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Período de apuração: 01/01/2009 a 30/09/2011
CONHECIMENTO. MATÉRIAS CONSTITUCIONAIS. SÚMULA CARF Nº 2.
O CARF não é competente para se pronunciar sobre a inconstitucionalidade de lei (Súmula CARF nº 2).
APRECIAÇÃO DOS ASPECTOS CONSTITUCIONAIS DA LEGISLAÇÃO. IMPOSSIBILIDADE LEGAL.
No âmbito do processo administrativo fiscal, fica vedado aos órgãos de julgamento afastar a aplicação ou deixar de observar tratado, acordo internacional, lei ou decreto, sob fundamento de inconstitucionalidade.
RECURSO VOLUNTÁRIO. MERA REMISSÃO ÀS RAZÕES DA IMPUGNAÇÃO. NÃO CONHECIMENTO.
Não se conhece de recurso interposto na parte que traz como fundamentação a mera remissão às razões da impugnação, face às regras dos arts. 16 e 17 do Decreto nº 70.235/72.

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Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, por não conhecer do recurso voluntário.

Assinado Digitalmente
Roberto Junqueira de Alvarenga Neto – Relator

Assinado Digitalmente
Mário Hermes Soares Campos – Presidente

Participaram da sessão de julgamento os conselheiros Antonio Savio Nastureles, Wesley Rocha, Cleber Ferreira Nunes Leite, Roberto Junqueira de Alvarenga Neto, Ana Carolina da Silva Barbosa, Mario Hermes Soares Campos (Presidente).
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MINISTÉRIO DA FAZENDA 
Conselho Administrativo de Recursos Fiscais 

PROCESSO  10665.720203/2012-06  

ACÓRDÃO 2101-003.045 – 2ª SEÇÃO/1ª CÂMARA/1ª TURMA ORDINÁRIA    

SESSÃO DE 6 de fevereiro de 2025 

RECURSO VOLUNTÁRIO 

RECORRENTE UNIÃO DE FAZENDAS AGROINDUSTRIAS S/A 

INTERESSADO FAZENDA NACIONAL 

Assunto: Contribuições Sociais Previdenciárias 

Período de apuração: 01/01/2009 a 30/09/2011 

CONHECIMENTO. MATÉRIAS CONSTITUCIONAIS. SÚMULA CARF Nº 2.  

O CARF não é competente para se pronunciar sobre a inconstitucionalidade 

de lei (Súmula CARF nº 2). 

APRECIAÇÃO DOS ASPECTOS CONSTITUCIONAIS DA LEGISLAÇÃO. 

IMPOSSIBILIDADE LEGAL.  

No âmbito do processo administrativo fiscal, fica vedado aos órgãos de 

julgamento afastar a aplicação ou deixar de observar tratado, acordo 

internacional, lei ou decreto, sob fundamento de inconstitucionalidade.  

RECURSO VOLUNTÁRIO. MERA REMISSÃO ÀS RAZÕES DA IMPUGNAÇÃO. 

NÃO CONHECIMENTO.  

Não se conhece de recurso interposto na parte que traz como 

fundamentação a mera remissão às razões da impugnação, face às regras 

dos arts. 16 e 17 do Decreto nº 70.235/72.  

ACÓRDÃO 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, por não conhecer 

do recurso voluntário. 

 

Assinado Digitalmente 

Roberto Junqueira de Alvarenga Neto – Relator 

 

Fl. 302DF  CARF  MF

Original




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ACÓRDÃO  2101-003.045 – 2ª SEÇÃO/1ª CÂMARA/1ª TURMA ORDINÁRIA  PROCESSO  10665.720203/2012-06 

 2 

Assinado Digitalmente 

Mário Hermes Soares Campos – Presidente 

 

Participaram da sessão de julgamento os conselheiros Antonio Savio Nastureles, 

Wesley Rocha, Cleber Ferreira Nunes Leite, Roberto Junqueira de Alvarenga Neto, Ana Carolina da 

Silva Barbosa, Mario Hermes Soares Campos (Presidente). 
 

RELATÓRIO 

Trata-se, na origem, de Autos de Infração lavrado em face da União de Fazendas 

Agroindustriais S.A., conforme sintetizado no acórdão recorrido: 

a) Debcad nº 51.009.888-6, que trata do lançamento das contribuições incidentes 
sobre a comercialização da produção rural pelo sujeito passivo nas competências 
01/2009 a 12/2009, 01/2010 a 12/2010 e 01/2011 a 09/2011. O montante do 
crédito, consolidado em 28/02/2012, corresponde a R$ 3.357.081,40 (três 
milhões, trezentos e cinqüenta e sete mil, oitenta e um reais e quarenta 
centavos);  

b) Debcad nº 51.009.889-4, que trata do lançamento da contribuição destinada ao 
SENAR, incidente sobre a comercialização da produção rural pelo sujeito passivo 
nas competências 01/2009 a 12/2009, 01/2010 a 12/2010 e 01/2011 a 09/2011. O 
montante do crédito, consolidado em 28/02/2012, é de R$ 321.388,33 (trezentos 
e vinte e um mil, trezentos e oitenta e oito reais e trinta e três centavos). 

De acordo com o relato fiscal de fls. 24 a 28, a base de cálculo das contribuições 
exigidas é o valor da receita bruta da comercialização da produção rural lançado 
nas seguintes contas contábeis:  

Período de 01/2009 a 12/2010  

a) Contas de Receitas com Vendas:  

1) 3.1.1.001.0001 Vendas de Leite  

2) 3.1.1.001.0003 Vendas de Pinto de 01 Dia  

3) 3.1.1.001.0006 Venda de Ovos  

b) Conta de Receitas Diversas  

1) 3.2.1.001.0004 Vendas de Bens Patrimoniais (venda de galinha matriz)  

Período de 01/2011 a 09/2011 

a) Contas de Receita Bruta Venda - Matriz:  

1) 3.1.1.001.0001 Vendas de Pinto de 01 Dia  

2) 3.1.1.001.0002 Vendas de Ovos  

b) Contas de Receita Bruta Venda – Filial  

1) 3.1.1.002.0001 Vendas de Leite  

Fl. 303DF  CARF  MF

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ACÓRDÃO  2101-003.045 – 2ª SEÇÃO/1ª CÂMARA/1ª TURMA ORDINÁRIA  PROCESSO  10665.720203/2012-06 

 3 

c) Contas de Receitas Diversas  

1) 3.2.1.003.0001 Vendas de Bens Patrimoniais (venda de galinha matriz) 

A 6ª Turma da DRJ/POA julgou improcedente a impugnação apresentada pela ora 

recorrente, mantendo integralmente o crédito tributário. Destaca-se a ementa do acórdão 

recorrido: 

ASSUNTO: NORMAS GERAIS DE DIREITO TRIBUTÁRIO  

Período de apuração: 01/01/2009 a 30/09/2011  

ALEGAÇÕES DE INCONSTITUCIONALIDADE.  

A instância administrativa não é competente para pronunciar-se acerca da 
constitucionalidade das normas inseridas no ordenamento jurídico, cuja 
apreciação incumbe ao Poder Judiciário.  

ASSUNTO: PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL  

Período de apuração: 01/01/2009 a 30/09/2011  

PRODUÇÃO DE PROVAS.  

A produção de provas deve obedecer às disposições da legislação que rege o 
processo administrativo fiscal - PAF.  

PERÍCIA TÉCNICA.  

A perícia que não preenche os requisitos formais estabelecidos na legislação que 
rege o processo administrativo fiscal é considerada não formulada.  

ASSUNTO: CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS PREVIDENCIÁRIAS  

Período de apuração: 01/01/2009 a 30/09/2011  

AI Debcad nº 51.009.888-6  

AUTO DE INFRAÇÃO. OBRIGAÇÃO PRINCIPAL. CONTRIBUIÇÕES INCIDENTES SOBRE 
A RECEITA BRUTA PROVENIENTE DA COMERCIALIZAÇÃO DA PRODUÇÃO RURAL.  

A legislação previdenciária considera produção rural os produtos de origem 
animal ou vegetal, em estado natural ou submetidos a processos de 
beneficiamento ou de industrialização rudimentar, bem como os subprodutos e 
os resíduos obtidos por esses processos. A contribuição previdenciária 
substitutiva incide sobre a receita bruta proveniente da comercialização da 
produção rural.  

ASSUNTO: OUTROS TRIBUTOS OU CONTRIBUIÇÕES  

Período de apuração: 01/01/2009 a 30/09/2011  

AI Debcad nº 51.009.889-4  

AUTO DE INFRAÇÃO. OBRIGAÇÃO PRINCIPAL. CONTRIBUIÇÕES INCIDENTES SOBRE 
A RECEITA BRUTA PROVENIENTE DA COMERCIALIZAÇÃO DA PRODUÇÃO RURAL.  

A contribuição destinada ao Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - SENAR 
incide sobre a receita bruta proveniente da comercialização da produção rural.  

Impugnação Improcedente  

Crédito Tributário Mantido 

Fl. 304DF  CARF  MF

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 4 

Irresignada, a recorrente interpôs recurso voluntário sustentando, basicamente, a 

inconstitucionalidade da lei e a possibilidade de reconhecimento da inconstitucionalidade na 

esfera administrativa. 

Os autos foram remetidos ao CARF para julgamento. 

Não foram apresentadas contrarrazões. 

É o relatório. 
 

VOTO 

Conselheiro Roberto Junqueira de Alvarenga Neto, Relator 

O Recurso Voluntário é tempestivo, porém não atende aos requisitos de 

admissibilidade previstos no Decreto n° 70.235/72. 

O recurso apresentado pela recorrente se limita alegar a inconstitucionalidade do 

FUNRURAL.  

Cumpre esclarecer que o STF, no Tema nº 651 da Repercussão Geral, declarou que 

o FUNRURAL é inconstitucional apenas em relação ao período anterior à Emenda Constitucional nº 

20/98: 

I - É inconstitucional a contribuição à seguridade social, a cargo do empregador 
rural pessoa jurídica, incidente sobre a receita bruta proveniente da 
comercialização da sua produção, prevista no artigo 25, incisos I e II, da Lei nº 
8.870/1994, na redação anterior à Emenda Constitucional nº 20/1998;  

II - É constitucional a contribuição à seguridade social, a cargo do empregador 
rural pessoa jurídica, incidente sobre a receita bruta proveniente da 
comercialização da sua produção, prevista no art. 25, incisos I e II, da Lei 
8.870/1994, na redação dada pela Lei nº 10.256/2001;  

III - É constitucional a contribuição social destinada ao Serviço Nacional de 
Aprendizagem Rural (SENAR), de que trata o art. 25, § 1º, da Lei nº 8.870/1994, 
inclusive na redação conferida pela Lei nº 10.256/2001. 

O período de apuração, objeto da presente controvérsia, é de 01/01/2009 a 

30/09/2011, portanto, a exigência é constitucional, conforme expressamente reconhecido pelo 

STF. 

Ademais, o CARF não é competente para se pronunciar sobre a 

inconstitucionalidade de lei tributária (vide Súmula CARF nº 2).  

Além disso, a recorrente não aborda expressamente a inclusão nas bases de cálculo 

das contribuições dos valores referentes à venda de bens patrimoniais e de ativo imobilizado, 

limitando-se a mencionar na conclusão que estaria reiterando "todos os termos da inicial de 

impugnação". 

Fl. 305DF  CARF  MF

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 5 

Ressalte-se que a recorrente deve apresentar no corpo do recurso voluntário os 

motivos de fato e de direito, em conformidade com o Decreto nº 70.235/72 e em observância ao 

princípio da dialeticidade. 

O artigo 16 do referido Decreto estabelece: 

Art. 16. A impugnação mencionará: 

(...) 

III - os motivos de fato e de direito em que se fundamenta, os pontos de 

discordância e as razões e provas que possuir; 

Portanto, constitui ônus da recorrente apresentar a causa de pedir do recurso, isto 

é, indicar precisamente os fatos e fundamentos jurídicos que, em sua perspectiva, são capazes de 

fundamentar a reforma ou a invalidação da decisão contestada. Trata-se de requisito de 

regularidade formal, pressuposto de admissibilidade recursal que impossibilita a formulação de 

impugnações genéricas, em consonância com o princípio da dialeticidade. Por sua vez, o art. 17 do 

mesmo Decreto dispõe: 

Art. 17. Considerar-se-á não impugnada a matéria que não tenha sido 

expressamente contestada pelo impugnante. 

Depreende-se, assim, que recursos administrativos que não apresentem 

expressamente as razões de fato e de direito que fundamentam o pedido de reforma da decisão 

contestada não se qualificam como recursos aptos a serem conhecidos ou, ainda que conhecidos, 

não reúnem os requisitos necessários para seu provimento. 

Sob essa perspectiva, também não se pode acolher a referência genérica à peça 

impugnatória, manifestada na expressão "ratificando todos os termos da contestação". 

Nesse contexto, cabe destacar o seguinte precedente do CARF, que rejeita 

categoricamente a possibilidade de a peça recursal limitar-se à mera remissão aos argumentos da 

impugnação (Acórdão nº 2102-001.397, j. 28/7/2011, relator Giovanni Christian Nunes Campos): 

RECURSO VOLUNTÁRIO. MERA REMISSÃO AOS ARGUMENTOS DA IMPUGNAÇÃO. 

ARGUMENTAÇÃO PER RELATIONEM. IMPOSSIBILIDADE. 

 O recorrente deve, então, trazer expressamente as razões da insurgência no 

recurso voluntário, por aplicação analógica do art. 17 do Decreto nº 70.235/72 

(Considerar-se-á não impugnada a matéria que não tenha sido expressamente 

contestada pelo impugnante), não sendo possível a argumentação per relationem, 

como feita pelo recorrente, a impingir o ônus ao relator para compulsar as 

defesas deduzidas na primeira instância, extraindo aquelas que eventualmente 

fossem compatíveis com o julgado recorrido e o recurso voluntário. Ora, é ônus 

do recorrente apontar expressamente os pontos para os quais pretende que a 

Turma julgadora aprecie, não sendo viável a mera remissão aos argumentos da 

impugnação.  

Fl. 306DF  CARF  MF

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ACÓRDÃO  2101-003.045 – 2ª SEÇÃO/1ª CÂMARA/1ª TURMA ORDINÁRIA  PROCESSO  10665.720203/2012-06 

 6 

Conclui-se, portanto, que não é admissível a retomada da análise de argumentos da 

impugnação que não constem, de maneira clara e específica, como fundamentação das razões do 

recurso voluntário. 

Ante o exposto, voto por não conhecer do recurso voluntário. 

 

Assinado Digitalmente 

Roberto Junqueira de Alvarenga Neto 

 
 

 

 

Fl. 307DF  CARF  MF

Original


	Acórdão
	Relatório
	Voto

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