Sistemas: Acordãos
Busca:
mostrar execução da query
4709596 #
Numero do processo: 13671.000162/99-73
Turma: Segunda Câmara
Seção: Segundo Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Wed Jan 24 00:00:00 UTC 2001
Data da publicação: Wed Jan 24 00:00:00 UTC 2001
Ementa: SIMPLES - EXCLUSÃO - ATIVIDADE ECONÔMICA - A pessoa jurídica com a atividade de engenharia tem vedação à opção ao Sistema Integrado de Pagamentos de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte - SIMPLES, como disciplinado pelo inciso XIII do artigo 9º da Lei nº 9.317/96, e a atividade de construção civil, provada por meio de Notas Fiscais de Prestação de Serviços, tem sua opção vedada àquela sistemática, a partir de 01/01/1998, como disposto no inciso V do art. 9º da mesma Lei, c/c o art. 4º da Lei nº 9.528/97. Recurso a que se nega provimento.
Numero da decisão: 202-12698
Decisão: Por unanimidade de votos, negou-se provimento ao recurso.
Nome do relator: ADOLFO MONTELO

toggle explain
    
1.0 = *:*

  
toggle all fields
dt_index_tdt : Fri Oct 08 01:09:55 UTC 2021

anomes_sessao_s : 200101

ementa_s : SIMPLES - EXCLUSÃO - ATIVIDADE ECONÔMICA - A pessoa jurídica com a atividade de engenharia tem vedação à opção ao Sistema Integrado de Pagamentos de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte - SIMPLES, como disciplinado pelo inciso XIII do artigo 9º da Lei nº 9.317/96, e a atividade de construção civil, provada por meio de Notas Fiscais de Prestação de Serviços, tem sua opção vedada àquela sistemática, a partir de 01/01/1998, como disposto no inciso V do art. 9º da mesma Lei, c/c o art. 4º da Lei nº 9.528/97. Recurso a que se nega provimento.

turma_s : Segunda Câmara

dt_publicacao_tdt : Wed Jan 24 00:00:00 UTC 2001

numero_processo_s : 13671.000162/99-73

anomes_publicacao_s : 200101

conteudo_id_s : 4117332

dt_registro_atualizacao_tdt : Sun May 05 00:00:00 UTC 2013

numero_decisao_s : 202-12698

nome_arquivo_s : 20212698_114879_136710001629973_005.PDF

ano_publicacao_s : 2001

nome_relator_s : ADOLFO MONTELO

nome_arquivo_pdf_s : 136710001629973_4117332.pdf

secao_s : Segundo Conselho de Contribuintes

arquivo_indexado_s : S

decisao_txt : Por unanimidade de votos, negou-se provimento ao recurso.

dt_sessao_tdt : Wed Jan 24 00:00:00 UTC 2001

id : 4709596

ano_sessao_s : 2001

atualizado_anexos_dt : Fri Oct 08 09:29:48 UTC 2021

sem_conteudo_s : N

_version_ : 1713043356354871296

conteudo_txt : Metadados => date: 2009-10-23T17:38:20Z; pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.6; pdf:docinfo:title: ; xmp:CreatorTool: CNC PRODUÇÃO; Keywords: ; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; subject: ; dc:creator: CNC Solutions; dcterms:created: 2009-10-23T17:38:20Z; Last-Modified: 2009-10-23T17:38:20Z; dcterms:modified: 2009-10-23T17:38:20Z; dc:format: application/pdf; version=1.6; Last-Save-Date: 2009-10-23T17:38:20Z; pdf:docinfo:creator_tool: CNC PRODUÇÃO; access_permission:fill_in_form: true; pdf:docinfo:keywords: ; pdf:docinfo:modified: 2009-10-23T17:38:20Z; meta:save-date: 2009-10-23T17:38:20Z; pdf:encrypted: false; modified: 2009-10-23T17:38:20Z; cp:subject: ; pdf:docinfo:subject: ; Content-Type: application/pdf; pdf:docinfo:creator: CNC Solutions; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; creator: CNC Solutions; meta:author: CNC Solutions; dc:subject: ; meta:creation-date: 2009-10-23T17:38:20Z; created: 2009-10-23T17:38:20Z; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 5; Creation-Date: 2009-10-23T17:38:20Z; pdf:charsPerPage: 1563; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; meta:keyword: ; Author: CNC Solutions; producer: CNC Solutions; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: CNC Solutions; pdf:docinfo:created: 2009-10-23T17:38:20Z | Conteúdo => :. - _ - (_;-....,_.J.:.) je Centricuiroesi -1 Publircu-S no 1J-iáriv uri::ai daofiri4o de 0:5 / 0 li / n? 01- Rubrica 11415 , MINISTÉRIO DA FAZENDA :- ML: ;• .,,-.Y1‘ :' SEGUNDO CONSELHO DE CONTRIBUINTES , ';,,LL@. Processo : 13671.000162/99-73 Acórdão : 202-12.698 Sessão 24 de janeiro de 2001•. Recurso : 114.879 Recorrente : REAL CAMPOS EMPREENDIMENTOS LTDA. Recorrida : DRJ em Belo Horizonte - MG SIMPLES - EXCLUSÃO - ATIVIDADE ECONÔMICA - A pessoa jurídica com a atividade de engenharia tem vedação à opção ao Sistema Integrado de Pagamentos de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte - SIMPLES, como disciplinado pelo inciso XIII do artigo 9 ° da Lei n° 9.317/96, e a atividade de construção civil, provada por meio de Notas Fiscais de Prestação de Serviços, tem sua opção vedada àquela sistemática, a partir de 01/01/1998, como disposto no inciso V do art. 9° da mesma Lei, c/c o art. 40 da Lei n° 9.528/97. Recurso a que se nega provimento. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de recurso interposto por: REAL CAMPOS EMPREENDIMENTOS LTDA. ACORDAM os Membros da Segunda Câmara do Segundo Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, em negar provimento ao recurso. Sala das Sess; - ., em 24 de janeiro de 2001 ./ /I • Mai' •t s inicius Neder de Lima Pr dente .an2 Adolfo Monteio Relator Participaram, ainda, do presente julgamento os Conselheiros Antonio Carlos Bueno Ribeiro, Ana Neyle Olímpio Holanda, Dalton Cesar Cordeiro de Miranda, Alexandre Magno Rodrigues Alves, Luiz Roberto Domingo e Maria Teresa Martinez López. Imp/cfmas 1 Nfr-- MINISTÉRIO DA FAZENDA • •tsr SEGUNDO CONSELHO DE CONTRIBUINTES Processo : 13671.000162/99-73 Acórdão : 202-12.698 Recurso : 114.879 Recorrente : REAL CAMPOS EMPREENDIMENTOS L.TDA. RELATÓRIO Por bem fundamentar a matéria, adoto o relatório elaborado pela autoridade de primeira instância, no seguinte teor: "Optante pelo Sistema Integrado de Pagamentos de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte - SIMPLES, a interessada foi excluída de oficio pelo Ato Declaratório n° 35116/99, fl. 60, motivado pela existência de débitos inscritos em Divida Ativa do Instituto Nacional do Seguro Social — INSS e, ainda, pela atividade econômica exercida, considerada impeditiva da inscrição no sistema. A Solicitação de Revisão da Vedação/Exclusão à Opção pelo Simples - SRS, fl. 7, considerada parcialmente procedente, manteve o procedimento Cientificada do seu resultado em 19/10/99, fl. 7v., a empresa apresentou impugnação em 17/11/99, fls. 1/4. Argumenta que, consoante disposições constitucionais e, tendo como fonte a Lei n° 8.864, de 28 de março de 1994, a legislação que instituiu o SIMPLES não pode estabelecer tratamento diferenciado para as empresas nela tratadas, sob pena de ofensa aos princípios constitucionais, em especial, o principio da isonomia. Informa que a receita bruta auferida nos anos de 1996, 1997 e 1998 manteve-se dentro dos limites estabelecidos pela legislação e junta aos autos cópia do contrato social, alteração vigente em outubro de 99, e Notas Fiscais de prestação de serviços de sua emissão, fls. 9/54. Cita, em apoio às suas argumentações, o art. 3°, inciso IV, art. 5°, capuz e inciso LXIX, art. 150, inciso II, e art. 179, caput, todos da Constituição Federal." Para decidir, dita autoridade, ao final de sua fimdamentação, concluiu dizendo que as atividades da contribuinte estão enquadradas no conceito genérico de construção civil e de 52/-2 MINISTÉRIO DA FAZENDA -r" • SEGUNDO CONSELHO DE CONTRIBUINTES .• ' Processo : 13671.000162/99-73 Acórdão : 202-12.698 engenharia civil, estando as empresas que exercem tais atividades impedidas de optar pelo SIMPLES. Ainda, diante da legislação que citou, formou convencimento de que a atividade exercida pela contribuinte é vedada ao SIMPLES, à luz do artigo 9°, inciso V, da Lei n° 9.317/96, com as alterações promovidas pelo artigo 4° da Lei n°9.528/97. Pela Decisão da Delegacia da Receita Federal de Julgamento de n° 0.682, de 18 de abril de 2000, foi indeferida a pretensão do interessado, cuja ementa transcrevo: "Assunto: Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte - Simples Ano-calendário: 1999 Ementa: EXCLUSÃO MOTIVADA PELA ATIVIDADE ECONÔMICA EXERCIDA Não pode optar pelo SIMPLES a empresa que se dedica às atividades de construção de imóveis. SOLICITAÇÃO INDEFERIDA". Inconformada, a recorrente apresentou o Recurso de fls. 70/71, onde, em síntese, reitera alguns dos argumentos aduzidos na impugnação, e, ainda, diz sobre os artigos 3°, 5, 150 e 179 da Carta Magna, bem como a Lei n° 8.864/94, que trata do faturamento das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte. Concorda que não compete à esfera administrativa apreciar a inconstitucionalidade de uma determinada lei, mas que é obrigação dos órgãos públicos federais observar e fazer valer os princípios constitucionais. E, não restando outra alternativa, impetrará o competente Mandado de Segurança para fazer valer direito certo e liquido. Termina solicitando que seja julgado improcedente o Ato Declaratório combatido. É o relatório. 941-" 3 MINISTÉRIO DA FAZENDA • SEGUNDO CONSELHO DE CONTRIBUINTES Processo : 13671.000162/99-73 Acórdão : 202-12.698 VOTO DO CONSELHEIRO-RELATOR ADOLFO MONTELO O recurso é tempestivo e dele tomo conhecimento, não havendo necessidade de depósito recursal para a sua admissibilidade, porque o que se discute nestes autos é o ato declaratorio. Como relatado, a matéria em exame refere-se à inconformidade da recorrente devido à sua exclusão da Sistemática de Pagamentos dos Tributos e Contribuições denominada SIMPLES, e por no Ato Declaratório de n°35.116, de 09/0 1/99, de fls. 60, constar para a sua exclusão do SIMPLES os eventos: pendências da empresa efou sócios junto ao INSS e atividade econômica não pennitida para o SIMPLES, com base nos artigos 9° ao 16 da Lei n° 9.317/96, com as alterações promovidas pela Lei n° 9.732/98 e IN SRF n° 74/96. Quanto ao evento "Pendência da empresa e/ou sócios junto ao INSS", este foi superado, já na apreciação da Solicitação de Revisão da Vedação/Exclusão à opção pelo SIMPLES - SRS (fls.7v.), mas permaneceu o motivo da exclusão quanto à atividade econômica não permitida, com o qual a recorrente não concorda. Como prova da atividade econômica exercida, a contribuinte apensou aos autos as cópias das Notas Fiscais de fls. 09/54, onde aponta que os serviços executados no período de janeiro de 1997 a outubro de 1998 foram realmente de construção civil, tomando como exemplo a Nota Fiscal n° 345 de fls. 52, onde tem como descrição dos serviços: "3' (terceira) parcela de empreitada global de mão-de-obra e material para execução de parte da construção de um galpão com a área de I99,37m2, ...". Na Alteração Contratual de fls. 06, em sua Cláusula Terceira, consta: "Das atividades da Sociedade: A sociedade continua explorando as atividades ligadas à engenharia e de construção civil;". A decisão de primeira instância não merece reparos, por acertada em seus termos, visto que os serviços prestados pela ora recorrente estão compreendidos na atividade de execução de obra de construção civil, por se tratar de benfeitorias agregadas ao solo ou subsolo, como disciplinado na Lei n°9.528/97, em seu artigo 4°, que acrescentou o § 40 ao artigo 9° da Lei n° 9.317/96, que trata das vedações à opção ao SIMPLES O legislador, ao introduzir a Sistemática de Pagamentos de Tributos e Contribuições (SIMPLES), não utilizou nenhum artificio para alterar, direta ou indiretamente, o 4 • ^ , MINISTÉRIO DA FAZENDA :5.--"'rdr:‘ SEGUNDO CONSELHO DE CONTRIBUINTES Processo : 13671.000162/99-73 Acórdão : 202-1 2.698 significado ou o conteúdo dos institutos, conceitos e formas de direito privado, apenas estabeleceu regras e excluiu as pessoas jurídicas que se dedicam a determinadas atividades como não contempladas e ou vedadas ao direito de opção àquela sistemática, pois tal legislação originou de uma necessidade política que visou incrementar a atividade econômica das pequenas e rnicroempresas no País. Alias, a exclusão do SIMPLES de determinadas empresas em razão da atividade económica que exerce e/ou serviço que presta não caracteriza discriminação arbitrária, porque a legislação que rege o assunto obedeceu critérios razoáveis, com o propósito de compatibilizá-los com o enunciado constitucional. As decisões prolatadas pelas Regiões Fiscais da Secretaria da Receita Federal em processos de consultas dizem que é permitida a opção, somente até 31/12/1997, para as pessoas jurídicas com atividade de obra de construção civil, alcançando, inclusive, serviços de elétrica, hidráulica, além de outras benfeitorias agregadas ao solo ou subsolo, assim, vedada a partir de 01/01/1998 Para a pessoa jurídica que presta serviços de engenharia está vedada a sua opção desde o advento da Lei n° 9.317/96, em seu artigo 9, inciso XIII. Diante do exposto, tenho que deve ser mantida a exclusão da recorrente, em razão da atividade econômica exercida, com base no art. 9°, incisos V e XIII, da Lei n° 9.317/96, combinado com o artigo 4° da Lei n° 9.528/97, e voto no sentido de negar provimento ao recurso. Sala das Sessões, em 24 de janeiro de 2001 efir ADOLFO MONTELO 5

score : 1.0
4709685 #
Numero do processo: 13675.000058/00-08
Turma: Terceira Câmara
Seção: Segundo Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Wed Nov 07 00:00:00 UTC 2001
Data da publicação: Wed Nov 07 00:00:00 UTC 2001
Ementa: IPI - CRÉDITOS BÁSICOS - RESSARCIMENTO - O direito ao aproveitamento, nas condições estabelecidas no art. 11 da Lei nº 9.779/99, do saldo credor do IPI decorrente da aquisição de matéria-prima, produto intermediário e material de embalagem aplicados na industrialização de produtos, inclusive imunes, isentos ou tributados à alíquota zero, alcança, exclusivamente, os insumos recebidos no estabelecimento industrial ou equiparado a partir de 1º de janeiro de 1999, nos termos da Instrução Normativa SRF nº 33/99. Os créditos acumulados na escrita fiscal, existentes em 31 de dezembro de 1998, decorrentes de excesso de crédito em relação ao débito e da saída de produtos isentos com direito apenas à manutenção dos créditos, somente poderão ser aproveitados para dedução do IPI, vedado seu ressarcimento ou compensação. Recurso a que se nega provimento.
Numero da decisão: 203-07817
Decisão: Por maioria de votos, negou-se provimento ao recurso. Vencido a Conselheira Maria Teresa Martínez López e Francisco Maurício R. de Albuquerque Silva.
Nome do relator: Francisco de Sales Ribeiro Queiroz

toggle explain
    
1.0 = *:*

  
toggle all fields
dt_index_tdt : Fri Oct 08 01:09:55 UTC 2021

anomes_sessao_s : 200111

ementa_s : IPI - CRÉDITOS BÁSICOS - RESSARCIMENTO - O direito ao aproveitamento, nas condições estabelecidas no art. 11 da Lei nº 9.779/99, do saldo credor do IPI decorrente da aquisição de matéria-prima, produto intermediário e material de embalagem aplicados na industrialização de produtos, inclusive imunes, isentos ou tributados à alíquota zero, alcança, exclusivamente, os insumos recebidos no estabelecimento industrial ou equiparado a partir de 1º de janeiro de 1999, nos termos da Instrução Normativa SRF nº 33/99. Os créditos acumulados na escrita fiscal, existentes em 31 de dezembro de 1998, decorrentes de excesso de crédito em relação ao débito e da saída de produtos isentos com direito apenas à manutenção dos créditos, somente poderão ser aproveitados para dedução do IPI, vedado seu ressarcimento ou compensação. Recurso a que se nega provimento.

turma_s : Terceira Câmara

dt_publicacao_tdt : Wed Nov 07 00:00:00 UTC 2001

numero_processo_s : 13675.000058/00-08

anomes_publicacao_s : 200111

conteudo_id_s : 4129436

dt_registro_atualizacao_tdt : Sun May 05 00:00:00 UTC 2013

numero_decisao_s : 203-07817

nome_arquivo_s : 20307817_117244_136750000580008_006.PDF

ano_publicacao_s : 2001

nome_relator_s : Francisco de Sales Ribeiro Queiroz

nome_arquivo_pdf_s : 136750000580008_4129436.pdf

secao_s : Segundo Conselho de Contribuintes

arquivo_indexado_s : S

decisao_txt : Por maioria de votos, negou-se provimento ao recurso. Vencido a Conselheira Maria Teresa Martínez López e Francisco Maurício R. de Albuquerque Silva.

dt_sessao_tdt : Wed Nov 07 00:00:00 UTC 2001

id : 4709685

ano_sessao_s : 2001

atualizado_anexos_dt : Fri Oct 08 09:29:49 UTC 2021

sem_conteudo_s : N

_version_ : 1713043356360114176

conteudo_txt : Metadados => date: 2009-10-24T13:18:18Z; pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.6; pdf:docinfo:title: ; xmp:CreatorTool: CNC PRODUÇÃO; Keywords: ; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; subject: ; dc:creator: CNC Solutions; dcterms:created: 2009-10-24T13:18:18Z; Last-Modified: 2009-10-24T13:18:18Z; dcterms:modified: 2009-10-24T13:18:18Z; dc:format: application/pdf; version=1.6; Last-Save-Date: 2009-10-24T13:18:18Z; pdf:docinfo:creator_tool: CNC PRODUÇÃO; access_permission:fill_in_form: true; pdf:docinfo:keywords: ; pdf:docinfo:modified: 2009-10-24T13:18:18Z; meta:save-date: 2009-10-24T13:18:18Z; pdf:encrypted: false; modified: 2009-10-24T13:18:18Z; cp:subject: ; pdf:docinfo:subject: ; Content-Type: application/pdf; pdf:docinfo:creator: CNC Solutions; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; creator: CNC Solutions; meta:author: CNC Solutions; dc:subject: ; meta:creation-date: 2009-10-24T13:18:18Z; created: 2009-10-24T13:18:18Z; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 6; Creation-Date: 2009-10-24T13:18:18Z; pdf:charsPerPage: 1794; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; meta:keyword: ; Author: CNC Solutions; producer: CNC Solutions; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: CNC Solutions; pdf:docinfo:created: 2009-10-24T13:18:18Z | Conteúdo => • / el ME - Segundo Conselho de Contribuintes • MINISTÉRIO DA FAZENDA dPLS15—bliald° d2 gra SEGUNDO CONSELHO DE CONTRIBUINTES Processo : 13675.000058/00-08 Acórdão : 203-07.817 Recurso : 117.244 Sessão : 07 de novembro de 2001 Recorrente : SUMIDENSO DO BRASIL INDÚSTRIAS ELÉTRICAS LTDA. Recorrida : DRJ em Belo Horizonte - MG IPI - CRÉDITOS BÁSICOS - RESSARCIMENTO - O direito ao aproveitamento, nas condições estabelecidas no art. 11 da Lei n° 9.779199, do saldo credor do IPI decorrente da aquisição de matéria-prima, produto intermediário e material de embalagem aplicados na industrialização de produtos, inclusive imunes, isentos ou tributados à aliquota zero, alcança, exclusivamente, os insumos recebidos no estabelecimento industrial ou equiparado a partir de 1 e de janeiro de 1999, nos termos da Instrução Normativa SRF n° 33/99. Os créditos acumulados na escrita fiscal, existentes em 31 de dezembro de 1998, decorrentes de excesso de crédito em relação ao débito e da salda de produtos isentos com direito apenas à manutenção dos créditos, somente poderão ser aproveitados para dedução do 1PI, vedado seu ressarcimento ou compensação. Recurso a que se nega provimento. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de recurso interposto por: SUNIIDENSO DO BRASIL ENDUSTRIAS ELÉTRICAS LTDA. ACORDAM os Membros da Terceira Câmara do Segundo Conselho de Contribuintes, por maioria de votos, em negar provimento ao recurso. Vencidos os Conselheiros Maria Teresa Martinez López e Francisco Mauricio R. de Albuquerque Silva. Sala das Sessões, em 07 de novembro de 2001 4Otacilio b• tas Cartaxo Presidente 4 Franci d es etfo de Queiroz Relat Participaram, ainda, do presente julgamento os Conselheiros Renato Scalco Isquierdo, Antonio Augusto Borges Torres, Valmar Fonseca de Menezes (Suplente) e Mauro Wasilewski. Iao/cf 1026 • MINISTÉRIO DA FAZENDA ..r SEGUNDO CONSELHO DE CONTRIBUINTES ••;,A+;$ Processo : 13675.000058/00-08 Acórdão : 203-07.817 Recurso : 117.244 Recorrente : SL'MIDENSO DO BRASIL INDÚSTRIAS ELÉTRICAS LTDA. RELATÓRIO SUMIDENSO DO BRASIL INDÚSTRIAS ELÉTRICAS LTDA., pessoa jurídica já qualificada nos autos do presente processo, recorre a este Colegiado, às fls. 125/129, contra Decisão proferida pelo Delegado da DRJ em Belo Horizonte - MG (fls. 115/120), que manteve a Decisão SASIT/DNS N° 10665.00111, de 14/07/2000 (fls. 78/81), exarada pelo Delegado da DRF jurisdicionante, indeferindo o pedido de ressarcimento de créditos básicos do Imposto sobre Produtos Industrializados — IPI, acumulados em sua escrita fiscal no primeiro trimestre de 1996, formalizado em 05/07/00, à fl. 01. A autoridade julgadora a quo ementou sua decisão nos seguintes termos: "Assunto: Imposto sobre Produtos Industrializados — IPI Período de apuração: 01/04/1996 a 30/06/1996 Ementa: O contribuinte somente poderá utilizar a faculdade prevista no art 11 da Lei n" 9.779, de 19 de janeiro de 1999, quando o saldo credor de IPI acumulado em sua escrita fiscal, existente em 31/12/1998, esgotar-se, obedecidas as disposições da legislação de regência. SOLICITAÇÃO INDEFERIDA". Cientificada dessa decisão em 07 de dezembro de 2000 (AR de fls. 122-v), no dia 08 de janeiro seguinte a autuada protocolizou Recurso a este Conselho (fls. 125/129), argüindo, em síntese, que: 1. em face da importação de partes e peças e da aquisição de matéria-prima, produtos intermediários e material de embalagem, destinados à fabricação de produtos tributados, tem, continuamente, gerado créditos do IPI que não são absorvidos pelos débitos gerados pela4 saída desses produtos; 2 I g I, .2 MINISTÉRIO DA FAZENDA "tr ' SEGUNDO CONSELHO DE CONTRIBUINTES Processo : 13675.000058/00-08 Acórdão : 203-07.817 Recurso : 117.244 2. o direito ao crédito, insculpido no art. 147, I, do RIPI, aprovado pelo Decreto n.° 2.637/98, fora reconhecido pela fiscalização e corroborado nas duas decisões administrativas (DRF e DRJ), não existindo dúvida quanto ao direito à sua manutenção. O questionamento existe quanto à forma como tal direito pode ser exercido, entendendo a autoridade fiscal que ao caso deva ser aplicado o disposto no art. 103 do RIPI/82, por ser a legislação vigente, quando da ocorrência dos fatos geradores, reeditado no art. 178 do RIP1198, que transcreve; e 3. a constância de saldos credores não permitem sua absorção pelos débitos oriundos da incidência do IP1 na saída dos produtos, situação que se encontra amparada pelo art. 179 do R1P1198, que transcreve, fato que não teria sido observado pela fiscalização. É o relatório. 3 JoM • MINISTÉRIO DA FAZENDA b, SEGUNDO CONSELHO DE CONTRIBUINTES zfiEj-77.1 Processo : 13675.000058/00-08 Acórdão : 203-07.817 Recurso : 117.244 VOTO DO CONSELHEIRO-RELATOR FRANCISCO DE SALES RIBEIRO DE QUEIROZ O recurso é tempestivo e assente em lei, devendo ser conhecido. O tema trazido à discussão nesta instância recursal restringe-se ao tratamento que deva ser dispensado ao saldo acumulado dos créditos básicos do 1H, para efeito de ressarcimento em espécie, quando esses créditos não são passíveis de absorção pelos débitos gerados na saída dos produtos industrializados. O entendimento da autoridade julgadora de primeira instância é no sentido de admitir-se o direito ao ressarcimento de crédito básico em espécie, somente a partir de 01/01/99, com a vigência da Lei n° 9.779/99, dispositivo que não seria aplicável ao presente caso, por referir-se a insumos cujo ingresso ocorrera quando a legislação em vigor não contemplava essa possibilidade, já que se reportam ao ano de 1997, portanto, sob a égide do Regulamento do Imposto sobre Produtos industrializados — AIPI182, aprovado pelo Decreto n.° 87.981/82, que regulamentou a matéria nos seguintes termos e dispositivos: "A ri. 81 — A não-cumulatividade do imposto é exercida pelo sistema de crédito, atribuído ao contribuinte, do imposto relativo a produtos entrados no seu estabelecimento, para ser abatido do que for devido pelos produtos dele saídos, num mesmo período, conforme estabelecido neste capítulo. (Lei n° 5.172/66, art. 49). Art. 103 — Os créditos do imposto escriturados pelos estabelecimentos industriais, ou equiparados a industrial, serão utilizados mediante dedução do imposto devido pelas saídas de produtos dos mesmos estabelecimentos. (Lei n.° 4.502/64, art. 25, com a redação do Decreto-lei n° 1.136, de 07/12/70, art. 1°, e art 27, com a redação do Decreto-lei n° 34, de 18/11 /66, arts. 20 e 10). § 1° - Quando, do confronto dos débitos e créditos, num período de apuração do imposto, resultar saldo credor, será este transferido para o período seguinte." 4 2 MINISTÉRIO DA FAZENDA SEGUNDO CONSELHO DE CONTRIBUINTES • 3tkÉ?:;::: Processo : 13675.000058100-08 Acórdão : 203-07.817 Recurso : 117.244 A autoridade julgadora monocrática traz à lume o art. 144 do Código Tributário Nacional — CTN, como regra a ser observada na apreciação da lide, que assim estabelece: "Art. 144. O lançamento reporta-se à data da ocorrência do fato gerador da obrigação e rege-se pela lei então vigente, ainda que posteriormente modijicada ou revogado." A propósito, entendo assistir razão à autoridade julgadora a quo, pois a Medida Provisória n° 1.788/98, de 29 de dezembro de 1998, convertida na Lei n° 9.779/99, é que veio permitir o ressarcimento em espécie do excedente de créditos básicos do IPI, em relação aos débitos da mesma natureza, e somente a partir da sua vigência, em 01/01/99, conforme segue: "A ri. 11. O saldo credor do Imposto sobre Produtos Industrializados -- IPI, acumulado em cada trimestre-calendário, decorrente da aquisição de matéria- prima, produto intermediário e material de embalagem, aplicados na industrialização, inclusive de produto isento ou tributado à aliquota zero, que o contribuinte não puder compensar com o IPI devido na saída de outros produtos, poderá ser utilizado de conformidade com o disposto nos artigos 73 e 74 da Lei n.° 9.430/96', observadas normas expedidas pela Secretaria da Receita Federal — SRF, do Ministério da Fazenda." Por seu turno, a Secretaria da Receita Federal — SRF, no cumprimento do seu mister, regulamentou esse dispositivo legal através da Instrução Normativa SRF n.° 33, de 04/03/99, nos seguintes termos. "Art. 4" - O direito ao aproveitamento, nas condições estabelecidos no art. 11 da Lei ri.° 9.779/99, do saldo credor do IPI decorrente da aquisição de matéria-prima, produto intermediário e material de embalagem aplicados na industrialização de produtos, inclusive imunes, isentos ou tributados à aliquota I. "Seção VII — Restituição e Compensação de Tributos e Contribuições Art. 73. Para efeito do disposto no artigo 7* do Decreto-lei n.° 1.187, de 23 de julho de 1986, a utilização dos créditos do contribuinte e a quitação de seus débitos serão efetuadas em procedimentos internos à Secretaria da Receita Federal, observado o seguinte: [...]; Art. 74. Observado o disposto no artigo anterior, a Secretaria da Receita Federal, atendendo a requerimento do contribuinte, poderá autorizar a utilização de créditos a serem a ele restituídos ou ressarcidos para a quitação de quaisquer tributos e contribuições sob sua administração." fr5 Átk.:, ' MINISTÉRIO DA FAZENDA SEGUNDO CONSELHO DE CONTRIBUINTES <±et, Processo : 13675.000058/00-08 Acórdão : 203-07.817 Recurso : 117.244 zero, alcança, exclusivamente, os insumos recebidos no estabelecimento industrial ou equiparado a partir de 1' de janeiro de 1999. Art. 5 0 - Os créditos acumulados na escrita fiscal, existentes em 31 de dezembro de 1998, decorrentes de excesso de crédito em relação ao débito e da salda de produtos isentos com direito apenas à manutenção dos créditos, somente poderão ser aproveitados para dedução do IPI, vedado seu ressarcimento ou compensação." (os negritos não são do original) O direito ao ressarcimento dos créditos incentivados já se fazia presente no art. 104 do anteriormente citado Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados — RIPI/82, aprovado pelo Decreto n.° 87.981/82, reproduzido no art. 179 do RIPI/98, aprovado pelo Decreto n.° 2.637/98, entretanto, não é aplicável aos créditos básicos, conforme argúi a recorrente. Dessa forma, entendo que deva ser mantida a decisão exarada pela autoridade julgadora de primeira instância, indeferindo o pedido de ressarcimento em causa, pois, anteriormente à edição da Medida Provisória n.° 1.788/98, convertida na supracitada Lei n° 9.779/99, não existia previsão legal para o atendimento do pleito. Nessa ordem de juizos, voto no sentido de negar provimento ao recurso voluntário interposto pelo sujeito passivo. É COMO voto. Sala das Sessões, em 07 de novembro de 2001 1t( / I ' • - ir 'T I FRANCIS i• DE • LES 5 • EIRO DE QUEIROZ 6

score : 1.0
4712350 #
Numero do processo: 13727.000501/99-19
Turma: Sétima Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Thu Dec 05 00:00:00 UTC 2002
Data da publicação: Thu Dec 05 00:00:00 UTC 2002
Ementa: CONTRIBUIÇÃO SOCIAL, SOBRE O LUCRO - COMPENSAÇÃO DE PREJUÍZOS FISCAIS - LIMITAÇÃO - LEGALIDADE - Não ofende o principio da irretroatividade das leis a aplicação, no cálculo do imposto de renda pessoa jurídica referente ao exercício de 1994, da Medida Provisória 812, publicada no Diário Oficial da União de 31.12.94 (convertida na Lei nº 8.981/95), que limita em 30% a parcela dos prejuízos fiscais verificados em exercícios anteriores, para efeito de dedução do lucro real apurado (MP 812/94, art. 42).Todavia, a majoração da contribuição social incidente sobre o lucro das empresas, também prevista na MP 812/94 (art. 58), não pode alcançar o balanço em 31.12.94, uma vez que está sujeita ao princípio da anterioridade nonagesimal. (RE 232.084/SP - Rel. Min. Ilmar Galvão).
Numero da decisão: 107-06920
Decisão: Por unanimidade de votos, NEGAR provimento ao recurso.
Nome do relator: Francisco de Assis Vaz Guimarães

toggle explain
    
1.0 = *:*

  
toggle all fields
dt_index_tdt : Fri Oct 08 01:09:55 UTC 2021

anomes_sessao_s : 200212

ementa_s : CONTRIBUIÇÃO SOCIAL, SOBRE O LUCRO - COMPENSAÇÃO DE PREJUÍZOS FISCAIS - LIMITAÇÃO - LEGALIDADE - Não ofende o principio da irretroatividade das leis a aplicação, no cálculo do imposto de renda pessoa jurídica referente ao exercício de 1994, da Medida Provisória 812, publicada no Diário Oficial da União de 31.12.94 (convertida na Lei nº 8.981/95), que limita em 30% a parcela dos prejuízos fiscais verificados em exercícios anteriores, para efeito de dedução do lucro real apurado (MP 812/94, art. 42).Todavia, a majoração da contribuição social incidente sobre o lucro das empresas, também prevista na MP 812/94 (art. 58), não pode alcançar o balanço em 31.12.94, uma vez que está sujeita ao princípio da anterioridade nonagesimal. (RE 232.084/SP - Rel. Min. Ilmar Galvão).

turma_s : Sétima Câmara

dt_publicacao_tdt : Thu Dec 05 00:00:00 UTC 2002

numero_processo_s : 13727.000501/99-19

anomes_publicacao_s : 200212

conteudo_id_s : 4177844

dt_registro_atualizacao_tdt : Sun May 05 00:00:00 UTC 2013

numero_decisao_s : 107-06920

nome_arquivo_s : 10706920_128373_137270005019919_005.PDF

ano_publicacao_s : 2002

nome_relator_s : Francisco de Assis Vaz Guimarães

nome_arquivo_pdf_s : 137270005019919_4177844.pdf

secao_s : Primeiro Conselho de Contribuintes

arquivo_indexado_s : S

decisao_txt : Por unanimidade de votos, NEGAR provimento ao recurso.

dt_sessao_tdt : Thu Dec 05 00:00:00 UTC 2002

id : 4712350

ano_sessao_s : 2002

atualizado_anexos_dt : Fri Oct 08 09:30:27 UTC 2021

sem_conteudo_s : N

_version_ : 1713043356362211328

conteudo_txt : Metadados => date: 2009-08-21T17:01:15Z; pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.6; pdf:docinfo:title: ; xmp:CreatorTool: CNC PRODUÇÃO; Keywords: ; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; subject: ; dc:creator: CNC Solutions; dcterms:created: 2009-08-21T17:01:15Z; Last-Modified: 2009-08-21T17:01:15Z; dcterms:modified: 2009-08-21T17:01:15Z; dc:format: application/pdf; version=1.6; Last-Save-Date: 2009-08-21T17:01:15Z; pdf:docinfo:creator_tool: CNC PRODUÇÃO; access_permission:fill_in_form: true; pdf:docinfo:keywords: ; pdf:docinfo:modified: 2009-08-21T17:01:15Z; meta:save-date: 2009-08-21T17:01:15Z; pdf:encrypted: false; modified: 2009-08-21T17:01:15Z; cp:subject: ; pdf:docinfo:subject: ; Content-Type: application/pdf; pdf:docinfo:creator: CNC Solutions; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; creator: CNC Solutions; meta:author: CNC Solutions; dc:subject: ; meta:creation-date: 2009-08-21T17:01:15Z; created: 2009-08-21T17:01:15Z; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 5; Creation-Date: 2009-08-21T17:01:15Z; pdf:charsPerPage: 1445; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; meta:keyword: ; Author: CNC Solutions; producer: CNC Solutions; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: CNC Solutions; pdf:docinfo:created: 2009-08-21T17:01:15Z | Conteúdo => MINISTÉRIO DA FAZENDA PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES SÉTIMA CÂMARA Mfaa-6 Processo n° : 13727.000501/99-19 - Recurso n° : 128.373 Matéria : CSSL - Ex.: 1996 Recorrente : SOLA S.A INDÚSTRIAS ALIMENTÍCIAS Recorrida : DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ Sessão de : 05 DE DEZEMBRO DE 2002 Acórdão n° : 107-06.920 CONTRIBUIÇÃO SOCIAL, SOBRE O LUCRO - COMPENSAÇÃO DE PREJUÍZOS FISCAIS - LIMITAÇÃO - LEGALIDADE - Não ofende o principio da irretroatividade das leis a aplicação, no cálculo do imposto de renda pessoa jurídica referente ao exercício de 1994, da Medida Provisória 812, publicada no Diário Oficial da União de 31.12.94 (convertida na Lei n° 8.981/95), que limita em 30% a parcela dos prejuízos fiscais verificados em exercícios anteriores, para efeito de dedução do lucro real apurado (MP 812/94, art. 42).Todavia, a majoração da contribuição social incidente sobre o lucro das empresas, também prevista na MP 812/94 (art. 58), não pode alcançar o balanço em 31.12.94, uma vez que está sujeita ao princípio da anterioridade nonagesimal. (RE 232.084/SP - Rel. Min. limar Gaivão). Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de recurso interposto por SOLA S.A INDÚSTRIAS ALIMENTÍCIAS. ACORDAM os Membros da Sétima Câmara do Primeiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, NEGAR provimento ao recurso, nos termos do relatório e voto que passa a integrar o presente julgado. • CLÓVIS ALVES RESIDENTE FRAInICIS O D S VAZ GUIMARÃES RELATOR FORMALIZADO EM: 17 FEV 2003 ., Processo n° : 13727.000501/99-19 Acórdão n° : 107-06.920 Participaram, ainda, do presente julgamento, os conselheiros LUIZ MARTINS VALERO, NATANAEL MARTINS, FRANCISCO DE SALES RIBEIRO DE QUEIROZ, EDWAL GONÇALVES DOS SANTOS, NEICYR DE ALMEIDA e CARLOS ALBERTO 1GONÇALVES NUNES. ff o 1 2 ., I Processo n° : 13727.000501/99-19 Acórdão n° : 107-06.920 Recurso n° : 128.373 Recorrente : SOLA S.A INDÚSTRIAS ALIMENTÍCIAS. , RELATÓRIO 1 Trata o presente de recurso voluntário da pessoa jurídica nomeada à epígrafe que se insurge contra decisão prolatada pelo Sr. Delegado da Delegacia da Receita Federal de Julgamento no Rio de Janeiro-RJ. A peça recursal (fis. 96 a 118) diz, resumidamente, o seguinte: Preliminarmente, alega que a acusação foi capitulada no art. 2 da lei n° 7.689/88, no art. 58 da Lei n°8.981/95 e arts. 12 e 16 da Lei n°9 065/95. A limitação da base de cálculo negativa somente foi introduzida pelo art. 58 da Lei n° 8.981/95, alterada pela Lei n° 9.065 e, em assim sendo, há violação ao princípio da anterioridade. Quanto ao mérito, diz que se o autuante tivesse procedido a recomposição do lucro real nos exercícios citados, partindo dos ajustes definidos em lei e em sua norma regulamentadora complementar tributável, se houvesse, seria infinitamente menor que o apurado, já que o excedente do prejuízo compensado no ano de 1995 seria compensável no ano seguinte, e assim sucessivamente. Insurge-se contra a aplicação da multa e da taxa SELIC para excluí-las caso remanesça alguma parcela do crédito tributário lançado. Conclui requerendo a reforma da decisão singular. É o Relatório.W _ , 3 ., Processo n° : 13727.000501/99-19 Acórdão n° : 107-06.920 VOTO Conselheiro FRANCISCO DE ASSIS VAZ GUIMARÃES, Relator No julgamento do RE 232.084/SP, em 04.04.2000, que teve como relator o Exmo. Sr. Ministro limar Gaivão, o pretório excelso decidiu que "não ofende o princípio da irretroatividade das leis a aplicação, no cálculo do imposto de renda da pessoa jurídica referente ao exercício de 1994, da Medida Provisória 812, publicada no Diário Oficial da União de 31.12.94 (convertida na Lei n°8.981/95), que limita em 30% a parcela dos prejuízos verificados em exercícios anteriores para efeito de dedução do lucro real apurado (MP 812/94, art. 42). Todavia, a majoração da contribuição social incidente sobre o lucro das empresas, também prevista na MP 812/94 (art. 58), não pode alcançar o balanço de 31.12.94, uma vez que está sujeita ao princípio da anterioridade nonagesimal. I Quanto a multa e a taxa SELIC há que se destacar que, para os fatos ocorridos a partir de 1995, a exigência dos juros de mora (equivalentes a taxa referencial SELIC) está fundamentada no art. 13, da Lei n° 9.065/95 e a multa de ofício de 75% está alicerçada no art. 4, inciso I, da Lei n° 8.218, de 29 de agosto de 1991. Daí a procedência. Assim, adotando, como adoto, o decidido no Recurso Extraordinário acima transcrito, teremos como corolário a total procedência da exigência fiscal vergastada. g _ 4 Processo n° : 13727.000501/99-19 Acórdão n° : 107-06.920 Por todo o exposto, tomo conhecimento do recurso pelo fato do mesmo atender aos requisitos de sua admissibilidade ao mesmo tempo em que lhe nego provimento. É como voto. Sala das Sessões - DF, em 05 de Dezembro de 2002.g n FRA Cl C • • • -IS V G IMARÃES 5 Page 1 _0025900.PDF Page 1 _0026000.PDF Page 1 _0026100.PDF Page 1 _0026200.PDF Page 1

score : 1.0
4712105 #
Numero do processo: 13710.001934/99-17
Turma: Primeira Turma Ordinária da Quarta Câmara da Primeira Seção
Câmara: Quarta Câmara
Seção: Primeira Seção de Julgamento
Data da sessão: Wed Mar 21 00:00:00 UTC 2001
Data da publicação: Wed Mar 21 00:00:00 UTC 2001
Ementa: IRPF - MULTA POR ATRASO NA ENTREGA DA DECLARAÇÃO DE RENDIMENTOS - O instituto da denúncia espontânea não alberga a prática de ato puramente formal do contribuinte de entregar, com atraso, a declaração de rendimentos porquanto as responsabilidades acessórias autônomas, sem qualquer vínculo direto com a existência do fato gerador dos tributos, não estão alcançadas pelo art. 138, do CTN. Recurso negado.
Numero da decisão: 106-11803
Decisão: Por maioria de votos, NEGAR provimento ao recurso. Vencidos os Conselheiros Orlando José Gonçalves Bueno e Wilfrido Augusto Marques.
Nome do relator: Edison Carlos Fernandes

toggle explain
    
1.0 = *:*

  
toggle all fields
dt_index_tdt : Fri Oct 08 01:09:55 UTC 2021

anomes_sessao_s : 200103

camara_s : Quarta Câmara

ementa_s : IRPF - MULTA POR ATRASO NA ENTREGA DA DECLARAÇÃO DE RENDIMENTOS - O instituto da denúncia espontânea não alberga a prática de ato puramente formal do contribuinte de entregar, com atraso, a declaração de rendimentos porquanto as responsabilidades acessórias autônomas, sem qualquer vínculo direto com a existência do fato gerador dos tributos, não estão alcançadas pelo art. 138, do CTN. Recurso negado.

turma_s : Primeira Turma Ordinária da Quarta Câmara da Primeira Seção

dt_publicacao_tdt : Wed Mar 21 00:00:00 UTC 2001

numero_processo_s : 13710.001934/99-17

anomes_publicacao_s : 200103

conteudo_id_s : 4194354

dt_registro_atualizacao_tdt : Sun May 05 00:00:00 UTC 2013

numero_decisao_s : 106-11803

nome_arquivo_s : 10611803_124089_137100019349917_005.PDF

ano_publicacao_s : 2001

nome_relator_s : Edison Carlos Fernandes

nome_arquivo_pdf_s : 137100019349917_4194354.pdf

secao_s : Primeira Seção de Julgamento

arquivo_indexado_s : S

decisao_txt : Por maioria de votos, NEGAR provimento ao recurso. Vencidos os Conselheiros Orlando José Gonçalves Bueno e Wilfrido Augusto Marques.

dt_sessao_tdt : Wed Mar 21 00:00:00 UTC 2001

id : 4712105

ano_sessao_s : 2001

atualizado_anexos_dt : Fri Oct 08 09:30:24 UTC 2021

sem_conteudo_s : N

_version_ : 1713043356364308480

conteudo_txt : Metadados => date: 2009-08-26T16:51:52Z; pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.6; pdf:docinfo:title: ; xmp:CreatorTool: CNC PRODUÇÃO; Keywords: ; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; subject: ; dc:creator: CNC Solutions; dcterms:created: 2009-08-26T16:51:52Z; Last-Modified: 2009-08-26T16:51:52Z; dcterms:modified: 2009-08-26T16:51:52Z; dc:format: application/pdf; version=1.6; Last-Save-Date: 2009-08-26T16:51:52Z; pdf:docinfo:creator_tool: CNC PRODUÇÃO; access_permission:fill_in_form: true; pdf:docinfo:keywords: ; pdf:docinfo:modified: 2009-08-26T16:51:52Z; meta:save-date: 2009-08-26T16:51:52Z; pdf:encrypted: false; modified: 2009-08-26T16:51:52Z; cp:subject: ; pdf:docinfo:subject: ; Content-Type: application/pdf; pdf:docinfo:creator: CNC Solutions; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; creator: CNC Solutions; meta:author: CNC Solutions; dc:subject: ; meta:creation-date: 2009-08-26T16:51:52Z; created: 2009-08-26T16:51:52Z; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 5; Creation-Date: 2009-08-26T16:51:52Z; pdf:charsPerPage: 1330; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; meta:keyword: ; Author: CNC Solutions; producer: CNC Solutions; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: CNC Solutions; pdf:docinfo:created: 2009-08-26T16:51:52Z | Conteúdo => • MINISTÉRIO DA FAZENDA .11W PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES > SEXTA CÂMARA Processo n°. : 13710.001934/99-17 Recurso n°. : 124.089 Matéria: : IRPF - Ex(s): 1999 Recorrente : RICARDO ROCHA MARTINELLI Recorrida : DRJ no RIO DE JANEIRO - RJ Sessão de : 21 DE MARÇO DE 2001 Acórdão n°. : 106-11.803 IRPF - MULTA POR ATRASO NA ENTREGA DA DECLARAÇÃO DE RENDIMENTOS - O instituto da denúncia espontânea não alberga a prática de ato puramente formal do contribuinte de entregar, com atraso, a declaração de rendimentos porquanto as responsabilidades acessórias autónomas, sem qualquer vinculo direto com a existência do fato gerador do tributos, não estão alcançadas pelo art. 138, do CTN. Recurso negado. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de recurso interposto por RICARDO ROCHA MARTINELLI. ACORDAM os Membros da Sexta Câmara do Primeiro Conselho de Contribuintes, por maioria de votos, NEGAR provimento ao recurso, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado. Vencidos os Conselheiros Orlando José Gonçalves Bueno e Wilfrido Augusto Marques. 2P-/Y ZenACY NO UE MARTINS MORAIS PRESIDENTE Adra C :Mane-• ~4 'Pel!lirA Islb ES RE OR FORMALIZADO EM: 28 MAI 2001 Participaram, ainda, do presente julgamento, os Conselheiros SUELI EFIGÉNIA MENDES DE BRITTO, ROMEU BUENO DE CAMARGO, THAISA JANSEN PEREIRA e LUIZ ANTONIO DE PAULA. MINISTÉRIO DA FAZENDA PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES Processo n°. : 13710.001934/99-17 Acórdão n°. : 106-11.803 Recurso n°. : 124.089 Recorrente : RICARDO ROCHA MARTINELLI RELATÓRIO O presente recurso voluntário tem por objeto o questionamento da imposição de multa em decorrência da entrega em atraso da Declaração do Imposto de Renda das Pessoas Físicas — DIR/PF, referente ao exercício de 1999. O Recorrente argumenta, basicamente, que a multa deve ser afastada, haja vista que houve denúncia espontânea, nos termos do artigo 138 do Código Tributário Nacional. Vez que denegado os seus pedidos anteriores, o Recorrente apresenta Recurso Voluntário com os mesmos fundamentos. É o Relatório. 2 MINISTÉRIO DA FAZENDA PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES Processo n°. : 13710.001934/99-17 Acórdão n°. : 106-11.803 VOTO Conselheiro EDISON CARLOS FERNANDES, Relator Uma vez que tempestivo e presentes os demais requisitos de admissibilidade tomo conhecimento do presente recurso. Realmente o Recorrente adiantou-se às autoridades fiscais no cumprimento do dever instrumental ("obrigação acessória") de entrega da Declaração do Imposto de Renda, o que demonstra a denúncia espontânea. Sendo assim, seria aplicável o disposto no artigo 138 do Código Tributário Nacional, que assim preceitua: "Art. 138. A responsabilidade é excluída pela denúncia espontânea da infração, acompanhada, se for o caso, do pagamento do tributo devido e dos juros de mora, ou do depósito da importância arbitrada pela autoridade administrativa, quando o montante do tributo dependa de apuração. Parágrafo único. Não se considera espontânea a denúncia apresentada após o inicio de qualquer procedimento administrativo ou medida de fiscalização, relacionados com a infração." Com relação à aplicação desse dispositivo ao caso concreto ora em exame, não se alegue a distinção entre multa punitiva e multa moratória, porque essa discussão encontra-se superada, inclusive no Supremo Tribunal Federal — STF, que assim decidiu no Recurso Extraordinário n.° 79.625/SP: 3 MINISTÉRIO DA FAZENDA PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES Processo n°. : 13710.001934/99-17 Acórdão n°. : 106-11.803 "EMENTA: ( ... ) ( .-. ) A partir do Código Tributário Nacional, Lei n.° 5.172, de 25.10.1966, não há como se distinguir entre multa moratória e administrativa. Para a indenização da mora são previstos juros e correção monetária." Também o Superior Tribunal de Justiça — STJ hoje é pacifico no sentido de exonerar do pagamento da multa o contribuinte que regulariza sua situação antes da ação do Fisco, ou seja, denuncia-se espontaneamente. Isso é o que demonstra exemplo de acórdãos da Primeira Turma e da Segunda Turma desse E. Tribunal, respectivamente: "Tributário. Denúncia Espontânea. Multa Indevida (Art. 138, CTN). 1. Sem antecedente procedimento administrativo descabe a imposição de multa. Exigi-Ia, seda desconsiderar o voluntário saneamento da falta, malferindo o fim inspirador da denúncia espontânea e animando o contribuinte a permanecer na indesejada via da impontualidade, comportamento prejudicial à arrecadação da receita tributária, principal objetivo da atividade fiscal. 2.Precedentes iterativos. 3.Recurso provido." (REsp. n.° 272.443/SP; relator Min. Milton Luiz Pereira) "TRIBUTÁRIO. IRPJ. ATRASO DA DECLARAÇÃO. DENÚNCIA ESPONTÂNEA. MULTA MORATÓRIA. DES CABIMENTO. ART. 138- CTN. PRECEDENTES. 1.O art. 138-CTN afasta a responsabilidade do contribuinte quando denunciada, espontaneamente, a infração antes de qualquer procedimento administrativo do Fisco, sendo incabível a aplicação da denominada "multa moratória". 2.Recurso especial conhecido, porém, improvido." (REsp. n.° 208.101/PR; relator Min. Francisco Peçanha Martins) No mesmo sentido, o próprio Supremo Tribunal Federal — STF já \ decidiu, no Recurso Extraordinário n.° 106.068/SP, relatado pelo Min. Rafael Mayer: 4 MINISTÉRIO DA FAZENDA PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES Processo n°. : 13710.001934/99-17 Acórdão n°. : 106-11.803 - ISS. INFRACAO. MORA. DENUNCIA ESPONTANEA. MULTA MORATORIA.EXONERACAO. ART. 138 DO CTN.0 CONTRIBUINTE DO ISS, QUE DENÚNCIA ESPONTANEAMENTE AO FISCO, O SEU DÉBITO EM ATRASO, RECOLHIDO O MONTANTE DEVIDO, COM JUROS DE MORA E CORREÇÃO MONETÁRIA, ESTA EXONERADO DA MULTA MORATÓRIA, NOS TERMOS DO ART. 138 DO CTN.RECURSO EXTRAORDINÁRIO NÃO CONHECIDO. Entretanto, diferente tem sido o entendimento reiterado desta Colenda Sexta Câmara, a qual não tem aceito a aplicação do art. 138 do CTN no caso de atraso na entrega da Declaração de Rendimentos. Nesse sentido, da mesma forma, tem sido a orientação atual da Câmara Superior de Recursos Fiscais, manifestada no Acórdão CSRF 01-03.189, prolatado na Sessão de 4 de dezembro de 2000. Diante do exposto, ressalvando a posição dos Tribunais Superiores acima transcritas, e especialmente considerando a decisão reiterada das Colendas Sexta Câmara e Câmara Superior de Recursos Fiscais, acompanho esses posicionamentos e julgo IMPROCEDENTE o presente Recurso, para o fim de manter a cobrança de multa em decorrência da entrega em atraso da Declaração de Imposto de Renda. Sala das Sessões - DF, em 21 de março de 2001 • FERNANDES Page 1 _0001600.PDF Page 1 _0001700.PDF Page 1 _0001800.PDF Page 1 _0001900.PDF Page 1

score : 1.0
4712493 #
Numero do processo: 13738.000253/99-88
Turma: Terceira Câmara
Seção: Terceiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Wed Sep 10 00:00:00 UTC 2003
Data da publicação: Wed Sep 10 00:00:00 UTC 2003
Ementa: EXCLUSÃO. PGFN. DÉBITO INSCRITO. Tendo restado provada a inscrição da empresa na Divida Ativa da União antes da opção pelo SIMPLES, é válida a sua exclusão de tal regime de tributação. RECURSO VOLUNTÁRIO DESPROVIDO.
Numero da decisão: 303-30.923
Decisão: ACORDAM os Membros da Terceira Câmara do Terceiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, negar provimento ao recurso voluntário, na forma do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado.
Nome do relator: Anelise Daudt Prieto

toggle explain
    
1.0 = *:*

  
toggle all fields
dt_index_tdt : Fri Oct 08 01:09:55 UTC 2021

anomes_sessao_s : 200309

ementa_s : EXCLUSÃO. PGFN. DÉBITO INSCRITO. Tendo restado provada a inscrição da empresa na Divida Ativa da União antes da opção pelo SIMPLES, é válida a sua exclusão de tal regime de tributação. RECURSO VOLUNTÁRIO DESPROVIDO.

turma_s : Terceira Câmara

dt_publicacao_tdt : Wed Sep 10 00:00:00 UTC 2003

numero_processo_s : 13738.000253/99-88

anomes_publicacao_s : 200309

conteudo_id_s : 4404094

dt_registro_atualizacao_tdt : Mon Mar 06 00:00:00 UTC 2017

numero_decisao_s : 303-30.923

nome_arquivo_s : 30330923_125101_137380002539988_005.PDF

ano_publicacao_s : 2003

nome_relator_s : Anelise Daudt Prieto

nome_arquivo_pdf_s : 137380002539988_4404094.pdf

secao_s : Terceiro Conselho de Contribuintes

arquivo_indexado_s : S

decisao_txt : ACORDAM os Membros da Terceira Câmara do Terceiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, negar provimento ao recurso voluntário, na forma do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado.

dt_sessao_tdt : Wed Sep 10 00:00:00 UTC 2003

id : 4712493

ano_sessao_s : 2003

atualizado_anexos_dt : Fri Oct 08 09:30:29 UTC 2021

sem_conteudo_s : N

_version_ : 1713043356369551360

conteudo_txt : Metadados => date: 2009-08-07T12:17:14Z; pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.6; pdf:docinfo:title: ; xmp:CreatorTool: CNC PRODUÇÃO; Keywords: ; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; subject: ; dc:creator: CNC Solutions; dcterms:created: 2009-08-07T12:17:14Z; Last-Modified: 2009-08-07T12:17:14Z; dcterms:modified: 2009-08-07T12:17:14Z; dc:format: application/pdf; version=1.6; Last-Save-Date: 2009-08-07T12:17:14Z; pdf:docinfo:creator_tool: CNC PRODUÇÃO; access_permission:fill_in_form: true; pdf:docinfo:keywords: ; pdf:docinfo:modified: 2009-08-07T12:17:14Z; meta:save-date: 2009-08-07T12:17:14Z; pdf:encrypted: false; modified: 2009-08-07T12:17:14Z; cp:subject: ; pdf:docinfo:subject: ; Content-Type: application/pdf; pdf:docinfo:creator: CNC Solutions; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; creator: CNC Solutions; meta:author: CNC Solutions; dc:subject: ; meta:creation-date: 2009-08-07T12:17:14Z; created: 2009-08-07T12:17:14Z; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 5; Creation-Date: 2009-08-07T12:17:14Z; pdf:charsPerPage: 1085; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; meta:keyword: ; Author: CNC Solutions; producer: CNC Solutions; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: CNC Solutions; pdf:docinfo:created: 2009-08-07T12:17:14Z | Conteúdo => • r * MINISTÉRIO DA FAZENDA TERCEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES TERCEIRA CÂMARA PROCESSO N° : 13738.000253/99-88 SESSÃO DE : 10 de setembro de 2003 ACÓRDÃO N° : 303-30.923 RECURSO N° : 125.101 RECORRENTE : HAPYDIAS DE FRIBURGO COM. E DIST. DE PRODUTOS FARM. E COSM. LTDA RECORRIDA : DRI/R10 DE JANEIRO/RJ EXCLUSÃO. PGFN. DÉBITO INSCRITO. Tendo restado provada a inscrição da empresa na Divida Ativa da União antes da opção pelo SIMPLES, é válida a sua exclusão de tal regime de tributação. • RECURSO VOLUNTÁRIO DESPROVIDO. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. ACORDAM os Membros da Terceira Câmara do Terceiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, negar provimento ao recurso voluntário, na forma do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado. Brasília-DF, em 10 de setembro de 2003 JOÃO • LANDA COSTA Presi nte • rti 6 OUT 20C3 ANELISE DA DT PRIET Relatora Participaram, ainda, do presente julgamento, os seguintes Conselheiros: ZENALDO LOIBMAN, IRINEU BIANCHI, CARLOS FERNANDO FIGUEIREDO BARROS, PAULO DE ASSIS, NILTON LUIZ BARTOLI e FRANCISCO MARTINS LEITE CAVALCANTE. une . • . MINISTÉRIO DA FAZENDA TERCEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES TERCEIRA CÂMARA RECURSO N° : 125.101 ACÓRDÃO N° : 303-30.923 RECORRENTE : HAPYDIAS DE FRIBURGO COM. E DIST. DE PRODUTOS FARM. E COSM. LTDA RECORRIDA : DRJ/R10 DE JANEIRO/RJ RELATORA : ANELISE DAUDT PRIETO RELATÓRIO Adoto o relatório da decisão recorrida, verbis: "Trata o presente processo de impugnação de fl. 01 ao indeferimento da Solicitação de Revisão de Exclusão da Opção pelo • SIMPLES (SRS) de fls. 03/04, tendo em vista a interessada não concordar com a exclusão deste regime de tributação e ter alegado, em síntese: a) haver quitado débito do processo com inscrição n° 70588000270-60, tendo sido apresentada a certidão negativa de débito junto ao INSS (fl. 07); b) ficou surpresa em haver constado débito junto à Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), juntando certidão negativa de fl. 06, datada de 10 de maio de 1999, em relação à empresa. 2. De acordo com documento de fl. 21, foi solicitado à DRF Niterói a juntada do Ato Declaratório que ensejou a exclusão da interessada do SIMPLES e, se as pendências decorressem de dívidas junto ao INSS ou PGFN, que fosse esclarecido a quem se referiam (se à empresa e/ou sócios), qual o débito e em que data e período de vencimento. • 3. Juntado Edital de fls. 23/24, do qual constou pendências da empresa junto ao INSS e da empresa e/ou sócios junto à PGFN, bem como juntadas certidões negativas obtidas na Internet, site da PGFN, quanto aos sócios (fls. 27 e 28). 4 Em razão de a pesquisa quanto à empresa, na Internet, haver sido no sentido de não se poder obter a certidão negativa de débitos (fl. 31), a autoridade julgadora da DRJ/RJ a fl. 32 solicitou à PGFN informações se havia débitos inscritos em nome da interessada. 5. A PGFN, tendo juntado os documentos de fls. 34 a 37, informou a fl. 37 verso que existiam duas inscrições, ambas parceladasARP 2 .. MINISTÉRIO DA FAZENDA TERCEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES TERCEIRA CÂMARA RECURSO N° : 125.101 ACÓRDÃO N° : 303-30.923 6. É o relatório." A decisão de primeira instância encontra-se assim ementada: "Assunto: Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte - Simples Exercício: 1999 Ementa: EXCLUSÃO. PGFN. DÉBITO INSCRITO. IIII Tendo restado provada a inscrição do contribuinte na Dívida Ativa da União antes da opção pelo SIMPLES, é válido o ato administrativo que declarou a exclusão de tal regime de tributação. Solicitação Indeferida. No recurso voluntário, a empresa aduz que: a-) ao tomar ciência do ato declaratório 82.010, onde constavam as pendências, de pronto providenciou as suas quitações; b-) ficou surpresa com a decisão, pois apenas deu aos documentos emitidos pelo órgãos competentes a importância e veracidade que os mesmos possuem por serem documentos públicos e possuindo, portanto, fé pública; c-) em certidão negativa a PGFN, em 10/05/1999 atestou não haver débitos inscritos até aquela data em nome da contribuinte, ressalvado o direito de inscrever e cobrar as dívidas que vierem a ser cobradas. Como pode, então, vir anos 010 mais tarde afirmar que existem duas inscrições, já parceladas, uma de 30/04/93 e outra de 30/11/95? d-) anexa certidões obtidas junto à SRF, ao INSS e à PGFN, que comprovariam que não haviam outros débitos inscritos na época do pedido de revisão, assim como à época do recurso. É o relatóriotep 3 MINISTÉRIO DA FAZENDA TERCEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES TERCEIRA CÂMARA RECURSO N° : 125.101 ACÓRDÃO N° : 303-30.923 VOTO Conheço do recurso, que trata de matéria de competência deste Colegiado e é tempestivo. Poderia causar espécie o fato de constarem do processo: a-) a Certidão Negativa emitida pela PGFN (fl. 06), atestando nada existir, em 10/05/1999, em nome da recorrente; b-) a informação da PGFN de que existiam débitos, inscritos em • 30/04/1993 e 30/11/1995 e parcelados em 06/06/2001 (fls. 34 a 37), aliada à Certidão quanto à Dívida Ativa da União Positiva com Efeito de Negativa de fl. 62, em que é informada a existência de parcelamentos formalizados em 07/06/2001. Se nada existia em 10/05/1999, como se explica a informação sobre débitos inscritos em 1994 e 1995 e que só foram parcelados em 2001? Porém, verifica-se que não se trata exatamente dos mesmos números de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas, ou seja, as certidões referem- se a estabelecimentos diversos da mesma empresa. Restou claro, então, que a empresa tinha débito inscrito em dívida ativa à data da exclusão em discussão. A Lei n°9.317, de 1996 determinou, em seu art. 90, inciso XV, que: • Art. 9° - Não poderá optar pelo SIMPLES, a pessoa jurídica: (...) XV — que tenha débito inscrito em Dívida Ativa da União ou do Instituto Nacional do Seguro Social — INSS, cuja exigibilidade não esteja suspensa;" É o que ocorreu no presente caso. Portanto, o ato declaratório está legalmente respaldado e deve ser mantido. À vista do exposto, nego provimento ao recurso voluntário. Sala das Sessões, em 10 de setembro de 2003 ANELISE DAUDT PRIETO - Relatora 4 . , • . A- MINISTÉRIO DA FAZENDA• sY TERCEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES TERCEIRA CÂMARA_ Processo n°:13738.000253/99-88 Recurso n.°: 125.101 TERMO DE INTIMAÇÃO Em cumprimento ao disposto no parágrafo 2° do artigo 44 do • Regimento Interno dos Conselhos de Contribuintes, fica o Sr. Procurador Representante da Fazenda Nacional junto à Terceira Câmara, intimado a tomar ciência do Acórdão n° 303.30.923. Brasília - DF 14 de outubro 2003 João Holanda Costa Presidente da Terceira Câmara Ciente em: ) 6,1 D . 219 Q3 go tope " :tontebou Page 1 _0004700.PDF Page 1 _0004800.PDF Page 1 _0004900.PDF Page 1 _0005000.PDF Page 1

score : 1.0
4712576 #
Numero do processo: 13739.000642/94-43
Turma: Primeira Câmara
Seção: Segundo Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Tue Apr 17 00:00:00 UTC 2001
Data da publicação: Tue Apr 17 00:00:00 UTC 2001
Ementa: FINSOCIAL - RESTITUIÇÃO - PEDIDO DE COMPENSAÇÃO POSTERIOR - A IN SRF Nº 21/97, no artigo 12, § 4º, admite a apresentação de pedido de compensação posterior, constante do processo diverso, fica sem efeito a restituição anterior. Recurso negado.
Numero da decisão: 201-74457
Decisão: Por unanimidade de votos, negou-se provimento ao recurso.
Nome do relator: Antônio Mário de Abreu Pinto

toggle explain
    
1.0 = *:*

  
toggle all fields
dt_index_tdt : Fri Oct 08 01:09:55 UTC 2021

anomes_sessao_s : 200104

ementa_s : FINSOCIAL - RESTITUIÇÃO - PEDIDO DE COMPENSAÇÃO POSTERIOR - A IN SRF Nº 21/97, no artigo 12, § 4º, admite a apresentação de pedido de compensação posterior, constante do processo diverso, fica sem efeito a restituição anterior. Recurso negado.

turma_s : Primeira Câmara

dt_publicacao_tdt : Tue Apr 17 00:00:00 UTC 2001

numero_processo_s : 13739.000642/94-43

anomes_publicacao_s : 200104

conteudo_id_s : 4107825

dt_registro_atualizacao_tdt : Sun May 05 00:00:00 UTC 2013

numero_decisao_s : 201-74457

nome_arquivo_s : 20174457_111774_137390006429443_003.PDF

ano_publicacao_s : 2001

nome_relator_s : Antônio Mário de Abreu Pinto

nome_arquivo_pdf_s : 137390006429443_4107825.pdf

secao_s : Segundo Conselho de Contribuintes

arquivo_indexado_s : S

decisao_txt : Por unanimidade de votos, negou-se provimento ao recurso.

dt_sessao_tdt : Tue Apr 17 00:00:00 UTC 2001

id : 4712576

ano_sessao_s : 2001

atualizado_anexos_dt : Fri Oct 08 09:30:30 UTC 2021

sem_conteudo_s : N

_version_ : 1713043356372697088

conteudo_txt : Metadados => date: 2009-10-21T11:55:25Z; pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.6; pdf:docinfo:title: ; xmp:CreatorTool: CNC PRODUÇÃO; Keywords: ; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; subject: ; dc:creator: CNC Solutions; dcterms:created: 2009-10-21T11:55:25Z; Last-Modified: 2009-10-21T11:55:25Z; dcterms:modified: 2009-10-21T11:55:25Z; dc:format: application/pdf; version=1.6; Last-Save-Date: 2009-10-21T11:55:25Z; pdf:docinfo:creator_tool: CNC PRODUÇÃO; access_permission:fill_in_form: true; pdf:docinfo:keywords: ; pdf:docinfo:modified: 2009-10-21T11:55:25Z; meta:save-date: 2009-10-21T11:55:25Z; pdf:encrypted: false; modified: 2009-10-21T11:55:25Z; cp:subject: ; pdf:docinfo:subject: ; Content-Type: application/pdf; pdf:docinfo:creator: CNC Solutions; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; creator: CNC Solutions; meta:author: CNC Solutions; dc:subject: ; meta:creation-date: 2009-10-21T11:55:25Z; created: 2009-10-21T11:55:25Z; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 3; Creation-Date: 2009-10-21T11:55:25Z; pdf:charsPerPage: 1169; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; meta:keyword: ; Author: CNC Solutions; producer: CNC Solutions; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: CNC Solutions; pdf:docinfo:created: 2009-10-21T11:55:25Z | Conteúdo => • Mi:- Segundo Conselho de Contribuintes Publisc4orzo Diário Oficial da Ur.i410 de (). I cá I D0.1 Rubrica MINISTÉRIO DA FAZENDA " SEGUNDO CONSELHO DE CONTRIBUINTES Processo : 13739.000642/94-43 Acórdão : 201-74.457 Sessão : 17 de abril de 2001 Recurso : 111.774 Recorrente : MOBILITÁ — COMÉRCIO INDÚSTRIA E REPRESENTAÇÕES LTDA. Recorrida : DRJ no Rio de Janeiro - RJ FINSOCIAL — RESTITUIÇÃO — PEDIDO DE COMPENSAÇÃO POSTERIOR — A IN SRF n° 21/97, no artigo 12, § 4°, admite a apresentação de pedido de compensação posterior, constante do processo diverso, fica sem efeito a restituição anterior. Recurso negado. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos do recurso interposto por: MOBILITÁ — COMÉRCIO INDÚSTRIA E REPRESENTAÇÕES LTDA. ACORDAM os Membros da Primeira Câmara do Segundo Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, em negar provimento ao recurso. Sala das Sessões, em 17 de abril de 2001 Jorge Freire PresideN 4F• Antonio Máàla - Abreu Pinto Relator Participaram, ainda, do presente julgamento os Conselheiros Luiza Helena Galante de Moraes, Rogério Gustavo Dreyer, Serafim Fernandes Corrêa, José Roberto Vieira, Gilberto Cassuli e Sérgio Gomes Venoso. Eaal/ovrs 1 • NIIINISTÉRIO DA FAZENDA ‘;Pe SEGUNDO CONSELHO DE CONTRIBUINTES Processo : 13739.000642/94-43 Acórdão : 201-74.457 Recurso : 111.774 Recorrente : IMOBILITÁ — COMÉRCIO INDÚSTRIA E REPRESENTAÇÕES LTDA. RELATÓRIO Trata-se de Recurso Voluntário interposto em 21/07/1999 contra a Decisão n.° 399/99 (fls. 64 a 66) proferida pela liRJ no Rio de Janeiro - RJ referente ao pedido de RESTITUIÇÃO de parcelas pagas a maior relativas à Contribuição para o FINSOCIAL, devida a majoração da aliquota ter sido declarada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal. A Delegacia da Receita Federal em Niterói - Ri indeferiu o pedido de compensação, alegando que as decisões judiciais somente produzirão seus efeitos em relação às partes integrantes do processo judicial, e que a decisão que julgou inconstitucionais as majorações de aliquota é de interesse de outra empresa, não sendo extensiva à Recorrente. Inconformada com a decisão supramencionada, a Recorrente impugnou-a, alegando que o pleito foi efetuado de acordo com a decisão de inconstitucionalidade do Supremo Tribunal Federal oque tem natureza erga omries, já que ato inconstitucional é inexistente, nulo ou anulável. A DRJ no Rio de Janeiro - RJ julgou a solicitação improcedente diante da apresentação de pedido de compensação, fica sem efeito a solicitação da restituição. Em seu Recurso Voluntário, a Recorrente, no intuito de complementar os elementos necessários para melhor exame do que é pleiteado, anexa alguns documentos. A_ Recorrente, ainda, esclarece que deixa de apresentar os livros contábeis em função de Extravio devido a um incêndio ocorrido no local onde estavam arquivados, anexando os documentos comprobatórios do ocorrido. Diante disto, requer que o Egrégio Segundo Conselho de Contribuintes reforme a decisão, ora recorrida. É o elatório. 2 Ov= -... .. .;:e.:.--.4, .• MIINISTÉRIO DA FAZENDA SEGUNDO CONSELHO DE CONTRIBUINTES •• • 'f".. .<4á, i'. .:,:r • . ;."",--:' Processo : 13739.000642/94-43 Acórdão : 201-74.457 VOTO DO CONSELHEIRO-RELATOR ANTONIO MÁRIO DE ABREU PINTO O Recurso é tempestivo, dele tomo conhecimento. Correta a decisão recorrida visto que a IN SRF n° 21/97, no artigo 12, § 40, admite a apresentação de pedido de compensação posterior, constante de outro Processo de n° 13739.00251/97-07, processado em autos apartados, ficando sem efeito o pedido de restituição anterior constante do presente processo. O Recurso apresentado não contesta os termos da decisão recorrida. A Recorrente, simplesmente, anexa alguns documentos no intuito de complementar os elementos necessários para melhor exame do que é pleiteado. A Recorrente, ainda, no recurso, esclarece que deixa de apresentar os livros contábeis em função de extravio, devido a um incêndio ocorrido no local onde estavam arquivados. Pelo exposto, vé , o selo não provimento do recurso. .1) t\ Sala das Sessões, -m 7\de abril de 2001 , n,4 n N, , \À ANTONIO • ',, 04 DË ABREU PINTO \ 3

score : 1.0
4709869 #
Numero do processo: 13682.000027/2001-10
Turma: Sexta Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Thu Sep 16 00:00:00 UTC 2004
Data da publicação: Thu Sep 16 00:00:00 UTC 2004
Ementa: IRPF - OMISSÃO DE RENDIMENTOS - Restando plenamente configurada a declaração inexata por parte do contribuinte, acarretando em conseqüência, a omissão de rendimentos deve ser mantida a exigência fiscal. GLOSA DE DESPESAS ODONTOLÓGICAS - Somente admite-se a dedução de despesas odontológicas aquelas devidamente comprovadas por documentação hábil e idônea nos termos da lei, não havendo previsão legal de retificação das informações prestadas na Declaração de Ajuste, após o início do procedimento de fiscalização. Recurso negado.
Numero da decisão: 106-14.195
Decisão: ACORDAM os Membros da Sexta Câmara do Primeiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, NEGAR provimento ao recurso, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado.
Matéria: IRPF- auto de infração eletronico (exceto multa DIRPF)
Nome do relator: Romeu Bueno de Camargo

toggle explain
    
1.0 = *:*

  
toggle all fields
materia_s : IRPF- auto de infração eletronico (exceto multa DIRPF)

dt_index_tdt : Fri Oct 08 01:09:55 UTC 2021

anomes_sessao_s : 200409

ementa_s : IRPF - OMISSÃO DE RENDIMENTOS - Restando plenamente configurada a declaração inexata por parte do contribuinte, acarretando em conseqüência, a omissão de rendimentos deve ser mantida a exigência fiscal. GLOSA DE DESPESAS ODONTOLÓGICAS - Somente admite-se a dedução de despesas odontológicas aquelas devidamente comprovadas por documentação hábil e idônea nos termos da lei, não havendo previsão legal de retificação das informações prestadas na Declaração de Ajuste, após o início do procedimento de fiscalização. Recurso negado.

turma_s : Sexta Câmara

dt_publicacao_tdt : Thu Sep 16 00:00:00 UTC 2004

numero_processo_s : 13682.000027/2001-10

anomes_publicacao_s : 200409

conteudo_id_s : 4197870

dt_registro_atualizacao_tdt : Fri Nov 11 00:00:00 UTC 2016

numero_decisao_s : 106-14.195

nome_arquivo_s : 10614195_128641_13682000027200110_005.PDF

ano_publicacao_s : 2004

nome_relator_s : Romeu Bueno de Camargo

nome_arquivo_pdf_s : 13682000027200110_4197870.pdf

secao_s : Primeiro Conselho de Contribuintes

arquivo_indexado_s : S

decisao_txt : ACORDAM os Membros da Sexta Câmara do Primeiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, NEGAR provimento ao recurso, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado.

dt_sessao_tdt : Thu Sep 16 00:00:00 UTC 2004

id : 4709869

ano_sessao_s : 2004

atualizado_anexos_dt : Fri Oct 08 09:29:52 UTC 2021

sem_conteudo_s : N

_version_ : 1713043356377939968

conteudo_txt : Metadados => date: 2009-08-26T19:53:16Z; pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.6; pdf:docinfo:title: ; xmp:CreatorTool: CNC PRODUÇÃO; Keywords: ; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; subject: ; dc:creator: CNC Solutions; dcterms:created: 2009-08-26T19:53:16Z; Last-Modified: 2009-08-26T19:53:16Z; dcterms:modified: 2009-08-26T19:53:16Z; dc:format: application/pdf; version=1.6; Last-Save-Date: 2009-08-26T19:53:16Z; pdf:docinfo:creator_tool: CNC PRODUÇÃO; access_permission:fill_in_form: true; pdf:docinfo:keywords: ; pdf:docinfo:modified: 2009-08-26T19:53:16Z; meta:save-date: 2009-08-26T19:53:16Z; pdf:encrypted: false; modified: 2009-08-26T19:53:16Z; cp:subject: ; pdf:docinfo:subject: ; Content-Type: application/pdf; pdf:docinfo:creator: CNC Solutions; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; creator: CNC Solutions; meta:author: CNC Solutions; dc:subject: ; meta:creation-date: 2009-08-26T19:53:16Z; created: 2009-08-26T19:53:16Z; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 5; Creation-Date: 2009-08-26T19:53:16Z; pdf:charsPerPage: 1438; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; meta:keyword: ; Author: CNC Solutions; producer: CNC Solutions; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: CNC Solutions; pdf:docinfo:created: 2009-08-26T19:53:16Z | Conteúdo => MINISTÉRIO DA FAZENDA l'?)t ?=:•-, .0 PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES Wlsr- 41Mt-Y> SEXTA CÂMARA Processo n°. : 13682.000027/2001-10 Recurso n°. : 128.641 Matéria : IRPF - Ex(s): 2000 Recorrente : GUTEMBERG COSTA MONTEIRO Recorrida : DRJ em JUIZ DE FORA - MG Sessão de : 16 DE SETEMBRO DE 2004 Acórdão n°. : 106-14.195 IRPF - OMISSÃO DE RENDIMENTOS - Restando plenamente configurada a declaração inexata por parte do contribuinte acarretando, em conseqüência, a omissão de rendimentos deve ser mantida a exigência fiscal. GLOSA DE DESPESAS ODONTOLOGICAS - Somente admite-se a dedução de despesas odontológicas aquelas devidamente comprovadas por documentação hábil e idônea nos termos da lei, não havendo previsão legal de retificação das informações prestadas na Declaração de Ajuste, após o inicio do procedimento de fiscalização. Recurso negado. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de recurso interposto por GUTEMBERG COSTA MONTEIRO. ACORDAM os Membros da Sexta Câmara do Primeiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, NEGAR provimento ao recurso, nos termos do relatório e \ioft) que passa a integra o presente julgado. JOS / AMA iiROS PENHA PRESIDENTE 1.)", -OMEU BUENO DE C'dtGO RELATOR FORMALIZADO EM: 2 5 ST 2004 Participaram, ainda, do presente julgamento, os Conselheiros SUELI EFIGÊNIA MENDES DE BRITTO, LUIZ ANTONIO DE PAULA, GONÇALO BONET ALLAGE, ANA NEYLE OUMPIO HOLANDA, JOSÉ CARLOS DA MANA RIVITTI e WiLFRIDO AUGUSTO MARQUES. MINISTÉRIO DA FAZENDA PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES SEXTA CÂMARA Processo n° : 13682.000027/2001-10 Acórdão n° : 106-14.195 Recurso n°. : 128.641 Recorrente : GUTEMBERG COSTA MONTEIRO RELATÓRIO O contribuinte acima identificado, interpôs Recurso Voluntário perante este Conselho, requerendo a extinção do lançamento. Em 22/05/2001 foi lavrado o Auto de Infração exigindo o recolhimento do valor de R$ 2.834,90, valor este já acrescido de multa e juros, cálculo válido até 06/2001, relativo ao IRPF, referente ao EF 2000/AC 1999. O crédito tributário decorreu da constatação da omissão de rendimentos do trabalho com vinculo empregaticio recebidos do INSS, e por falta de comprovantes da dedução a titulo de despesas médicas. O embasamento legal é o seguinte: arts. 1 a 3, 6 da Lei n.° 7.713188; arts. 1 a 3 da Lei n.° 8.134/90; arts. 1, 3, 5, 6, 11 e 32 da Lei n.° 9.250/95; art. 21 da Lei n.° 9.532197; arts. 43 e 44 do RIR/99, Decreto n.° 3.000/99; art. 8, II, "a" e parágrafos 2 e 3 da Lei n.° 9.250/95; arts. 37 e 41 a 46 da IN SRF n.° 25/96. Não concordando com a exigência, o contribuinte apresentou impugnação, argumentando que recebera informações da PREVI de que nos comprovantes emitidos pela entidade já estariam inclusos os valores recebidos junto ao INSS. Solicita ainda que seja feita retificação no nome do beneficiário dos pagamentos declarados. A impugnação foi julgada em 04/11/2003, onde o lançamento foi julgado procedente em parte. Os fundamentos de tal decisão são os seguinte:....\ i 2 "»iPÇ MINISTÉRIO DA FAZENDA PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES SEXTA CÂMARA Processo n° : 13682.000027/2001-10 Acórdão n° : 106-14.195 a)Omissão de rendimentos Esclarece que de fato há convênio firmado entre o INSS e o Banco do Brasil com participação da PREVI, porém como bem salientou o informativo da PREVI o contribuinte deveria ainda acrescer o valor recebido fora do convênio, cuja diferença apurada pelo fisco é de R$ 1.563,28. b)Glosa de parte das despesas médicas O interesse de retificar o verdadeiro beneficiário das despesas médicas não tem amparo na legislação tributária, pois deseja ser feito após o procedimento de oficio, e ainda porque o fórum adequado seria a DRF que jurisdiciona o seu domicilio tributário. c)Multa por atraso na entrega da declaração Exonerou o contribuinte do pagamento da multa, pois efetuou a entrega da declaração no dia 29/04/2000, portanto dentro do prazo regulamentar. Em 26/01/2004, inconformado com a decisão da Delegacia da Receita Federal de Julgamento de Juiz de Fora - MG, o contribuinte interpôs tempestivamente Recurso Voluntário perante este Conselho, requerendo a extinção do lançamento, onde em prol de sua defesa evoca os mesmos argumentos da impugnação. -É o Relatório. 3 MINISTÉRIO DA FAZENDA sà, .); PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES SEXTA CÂMARA Processo n° : 13682.000027/2001-10 Acórdão n° : 106-14.195 VOTO Conselheiro ROMEU BUENO DE CAMARGO, Relator Conforme relatado, trata o presente processo de lançamento decorrente de suposta omissão de rendimentos apurada pela fiscalização, quando ao analisar a declaração do contribuinte acima identificado, relativa ao exercício de 2000, entendeu que fora omitido parte dos rendimentos recebidos do INSS. O recorrente afirma em seu recurso voluntário que não houve omissão, pois no comprovante de rendimentos emitidos pela PREVI já estavam incluídos os valores recebidos do INSS, por força de convênio firmado entre essas entidades. Da análise dos documentos juntados aos autos, constata-se que não procede a irresignação do Recorrente. Conforme destacado na decisão recorrida, restou confirmado que os rendimentos recebidos pelo recorrente do Instituto Nacional de Seguro Social, a título de aposentadoria por tempo de serviço, não foram incluídos integralmente nos demonstrativos de rendimentos emitidos pela PREVI, sendo certo que a própria entidade informa em carta enviada aos seus beneficiários que por força de convênio firmado com o INSS, os valores pagos por aquele instituto já constavam na documentação emitida pela PREVI, destacando, contudo, que as parcelas recebidas fora do convênio deveriam ser acrescidas ao valor total dos rendimentos por ela inforrnados. Verifica-se que após ter sido intimado, o contribuinte juntou aos autos os comprovantes mensais dos rendimentos recebidos pela PREVI durante todo o ano- calendário de 1999, no montante de R$ 29.225,55, onde é possível constatar que apenas no mês de dezembro foram incluídos os rendimentos pagos pelo INSS, além 4 f , MINISTÉRIO DA FAZENDA PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES SEXTA CÂMARA Processo n° : 13682.000027/2001-10 Acórdão n° : 106-14.195 disso, foi apresentado também, o comprovante de rendimentos pagos e de retenção do imposto de renda na fonte, emitido pelo Instituo Nacional de Seguro Social, que informa ter pago ao contribuinte no ano-calendário de 1999, a importância de R$ 9.138,30. Depreende-se assim, que o total de rendimentos recebidos pelo recorrente no ano de 1999 foi de R$ 38.363,85, ou seja, R$ 1.563,30 a mais do que informado em sua Declaração de Ajusta Anual, configurando, dessa forma, declaração inexata nos termos do art. 841, III do Regulamento do Imposto de Renda (Decreton° 3.000199), que justifica plenamente o lançamento objeto do presente recurso. Relativamente á glosa de despesas médicas, também não tem razão o recorrente, pois os comprovantes trazidos aos autos informam que os beneficiários dos pagamentos não são aqueles declarados pelo recorrente em sua declaração de ajuste e o pedido para que sejam admitidas as alterações dos itens 4 e 5 do campo 6 de sua declaração de ajuste não encontra amparo legal. Diante do exposto, pelas razões acima indicadas, entendendo que deva ser mantida integralmente a decisão recorrida, conheço do recurso por tempestivo e apresentado na forma da lei nego-lhe provimento. Sala das Sessões - DF, em 16 de setembro de 2004. dr # 4, ROMEU BUENO DE r • -GOAO / 5 Page 1 _0030000.PDF Page 1 _0030100.PDF Page 1 _0030200.PDF Page 1 _0030300.PDF Page 1

score : 1.0
4713359 #
Numero do processo: 13804.001689/00-12
Turma: Oitava Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Thu Dec 18 00:00:00 UTC 2008
Data da publicação: Thu Dec 18 00:00:00 UTC 2008
Ementa: Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica - IRPJ Ano-calendário: 1998 IRPJ - RESTITUIÇÃO - FALTA DE CONTABILIZAÇÃO DA RECEITA FINANCEIRA - Para que faça jus à restituição do saldo do IRPJ apurado na Declaração do Imposto de Renda Pessoa Jurídica, deve o contribuinte comprovar que escriturou o IR Fonte sobre aplicações financeiras em conta de Ativo Circulante, reconheceu como receita financeira o ganho auferido e documentalmente sua retenção. A falta de cumprimento de qualquer uma dessas exigências ocasiona a negativa de sua pretensão. Recurso Negado.
Numero da decisão: 108-09.788
Decisão: ACORDAM os Membros da OITAVA CÂMARA do PRIMEIRO CONSELHO de CONTRIBUINTES, por unanimidade de votos, NEGAR provimento ao recurso, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado.
Matéria: IRPJ - restituição e compensação
Nome do relator: Nelson Lósso Filho

toggle explain
    
1.0 = *:*

  
toggle all fields
materia_s : IRPJ - restituição e compensação

dt_index_tdt : Fri Oct 08 01:09:55 UTC 2021

anomes_sessao_s : 200812

ementa_s : Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica - IRPJ Ano-calendário: 1998 IRPJ - RESTITUIÇÃO - FALTA DE CONTABILIZAÇÃO DA RECEITA FINANCEIRA - Para que faça jus à restituição do saldo do IRPJ apurado na Declaração do Imposto de Renda Pessoa Jurídica, deve o contribuinte comprovar que escriturou o IR Fonte sobre aplicações financeiras em conta de Ativo Circulante, reconheceu como receita financeira o ganho auferido e documentalmente sua retenção. A falta de cumprimento de qualquer uma dessas exigências ocasiona a negativa de sua pretensão. Recurso Negado.

turma_s : Oitava Câmara

dt_publicacao_tdt : Thu Dec 18 00:00:00 UTC 2008

numero_processo_s : 13804.001689/00-12

anomes_publicacao_s : 200812

conteudo_id_s : 4224747

dt_registro_atualizacao_tdt : Wed Sep 28 00:00:00 UTC 2016

numero_decisao_s : 108-09.788

nome_arquivo_s : 10809788_154215_138040016890012_007.PDF

ano_publicacao_s : 2008

nome_relator_s : Nelson Lósso Filho

nome_arquivo_pdf_s : 138040016890012_4224747.pdf

secao_s : Primeiro Conselho de Contribuintes

arquivo_indexado_s : S

decisao_txt : ACORDAM os Membros da OITAVA CÂMARA do PRIMEIRO CONSELHO de CONTRIBUINTES, por unanimidade de votos, NEGAR provimento ao recurso, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado.

dt_sessao_tdt : Thu Dec 18 00:00:00 UTC 2008

id : 4713359

ano_sessao_s : 2008

atualizado_anexos_dt : Fri Oct 08 09:30:42 UTC 2021

sem_conteudo_s : N

_version_ : 1713043356389474304

conteudo_txt : Metadados => date: 2009-09-03T12:19:48Z; pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.6; pdf:docinfo:title: ; xmp:CreatorTool: CNC PRODUÇÃO; Keywords: ; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; subject: ; dc:creator: CNC Solutions; dcterms:created: 2009-09-03T12:19:48Z; Last-Modified: 2009-09-03T12:19:48Z; dcterms:modified: 2009-09-03T12:19:48Z; dc:format: application/pdf; version=1.6; Last-Save-Date: 2009-09-03T12:19:48Z; pdf:docinfo:creator_tool: CNC PRODUÇÃO; access_permission:fill_in_form: true; pdf:docinfo:keywords: ; pdf:docinfo:modified: 2009-09-03T12:19:48Z; meta:save-date: 2009-09-03T12:19:48Z; pdf:encrypted: false; modified: 2009-09-03T12:19:48Z; cp:subject: ; pdf:docinfo:subject: ; Content-Type: application/pdf; pdf:docinfo:creator: CNC Solutions; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; creator: CNC Solutions; meta:author: CNC Solutions; dc:subject: ; meta:creation-date: 2009-09-03T12:19:48Z; created: 2009-09-03T12:19:48Z; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 7; Creation-Date: 2009-09-03T12:19:48Z; pdf:charsPerPage: 1194; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; meta:keyword: ; Author: CNC Solutions; producer: CNC Solutions; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: CNC Solutions; pdf:docinfo:created: 2009-09-03T12:19:48Z | Conteúdo => CCO I /C08 • Fls. I.. ‘ ‘ 41;‘*t MINISTÉRIO DA FAZENDA PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES c xs-::::"?. OITAVA CÂMARA Processo ii° 13804.001689/00-12 Recurso n° 154.215 Voluntário Matéria IRPJ E OUTROS - Ex(s): 1997 a 2002 Acórdão n° 108-09.788 Sessão de 18 de dezembro de 2008 Recorrente JURABI PARTICIPAÇÕES LTDA. Recorrida I' TURMA/DRJ-SÃO PAULO/SP I ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA JURÍDICA— IRPJ Ano-calendário: 1998 IRPJ - RESTITUIÇÃO - FALTA DE CONTABILIZAÇÃO DA RECEITA FINANCEIRA - Para que faça jus à restituição do saldo do IRPJ apurado na Declaração do Imposto de Renda Pessoa Jurídica, deve o contribuinte comprovar que escriturou o IR Fonte sobre aplicações financeiras em conta de Ativo Circulante, reconheceu como receita financeira o ganho auferido e documentalmente sua retenção. A falta de cumprimento de qualquer urna dessas exigências ocasiona a negativa de sua pretensão. Recurso Negado. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de recurso interposto por JURABI PARTICIPAÇÕES LTDA. ACORDAM os Membros da OITAVA CÂMARA do PRIMEIRO CONSELHO de CONTRIBUINTES, por unanimidade de votos, NEGAR provimento ao recurso, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado :7() Processo n.° 13804.001689/00-12 CC01/C08 Acórdão n.° 108-09.788 Fls. 2 MÁRIO SÉRGIO FERNANDES BARROSO Presidente NE 00roNisso Relator FORMALIZADO EM: O 6 FEV 2009 Participaram ainda do presente julgamento, os Conselheiros: ORLANDO JOSÉ GONÇALVES BUENO, JOSÉ CARLOS TEIXEIRA DA FONSECA, IRINEU BIANCHI, VALÉRIA CABRAL GÉO VERÇOZA, CÂNDIDO RODRIGUES NEUBER e IÇAREM JUREIDINI DIAS. Processo n.° 13804.001689/00-12 CCO 1/C08 Acórdão n.° 108-09.788 Fls. 3 Relatório Trata-se de pedido de restituição/compensação de crédito do IRPJ apurado nas declarações de rendimentos dos anos-calendário de 1996 a 1999. A empresa teve seu pedido indeferido em 20 de novembro de 2003 por meio do Despacho Decisório de fls. 634/640, assim ementado: "DESPACHO DECISÓRIO ASSUNTO: Pedido de restituição de Imposto de Renda Pessoa Jurídica por estimativa, sob alegação de pagamento a maior. Pedido indeferido. A interessada não atendeu a intimação que solicitava documentos e informações imprescindíveis ao deferimento do pleito, inviabilizando a restituição." Apresentou em 16 de janeiro de 2004 sua • manifestação de inconformidade dirigida à Delegacia da Receita Federal de Julgamento em São Paulo, fls. 646/655. Em 19 de abril de 2005 foi prolatado o Acórdão n" 6.892, da 5" Turma de Julgamento da DRJ em São Paulo, fls. 1.186/1.190, que anulou o despacho decisório por preterição do direito de defesa, expressando seu entendimento por meio da seguinte ementa: "Assunto: Processo Administrativo Fiscal Ano-calendário: 1996, 1997, 1998, 1999 Ementa: RESTITUIÇÃO. CRÉDITO SOLICITADO. FALTA DE ANÁLISE. NULIDADE. É nulo o despacho decisório que não analisa o crédito solicitado por implicar preterição do direito de defesa decorrente de supressão de instância apreciadora da restituição solicitada. Solicitação Deferida em Parte." Após a análise dos elementos apresentados pela empresa, foi expedido o Despacho Decisório de fls. 1.369/1.373, assim ementado: "DESPACHO DECISÓRIO EQPIR/PJ ASSUNTO: Pedido de restituição de Imposto de Renda Pessoa Jurídica apurado nas Declarações. de Imposto de Renda Pessoa Jurídica — DIRPJ — dos exercícios de 1997 a 2000, sob alegação de pagamento a maior Pedido parcialmente deferido. A parte indeferida ocorreu devido a insuficiência de saldo credor de IRPJ apurado na DRPJ/1998 e ausência de saldo credor de IRPJ apurado na DIPJ/1999." Apresentou Manifestação de Inconformidade em 31 de outubro de 2005, dirigida à Delegacia da Receita Federal de Julgamento em São Paulo, fls. 1.394/1.402.670 Processo n.° 13804.001689/00-12 CCOI/C08 Acórdão n.° 108-09.788 Fls. 4 Em 26 de janeiro de 2006 foi prolatado o Acórdão n° 8.687, da la Turma de Julgamento da DRJ em São Paulo, fis. 1.461/1.465, que indeferiu o pedido remanescente, expressando seu entendimento por meio da seguinte ementa: "Assunto: Processo Administrativo Fiscal Ano-calendário: 1996, 1997, 1998, 1999 Ementa: ÔNUS DA PROVA. DIREITO CREDITÓRIO. Cabe ao contribuinte interessado provar o fato que alega, especialmente quando fato impeditivo de seu direito creditório apontado no despacho decisório é notório. Assunto: Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica - IRPJ Ano-calendário: 1996, 1997, 1998, 1999 Ementa: APURAÇÃO ANUAL. FONTE DECLARADA. RENDIMENTOS OMITIDOS. SALDO NEGA 77 VO DESCA RA CTERIZADO. A utilização de imposto de renda retido na fonte (IRRF) na apuração anual é condicionada a que os respectivos rendimentos sejam oferecidos à tributação. Omitidos os rendimentos ficam descaracterizado o saldo negativo declarado e prejudicado o direito creditório integralmente decorrente do IW irregularmente aproveitado. Solicitação Indeferida." Cientificada em 09 de agosto de 2006, AR de tls. 1.510, e novamente irresignada com o acórdão de primeira instância, apresenta seu recurso voluntário protocolado em 06 de setembro de 2006 em cujo arrazoado de fls. 1.467/1.481 alega, em apertada síntese, o seguinte: 1- o acórdão de primeira instância fundamenta o não reconhecimento do crédito de IRRF da Recorrente no ano-calendário de 1998 com base na alegação de que não foi oferecida a tributação do IRPJ a totalidade de suas receitas financeiras, mas apenas o valor de RS 76,22 (linha 23 da ficha 7 da DIPJ 1999), sustentando que não haveria que se falar em pagamento a maior; 2- o sistema da Receita Federal do Brasil IRFConsulta e os informes de Rendimentos Financeiros emitidos pelas instituições financeiras, comprovam que no encerramento do ano-calendário de 1998 a empresa possuía saldo de IRRF passível de restituição no montante de R$ 22.699,17 e um rendimento bruto de suas aplicações financeiras no valor de R$ 123.891,01; 3- em que pesem as alegações contidas no acórdão recorrido, as demonstrações contábeis da recorrente registraram receitas de aplicações financeiras no montante de R$ 91.606,80; Dir Processo n.° 13804.001689/00-12 CCO I /C08 Acórdão n.° 108-09.788 Fls. 5 4- as receitas encontram-se devidamente evidenciadas na linha 21, da ficha 7, da DIPJ 1999 (ganhos auferidos no mercado de renda variável), e o imposto de renda retido na fonte sobre estes rendimentos é passível de restituição; 5- embora a soma das receitas de aplicações financeiras oferecidas à tributação pela recorrente na DIPJ 1999 monte o valor de R$ 91.606,80, o sistema IRFConsulta da Receita Federal do Brasil e os informes de Rendimentos Financeiros mencionam uma receita financeira tributável de R$ 123.891,01 e um saldo de IRRF no valor de R$ 22.699,17; 6- tal diferença ocorre porque a empresa apropriou em sua contabilidade, durante o ano-calendário de 1998, apenas as receitas decorrentes de uma aplicação financeira de renda fixa com o Banco Sudameris e de parte daquelas decorrentes de outras aplicações no Banco Bandeirantes; 7- apropriou todas as receitas decorrentes das aplicações financeiras junto ao Banco Sudameris durante o ano-calendário de 1998; 8- no que se refere às receitas decorrentes das aplicações financeiras no Banco Bandeirantes geradas durante o ano de 1998, no total de R$ 64.007,73, somente RS 29.509,75 foi apropriado neste ano, sendo que o valor de R$ 34.460,84 integrou a receita do ano de 1997; 9- a recorrente não tem direito ao total do crédito do IRRF no valor de R$ 22.699,17, por ter deixado de reconhecer esse total de receita no período, mas sim a parcela proporcional a regra de três simples no valor de R$ 16.784,09. f É o Relatório. Processo n.° 13804.001689/0042 CC01/C08 Acórdão n.° 108-09.788 Fls. 6 Voto Conselheiro NELSON LOSS° FILHO, Relator O recurso é tempestivo e dotado dos pressupostos para sua admissibilidade, pelo que dele tomo conhecimento. A matéria ainda em litígio diz respeito ao direito creditório relativo ao IR Fonte incidente sobre aplicações financeiras no ano-calendário de 1998. A empresa teve seu pedido de restituição parcialmente indeferido pela autoridade administrativa local da Receita Federal do Brasil, sob o fundamento de que deixou de reconhecer em sua contabilidade a receita financeira cujo imposto de renda retido na fonte foi apontado na declaração de rendimentos. Em suas razões a recorrente sustenta que contabilizou parte do montante das receitas financeiras no ano de 1997 e que em 1998 realmente deixou de registrar as receitas correspondentes, sugerindo que teria direito à parte proporcional do IR Fonte declarado, calculada por meio de regra de três simples. O valor a restituir é o saldo negativo apurado na DIPJ, após a compensação do IR Fonte incidente sobre os rendimentos de aplicações financeiras. Para que tal pedido possa ser aceito, o IR Fonte deve estar contabilizado como ativo recuperável e a receita financeira registrada em conta de resultado, devendo ser comprovada, também, sua retenção por meio de documentação hábil. Pela análise dos autos, vejo que a empresa não comprovou devidamente seu direito creditório. Deixou de adotar procedimento primordial para que fosse homologada a compensação do IR Fonte retido com o IRPJ apurado na DIPJ, e a constatação de saldos negativos do tributo: reconhecer em sua escrituração a receita financeira relativa ao ganho auferido. Apenas sugere a contribuinte em seu recurso que o julgador deveria aplicar uma regra de três simples para determinação do IR Fonte, numa clara tentativa de transferir o ônus da prova. Os documentos juntados aos autos, cópias de Razão da conta Juros S/Aplicação Financeira, fls. 1.492/1.493, e os de fls. 1.502/1.503, não permitem concluir que a contribuinte reconheceu a receita financeira aqui discutida. Na cópia do Razão de Juros S/Aplicação Financeira, cujo saldo no ano de 1998 foi de R$ 91.606,80, não se consegue identificar e correlacionar os valores ali lançados com os informes de rendimentos do Banco Sudameris Brasil, fls. 1.495, e Banco Bandeirantes, fls. 1.497/1.499. Também não há prova no Razão de fls. 1.502/1.503, receita financeira do ano de 1997, do registro de ganhos financeiros de aplicações no Banco Bandeirantes relativos ao ano de 1998, pois está ali indicado apenas o valor totalizado de R$ 34.460,84, não sendo discriminados os montantes de receita financeira de 1998. C")( Processo n.° 13804.001689/00-12 CCOI/C08 Acórdão n.° 108-09.788 Fls. 7 Assim, não ficando provado nos autos que a recorrente detinha integralmente o direito ao IR Fonte incidente sobre aplicações financeiras, não pode ser admitida a restituição pretendida. Pelos fundamentos expostos, voto no sentido de negar provimento ao recurso voluntário. Sala das Sessões-DF, em 18 de dezembro de 2008. NELSON SSO Oh- • Page 1 _0004800.PDF Page 1 _0004900.PDF Page 1 _0005000.PDF Page 1 _0005100.PDF Page 1 _0005200.PDF Page 1 _0005300.PDF Page 1

score : 1.0
4709001 #
Numero do processo: 13642.000002/98-27
Turma: Primeira Câmara
Seção: Terceiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Fri Aug 13 00:00:00 UTC 2004
Data da publicação: Fri Aug 13 00:00:00 UTC 2004
Ementa: FINSOCIAL. COMPENSAÇÃO. CABIMENTO. Os valores recolhidos excedentes da alíquota de 0,5% (meio por cento) como Contribuição para o FINSOCIAL, apurados em liquidação de sentença, são compensáveis com os valores devidos a título de Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social-COFINS e de IPI, ficando assegurados à Administração Pública, a fiscalização e controle do procedimento efetivo de compensação. RECURSO VOLUNTÁRIO PROVIDO.
Numero da decisão: 301-31.415
Decisão: ACORDAM os Membros da Primeira Câmara do Terceiro Conselho de Contribuintes,por maioria de votos, deu-se provimento ao recurso, vencido o conselheiro José Luiz Novo Rossari, que alegava não ter havido da parte da recorrente a desistência prevista no art. 37, parágrafo 2 da Instrução Normativa da SRF nº210/2002.
Nome do relator: ATALINA RODRIGUES ALVES

toggle explain
    
1.0 = *:*

  
toggle all fields
dt_index_tdt : Fri Oct 08 01:09:55 UTC 2021

anomes_sessao_s : 200408

ementa_s : FINSOCIAL. COMPENSAÇÃO. CABIMENTO. Os valores recolhidos excedentes da alíquota de 0,5% (meio por cento) como Contribuição para o FINSOCIAL, apurados em liquidação de sentença, são compensáveis com os valores devidos a título de Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social-COFINS e de IPI, ficando assegurados à Administração Pública, a fiscalização e controle do procedimento efetivo de compensação. RECURSO VOLUNTÁRIO PROVIDO.

turma_s : Primeira Câmara

dt_publicacao_tdt : Fri Aug 13 00:00:00 UTC 2004

numero_processo_s : 13642.000002/98-27

anomes_publicacao_s : 200408

conteudo_id_s : 5772899

dt_registro_atualizacao_tdt : Mon Feb 25 00:00:00 UTC 2019

numero_decisao_s : 301-31.415

nome_arquivo_s : 30131415_136420000029827_200408.pdf

ano_publicacao_s : 2004

nome_relator_s : ATALINA RODRIGUES ALVES

nome_arquivo_pdf_s : 136420000029827_5772899.pdf

secao_s : Terceiro Conselho de Contribuintes

arquivo_indexado_s : S

decisao_txt : ACORDAM os Membros da Primeira Câmara do Terceiro Conselho de Contribuintes,por maioria de votos, deu-se provimento ao recurso, vencido o conselheiro José Luiz Novo Rossari, que alegava não ter havido da parte da recorrente a desistência prevista no art. 37, parágrafo 2 da Instrução Normativa da SRF nº210/2002.

dt_sessao_tdt : Fri Aug 13 00:00:00 UTC 2004

id : 4709001

ano_sessao_s : 2004

atualizado_anexos_dt : Fri Oct 08 09:29:40 UTC 2021

sem_conteudo_s : N

_version_ : 1713043356392620032

conteudo_txt : Metadados => pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.4; pdf:docinfo:title: 30131415_136420000029827_200408; xmp:CreatorTool: Smart Touch 1.7; Keywords: ; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; subject: ; dcterms:created: 2017-09-21T18:31:34Z; dc:format: application/pdf; version=1.4; title: 30131415_136420000029827_200408; pdf:docinfo:creator_tool: Smart Touch 1.7; access_permission:fill_in_form: true; pdf:docinfo:keywords: ; pdf:encrypted: false; dc:title: 30131415_136420000029827_200408; Build: FyTek's PDF Meld Commercial Version 7.2.1 as of August 6, 2006 20:23:50; cp:subject: ; pdf:docinfo:subject: ; Content-Type: application/pdf; pdf:docinfo:creator: ; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; dc:subject: ; meta:creation-date: 2017-09-21T18:31:34Z; created: 2017-09-21T18:31:34Z; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 7; Creation-Date: 2017-09-21T18:31:34Z; pdf:charsPerPage: 1210; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; pdf:docinfo:custom:Build: FyTek's PDF Meld Commercial Version 7.2.1 as of August 6, 2006 20:23:50; meta:keyword: ; producer: Eastman Kodak Company; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: Eastman Kodak Company; pdf:docinfo:created: 2017-09-21T18:31:34Z | Conteúdo => I [/.g;' ." PROCESSO N° SESSÃO DE ACÓRDÃO N° RECURSO N° RECORRENTE RECORRIDA MINISTÉRIO DA FAZENDA TERCEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PRIMEIRA CÂMARA 13642.000002/98-27 13 de agosto de 2004 301-31.415 126.715 CIA. INDUSTRIAL FLUMINENSE DRJ/JUIZ DE FORAlMG \ FINSOCIAL. COMPENSAÇÃO. CABIMENTO. Os valores recolhidos excedentes da alíquota de 0,5% (meio por cento) como Contribuição para o FINSOCIAL, apurados em liquidação de sentença, são compensáveis com os valores devidos a título de Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social- COFINS e de IPI, ficando assegurados à Administração Pública, a fiscalização e controle do procedimento efetivo de compensação. RECURSO VOLUNTÁRIO PROVIDO. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. ACORDAM os Membros da Primeira Câmara do Terceiro Conselho de Contribuintes, por maioria de votos, dar provimento ao recurso, na forma do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado. Vencido o Conselheiro José Luiz Novo Rossari, que alegava não ter havido da parte da recorrente a desistência prevista no art. 37, parágrafo 2 da Instrução Normativa da SRF nO21012002. Brasília-DF, em 13 de agosto de 2004 OTACÍLIO~ARTAXO Presidente { Participaram, ainda, do presente julgamento, os seguintes Conselheiros: ROBERTA MARIA RIBEIRO ARAGÃO, CARLOS HENRIQUE KLASER FILHO, JOSÉ LENCE CARLUCI, LUIZ ROBERTO DOMINGO e VALMAR FONSECA DE MENEZES. tme \ ", :!, ~.: ," MINISTÉRIO DA FAZENDA TERCEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PRIMEIRA CÂMARA RECURSO N° ACÓRDÃO N° RECORRENTE RECORRIDA RELATOR(A) 126.715 301-31.415 CIA. INDUSTRIAL FLUMINENSE DRJ/JUIZ DE FORA/MG ATALINA RODRIGUES ALVES RELATÓRIO • • Trata o presente processo de pedido de compensação de valores pagos com alíquotas superiores a 0,5% a título de FINSOCIAL, declaradas inconstitucionais em decisão judicial transitada em julgado, com débitos de COFINS e de IPI relativos ao P.A. de 31/12/97. A interessada, na qualidade de litisconsorte ativa, ajuizou a Ação Ordinária n° 92.0012854-8 contra a União Federal objetivando a declaração de inconstitucionalidade e inexigibilidade da contribuição para o FINSOCIAL e a repetição das quantias já recolhidas, conforme cópias de petição inicial e de sentença proferida em la instância (fls. 03/15). Na decisão proferida em la instância, a ação foi julgada parcialmente procedente para declarar devida a contribuição ao FINSOCIAL à alíquota de 0,5%, sendo a União condenada a devolver à autora a importância recolhida a maior, a ser apurada em execução de sentença (fl. 15). O TRF da 3a Região negou seguimento à Apelação interposta pela União, cuja decisão transitou em julgado em 03/03/1997 (fls. 17). O pedido de compensação, protocolizado em 12/01/1998, foi indeferido pelo Despacho Decisório DRF/JFA n° 032/98 (fls. 71/72), que considerou configurada a renúncia à instância administrativa com fundamento no Ato Declaratório Normativo COSIT n° 03, de 14/02/1996. O referido despacho esclarece, ainda, que a MP 1621-31/1987 veda a restituição de valores recolhidos a título de FINSOCIAL com alíquotas superiores a 0,5% . Inconformada com o indeferimento do seu pleito, a contribuinte apresentou, tempestivamente, manifestação de inconformidade às fls. 75/77. Em seu arrazoado requer a reforma da decisão impugnada e o deferimento da compensação pleiteada, alegando, em suma, que o fato de haver a possibilidade da execução da sentença na esfera judicial não lhe impede de pleitear a compensação na esfera administrativa, uma vez que o art. 17 da IN n° 21/97, alterado pela IN 73/97 prevê, expressamente, a compensação de crédito decorrente de sentença judicial transitada em julgado. Ressalta que o reconhecimento pelo judiciário da inexigibilidade do FINSOCIAL com alíquotas superiores a 0,5% implica na restituição ao contribuinte dos valores pagos indevidamente. A DRJ/JFA-MG ao apreciar a impugnação manteve o indeferimento do pleito, nos termos da Decisão DRJ/JFA/MG n° 0690/98, proferida às fls. 81/83, cujo fundamento base encontra-se consubstanciado na ementa, verbis: 2 f MINISTÉRIO DA FAZENDA TERCEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PRIMEIRA CÂMARA RECURSO N° ACÓRDÃO N° 126.715 301-31.415 "CONTRIBUIÇÃO PARA O FUNDO DE INVESTIMENTO SOCIAL (FINSOCIAL) NORMAS GERAIS DE DIREITO TRIBUTARIO EXTINÇÃO Compensação. A compensação de crédito decorrente de sentença judicial transitada em julgado, para ser autorizada pela SRF, tem que estar respaldada em decisão judicial que a contemple .. Reclamação improcedente" • Ressaltou a autoridade julgadora de 1a instância que o art. 17 da IN SRF nO21/97, com a nova redação dada pelo art. 1° da IN SRF n° 73/97, invocado pela contribuinte, efetivamente admite a compensação de crédito decorrente de sentença judicial transitada em julgado, mas a Administração Pública deve ater-se aos termos da decisão judicial, conforme determina o art. 2° do Decreto 73.529, de 21 de janeiro de 1974. Conclui que, embora o direito à repetição do indébito tivesse sido reconhecido na Justiça, a decisão judicial não determinou que se procedesse à compensação do crédito correspondente. Cientificada da decisão proferida em 1a instância, a contribuinte apresenta recurso tempestivo (fls. 94/104), no qual repele os argumentos da decisão recorrida e reitera a juridicidade de seu pleito. Sustenta haver, em seu favor, ordem judicial proferida em Mandado de Segurança assegurando-lhe o direito à compensação dos valores excedentes à alíquota de 0,5% do FINSOCIAL, declarados indevidos, com débitos de COFINS, conforme cópias anexadas às fls. 87/92. Argumenta que não executou o seu crédito na esfera judicial e que a restituição de indébitos se identifica com a compensação, por ser uma forma de devolução de valores ao contribuinte . Em 23/01/2001, os Membros da 1a Câmara do Segundo Conselho de Contribuintes resolveram, por unanimidade de votos, converter o julgamento do recurso em diligência, nos termos do voto do Relator, Rogério Gustavo Dreyer (fls. 116/117), a fim de serem juntados aos autos cópias da Ação Ordinária n° 92.0012854- 8 e seus eventuais apensos, a partir da decisão prolatada na Apelação interposta pela União Federal n° 94.03.016359-3, bem como do processo relativo ao Mandado de Segurança contra o Superintendente da Receita Federal em Minas Gerais do qual decorreu a Apelação n° 1997.01.00.002426-7/MG. Conforme despacho de fls. 126, o processo retomou ao Conselho de Contribuintes sem que fosse atendida a diligência, razão pela qual, em 04/12/2003, a nova relatora designada, Márcia Regina Machado Melaré, por meio do despacho de fl. 130, reiterou a diligência solicitada, solicitando, ainda, que fosse juntado aos autos o "pedido de desistência da execução da sentença proferida no processo n° 92.0012854- 3 I MINISTÉRIO DA FAZENDA TERCEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PRIMEIRA cÂMARA RECURSO N° ACÓRDÃO N° 126.715 301-31.415 • 8, de modo a viabilizar a compensação do indébito na via administrativa" e declaração expressa do contribuinte de .sua opção pela via judicial ou administrativa. Em atendimento à solicitação que lhe foi encaminhada, a contribuinte apresentou as cópias da Ação Ordinária n° 92.0012854-8 e respectiva Apelação interposta pela União Federal nO 94.03.016359-3, bem como do processo relativo ao Mandado de Segurança n° 95.0022864-5 e respectiva Apelação n° 1997.01.00.002426-7/MG (fls. 153/495), esclarecendo àfl. 153 que, em razão de ter efetuado a compensação administrativa do seu crédito relativo ao FINSOCIAL, procedeu tão somente à execução judicial dos valores relativos aos honorários advocatícios. É o relatório . 4 f MINISTÉRIO DA FAZENDA TERCEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PRIMEIRA CÂMARA RECURSO N° ACÓRDÃO N° 126.715 301-31.415 VOTO • O presente recurso é tempestivo e atende aos requisitos de admissibilidade, razão por que dele tomo conhecimento. No presente processo discute-se o pedido de compensação de valores recolhidos a título de FINSOCIAL com alíquotas superiores a 0,5%, considerados indevidos por decisão proferida em Ação Ordinária de Repetição de Indébito transitada em julgado em 03/03/1997 (fl. 17), com débitos de COFINS e de IPI. Consta dos autos que, não obstante estar em curso a referida Ação Ordinária de Repetição de Indébito - processo n° 92.0012854-8 e respectiva Apelação interposta pela União Federal n° 94.03.016359-3 contra a decisão que considerou devida a contribuição ao FINSOCIAL à alíquota de 0,5% e condenou a União a devolver à autora a importância recolhida a maior, a ser apurada em execução de sentença (fl. 15), a contribuinte, em 10/10/1995 impetrou Mandado de Segurança Preventivo junto à lla Vara da Justiça Federal de Belo Horizonte visando ratificar a compensação por ela procedida de créditos de FINSOCIAL corrigidos de forma plena com débitos de COFINS (fls. 189/218). Ressalte-se que, em sua petição, a contribuinte não faz qualquer referência à Ação Ordinária de Repetição de Indébito em trâmite perante a 13a Vara da Justiça Federal em São Paulo, mas, sim, à decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal no RE n° 150.755-1/PE, que declarou a inconstitucionalidade das majorações de alíquotas do FINSOCIAL. A segurança pleiteada, embora denegada em Primeira Instância, foi concedida em grau de Apelação - processo n° 1997.01.00.002426-7/MG, em acórdão proferido pela Quarta Turma do TRF/1 aRegião, cuja ementa dispõe, verbis (fl. 179): "TRIB UTARIo. CABIMENTO. FINSOCIAL. COFINS. COMPENSAÇÃO. 1. Os valores recolhidos excedentes da alíquota de 0,5% (meio por cento) como Contribuição para o FINSOCIAL são compensáveis com os valores devidos a título de Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - COFINS (Lei 8.383/91, art. 66), ficando assegurados à Administração Pública, a fiscalização e controle do procedimento efetivo de compensação (EDREsp n° 78.301/BA) 2. Recurso de apelação provido". 5 I MINISTÉRIO DA FAZENDA TERCEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PRIMEIRA CÂMARA RECURSO N° ACÓRDÃO N° 126.715 301-31.415 • Contra o acórdão proferido a União opôs "Embargos de Declaração" (fIs. 173/178), os quais foram rejeitados (fi. 185). Em 24/05/1999, ocorreu o trânsito em julgado do acórdão, conforme certidão de fi. 186. Conforme aduzido neste voto, na Ação Ordinária de Repetição de Indébito - processo n° 92.0012854-8, a União foi condenada, em decisão transitada em julgado em 03.03.1997 (f. 17) a devolver às autoras a importância recolhida a maior a titulo de FINSOCIAL, a ser apurada em execução de sentença (fi. 15). O valor do indébito fixado na liquidação da sentença, atualizado até junho de 1999, foi de R$ 255.094,46 (duzentos e cinqüenta e cinco mil e noventa e quatro reais e quarenta e seis centavos), dos quais os valores a seguir discriminados referem-se a indébitos relativos ao FINSOCIAL das autoras, bem como a honorários advocatícios e custas (fls. 301/311): ./ R$ 208.861,33 - Cia Industrial Fluminense (fi. 302) ./ R$ 27.533,27 - Cia de Estanho Minas Brasil (fi. 304) ./ R$ 15.901,53 - da Metalúrgica do Brasil Ltda (fl. 306) ./ R$ 2.739,73 referem-se a honorários advocatícios ./ R$ 58,60 referem-se a custas processuais. Consta às fls. 315 e 318 que a contribuinte, por ocasião da instrução do oficio precatório, requisitou verba "tão-somente no que se refere ao valor devido pela Ré a título de honorários de sucumbência (R$ 2. 739,73), uma vez que a autora compensou, administrativamente, o seu crédito tributário declarado nesta ação." Verifica-se, assim, que nos autos da Ação Ordinária de Repetição de Indébito - processo n° 92.0012854-8, foi expedido o Oficio Pretório n° 55/00 (fls. 316/318) requisitando o pagamento à Cia Industrial Fluminense e outros tão-somente da importância de R$ 2.739,73, referente aos honorários de sucumbência. Não obstante evidenciar-se nos autos um verdadeiro imbróglio constituído pela concomitância de ações tanto na esfera judicial quanto na administrativa, a partir do momento em que a contribuinte, expressamente, abre mão de receber na esfera judicial o seu crédito relativo ao FINSOCIAL apurado na liquidação de sentença, pode pleitear a compensação na via administrativa, conforme previsto no art. 17, da IN SRF nO21/97, alterado pela IN SRF n° 73/97, in verbis: "Art. 17. Para efeito de restituição, ressarcimento ou compensação de crédito decorrente de sentença judicial transitada em julgado, o contribuinte deverá anexar ao pedido de restituição ou di ressarcimento uma cópia do inteiro teor do processo judicial a que se referir o crédito e da respectiva sentença determinando a restituição, o ressarcimento ou a compensação. " 6 ! MINISTÉRIO DA FAZENDA TERCEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PRIMEIRA CÂMARA RECURSO N° ACÓRDÃO N° 126.715 301-31.415 Assim, restando o processo instruído na forma prevista na legislação transcrita, não há como negar à recorrente o direito de compensar seu crédito tributário, devidamente apurado em liquidação de sentença, com débitos de COFINS e de IPI. Ademais, seu direito de compensar crédito relativo a pagamentos indevidos de FINSOCIAL com débitos de COFINS encontra-se assegurado por decisão proferida em Mandado de Segurança transitada em julgado, que assegurou, também, à Administração Pública, a fiscalização e controle do procedimento efetivo de compensação. Pelo exposto, voto no sentido de que seja dado provimento ao recurso. Sala das Sessões, em 13 de agosto de 2004 C~i~~. ~'iNA RODRIGUES ALVES - Relatora 7 00000001 00000002 00000003 00000004 00000005 00000006 00000007

score : 1.0
4712183 #
Numero do processo: 13710.003192/2002-11
Turma: Segunda Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Fri Jun 17 00:00:00 UTC 2005
Data da publicação: Fri Jun 17 00:00:00 UTC 2005
Ementa: APOSENTADORIA - COMPLEMENTAÇÃO - ENTIDADE DE PREVIDÊNCIA PRIVADA - Submetem-se à tributação os benefícios recebidos de entidades de previdência privada a partir de 01.01.96, nos termos do artigo 33 da Lei 9250, de 1995. Recurso negado.
Numero da decisão: 102-46.883
Decisão: ACORDAM os Membros da Segunda Câmara do Primeiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, NEGAR provimento ao recurso, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado.
Matéria: IRPF- auto de infração eletronico (exceto multa DIRPF)
Nome do relator: José Raimundo Tosta Santos

toggle explain
    
1.0 = *:*

  
toggle all fields
materia_s : IRPF- auto de infração eletronico (exceto multa DIRPF)

dt_index_tdt : Fri Oct 08 01:09:55 UTC 2021

anomes_sessao_s : 200506

ementa_s : APOSENTADORIA - COMPLEMENTAÇÃO - ENTIDADE DE PREVIDÊNCIA PRIVADA - Submetem-se à tributação os benefícios recebidos de entidades de previdência privada a partir de 01.01.96, nos termos do artigo 33 da Lei 9250, de 1995. Recurso negado.

turma_s : Segunda Câmara

dt_publicacao_tdt : Fri Jun 17 00:00:00 UTC 2005

numero_processo_s : 13710.003192/2002-11

anomes_publicacao_s : 200506

conteudo_id_s : 4207646

dt_registro_atualizacao_tdt : Wed Feb 15 00:00:00 UTC 2017

numero_decisao_s : 102-46.883

nome_arquivo_s : 10246883_138991_13710003192200211_005.PDF

ano_publicacao_s : 2005

nome_relator_s : José Raimundo Tosta Santos

nome_arquivo_pdf_s : 13710003192200211_4207646.pdf

secao_s : Primeiro Conselho de Contribuintes

arquivo_indexado_s : S

decisao_txt : ACORDAM os Membros da Segunda Câmara do Primeiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, NEGAR provimento ao recurso, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado.

dt_sessao_tdt : Fri Jun 17 00:00:00 UTC 2005

id : 4712183

ano_sessao_s : 2005

atualizado_anexos_dt : Fri Oct 08 09:30:25 UTC 2021

sem_conteudo_s : N

_version_ : 1713043356407300096

conteudo_txt : Metadados => date: 2009-07-06T14:07:34Z; pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.6; pdf:docinfo:title: ; xmp:CreatorTool: CNC PRODUÇÃO; Keywords: ; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; subject: ; dc:creator: CNC Solutions; dcterms:created: 2009-07-06T14:07:34Z; Last-Modified: 2009-07-06T14:07:34Z; dcterms:modified: 2009-07-06T14:07:34Z; dc:format: application/pdf; version=1.6; Last-Save-Date: 2009-07-06T14:07:34Z; pdf:docinfo:creator_tool: CNC PRODUÇÃO; access_permission:fill_in_form: true; pdf:docinfo:keywords: ; pdf:docinfo:modified: 2009-07-06T14:07:34Z; meta:save-date: 2009-07-06T14:07:34Z; pdf:encrypted: false; modified: 2009-07-06T14:07:34Z; cp:subject: ; pdf:docinfo:subject: ; Content-Type: application/pdf; pdf:docinfo:creator: CNC Solutions; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; creator: CNC Solutions; meta:author: CNC Solutions; dc:subject: ; meta:creation-date: 2009-07-06T14:07:34Z; created: 2009-07-06T14:07:34Z; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 5; Creation-Date: 2009-07-06T14:07:34Z; pdf:charsPerPage: 1149; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; meta:keyword: ; Author: CNC Solutions; producer: CNC Solutions; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: CNC Solutions; pdf:docinfo:created: 2009-07-06T14:07:34Z | Conteúdo => 01;eti 44 MINISTÉRIO DA FAZENDA *Ai PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES 4~, SEGUNDA CÂMARA Processo n° : 13710.003192/2002-11 Recurso n° : 138.991 Matéria : IRPF — EX: 2000 Recorrente : LUIZ FRANCISCO BORGES Recorrida : 2a TURMA/DRJ RIO DE JANEIRO II! RJ Sessão de : 17 de junho de 2005 Acórdão n° : 102-46.883 APOSENTADORIA — COMPLEMENTAÇÃO — ENTIDADE DE PREVIDÊNCIA PRIVADA — Submetem-se à tributação os benefícios recebidos de entidades de previdência privada a partir de 01.01.96, nos termos do artigo 33 da Lei 9250, de 1995. Recurso negado. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de recurso interposto por LUIZ FRANCISCO BORGES. ACORDAM os Membros da Segunda Câmara do Primeiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, NEGAR provimento ao recurso, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado. LEILA MARIA SCHERRER LEITÃO PRESIDEN - - JOSÉ RAI ri O *STA SANTOS RELATOR FORMALIZADO EM: 1 2 AGO 2005 Participaram, ainda, do presente julgamento, os Conselheiros NAURY FRAGOSO TANAKA, LEONARDO HENRIQUE MAGALHÃES DE OLIVEIRA, JOSÉ OLESKOVICZ, ALEXANDRE ANDRADE LIMA DA FONTE FILHO, SILVANA MANCINI KARAM e ROMEU BUENO DE CAMARGO. „ele.:24 MINISTÉRIO DA FAZENDA ' PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES SEGUNDA CÂMARA Processo n° : 13710.003192/2002-11 Acórdão n° : 102-46.883 Recurso n° : 138.991 Recorrente : LUIZ FRANCISCO BORGES RELATÓRIO No lançamento em exame (fls. 03/06), alterou-se os rendimentos tributáveis informados pelo contribuinte em sua DIRPF do exercício de 2000 de R$40.547,46 para R$51.399,09. Por conseqüência, o resultado apurado na DIRPF foi modificado de imposto a restituir de R$2.327,14 para imposto suplementar de R$657,05. O contribuinte impugnou a alteração efetuada em sua DIRPF (fls. 01/02), alegando estar enquadrado na isenção prevista no artigo 6°, inciso VII, alínea "b”, da Lei n° 7.713, de 1988. Ao apreciar o litígio, a DRJ Rio de Janeiro II, pelos fundamentos constantes do Acórdão n° 3.289, de 05/09/2003 (fls. 23/28), julgou, por unanimidade de votos, procedente o lançamento, considerando que a isenção pretendida pelo Autuado estava condicionada a que os rendimentos e ganhos de capital produzidos pelo patrimônio da entidade de previdência privada fossem tributados na fonte e também que a partir de 01/01/1996 a Lei n° 9.250/1995 revogou a mencionada isenção. Em sua peça recursal, às fls. 32/33, o Recorrente afirma que a lei não prejudicará direitos adquiridos por lei anterior, pois todas as contribuições foram realizadas antes da aposentadoria em 1992, quando ainda não existia a Lei n ° 9.250, de 26/12/1995, que modificou a redação do inciso VII do artigo 6° da Lei 7.713, de 1988. Observa que os débitos fiscais oriundos da tributação dos fundos de previdência privada estão sendo ou foram liquidados. Por fim, aduz que inexiste acréscimo patrimonial em relação ao benefício decorrente de suas próprias contribuições. É o Relatório. 2 MINISTÉRIO DA FAZENDA * *.,4'* PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES SEGUNDA CÂMARA Processo n° : 13710.003192/2002-11 Acórdão n° : 102-46.883 VOTO Conselheiro JOSÉ RAIMUNDO TOSTA SANTOS, Relator O recurso preenche os pressupostos de admissibilidade, razão pela qual dele se conhece. Do exame das peças processuais, verifica-se que a Decisão de primeiro grau, pelos seus fundamentos, não merece reparos. Com efeito, quer se examine a questão peia regência da Lei 7.713/88, artigo 6°, inciso VII, alínea "h" c/c artigo 31 da Lei 7.751/89; quer se examine pela Lei n° 9.250, artigo 33, conclui-se que a decisão a quo não deve ser reformada: Art. 6°. Ficam isentos do imposto de renda os seguintes rendimentos percebidos pelas pessoas físicas: VII — Os benefícios recebidos de entidades de previdência privada: b) relativamente ao valor correspondente às contribuições cujo ônus tenha sido do participante, desde que os rendimentos e ganhos de capital produzidos pelo patrimônio da entidade tenham sido tributados na fonte. Da leitura do dispositivo acima citado conclui-se que a isenção pretendida pelo Autuado também está condicionada a que os rendimentos e ganhos de capital produzidos pelo patrimônio da entidade tenham sido tributados na fonte. A fonte pagadora da aposentadoria complementar, entidade gestora do fundo, cumprindo o requisito acima mencionado, indicará a parcela isenta do benefício. Tal fato, entretanto, não ocorreu. K‘ 3 MINISTÉRIO DA FAZENDA 4 PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES SEGUNDA CÂMARA Processo n° : 13710.003192/2002-11 Acórdão n° : 102-46.883 O Comprovante de Rendimentos Pagos e de Retenção de Imposto de Renda na Fonte do ano-calendário de 1999 (fl. 07), emitido pela Fundação Eletrobrás de Seguridade Social, não informa rendimentos isentos. Não há nos autos qualquer elemento de prova a indicar que a fonte pagadora cometeu algum equívoco nesse sentido. A fonte pagadora reteve o imposto de renda sobre a totalidade do benefício, o que denota não terem sido atendidas as condições para reconhecimento da isenção. Todos os argumentos aduzidos pelo recorrente para fundamentar o seu direito à isenção, considera a inexistência de qualquer pendência para a satisfação de tal benefício, referindo-se, inclusive, à possível liquidação dos débitos fiscais pelos fundos de pensão. Entretanto, não há nos autos qualquer elemento de prova neste sentido, nem a fonte pagadora da aposentadoria complementar, que detém todas as informações da gestão do fundo, retificou a DIRF apresentada a Receita Federal, alterando o rendimento tributável do período em exame. Quanto à revogação da mencionada isenção, entendo plenamente possíveis as alterações introduzidas pelos artigos 32 e 33 da Lei n° 9.250, de 1995, instrumento legislativo próprio para alterações dessa natureza, bem assim para estabelecer e excluir deduções da base de cálculo do imposto de renda (artigo 4°, inciso V, do mesmo diploma legal). Os benefícios pagos pelas entidades de previdência privada levam em consideração as contribuições do trabalhador e da empresa, a gestão dos recursos capitalizados, o tempo para a fluência e a expectativa de vida do beneficiário. O fundo resultante destes fatores não se identifica com nenhuma das partes que o compôs. Assim, como ocorre na sociedade empresarial, o benefício do investimento (lucro distribuído ao sócio) pode ou não ser tributado. A isenção revogada a partir de 01/01/1996, pela Lei n° 9.250/1995, não atingiu o benefício fiscal previsto na Lei 7.713/1988, que vigorou até 31/12/1995. Não há que se falar, portanto, em ofensa ao direito adquirido em anos anteriores, pois a revogação da isenção atingiu, tão somente, os fatos geradores ocorridos após a vigência da Lei 9.250. 4 MINISTÉRIO DA FAZENDA xQk' • :94Y/ PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES SEGUNDA CÂMARA Processo n° : 13710.003192/2002-11 Acórdão n° : 102-46.883 Em face ao exposto, voto por negar provimento ao recurso. Sala das Ses D 1 ' em 17 de junho de 2005. JOSÉ RAIMU A d$ 1 A SANTOS 5 Page 1 _0000200.PDF Page 1 _0000300.PDF Page 1 _0000400.PDF Page 1 _0000500.PDF Page 1

score : 1.0