Numero do processo: 13558.000378/97-18
Turma: Segunda Câmara
Seção: Segundo Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Wed Jan 24 00:00:00 UTC 2001
Data da publicação: Wed Jan 24 00:00:00 UTC 2001
Numero da decisão: 202-12701
Nome do relator: Não Informado
Numero do processo: 10680.011665/2006-94
Turma: Primeira Câmara
Seção: Segundo Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Wed Feb 04 00:00:00 UTC 2009
Data da publicação: Wed Feb 04 00:00:00 UTC 2009
Ementa: ASSUNTO: CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP
Período de apuração: 01 /07/1999 a 31/01/2004
PIS. DECADÊNCIA. LANÇAMENTO.
Nos termos do art. 175, I, do CTN, decai em 5 (cinco) anos o
direito de a Fazenda Nacional constituir, pelo lançamento, crédito
tributário do PIS. Súmula Vinculante nº 8, do STF.
BASE DE CÁLCULO. FATURAM ENTO.
O faturamento (venda de mercadorias e serviços), base de cálculo
do PIS definida na Lei nº9.715, de 1998, corresponde ao produto
da atividade econômica do contribuinte, não sendo necessário que
a receita seja oriunda de atividade expressamente definida no
instrumento constitutivo da pessoa jurídica.
BASE DE CÁLCULO. RECEITA. REALIZAÇÃO DE
CREDITO DO ICMS.
A realização dos créditos do ICMS, por qualquer uma das formas
permitidas na legislação do imposto, não se constitui receita e,
portanto, o seu valor não integra a base de cálculo do PIS.
CONTRATO EM MOEDA ESTRANGEIRA. VARIAÇÃO
CAMBIAL ATIVA. RECEITA FINANCEIRA. INCLUSÃO NA
BASE DE CÁLCULO DO PIS NA VIGÊNCIA DA LEI Nº
10.637/2002.
Por determinação legal (Leis nºs 9.718/98 e 10.637/2002), e para
fins de apuração da PIS, considera-se receita financeira a variação
cambial ativa apurada na data da liquidação do contrato. No PIS
não-cumulativo, a variação cambial passiva equipara-se a despesa
financeira.
JUROS DE MORA. TAXA SELIC.
É cabível a cobrança de juros de mora sobre os débitos para com
a União decorrentes de tributos e contribuições administrados
pela Secretaria da Receita Federal do Brasil com base na taxa
referencial do Sistema Especial de Liquidação e Custódia - Selic
para títulos federais.
MULTA DE OFICIO. CARÁTER CONFISCATORIO.
A vedação ao confisco pela Constituição Federal é dirigida ao
legislador, cabendo à autoridade administrativa apenas aplicar a
multa de oficio, nos moldes da legislação que a instituiu.
Recursos de oficio negado e voluntário provido em parte.
Numero da decisão: 201-81712
Decisão: ACORDAM os Membros da PRIMEIRA CÂMARA do SEGUNDO
CONSELHO DE CONTRIBUINTES: I) por unanimidade de votos, em negar provimento ao
recurso de oficio; e II) em dar provimento parcial ao recurso voluntário, nos seguintes termos.
a) pelo voto de qualidade, para reconhecer a decadência relativamente aos fatos geradores
ocorridos até 30/11/2000. Vencidos os Conselheiros Gileno Gurjão Barreto, Fernando Luiz da
Gama Lobo D'Eça, Fabiola Cassiano Keramidas e Alexandre Gomes, que reconheciam a
decadência para os fatos geradores ocorridos até setembro de 2001; b) por maioria de votos,
para excluir da base de cálculo do PIS o valor das transferências de créditos do ICMS, incluído
nas demais receitas tributadas pelo PIS, conforme demonstrativo do voto. Vencido o
Conselheiro Gileno Gurjão Barreto, que apresentou declaração de voto e deu provimento
parcial, também, para, no período da cumulatividade, excluir as receitas de variações cambiais,
mantendo a adição das despesas de variação cambial excluídas, afastar a concomitância com o
Judiciário e excluir da base de cálculo as receitas portuárias; e c) por unanimidade de votos,
para excluir as receitas do MAE, em razão da Lei nº 9.718/98. Os Conselheiros Fernando Luiz
da Gama Lobo D'Eça, Fabiola Cassiano Keramidas e Alexandre Gomes acompanharam o voto
do Conselheiro Gileno Gurjão Barreto. Esteve presente ao julgamento, já tendo feito
sustentação oral em 04/09/2008, o advogado da recorrente, Dr. Sérgio Adolfo Eliazar de
Carvalho, OAB-MG 41.311.
Nome do relator: Walber José da Silva
Numero do processo: 13808.001365/99-30
Turma: Segunda Câmara
Seção: Segundo Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Tue Nov 04 00:00:00 UTC 2008
Data da publicação: Tue Nov 04 00:00:00 UTC 2008
Numero da decisão: 202-19431
Nome do relator: Antônio Lisboa Cardoso
Numero do processo: 13924.000046/00-87
Turma: Primeira Câmara
Seção: Segundo Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Tue Nov 04 00:00:00 UTC 2003
Data da publicação: Tue Nov 04 00:00:00 UTC 2003
Numero da decisão: 201-77319
Nome do relator: Antônio Mário de Abreu Pinto
Numero do processo: 11065.001677/98-50
Turma: Primeira Câmara
Seção: Segundo Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Tue Oct 15 00:00:00 UTC 2002
Data da publicação: Tue Oct 15 00:00:00 UTC 2002
Ementa: IN — CRÉDITO PRESUMIDO RELATIVO ÀS EXPORTAÇÕES (Lei n° 9.363/96) — INDUSTRIALIZAÇÃO POR ENCOMENDA SEGUIDA DE NOVA INDUSTRIALIZAÇÃO — Investigada a atividade desenvolvida pelo executante da encomenda, se caracterizada a realização de operação industrial, o recebimento dos produtos industrializados por encomenda por parte do encomendante, uma vez destinados a nova
industrialização, corresponde à aquisição de matérias-primas, produtos intermediários e material de embalagem, integrando assim a base de cálculo do crédito presumido (Lei n° 9.363/96, artigo 2°). Irrelevante, no caso, se a remessa ao encomendante dos produtos industrializados por encomenda ocorreu com suspensão ou tributação do IPI importa sim a configuração dos produtos desse modo industrializados como insumos para nova industrialização a cargo do encomendante.
MENSURAÇÃO DOS INSUMOS UTILIZADOS NO PROCESSO PRODUTIVO — As empresas que não mantêm sistema de custos coordenado e integrado com a escrituração comercial ainda assim devem apurar a quantidade mensal de insumos utilizados na produção (artigo 30,
§§ 7° e 8° da Portaria MF n° 38/97); hipótese em que a avaliação dos insumos utilizados na produção mensal será efetuada pelo método PEPS, que, neste caso, deixa de ser opcional para se tornar obrigatório.
Recurso voluntário ao qual se dá provimento.
Numero da decisão: 201-76.468
Decisão: ACORDAM os Membros da Primeira Câmara do Segundo Conselho de Contribuintes, por maioria de votos, em dar provimento ao recurso. Vencidos os Conselheiros Josefa Maria Coelho Marques e Jorge Freire. Fez sustentação oral, pela recorrente, o Dr. Celso Luiz Bemardon.
Nome do relator: Jose Roberto Vieira
Numero do processo: 10980.008283/2007-80
Turma: Terceira Câmara
Seção: Segundo Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Tue Nov 04 00:00:00 UTC 2008
Data da publicação: Tue Nov 04 00:00:00 UTC 2008
Ementa: PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL
Ano-calendário: 1999, 2000, 2001
CPMF. CONTRIBUIÇÃO PROVISÓRIA SOBRE
MOVIMENTAÇÃO OU TRANSMISSÃO DE VALORES E DE
CRÉDITOS E DIREITOS DE NATUREZA FINANCEIRA.
DECADÊNCIA. O prazo para a Fazenda proceder ao lançamento
da CPMF é de 05 (cinco) anos, consoante o artigo 150, parágrafo
4?, do Código_Tributário Nacional,..entendimento -esse que está- — - -
em linha com a Súmula Vinculante n° 08 do Supremo Tribunal
Federal e com a Câmara Superior de Recursos Fiscais dos
Conselhos de Contribuintes do Ministério da Fazenda.
FATO GERADOR. CONVERSÃO EM INVESTIMENTO DE
MÚTUO CONCEDIDO POR EMPRESA NO EXTERIOR A
MUTUÁRIA SITUADA NO BRASIL. CÂMBIO SIMBÓLICO.
INCIDÊNCIA.
Na conversão, em investimento, de mútuo concedido por empresa
situada no exterior a mutuária no Brasil, o lançamento a débito na
conta corrente desta, decorrente da operação simbólica de
câmbio, caracteriza movimentação escriturai de moeda e constitui
fato gerador da CPM F.
Recurso provido.
Numero da decisão: 203-13.504
Decisão: ACORDAM os Membros da TERCEIRA CÂMARA do SEGUNDO CONSELHO DE CONTRIBUINTES: I) por unanimidade de votos, em acolher a preliminar de .. decadência do direito de a Fazenda Pública constituir o crédito tributário referente aos l.:310ti geradores anteriores a 03 de julho de 2002, na linha da súmula 08 do STF; 11) quanto as demais matérias, por maioria de votos, negou-se provimento ao recurso. Vencidos os Conselheiros Eric Moraes de Castro Silva, Jean Cleuter Simões Mendonça e Dalton César Cordeiro (1:, Miranda (Relator). Designado o Conselheiro Emanuel Carlos Dantas de Assis para redigir o voto vencedor.
Matéria: CPMF - ação fiscal- (insuf. na puração e recolhimento)
Nome do relator: Dalton Cesar Cordeiro de Miranda
Numero do processo: 13412.000020/95-89
Turma: Primeira Câmara
Seção: Segundo Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Wed Apr 15 00:00:00 UTC 1998
Data da publicação: Wed Apr 15 00:00:00 UTC 1998
Numero da decisão: 201-71644
Nome do relator: Valdemar Ludvig
Numero do processo: 13673.000032/96-31
Turma: Primeira Câmara
Seção: Segundo Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Tue Dec 07 00:00:00 UTC 1999
Data da publicação: Tue Dec 07 00:00:00 UTC 1999
Numero da decisão: 201-73362
Nome do relator: Não Informado
Numero do processo: 10320.003186/2006-93
Turma: Terceira Câmara
Seção: Segundo Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Tue Jun 03 00:00:00 UTC 2008
Data da publicação: Tue Jun 03 00:00:00 UTC 2008
Ementa: PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL. TERMO DE
SUJEIÇÃO PASSIVA LAVRADO SEM 01TIVA DO
IMPUTADO. PREJUDICIAL DE NULIDADE.
CERCEAMENTO AO DIREITO DE DEFESA.
INOCORRÊNCIA.
Tendo se defendido da imputação contida no Termo de Sujeição
Passiva Solidária, deve ser afastada a prejudicial alegada, mesmo
que não tenha sido ouvido antes da lavratura do referido termo.
COFINS E PIS/Pasep. AUTO DE INFRAÇÃO. BASE DE
CÁLCULO. FONTE DE INFORMAÇÃO A SER UTILIZADA
PELO FISCO. DIPJ OU DCTF.
Válida a utilização das informações constantes de DIPJ entregue
pela autuada, em detrimento das que constaram da DCTF, para
fins de apuração da contribuição devida, haja vista que mesmo
intimada e reintimada não logrou aquela demonstrar que os
valores corretos seriam o da DCTF e não os da DIPJ.
RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA. SUJEIÇÃO PASSIVA.
ARTIGO 124, I, DO CÓDIGO TRIBUTÁRIO NACIONAL.
De se manter a responsabilização de pessoa fisica que, pelo
histórico de sua relação com a autuada e com as sócias de direito,
se mostra como tendo interesse comum nos negócios da autuada,
não obstante não integre o seu quadro societário.
MULTA DE OFÍCIO. AGRAVAMENTO PARA 150%. DESCABIMENTO
Não especificada pelo fisco em qual dos dispositivos da Lei n°
4.502, de 1964 - artigos 71, 72 ou 73 - se enquadrou a matéria
fática, bem como não tendo sido a interposiçãoição de pessoas a causa do não pagamento das contribuições, afasta-se o
agravamento da multa de oficio, remanescendo, porém, a sua
exigência nos 75%.
Recurso Voluntário Provido em Parte.
Numero da decisão: 203-12952
Decisão: ACORDAM os Membros da TERCEIRA CÂMARA do SEGUNDO CONSELHO DE CONTRIBUINTES, por maioria de votos, em dar provimento parcial ao recurso, reduzindo-se a multa de 150% para 75%. Vencidos os Conselheiros Emanuel Carlos Dantas de Assis e Gilson Macedo Rosemburg Filho, que votaram pela manutenção da multa agravada, sendo que ambos apresentarão Declaração de Voto
Nome do relator: Odassi Guerzoni Filho
Numero do processo: 10945.013631/2004-14
Turma: Terceira Câmara
Seção: Segundo Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Tue Dec 02 00:00:00 UTC 2008
Data da publicação: Tue Dec 02 00:00:00 UTC 2008
Numero da decisão: 203-13598
Matéria: IPI- processos NT - ressarc/restituição/bnf_fiscal(ex.:taxi)
Nome do relator: Eric Moraes de Castro e Silva
