Numero do processo: 10209.000102/2005-65
Data da sessão: Wed Jul 18 00:00:00 UTC 2012
Data da publicação: Mon Sep 17 00:00:00 UTC 2012
Ementa: Assunto: Normas Gerais de Direito Tributário
Data do fato gerador: 15/02/2000
Taxa Selic A partir de 1º de abril de 1995, os juros moratórios incidentes sobre débitos tributários administrados pela Secretaria da Receita Federal são devidos, no período de inadimplência, à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e Custódia - SELIC. Aplicação da Súmula CARF nº 4. Recurso Voluntário Negado
Numero da decisão: 3102-001.553
Decisão: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. Acordam os membros do Colegiado, por unanimidade de votos, em negar provimento ao recurso, nos termos do voto do Relator. Luis Marcelo Guerra de Castro - Presidente e Relator Participaram do presente julgamento os Conselheiros Ricardo Rosa, Luciano Pontes de Maya Gomes, Álvaro Arthur Lopes de Almeida Filho, Winderley Morais Pereira, Helder Massaaki Kanamaru e Luis Marcelo Guerra de Castro.
Matéria: II/IE/IPIV - ação fiscal - insufiência apuração/recolhimento
Nome do relator: LUIS MARCELO GUERRA DE CASTRO
Numero do processo: 18471.000860/2002-32
Data da sessão: Mon Jul 27 00:00:00 UTC 2009
Data da publicação: Mon Jul 27 00:00:00 UTC 2009
Ementa: Classificação de Mercadorias
Exercício: 1993
Ementa: DECADÊNCIA — INOCORRÊNCIA - Nos casos de decretação de
nulidade do lançamento por vicio formal, o termo inicial para a contagem do
prazo decadencial é o previsto no art. 173, II, do CTN.
PAF MATÉRIA NÃO IMPUGNADA — PRECLUSÃ - não se pode
conhecer, por preclusa, matéria que no foi objeto de impugnação pelo
contribuinte, tendo sido somente ventilada em seu recurso voluntário.
JUROS DE MORA — TRD — reconhecida a ilegalidade da utilização da Taxa
Referencial Diária TRD como índice de juros de mora durante o período
compreendido entre 04 de fevereiro e 29 de julho de 1991,
JUROS DE MORA - TAXA SELIC — A partir de 10 de abril de 1995, os
juros moratórios incidentes sobre débitos tributários administrados pela
Secretaria da Receita Federal são devidos, no período de inadimplência, a
taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e Custódia - SELIC para
títulos federais (Súmula 1° CC n° 04)
Numero da decisão: 1802-000.076
Decisão: ACORDAM os membros do Colegiado, por unanimidade de votos, rejeitar a preliminar de decadência, e, no mérito, negar provimento ao recurso, nos termos do relatório e
voto que integram o presente ju1gado.
Matéria: IRPJ - glosa de compensação de prejuízos fiscais
Nome do relator: Leonardo Lobo de Almeida
Numero do processo: 18471.001643/2004-21
Data da sessão: Fri Jul 17 00:00:00 UTC 2009
Data da publicação: Thu Sep 17 00:00:00 UTC 2009
Ementa: CONTRIBUIÇÃO DE INTERVENÇÃO NO DOMÍNIO
ECONÔMICO- CIDE i
Exercício: 2004
I AÇAO JUDICIAL. LANÇAMENTO DESTINADO A
PREVENIR DECADÊNCIA. FORMALIZAÇÃO CABÍVEL.
A discussão da matéria tributável na esfera judicial não elide o
dever da autoridade administrativa db constituir o crédito
tributário, por lançamento ex-officio, visando a prevenir os efeitos
da decadência.
CIDE. JUROS DE MORA. CRÉDITO TRIBUTÁRIO COM A
EXIGIBILIDADE SUSPENSA. Não são aplicados juros de mora
em relação a crédito tributário com a exigibilidade suspensa em
virtude de depósito judicial, desde que no montante integral, cujo
lançamento visa prevenir a decadência. Por outro lado, enseja a
incidência dos juros quando o depósito for a menor ou
extemporâneo.
RECURSO VOLUNTÁRIO PROVIDO EM PARTE
Numero da decisão: 3201-000.422
Decisão: ACORDAM os membros da 2° Câmara 1 Turma Ordinária da Terceira
Seção de Julgamento, por maioria de votos, dar provimento parcial ao recurso voluntário, nos
t~rmos do voto da relatora. Vencidos os Conselheiros Ricardo Rosa e Rosa Maria de Jesus da Silva C. de Castro.
Nome do relator: Rosa Maria de Jesus da Silva Costa de Castro
Numero do processo: 13837.000586/2002-91
Data da sessão: Tue Mar 12 00:00:00 UTC 2013
Data da publicação: Wed Apr 03 00:00:00 UTC 2013
Ementa: Assunto: Imposto sobre a Renda de Pessoa Física - IRPF
Ano-calendário: 1992, 1993, 1994, 1995
PEDIDO DE RESTITUIÇÃO. PRAZO. TERMO INICIAL. DECISÃO PROFERIDA PELO STF. PEDIDO EFETUADO ANTES DA ENTRADA EM VIGOR DA LEI COMPLEMENTAR N° 118/05. PRAZO DE 10 ANOS, CONTADOS DO PAGAMENTO INDEVIDO. ARTIGO 62-A DO REGIMENTO INTERNO DO CARF.
Segundo o entendimento do STF, no caso de pedido de restituição de tributo sujeito a lançamento por homologação efetuado antes da entrada em vigor da Lei Complementar n° 118, de 2005, deve-se aplicar o prazo de 10 (dez) anos, contados a partir do pagamento indevido. Aplicação do artigo 62-A do Regimento Interno do CARF.
Recurso Voluntário Provido em Parte.
Numero da decisão: 2801-002.953
Decisão: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos.
Acordam os membros do Colegiado, por unanimidade de votos, dar provimento parcial ao recurso para afastar a decadência em relação aos pagamentos suscitados pelo contribuinte efetuados a partir de 11/10/1992, procedendo-se à devolução do processo à DRFB de origem para enfrentamento do mérito, nos termos do voto do Relator.
Assinado digitalmente
Antonio de Pádua Athayde Magalhães Presidente e Relator.
Participaram do presente julgamento os Conselheiros: Antonio de Pádua Athayde Magalhães, Marcelo Vasconcelos de Almeida, Carlos César Quadros Pierre, Tânia Mara Paschoalin, Sandro Machado dos Reis e Ewan Teles Aguiar.
Nome do relator: ANTONIO DE PADUA ATHAYDE MAGALHAES
Numero do processo: 35386.001011/2006-16
Data da sessão: Tue Aug 18 00:00:00 UTC 2009
Data da publicação: Tue Aug 18 00:00:00 UTC 2009
Ementa: CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS PREVIDENCIÁRIAS
Período de apuração: 01/08/2004 a 30/06/2005
RETENÇÃO. OBRIGATORIEDADE.
A empresa contratante de serviços executados mediante cessão de mão-de-obra, inclusive em regime de trabalho temporário, deverá reter 11% (onze por cento) do valor bruto da nota fiscal ou fatura de prestação de serviços e recolher a importância retida até o dia 10 (dez) do mês subseqüente ao da emissão da respectiva nota fiscal ou fatura em nome da empresa cedente da
mão-de-obra, observado o disposto no § 5' do art. 33 da Lei 8.112/1991.
FALTA DE CLAREZA. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL.
A fiscalização ao lavrar lançamento de oficio por aferição indireta deve discriminar os fundamentos legais e os motivos que possibilitaram tal medida, sob pena de nulidade do lançamento por cerceamento do direito de defesa.
DECISÃO RECORRIDA NULA.
Numero da decisão: 2402-000.089
Decisão: ACORDAM os membros da 4ª Câmara / 2ª Turma Ordinária da Segunda
Seção de Julgamento, por voto de qualidade, em anular o lançamento. Vencidos Conselheiros Ana Maria Bandeira, Lourenço Ferreira do Prado e Leôncio Nobre de Medeiros que votaram por não declarar a nulidade.
Nome do relator: Marcelo Oliveira
Numero do processo: 10735.000921/99-36
Data da sessão: Mon Apr 23 00:00:00 UTC 2007
Data da publicação: Mon Apr 23 00:00:00 UTC 2007
Ementa: Normas Gerais de Direito Tributário
Período de apuração: 31/01/1989 a 28/02/1994
Ementa: PIS. RESTITUIÇÃO. PRAZO PARA PEDIDO. TERMO INICIAL. RESOLUÇÃO DO SENADO FEDERAL No 49, DE 1995.
A decadência do direito de pleitear a compensação/restituição é de 5 (cinco) anos, tendo como termo inicial, na hipótese dos autos, a data da publicação da Resolução do Senado Federal que retira a eficácia da lei declarada inconstitucional.
Recurso especial negado.
Numero da decisão: CSRF/02-02.640
Decisão: ACORDAM os Membros da Segunda Turma da Câmara Superior de Recursos
Fiscais, por maioria de votos, NEGAR provimento ao recurso especial, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado. Vencidos os Conselheiros Antonio Carlos
Atulim, Antonio Bezerra Neto e Henrique Pinheiro Torres que deram provimento ao recurso.
Matéria: PIS - proc. que não versem s/exigências de cred. Tributario
Nome do relator: Josefa Maria Coelho Marques
Numero do processo: 14041.001508/2007-38
Data da sessão: Wed Aug 15 00:00:00 UTC 2012
Data da publicação: Tue Oct 09 00:00:00 UTC 2012
Ementa: Assunto: Contribuições Sociais Previdenciárias
Período de apuração: 01/02/2001 a 31/03/2007
MANDADO DE PROCEDIMENTO FISCAL (MPF). VALIDADE. INOCORRÊNCIA DE NULIDADE.
O Mandado de procedimento fiscal (MPF) é ordem específica para que a fiscalização, por meio do auditor fiscal, inicie Fiscalização em determinada entidade, devendo a mesma tomar ciência deste documento no início da ação fiscal que poderá ser por meio de Termo de Início de Procedimento Fiscal.
O MPF deve estar válido quando o sujeito passivo teve conhecimento de sua existência, seja realizada pessoalmente por meio de Termo de Início de Procedimento Fiscal, seja realizada por intermédio de correspondência postal com comprovante de Aviso de Recebimento (AR).
SALÁRIO INDIRETO. ALIMENTAÇÃO IN NATURA. SEM INSCRIÇÃO PAT. NÃO INCIDÊNCIA CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA.
Não há incidência de contribuição previdenciária sobre os valores de alimentação fornecidos in natura, conforme entendimento contido no Ato Declaratório nº 03/2011 da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).
Recurso Voluntário Provido em Parte.
Numero da decisão: 2402-003.021
Decisão:
Vistos, relatados e discutidos os presentes autos.
Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em dar provimento parcial ao recurso para exclusão das parcelas relativas ao auxílio-alimentação.
Julio Cesar Vieira Gomes - Presidente.
Ronaldo de Lima Macedo - Relator.
Participaram do presente julgamento os conselheiros: Julio Cesar Vieira Gomes, Ana Maria Bandeira, Lourenço Ferreira do Prado, Ronaldo de Lima Macedo, Nereu Miguel Ribeiro Domingues e Thiago Taborda Simões.
Matéria: Outros imposto e contrib federais adm p/ SRF - ação fiscal
Nome do relator: RONALDO DE LIMA MACEDO
Numero do processo: 18186.001188/2007-22
Data da sessão: Thu Aug 20 00:00:00 UTC 2009
Data da publicação: Thu Aug 20 00:00:00 UTC 2009
Ementa: CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS PREVIDENCIÁRIAS
Período de apuração: 01/12/1993 a 31/10/1997
RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA. CESSÃO DE MÃO-DE-OBRA. NÃO HÁ BENEFÍCIO DE ORDEM.
O instituto da solidariedade na cessão de mão-de-obra, no período objeto do lançamento, estava previsto no art. 31 da Lei n° 8.212/1991.
A recorrente poderia ter afastado a solidariedade, para tanto bastaria a comprovação do recolhimento prévio das contribuições dos segurados incluídas em nota fiscal, conforme previa o art. 31, § 3º da Lei nº 8.212/1991.
ARBITRAMENTO. CRITÉRIOS PARA DEFINIÇÃO DA BASE DE CÁLCULO.
Os critérios de aferição são definidos pelo órgão fiscalizador e tal definição não tem que estar prevista em lei, sendo realizada em atos administrativos normativos.
CESSÃO DE MÃO-DE-OBRA. CARACTERIZAÇÃO. ELABORAÇÃO DE GUIAS ESPECÍFICAS. RECONHECIMENTO PELAS CONTRATANTES.
Quanto à caracterização de cessão de mão-de-obra; os serviços envolveram limpeza e vigilância, a própria recorrente guardou as GRPS para afastar a solidariedade. Desse modo, houve reconhecimento pela autuada de que os serviços se sujeitavam à cessão, pois se não houvesse tal entendimento não haveria motivo para solicitar a comprovação dos recolhimentos pela prestadora. Além do mais, in casu, foram elaboradas guias específicas pela prestadora, o que demonstra o reconhecimento da cessão de mão-de-obra.
Recurso Voluntário Provido em Parte
Numero da decisão: 2302-000.142
Decisão: ACORDAM os membros da 3ª Câmara / 2ª Turma Ordinária da Segunda Seção de Julgamento, por unanimidade de votos, em dar provimento parcial ao recurso, nos termos do voto do relator.
Nome do relator: Marco André Ramos Vieira
Numero do processo: 10925.003514/2007-23
Data da sessão: Thu Aug 23 00:00:00 UTC 2012
Data da publicação: Wed Sep 26 00:00:00 UTC 2012
Ementa: Assunto: Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI
Período de apuração: 01/10/2003 a 31/12/2003
CREDITAMENTO. AQUISIÇÃO DE INSUMOS FAVORECIDOS PELA ALÍQUOTA-ZERO, NÃO-TRIBUTAÇÃO E ISENÇÃO. IMPOSSIBILIDADE. Consoante jurisprudência pacífica do Supremo Tribunal Federal, não há direito à utilização de créditos do IPI na aquisição de insumos não-tributados, isentos ou sujeitos à alíquota zero, por ausência de previsão legal para tanto.
Numero da decisão: 3101-001.225
Decisão: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. Acordam os membros do colegiado, por unanimidade, em negar provimento ao recurso voluntário. Henrique Pinheiro Torres - Presidente. Corintho Oliveira Machado - Relator. EDITADO EM: 08/09/2012 Participaram da sessão de julgamento os conselheiros: Henrique Pinheiro Torres, Luiz Roberto Domingo, Rodrigo Mineiro Fernandes, Valdete Aparecida Marinheiro e Corintho Oliveira Machado. Ausente a Conselheira Vanessa Albuquerque Valente.
Matéria: IPI- processos NT - ressarc/restituição/bnf_fiscal(ex.:taxi)
Nome do relator: CORINTHO OLIVEIRA MACHADO
Numero do processo: 13971.720798/2009-11
Data da sessão: Tue May 15 00:00:00 UTC 2012
Numero da decisão: 2202-000.210
Decisão: Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, converter o julgamento em diligência, nos termos do voto da Conselheira Relatora.
Nome do relator: MARIA LUCIA MONIZ DE ARAGAO CALOMINO ASTORGA
