposto”,  a  exclusão  da  espontaneidade  do  contribuinte  está 
vinculada aos termos de intimações emitidos. 

Ora, é cristalino nos autos que foi  lavrado pela fiscalização da Secretaria da 
Receita  Federal,  em  cumprimento  ao  Decreto  nº  70.235,  de  1972,  o  Termo  de  Inicio  de 
Fiscalização. 

 É  o  que  basta  para  dar  início  ao  procedimento  fiscal  e  este  ato  exclui  a 
espontaneidade  do  sujeito  passivo  e  este  somente  se  descaracteriza  se  ficar,  por  mais  de 
sessenta dias, sem outro ato escrito de autoridade que lhe dê prosseguimento.  

Na  questão  de  mérito,  de  acordo  com  a  autoridade  fiscal  lançadora  e 
endossada  pela  decisão  recorrida  a  irregularidade  praticado  pelo  contribuinte  a  título  de 
dedução  de  despesas  médicas  e  mantida  no  decisório  do  julgado  se  restringe  à  dedução 
indevida de despesas médicas. Ou seja, decidiu a turma de julgamento que as despesas médicas 
lançadas na Declaração de Ajuste Anual deveriam ser mantidas diante da falta de comprovação 
de terem sido realizadas pelo contribuinte ou pelo seus dependentes.  

Nesta  fase  recursal,  o  suplicante  entende  que  com  relação  as  despesas 
médicas  e  odontológicas  decorrentes  dos  recibos,  emitidos  pelos  profissionais  citados  na 
Declaração  de  Ajuste  Anual,  o  mesma  tem  direito  a  dedução  das  despesas  declaradas  e 
comprovadas, sendo indevida a glosa existente. 

Para  o  deslinde  da  questão  sobre  a  glosa  de  despesas  médicas  se  faz 
necessário invocar a Lei nº 9.250, de 1995, verbis: 

 Art. 8º A base de cálculo do imposto devido no ano­calendário 
será a diferença entre as somas: 

 (...). 

II – das deduções relativas: 

a)  aos  pagamentos  efetuados,  no  ano  calendário,  a  médicos, 
dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas 
ocupacionais  e  hospitais,  bem  como  as  despesas  com  exames 
laboratoriais,  serviços  radiológicos,  aparelhos  ortopédicos  e 
próteses ortopédicas e dentárias; 

b)  a  pagamentos  efetuados  a  estabelecimento  de  ensino 
relativamente  à  educação  pré­escolar,  de  1º  e  2º  e  3º  graus, 
cursos de especialização ou profissionalizantes do contribuinte e 

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de seus dependentes, até o limite individual de R$ 1.700,00 (um 
mil e setecentos reais); 

c)  à  quantia  de  R$  1.080,00  (um  mil  e  oitenta  reais)  por 
dependente; 

 (...). 

f) às importâncias pagas a título de pensão alimentícia em face 
das normas do Direito de Família, quando em cumprimento de 
decisão  judicial ou acordo homologado  judicialmente,  inclusive 
a prestação de alimentos provisionais; 

 (...). 

§ 2º O disposto na alínea “a” do inciso II: 

 (...). 

II  –  restringe­se  aos  pagamentos  efetuados  pelo  contribuinte, 
relativos ao próprio tratamento e ao de seus dependentes; 

III –  limita­se a pagamentos especificados e comprovados, com 
indicação do nome, endereço e número de inscrição no Cadastro 
de  Pessoas  Físicas  –  CPF  ou  no  Cadastro  Geral  de 
Contribuintes – CGC de quem os recebeu, podendo, na falta de 
documentação,  ser  feita  indicação  do  cheque  nominativo  pelo 
qual foi efetuado o pagamento; 

 (...). 

Art.  35.  Para  efeito  do  disposto  nos  arts.  4º,  inciso  III,  e  8º, 
inciso  II,  alínea  “c”  poderão  ser  considerados  como 
dependentes: 

I – o cônjuge, 

II – o companheiro ou a companheira, desde que haja vida em 
comum  por  mais  de  cinco  anos,  ou  por  período  menor  se  da 
união resultou filho; 

III  – a  filha,  o  filho,  a  enteada ou enteado, até 21 anos,  ou de 
qualquer idade quando incapacitado física ou mentalmente para 
o trabalho; 

IV  –  o  menor  pobre,  até  21  anos,  que  o  contribuinte  crie  e 
eduque e do qual detenha a guarda judicial; 

V  –  o  irmão,  o neto  ou  o bisneto,  sem arrimo dos  pais,  até 21 
anos, desde que o contribuinte detenha a guarda judicial, ou de 
qualquer idade quando incapacitado física ou mentalmente para 
o trabalho; 

VI  –  os  pais,  os  avós  ou  os  bisavós,  desde  que  não  aufiram 
rendimentos, tributáveis ou não, superiores ao limite de isenção 
mensal; 

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VII – o absolutamente incapaz, do qual o contribuinte seja tutor 
ou curador. 

§  1º Os  dependentes  a  que  se  referem  os  incisos  III  e  V  deste 
artigo  poderão  ser  assim  considerados  quando maiores  até  24 
anos de  idade,  se ainda estiverem cursando estabelecimento de 
ensino superior ou escola técnica de segundo grau. 

 §  2º  Os  dependentes  comuns  poderão,  opcionalmente,  ser 
considerados por qualquer um dos cônjuges. 

 §  3º  No  caso  de  filhos  de  pais  separados,  poderão  ser 
considerados  dependentes  os  que  ficarem  sob  a  guarda  do 
contribuinte,  em  cumprimento  de  decisão  judicial  ou  acordo 
homologado judicialmente. 

 § 4º É vedada a dedução concomitante do montante referente a 
um mesmo dependente, na determinação da base de cálculo do 
imposto, por mais de um contribuinte. 

Conforme  se  depreende  dos  dispositivos  supracitados,  todas  as  deduções 
estão  sujeitas  à  comprovação,  assim,  para  que  fique  caracterizada  a  efetividade  da  despesa 
passível  de  dedução  no  período  assinalado,  ao  contribuinte  cabe  o  ônus  da  demonstração 
inequívoca de que realmente efetuou o pagamento no valor pleiteado. 

Inicialmente  se  faz  necessário  esclarecer  de  que  os  filhos  que  possuem  os 
requisitos para serem considerados dependentes e que recebam rendimentos próprios somente 
poderão  ser  incluídos  nessa  condição  se  forem  somados  seus  rendimentos  aos  dos  pais  na 
Declaração  de  Ajuste  Anual  destes.  A  apresentação  de  Declaração  de  Ajuste  Anual  em 
separado pelos filhos exclui, automaticamente, a possibilidade de figurar como dependentes na 
Declaração  de Ajuste Anual  dos  pais. A mesma  situação  se  aplica  para  os  filhos  estudantes 
universitários  que  já  completaram  26  anos  com  relação  ao  ano­calendário  da Declaração  de 
Ajuste Anual. 

De  acordo  com  a  legislação  tributária  pode  ser  considerado  dependente  a 
filha,  o  filho,  a  enteada  ou  enteado,  até  21  anos,  ou  de  qualquer  idade  quando  incapacitado 
física ou mentalmente para o  trabalho. Podem ainda ser assim considerados, quando maiores 
até 24 anos de idade, se ainda estiverem cursando estabelecimento de ensino superior ou escola 
técnica de segundo grau.  

Em  relação  às  despesas  efetuadas,  nenhum  documento  também  foi 
apresentado que demonstrasse o contrário, Ou seja efetivamente estes serviços foram prestados 
na  forma  como  constam  discriminados  nos  recibos  apresentados.  Acertadamente, 
desconsiderou­se os valores assim declarados pelo contribuinte. 

No que diz respeito a dedução de despesas médicas, não tenho dúvidas, que 
legislação de regência, acima transcrita, estabelece que na declaração de ajuste anual possam 
ser deduzidos da base de cálculo do imposto de renda os pagamentos feitos, no ano­calendário, 
a  médicos,  dentistas,  psicólogos,  fisioterapeutas,  fonoaudiólogos,  terapeutas  ocupacionais  e 
hospitais, bem como as despesas provenientes de exames laboratoriais e serviços radiológicos, 
restringindo­se aos pagamentos efetuados pelo contribuinte relativo ao seu tratamento e ao de 
seus dependentes. Sendo que esta dedução fica condicionada ainda a que os pagamentos sejam 
especificados e comprovados, com indicação do nome, endereço e CPF ou CGC de quem os 
recebeu,  podendo  na  falta  de  documentação,  ser  feita  indicação  de  cheque  nominativo  pelo 
qual foi efetuado o pagamento. 

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Processo nº 13706.000882/2004­40 
Acórdão n.º 2202­01.824 

S2­C2T2 
Fl. 6 

 
 

 
 

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Como,  também,  não  tenho  dúvidas  que  a  autoridade  fiscal,  em  caso  de 
dúvidas ou suspeição quanto à idoneidade da documentação apresentada, pode e deve perquirir 
se os serviços efetivamente foram prestados ao declarante ou a seus dependentes, rejeitando de 
pronto  àqueles  que  não  identificam  o  pagador,  os  serviços  prestados  ou  não  identificam  na 
forma da lei os prestadores de serviços ou quando esses não são considerados como dedução 
pela legislação.  

É evidente, que a princípio, a prova definitiva e incontestável da prestação de 
serviços de saúde é feita com a apresentação de documentos que comprovem a sua realização, 
como  radiografias,  receitas  médicas,  exames  laboratoriais,  notas  fiscais  de  aquisição  de 
remédios e outras, fichas clínicas. Só posso concordar, que somente são admissíveis, em tese, 
como dedutíveis,  as despesas médicas que se apresentarem com a devida comprovação, com 
documentos hábeis e idôneos. Como, também, se faz necessário, quando intimado, comprovar 
que  estas  despesas  correspondem a  serviços  efetivamente  recebidos  e  pagos  ao  prestador. O 
simples  lançamento  na  declaração  de  rendimentos  pode  ser  contestado  pela  autoridade 
lançadora. 

Tendo em vista o precitado art. 73, cuja matriz  legal é o § 3º do art. 11 do 
Decreto­lei nº 5.844, de 1943, estabeleceu expressamente que o contribuinte pode ser instado a 
comprová­las  ou  justificá­las,  deslocando  para  ele  o  ônus  probatório.  Mesmo  que  a  norma 
possa parecer, em tese, discricionária, deixando a juízo da autoridade lançadora a iniciativa. 

A inversão legal do ônus da prova, do fisco para o contribuinte, transfere para 
o  suplicante  o  ônus  de  comprovação  e  justificação  das  deduções,  e,  não  o  fazendo,  deve 
assumir  as  conseqüências  legais,  ou  seja,  o  não  cabimento  das  deduções,  por  falta  de 
comprovação  e  justificação.  Também  importa  dizer  que  o  ônus  de  provar  implica  trazer 
elementos que não deixem nenhuma dúvida quanto ao fato questionado. Entretanto, uma vez 
apresentados  os  recibos  em  conformidade  com  a  legislação  de  regência  cabe  ao  fisco,  neste 
caso, obter provas da inidoneidade do recibo. 

As despesas médicas, assim como todas as demais deduções, dizem respeito à 
base  de  cálculo  do  imposto  que,  à  luz  do  disposto  no  art.  97,  IV,  do  Código  Tributário 
Nacional,  estão  sob  reserva  de  lei  em  sentido  formal.  Assim,  a  intenção  do  legislador  foi 
permitir  a  dedução  de  despesas  com  a manutenção  da  saúde  humana,  podendo  a  autoridade 
fiscal  perquirir  se  os  serviços  efetivamente  foram  prestados  ao  declarante  ou  a  seus 
dependentes, rejeitando de pronto àqueles que não identificam o pagador, os serviços prestados 
ou  não  identificam  na  forma  da  lei  os  prestadores  de  serviços  ou  quando  esses  não  sejam 
habilitados.  

É dever do  contribuinte  informar  e,  se  for o  caso,  comprovar os dados  nos 
campos  próprios  das  correspondentes  declarações  de  rendimentos  e,  conseqüentemente, 
calcular  e  pagar  o montante  do  imposto  apurado,  por  outro  lado,  cabe  a  autoridade  fiscal  o 
dever  da  conferência  destes  dados.  Assim,  na  ausência  de  comprovação,  por  meio  de 
documentação hábil e idônea, das deduções realizadas na base de cálculo do imposto de renda, 
é dever de a autoridade fiscal efetuar a sua glosa. 

Por fim, se faz necessários tecer algumas considerações sobre as penalidades 
aplicadas.  

Há que se destacar que à autoridade fiscal cabe verificar o fiel cumprimento 
da  legislação  em vigor,  independentemente  de  questões  de  discordância,  pelos  contribuintes, 

Fl. 149DF  CARF MF

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acerca  de  alegadas  ilegalidades/inconstitucionalidades,  sendo  a  atividade  de  lançamento 
vinculada  e  obrigatória,  sob  pena  de  responsabilidade  funcional,  como  previsto  no  art.  142, 
parágrafo único, do Código Tributário Nacional. 

Não  há  dúvidas  de  que  se  entende  como  procedimento  fiscal  à  ação  fiscal 
para  apuração  de  infrações  e  que  se  concretize  com  a  lavratura  do  ato  cabível,  assim 
considerado  o  termo  de  início  de  fiscalização,  termo  de  apreensão,  auto  de  infração, 
notificação, representação fiscal ou qualquer ato escrito dos agentes do fisco, no exercício de 
suas  funções  inerentes ao cargo. Tais atos excluirão a espontaneidade se o contribuinte deles 
tomar conhecimento pela intimação. 

Os  atos  que  formalizam  o  início  do  procedimento  fiscal  encontram­se 
elencados no artigo 7º do Decreto n.º 70.235, de 1972. Em sintonia com o disposto no artigo 
138,  parágrafo  único  do  Código  Tributário  Nacional,  esses  atos  têm  o  condão  de  excluir  a 
espontaneidade do sujeito passivo e de todos os demais envolvidos nas infrações que vierem a 
ser verificadas. 

Em outras palavras, deflagrada a ação fiscal, qualquer providência do sujeito 
passivo, ou de terceiros relacionados com o ato, no sentido de repararem a falta cometida não 
exclui  suas  responsabilidades,  sujeitando­os  às  penalidades  próprias  dos  procedimentos  de 
ofício. Além disso, o ato inaugural obsta qualquer retificação, por iniciativa do contribuinte e 
torna ineficaz consulta formulada sobre a matéria alcançada pela fiscalização. 

Ressalte­se, com efeito, que o emprego da alternativa “ou” na redação dada 
pelo legislador ao artigo 138, do Código Tributário Nacional, denota que não apenas a medida 
de  fiscalização  tem o condão de constituir­se  em marco  inicial da ação  fiscal, mas,  também, 
consoante  reza  o  mencionado  dispositivo  legal,  “qualquer  procedimento  administrativo” 
relacionado  com  a  infração  é  fato  deflagrador  do  processo  administrativo  tributário  e  da 
conseqüente exclusão de espontaneidade do sujeito passivo pelo prazo de 60 dias, prorrogável 
sucessivamente com qualquer outro ato escrito que indique o prosseguimento dos trabalhos, na 
forma do parágrafo 2°, do art. 7°, do Dec. n° 70.235, de 1972. 

O  entendimento,  aqui  esposado,  é  doutrina  consagrada,  conforme  ensina  o 
mestre FABIO FANUCCHI em “Prática de Direito Tributário”, pág. 220: 

O processo  contencioso administrativo  terá  início  por  uma das 
seguintes formas: 

1.  pedido  de  esclarecimentos  sobre  situação  jurídico­tributária 
do sujeito passivo, através de intimação a esse; 

2.  representação  ou  denúncia  de  agente  fiscal  ou  terceiro,  a 
respeito de circunstâncias capazes de conduzir o sujeito passivo 
à assunção de responsabilidades tributárias; 

3 ­ autodenúncia do sujeito passivo sobre sua situação irregular 
perante a legislação tributária; 

4.  inconformismo  expressamente  manifestado  pelo  sujeito 
passivo, insurgindo­se ele contra lançamento efetuado. 

(...). 

A  representação e a denúncia produzirão os mesmos efeitos da 
intimação  para  esclarecimentos,  sendo  peças  iniciais  do 
processo que irá se estender até a solução final, através de uma 

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Processo nº 13706.000882/2004­40 
Acórdão n.º 2202­01.824 

S2­C2T2 
Fl. 7 

 
 

 
 

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decisão  que  as  julguem  procedentes  ou  improcedentes,  com os 
efeitos naturais que possam produzir tais conclusões. 

No  mesmo  sentido,  transcrevo  comentário  de  A.A.  CONTREIRAS  DE 
CARVALHO em “Processo Administrativo Tributário”, 2ª Edição, págs. 88/89 e 90, tratando 
de Atos e Termos Processuais: 

Mas é dos atos processuais que cogitamos, nestes comentários. 
São atos processuais os que se realizam conforme as regras do 
processo,  visando  dar  existência  à  relação  jurídico­processual. 
Também participa dessa natureza o que se pratica à parte, mas 
em  razão  de  outro  processo,  do  qual  depende.  No  processo 
administrativo tributário, integram essa categoria, entre outros: 
a) o auto de infração; b) a representação; c) a intimação e d) a 
notificação 

(...). 

Mas,  retornando  a  nossa  referência  aos  atos  processuais,  é  de 
assinalar que, se o auto de infração é peça que deve ser lavrada, 
privativamente,  por  agentes  fiscais,  em  fiscalização  externa,  já 
no  que  concerne  às  faltas  apuradas  em  serviço  interno  da 
Repartição  fiscal,  a  peça que  as  documenta  é a  representação. 
Note­se que esta, como aquele, é peça básica do processo fiscal 
(...). 

Portanto, o Auto de Infração deverá conter, entre outros requisitos formais, a 
penalidade  aplicável,  a  sua  ausência  implicará  na  invalidade  do  lançamento.  A  falta  ou 
insuficiência de recolhimento do imposto dá causa a lançamento de ofício, para exigi­lo com 
acréscimos e penalidades legais.  

É de se esclarecer, que a infração fiscal independe da boa fé do contribuinte, 
entretanto, a penalidade deve ser aplicada, sempre, levando­se em conta a ausência de má­fé, 
de  dolo,  e  antecedentes  do  contribuinte. A multa  que  excede  o montante  do  próprio  crédito 
tributário,  somente  pode  ser  admitida  se,  em  processo  regular,  nos  casos  de  minuciosa 
comprovação,  em  contraditório  pleno  e  amplo,  nos  termos  do  artigo  5º,  inciso  LV,  da 
Constituição  Federal,  restar  provado  um  prejuízo  para  fazenda  Pública,  decorrente  de  ato 
praticado pelo contribuinte. 

Por outro lado, a vedação de confisco estabelecida na Constituição Federal de 
1988,  é  dirigida  ao  legislador.  Tal  princípio  orienta  a  feitura  da  lei,  que  deve  observar  a 
capacidade contributiva e não pode dar ao tributo a conotação de confisco. Não observado esse 
princípio,  a  lei  deixa  de  integrar o mundo  jurídico  por  inconstitucional. Além disso,  é  de  se 
ressaltar, mais uma vez, que a multa de ofício é devida em face da infração às regras instituídas 
pelo Direito Fiscal  e,  por não  constituir  tributo, mas penalidade pecuniária prevista  em  lei  é 
inaplicável o conceito de confisco previsto no  inciso V, do art. 150 da Constituição Federal, 
não cabendo às autoridades administrativas estendê­lo. 

Assim, as multas são devidas, no lançamento de ofício, em face da infração 
às  regras  instituídas  pela  legislação  fiscal  não  declarada  inconstitucional  pelo  Supremo 
Tribunal Federal, cuja matéria não constitui tributo, e sim de penalidade pecuniária prevista em 
lei, sendo inaplicável o conceito de confisco previsto no art. 150,  IV da CF., não conflitando 

Fl. 151DF  CARF MF

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com o estatuído no  art.  5°, XXII  da CF.,  que  se  refere  à  garantia do direito de propriedade. 
Desta forma, o percentual de multa aplicado está de acordo com a legislação de regência.  

Ora, os mecanismos de controle de legalidade / constitucionalidade regulados 
pela própria Constituição Federal passam, necessariamente, pelo Poder Judiciário que detém, 
com  exclusividade,  tal  prerrogativa.  É  inócuo,  portanto,  suscitar  tais  alegações  na  esfera 
administrativa. 

De  qualquer  forma,  há  que  se  esclarecer  que  o  Imposto  Renda  da  Pessoa 
Física é um tributo calculado sobre a renda tributável auferida. Ou seja, é calculado levando­se 
em  consideração  aos  rendimentos  tributáveis  auferidos  e  em  razão  do  valor  é  enquadrada 
dentro de uma alíquota, não estando o seu valor limitado à capacidade contributiva do sujeito 
passivo da obrigação tributária.  

Ademais, os princípios constitucionais têm como destinatário o legislador na 
elaboração da norma, como é o caso, por exemplo, do principio da Vedação ao Confisco, que 
orienta a feitura da lei, a qual deve observar a capacidade contributiva e não pode dar ao tributo 
a conotação de confisco, cabendo à autoridade fiscal apenas executar as leis. 

Da  mesma  forma,  não  vejo  como  se  poderia  acolher  o  argumento  de 
inconstitucionalidade ou ilegalidade formal da multa de ofício e da taxa SELIC aplicada como 
juros  de  mora  sobre  o  débito  exigido  no  presente  processo  com  base  na  Lei  n.º  9.065,  de 
20/06/95,  que  instituiu  no  seu  bojo  a  taxa  referencial  do  Sistema  Especial  de  Liquidação  e 
Custódia de Títulos Federais (SELIC). 

É meu entendimento, acompanhado pelos pares desta Turma de Julgamento, 
que  quanto  à  discussão  sobre  a  inconstitucionalidade  de  normas  legais,  os  órgãos 
administrativos  judicantes  estão  impedidos  de  declarar  a  inconstitucionalidade  de  lei  ou 
regulamento, face à inexistência de previsão constitucional. 

No  sistema  jurídico  brasileiro,  somente  o  Poder  Judiciário  pode  declarar  a 
inconstitucionalidade de  lei ou ato normativo do Poder Público, através do chamado controle 
incidental e do controle pela Ação Direta de Inconstitucionalidade. 

No caso de  lei sancionada pelo Presidente da República é que dito controle 
seria  mesmo  incabível,  por  ilógico,  pois  se  o  Chefe  Supremo  da  Administração  Federal  já 
fizera o controle preventivo da constitucionalidade e da conveniência, para poder promulgar a 
lei,  não  seria  razoável  que  subordinados,  na  escala  hierárquica  administrativa,  considerasse 
inconstitucional lei ou dispositivo legal que aquele houvesse considerado constitucional. 

Exercendo  a  jurisdição  no  limite  de  sua  competência,  o  julgador 
administrativo  não  pode  nunca  ferir  o  princípio  de  ampla  defesa,  já  que  esta  só  pode  ser 
apreciada no foro próprio. 

Se verdade fosse, que o Poder Executivo deva deixar aplicar lei que entenda 
inconstitucional, maior  insegurança  teriam  os  cidadãos,  por  ficarem  à mercê  do  alvedrio  do 
Executivo. 

O  poder  Executivo  haverá  de  cumprir  o  que  emana  da  lei,  ainda  que 
materialmente possa ela ser  inconstitucional. A sanção da lei pelo Chefe do Poder Executivo 
afasta ­ sob o ponto de vista formal ­ a possibilidade da argüição de inconstitucionalidade, no 
seu âmbito interno. Se assim entendesse, o chefe de Governo vetá­la­ia, nos termos do artigo 
66,  §  1º  da Constituição. Rejeitado  o  veto,  ao  teor  do  §  4º  do mesmo  artigo  constitucional, 
promulgue­a ou não o Presidente da República, a lei haverá de ser executada na sua inteireza, 

Fl. 152DF  CARF MF

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Fl. 8 

 
 

 
 

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não podendo ficar exposta ao capricho ou à conveniência do Poder Executivo. Faculta­se­lhe, 
tão­somente, a propositura da ação própria perante o órgão jurisdicional e, enquanto pendente a 
decisão,  continuará  o  Poder  Executivo  a  lhe  dar  execução.  Imagine­se  se  assim  não  fosse, 
facultando­se  ao  Poder  Executivo,  através  de  seus  diversos  departamentos,  desconhecer  a 
norma  legislativa  ou  simplesmente negar­lhe  executoriedade por  entendê­la,  unilateralmente, 
inconstitucional. 

A evolução do direito,  como quer o  suplicante, não deve pôr em risco  toda 
uma construção  sistêmica baseada na  independência  e na harmonia dos Poderes,  e  em cujos 
princípios repousa o estado democrático.  

Não  se  deve  a  pretexto  de  negar  validade  a  uma  lei  pretensamente 
inconstitucional, praticar­se inconstitucionalidade ainda maior consubstanciada no exercício de 
competência de que este Colegiado não dispõe, pois que deferida a outro Poder.  

Ademais, matéria  já pacificada no  âmbito  administrativo,  razão pela qual o 
Presidente  do  Primeiro  Conselho  de  Contribuintes,  objetivando  a  condensação  da 
jurisprudência predominante neste Conselho, conforme o que prescreve o art. 30 do Regimento 
Interno dos Conselhos de Contribuintes  (RICC),  aprovado pela Portaria MF nº 55, de 16 de 
março de 1998, providenciou a edição e aprovação de diversas súmulas, que foram publicadas 
no DOU, Seção I, dos dias 26, 27 e 28 de junho de 2006, vigorando para as decisões proferidas 
a partir de 28 de julho de 2006. 

Atualmente estas súmulas foram convertidas para o Conselho Administrativo 
de Recursos  Fiscais  – CARF,  pela Portaria CARF  nº  106,  de  2009  (publicadas  no DOU de 
22/12/2009),  assim  redigidas:  “O  CARF  não  é  competente  para  se  pronunciar  sobre  a 
inconstitucionalidade de lei tributária (Súmula CARF nº 2)” e “A partir de 1º de abril de 1995, 
os  juros  moratórios  incidentes  sobre  débitos  tributários  administrados  pela  Secretaria  da 
Receita  Federal  são  devidos,  no  período  de  inadimplência,  à  taxa  referencial  do  Sistema 
Especial de Liquidação e Custódia – SELIC para títulos federais (Súmula CARF nº 4).” 

Diante do conteúdo dos autos e pela associação de entendimento sobre todas 
as considerações expostas no exame da matéria e por ser de justiça, voto no sentido de negar 
provimento ao recurso. 

 (Assinado digitalmente) 
Nelson Mallmann 

           

 

           

 

 

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Na forma de reiterada jurisprudência oriunda do STJ, é cabível a inclusão na base de cálculo do crédito presumido de que trata
a Lei nº 9.363/96 das aquisições efetuadas junto a pessoas físicas bem como a aplicação da taxa selic acumulada a partir da data de protocolização do pedido administrativo, a título de “atualização monetária” do valor requerido, quando o seu deferimento decorre de ilegítima resistência por parte da Administração tributária (RESP 993.164), turma_s=3ª TURMA/CÂMARA SUPERIOR REC. FISCAIS, numero_processo_s=13866.000179/2002-37, conteudo_id_s=5239776, dt_registro_atualizacao_tdt=Fri May 15 00:00:00 UTC 2020, numero_decisao_s=9303-001.950, nome_arquivo_s=Decisao_13866000179200237.pdf, nome_relator_s=Julio Cesar Alves Ramos, nome_arquivo_pdf_s=13866000179200237_5239776.pdf, secao_s=Câmara Superior de Recursos Fiscais, arquivo_indexado_s=S, decisao_txt=[Acordam  os  membros  do  colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em  dar  provimento ao recurso nos termos do relatório e  do voto que integram o presente julgado.], dt_sessao_tdt=Wed Apr 11 00:00:00 UTC 2012, id=4601926, ano_sessao_s=2012, atualizado_anexos_dt=Fri Oct 08 09:02:14 UTC 2021, sem_conteudo_s=N, _version_=1713041574115409920, conteudo_txt=Metadados =&gt; pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.4; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 6; dc:format: application/pdf; version=1.4; pdf:charsPerPage: 2036; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; access_permission:fill_in_form: true; pdf:encrypted: true; access_permission:can_modify: true; Content-Type: application/pdf | Conteúdo =&gt; 
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CSRF­T3  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
CÂMARA SUPERIOR DE RECURSOS FISCAIS 

 

Processo nº  13866.0001792002­01 

Recurso nº  240.106   Especial do Contribuinte 

Acórdão nº  9303­001.950  –  3ª Turma  

Sessão de  11 de abril de 2012 

Matéria  CRÉDITO PRESUMIDO DE IPI 

Recorrente  USINA CERRADINHO AÇÚCAR E ÁLCOOL S/A 

Interessado  FAZENDA NACIONAL 

 

RESSARCIMENTO DE IPI. AQUISIÇÕES A NÃO CONTRIBUINTES DO 
PIS E COFINS E ACRÉSCIMO DE JUROS CALCULADOS COM BASE 
NA TAXA SELIC. APLICAÇÃO DAS DECISÕES DO STJ PROFERIDAS 
NO RITO DO ART. 543­C. Na  forma de reiterada jurisprudência oriunda do 
STJ, é cabível a inclusão na base de cálculo do crédito presumido de que trata 
a Lei nº 9.363/96 das aquisições efetuadas junto a pessoas físicas bem como a 
aplicação  da  taxa  selic  acumulada  a  partir  da  data  de  protocolização  do 
pedido administrativo, a título de “atualização monetária” do valor requerido, 
quando  o  seu  deferimento  decorre  de  ilegítima  resistência  por  parte  da 
Administração tributária (RESP 993.164) 

 
 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

Acordam  os  membros  do  colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em  dar 
provimento ao recurso nos termos do relatório e  do voto que integram o presente julgado. 

 

OTACÍLIO DANTAS CARTAXO ­ Presidente.  

 

JÚLIO CÉSAR ALVES RAMOS ­ Relator. 

 

EDITADO EM: 05/05/2012 

Participaram  da  sessão  de  julgamento  os  conselheiros:  Otacílio  Dantas 
Cartaxo, Henrique Pinheiro Torres, Nanci Gama, Júlio César Alves Ramos, Rodrigo Cardozo 
Miranda, Rodrigo da Costa Pôssas, Francisco Maurício Rabelo de Albuquerque Silva, Marcos 
Aurélio Pereira Valadão, Maria Teresa Martinez Lopez  e Susy Gomes Hoffmann. 

  

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Relatório 

Trata­se  de  recurso  especial  de  divergência  com  fundamento  no  art.  67  e 
parágrafos do Regimento Interno do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais ­ RICARF, 
aprovado pela Portaria MF n° 256, de 22/06/2009, que visa contestar   decisão proferida pela 
terceira câmara do então segundo conselho de contribuintes expressa no acórdão 203­13.807. 

Nele,  havia  sido  negado  o  direito  ao  crédito  presumido  instituído  pela  Lei 
9.363/96  sobre  as  aquisições  de  insumos  efetuadas  junto  a  pessoas  físicas  e  sobre  despesas 
entendidas como gastos gerais de fabricação, e não insumos. Além disso, também foi apontada 
a impossibilidade de acréscimo da taxa selic ao valor a ressarcir.  

O Presidente da Câmara recorrida deu seguimento parcial ao recurso especial 
por entender que não foram atendidos os pressupostos necessários para sua admissibilidade à 
Câmara Superior de Recursos Fiscais  quanto à questão do direito ao crédito presumido sobre 
os gastos gerais de  fabricação, uma vez que, nesta parte, o Acórdão  recorrido está conforme 
Súmula de jurisprudência do Conselho de Contribuintes.  

Quanto às outras duas matérias, o contribuinte apresentou como paradigmas a 
decisão CSRF  02­01.653 e o acórdão nº 201­75.502. 

Houve  contra­razões,  em  que  a  PFN  pugna  pela  manutenção  do  quanto 
decidido. 

É o Relatório.   

Voto            

Conselheiro JÚLIO CÉSAR ALVES RAMOS 

O relatório foi sucinto porquanto as matérias discutidas no presente recurso já 
se encontram inteiramente pacificadas no âmbito deste Colegiado. 

Com  efeito,  elas  não  comportam maiores  delongas  por  parte  desta Câmara 
Superior em razão da  inclusão, em seu regimento, do art. 62­A, que  impôs a  reprodução das 
decisões do Superior Tribunal de Justiça que tenham sido proferidas já na sistemática do art. 
543­C. 

Assim foi feito em relação às duas questões sob análise no julgamento do RE 
993.164,  o  qual,  em  cumprimento  da  norma  regimental,  reproduzo  a  seguir  a  fim  de  dar 
provimento ao recurso do contribuinte. 

PROCESSUAL  CIVIL.  RECURSO  ESPECIAL 
REPRESENTATIVO  DE  CONTROVÉRSIA.  IPI.  CRÉDITO 
PRESUMIDO  PARA  RESSARCIMENTO  DO  VALOR  DO 
PIS/PASEP  E  DA  COFINS.  EMPRESAS  PRODUTORAS  E 
EXPORTADORAS  DE  MERCADORIAS  NACIONAIS.  LEI 
9.363/96.  INSTRUÇÃO  NORMATIVA  SRF  23/97. 
CONDICIONAMENTO  DO  INCENTIVO  FISCAL  AOS 
INSUMOS  ADQUIRIDOS DE  FORNECEDORES  SUJEITOS À 

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Processo nº 13866.0001792002­01 
Acórdão n.º 9303­001.950 

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TRIBUTAÇÃO  PELO  PIS  E  PELA  COFINS.  EXORBITÂNCIA 
DOS  LIMITES  IMPOSTOS  PELA  LEI  ORDINÁRIA.  SÚMULA 
VINCULANTE  10/STF.  OBSERVÂNCIA.  INSTRUÇÃO 
NORMATIVA  (ATO  NORMATIVO  SECUNDÁRIO). 
CORREÇÃO  MONETÁRIA.  INCIDÊNCIA.  EXERCÍCIO  DO 
DIREITO  DE  CRÉDITO  POSTERGADO  PELO  FISCO.  NÃO 
CARACTERIZAÇÃO  DE  CRÉDITO  ESCRITURAL.  TAXA 
SELIC. APLICAÇÃO. VIOLAÇÃO DO ARTIGO 535, DO CPC. 
INOCORRÊNCIA. 

1. O crédito presumido de IPI, instituído pela Lei 9.363/96, não 
poderia  ter  sua  aplicação  restringida  por  força  da  Instrução 
Normativa SRF 23/97, ato normativo secundário, que não pode 
inovar no ordenamento jurídico, subordinando­se aos limites do 
texto legal. 

2.  A  Lei  9.363/96  instituiu  crédito  presumido  de  IPI  para 
ressarcimento do valor do PIS/PASEP e COFINS, ao dispor que: 
"Art.  1º  A  empresa  produtora  e  exportadora  de  mercadorias 
nacionais  fará  jus  a  crédito  presumido  do  Imposto  sobre 
Produtos  Industrializados,  como  ressarcimento  das 
contribuições de que tratam as Leis Complementares nos 7, de 7 
de  setembro  de  1970,  8,  de  3  de  dezembro  de  1970,  e  de 
dezembro de 1991, incidentes sobre as respectivas aquisições, no 
mercado interno, de matérias­primas, produtos intermediários e 
material  de embalagem, para utilização no processo produtivo. 
Parágrafo  único.  O  disposto  neste  artigo  aplica­se,  inclusive, 
nos casos de venda a empresa comercial exportadora com o fim 
específico  de  exportação  para  o  exterior."  3.  O  artigo  6º,  do 
aludido  diploma  legal,  determina,  ainda,  que  "o  Ministro  de 
Estado  da  Fazenda  expedirá  as  instruções  necessárias  ao 
cumprimento  do  disposto  nesta  Lei,  inclusive  quanto  aos 
requisitos  e  periodicidade  para  apuração  e  para  fruição  do 
crédito  presumido  e  respectivo  ressarcimento,  à  definição  de 
receita de exportação e aos documentos  fiscais comprobatórios 
dos  lançamentos,  a  esse  título,  efetuados  pelo  produtor 
exportador".  4.  O  Ministro  de  Estado  da  Fazenda,  no  uso  de 
suas  atribuições,  expediu  a  Portaria  38/97,  dispondo  sobre  o 
cálculo  e  a  utilização  do  crédito  presumido  instituído  pela  Lei 
9.363/96  e  autorizando  o  Secretário  da  Receita  Federal  a 
expedir  normas  complementares  necessárias  à  implementação 
da aludida portaria (artigo 12). 5. Nesse segmento, o Secretário 
da  Receita  Federal  expediu  a  Instrução  Normativa  23/97 
(revogada,  sem  interrupção  de  sua  força  normativa,  pela 
Instrução Normativa  313/2003,  também  revogada,  nos  mesmos 
termos,  pela  Instrução  Normativa  419/2004),  assim 
preceituando:  "Art.  2º  Fará  jus  ao  crédito  presumido  a  que  se 
refere o  artigo  anterior  a  empresa  produtora  e  exportadora  de 
mercadorias  nacionais.  §  1º  O  direito  ao  crédito  presumido 
aplica­se  inclusive:  I  ­  Quando  o  produto  fabricado  goze  do 
benefício da alíquota zero; II ­ nas vendas a empresa comercial 
exportadora, com o fim específico de exportação. § 2º O crédito 
presumido  relativo  a  produtos  oriundos  da  atividade  rural, 
conforme definida no art. 2º da Lei nº 8.023, de 12 de abril de 
1990, utilizados  como matéria­prima, produto  intermediário ou 

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embalagem,  na  produção  bens  exportados,  será  calculado, 
exclusivamente, em relação às aquisições, efetuadas de pessoas 
jurídicas,  sujeitas  às  contribuições  PIS/PASEP  e  COFINS."  6. 
Com  efeito,  o  §  2º,  do  artigo  2º,  da  Instrução  Normativa  SRF 
23/97,  restringiu  a  dedução  do  crédito  presumido  do  IPI 
(instituído  pela  Lei  9.363/96),  no  que  concerne  às  empresas 
produtoras  e  exportadoras  de  produtos  oriundos  de  atividade 
rural,  às  aquisições,  no mercado  interno,  efetuadas  de  pessoas 
jurídicas sujeitas às contribuições destinadas ao PIS/PASEP e à 
COFINS.  7.  Como  de  sabença,  a  validade  das  instruções 
normativas  (atos  normativos  secundários)  pressupõe  a  estrita 
observância  dos  limites  impostos  pelos  atos  normativos 
primários  a  que  se  subordinam  (leis,  tratados,  convenções 
internacionais,  etc.),  sendo  certo  que,  se  vierem a positivar  em 
seu  texto  uma  exegese  que  possa  irromper  a  hierarquia 
normativa  sobrejacente,  viciar­se­ão  de  ilegalidade  e  não  de 
inconstitucionalidade  (Precedentes  do  Supremo  Tribunal 
Federal: ADI 531 AgR, Rel. Ministro Celso de Mello, Tribunal 
Pleno,  julgado em 11.12.1991, DJ 03.04.1992; e ADI 365 AgR, 
Rel.  Ministro  Celso  de  Mello,  Tribunal  Pleno,  julgado  em 
07.11.1990,  DJ  15.03.1991).  8.  Conseqüentemente,  sobressai  a 
"ilegalidade"  da  instrução  normativa  que  extrapolou  os  limites 
impostos  pela  Lei  9.363/96,  ao  excluir,  da  base  de  cálculo  do 
benefício  do  crédito  presumido  do  IPI,  as  aquisições 
(relativamente  aos  produtos  oriundos  de  atividade  rural)  de 
matéria­prima  e  de  insumos  de  fornecedores  não  sujeito  à 
tributação  pelo  PIS/PASEP  e  pela  COFINS  (Precedentes  das 
Turmas  de  Direito  Público:  REsp  849287/RS,  Rel.  Ministro 
Mauro  Campbell  Marques,  Segunda  Turma,  julgado  em 
19.08.2010,  DJe  28.09.2010;  AgRg  no  REsp  913433/ES,  Rel. 
Ministro  Humberto  Martins,  Segunda  Turma,  julgado  em 
04.06.2009,  DJe  25.06.2009;  REsp  1109034/PR,  Rel.  Ministro 
Benedito  Gonçalves,  Primeira  Turma,  julgado  em  16.04.2009, 
DJe  06.05.2009;  REsp  1008021/CE,  Rel.  Ministra  Eliana 
Calmon,  Segunda  Turma,  julgado  em  01.04.2008,  DJe 
11.04.2008; REsp 767.617/CE, Rel. Ministro Luiz Fux, Primeira 
Turma,  julgado  em  12.12.2006,  DJ  15.02.2007;  REsp 
617733/CE,  Rel.  Ministro  Teori  Albino  Zavascki,  Primeira 
Turma,  julgado  em  03.08.2006,  DJ  24.08.2006;  e  REsp 
586392/RN,  Rel.  Ministra  Eliana  Calmon,  Segunda  Turma, 
julgado em 19.10.2004, DJ 06.12.2004). 9. É que: (i) "a COFINS 
e  o  PIS  oneram  em  cascata  o  produto  rural  e,  por  isso,  estão 
embutidos  no  valor  do  produto  final  adquirido  pelo  produtor­
exportador,  mesmo  não  havendo  incidência  na  sua  última 
aquisição";  (ii)  "o  Decreto  2.367/98  ­  Regulamento  do  IPI  ­, 
posterior  à  Lei  9.363/96,  não  fez  restrição  às  aquisições  de 
produtos rurais"; e (iii) "a base de cálculo do ressarcimento é o 
valor  total  das  aquisições  dos  insumos  utilizados  no  processo 
produtivo (art. 2º), sem condicionantes" (REsp 586392/RN). 10. 
A Súmula Vinculante 10/STF cristalizou o entendimento de que: 
"Viola  a  cláusula  de  reserva  de  plenário  (CF,  artigo  97)  a 
decisão  de  órgão  fracionário  de  tribunal  que,  embora  não 
declare  expressamente  a  inconstitucionalidade  de  lei  ou  ato 
normativo  do  poder  público,  afasta  sua  incidência,  no  todo  ou 
em  parte."  11.  Entrementes,  é  certo  que  a  exigência  de 
observância  à  cláusula  de  reserva  de  plenário  não  abrange  os 
atos  normativos  secundários  do  Poder  Público,  uma  vez  não 

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Processo nº 13866.0001792002­01 
Acórdão n.º 9303­001.950 

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estabelecido  confronto  direto  com  a  Constituição,  razão  pela 
qual  inaplicável  a  Súmula  Vinculante  10/STF  à  espécie.  12.  A 
oposição constante de ato estatal, administrativo ou normativo, 
impedindo a utilização do direito de  crédito de  IPI  (decorrente 
da  aplicação  do  princípio  constitucional  da  não­
cumulatividade), descaracteriza referido crédito como escritural 
(assim  considerado  aquele  oportunamente  lançado  pelo 
contribuinte  em  sua  escrita  contábil),  exsurgindo  legítima  a 
incidência  de  correção monetária,  sob  pena  de  enriquecimento 
sem  causa  do  Fisco  (Aplicação  analógica  do  precedente  da 
Primeira  Seção  submetido  ao  rito  do  artigo  543­C,  do  CPC: 
REsp  1035847/RS,  Rel.  Ministro  Luiz  Fux,  julgado  em 
24.06.2009, DJe 03.08.2009). 13. A Tabela Única aprovada pela 
Primeira  Seção  (que  agrega  o Manual  de  Cálculos  da  Justiça 
Federal e a jurisprudência do STJ) autoriza a aplicação da Taxa 
SELIC (a partir de janeiro de 1996) na correção monetária dos 
créditos  extemporaneamente  aproveitados  por  óbice  do  Fisco 
(REsp  1150188/SP,  Rel.  Ministra  Eliana  Calmon,  Segunda 
Turma, julgado em 20.04.2010, DJe 03.05.2010). 14. Outrossim, 
a  apontada  ofensa  ao  artigo  535,  do  CPC,  não  restou 
configurada, uma vez que o acórdão recorrido pronunciou­se de 
forma  clara  e  suficiente  sobre  a  questão  posta  nos  autos. 
Saliente­se,  ademais,  que  o  magistrado  não  está  obrigado  a 
rebater, um a um, os argumentos trazidos pela parte, desde que 
os fundamentos utilizados tenham sido suficientes para embasar 
a  decisão,  como  de  fato  ocorreu  na  hipótese  dos  autos.  15. 
Recurso  especial  da  empresa  provido  para  reconhecer  a 
incidência de  correção monetária  e a aplicação da Taxa Selic. 
16.  Recurso  especial  da  Fazenda  Nacional  desprovido.  17. 
Acórdão  submetido  ao  regime  do  artigo  543­C,  do  CPC,  e  da 
Resolução STJ 08/2008. 

Comprovado que a a obstaculização da Fazenda pública ao recebimento pelo 
contribuinte de parte dos valores pleiteados decorreu de ato normativo  tido por  ilegal pelo e. 
Superior  Tribunal  de  Justiça,  cabível,  por  aplicação  obrigatória  do  entendimento  do mesmo 
Tribunal, a adição de juros ainda que calculados com base na  taxa Selic utilizada aqui como 
“índice de atualização monetária”. 

Voto, assim, pelo provimento do recurso especial do contribuinte. 

É o voto. 

JÚLIO  CÉSAR  ALVES  RAMOS  ­  Relator

           

 

           

 

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012 por OTACILIO DANTAS CARTAXO, Assinado digitalmente em 05/05/2012 por JULIO CESAR ALVES RAMOS


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            <int name="inputDocSetSize">23252</int>
            <str name="field">materia_s</str>
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          </lst>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">23252</int>
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          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">23252</int>
            <str name="field">_nomeorgao_s</str>
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          </lst>
          <lst>
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            <str name="field">_turma_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
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            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">23252</int>
            <str name="field">_materia_s</str>
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          <lst>
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          <lst>
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          </lst>
          <lst>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">23252</int>
            <str name="field">_tiporecurso_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
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            <str name="field">_processo_s</str>
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          </lst>
          <lst>
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            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <str name="field">_resultadon2_s</str>
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          </lst>
          <lst>
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            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">23252</int>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">23252</int>
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          </lst>
          <lst>
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          </lst>
          <lst>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">23252</int>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">23252</int>
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          </lst>
        </arr>
      </lst>
      <lst>
        <str name="processor">SimpleFacets</str>
        <long name="elapse">21</long>
        <str name="action">field facet</str>
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        <arr name="sub-facet">
          <lst>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">23052</int>
            <str name="field">camara_s</str>
            <int name="numBuckets">13</int>
          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">23052</int>
            <str name="field">secao_s</str>
            <int name="numBuckets">8</int>
          </lst>
          <lst>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">23052</int>
            <str name="field">nome_relator_s</str>
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          </lst>
          <lst>
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            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">23052</int>
            <str name="field">ano_sessao_s</str>
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          </lst>
          <lst>
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            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <str name="field">ano_publicacao_s</str>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
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            <int name="inputDocSetSize">23052</int>
            <str name="field">_nomeorgao_s</str>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
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            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
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            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">23052</int>
            <str name="field">_materia_s</str>
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          </lst>
          <lst>
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            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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          </lst>
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          </lst>
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          </lst>
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            <int name="inputDocSetSize">23052</int>
            <str name="field">_resultadon2_s</str>
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          </lst>
          <lst>
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            <str name="field">_recorrente_s</str>
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          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">23084</int>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">23084</int>
            <str name="field">materia_s</str>
            <int name="numBuckets">85</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">23084</int>
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          </lst>
          <lst>
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            <str name="field">ano_sessao_s</str>
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          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">23084</int>
            <str name="field">ano_publicacao_s</str>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">23084</int>
            <str name="field">_nomeorgao_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">23084</int>
            <str name="field">_turma_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
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            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">23084</int>
            <str name="field">_materia_s</str>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">23084</int>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">23084</int>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">23084</int>
            <str name="field">_ementa_assunto_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">23084</int>
            <str name="field">_tiporecurso_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">23084</int>
            <str name="field">_processo_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">23084</int>
            <str name="field">_resultadon2_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">23084</int>
            <str name="field">_orgao_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">23084</int>
            <str name="field">_recorrida_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
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            <int name="inputDocSetSize">23084</int>
            <str name="field">_tipodocumento_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">23084</int>
            <str name="field">_nomerelator_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">23084</int>
            <str name="field">_recorrente_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">15</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">23084</int>
            <str name="field">decisao_txt</str>
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          </lst>
        </arr>
      </lst>
      <lst>
        <str name="processor">SimpleFacets</str>
        <long name="elapse">21</long>
        <str name="action">field facet</str>
        <int name="maxThreads">0</int>
        <arr name="sub-facet">
          <lst>
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            <str name="field">turma_s</str>
            <int name="numBuckets">74</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">23243</int>
            <str name="field">camara_s</str>
            <int name="numBuckets">13</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">23243</int>
            <str name="field">secao_s</str>
            <int name="numBuckets">8</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">23243</int>
            <str name="field">materia_s</str>
            <int name="numBuckets">88</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">23243</int>
            <str name="field">nome_relator_s</str>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">23243</int>
            <str name="field">ano_sessao_s</str>
            <int name="numBuckets">67</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">23243</int>
            <str name="field">ano_publicacao_s</str>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">23243</int>
            <str name="field">_nomeorgao_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
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            <int name="inputDocSetSize">23243</int>
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            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
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            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">23243</int>
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          </lst>
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        <str name="processor">SimpleFacets</str>
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          <lst>
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          <lst>
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            <str name="field">secao_s</str>
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          </lst>
          <lst>
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          </lst>
          <lst>
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          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">23200</int>
            <str name="field">ano_sessao_s</str>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">23200</int>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">23200</int>
            <str name="field">_nomeorgao_s</str>
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          <lst>
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            <str name="field">_turma_s</str>
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          </lst>
          <lst>
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            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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          <lst>
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          <lst>
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            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">23200</int>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">23200</int>
            <str name="field">_tiporecurso_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">23200</int>
            <str name="field">_processo_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">23200</int>
            <str name="field">_resultadon2_s</str>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">23200</int>
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            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">23200</int>
            <str name="field">_recorrida_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
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            <int name="inputDocSetSize">23200</int>
            <str name="field">_tipodocumento_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">23200</int>
            <str name="field">_nomerelator_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">23200</int>
            <str name="field">_recorrente_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">15</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">23200</int>
            <str name="field">decisao_txt</str>
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          </lst>
        </arr>
      </lst>
      <lst>
        <str name="processor">SimpleFacets</str>
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        <str name="action">field facet</str>
        <int name="maxThreads">0</int>
        <arr name="sub-facet">
          <lst>
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            <str name="field">turma_s</str>
            <int name="numBuckets">75</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">22801</int>
            <str name="field">camara_s</str>
            <int name="numBuckets">13</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">22801</int>
            <str name="field">secao_s</str>
            <int name="numBuckets">8</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">22801</int>
            <str name="field">materia_s</str>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">22801</int>
            <str name="field">nome_relator_s</str>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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          </lst>
          <lst>
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            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">22801</int>
            <str name="field">ano_publicacao_s</str>
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          </lst>
          <lst>
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            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">22801</int>
            <str name="field">_nomeorgao_s</str>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
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            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
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            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">22801</int>
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          </lst>
          <lst>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">23359</int>
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      </lst>
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            <int name="inputDocSetSize">22970</int>
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          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">22970</int>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">22970</int>
            <str name="field">_ementa_assunto_s</str>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">22970</int>
            <str name="field">_tiporecurso_s</str>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">22970</int>
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          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">22970</int>
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          </lst>
          <lst>
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          <lst>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">22970</int>
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          </lst>
          <lst>
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          </lst>
          <lst>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">22970</int>
            <str name="field">decisao_txt</str>
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          </lst>
        </arr>
      </lst>
      <lst>
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          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">23124</int>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">23124</int>
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          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">23124</int>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">23124</int>
            <str name="field">_ementa_assunto_s</str>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">23124</int>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">23124</int>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">23124</int>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
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            <int name="inputDocSetSize">23124</int>
            <str name="field">_orgao_s</str>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">23124</int>
            <str name="field">_recorrida_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">23124</int>
            <str name="field">_tipodocumento_s</str>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">23124</int>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">23124</int>
            <str name="field">_recorrente_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">14</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">23124</int>
            <str name="field">decisao_txt</str>
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          </lst>
        </arr>
      </lst>
      <lst>
        <str name="processor">SimpleFacets</str>
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        <str name="action">field facet</str>
        <int name="maxThreads">0</int>
        <arr name="sub-facet">
          <lst>
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            <str name="field">turma_s</str>
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          </lst>
          <lst>
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            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">23137</int>
            <str name="field">camara_s</str>
            <int name="numBuckets">13</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">23137</int>
            <str name="field">secao_s</str>
            <int name="numBuckets">8</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <str name="field">materia_s</str>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">23137</int>
            <str name="field">nome_relator_s</str>
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          </lst>
          <lst>
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            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <str name="field">ano_sessao_s</str>
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          </lst>
          <lst>
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            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">23137</int>
            <str name="field">ano_publicacao_s</str>
            <int name="numBuckets">40</int>
          </lst>
          <lst>
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            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">23137</int>
            <str name="field">_nomeorgao_s</str>
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          </lst>
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          </lst>
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            <int name="inputDocSetSize">23137</int>
            <str name="field">_recurso_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
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