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Exercício: 2016
RECURSO ESPECIAL DE DIVERGÊNCIA. NÃO CONHECIMENTO. REVOLVIMENTO PROBATORIO. BENEFICIÁRIO DO RENDIMENTO SÓCIO DA FONTE PAGADORA
Só deve ser conhecido o Recurso Especial de Divergência, objetivando uniformizar dissídio jurisprudencial, quando atendidos os pressupostos processuais e a norma regimental e quando não se exigir que se faça um revolvimento nas provas colacionadas ao processo.

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Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em não conhecer do Recurso Especial do Contribuinte.
(assinado digitalmente)
Liziane Angelotti Meira -  Presidente
(assinado digitalmente)
Fernanda Melo Leal – Relatora
Participaram do presente julgamento os conselheiros: Sheila Aires Cartaxo Gomes, Rodrigo Monteiro Loureiro Amorim, Marco Aurelio de Oliveira Barbosa (substituto[a] integral), Leonam Rocha de Medeiros, Marcos Roberto da Silva, Fernanda Melo Leal, Ludmila Mara Monteiro de Oliveira, Liziane Angelotti Meira (Presidente). Ausente(s) o conselheiro(a) Mauricio Nogueira Righetti, substituído(a) pelo(a) conselheiro(a) Marco Aurelio de Oliveira Barbosa.
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MINISTÉRIO DA FAZENDA 
Conselho Administrativo de Recursos Fiscais 

PROCESSO  18186.725141/2019-91  

ACÓRDÃO 9202-011.690 – CSRF/2ª TURMA    

SESSÃO DE 12 de fevereiro de 2025 

RECURSO ESPECIAL DO CONTRIBUINTE 

RECORRENTE LUIZ ALBERTO MAKTAS MEICHES 

INTERESSADO FAZENDA NACIONAL 

Assunto: Imposto sobre a Renda Retido na Fonte - IRRF 

Exercício: 2016 

RECURSO ESPECIAL DE DIVERGÊNCIA. NÃO CONHECIMENTO. 

REVOLVIMENTO PROBATORIO. BENEFICIÁRIO DO RENDIMENTO SÓCIO DA 

FONTE PAGADORA 

Só deve ser conhecido o Recurso Especial de Divergência, objetivando 

uniformizar dissídio jurisprudencial, quando atendidos os pressupostos 

processuais e a norma regimental e quando não se exigir que se faça um 

revolvimento nas provas colacionadas ao processo.  

 

ACÓRDÃO 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em não conhecer 

do Recurso Especial do Contribuinte. 

(assinado digitalmente) 

Liziane Angelotti Meira -  Presidente  

 (assinado digitalmente) 

Fernanda Melo Leal – Relatora 

Participaram do presente julgamento os conselheiros: Sheila Aires Cartaxo Gomes, 

Rodrigo Monteiro Loureiro Amorim, Marco Aurelio de Oliveira Barbosa (substituto[a] integral), 

Leonam Rocha de Medeiros, Marcos Roberto da Silva, Fernanda Melo Leal, Ludmila Mara 

Monteiro de Oliveira, Liziane Angelotti Meira (Presidente). Ausente(s) o conselheiro(a) Mauricio 

Nogueira Righetti, substituído(a) pelo(a) conselheiro(a) Marco Aurelio de Oliveira Barbosa. 
 

Fl. 438DF  CARF  MF

Original




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ACÓRDÃO  9202-011.690 – CSRF/2ª TURMA  PROCESSO  18186.725141/2019-91 

 2 

RELATÓRIO 

Trata-se de recurso especial interposto pelo contribuinte em face do acórdão de 

recurso voluntário nº 2301-010.961 (fls. 291 a 296), e que foi admitido pela Presidência da 2ª 

Seção, para que seja rediscutida a seguinte matéria: Inaplicabilidade de responsabilidade solidária 

no caso de IRRF não constituído. 

Abaixo segue a ementa e o registro da decisão recorrida nos pontos que 

interessam:  

ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA FÍSICA (IRPF)  

Exercício: 2016  

IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE - IRRF. COMPENSAÇÃO NA DECLARAÇÃO 

DE AJUSTE ANUAL. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA.  

A compensação do IRRF sobre rendimentos pagos a acionistas controladores, 

diretores, gerentes ou representantes de pessoas jurídicas de direito privado está 

condicionada à comprovação do seu efetivo recolhimento.  

SOLICITAÇÃO DE DILIGÊNCIA. INDEFERIMENTO. AVALIAÇÃO DO JULGADOR DE 

PRIMEIRA INSTÂNCIA. SÚMULA CARF Nº 163.  

O indeferimento fundamentado de requerimento de diligência ou perícia não 

configura cerceamento do direito de defesa, sendo facultado ao órgão julgador 

indeferir aquelas que considerar prescindíveis ou impraticáveis. 

A decisão foi registrada nos seguintes termos: 

Acordam os membros do Colegiado, por unanimidade de votos, em rejeitar a 

preliminar e negar provimento ao Recurso Voluntário. Votou pelas conclusões o 

conselheiro Wesley Rocha. 

 

O sujeito passivo foi cientificado do acórdão através de Aviso de Recebimento dos 

Correios – AR em 13/12/23 (e-fl. 301) e apresentou o presente Recurso Especial às e-fls. 305 a 325 

em 28/12/23 (e-fls. 302), dentro do prazo de quinze dias estabelecido pelo RICARF, anexo II, artigo 

68.  

No Recurso Especial, o contribuinte visa a rediscussão das seguintes matérias: 

a) Violação à verdade material, contraditório e ampla defesa, 

b) Erro na indicação do sujeito passivo, por não aplicar o Parecer Normativo COSIT 

n.º 1/2002, 

c) Erro na formação da base de cálculo, 

d) Inaplicabilidade de responsabilidade solidária no caso de IRRF não constituído, 

Fl. 439DF  CARF  MF

Original



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ACÓRDÃO  9202-011.690 – CSRF/2ª TURMA  PROCESSO  18186.725141/2019-91 

 3 

e) Crédito de IRRF constituído em DCTF é de responsabilidade de fonte pagadora, 

sob pena de cobrança em duplicidade e 

f) Não comprovação da condição de diretor com poderes para realizar o 

recolhimento da exação. 

Por fim, requer que seja conhecido e provido o Recurso Especial para reformar o 

acórdão recorrido e declarar a insubsistência do crédito tributário lançado, requerendo, ainda a 

realização de sustentação oral. 

Apenas o item “d” foi acatado para rediscussão. Para demonstrar a divergência 

apresenta como paradigma o acórdão abaixo, do qual junta cópia aos autos e transcreve a 

ementa: 

Acórdão n.º 2201-005.041 

“Assunto: Imposto sobre a Renda de Pessoa Física - IRPF Ano-calendário: 2002  

GLOSA DE IRRF. SÓCIO DE EMPRESA. FONTE PAGADORA. LANÇAMENTO.  

O contribuinte pessoa física mesmo que seja sócio da fonte pagadora não pode 

ser considerado como responsável solidário pelo crédito tributário de IRRF, e com 

isso haver a glosa da compensação em sua declaração de ajuste, em decorrência 

da inexistência de lançamento do crédito tributário no responsável tributário. 

Inteligência dos arts. 723 do RIR/99 Arts. 124, 128 e 135 do CTN. 

VOTO PELAS CONCLUSÕES. ART. 63 § 8º DO RICARF. REPRODUÇÃO DOS 

FUNDAMENTOS DA MAIORIA DOS CONSELHEIROS  

Existência e comprovação de medida judicial de cobrança do IRRF em relação à 

fonte pagadora, dos valores que o contribuinte utilizou como IRRF, já seriam 

suficientes para se evitar a cobrança em duplicidade e portanto afastar a glosa do 

valor lançado” (grifou-se). 

 

O acórdão relacionado como paradigma consta do sítio do CARF e não foi 

reformado na CSRF até a presente data, prestando-se, portanto, para o exame da divergência em 

relação à matéria suscitada. 

Com efeito, consoante despacho inaugural, contrapondo-se os acórdãos recorrido e 

paradigma, se vê que quanto à responsabilidade solidária, no caso de IRRF não constituído do 

sócio administrador, os julgados chegaram a entendimentos distintos frente a similar situação 

fática. 

Para o acórdão recorrido, é cabível ao caso o disposto no art. 723 do RIR/99, sendo 

possível imputar a responsabilidade solidária ao contribuinte representante legal da empresa 

fonte pagadora dos seus rendimentos, nos moldes do que disposto pelo art. 8º, do Decreto-Lei n.º 

1.736, de 1979, que não estabelece a necessidade de autuação dolosa ou culposa do diretor para 

caracterizar a solidariedade passiva. 

Fl. 440DF  CARF  MF

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 4 

De outro modo, o paradigma apresentado decidiu com base na mesma situação 

fática, onde o contribuinte ainda que sócio administrador da fonte pagadora, não pode ser 

considerado como responsável solidário pelo crédito tributário de IRRF e assim ocorrer a glosa da 

compensação em sua declaração de ajuste, em decorrência da inexistência de lançamento do 

crédito no responsável tributário. 

Destarte, deve, pois, de acordo com despacho de admissibilidade, ser admitida essa 

matéria para rediscussão em sede de Recurso Especial de divergência interposto pelo 

contribuinte.  

É relatório do essencial. 
 

VOTO 

Conselheira Fernanda Melo Leal - Relatora 

1 CONHECIMENTO 

 O recurso especial é tempestivo, visto que interposto dentro do prazo legal de 

quinze dias (art. 68, caput, do Regimento Interno do CARF - RICARF). 

Verificamos, no recorrido, que se condicionou a compensação do imposto de renda 

retido na fonte por sócio administrador à comprovação do efetivo pagamento do imposto. Em 

casos como este, entendeu o colegiado, não basta a indicação da retenção do imposto no 

comprovante de rendimentos ou na DIRF da fonte pagadora, devendo ser demonstrado também o 

seu efetivo recolhimento para que o contribuinte possa realizar a compensação em sua 

Declaração de Ajuste Anual. 

No caso do acordão paradigma 2201-005.041, a maioria do colegiado entendeu 

pelo provimento do recurso pelas conclusões, pelo fundamento de que o fato de existir cobrança 

judicial através de Execução Fiscal em relação à fonte pagadora, demonstrado através do 

resultado das diligências, dos  valores  que  o contribuinte utilizou como IRRF, já seriam suficientes 

para se evitar a cobrança em duplicidade e portanto afastar a glosa do valor lançado. 

Ou seja, o fundamento é bem diferente da simplória afirmação de que o 

contribuinte pessoa física mesmo que seja sócio da fonte pagadora não pode ser considerado 

como responsável solidário pelo crédito tributário de IRRF, e com isso haver a glosa da 

compensação em sua declaração de ajuste.  

A questão fática deste paradigma é bem diferente e específica. Havia, in casu, 

comprovação de medida judicial de cobrança do IRRF em relação a fonte pagadora, englobando 

inclusive os valores que o contribuinte utilizou como IRRF em sua declaração pessoa física. 

Fl. 441DF  CARF  MF

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ACÓRDÃO  9202-011.690 – CSRF/2ª TURMA  PROCESSO  18186.725141/2019-91 

 5 

Devido a esta especificidade do caso concreto, entende, esta relatora, que este 

paradigma não é apto para acatar o manejo especial, tendo em vista a ausência de similitude 

fática.  

À vista disto, diferente do despacho inaugural, entendo que não deve ser admitido 

o de Recurso Especial de divergência interposto pelo contribuinte. 

2 CONCLUSÃO 

Diante do exposto, voto por NÃO conhecer do manejo especial do contribuinte. 

(assinado digitalmente) 

Fernanda Melo Leal – Relatora 

 
 

 

 

Fl. 442DF  CARF  MF

Original


	Acórdão
	Relatório
	Voto
	1 Conhecimento
	2 Conclusão

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