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    <str name="camara_s">Quarta Câmara</str>
    <str name="ementa_s">Assunto: Classificação de Mercadorias
Ano-calendário: 2007
Ementa:
SOLUÇÃO DE CONSULTA DESFAVORÁVEL AO CONTRIBUINTE. ALTERAÇÃO POR DECISÃO PROFERIDA NO ÂMBITO DO PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL. VALIDADE.
Não há óbice legal para que seja alterado entendimento veiculado em solução de consulta, desfavorável ao contribuinte, por decisão emanada no âmbito do contencioso administrativo fiscal.
SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO DE ELEVADORES.
A instalação de elevadores amolda-se ao conceito de "serviço", do que decorre que se submete ao regime cumulativo das contribuições ao PIS e à COFINS. Inteligência do Decreto n.7708/2011, que instituiu a Nomenclatura Brasileira de Serviços.
Recurso voluntário provido. Direito creditório reconhecido.

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    <str name="turma_s">Segunda Turma Ordinária da Quarta Câmara da Terceira Seção</str>
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      <str>Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em dar provimento ao Recurso Voluntário. Os Conselheiros Maria Aparecida Martins de Paula, Pedro Sousa Bispo, Thais De Laurentiis Galkowicz, Carlos Augusto Daniel Neto e Waldir Navarro Bezerra acompanharam o Relator do acórdão paradigma pelas conclusões (art. 63, § 8º do RICARF).
(assinado digitalmente)
Waldir Navarro Bezerra - Presidente e Relator
Participaram da sessão de julgamento os Conselheiros Waldir Navarro Bezerra, Maria Aparecida Martins de Paula, Diego Diniz Ribeiro, Pedro Sousa Bispo, Thais De Laurentiis Galkowicz, Vinícius Guimarães (Suplente convocado), Maysa de Sá Pittondo Deligne e Carlos Augusto Daniel Neto. Ausente justificadamente o Conselheiro Jorge Olmiro Lock Freire, que foi substituído pelo Conselheiro Suplente convocado.

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S3­C4T2 

Fl. 2 

 
 

 
 

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S3­C4T2  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  11080.934302/2009­01 

Recurso nº  1   Voluntário 

Acórdão nº  3402­005.190  –  4ª Câmara / 2ª Turma Ordinária  

Sessão de  18 de abril de 2018 

Matéria  PIS/Cofins 

Recorrente  THYSSENKRUPP ELEVADORES SA 

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

ASSUNTO: CLASSIFICAÇÃO DE MERCADORIAS 

Ano­calendário: 2007 

Ementa: 

SOLUÇÃO  DE  CONSULTA  DESFAVORÁVEL  AO  CONTRIBUINTE. 
ALTERAÇÃO  POR  DECISÃO  PROFERIDA  NO  ÂMBITO  DO 
PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL. VALIDADE. 

Não há óbice legal para que seja alterado entendimento veiculado em solução 
de consulta, desfavorável ao contribuinte, por decisão emanada no âmbito do 
contencioso administrativo fiscal. 

SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO DE ELEVADORES. 

A  instalação  de  elevadores  amolda­se  ao  conceito  de  "serviço",  do  que 
decorre que se  submete ao  regime cumulativo das contribuições ao PIS e  à 
COFINS. Inteligência do Decreto n.7708/2011, que instituiu a Nomenclatura 
Brasileira de Serviços. 

Recurso voluntário provido. Direito creditório reconhecido. 

 
 

Acordam  os  membros  do  colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em  dar 
provimento ao Recurso Voluntário. Os Conselheiros Maria Aparecida Martins de Paula, Pedro 
Sousa Bispo, Thais De Laurentiis Galkowicz, Carlos Augusto Daniel Neto e Waldir Navarro 
Bezerra  acompanharam  o  Relator  do  acórdão  paradigma  pelas  conclusões  (art.  63,  §  8º  do 
RICARF). 

(assinado digitalmente) 

Waldir Navarro Bezerra ­ Presidente e Relator 

Participaram  da  sessão  de  julgamento  os  Conselheiros  Waldir  Navarro 
Bezerra, Maria Aparecida Martins de Paula, Diego Diniz Ribeiro, Pedro Sousa Bispo, Thais De 

  

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Fl. 364DF  CARF  MF




Processo nº 11080.934302/2009­01 
Acórdão n.º 3402­005.190 

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Fl. 0 

 
 

 
 

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Laurentiis  Galkowicz,  Vinícius  Guimarães  (Suplente  convocado),  Maysa  de  Sá  Pittondo 
Deligne e Carlos Augusto Daniel Neto. Ausente justificadamente o Conselheiro Jorge Olmiro 
Lock Freire, que foi substituído pelo Conselheiro Suplente convocado. 

Relatório 

Trata  o  presente  processo  de  DCOMP  transmitida  com  objetivo  de 
compensar os débitos nela apontados com créditos provenientes de pagamento  indevido ou a 
maior. 

A  matéria  foi  objeto  de  decisão  proferida  por  intermédio  do  Despacho 
Decisório,  no  qual  a  Delegacia  de  origem,  com  base  em  informação  fiscal  resultante  de 
diligência  do  Serviço  de  Fiscalização  para  apuração  do  direito  creditório  informado  na 
DCOMP,  onde  ficou  constatada  a  improcedência  do  mesmo,  revisou  de  ofício  o 
reconhecimento do direito creditório automático para não reconhecimento do direito creditório 
por  inexistência do crédito e  também de ofício  revisou a homologação  total da compensação 
efetuada através da mencionada declaração para compensação não homologada. 

A  autoridade  fiscal  que  proferiu  a  referida  informação  tomou  por  base  a 
Solução  de  Consulta  446  ­  SRRF/8ª  RF/Disit,  de  18/08/2007,  uma  vez  que  a  Solução  de 
Consulta  104  ­  SRRF/10ª  RF/Disit,  de  18/08/2008,  foi  anulada  pelo  Parecer  52  ­ 
SRRF10/Disit, de 13/09/2011, sob o seguinte argumento: 

É vedada a coexistência de duas soluções de consulta vigentes e 
eficazes  sobre  o  mesmo  fato,  relativas  a  um  mesmo  sujeito 
passivo(...). 

Por sua vez, a Solução de Consulta vigente tem a seguinte ementa para o PIS: 

ELEVADORES.  NÃO­CUMULATIVIDADE.  A  instalação  de 
elevador  por  seu  produtor  não  caracteriza  obra  de  construção 
civil, descabendo a aplicação do art. 10, XX, da Lei nº 10.833, 
de 2003. Caracteriza­se como operação de industrialização, na 
modalidade  montagem,  a  reunião  de  partes,  peças  e 
componentes  da  qual  resulte  elevador,  inclusive  quando 
realizada fora do estabelecimento do executor, no próprio prédio 
onde  esse  equipamento  será  utilizado.  Sofre  incidência  da 
contribuição  para  o  PIS/Pasep  em  regime  de  apuração  não­
cumulativo  o  total  das  receitas  decorrentes  do  fornecimento  de 
elevador por seu produtor, o qual se conclui ao final do processo 
de montagem. 

Para a Cofins foi proferida ementa com igual teor. 

(...). 

Uma  vez  intimado  o  contribuinte  apresentou  a  manifestação  de 
inconformidade, a qual foi julgada improcedente pelo acórdão 09­054.959, que entendeu que a 
compensação  pressupõe  a  existência  de  direito  creditório  líquido  e  certo,  não  verificado  no 
caso em comento, afastou a preliminar de nulidade do Despacho Decisório e concluiu que "a 

Fl. 365DF  CARF  MF



Processo nº 11080.934302/2009­01 
Acórdão n.º 3402­005.190 

S3­C4T2 
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decisão  judicial  transitada  em  julgado  é,  na  verdade,  a  lei  aplicada  ao  caso  concreto  e, 
tratando­se de exclusão do crédito tributário, deve ser interpretada literalmente". 

Diante  deste  quadro,  o  contribuinte  apresentou  o  recurso  voluntário 
tempestivo,  oportunidade  em  que  repisou  os  fundamentos  desenvolvidos  em  sede  de 
impugnação. 

É o relatório. 

Voto            

Conselheiro Waldir Navarro Bezerra 

O  julgamento  deste  processo  segue  a  sistemática  dos  recursos  repetitivos, 
regulamentada pelo art. 47, §§ 1º e 2º, do Anexo  II do RICARF, aprovado pela Portaria MF 
343,  de  09  de  junho  de  2015.  Portanto,  ao  presente  litígio  aplica­se  o  decidido  no Acórdão 
3402­005.145,  de  18  de  abril  de  2018,  proferido  no  julgamento  do  processo 
11080.729500/2013­23, paradigma ao qual o presente processo foi vinculado. 

Transcreve­se,  como  solução  deste  litígio,  nos  termos  regimentais,  o 
entendimento que prevaleceu naquela decisão (Acórdão 3402­005.145): 

"5.  O  recurso  voluntário  é  tempestivo  e  preenche  os 
demais  pressupostos  formais  de  admissibilidade,  motivo  pelo 
qual dele tomo conhecimento. 

I.  A  discussão  travada  nos  autos  e  o  precedente 
vinculante deste CARF favorável ao contribuinte 

6. A questão aqui travada não é nova, uma vez que já foi 
decidida  por  este  CARF  para  o  mesmíssimo  contribuinte  de 
forma  paradigmática,  i.e.,  nos  termos  do  art.  47,  §  2º  do 
RICARF.  Referida  decisão  foi  veiculada  por  intermédio  do 
acórdão n. 3201­002.448 e encontra­se assim prescrita: 

(...). 

A princípio, tem­se que o cerne da questão é definir qual a 
natureza da atividade exercida pela Recorrente (instalação 
de elevadores): se construção civil ou se industrialização. 

Tal definição determinará se a Recorrente deveria, à época 
dos  fatos  geradores,  apurar  o  recolhimento  do  PIS  e  da 
COFINS pelo regime não cumulativo ou pelo cumulativo. 

Há peculiar situação no feito, consistente no fato de que a 
Recorrente teria apresentado duas Consultas Fiscais acerca 
do  tratamento  tributário mais adequado, obtendo Soluções 
conflitantes. 

Na primeira delas, Solução de Consulta nº 446/2007, da 8ª 
Região  Fiscal,  concluiu­se  que  se  tratava  de 
industrialização  e  que,  portanto,  as  receitas  estariam 

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Processo nº 11080.934302/2009­01 
Acórdão n.º 3402­005.190 

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sujeitas  ao  regime  não  cumulativo  das  citadas 
contribuições. 

A  segunda,  Solução  de  Consulta  nº  104/2008,  da  10ª 
Região  Fiscal,  afirmou  que  as  receitas  estariam  sob  o 
regime cumulativo. 

No  caso,  o  crédito  postulado  pela  Recorrente  origina  da 
aplicação do segundo entendimento. Os créditos postulados, 
portando,  decorrem  da  reapuração  do  PIS  e  da  COFINS 
outrora  calculados  pelo  regime  não  cumulativo  e 
reajustados para o cumulativo. 

Idêntica questão  já  foi examinada por esta mesma Turma 
na  sessão  de  24  de  fevereiro  de  2016,  em  decisão  por 
maioria  proferida  nos  autos  do  Processo  nº 
11080.726628/201335,  da  mesma  THYSSENKRUPP 
ELEVADORES  S/A,  no  qual  a  Conselheira  Doutora  Ana 
Clarissa Masuko dos Santos Araújo foi designada Relatora 
para o Voto Vencedor. 

O  referido  Acórdão  nº  3201002.070  recebeu  a  seguinte 
ementa: 

ASSUNTO:  CONTRIBUIÇÃO  PARA  O 
FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL COFINS 

Período de apuração: 01/06/2008 a 31/12/2009 

SOLUÇÃO  DE  CONSULTA  DESFAVORÁVEL  AO 
CONTRIBUINTE.  ALTERAÇÃO  POR  DECISÃO 
PROFERIDA  NO  ÂMBITO  DO  PROCESSO 
ADMINISTRATIVO FISCAL. VALIDADE. Não há óbice 
legal  para  que  seja  alterado  entendimento  veiculado  em 
solução  de  consulta,  desfavorável  ao  contribuinte,  por 
decisão  emanada  no  âmbito  do  contencioso  administrativo 
fiscal. 

SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO DE ELEVADORES. 

A  instalação  de  elevadores  subsume­se  ao  conceito  de 
"serviço",  do  que  decorre  que  se  submete  ao  regime 
cumulativo  das  contribuições  ao  PIS  e  à  COFINS. 
Inteligência  do  Decreto  n.7708/2011,  que  instituiu  a 
Nomenclatura Brasileira de Serviços. 

JUROS  DE  MORA  SOBRE  MULTA  DE  OFÍCIO  No 
lançamento de ofício, o valor originário do crédito tributário 
compreende o valor do tributo e da multa por lançamento de 
ofício. Sobre a multa por lançamento de oficio não paga no 
vencimento incidem juros de mora. 

ASSUNTO: CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP 

Período de apuração: 01/06/2008 a 31/12/2009 

Fl. 367DF  CARF  MF



Processo nº 11080.934302/2009­01 
Acórdão n.º 3402­005.190 

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SOLUÇÃO  DE  CONSULTA  DESFAVORÁVEL  AO 
CONTRIBUINTE.  ALTERAÇÃO  POR  DECISÃO 
PROFERIDA  NO  ÂMBITO  DO  PROCESSO 
ADMINISTRATIVO FISCAL. 

VALIDADE.  Não  há  óbice  legal  para  que  seja  alterado 
entendimento  veiculado  em  solução  de  consulta, 
desfavorável  ao  contribuinte,  por  decisão  emanada  no 
âmbito do contencioso administrativo fiscal. 

SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO DE ELEVADORES. 

A  instalação  de  elevadores  subsume­se  ao  conceito  de 
"serviço",  do  que  decorre  que  se  submete  ao  regime 
cumulativo  das  contribuições  ao  PIS  e  à  COFINS. 
Inteligência  do  Decreto  n.7708/2011,  que  instituiu  a 
Nomenclatura Brasileira de Serviços. 

JUROS  DE  MORA  SOBRE  MULTA  DE  OFÍCIO  No 
lançamento de ofício, o valor originário do crédito tributário 
compreende o valor do tributo e da multa por lançamento de 
ofício. Sobre a multa por lançamento de oficio não paga no 
vencimento incidem juros de mora. 

Recurso Voluntário Provido e Recurso de Ofício Negado 

Vistos,relatados  e  discutidos  os  presentes  autos. Acordam 
os  membros  do  colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em 
negar  provimento  ao  recurso  de  ofício  e  por  maioria  de 
votos, em dar provimento ao recurso voluntário. Vencido o 
Conselheiro  Winderley  Morais  Pereira,  relator.  Designada 
para  redigir  o  voto  vencedor  a  Conselheira  Ana  Clarissa 
Masuko dos Santos Araújo. 

Como consta em ata, o voto da i. Conselheira Doutora Ana 
Clarissa  Masuko  dos  Santos  Araújo  foi  por  mim 
acompanhado  integralmente.  Por  essa  razão,  peço  vênia 
para transcrevê­lo como fundamento do presente julgado: 

Como se depreende do voto do eminente  relator, o mérito 
da presente demanda não foi conhecido, por se entender que 
havia  solução  de  consulta,  proferida  para  a  situação 
específica dos autos e proposta pela própria Recorrente. 

Com  efeito,  no  mérito  a  Recorrente  alega  que  o  regime 
jurídico  de  apuração  das  contribuições  sociais,  tome  a  sua 
atividades  de  instalação  de  elevadores  como  prestação  de 
serviços de construção civil, o que determinaria a aplicação 
do regime cumulativo. 

A  Recorrente  obteve  a  solução  de  consulta 
SRRF/8ªRF/DISIT nº 446, de 18/09/2007, que ao analisar as 
atividades  realizadas  pela  Recorrente  de  instalação  de 
elevadores,  decidiu  não  ser  atividade  de  construção  civil  e 
portanto,  estariam sujeita  a  apuração do PIS e da COFINS 
no regime não cumulativo. 

Fl. 368DF  CARF  MF



Processo nº 11080.934302/2009­01 
Acórdão n.º 3402­005.190 

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Não  obstante,  a  Recorrente  protocolou  nova  consulta,  na 
Superintendência da Receita Federal do Brasil na 10ª Região 
Fiscal (Solução de Consulta SRRF/10ªRF/DISIT nº 104, de 
18  de  agosto  de  2008),  que  considerou  a  atividade  da 
Recorrente como prestação de serviços de construção civil e 
portanto, enquadrada nas disposições do art. 10, XX, da Lei 
nº  10.833/2003,  determinando  a  apuração  do  PIS  e  da 
COFINS no regime cumulativo.(fls. 391 a 397). 

O  entendimento  do  eminente  Conselheiro  Winderley 
Morais Pereira foi no sentido de que, em sendo a solução de 
consulta  instrumento  de  garantia  do  contribuinte  para 
esclarecimentos  quanto  a  aplicação  da  legislação,  a 
possibilidade  de  consultas  do mesmo  contribuinte  tratando 
da mesma matéria serem protocoladas em unidades diversas 
da  RFB,  poderia  mitigar  a  força  normativa  das  consultas. 
Por essa razão, a decisão anterior não produziria efeito, nos 
termos do art. 54, IV do Decreto nº 70.235/72. 

Contudo,  a  questão  que  se  põe  e  da  qual  se  diverge  do 
ilustre  relator,  é  precisamente  sobre  a  possibilidade  de  a 
decisão  proferida  no  âmbito  do  contencioso  administrativo 
fiscal, se sobrepor a decisão em solução de consulta, para o 
mesmo contribuinte. 

Ora,  embora  pelo  processo  de  consulta  possa  se  entender 
que  o  contribuinte  recorra  à  Administração  para  buscar  a 
correta exegese de determinada norma jurídica, verifica­se o 
que  se  busca,  invariavelmente,  é  uma medida protetiva,  de 
cunho  preventivo,  para  a  estruturação  tributária  de  suas 
operações. 

O  fato  é  que  no  âmbito  do  processo  de  consulta,  o 
contribuinte  não  comparece  na  condição  de  mero 
consulente,  até  mesmo  porque,  já  traz  em  seu  pedido  o 
posicionamento  que  entende  cabível,  com  a  respectiva 
fundamentação  legal,  o  que  aliás,  é  condição  para  o 
processamento de sua consulta, de acordo com a legislação 
em vigor, sob pena de sua ineficácia. 

Embora o procedimento de consulta não se equipare lógica 
e  juridicamente  ao  processo  administrativo  fiscal,  o  fato  é 
que  este  também  possui  conteúdo  persuasivo,  buscando­se 
convencimento  da  Administração,  acerca  de  determinada 
interpretação. E se assim for o caso, a solução em consulta 
confere­lhe medida protetiva,  um verdadeiro  escudo contra 
eventuais  futuros  entendimentos  administrativos  contrários. 
Por  essa  razão,  apenas  a  solução  de  consulta  favorável  ao 
contribuinte tem repercussões no contencioso administrativo 
fiscal, no sentido de coibir o lançamento. 

Observe­se que, nessa  toada, dispõe o art. 100 do Decreto 
n. 7574/2011: 

(...). 

Fl. 369DF  CARF  MF



Processo nº 11080.934302/2009­01 
Acórdão n.º 3402­005.190 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

7

Acresça­se,  por  fim,  que  as  decisões  proferidas  em 
procedimentos  de  consulta  e  no  processo  administrativo 
fiscal são lógica e juridicamente distintas, de sorte que não 
se verifica quaisquer relações de hierarquia entre elas. 

Superadas  a  questão,  parte­se  para  o  conhecimento  do 
mérito da lide. 

A  atividade  de  instalação  de  elevadores  deve  ser 
caracterizada  como  serviço,  e  não  como  atividade  de 
industrialização,  frisando­se  que,  na  hipótese  dos  autos,  a 
Recorrente aparta a atividade de fabricação dos elevadores, 
da de sua instalação. 

Além  de  todas  os  fundamentos  jurídicos  trazidos  pela 
Recorrente,  como o  fato  de  que  a  instalação  de  elevadores 
sob  encomenda  ser  complemento  da  obra  de  construção 
civil,  esta,  indubitavelmente  subsumida  ao  conceito  de 
serviço, por se agregarem ao solo, dentre outras, tem­se que, 
para  efeitos  da  legislação  federal,  que  passou  a  tributar  os 
serviços  pelas  contribuições  sociais,  bem  como  instituir  o 
instrumental necessário para o controle do comércio exterior 
de  serviços,  com  a  edição  da  Nomenclatura  Brasileira  de 
Serviços, Decreto n. 7708/2011, não há mais dúvidas quanto 
ao enquadramento. 

Destarte,  de acordo com o art.  2o do decreto, a NBS será 
adotada  como  nomenclatura  única  na  classificação  das 
transações com serviços, intangíveis e outras operações que 
produzam  variações  no  patrimônio  das  pessoas  físicas, 
pessoas jurídicas e entes despersonalizados. 

Os  serviços  de  instalação  de  elevadores  estão  assim 
dispostos: 

SEÇÃO I ­ SERVIÇOS DE CONSTRUÇÃO 

Capítulo 1 ­ Serviços de construção 

1.0131 ­ Outros serviços de instalação 

1.0131.10.00  ­  Serviços  de  instalação  de  elevadores, 
esteiras  e escadas  rolantes O direito positivo brasileiro não 
traz  um  conceito  conotativo  de  "serviço'  nem mesmo  para 
efeitos  de  incidência  do  ISSQN,  operando  sempre  com 
definições denotativas, ou seja, com listas que arrolam o que 
são  considerados  os  "serviços"  para  efeitos  de  tributação. 
Portanto, não se questiona a validade, vigência e eficácia da 
Nomenclatura Brasileira de Serviços, para esse fim. 

Não se olvide, finalmente, que os decretos são de aplicação 
obrigatória  para  o  Conselho  Administrativo  de  Recursos 
Fiscais, de maneira que considerada a atividade em questão 
como  serviço,  deve  ser  a  aplicação  do  regime  cumulativo 
das contribuições sociais. 

Fl. 370DF  CARF  MF



Processo nº 11080.934302/2009­01 
Acórdão n.º 3402­005.190 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

8

Por essas razões, entendo que há de ser dado provimento ao 
recurso  voluntário.Com  efeito,  não  vislumbro  a 
possibilidade  de  uma  Solução  de  Consulta  expedida  pela 
Receita  Federal  do  Brasil  vincular,  ad  eternum,  uma 
exigência tributária que se mostre claramente ilegítima. 

Não se trata aqui de discutir se o contribuinte poderia ou 
não ter formulado uma segunda Consulta Fiscal, ou mesmo 
qual  das  respostas  deveria  prevalecer.  Trata­se  aqui  de 
reconhecer  a  legalidade  ou  ilegalidade  de  uma  exigência 
tributária,  ou,  melhor  dizendo,  de  definição  acerca  do 
alcance de uma norma tributária. 

Mesmo  se  admitisse  que,  de  acordo  com  as  normas 
procedimentais, a segunda Solução de Consulta deveria ser 
tida  por  inexistente,  tal  constatação,  por  óbvio,  não 
chancela  a  legitimidade  da  primeira  Solução  de Consulta. 
Afinal,  este  não  é  o  meio  adequado  para  se  definir  fato 
gerador de obrigação tributária. 

E, nesse  sentido,  trago o  seguinte precedente do Superior 
Tribunal de Justiça que reconhece o serviço de instalação e 
montagem  de  elevadores  como  obra  de  engenharia,  e  não 
como  industrialização  (portanto,  atraindo  a  incidência  do 
regime cumulativo do PIS e da COFINS à época dos  fatos 
geradores): 

TRIBUTÁRIO.  RECURSO  ESPECIAL. 
FORNECIMENTO  DE  ELEVADORES.  IPI.  NÃO 
INCIDÊNCIA. 

1. A atividade de fornecimento de elevadores, que envolve 
a  produção  sob  encomenda  e  a  instalação  no  edifício, 
encerra,  precipuamente,  uma  obra  de  engenharia  que 
complementa  o  serviço  de  construção  civil,  não  se 
enquadrando no conceito de montagem industrial, para fins 
de incidência do IPI. 

2. Recurso especial provido. 

(REsp  1231669/RS,  Rel.  Ministro  BENEDITO 
GONÇALVES,  PRIMEIRA  TURMA,  julgado  em 
07/11/2013, DJe 16/05/2014)  

Diante  do  exposto,  voto  por  CONHECER  e  DAR 
PROVIMENTO  ao  Recurso  Voluntário  do  Contribuinte, 
exonerando o crédito tributário lançado. 

7.  Referida  decisão  apresenta  um  caráter  vinculante, 
devendo  ser  seguida  por  esta  Turma  julgadora. Neste  aspecto, 
todavia, não concordou o colegiado, que entende que, em tese, 
o  colegiado  poderia  julgar  de  forma  diferente  daquele 
precedente paradigmático, haja vista que se está diante de outro 
lote de processos (ainda que referentes aos mesmíssimos fatos e 
com as mesmíssimas partes litigantes). Deixo tais considerações 
aqui registradas em razão do disposto no esquizofrênico art. 63, 

Fl. 371DF  CARF  MF



Processo nº 11080.934302/2009­01 
Acórdão n.º 3402­005.190 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

9

§8º  do  RICARF1,  que  determina  que  as  conclusões  adotadas 
pelo  colegiado  seja  externada  por  aquele  Conselheiro  que 
divergiu (e continua divergindo) e que foi vencido em relação à 
tais conclusões. 

8.  Tais  considerações  do  colegiado,  entretanto,  não 
trazem qualquer repercussão no caso prático, até porque, no que 
tange ao mérito, a Turma julgadora aderiu integralmente com as 
precisas considerações  elaboradas pela então Conselheira Ana 
Clarissa  Masuko  dos  Santos  Araújo  e  replicadas  pela 
Conselheira  Tatiana  Josefovicz  Belisário  (transcritas  alhures), 
motivo  pelo  qual  emprego  tais  fundamentos  para  fins  de 
motivação do presente voto, o que faço com amparo no art. 50, § 
1o da lei n. 9.784/992. 

Dispositivo 

9. Diante do exposto, voto por dar provimento ao recurso 
voluntário interposto pelo contribuinte. 

10. É como voto." 

Importa  registrar  que  nos  autos  ora  em  apreço,  a  situação  fática  e  jurídica 
encontra correspondência com a verificada no paradigma, de  tal  sorte que o entendimento  lá 
esposado pode ser perfeitamente aqui aplicado. 

                                                           
1 "Art. 63. As decisões dos colegiados, em forma de acórdão ou resolução, serão assinadas pelo presidente, pelo 
relator, pelo redator designado ou por conselheiro que fizer declaração de voto, devendo constar, ainda, o nome 
dos conselheiros presentes e dos ausentes, especificando­se, se houver, os conselheiros vencidos e a matéria em 
que o foram, e os impedidos.  
(...). 
§  8º  Na  hipótese  em  que  a  decisão  por  maioria  dos  conselheiros  ou  por  voto  de  qualidade  acolher  apenas  a 
conclusão do relator, caberá ao relator reproduzir, no voto e na ementa do acórdão, os fundamentos adotados pela 
maioria dos conselheiros." 
2 "Art. 50. Os atos administrativos deverão ser motivados, com indicação dos fatos e dos fundamentos jurídicos, 
quando: 
(...). 
§ 1o A motivação deve ser explícita, clara e congruente, podendo consistir em declaração de concordância com 
fundamentos de anteriores pareceres,  informações, decisões ou propostas, que, neste caso, serão parte  integrante 
do ato. 
(...)." 

Fl. 372DF  CARF  MF



Processo nº 11080.934302/2009­01 
Acórdão n.º 3402­005.190 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

10

Aplicando­se  a  decisão  do  paradigma  ao  presente  processo,  em  razão  da 
sistemática  prevista  nos  §§  1º  e  2º  do  art.  47  do  anexo  II  do  RICARF,  o  colegiado  deu 
provimento ao recurso voluntário. 

(assinado digitalmente) 
Waldir Navarro Bezerra 

. 

           

 

           

 

 

Fl. 373DF  CARF  MF


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    <float name="score">1.0</float></doc>
  <doc>
    <date name="dt_index_tdt">2021-10-08T01:09:55Z</date>
    <str name="anomes_sessao_s">201804</str>
    <str name="camara_s">Quarta Câmara</str>
    <str name="ementa_s">Assunto: Regimes Aduaneiros
Período de apuração: 11/12/2003 a 11/09/2006
DRAWBACK SUSPENSÃO. REGISTRO DE EXPORTAÇÃO. ENQUADRAMENTO DA OPERAÇÃO. NECESSIDADE.
Não basta que o sujeito passivo, beneficiário do regime de drawback na modalidade suspensão, comprove que exportações efetivamente ocorreram, mas também que elas estejam declaradas em consonância com as normas complementares editadas pela Secex e pela Receita Federal.
Conforme determinado nas Portarias da Secex, para fins de comprovação do adimplemento do regime de Drawback Suspensão, somente pode ser aceito Registro de Exportação (RE) contendo o código de enquadramento adequado para esse regime, bem como as demais informações relativas aos "dados do fabricante".
Recurso Voluntário negado
Crédito Tributário mantido

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    <str name="turma_s">Segunda Turma Ordinária da Quarta Câmara da Terceira Seção</str>
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    <str name="nome_relator_s">MARIA APARECIDA MARTINS DE PAULA</str>
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    <str name="arquivo_indexado_s">S</str>
    <arr name="decisao_txt">
      <str>Vistos, relatados e discutidos os presentes autos.
Acordam os membros do Colegiado, por unanimidade de votos, em negar provimento ao Recurso Voluntário. O Conselheiro Diego Diniz Ribeiro declarou-se impedido, sendo substituído pelo Conselheiro suplente Rodolfo Tsuboi.
(assinado digitalmente)
Waldir Navarro Bezerra  - Presidente
(assinado digitalmente)
Maria Aparecida Martins de Paula - Relatora
Participaram do presente julgamento os Conselheiros: Waldir Navarro Bezerra, Rodolfo Tsuboi (Suplente), Maria Aparecida Martins de Paula, Thais De Laurentiis Galkowicz, Pedro Sousa Bispo, Maysa de Sá Pittondo Deligne, Vinícius Guimarães (Suplente convocado) e Carlos Augusto Daniel Neto. Ausente justificadamente o Conselheiro Jorge Olmiro Lock Freire, que foi substituído pelo Suplente convocado Vinícius Guimarães.

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    </arr>
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S3­C4T2 

Fl. 1.988 

 
 

 
 

1

1.987 

S3­C4T2  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  10314.007810/2008­72 

Recurso nº               Voluntário 

Acórdão nº  3402­005.135  –  4ª Câmara / 2ª Turma Ordinária  

Sessão de  17 de abril de 2018 

Matéria  DRAWBACK 

Recorrente  DU PONT DO BRASIL S/A 

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

ASSUNTO: REGIMES ADUANEIROS 

Período de apuração: 11/12/2003 a 11/09/2006 

DRAWBACK  SUSPENSÃO.  REGISTRO  DE  EXPORTAÇÃO. 
ENQUADRAMENTO DA OPERAÇÃO. NECESSIDADE. 

Não  basta  que  o  sujeito  passivo,  beneficiário  do  regime  de  drawback  na 
modalidade  suspensão,  comprove  que  exportações  efetivamente  ocorreram, 
mas  também  que  elas  estejam  declaradas  em  consonância  com  as  normas 
complementares editadas pela Secex e pela Receita Federal. 

Conforme determinado nas Portarias da Secex, para fins de comprovação do 
adimplemento do  regime de Drawback Suspensão,  somente pode ser aceito 
Registro de Exportação (RE) contendo o código de enquadramento adequado 
para esse regime, bem como as demais  informações relativas aos "dados do 
fabricante". 

Recurso Voluntário negado 

Crédito Tributário mantido 

 
 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

Acordam  os  membros  do  Colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em  negar 
provimento ao Recurso Voluntário. O Conselheiro Diego Diniz Ribeiro declarou­se impedido, 
sendo substituído pelo Conselheiro suplente Rodolfo Tsuboi. 

(assinado digitalmente) 

Waldir Navarro Bezerra  ­ Presidente 

(assinado digitalmente) 

Maria Aparecida Martins de Paula ­ Relatora 

  

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10
31

4.
00

78
10

/2
00

8-
72

Fl. 1988DF  CARF  MF




 

  2

Participaram  do  presente  julgamento  os  Conselheiros:  Waldir  Navarro 
Bezerra, Rodolfo Tsuboi  (Suplente), Maria Aparecida Martins de Paula, Thais De Laurentiis 
Galkowicz, Pedro Sousa Bispo, Maysa de Sá Pittondo Deligne, Vinícius Guimarães (Suplente 
convocado)  e  Carlos  Augusto  Daniel  Neto.  Ausente  justificadamente  o  Conselheiro  Jorge 
Olmiro Lock Freire, que foi substituído pelo Suplente convocado Vinícius Guimarães. 

Relatório 

Trata­se de  recurso  voluntário  contra  decisão  da Delegacia de  Julgamento 
em Florianópolis que  julgou  improcedente  a  impugnação  da  contribuinte,  conforme  ementa 
abaixo: 

ASSUNTO: OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS  

Período de apuração: 11/12/2003 a 11/09/2006 

 DRAWBACK. LEGISLAÇÃO. DESCUMPRIMENTO. 

Constatado  que,  por  ocasião  da  exportação,  o  beneficiário 
descumpriu  a  legislação  referente  ao  Regime  Aduaneiro 
Especial de Drawback, modalidade Suspensão, não  fazendo  jus 
ao  benefício  fiscal  relativo  à  suspensão  do  pagamento  dos 
tributos sobre a importação, devem ser cobrados os tributos que 
deixaram de ser recolhidos. 

Impugnação Improcedente  

Crédito Tributário Mantido  

Versa o processo sobre a exigência de Imposto sobre a  Importação (II),  IPI, 
Cofins­importação,  PIS/Pasep­importação,  juros  de  mora  e  multas  de  ofício,  no  valor  de 
R$595.354,42, em face do descumprimento das obrigações assumidas por ocasião da aplicação 
do regime aduaneiro especial de drawback. 

A  contribuinte,  amparada  pelos  Atos  Concessórios  n°  20030090733, 
20040004287  e  20050206451  sob  o  regime  de  Drawback  Intermediário  na  modalidade 
suspensão,  importou  mercadorias  (filmes  de  poliéster  de  diversos  modelos)  utilizadas  na 
fabricação  de  produtos  a  serem  exportados  por  terceiros  (motores),  no  caso,  a  empresa 
TECUMSEH DO BRASIL LTDA, de CNPJ nº 45.361.425/0001­64. 

Da análise dos registros de exportação (RE’s) restou constatado que 214 itens 
neles  inseridos  não  haviam  sido  registrados  com  o  enquadramento  da  operação  como 
vinculados ao regime aduaneiro especial de drawback suspensão (intermediário), mas sim com 
os  seguintes  enquadramentos:  80000  ­  Exportação  Normal;  80102  ­  Exportação  em 
consignação exceto COD. 80114; 80116 ­ SGP ­ Sistema Geral de Preferência; 81501 Proex/ 
Equalização  (Banco  do  Brasil);  e  99199  Outras  exportações  s/  cobertura  sem  retorno  não 
enquadradas em outros códigos. Assim, a fiscalização não aceitou, para fins de comprovação 
do  adimplemento  dos  respectivos  atos  concessórios,  tais  registros  de  exportação,  dado  que 
contrariam o disposto na legislação que rege a matéria. 

A interessada apresentou impugnação, alegando, em síntese, que:  

a) Não existiu a figura do desvio de finalidade, tendo sido apenas detectado que, das 
operações de exportação promovidas pelo exportador, 199 RE (214 itens) apresentaram supostos erros 
formais. Houve exportação, contrato de câmbio e a respectiva liquidação ao contrato de câmbio. 

b) No campo 24 de cada um dos registros de exportação verifica­se que efetivamente 
houve a vinculação ao ato concessório.  

Fl. 1989DF  CARF  MF



Processo nº 10314.007810/2008­72 
Acórdão n.º 3402­005.135 

S3­C4T2 
Fl. 1.989 

 
 

 
 

3

c)  Não  houve  dolo  ou  má­fé,  há  que  ser  aplicado  o  princípio  da  razoabilidade  e 
proporcionalidade (pena mais adequada ao erro formal); 

d) Houve a efetiva exportação dos equipamentos exportados em consignação. Tais 
operações se transformaram em efetiva venda e a liquidação dos respectivos contratos de câmbio por si 
só  comprovam o  fechamento  da  operação  de  venda. Tendo o mesmo ocorrido  com os  equipamentos 
exportados pelo Sistema Geral de Preferência ou financiadas pelo PROEX, bem como em relação às 
operações sem cobertura cambial/outros (houve a transformação em exportação definitiva. 

O julgador de primeira instância não acatou as alegações da impugnante, em 
síntese, sob os seguintes fundamentos: 

­ A Portaria SECEX n° 14/04 em seu  artigo 164 estabeleceu  seu  alcance aos  atos 
concessórios em análise (emitidos em 17/09/2003, 03/02/2004 e 28/07/2005), dado que são posteriores 
a 31/10/01.  

­ A Portaria SECEX n° 14/04 trouxe comandos que devem ser respeitados para que 
se possa aferir adequadamente o correto usufruto do benefício concedido. É obrigatória a vinculação do 
RE ao Ato Concessório de Drawback, modalidade suspensão. Somente será aceito para comprovação 
do Regime, modalidade suspensão, RE contendo, no campo 2­a, o código de enquadramento constante 
da  Tabela  de  Enquadramento  da  Operação  do  SISCOMEX­Exportação,  bem  como  as  informações 
exigidas no campo 24 (dados do fabricante). 

­  Como  se  observa  dos  documentos  acostados  aos  autos  (cópias  dos  registros  de 
exportação, fls. 270 a 299) o exportador (Empresa TECUMSEH DO BRASIL LTDA.) utilizou códigos 
de  enquadramento  diversos  daquele  prescrito  para  o  regime  aduaneiro  especial  de  drawback 
intermediário modalidade suspensão (81103 ­ DRAWBACK SUSPENSAO INTERMEDIÁRIO). 

­ O exportador modificou as informações originais dos registros de exportação após 
a  saída  das  mercadorias  do  País  (averbação  dos  registros)  –  é  o  que  se  depreende  das  cópias  dos 
registros  de  exportação  anexados  pela  impugnante  (Exemplificando:  registro  de  exportação 
03/1529934­001,  fl.  808,  no  campo  26  “MENSAGENS  DE  PENDÊNCIA”  existem  dois  alertas  – 
“ALTERACAO OBSERVACAO EXPORTADOR APOS AVERBACAO” e “ALTERACAO DADOS 
DO  FABRICANTE  APOS  AVERBACAO”).  Os  registros  modificados  após  o  embarque  das 
mercadorias levam a crer que as modificações foram promovidas numa tentativa de ajustar os registros 
ao ato concessório, o que é de se ter por incabível. 

Cientificada em 04/12/2015, a  interessada apresentou recurso voluntário em 
18/12/2015, alegando, em síntese, que: 

­  Há  nulidade  no  acórdão  recorrido,  na  medida  em  que  o  julgador  deixou  de  se 
pronunciar  quantos  aos  elementos  de  prova  que  atestam  a  exportação  dos  itens  (compressores 
magnéticos  destinados  ao  segmento  de  refrigeração)  em  relação  aos  quais  as matérias­primas  foram 
aplicadas  (filmes  de  poliéster).  Também  há  nulidade  no  acórdão  recorrido  por  inovação  nos 
fundamentos da autuação, vez que a vinculação física nunca foi questionada pela fiscalização. 

­ Em respeito a cada código  indevido, a Recorrente demonstrou individualmente o 
adimplemento irrestrito dos Atos Concessórios: 

a)  RE's  sob  o  código  80102  ­  exportação  em  consignação:  com  fundamento  de 
validade no art. 121 da Portaria Secex 36/07, as provas de liquidação do câmbio representam elementos 
inequívocos de houve uma efetiva venda ao exterior, devendo tais operações ser consideradas para fins 
de confirmação do adimplemento do regime. 

b)  RE's  sob  o  código  80116  ­  Sistema  Geral  de  Preferências:  pelas  provas  de 
fechamento de câmbio juntadas fácil concluir que o preço foi praticado de forma usual e comum, sem 
qualquer redução, de forma que é incabível a glosa efetuada pela fiscalização. 

Fl. 1990DF  CARF  MF



 

  4

c)  RE's  sob  o  código  81501  ­  Proex/Equalização:  em  que  pese  a  modalidade  de 
financiamento,  o  preço  de  venda  ao  exterior  foi  integralmente  recebido  pela  Tecumseh,  como 
comprovam as liquidações de câmbio. 

d)  RE's  sob  o  código  99199  ­  outras  exportações  s/  cobertura  sem  retorno:  as 
liquidações  de  câmbio  (fls.  800/1979)  não  deixam  margem  para  dúvidas  de  que  houve  a  efetiva 
exportação,  com  o  recebimento  integral  do  preço  pela  Tecumseh,  cumprindo­se,  assim,  os 
compromissos assumidos quando da concessão dos Atos Concessórios nºs 20040004287, 20030090733 
e 20050206451. 

­  Uma  vez  comprovado  que  a  matéria­prima  importada  foi  aplicada  na 
industrialização de compressores magnéticos destinados ao segmento de refrigeração, cujos itens foram 
efetivamente exportados, gerando entrada de divisas à nação, não há como se imputar qualquer espécie 
de descumprimento quanto às obrigações assumidas nos referidos Atos Concessórios. 

­  A  recorrente  fez  prova  de  todos  os  elementos  que  envolveram  as  exportações 
efetivamente  consumadas  pela  Tecumseh,  os  quais  ratificam  a  pertinência  cronológica  dos  eventos 
ocorridos,  inclusive  reforçado  pelos  Laudos  Técnicos  juntados,  não  havendo  como  se  questionar  a 
efetiva  vinculação  física  dos  itens  importados  às  exportações  refletidas  nos Registros  de Exportação 
comprovados no processo. 

­  Independentemente das modificações  dos RE's,  que,  inclusive,  são  de  aprovação 
automática  pelo  sistema,  o  fato  é  que  os  elementos  constantes  dos  registros  originais,  a  exemplo  da 
NCM e a descrição dos dados da operação, já possibilitavam identificar a efetiva exportação dos itens 
em relação aos quais as matérias­primas importadas pela Recorrente foram aplicadas. 

­ Não há  o menor  sentido  em  relativizar  a  eficácia das  alterações  feitas  nos RE's, 
efetivamente  acatadas  pelo  Siscomex,  para  afastar  o  reconhecimento  da  vinculação  física  dos  itens 
exportados.  O  julgador  da  DRJ  simplesmente  abstrai  que  as  alterações  promovidas  nos  RE  foram 
providenciadas antes de qualquer expediente de fiscalização, não havendo, assim, motivos para que não 
fossem acatadas. 

É o relatório. 

Voto            

Conselheira Maria Aparecida Martins de Paula, Relatora 

Atendidos  aos  requisitos  de  admissibilidade,  toma­se  conhecimento  do 
recurso voluntário. 

Não  assiste  razão  à  recorrente  na  preliminar  de  nulidade  do  acórdão 
recorrido.  

Não houve omissão do julgador em não analisar os elementos de prova que 
eventualmente atestariam a exportação dos bens. Ocorreu que, tendo em vista que o exportador 
(Tecumseh) utilizou códigos de enquadramento diversos do prescrito (81103 ­ DRAWBACK 
SUSPENSAO INTERMEDIÁRIO),  tais exportações não poderiam ser consideradas para fins 
de  adimplemento  do  regime,  tornando­se  desnecessária,  à  aquele  julgador,  a  análise  dos 
documentos acerca da efetiva exportação dos bens.  

Nesse sentido, o  julgador a quo  também não questionou a vinculação física 
específica dos produtos exportados às importações, pois não chegou a analisar o mérito dessas 
exportações em face da ausência do código adequado. 

Fl. 1991DF  CARF  MF



Processo nº 10314.007810/2008­72 
Acórdão n.º 3402­005.135 

S3­C4T2 
Fl. 1.990 

 
 

 
 

5

Com relação à impossibilidade de retificação do Registro de Exportação para 
a  inserção  do  Ato  Concessório,  observa­se  que  tal  matéria  não  havia  sido  aventada  pela 
fiscalização  no Relatório Fiscal  em  caráter  específico  para  as  exportações  sob  análise,  razão 
pela  qual  a  argumentação  adicional  proferida  nesse  sentido  pelo  julgador  a  quo  é  de  ser 
considerada mero obiter dictum. 

A  controvérsia  limita­se  à  possibilidade  de  se  considerar,  para  fins  de 
adimplemento do regime de drawback suspensão intermediário, as exportações realizadas sob 
outros códigos de enquadramento diversos daquele exigível para essa modalidade de regime. 
Há  que  se  esclarecer  que  esses  códigos  equivocados  não  foram  objeto  de  alteração  nos 
Registros de Exportação (RE). 

As Portarias Secex abaixo, que se sucederam no tempo sem alterar a matéria, 
não  deixam  dúvidas  acerca  da  obrigatoriedade  de  informação  do  código  de  enquadramento 
correto  da  operação  no  RE  para  que  a  exportação  seja  aceita  para  fins  de  comprovação  do 
adimplemento do drawback suspensão: 

PORTARIA SECEX N° 11, DE 25 DE AGOSTO DE 2004: 
ANEXO V  
EXPORTAÇÃO VINCULADA AO REGIME DE DRAWBACK  
1.  As  exportações  vinculadas  ao  Regime  de  Drawback  estão 
sujeitas às normas gerais em vigor para o produto, inclusive no 
tocante ao tratamento administrativo aplicável. 
2. Um mesmo RE não poderá ser utilizado para comprovação de 
Atos  Concessórios  de  Drawback  distintos  de  uma  mesma 
beneficiária. 
3.  É  obrigatória  a  vinculação  do  RE  ao  Ato  Concessório  de 
Drawback, modalidade suspensão. 
4.  Somente  será  aceito  para  comprovação  do  Regime, 
modalidade suspensão, RE contendo, no campo 2­ a, o código 
de enquadramento constante da Tabela de Enquadramento da 
Operação  do  SISCOMEX  Exportação,  bem  como  as 
informações exigidas no campo 24 (dados do fabricante). 
(...) 
 
PORTARIA Nº 14, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2004 
(Publicada no DOU de 23/11/2004) 
(...) 
ANEXO  “G”  EXPORTAÇÃO  VINCULADA  AO  REGIME  DE 
DRAWBACK  
4.  Somente  será  aceito  para  comprovação  do  Regime, 
modalidade suspensão, RE contendo, no campo 2­a, o código de 
enquadramento  constante  da  Tabela  de  Enquadramento  da 
Operação do SISCOMEX­Exportação, bem como as informações 
exigidas no campo 24 (dados do fabricante). 
(...) 
 
PORTARIA Nº 35, DE 24 NOVEMBRO DE 2006 
(Publicada no DOU de 28/11/2006) 
(...) 
ANEXO “F”  
EXPORTAÇÃO VINCULADA AO REGIME DE DRAWBACK  
(...) 
4.  Somente  será  aceito  para  comprovação  do  Regime, 
modalidade suspensão, RE contendo, no campo 2­a, o código de 

Fl. 1992DF  CARF  MF



 

  6

enquadramento  constante  da  Tabela  de  Enquadramento  da 
Operação do SISCOMEX­Exportação, bem como as informações 
exigidas no campo 24 (dados do fabricante). 
(...) 
 
Portaria SECEX nº 36 de 22/11/2007 
(...) 
ANEXO F  
EXPORTAÇÃO VINCULADA AO REGIME DE Drawback 
(...) 
4.  Somente  será  aceito  para  comprovação  do  Regime, 
modalidade suspensão, RE contendo , no campo 2­a, o código de 
enquadramento  constante  da  Tabela  de  Enquadramento  da 
Operação  do  SISCOMEX  ­  Exportação,  quando  de  sua 
efetivação,  bem  como  as  informações  exigidas  no  campo 
24(dados do fabricante). 
(...) 
As  normas  complementares  editadas  pela  Secex  e  pela  Receita  Federal, 

conforme prerrogativa dada pelo  art.  344 do Regulamento Aduaneiro/2002, não  estabelecem 
meras  formalidades desprovidas de fundamento, mas providências necessárias para que esses 
Órgãos  tenham o  controle  adequado  sob o  regime de Drawback Suspensão. Ao contrário do 
que  sustenta  a  recorrente,  não  basta  que  esteja  provado  que  efetivamente  ocorreram  as 
exportações  relacionadas  pela  contribuinte,  mas  também  que  elas  estejam  declaradas  em 
consonância com as normas complementares da Secex e da RFB. 

Assim,  tendo  em vista que,  nos Registros  de Exportação  questionados,  não 
foi  informado  o  código  adequado  para  o  regime  (81103  ­  DRAWBACK  SUSPENSAO 
INTERMEDIÁRIO), as exportações apresentadas pela contribuinte não podem ser aceitas para 
fins  de  comprovação  do  compromisso  de  exportar,  conforme  decidido  pela  fiscalização  e 
ratificado pela decisão recorrida. 

Assim,  pelo  exposto  acima,  voto  no  sentido  de  negar  provimento  ao 
recurso voluntário. 

(assinatura digital) 

Maria Aparecida Martins de Paula ­ Relatora

           

           

 

 

Fl. 1993DF  CARF  MF


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    <str name="anomes_sessao_s">201805</str>
    <str name="camara_s">Quarta Câmara</str>
    <str name="ementa_s">Assunto: Contribuição para o PIS/Pasep
Período de apuração: 01/10/2000 a 31/10/2000
PIS/COFINS. RECEITAS ESTRANHAS AO CONCEITO DE FATURAMENTO.
Não compõem a base de cálculo das contribuições sociais as receitas decorrentes de atividades estranhas ao objeto social da empresa, devendo ser excluídas na apuração.

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    <str name="turma_s">Segunda Turma Ordinária da Quarta Câmara da Terceira Seção</str>
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    <str name="nome_relator_s">CARLOS AUGUSTO DANIEL NETO</str>
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    <str name="arquivo_indexado_s">S</str>
    <arr name="decisao_txt">
      <str>Vistos, relatados e discutidos os presentes autos.
Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em dar provimento parcial ao Recurso, para reconhecer o direito creditório no montante reconhecido na Diligência Fiscal realizada nos autos.
(assinado digitalmente)
Waldir Navarro Bezerra - Presidente.
(assinado digitalmente)
Carlos Augusto Daniel Neto - Relator.
Participaram da sessão de julgamento os seguintes Conselheiros: Waldir Navarro Bezerra (Presidente), Rodrigo Mineiro Fernandes, Carlos Augusto Daniel Neto, Maysa de Sá Pittondo Deligne, Maria Aparecida Martins de Paula, Diego Diniz Ribeiro, Thais de Laurentiis Galkowicz e Pedro Sousa Bispo.


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S3­C4T2 

Fl. 2 

 
 

 
 

1

1 

S3­C4T2  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  10850.907849/2011­10 

Recurso nº               Voluntário 

Acórdão nº  3402­005.274  –  4ª Câmara / 2ª Turma Ordinária  

Sessão de  24 de maio de 2018 

Matéria  PIS/COFINS 

Recorrente  DM MOTORS DO BRASIL LTDA 

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

ASSUNTO: CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP 

Período de apuração: 01/10/2000 a 31/10/2000 

PIS/COFINS.  RECEITAS  ESTRANHAS  AO  CONCEITO  DE 
FATURAMENTO. 

Não  compõem  a  base  de  cálculo  das  contribuições  sociais  as  receitas 
decorrentes de atividades estranhas ao objeto social da empresa, devendo ser 
excluídas na apuração. 

 
 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

Acordam  os  membros  do  colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em  dar 
provimento parcial ao Recurso, para reconhecer o direito creditório no montante reconhecido 
na Diligência Fiscal realizada nos autos. 

(assinado digitalmente) 

Waldir Navarro Bezerra ­ Presidente.  

(assinado digitalmente) 

Carlos Augusto Daniel Neto ­ Relator. 

Participaram  da  sessão  de  julgamento  os  seguintes  Conselheiros:  Waldir 
Navarro  Bezerra  (Presidente),  Rodrigo  Mineiro  Fernandes,  Carlos  Augusto  Daniel  Neto, 
Maysa de Sá Pittondo Deligne, Maria Aparecida Martins de Paula, Diego Diniz Ribeiro, Thais 
de Laurentiis Galkowicz e Pedro Sousa Bispo. 

 

  

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85

0.
90

78
49

/2
01

1-
10

Fl. 534DF  CARF  MF




 

  2

Relatório 

Trata­se  de  processo  administrativo  decorrente  de  manifestação  de 
inconformidade interposta pelo contribuinte, por meio de seus representantes legais, em face de 
Despacho  Decisório  eletrônico  resultante  da  apreciação  de  Pedido  de  Restituição, 
correspondente aos períodos e tributos lá discriminados.  

A  análise  da  liquidez  e  certeza  do  crédito  pleiteado  foi  efetuada  pela 
Delegacia  da  Receita  Federal  do  Brasil  em  São  José  do  Rio  Preto,  que  emitiu  Despacho 
Decisório eletrônico no qual a autoridade competente  indeferiu o Pedido de Restituição, em 
virtude  dos  pagamentos  localizados  terem  sido  integralmente  utilizados  para  quitação  de 
débitos da contribuinte, não restando crédito disponível para restituição. 

Inconformado,  o  contribuinte manifestou­se  alegando,  quanto  ao mérito:  i) 
falta de aprofundamento na investigação dos fatos;  ii)  inconstitucionalidade do art. 3º, §1º da 
Lei nº 9.718/98 e advento de decisão do STF declarando­a sob a sistemática de Repercussão 
Geral, o que implicaria em novo cálculo dos débitos, com a base de cálculo correta, e apuração 
do pagamento indevido. 

A DRJ julgou improcedente a sua manifestação de inconformidade, pelo que 
apresentou o Contribuinte Recurso Voluntário ao CARF, reiterando as razões de seu pleito. 

Converteu­se o julgamento em diligência para que se cumprisse o seguinte: 

I)  Que  a  DRF  intime  o  contribuinte  a  apresentar  os  livros 
contábeis e a documentação fiscal necessária à identificação da 
natureza  das  receitas  que  compuseram  a  base  de  cálculo  das 
contribuições  sociais  do  período  cuja  restituição  pleiteia  o 
Recorrente. 

II)  Após  o  recebimento  e  análise  da  documentação  a  ser 
entregue  pelo  Recorrente,  a  autoridade  fiscalizadora  deverá 
elaborar  relatório  discriminando  a  parcela  da  base  de  cálculo 
correspondente  às  receitas  excluídas  por  força  do  Recurso 
Extraordinário  RE  585.235,  julgado  sob  sistemática  de 
Repercussão  Geral,  calculando  o  valor  do  tributo 
correspondente. 

III)  Elaborado  o  relatório,  deve­se  dar  ciência  ao  contribuinte 
para  manifestação  sobre  o  teor  do  relatório  da  diligência, 
retornando então o processo a este Colegiado, para julgamento. 

Intimado,  o  contribuinte  apresentou  a  documentação  solicitada  e  a 
fiscalização  juntou  aos  autos  informação  fiscal.  Posteriormente,  o  contribuinte  apresentou 
petição manifestando­se sobre o resultado da diligência fiscal. 

É o relatório, em síntese. 

 

Voto            

Fl. 535DF  CARF  MF



Processo nº 10850.907849/2011­10 
Acórdão n.º 3402­005.274 

S3­C4T2 
Fl. 3 

 
 

 
 

3

Conselheiro Carlos Augusto Daniel Neto 

O  Recurso  Voluntário  é  tempestivo  e  atende  aos  demais  requisitos  de 
admissibilidade, razão pela qual dele tomo conhecimento. 

O  presente  caso  é  recorrente  neste  Conselho,  visto  que  todos  aqueles  que 
recolheram contribuições sociais ao PIS e a COFINS com a base de cálculo ampliada pelo §1º 
do artigo 3º da Lei nº 9718/98 passaram a ingressar administrativamente, dentro do interregno 
legal do direito à restituição, buscando reaver os valores pagos indevidamente. 

O  contribuinte  junta  ao  seu  Recurso  Voluntário  planilhas  que  indicam  a 
existência  de  receitas  financeiras  na  apuração  da  base  de  cálculo  das  contribuições  sociais, 
indicando de forma perfunctória o direito pleiteado. Em razão disso, optou­se pela conversão 
do julgamento em diligência para que a instrução probatória fosse melhor desenvolvida. 

A minuciosa informação fiscal juntada pela fiscalização analisou as planilhas 
apresentadas,  bem  como  o  contrato  social  da  empresa,  com  a  finalidade  de  identificar  quais 
receitas fazem parte do objeto social da empresa e que deveria compor o faturamento dela. 

Na mesma linha de julgamentos sobre a inconstitucionalidade do alargamento 
da base de cálculo do PIS e da Cofins, que culminou com a decisão, tomada no julgamento do 
Recurso  Extraordinário  nº  527602,  com  repercussão  geral,  o  STF,  nos  RE  346.084/PR, 
357.950/RS, 358.273/RS e 390.840/MG, estabeleceu que a receita bruta, prevista no art. 3.º da 
Lei  9.718/98,  corresponde  ao  conceito  de  faturamento  expresso  no  artigo  2º,  da  Lei 
Complementar 70/91: 

Art. 2° A contribuição (...) incidirá sobre o faturamento mensal, 
assim considerado a  receita bruta das  vendas de mercadorias, 
de mercadorias e serviços e de serviço de qualquer natureza. 

Analisando as receitas da empresa, a informação fiscal aduziu a existência de 
créditos  decorrentes  de  pagamento  a  maior,  passíveis  de  restituição,  conforme  planilha 
apresentada na informação fiscal. 

Sobre  isto,  o  contribuinte  manifestou  sua  expressa  concordância, 
reconhecendo a correção do entendimento adotado na diligência fiscal. 

Portanto,  no  que  é  pertinente  aos  créditos  reconhecidos  pela  informação 
fiscal,  não  resta  qualquer  controvérsia  nos  autos,  devendo  serem  reconhecidos  por  este 
Colegiado. 

Desse  modo,  voto  por  dar  provimento  parcial  ao  Recurso  Voluntário  no 
sentido  de  reconhecer  o  direito  creditório  no  montante  determinado  na  informação  fiscal 
juntada aos autos. 

É como voto. 

Carlos  Augusto  Daniel  Neto  ­  Relator

           

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  4

 

           

 

 

Fl. 537DF  CARF  MF


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Resolvem os membros do Colegiado, por unanimidade de votos, converter o julgamento em diligência, nos termos do voto da Relatora.
(assinado digitalmente)
Waldir Navarro Bezerra - Presidente
(assinado digitalmente)
Thais De Laurentiis Galkowicz - Relatora
Participaram da sessão de julgamento os Conselheiros Maria Aparecida Martins de Paula, Diego Diniz Ribeiro, Pedro Sousa Bispo, Thais De Laurentiis Galkowicz, Vinicius Guimarães (suplente convocado em substituição ao Conselheiro Jorge Olmiro Lock Freire), Maysa de Sá Pittondo Deligne, Carlos Augusto Daniel Neto e Waldir Navarro Bezerra.

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S3­C4T2 

Fl. 9.258 

 
 

 
 

1

9.257 

S3­C4T2  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  11080.903085/2013­86 

Recurso nº             

Resolução nº  3402­001.348  –  4ª Câmara / 2ª Turma Ordinária 

Data  19 de abril de 2018 

Assunto  IPI 

Recorrente  GERDAU AÇOS ESPECIAIS S.A. 

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

Resolvem  os  membros  do  Colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  converter  o 
julgamento em diligência, nos termos do voto da Relatora. 

(assinado digitalmente) 

Waldir Navarro Bezerra ­ Presidente  

(assinado digitalmente) 

Thais De Laurentiis Galkowicz ­ Relatora  

Participaram da sessão de julgamento os Conselheiros Maria Aparecida Martins 
de Paula, Diego Diniz Ribeiro, Pedro Sousa Bispo, Thais De Laurentiis Galkowicz, Vinicius 
Guimarães  (suplente  convocado  em  substituição  ao  Conselheiro  Jorge  Olmiro  Lock  Freire), 
Maysa de Sá Pittondo Deligne, Carlos Augusto Daniel Neto e Waldir Navarro Bezerra. 

RELATÓRIO  

Trata­se  de  recurso  voluntário,  apresentado  em  razão  do  julgamento 
improcedente da manifestação de  inconformidade apresentada pela Contribuinte. Esta última, 
por  sua  vez,  guerreou  o Despacho Decisório Eletrônico  da Delegacia  da Receita  Federal  do 
Brasil,  que  não­homologou  a  compensação  declarada  por  entender  ser  inexistente  o  crédito 
utilizado nesta compensação, em decorrência de glosa de créditos considerados indevidos em 
procedimento fiscal. 

A Fiscalização esclareceu que o mencionado procedimento  fiscal,  fundador de 
auto  de  infração  (Processo  Administrativo  nº  11080.732116/2013­16),  teve  por  objeto  a 

  

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Processo nº 11080.903085/2013­86 
Resolução nº  3402­001.348 

S3­C4T2 
Fl. 9.259 

 
 

 
 

2

verificação  de  créditos  e  compensações  referentes  a  diversos  pedidos  de  ressarcimento  de 
créditos de lPI apresentados pela Contribuinte. 

Como consequência da lavratura do auto de infração, verificou­se alterações nos 
saldos da escrita fiscal, resultando no aparecimento de saldos devedores até então inexistentes 
ou na redução de saldos credores apurados pelo contribuinte, o que influenciou os valores de 
ressarcimento pleiteados. 

Por  bem  consolidar  os  fatos  ocorridos  neste  processo  até  o  julgamento  de 
primeira instância, colaciono os principais trechos do relatório do Acórdão recorrido, in verbis: 

Regularmente cientificada da homologação parcial da compensação, a 
empresa  apresentou  manifestação  de  inconformidade,  encaminhada 
pelo  órgão  de  origem  como  tempestiva,  na  qual,  em  síntese,  fez  as 
seguintes considerações: 

1.  DO  AUTO  DE  INFRAÇÃO:  O  Despacho  Decisório  ora 
“impugnado” é resultado do procedimento de fiscalização instaurado 
para a verificação da regularidade dos créditos de IPI sobre insumos 
básicos  apurados  e  informados  no  período  compreendido  entre  o  4º 
Trimestre/2008 e o 1º Trimestre/2012 (MPF nº 10.1.01.00­2013­00304­
2),  sendo  parte  requerida  por  meio  de  pedidos  de  ressarcimento  e 
compensação e parte utilizada para escrituração em conta gráfica de 
IPI,  sem  pedido  de  ressarcimento.  No  caso,  como  mencionado  pela 
Autoridade  Fiscal,  “a  fundamentação  dos  créditos  glosados 
relativamente  a  todas  as DCOMP’s  objetos  do MPF  acima  referido, 
encontra­se, detalhadamente, no Relatório de Ação Fiscal, anexado a 
estes  autos.  Pela  semelhança  dos  argumentos  de  fato  e  de  direito,  a 
Manifestante requer, antes de tudo, a reunião de todos esses processos 
acima mencionados, para que tramitem em conjunto e sejam objetos de 
um  único  julgamento,  em  atenção  ao  princípio  da  economia  e 
eficiência  processuais,  bem  como  em  atenção  ao  princípio  da 
segurança  jurídica,  a  fim  de  se  evitar  a  existência  de  decisões 
conflitantes  ou  divergentes  sobre  a  mesma  matéria  e  pressupostos 
fáticos e jurídicos. 

2. PRELIMINAR DE NULIDADE DO DESPACHO DECISÓRIO PELA 
FALTA  DE  COMPROVAÇÃO  DOS  FATOS  ALEGADOS  –
NECESSIDADE DE PERÍCIA TÉCNICA: Para fundamentar as glosas 
realizadas,  nas  planilhas  de  análise  dos  créditos,  as  Autoridades 
Fiscais realizaram o agrupamento dos materiais objetos das glosas, em 
04  (quatro)  grupos,  baseando­se  no  entendimento  de que  eles  não  se 
enquadrariam no conceito de insumos (MP, MI ou ME), tendo em vista 
a descrição feita pela empresa durante o atendimento à fiscalização e a 
sua  interpretação  sobre  os  Pareceres  Normativos  CST  nº  181/74, 
260/71 e 65/79, bem como dos dispositivos dos Regulamentos de IPI de 
2002  e  2010  (Decreto  nº  4.544/2002  e Decreto  nº  7.212/2010).  Para 
corroborar  suas  conclusões,  mencionaram  diversas  decisões 
administrativas  do  Conselho  Administrativo  de  Recursos  Fiscais 
(CARF),  Soluções  de  Consulta,  ou  seja,  diversas  fontes  documentais 
que corroboram o seu entendimento e que, no seu entendimento, seriam 
suficientes  para  justificar  as  glosas.  Além  disso,  como  dito  acima, 
informaram  ter  sido  realizada  visita  técnica  ao  estabelecimento  da 
Manifestante. Ocorre que, na referida visita, as informações solicitadas 

Fl. 9259DF  CARF  MF



Processo nº 11080.903085/2013­86 
Resolução nº  3402­001.348 

S3­C4T2 
Fl. 9.260 

 
 

 
 

3

e  esclarecimentos  feitos  não  foram  específicos  para  cada  um  dos 
materiais analisados e muito menos dos materiais objetos das glosas e 
nem poderia ser,  tendo em vista o grande número que representavam 
todos os materiais sobre os quais a Manifestante havia tomado créditos 
–  no  caso  dos  materiais  glosados, mais  de  15  (quinze) mil  itens. Ou 
seja,  por  mais  diligentes  que  as  Autoridades  Fiscais  tenham  sido, 
comparecendo ao estabelecimento da Manifestante para conhecer seu 
processo  industrial  e  a  possível  aplicação  e  forma  de  consumo  dos 
materiais  objetos  dos  creditamentos,  impossível  a  tais  profissionais 
abordar  cada  um  deles  e  deter­se  às  especificidades  da 
aplicação/função e forma de consumo de cada um deles, de forma a ter 
acuracidade  total  em  todas  as  conclusões,  sobretudo  porque,  como 
informado durante os procedimentos de  fiscalização, a especialização 
dos Ilustres Fiscais não é da área de siderurgia, uma vez que possuem 
formação nas áreas contábil e jurídica e, por isso, s. m. j, impossível se 
atingir acuracidade nas conclusões acerca do enquadramento de cada 
um dos materiais. Por  isso  é  que  o  Superior  Tribunal  de  Justiça,  em 
inúmeros julgados, já se manifestou sobre o assunto, esclarecendo que, 
em se tratando de processo que envolva a verificação da “utilização de 
material  no processo produtivo,  diante da  complexidade da atividade 
empresarial  e  por  imposição  da  efetividade  da  jurisdição,  demanda 
produção  de  prova  pericial,  nos  termos  do  art.  420,  I,  do  CPC”. 
Ademais,  ainda  que  não  fosse  considerada  como  pressuposto  ou 
fundamento  de  validade  do  lançamento  (ônus  da  própria  Autoridade 
Fiscal), como dito acima, deve­se levar em conta que a Constituição da 
República assegura às partes, no processo administrativo e/ou judicial, 
o direito à aplicação do princípio da presunção de inocência, o qual se 
corrobora pela garantia do direito à ampla defesa, ao contraditório e, 
no  caso  do  processo  administrativo  fiscal,  pelo  princípio  do 
inquisitório.  Por  tal  leitura,  a  classificação  feita  pela  empresa  deve 
prevalecer até que se prove o contrário, não podendo o Fisco partir de 
presunções, sem trazer aos autos prova suficiente para tal afirmação. 
Se  o  Fisco  não  traz  aos  autos  a  prova  necessária  (no  caso,  a  prova 
pericial),  deve  prevalecer  incólume  o  enquadramento  feito  pela 
empresa, bem como os creditamentos por ela realizados (vide excerto 
do  acórdão  de  nº.  14.303/01/2ª).  Portanto,  uma  vez  verificada  a 
eventual  dúvida  sobre  a  legitimidade  dos  creditamentos  feitos  pela 
empresa,  por  todos  os  esclarecimentos  prestados  durante  o 
atendimento  à  fiscalização,  segundo  a  consagrada  jurisprudência  do 
Superior  Tribunal  de  Justiça  acima  mencionada/retratada,  as 
Autoridades Fiscais só poderiam seguir os seguintes dois caminhos:(a) 
aplicar  a  dúvida  em  favor  da  empresa/contribuinte,  mantendo­se  o 
enquadramento por ela feito pela, na ausência de prova cabal sobre o 
não  enquadramento  dos  materiais  no  conceito  de  materiais 
intermediários;  ou  (b)  constituir  prova  pericial 
conclusiva/cabal/irrefutável,  para  que  fosse  esclarecida  de  forma 
técnica e objetiva a utilização e consumo dos materiais glosados. Como 
não  foi  seguido  nenhum  destes  caminhos  pelas  Autoridades  Fiscais, 
não  resta  outro  caminho  aos  Eminentes  Julgadores  senão  declarar 
NULO o lançamento. 

Caso, por remota hipótese, seja ultrapassada a preliminar de nulidade 
acima arguida, cumpre observar que, em síntese, as glosas realizadas e 
o  agrupamento  dos  materiais  feito  pelas  Autoridades  Fiscais,  como 
dito acima, basearam­se na restritiva interpretação acerca do conceito 

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de “insumos” e da expressão “produtos  intermediários”, reduzindo­o 
de  tal  forma a somente aceitar a possibilidade de  crédito  em  relação 
àqueles materiais que sejam integralmente consumidos no processo de 
industrialização,  em  decorrência  de  um  contato  físico  ou  uma  ação 
diretamente  exercida  sobre  o  produto  em  fabricação,  não  admitindo, 
ainda, em absoluta contradição a tal premissa, o crédito em relação a 
materiais considerados partes e peças de máquinas e equipamentos e 
materiais  refratários, mesmo  admitindo,  expressamente,  que,  no  caso 
de tais materiais, o consumo se dá no processo produtivo, com contato 
direto/físico e em razão da ação diretamente exercida pelo produto em 
fabricação  e agentes  do processo,  tais  como altíssimas  temperaturas, 
peso dos insumos e das barras de aço/produto em fabricação. 

Em  seguida  passou  a  discorrer  sobre  as  glosas  efetuadas  no 
procedimento fiscalizatório que decorreu o auto de infração, elencando 
os seguintes tópicos: 

·  DA  NÃO  CUMULATIVIDADE  DO  IPI  NA  CONSTITUIÇÃO  DE 
1988  –  DIREITO  AMPLO  E  IRRESTRITO  AO  CRÉDITO  DO 
IMPOSTO; 

·  CONFORMAÇÃO  DO  CONCEITO  DE  MATERIAIS 
INTERMEDIÁRIOS E DA ADEQUAÇÃO DOS MATERIAIS OBJETOS 
DAS GLOSAS A ESTE CONCEITO; 

·  MATERIAIS REFRATÁRIOS; 

·  DOCUMENTOS  COMPROBATÓRIOS  DO  ENQUADRAMENTO 
DOS  MATERIAIS  NO  CONCEITO  DE  MATERIAIS 
INTERMEDIÁRIOS; 

·  PERÍCIA. 

Por  fim,  requereu  o  recebimento  da  presente  Manifestação  de 
Inconformidade,  mantendo­se  a  exigibilidade  do  crédito  tributário 
suspensa até decisão final do processo: 

a.  em  preliminar,  o  reconhecimento  e  declaração  de  nulidade  do 
Despacho Decisório, pelos motivos acima informados; 

b. no mérito, que seja reformado o Despacho Decisório e reconhecidos 
todos os créditos e homologa a compensação realizada; 

c.  alternativamente,  caso  ainda  restem  dúvidas  sobre  a  natureza  e 
aplicação dos bens envolvidos na glosa, que seja deferida a produção 
da prova pericial para a comprovação de sua natureza e aplicação no 
processo  ou  atividade  produtiva  da  Manifestante,  tendo  em  vista  os 
quesitos acima indicados; 

d.  protesto  por  outros  meios  de  prova  em  direito  admitidos,  como  a 
documental e a prestação de esclarecimentos e formulação de quesitos 
suplementares de perícia que se fizerem necessários. 

Sobreveio  então  o Acórdão  da  8ª Turma da DRJ/RPO,  negando provimento  à 
impugnação da Contribuinte, cuja ementa foi lavrada nos seguintes termos: 

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Processo nº 11080.903085/2013­86 
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ASSUNTO:  IMPOSTO  SOBRE  PRODUTOS  INDUSTRIALIZADOS  ­ 
IPI  

Ano­calendário: 2010  

RESSARCIMENTO.  SALDO  CREDOR.  REDUÇÃO. 
PROCEDIMENTO FISCAL. 

Tendo o saldo credor de IPI do trimestre sido reduzido em decorrência 
de procedimento fiscal, é este (novo) saldo que deve ser usado para a 
compensação dos débitos apresentados em Dcomp. 

Enfim, irresignada com o teor do Acórdão da DRJ, a Contribuinte recorre a este 
Conselho,  repisando os  argumentos  expostos  em  sua  impugnação  ao  lançamento  tributário  e 
alfim apresentando os seguintes pedidos: 

a) preliminarmente seja deferido o julgamento em conjunto do presente 
processo com os autos do processo nº 11080.732216/2013­16;  

b)  em  preliminar,  seja  reconhecida  a  nulidade  do  Auto  de  Infração, 
tendo  em  vista  que  este  foi  pautado  em  presunção  em  detrimento  da 
verdade  dos  fatos  consoante  restou  acima  demonstrado,  já  que  não 
houve pela fiscalização análise detida dos itens glosados, deixando de 
motivar a autuação, cerceando desta  forma o direito da Recorrente à 
ampla defesa e ao contraditório;  

c)  quanto  ao  mérito,  a  Recorrente  requer  que  seja  julgado 
improcedente  o  auto  de  infração,  tendo  em  vista  a  demonstração 
inequívoca  de  que  os  itens  glosados  se  consomem  diretamente  no 
processo produtivo da Recorrente, sendo portanto,  insumos, os quais, 
são  passíveis  de  apropriação  de  créditos  de  IPI,  nos  termos  do  que 
restou  exaustivamente  demonstrado  pela  Recorrente,  inclusive  com  a 
juntada de laudo IPT;  

d)  alternativamente,  caso  ainda  restem  dúvidas  sobre  a  natureza  e 
aplicação dos bens envolvidos na glosa, que seja deferida a produção 
da prova pericial para a comprovação de sua natureza e aplicação no 
processo  ou  atividade  produtiva  da  Recorrente,  tendo  em  vista  os 
quesitos acima indicados;  

e) caso seja mantido, no todo ou em parte o lançamento, a Recorrente 
requer  ao  menos  que  este  Egrégio  Conselho  determine  a  não 
incidência de juros sobre a multa, nos termos acima mencionados;  

f) por  fim, protesta por  todos os meios de prova em direito admitidos 
que  se  fizerem  necessários,  como  a  documental  e  a  prestação  de 
esclarecimentos e formulação de quesitos suplementares de perícia que 
se fizerem necessários.  

O julgamento do recurso voluntário foi a mim incumbido haja vista que a esta 
Relatora havia  sido distribuído o Processo de n.  11080.732116/2013­16  (auto de  infração de 
IPI,  aos  anos­calendário  2008,  2009,  2010,  2011  e  2012).  Assim,  por  força  da  relação  de 
conexão com nove processos decorrentes de pedidos de ressarcimento do mesmo imposto, nos 
trimestres  dos  mesmos  anos,  os  demais  processos  (11080.903083/2013­97, 
11080.903084/2013­31, 11080.903085/2013­86, 11080.903086/2013­21, 11080.903087/2013­

Fl. 9262DF  CARF  MF



Processo nº 11080.903085/2013­86 
Resolução nº  3402­001.348 

S3­C4T2 
Fl. 9.263 

 
 

 
 

6

75,  11080.903088/2013­10,  11080.903089/2013­64,  11080.903090/2013­99  e 
11080.903091/2013­33) foram direcionados para apreciação conjunta.  

É o relatório.  

 

RESOLUÇÃO  

Conselheira Thais de Laurentiis Galkowicz, Relatora 

O  recurso  voluntário  é  tempestivo,  com  base  no  que  dispõe  o  artigo  33  do 
Decreto  70.235,  de  06  de  março  de  1972,  bem  como  atende  as  demais  condições  de 
admissibilidade, razão pela qual dele tomo conhecimento.  

Entretanto, ainda não é possível o julgamento do mérito do caso. Explico. 

Como se depreende do relato acima, o resultado do presente processo decorre da 
manutenção ou não do auto de infração que apurou novo saldo credor/devedor para o período 
em análise. 

Observe­se  que  o  auto  de  infração  está  sendo  julgado  nesta  mesma  sessão, 
dando  azo  à  resolução  para  a  conversão  do  processo  em  diligência,  cujos  termos  a  seguir 
transcritos aplicam­se integralmente ao presente caso. 

Com relação ao cerne do presente caso, cumpre destacar qual foi o pressuposto 
em que se embasou o trabalho da Autoridade lançadora no Processo n. 11080.732116/2013­16 
(auto de infração), mediante o seguinte trecho do relatório de fiscalização: 

 

  

Ou  seja,  foi  o  fato  de  determinados  produtos  serem  qualificados  como 
"componentes maquinários e instalações do estabelecimento" que motivou a glosa dos créditos 
de  IPI;  e  não  a  questão  do  contato  físico  desses  elementos  com  o  produtos  siderúrgicos  em 
industrialização (fio máquina e barras laminadas).  

Ademais,  como  visto  no  relato  acima,  as  glosas,  foram  reunidas  pela 
Fiscalização nos seguintes grupos, "para melhor embasamento legal" (fls 8119) 1: 

                                                           
1 Os números das folhas do e­processo referem­se ao auto de infração. 

Fl. 9263DF  CARF  MF



Processo nº 11080.903085/2013­86 
Resolução nº  3402­001.348 

S3­C4T2 
Fl. 9.264 

 
 

 
 

7

1­ Aquisições de mercadorias não enquadradas no conceito MP, PI ou 
ME  conforme  art.  164,  I  e  art.  226,  I  do  RIPI/2002  e  art.  226,  I  do 
RIPI/2010; 

2­ Aquisição de ferramentas (pareceres CST 181/74, 260/71); 

3­ Aquisição de Partes e Peças (pareceres CST 181/74, 260/71); 

4­ Aquisição de Refratários; 

Lembremos a legislação a respeito do assunto. 

O  artigo  82,  inciso  I,  do  Regulamento  do  Imposto  sobre  Produtos 
Industrializados, aprovado pelo Decreto n°87.981, de 1982 (RIPI/82), determinava que:  

Art. 82. Os estabelecimentos industriais, e os que lhes são equiparados, 
poderão creditar­se (Lei n°4,502, de 1964, art, 25); 

I  ­  do  imposto  relativo  a matérias­primas,  produtos  intermediários  e 
material de embalagem, adquiridos para emprego na industrialização 
de  produtos  tributados,  exceto  os  de  ai/quota  zero  e  os  isentos, 
incluindo­se,  entre  as  matérias­primas  e  produtos  intermediários, 
aqueles  que,  embora  não  se  integrando  ao  novo  produto,  forem 
consumidos  no  processo  de  industrialização,  salvo  se  compreendidos 
entre os bens do ativo permanente. 

Com relação ao direito ao crédito básico de IPI, regulado pelo citado artigo 82 
do  RIPI/82  (e  suas  reedições),  foi  bem  observado  pelo  Conselheiro  José  Fernandes  do 
Nascimento no Acórdão 3102.001.8672: 

(...)  Verifica­se  que,  além  do  material  de  embalagem,  há  duas 
modalidades distintas de matéria­prima e o produto intermediário que 
geram direito ao crédito básico do IPI, a saber: a) a matéria­prima e o 
produto intermediário que  integram o novo produto fabricado; e b) a 
matéria­prima e o produto intermediário que, embora não compondo o 
produto  industrializado,  sejam  consumidos  no  processo  de  produção. 
Na  primeira modalidade,  a  matéria­prima  e  o  produto  intermediário 
são  considerados  insumos  industriais  stricto  sensu,  enquanto  na 
segunda  são  insumos  industriais  em  sentido  lato,  neste  caso, 
compreendendo  quaisquer  bens  que,  embora  não  se  integrando  ao 
novo  produto,  são  consumidos  no  processo  produtivo,  salvo  os 
contabilizados no ativo permanente. 

                                                           
2Ementa(s)  
Assunto: Imposto sobre Produtos Industrializados ­ IPI 
Período de apuração: 01/07/2006 a 30/09/2006 
IPI.  CRÉDITO  BÁSICO.  MATERIAL  CONSUMIDO  NO  PROCESSO  PRODUTIVO.  FERRAMENTAS 
INTERMUTÁVEIS. INSUMO EM SENTIDO AMPLO. DIREITO DE CRÉDITO. CABIMENTO. 
1. É considerado insumo industrial, para fins de apuração de crédito básico do IPI, o material não contabilizado do 
ativo permanente que, embora não integrando o novo produto, for consumido, desgastado ou alterado no processo 
de industrialização, em função de ação direta (contato físico) do insumo sobre o produto em fabricação, ou deste 
sobre aquele. 
2. As  “brocas,  lixas,  pastilhas  e demais  ferramentas  intercambiáveis”,  utilizadas  no processo  de produção, para 
efeito da legislação do IPI, enquadram­se no conceito de insumos (matérias­primas e produtos intermediários em 
sentido amplo) e asseguram o crédito do Imposto pago na aquisição. 
Recurso Voluntário Provido. 

Fl. 9264DF  CARF  MF



Processo nº 11080.903085/2013­86 
Resolução nº  3402­001.348 

S3­C4T2 
Fl. 9.265 

 
 

 
 

8

Nesse sentido  ­ e  restando ressalvado o entendimento posterior a ser proferido 
por  este  Colegiado  no  julgamento  do  processo  ­  não  seria  possível  o  creditamento  pelas 
aquisições  de  produtos  intermediários  que  só  indiretamente  façam  parte  da  industrialização 
(e.g. lubrificantes para máquinas; parafusos de máquinas, etc). De outro lado, dariam direito ao 
crédito as aquisições de produtos intermediários que diretamente exerçam ação sobre o produto 
industrializado, ou diretamente sofram ação do produto, desgastando­se ou consumindo­se.  

Pois  bem.  Recorrente  apresenta  em  sua  defesa  elementos  que  possibilitam 
justamente  essa  análise,  uma  vez  que  explana  suas  atividades  (fls  8787  e  seguintes), 
descrevendo  suas  quatro  áreas  produtivas,  quais  sejam:  aciaria;  laminações;  forjaria  e 
transformação mecânica. Igualmente apresenta laudos do Instituto de Pesquisas Tecnológicas ­ 
IPT  (Pareceres  6358  e  6161)  a  respeito  do  consumo  dos  bens  nessas  respectivas  áreas. 
Finalmente, apresenta planilha (arquivo não paginável), na qual relaciona todas as informações 
sobre cada item que foi objeto de glosa (nº Nota Fiscal; Data de Entrada; Mês; Ano; Descrição 
Produto; Motivo da glosa apontada pelo Fisco; Valor do  Imposto; CFOP; CNPJ Fornecedor; 
Código  do  Produto; Descrição Resumida; Aplicação/Função  no  processo  Industrial;  Contato 
direto com o produto; Altas temperaturas e processo agressivo; Área Industrial; Tempo de vida 
útil ­médio; Prazo de consumo; Pago/Defesa; Laudo IPT).  

Saliento  que,  conforme  a Tabela  comparativa  apresentada pela Recorrente  (de 
34.877 linhas, ou seja, 34.877 itens com todas as informações citadas acima), uma enormidade 
das  glosas  aqui  discutidas  não  estão mais  compondo  a  lide,  porque  a Recorrente  concordou 
com a autuação e efetuou os respectivos recolhimentos de IPI.  

De outro  lado,  existem na Tabela  comparativa  ferramentas que,  embora  sejam 
consideradas  como  "SIM"  em  relação  à  coluna  "contato  direto  com  o  produto",  a  descrição 
desse  contato  ("aplicação/função  no  processo  industrial")  nada  diz  respeito  com  os  produtos 
industrializados  em  questão,  além  de  tais  itens  não  constarem  do  Parecer  do  IPT.  Como 
exemplo  cito  a  TALHADEIRA  REF  GEDORE  352HS22  C/EMPUNH,  cuja  descrição  é 
"Material  intermediário  utilizado  para  romper  elementos  de  alvenaria  e  sofre  desgaste  no 
desempenho desta função."  

Ainda, a Recorrente coloca em diversos itens que realmente não existe o contato 
direto da ferramenta com o produto industrializado. 

Entretanto, com relação a outros itens, a Recorrente coloca que a relação entre 
as  ferramentas  e  o  produto  final  é  imediata,  ou  seja,  as  ferramentas  são  consumidas  pelo 
contato direto com o produto em fabricação.  

Tendo a Recorrente trazido aos autos vasto conjunto probatório sobre o direito 
que pleiteia, porém ainda não suficientemente lapidado para o deslinde da questão, não cabe ao 
julgador desconsiderar o direito da parte, mas  sim permitir  que o processo  seja devidamente 
trabalhado, já que as premissas utilizadas pela Fiscalização e pela DRJ são divergentes das aqui 
adotadas. Daí sim será possível, com precisão, julgar ser ou não devida a exação cobrada por 
meio do presente auto de infração. 

Dessarte, havendo indícios contundentes sobre o direito da Recorrente, entendo 
que o julgamento deste processo deve ser convertido em diligência, com base no artigo 18 do 
Decreto 70.235/72, para a repartição fiscal de origem, a fim de que: 

Fl. 9265DF  CARF  MF



Processo nº 11080.903085/2013­86 
Resolução nº  3402­001.348 

S3­C4T2 
Fl. 9.266 

 
 

 
 

9

i)  intime  a  Recorrente  para  apresentar,  com  base  nos  elementos  constantes 
nesses  autos,  bem  como  de  eventuais  novas  informações,  um  laudo  técnico  conclusivo  que 
possibilite identificar cada parte, peça ou ferramenta que se consome em contato direto com o 
produto industrializado (e não com o ambiente agressivo da indústria), para fins de uma análise 
jurídica deste Colegiado quanto ao respectivo crédito básico do IPI; 

ii)  o  referido  laudo  (tópico  i)  deverá  ser  elaborado  acompanhado  de  uma 
planilha que segregue todos os produtos intermediários em sentido lato, ou seja que, embora 
não  integrando o novo produto,  forem consumidos,  desgastados ou  alterados no processo de 
industrialização,  em  função  de  ação  direta  (contato  físico)  do  insumo  sobre  o  produto  em 
fabricação, ou deste sobre aquele; 

iii) a referida planilha (tópico  ii) deverá ser elaborada de acordo com os quatro 
grupos de glosas perpetrados pela fiscalização (1­ Aquisições de mercadorias não enquadradas 
no  conceito MP, PI ou ME; 2­ Aquisição de  ferramentas;  3­ Aquisição  de Partes  e Peças;4­ 
Aquisição de Refratários); 

iv)  apresentado  o  laudo  com  a  respectiva  planilha,  conforme  os  termos  acima 
(tópicos i a iii), a própria Fiscalização elabore parecer conclusivo acerca do seu conteúdo à luz 
das considerações trazidas nessa Resolução sobre os produtos intermediários em sentido lato, 
bem  trazendo  eventuais  outras  informações  que  entender  relevantes  para  o  deslinde  do 
julgamento; 

v) ato contínuo, dê ciência desse parecer à Procuradoria da Fazenda Nacional e à 
Recorrente, abrindo­lhes o prazo regulamentar para manifestação, e; vi) finalmente, devolva o 
processo para esta 3ª TO/4ª C/2ª T/CARF, para prosseguimento do julgamento. 

(assinado digitalmente) 

Thais De Laurentiis Galkowicz  

 

Fl. 9266DF  CARF  MF


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      <str>Vistos, relatados e discutidos os presentes autos.
RESOLVEM os membros da 4ª Câmara / 2ª Turma Ordinária da Terceira Seção de Julgamento, por unanimidade de votos, em converter o julgamento em diligência, nos termos do voto do Relator. Ausente justificadamente o Conselheiro Jorge Olmiro Lock Freire, substituído pelo Conselheiro Suplente convocado Vinícius Guimarães.
(Assinado Digitalmente)
WALDIR NAVARRO BEZERRA - Presidente.
(Assinado Digitalmente)
PEDRO SOUSA BISPO- Relator.
Participaram da sessão de julgamento os Conselheiros Waldir Navarro Bezerra (Presidente), Maria Aparecida Martins de Paula, Diego Diniz Ribeiro, Pedro Sousa Bispo, Thais De Laurentiis Galkowicz, Maysa de Sá Pittondo Deligne e Carlos Augusto Daniel Neto Vinícius Guimarães (Conselheiro Suplente Convocado).


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S3­C4T2 

Fl. 56.079 

 
 

 
 

1

56.078 

S3­C4T2  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  11080.726382/2016­44 

Recurso nº            Voluntário 

Resolução nº  3402­001.357  –  4ª Câmara / 2ª Turma Ordinária 

Data  19 de abril de 2018 

Assunto  SOLICITAÇÃO DE DILIGÊNCIA 

Recorrente  GENERAL MOTORS DO BRASIL LTDA 

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

RESOLVEM os membros da 4ª Câmara / 2ª Turma Ordinária da Terceira Seção 
de  Julgamento,  por  unanimidade  de  votos,  em  converter  o  julgamento  em  diligência,  nos 
termos do voto do Relator. Ausente justificadamente o Conselheiro Jorge Olmiro Lock Freire, 
substituído pelo Conselheiro Suplente convocado Vinícius Guimarães. 

(Assinado Digitalmente) 

WALDIR NAVARRO BEZERRA ­ Presidente. 

(Assinado Digitalmente) 

PEDRO SOUSA BISPO­ Relator. 

Participaram da sessão de julgamento os Conselheiros Waldir Navarro Bezerra 
(Presidente),  Maria  Aparecida  Martins  de  Paula,  Diego  Diniz  Ribeiro,  Pedro  Sousa  Bispo, 
Thais De Laurentiis Galkowicz, Maysa de Sá Pittondo Deligne e Carlos Augusto Daniel Neto 
Vinícius Guimarães (Conselheiro Suplente Convocado). 

 

Relatório  

Por bem relatar os fatos, adoto o Relatório da decisão recorrida com os devidos 
acréscimos: 

Trata o presente processo do lançamento de ofício de Imposto sobre Produtos 
Industrializados – IPI, no valor de R$ 195.194.407,99 (principal, multa e juros calculados até 
07/2016),  referente  a  fatos  geradores  ocorridos  no  período  que  vai  de  01/07/2011  a 

  

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4

Fl. 56079DF  CARF  MF




Processo nº 11080.726382/2016­44 
Resolução nº  3402­001.357 

S3­C4T2 
Fl. 56.080 

 
 

 
 

2

31/12/2015,  decorrente  da  escrituração  e  utilização  de  valores  indevidos  a  título  de  crédito 
presumido de IPI sobre frete (art. 56 da Medida Provisória nº 2158­35/2001). 

Consta do Relatório Fiscal de fls. 22.629/22.639: 

a) O art. 56 da Medida Provisória nº 2158­35/2001 instituiu o regime especial 
de  apuração  do  IPI  relativo  ao  frete  cobrado  pelo  transporte  de  veículos  classificados  na 
posição 8703. O regime especial consiste na concessão de um crédito presumido e IPI no valor 
de 3% do  imposto destacado e  é concedido mediante  termo de opção anual da  empresa. As 
condições  para  concessão  do  regime  especial  são  que  os  serviços  de  transporte  sejam 
executados ou contratados pelo estabelecimento industrial, que os valores sejam cobrados nas 
operações de saída e que compreendam a totalidade do trajeto. 

b) O artigo 14 da Lei no 4.502/64 foi alterado pela Lei nº 7.798/89 que incluiu o 
frete no valor tributável quando este for cobrado do comprador. Atualmente o art.190 do RIPI 
/2010 regulamenta o valor tributável. O art.134 do Decreto n° 7.212/2010 (RIPI 2010) dispõe 
que o frete seja cobrado juntamente com o preço dos produtos e o art. 413 dispõe que o valor 
do  frete  conste  no  quadro  “Cálculo  do  Imposto”  da  nota  fiscal.  Segundo  a  exposição  de 
motivos  da  Medida  Provisória  nº  2.113­30,  a  criação  deste  Regime  Especial  tinha  como 
objetivo  incluir o valor do  frete na base de cálculo do IPI, o que era evitado pela  indústria. 
Portanto, a MP estabeleceu a obrigatoriedade de lançamentos dos respectivos valores de frete 
em todas as operações de saída, e essa referência é claramente o registro destes montantes no 
campo próprio da NF de saída. 

c) Como o regime especial depende de opção do contribuinte, ao fazer tal opção 
ele  se  obriga  a  atender  às  condicionantes  e  ao  mesmo  tempo  assume  o  ônus  da  prova. 
Ademais, como lançamento é realizado operação por operação, o único documento hábil de 
prova é a nota fiscal. Logo, a empresa não cumpriu os requisitos do Regime Especial pois a 
intenção  da  legislação  foi  destacar  este  valor  no  campo  próprio  da  nota  fiscal  para  que  o 
mesmo pudesse ser identificado. Tendo em vista que o Regime Especial é uma opção feita pela 
empresa, não há  razão para deixar de  informar o  valor de cada  frete no  campo próprio da 
nota  fiscal. Se o objetivo do Regime Especial  instituído em 2001 era obrigar as empresas a 
incluir o frete na base de cálculo do IPI, o que já estava na legislação desde 1989, e facilitar e 
racionalizar os procedimentos de arrecadação e fiscalização, o frete deve estar identificado na 
Nota Fiscal. Sendo assim, não haveria racionalização dos procedimentos de fiscalização e não 
haveria razão de o art.56 da MP 2.158 existir. 

d) Ressalte­se que a  empresa demonstrou dificuldades de  informar o  valor do 
frete,  intimada  a  apresentar  o  valor  dos  fretes  de  julho  de  2011,  por  telefone,  solicitou 
substituição do ano de 2011 por 2013, mesmo assim apresentou informação somente de duas 
notas fiscais, quando o Termo de Intimação solicitava um mês do período fiscalizado que é de 
54 meses. 

Cientificado  em  22/07/2016  (fl.  22.643),  o  contribuinte  apresentou,  em 
23/08/2016 (fl. 22.646), a impugnação de fls. 22.647/22.676, na qual alega: 

a) A filial da GM em Gravataí realizou operações de venda de automóveis para 
todo o território nacional no período compreendido entre julho de 2011 e dezembro de 2015 e 
recolheu o IPI devido nesse período conforme a base de cálculo prevista no art. 190, §1º, do 
RIPI/2010, ou seja, considerando como valor da operação o preço do produto, acrescido do 
valor do frete e demais despesas acessórias. Tanto a GMB acresceu o valor do frete ao preço 

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do  produto  que  o  auto  de  infração  não  questiona  tal  circunstância,  voltando­se  única  e 
exclusivamente contra o aproveitamento supostamente indevido de créditos presumidos de IPI. 
Em síntese, a requerente praticou (como sempre o fez) suas vendas com cláusula CIF. 

b)  O  regime  especial  exige,  dentre  outras  condições  (não  questionadas  pelo 
auto de infração), exige­se que os serviços de transporte (frete) “sejam cobrados juntamente 
com o preço” dos automóveis nas operações de  saída do estabelecimento  industrial que é o 
procedimento  por  si  adotado.  A  fiscalização,  entretanto,  assumiu  equivocadamente  que  a 
requerente teria descumprido uma das condições do regime especial. Pelo fato de o valor do 
frete não ter constado no campo próprio das notas fiscais de saída no mês de julho de 2011, 
presumiu­se  que  os  valores  correspondentes  ao  custo  dos  serviços  de  transporte  não  teriam 
sido incluídos no preço dos veículos comercializados em todo o período objeto da autuação, 
como se fizesse algum sentido a GMB contratar frete e não utilizá­lo na formação de preço dos 
veículos vendidos. 

c) A partir de uma suposta intenção da legislação, a fiscalização assumiu que a 
ausência  de  indicação  do  valor  do  frete  no  campo  próprio  de  determinadas  notas  fiscais 
emitidas  em  julho  de  2011  seria  indício  suficiente  a  autorizar  a  presunção  de  que  o  frete 
contratado  pela  GMB,  efetivamente  cobrado  dos  adquirentes  dos  veículos,  não  teria  sido 
incluído no respectivo preço, em suposto desacordo com as condições previstas na MP 2.158­
35/01.  Em  momento  algum  foi  intimada  a  apresentar  cópias  dos  contratos  de  transporte, 
comprovantes  dos  pagamentos  realizados,  conhecimentos  de  transporte  etc.  Esse 
procedimento é inaceitável posto que a presunção deve ser o último recurso a ser utilizado na 
constituição de créditos tributários e, ainda, por não respeitar o princípio da unidade ou da 
unicidade  da  prova.  A  precipitada  lavratura  do  auto  de  infração  impediu  que  a  requerente 
apresentasse  outros  documentos  e  informações  relevantes.  Como  consequência,  o  auto  de 
infração  deve  ser  declarado  nulo,  na  linha  inclusive  do  entendimento  já  manifestado  pelo 
CARF. 

d) Tanto o art. 56 da MP 2.158­35/01 como o art. 134 do RIPI exigem apenas e 
tão somente três condições ao aproveitamento do crédito presumido: que sejam executados ou 
contratados por estabelecimento industrial (fato incontroverso para o auto de infração), sejam 
cobrados  juntamente  com  o  preço  dos  veículos  comercializados  e  que  compreendam  a 
totalidade  do  trajeto  (circunstância  também  incontroversa).  Conforme  cópias  dos  anexos 
contratos  de  logística  e  transporte  de  veículos  novos,  a GMB  contratou  cinco  empresas  de 
serviços de transporte no período autuado. Esses contratos demonstram que o frete contratado 
abrange  a  totalidade  do  trajeto  no  País,  desde  o  estabelecimento  da  GMB  até  o  local  de 
entrega  do  produto,  o  que  é  a  praxe  no  setor  automotivo.  Também  em  caráter  ilustrativo, 
apresenta alguns comprovantes de pagamento desse frete. Os valores pagos a  título de  frete 
estão  refletidos  nos  CTs  e  faturas  comerciais  emitidos  pelas  transportadoras,  também 
anexados por amostragem. 

e) Como é comum no setor automotivo, a requerente pratica vendas CIF e essa 
circunstância é prova de que cobra o  frete “juntamente com o preço” dos veículos; supor o 
contrário implicaria assumir que a requerente oferece frete grátis a seus clientes, o que beira 
a ingenuidade. Além disso, toda a linha de raciocínio do lançamento de ofício foi construído 
em cima da ausência de indicação do valor do frete no campo próprio de notas fiscais emitidas 
pela GMB em julho de 2011. Há, pois, uma contradição lógica no auto de infração: Se a GMB 
não é acusada de pagamento a menor do IPI nas vendas de veículos pela falta de indicação do 
valor  do  frete  no  campo próprio,  não  pode  se  valer  da mesma  circunstância  para  acusar  a 

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GMB de aproveitamento indevido de créditos presumidos, tratando­se de evidência de caráter 
lógico de que a acusação  formulada não se sustenta. Junta  cópias de notas  fiscais de  saída 
emitidas  em  setembro  de  2015,  as  quais  indicam  o  valor  do  frete  no  campo  destinado  às 
informações  complementares; planilha gerencial  relativa a  esse mesmo mês  e a qual  reflete 
um a um todos o lançamentos contábeis que são promovidos quando do recebimento de uma 
fatura  emitida  por  empresa  transportadora;  e  planilha  gerencial  também  relativa  a  esse 
mesmo mês, a qual correlaciona cada nota fiscal de saída com cada fatura comercial e CTs. 

f) A rigor, o art. 134, § 1º, II, “b”, do RIPI não comporta a interpretação de que 
a ausência de destaque do valor do  frete na nota  fiscal seria causa suficiente para glosa do 
crédito  presumido  de  IPI  correlato. O  dispositivo  é  claro  no  sentido  de  que  os  serviços  de 
transporte devem ser “cobrados juntamente com o preço dos produtos referidos no caput deste 
artigo,  nas  operações  de  saída  do  estabelecimento”. A  intenção  foi  estimular  a  inclusão  do 
frete na base do IPI, conforme a exposição de motivos da MP 2.158­35/01. Nem mesmo a IN 
SRF  nº  91/01  chegou  a  restringir  o  direito  ao  crédito  presumido  da  forma  pretendida  pelo 
lançamento de ofício. A exigência de destaque do valor do frete no campo próprio das notas 
fiscais é uma interpretação equivocada, já que não consta da MP 2.158­35/01 ou do art. 134 
do RIPI ou da IN 91/01. Ao contrário, MP e RIPI exigem que os serviços de transporte sejam 
“cobrados  juntamente”  com o  preço  dos  veículos,  o  que  contraria  a  exigência  de  destaque 
prevista na regra geral constante do art. 413 do RIPI. E sobre a regra geral prevalece a regra 
especial do art. 134, § 1º, II, “b”, do RIPI. Afinal, o que é cobrado juntamente não pode, por 
definição  lógica,  ser  destacado.  Eis  a  prova  de  caráter  jurídico  que  se  soma  às  provas 
documentais e de ordem lógica que impõem o cancelamento do lançamento de ofício. 

g)  A  Lei  nº  6.729/79  disciplina  a  concessão  comercial  entre  produtores  e 
distribuidores de veículos automotores terrestres e o seu art. 13, § 2º, obriga a requerente a 
fixar  o  “preço  de  venda  aos  concessionários”  de  modo  a  preservar  “sua  uniformidade”, 
trazendo como consequência a necessidade de se estabelecer um valor de frete médio nacional 
a ser computado no preço dos veículos comercializados para toda a rede de concessionárias. 
Para  se  adequar  a  essas  exigências,  a  requerente  chegou  a  um  valor  de  “frete  médio 
nacional”,  que  foi  acrescido  ao  preço  dos  veículos  comercializados  para  todo  o  país.  É 
justamente por esse motivo que a requerente não indica o valor do frete no campo próprio de 
cada nota fiscal de saída. Se o fizer, ocorrerá uma entre duas situações possíveis: indicará o 
valor “efetivo” de frete (porque lastreado em CT) e estará descumprindo a Lei nº 6.729/79; ou 
indicará o valor de frete médio e, logo, terá uma inconsistência entre nota fiscal e CT, já que a 
nota fiscal trará, no campo próprio, um valor que não coincide com o valor de frete apontado 
no CT. Mesmo assim, de janeiro de 2014 em diante, passou a informar o valor do frete médio 
nacional  no  campo  destinado  a  “informações  complementares”  das  notas  fiscais,  deixando 
clara  a  circunstância  de  que  esse  frete médio  nacional  já  está  incluso  no  preço.  Trouxe ao 
autos documentos referentes ao mês de setembro de 2015 (notas fiscais e planilhas gerenciais) 
que  comprovam  que  os  valores  de  frete  médio  nacional,  considerados  no  custo  de  seus 
veículos, foram cobrados juntamente com o preço dos mesmos. 

h)  Faz­se  necessário  que  sejam  afastados  os  juros  de mora  sobre  o  valor  da 
multa de ofício lançada no auto de infração, por absoluta ausência de previsão legal. De fato, 
conforme o art. 161 do CTN e o art. 61 da Lei nº 9.430/1996, somente incidem juros de mora 
sobre o valor principal do tributo, como também evidencia o Acórdão nº 3403­002.367 da 3ª 
Turma Ordinária da 4ª Câmara da Terceira Seção de Julgamento do CARF. 

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i) O volume de documentos relativos aos quatro anos e seis meses abrangidos 
pela  autuação  é  incalculável,  tornando­se  simplesmente  inviável  exigir  que  a  requerente 
apresente  todas  essas  provas  com  a  impugnação,  não  fazendo  o  menor  sentido  trazer  esse 
volume de notas fiscais, CTs, contratos e faturas comerciais aos autos, posto que os julgadores 
não  conseguirão  analisar  toda  a  documentação.  Por  outro  lado,  a  realização  de  uma 
diligência  permitirá  que  as  autoridades  fiscais,  com  o  apoio  do  assistente  técnico  da 
requerente,  examinem  e  tragam  relatórios  conclusivos  sobre  as  informações  relevantes 
contidas em todos esses documentos. Por conta disso, pleiteia a conversão do julgamento em 
diligência. Formula quesitos e indica assistente técnico. 

Ato  contínuo,  a  DRJ­BELÉM  (PA)  julgou  a  Impugnação  do  contribuinte  nos 
seguintes termos: 

Assunto:  Imposto  sobre  Produtos  Industrializados  ­  IPI  Período  de 
apuração:  01/07/2011  a  31/12/2015  PAF.  LANÇAMENTO  DE 
OFÍCIO. VÍCIO. INEXISTÊNCIA. 

Inexiste  nulidade  no  lançamento  de ofício  que se  tenha  revestido das 
formalidades previstas no art.  10 do Decreto nº 70.235/1972,  com as 
alterações da Lei  nº  8.748/1993,  e  que  exiba  os demais  requisitos  de 
validade que lhe são inerentes. 

PAF. DILIGÊNCIA. PERÍCIA. REQUISITOS. 

Faz­se incabível a realização de perícia ou diligência quando presentes 
nos autos os elementos necessários e suficientes à dissolução do litígio 
administrativo. 

IPI.  CRÉDITO  PRESUMIDO  SOBRE  FRETE.  ART.  56  DA  MP  Nº 
2.158­35/2001. 

O direito ao crédito presumido de IPI relativamente à parcela do frete 
cobrado pela prestação do serviço de transporte, previsto no art. 56 da 
Medida Provisória nº 2158­35/2001, vincula­se à comprovação de que 
houve a efetiva cobrança do frete juntamente com o preço dos produtos 
vendidos. 

JUROS  DE  MORA.  DÉBITOS  DECORRENTES  DE  TRIBUTOS. 
INCIDÊNCIA. 

Os débitos para com a União, decorrentes de tributos e contribuições 
administrados  pela  Receita  Federal  do  Brasil,  quando  não  pagos  no 
prazo, sofrerão a incidência de juros de mora calculados com base na 
taxa Selic. 

Impugnação Improcedente. 

Em  seguida,  devidamente  notificada,  a Recorrente  interpôs  o  presente  recurso 
voluntário pleiteando a reforma do acórdão da DRJ. 

Neste Recurso, a Empresa repisou os mesmos argumentos apresentados na sua 
Impugnação. 

É o relatório. 

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Voto 

Conselheiro PEDRO SOUSA BISPO  

Trata o presente processo de lançamento fiscal de IPI do período de 01/07/2011 
a  31/12/2015  decorrente  de  glosa  de  créditos,  uma vez  que  o Contribuinte  teria  se  utilizado 
indevidamente  do  crédito  presumido  de  IPI  sobre  fretes  cobrado  pelo  transporte  de  veículos 
classificados na posição 8703, previsto no art. 56 da MP nº 2.158­35/2001. Segundo o relato 
fiscal, a General Motors Brasil, doravante denominada GMB, não teria atendido as condições 
para usufruir  do  citado  regime especial  já que não comprovou que os  fretes  foram cobrados 
juntamente com o preço dos produtos vendidos. 

O regime especial em comento foi  instituído pelo art. 56 da Medida Provisória 
nº 2158­35/2001, in verbis: 

Art.56.  Fica  instituído  regime  especial  de  apuração  do  IPI, 
relativamente à parcela do frete cobrado pela prestação do serviço de 
transporte  dos  produtos  classificados  nos  códigos  8433.53.00, 
8433.59.1,  8701.10.00,  8701.30.00,  8701.90.00,  8702.10.00  Ex  01, 
8702.90.90  Ex  01,  8703,  8704.2,  8704.3  e  87.06.00.20,  da  TIPI,  nos 
termos  e  condições  a  serem  estabelecidos  pela  Secretaria  da Receita 
Federal. 

§1o O regime especial: 

I­consistirá  de  crédito  presumido  do  IPI  em  montante  equivalente  a 
três por cento do valor do imposto destacado na nota fiscal; 

II­será concedido mediante opção e sob condição de que os serviços de 
transporte, cumulativamente: 

a)  sejam  executados  ou  contratados  exclusivamente  por 
estabelecimento industrial; 

b) sejam cobrados  juntamente com o preço dos produtos referidos no 
caput  deste  artigo,  nas  operações  de  saída  do  estabelecimento 
industrial;(Redação dada pela Lei nº 11.827, de 2008) 

c)compreendam  a  totalidade  do  trajeto,  no  País,  desde  o 
estabelecimento  industrial  até  o  local  de  entrega  do  produto  ao 
adquirente. 

(...) 

§3o Na hipótese do § 2odeste artigo, o disposto na alínea "c" do inciso 
II do § 1oalcança o trajeto, no País, desde o estabelecimento executor 
da encomenda até o local de entrega do produto ao adquirente. 

(...) 

A Secretaria da Receita Federal,  tendo em vista o disposto no  caput  do artigo 
anteriormente transcrito, regulamentou por meio da IN SRF nº91/2001 os termos e condições 
para as empresas usufruírem do regime especial, in verbis: 

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Art.2º  A  adesão  ao  regime  especial  dar­se­á  por  opção  do 
estabelecimento  industrial  e  será  exercida  mediante  apresentação,  à 
Delegacia  da  Receita  Federal  (DRF)  ou  à  Inspetoria  da  Receita 
Federal de Classe A  (IRF­A) de  sua  jurisdição, do Termo de Adesão, 
conforme  modelo  constante  do  Anexo  Único  a  esta  Instrução 
Normativa. 

§  1º  A  opção  será  renovada  anualmente  e  aplica­se  a  todas  as 
operações  de  saída,  relativas  aos  produtos  relacionados  no  art.  1º, 
realizadas  durante  o  ano­calendário  subsequente  ao  do  exercício  da 
opção; 

§  2º  As  operações  referidas  no  §  1º  serão,  obrigatoriamente, 
conduzidas com cláusula C &amp; F; 

§  3º  O  descumprimento  das  condições  do  regime  especial  obriga  o 
contribuinte  à  restituição  do  benefício  usufruído  durante  o  ano­
calendário,  caracterizando­se  como  falta de  recolhimento  do  imposto 
sobre produtos industrializados; 

(...) 

Art.3º A base de cálculo do crédito será o valor do imposto destacado 
na respectiva nota fiscal. 

Art.4º  O  valor  do  crédito  será  informado  no  campo  "Informações 
Complementares" do Livro de Apuração do IPI, modelo 8 e deduzido 
do "Valor do IPI", com a discriminação "Crédito Instituído pelo Art. 56 
daMedida Provisória nº 2.158­35, de 2001. 

Percebe­se pela legislação transcrita e elementos presentes nos autos que não há 
controvérsia quanto ao atendimento de pelo menos duas das três condições estabelecidas no § 
1º,  inciso  II  do  MP  nº2.158­35/2001  atinente  ao  contratante  do  frete  ser  estabelecimento 
industrial  e  que  o  frete  compreenda  a  totalidade  do  trajeto  no País,  desde  o  estabelecimento 
industrial até o local de entrega do produto ao adquirente. A lide limita­se, assim, a verificar se 
a empresa atende a condição prevista no no § 1º,  inciso  II, alínea b, do MP nº2.158­35/2001 
quanto  à  comprovação  do  cômputo  do  frete  no  preço  de  venda  dos  veículos  automotores 
fabricados e comercializados pela Recorrente. 

É fato comprovado nos autos e não contestado pela Recorrente que não houve o 
destaque  em  suas  notas  fiscais  de  saída  do  valor  do  frete  correspondente  durante  o  período 
fiscalizado.  Esse  se  constituiu  no  motivo  principal  para  a  autuação  fiscal  uma  vez  que  a 
Autoridade Tributária entendeu que essa seria uma das condições fundamentais para a empresa 
usufruir do regime especial, em consonância com a legislação anteriormente citada. 

A Recorrente GMB, por  sua vez,  alega que o §  1º,  inciso  II,  alínea b,  do MP 
nº2.158­35/2001 não comporta a interpretação de que a ausência de destaque do valor do frete 
na  nota  fiscal  seria  causa  suficiente  para  glosa  do  crédito  presumido  de  IPI  correlato.  O 
dispositivo é claro no sentido de que os serviços de transporte devem ser “cobrados juntamente 
com  o  preço  dos  produtos  referidos  no  caput  deste  artigo,  nas  operações  de  saída  do 
estabelecimento”. Asseverou ainda que nem mesmo a  IN SRF nº 91/01 chegou a  restringir o 
direito  ao  crédito presumido da  forma pretendida pelo  lançamento de ofício. A exigência de 
destaque do valor do frete no campo próprio das notas fiscais é uma interpretação equivocada, 
já que não consta da MP 2.158­35/01 ou do art. 134 do RIPI ou da IN nº91/01. Afirma que o 

Fl. 56085DF  CARF  MF



Processo nº 11080.726382/2016­44 
Resolução nº  3402­001.357 

S3­C4T2 
Fl. 56.086 

 
 

 
 

8

que é cobrado juntamente, não pode, por definição lógica, ser destacado. A intenção da lei foi 
estimular a inclusão do frete na base do IPI, conforme a exposição de motivos da MP 2.158­
35/01.  A  empresa  adota  o  costume  do  setor  automotivo  de  praticar  vendas  CIF  e  essa 
circunstância é prova de que cobra o frete “juntamente com o preço” dos veículos, ou, dito de 
outra forma, o frete é custo da GMB, compondo o preço final dos veículos. Supor o contrário 
implicaria  assumir  que  a  requerente  oferece  frete  grátis  a  seus  clientes,  o  que  beira  a 
ingenuidade. 

Além  da  sua  argumentação  jurídica,  a  GMB  juntou  aos  autos  relatório  de 
empresa de auditoria no qual discorre sobre a formação do preço de venda dos seus veículos 
vendidos e os respectivos custos contabilizados, especialmente quanto aos fretes sobre vendas. 
Nesse sentido, juntou também, por amostragem, exemplos dessa contabilização. 

Percebe­se  nos  autos  que,  embora  seja  fato  incontroverso  que  os  fretes  nas 
vendas  não  foram  destacados  nas  notas  fiscais  de  saídas,  a  Autoridade  Tributária  não 
apresentou  posicionamento  sobre  a  possibilidade  do  gasto  com  frete  na  venda  ter  sido 
computado no preço final do produto, conforme alega a recorrente. Ademais, a documentação 
juntada  por  amostragem  pela  Recorrente  se  mostra  insuficiente  para  análise  da  lide.  Nesse 
sentido, em homenagem ao princípio da verdade material, converto o presente julgamento em 
diligência a fim de que a unidade de origem realize os seguintes procedimentos: 

a) Intimar a empresa a apresentar documentação adicional comprobatória de que 
o  frete  foi  considerado  na  formação  do  preço  de  venda,  além  daquelas  apresentadas  na 
Impugnação e Recurso Voluntário, caso assim deseje; 

b) Intimar a empresa a informar como calcula o frete médio informado em sua 
defesa; 

c) O Auditor Fiscal deve informar se, pela documentação já  juntada aos autos, 
especialmente  quanto  ao  laudo  da  Ernest  Young,  e  aquela  por  ventura  obtida  por  meio  de 
intimação é possível inferir que o frete está inserido na formação do preço de venda. Explicar 
as conclusões tomadas; 

d)  Efetuar  quaisquer  outras  verificações  ou  juntar  documentos  que  julgar 
necessários para esclarecer a questão posta. 

e) Elaborar relatório  fiscal conclusivo detalhando os procedimentos  realizados, 
anexar todos os documentos gerados na diligência e facultar à recorrente o prazo de trinta dias 
para se pronunciar, nos termos do parágrafo único do artigo 35 do Decreto nº 7.574, de 2011. 

Concluída a diligência, os autos deverão retornar a este Colegiado para que se 
dê prosseguimento ao julgamento. 

É como voto. 

Assinatura Digital 

Pedro Sousa Bispo ­ Relator 

Fl. 56086DF  CARF  MF


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    <str name="camara_s">Quarta Câmara</str>
    <str name="ementa_s">Assunto: Classificação de Mercadorias
Ano-calendário: 2005
Ementa:
SOLUÇÃO DE CONSULTA DESFAVORÁVEL AO CONTRIBUINTE. ALTERAÇÃO POR DECISÃO PROFERIDA NO ÂMBITO DO PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL. VALIDADE.
Não há óbice legal para que seja alterado entendimento veiculado em solução de consulta, desfavorável ao contribuinte, por decisão emanada no âmbito do contencioso administrativo fiscal.
SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO DE ELEVADORES.
A instalação de elevadores amolda-se ao conceito de "serviço", do que decorre que se submete ao regime cumulativo das contribuições ao PIS e à COFINS. Inteligência do Decreto n.7708/2011, que instituiu a Nomenclatura Brasileira de Serviços.
Recurso voluntário provido. Direito creditório reconhecido.

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    <str name="turma_s">Segunda Turma Ordinária da Quarta Câmara da Terceira Seção</str>
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      <str>Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em dar provimento ao Recurso Voluntário. Os Conselheiros Maria Aparecida Martins de Paula, Pedro Sousa Bispo, Thais De Laurentiis Galkowicz, Carlos Augusto Daniel Neto e Waldir Navarro Bezerra acompanharam o Relator do acórdão paradigma pelas conclusões (art. 63, § 8º do RICARF).
(assinado digitalmente)
Waldir Navarro Bezerra - Presidente e Relator
Participaram da sessão de julgamento os Conselheiros Waldir Navarro Bezerra, Maria Aparecida Martins de Paula, Diego Diniz Ribeiro, Pedro Sousa Bispo, Thais De Laurentiis Galkowicz, Vinícius Guimarães (Suplente convocado), Maysa de Sá Pittondo Deligne e Carlos Augusto Daniel Neto. Ausente justificadamente o Conselheiro Jorge Olmiro Lock Freire, que foi substituído pelo Conselheiro Suplente convocado.

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S3­C4T2 

Fl. 2 

 
 

 
 

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1 

S3­C4T2  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  11080.903794/2012­81 

Recurso nº  1   Voluntário 

Acórdão nº  3402­005.166  –  4ª Câmara / 2ª Turma Ordinária  

Sessão de  18 de abril de 2018 

Matéria  PIS/Cofins 

Recorrente  THYSSENKRUPP ELEVADORES SA 

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

ASSUNTO: CLASSIFICAÇÃO DE MERCADORIAS 

Ano­calendário: 2005 

Ementa: 

SOLUÇÃO  DE  CONSULTA  DESFAVORÁVEL  AO  CONTRIBUINTE. 
ALTERAÇÃO  POR  DECISÃO  PROFERIDA  NO  ÂMBITO  DO 
PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL. VALIDADE. 

Não há óbice legal para que seja alterado entendimento veiculado em solução 
de consulta, desfavorável ao contribuinte, por decisão emanada no âmbito do 
contencioso administrativo fiscal. 

SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO DE ELEVADORES. 

A  instalação  de  elevadores  amolda­se  ao  conceito  de  "serviço",  do  que 
decorre que se  submete ao  regime cumulativo das contribuições ao PIS e  à 
COFINS. Inteligência do Decreto n.7708/2011, que instituiu a Nomenclatura 
Brasileira de Serviços. 

Recurso voluntário provido. Direito creditório reconhecido. 

 
 

Acordam  os  membros  do  colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em  dar 
provimento ao Recurso Voluntário. Os Conselheiros Maria Aparecida Martins de Paula, Pedro 
Sousa Bispo, Thais De Laurentiis Galkowicz, Carlos Augusto Daniel Neto e Waldir Navarro 
Bezerra  acompanharam  o  Relator  do  acórdão  paradigma  pelas  conclusões  (art.  63,  §  8º  do 
RICARF). 

(assinado digitalmente) 

Waldir Navarro Bezerra ­ Presidente e Relator 

Participaram  da  sessão  de  julgamento  os  Conselheiros  Waldir  Navarro 
Bezerra, Maria Aparecida Martins de Paula, Diego Diniz Ribeiro, Pedro Sousa Bispo, Thais De 

  

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Fl. 362DF  CARF  MF




Processo nº 11080.903794/2012­81 
Acórdão n.º 3402­005.166 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

2

Laurentiis  Galkowicz,  Vinícius  Guimarães  (Suplente  convocado),  Maysa  de  Sá  Pittondo 
Deligne e Carlos Augusto Daniel Neto. Ausente justificadamente o Conselheiro Jorge Olmiro 
Lock Freire, que foi substituído pelo Conselheiro Suplente convocado. 

Relatório 

Trata  o  presente  processo  de  DCOMP  transmitida  com  objetivo  de 
compensar os débitos nela apontados com créditos provenientes de pagamento  indevido ou a 
maior. 

A  matéria  foi  objeto  de  decisão  proferida  por  intermédio  do  Despacho 
Decisório,  no  qual  a  Delegacia  de  origem,  com  base  em  informação  fiscal  resultante  de 
diligência  do  Serviço  de  Fiscalização  para  apuração  do  direito  creditório  informado  na 
DCOMP,  onde  ficou  constatada  a  improcedência  do  mesmo,  revisou  de  ofício  o 
reconhecimento do direito creditório automático para não reconhecimento do direito creditório 
por  inexistência do crédito e  também de ofício  revisou a homologação  total da compensação 
efetuada através da mencionada declaração para compensação não homologada. 

A  autoridade  fiscal  que  proferiu  a  referida  informação  tomou  por  base  a 
Solução  de  Consulta  446  ­  SRRF/8ª  RF/Disit,  de  18/08/2007,  uma  vez  que  a  Solução  de 
Consulta  104  ­  SRRF/10ª  RF/Disit,  de  18/08/2008,  foi  anulada  pelo  Parecer  52  ­ 
SRRF10/Disit, de 13/09/2011, sob o seguinte argumento: 

É vedada a coexistência de duas soluções de consulta vigentes e 
eficazes  sobre  o  mesmo  fato,  relativas  a  um  mesmo  sujeito 
passivo(...). 

Por sua vez, a Solução de Consulta vigente tem a seguinte ementa para o PIS: 

ELEVADORES.  NÃO­CUMULATIVIDADE.  A  instalação  de 
elevador  por  seu  produtor  não  caracteriza  obra  de  construção 
civil, descabendo a aplicação do art. 10, XX, da Lei nº 10.833, 
de 2003. Caracteriza­se como operação de industrialização, na 
modalidade  montagem,  a  reunião  de  partes,  peças  e 
componentes  da  qual  resulte  elevador,  inclusive  quando 
realizada fora do estabelecimento do executor, no próprio prédio 
onde  esse  equipamento  será  utilizado.  Sofre  incidência  da 
contribuição  para  o  PIS/Pasep  em  regime  de  apuração  não­
cumulativo  o  total  das  receitas  decorrentes  do  fornecimento  de 
elevador por seu produtor, o qual se conclui ao final do processo 
de montagem. 

Para a Cofins foi proferida ementa com igual teor. 

(...). 

Uma  vez  intimado  o  contribuinte  apresentou  a  manifestação  de 
inconformidade, a qual foi julgada improcedente pelo acórdão 09­054.895, que entendeu que a 
compensação  pressupõe  a  existência  de  direito  creditório  líquido  e  certo,  não  verificado  no 
caso em comento, afastou a preliminar de nulidade do Despacho Decisório e concluiu que "a 

Fl. 363DF  CARF  MF



Processo nº 11080.903794/2012­81 
Acórdão n.º 3402­005.166 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

3

decisão  judicial  transitada  em  julgado  é,  na  verdade,  a  lei  aplicada  ao  caso  concreto  e, 
tratando­se de exclusão do crédito tributário, deve ser interpretada literalmente". 

Diante  deste  quadro,  o  contribuinte  apresentou  o  recurso  voluntário 
tempestivo,  oportunidade  em  que  repisou  os  fundamentos  desenvolvidos  em  sede  de 
impugnação. 

É o relatório. 

Voto            

Conselheiro Waldir Navarro Bezerra 

O  julgamento  deste  processo  segue  a  sistemática  dos  recursos  repetitivos, 
regulamentada pelo art. 47, §§ 1º e 2º, do Anexo  II do RICARF, aprovado pela Portaria MF 
343,  de  09  de  junho  de  2015.  Portanto,  ao  presente  litígio  aplica­se  o  decidido  no Acórdão 
3402­005.145,  de  18  de  abril  de  2018,  proferido  no  julgamento  do  processo 
11080.729500/2013­23, paradigma ao qual o presente processo foi vinculado. 

Transcreve­se,  como  solução  deste  litígio,  nos  termos  regimentais,  o 
entendimento que prevaleceu naquela decisão (Acórdão 3402­005.145): 

"5.  O  recurso  voluntário  é  tempestivo  e  preenche  os 
demais  pressupostos  formais  de  admissibilidade,  motivo  pelo 
qual dele tomo conhecimento. 

I.  A  discussão  travada  nos  autos  e  o  precedente 
vinculante deste CARF favorável ao contribuinte 

6. A questão aqui travada não é nova, uma vez que já foi 
decidida  por  este  CARF  para  o  mesmíssimo  contribuinte  de 
forma  paradigmática,  i.e.,  nos  termos  do  art.  47,  §  2º  do 
RICARF.  Referida  decisão  foi  veiculada  por  intermédio  do 
acórdão n. 3201­002.448 e encontra­se assim prescrita: 

(...). 

A princípio, tem­se que o cerne da questão é definir qual a 
natureza da atividade exercida pela Recorrente (instalação 
de elevadores): se construção civil ou se industrialização. 

Tal definição determinará se a Recorrente deveria, à época 
dos  fatos  geradores,  apurar  o  recolhimento  do  PIS  e  da 
COFINS pelo regime não cumulativo ou pelo cumulativo. 

Há peculiar situação no feito, consistente no fato de que a 
Recorrente teria apresentado duas Consultas Fiscais acerca 
do  tratamento  tributário mais adequado, obtendo Soluções 
conflitantes. 

Na primeira delas, Solução de Consulta nº 446/2007, da 8ª 
Região  Fiscal,  concluiu­se  que  se  tratava  de 
industrialização  e  que,  portanto,  as  receitas  estariam 

Fl. 364DF  CARF  MF



Processo nº 11080.903794/2012­81 
Acórdão n.º 3402­005.166 

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sujeitas  ao  regime  não  cumulativo  das  citadas 
contribuições. 

A  segunda,  Solução  de  Consulta  nº  104/2008,  da  10ª 
Região  Fiscal,  afirmou  que  as  receitas  estariam  sob  o 
regime cumulativo. 

No  caso,  o  crédito  postulado  pela  Recorrente  origina  da 
aplicação do segundo entendimento. Os créditos postulados, 
portando,  decorrem  da  reapuração  do  PIS  e  da  COFINS 
outrora  calculados  pelo  regime  não  cumulativo  e 
reajustados para o cumulativo. 

Idêntica questão  já  foi examinada por esta mesma Turma 
na  sessão  de  24  de  fevereiro  de  2016,  em  decisão  por 
maioria  proferida  nos  autos  do  Processo  nº 
11080.726628/201335,  da  mesma  THYSSENKRUPP 
ELEVADORES  S/A,  no  qual  a  Conselheira  Doutora  Ana 
Clarissa Masuko dos Santos Araújo foi designada Relatora 
para o Voto Vencedor. 

O  referido  Acórdão  nº  3201002.070  recebeu  a  seguinte 
ementa: 

ASSUNTO:  CONTRIBUIÇÃO  PARA  O 
FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL COFINS 

Período de apuração: 01/06/2008 a 31/12/2009 

SOLUÇÃO  DE  CONSULTA  DESFAVORÁVEL  AO 
CONTRIBUINTE.  ALTERAÇÃO  POR  DECISÃO 
PROFERIDA  NO  ÂMBITO  DO  PROCESSO 
ADMINISTRATIVO FISCAL. VALIDADE. Não há óbice 
legal  para  que  seja  alterado  entendimento  veiculado  em 
solução  de  consulta,  desfavorável  ao  contribuinte,  por 
decisão  emanada  no  âmbito  do  contencioso  administrativo 
fiscal. 

SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO DE ELEVADORES. 

A  instalação  de  elevadores  subsume­se  ao  conceito  de 
"serviço",  do  que  decorre  que  se  submete  ao  regime 
cumulativo  das  contribuições  ao  PIS  e  à  COFINS. 
Inteligência  do  Decreto  n.7708/2011,  que  instituiu  a 
Nomenclatura Brasileira de Serviços. 

JUROS  DE  MORA  SOBRE  MULTA  DE  OFÍCIO  No 
lançamento de ofício, o valor originário do crédito tributário 
compreende o valor do tributo e da multa por lançamento de 
ofício. Sobre a multa por lançamento de oficio não paga no 
vencimento incidem juros de mora. 

ASSUNTO: CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP 

Período de apuração: 01/06/2008 a 31/12/2009 

Fl. 365DF  CARF  MF



Processo nº 11080.903794/2012­81 
Acórdão n.º 3402­005.166 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

5

SOLUÇÃO  DE  CONSULTA  DESFAVORÁVEL  AO 
CONTRIBUINTE.  ALTERAÇÃO  POR  DECISÃO 
PROFERIDA  NO  ÂMBITO  DO  PROCESSO 
ADMINISTRATIVO FISCAL. 

VALIDADE.  Não  há  óbice  legal  para  que  seja  alterado 
entendimento  veiculado  em  solução  de  consulta, 
desfavorável  ao  contribuinte,  por  decisão  emanada  no 
âmbito do contencioso administrativo fiscal. 

SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO DE ELEVADORES. 

A  instalação  de  elevadores  subsume­se  ao  conceito  de 
"serviço",  do  que  decorre  que  se  submete  ao  regime 
cumulativo  das  contribuições  ao  PIS  e  à  COFINS. 
Inteligência  do  Decreto  n.7708/2011,  que  instituiu  a 
Nomenclatura Brasileira de Serviços. 

JUROS  DE  MORA  SOBRE  MULTA  DE  OFÍCIO  No 
lançamento de ofício, o valor originário do crédito tributário 
compreende o valor do tributo e da multa por lançamento de 
ofício. Sobre a multa por lançamento de oficio não paga no 
vencimento incidem juros de mora. 

Recurso Voluntário Provido e Recurso de Ofício Negado 

Vistos,relatados  e  discutidos  os  presentes  autos. Acordam 
os  membros  do  colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em 
negar  provimento  ao  recurso  de  ofício  e  por  maioria  de 
votos, em dar provimento ao recurso voluntário. Vencido o 
Conselheiro  Winderley  Morais  Pereira,  relator.  Designada 
para  redigir  o  voto  vencedor  a  Conselheira  Ana  Clarissa 
Masuko dos Santos Araújo. 

Como consta em ata, o voto da i. Conselheira Doutora Ana 
Clarissa  Masuko  dos  Santos  Araújo  foi  por  mim 
acompanhado  integralmente.  Por  essa  razão,  peço  vênia 
para transcrevê­lo como fundamento do presente julgado: 

Como se depreende do voto do eminente  relator, o mérito 
da presente demanda não foi conhecido, por se entender que 
havia  solução  de  consulta,  proferida  para  a  situação 
específica dos autos e proposta pela própria Recorrente. 

Com  efeito,  no  mérito  a  Recorrente  alega  que  o  regime 
jurídico  de  apuração  das  contribuições  sociais,  tome  a  sua 
atividades  de  instalação  de  elevadores  como  prestação  de 
serviços de construção civil, o que determinaria a aplicação 
do regime cumulativo. 

A  Recorrente  obteve  a  solução  de  consulta 
SRRF/8ªRF/DISIT nº 446, de 18/09/2007, que ao analisar as 
atividades  realizadas  pela  Recorrente  de  instalação  de 
elevadores,  decidiu  não  ser  atividade  de  construção  civil  e 
portanto,  estariam sujeita  a  apuração do PIS e da COFINS 
no regime não cumulativo. 

Fl. 366DF  CARF  MF



Processo nº 11080.903794/2012­81 
Acórdão n.º 3402­005.166 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

6

Não  obstante,  a  Recorrente  protocolou  nova  consulta,  na 
Superintendência da Receita Federal do Brasil na 10ª Região 
Fiscal (Solução de Consulta SRRF/10ªRF/DISIT nº 104, de 
18  de  agosto  de  2008),  que  considerou  a  atividade  da 
Recorrente como prestação de serviços de construção civil e 
portanto, enquadrada nas disposições do art. 10, XX, da Lei 
nº  10.833/2003,  determinando  a  apuração  do  PIS  e  da 
COFINS no regime cumulativo.(fls. 391 a 397). 

O  entendimento  do  eminente  Conselheiro  Winderley 
Morais Pereira foi no sentido de que, em sendo a solução de 
consulta  instrumento  de  garantia  do  contribuinte  para 
esclarecimentos  quanto  a  aplicação  da  legislação,  a 
possibilidade  de  consultas  do mesmo  contribuinte  tratando 
da mesma matéria serem protocoladas em unidades diversas 
da  RFB,  poderia  mitigar  a  força  normativa  das  consultas. 
Por essa razão, a decisão anterior não produziria efeito, nos 
termos do art. 54, IV do Decreto nº 70.235/72. 

Contudo,  a  questão  que  se  põe  e  da  qual  se  diverge  do 
ilustre  relator,  é  precisamente  sobre  a  possibilidade  de  a 
decisão  proferida  no  âmbito  do  contencioso  administrativo 
fiscal, se sobrepor a decisão em solução de consulta, para o 
mesmo contribuinte. 

Ora,  embora  pelo  processo  de  consulta  possa  se  entender 
que  o  contribuinte  recorra  à  Administração  para  buscar  a 
correta exegese de determinada norma jurídica, verifica­se o 
que  se  busca,  invariavelmente,  é  uma medida protetiva,  de 
cunho  preventivo,  para  a  estruturação  tributária  de  suas 
operações. 

O  fato  é  que  no  âmbito  do  processo  de  consulta,  o 
contribuinte  não  comparece  na  condição  de  mero 
consulente,  até  mesmo  porque,  já  traz  em  seu  pedido  o 
posicionamento  que  entende  cabível,  com  a  respectiva 
fundamentação  legal,  o  que  aliás,  é  condição  para  o 
processamento de sua consulta, de acordo com a legislação 
em vigor, sob pena de sua ineficácia. 

Embora o procedimento de consulta não se equipare lógica 
e  juridicamente  ao  processo  administrativo  fiscal,  o  fato  é 
que  este  também  possui  conteúdo  persuasivo,  buscando­se 
convencimento  da  Administração,  acerca  de  determinada 
interpretação. E se assim for o caso, a solução em consulta 
confere­lhe medida protetiva,  um verdadeiro  escudo contra 
eventuais  futuros  entendimentos  administrativos  contrários. 
Por  essa  razão,  apenas  a  solução  de  consulta  favorável  ao 
contribuinte tem repercussões no contencioso administrativo 
fiscal, no sentido de coibir o lançamento. 

Observe­se que, nessa  toada, dispõe o art. 100 do Decreto 
n. 7574/2011: 

(...). 

Fl. 367DF  CARF  MF



Processo nº 11080.903794/2012­81 
Acórdão n.º 3402­005.166 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

7

Acresça­se,  por  fim,  que  as  decisões  proferidas  em 
procedimentos  de  consulta  e  no  processo  administrativo 
fiscal são lógica e juridicamente distintas, de sorte que não 
se verifica quaisquer relações de hierarquia entre elas. 

Superadas  a  questão,  parte­se  para  o  conhecimento  do 
mérito da lide. 

A  atividade  de  instalação  de  elevadores  deve  ser 
caracterizada  como  serviço,  e  não  como  atividade  de 
industrialização,  frisando­se  que,  na  hipótese  dos  autos,  a 
Recorrente aparta a atividade de fabricação dos elevadores, 
da de sua instalação. 

Além  de  todas  os  fundamentos  jurídicos  trazidos  pela 
Recorrente,  como o  fato  de  que  a  instalação  de  elevadores 
sob  encomenda  ser  complemento  da  obra  de  construção 
civil,  esta,  indubitavelmente  subsumida  ao  conceito  de 
serviço, por se agregarem ao solo, dentre outras, tem­se que, 
para  efeitos  da  legislação  federal,  que  passou  a  tributar  os 
serviços  pelas  contribuições  sociais,  bem  como  instituir  o 
instrumental necessário para o controle do comércio exterior 
de  serviços,  com  a  edição  da  Nomenclatura  Brasileira  de 
Serviços, Decreto n. 7708/2011, não há mais dúvidas quanto 
ao enquadramento. 

Destarte,  de acordo com o art.  2o do decreto, a NBS será 
adotada  como  nomenclatura  única  na  classificação  das 
transações com serviços, intangíveis e outras operações que 
produzam  variações  no  patrimônio  das  pessoas  físicas, 
pessoas jurídicas e entes despersonalizados. 

Os  serviços  de  instalação  de  elevadores  estão  assim 
dispostos: 

SEÇÃO I ­ SERVIÇOS DE CONSTRUÇÃO 

Capítulo 1 ­ Serviços de construção 

1.0131 ­ Outros serviços de instalação 

1.0131.10.00  ­  Serviços  de  instalação  de  elevadores, 
esteiras  e escadas  rolantes O direito positivo brasileiro não 
traz  um  conceito  conotativo  de  "serviço'  nem mesmo  para 
efeitos  de  incidência  do  ISSQN,  operando  sempre  com 
definições denotativas, ou seja, com listas que arrolam o que 
são  considerados  os  "serviços"  para  efeitos  de  tributação. 
Portanto, não se questiona a validade, vigência e eficácia da 
Nomenclatura Brasileira de Serviços, para esse fim. 

Não se olvide, finalmente, que os decretos são de aplicação 
obrigatória  para  o  Conselho  Administrativo  de  Recursos 
Fiscais, de maneira que considerada a atividade em questão 
como  serviço,  deve  ser  a  aplicação  do  regime  cumulativo 
das contribuições sociais. 

Fl. 368DF  CARF  MF



Processo nº 11080.903794/2012­81 
Acórdão n.º 3402­005.166 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

8

Por essas razões, entendo que há de ser dado provimento ao 
recurso  voluntário.Com  efeito,  não  vislumbro  a 
possibilidade  de  uma  Solução  de  Consulta  expedida  pela 
Receita  Federal  do  Brasil  vincular,  ad  eternum,  uma 
exigência tributária que se mostre claramente ilegítima. 

Não se trata aqui de discutir se o contribuinte poderia ou 
não ter formulado uma segunda Consulta Fiscal, ou mesmo 
qual  das  respostas  deveria  prevalecer.  Trata­se  aqui  de 
reconhecer  a  legalidade  ou  ilegalidade  de  uma  exigência 
tributária,  ou,  melhor  dizendo,  de  definição  acerca  do 
alcance de uma norma tributária. 

Mesmo  se  admitisse  que,  de  acordo  com  as  normas 
procedimentais, a segunda Solução de Consulta deveria ser 
tida  por  inexistente,  tal  constatação,  por  óbvio,  não 
chancela  a  legitimidade  da  primeira  Solução  de Consulta. 
Afinal,  este  não  é  o  meio  adequado  para  se  definir  fato 
gerador de obrigação tributária. 

E, nesse  sentido,  trago o  seguinte precedente do Superior 
Tribunal de Justiça que reconhece o serviço de instalação e 
montagem  de  elevadores  como  obra  de  engenharia,  e  não 
como  industrialização  (portanto,  atraindo  a  incidência  do 
regime cumulativo do PIS e da COFINS à época dos  fatos 
geradores): 

TRIBUTÁRIO.  RECURSO  ESPECIAL. 
FORNECIMENTO  DE  ELEVADORES.  IPI.  NÃO 
INCIDÊNCIA. 

1. A atividade de fornecimento de elevadores, que envolve 
a  produção  sob  encomenda  e  a  instalação  no  edifício, 
encerra,  precipuamente,  uma  obra  de  engenharia  que 
complementa  o  serviço  de  construção  civil,  não  se 
enquadrando no conceito de montagem industrial, para fins 
de incidência do IPI. 

2. Recurso especial provido. 

(REsp  1231669/RS,  Rel.  Ministro  BENEDITO 
GONÇALVES,  PRIMEIRA  TURMA,  julgado  em 
07/11/2013, DJe 16/05/2014)  

Diante  do  exposto,  voto  por  CONHECER  e  DAR 
PROVIMENTO  ao  Recurso  Voluntário  do  Contribuinte, 
exonerando o crédito tributário lançado. 

7.  Referida  decisão  apresenta  um  caráter  vinculante, 
devendo  ser  seguida  por  esta  Turma  julgadora. Neste  aspecto, 
todavia, não concordou o colegiado, que entende que, em tese, 
o  colegiado  poderia  julgar  de  forma  diferente  daquele 
precedente paradigmático, haja vista que se está diante de outro 
lote de processos (ainda que referentes aos mesmíssimos fatos e 
com as mesmíssimas partes litigantes). Deixo tais considerações 
aqui registradas em razão do disposto no esquizofrênico art. 63, 

Fl. 369DF  CARF  MF



Processo nº 11080.903794/2012­81 
Acórdão n.º 3402­005.166 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

9

§8º  do  RICARF1,  que  determina  que  as  conclusões  adotadas 
pelo  colegiado  seja  externada  por  aquele  Conselheiro  que 
divergiu (e continua divergindo) e que foi vencido em relação à 
tais conclusões. 

8.  Tais  considerações  do  colegiado,  entretanto,  não 
trazem qualquer repercussão no caso prático, até porque, no que 
tange ao mérito, a Turma julgadora aderiu integralmente com as 
precisas considerações  elaboradas pela então Conselheira Ana 
Clarissa  Masuko  dos  Santos  Araújo  e  replicadas  pela 
Conselheira  Tatiana  Josefovicz  Belisário  (transcritas  alhures), 
motivo  pelo  qual  emprego  tais  fundamentos  para  fins  de 
motivação do presente voto, o que faço com amparo no art. 50, § 
1o da lei n. 9.784/992. 

Dispositivo 

9. Diante do exposto, voto por dar provimento ao recurso 
voluntário interposto pelo contribuinte. 

10. É como voto." 

Importa  registrar  que  nos  autos  ora  em  apreço,  a  situação  fática  e  jurídica 
encontra correspondência com a verificada no paradigma, de  tal  sorte que o entendimento  lá 
esposado pode ser perfeitamente aqui aplicado. 

                                                           
1 "Art. 63. As decisões dos colegiados, em forma de acórdão ou resolução, serão assinadas pelo presidente, pelo 
relator, pelo redator designado ou por conselheiro que fizer declaração de voto, devendo constar, ainda, o nome 
dos conselheiros presentes e dos ausentes, especificando­se, se houver, os conselheiros vencidos e a matéria em 
que o foram, e os impedidos.  
(...). 
§  8º  Na  hipótese  em  que  a  decisão  por  maioria  dos  conselheiros  ou  por  voto  de  qualidade  acolher  apenas  a 
conclusão do relator, caberá ao relator reproduzir, no voto e na ementa do acórdão, os fundamentos adotados pela 
maioria dos conselheiros." 
2 "Art. 50. Os atos administrativos deverão ser motivados, com indicação dos fatos e dos fundamentos jurídicos, 
quando: 
(...). 
§ 1o A motivação deve ser explícita, clara e congruente, podendo consistir em declaração de concordância com 
fundamentos de anteriores pareceres,  informações, decisões ou propostas, que, neste caso, serão parte  integrante 
do ato. 
(...)." 

Fl. 370DF  CARF  MF



Processo nº 11080.903794/2012­81 
Acórdão n.º 3402­005.166 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

10

Aplicando­se  a  decisão  do  paradigma  ao  presente  processo,  em  razão  da 
sistemática  prevista  nos  §§  1º  e  2º  do  art.  47  do  anexo  II  do  RICARF,  o  colegiado  deu 
provimento ao recurso voluntário. 

(assinado digitalmente) 
Waldir Navarro Bezerra 

. 

           

 

           

 

 

Fl. 371DF  CARF  MF


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    <str name="camara_s">Quarta Câmara</str>
    <str name="turma_s">Segunda Turma Ordinária da Quarta Câmara da Terceira Seção</str>
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    <arr name="decisao_txt">
      <str>Vistos, relatados e discutidos os presentes autos.
Resolvem os membros do Colegiado, por unanimidade de votos, converter o julgamento em diligência, nos termos do voto da Relatora. O Conselheiro Diego Diniz Ribeiro declarou-se impedido, sendo substituído pelo Conselheiro Suplente Renato Vieira de Avila.
(assinado digitalmente)
Waldir Navarro Bezerra - Presidente
(assinado digitalmente)
Maria Aparecida Martins de Paula - Relatora
Participaram do presente julgamento os Conselheiros: Waldir Navarro Bezerra, Renato Vieira de Avila (Suplente), Maria Aparecida Martins de Paula, Thais De Laurentiis Galkowicz, Pedro Sousa Bispo, Maysa de Sá Pittondo Deligne, Vinicius Guimarães (Suplente convocado) e Carlos Augusto Daniel Neto. Ausente justificadamente o Conselheiro Jorge Olmiro Lock Freire, que foi substituído pelo Suplente convocado.

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S3­C4T2 

Fl. 1.553 

 
 

 
 

1

1.552 

S3­C4T2  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  16327.720248/2016­13 

Recurso nº            Voluntário 

Resolução nº  3402­001.355  –  4ª Câmara / 2ª Turma Ordinária 

Data  19 de abril de 2018 

Assunto  Diligência 

Recorrente  ITAÚ SEGUROS DE AUTO E RESIDÊNCIA S.A.  

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

Resolvem  os  membros  do  Colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  converter  o 
julgamento em diligência, nos termos do voto da Relatora. O Conselheiro Diego Diniz Ribeiro 
declarou­se impedido, sendo substituído pelo Conselheiro Suplente Renato Vieira de Avila. 

(assinado digitalmente) 

Waldir Navarro Bezerra ­ Presidente 

(assinado digitalmente) 

Maria Aparecida Martins de Paula ­ Relatora 

Participaram do presente julgamento os Conselheiros: Waldir Navarro Bezerra, 
Renato  Vieira  de Avila  (Suplente), Maria Aparecida Martins  de  Paula,  Thais  De  Laurentiis 
Galkowicz, Pedro Sousa Bispo, Maysa de Sá Pittondo Deligne, Vinicius Guimarães (Suplente 
convocado)  e  Carlos  Augusto  Daniel  Neto.  Ausente  justificadamente  o  Conselheiro  Jorge 
Olmiro Lock Freire, que foi substituído pelo Suplente convocado. 

RELATÓRIO 

Trata­se  de  recurso  voluntário  contra  decisão  da Delegacia  de  Julgamento  em 
Fortaleza que julgou improcedente a impugnação da contribuinte. 

Versa o processo sobre autos de infração para exigência de Cofins e PIS/Pasep 
no  regime  cumulativo,  nos  valores  de R$  35.275.284,08  e  de R$  5.732.233,04,  já  incluídos 
multas e juros moratórios, referentes aos períodos de apuração entre 04/2011 a 12/2013, no que 
concerne à apuração da receita de Salvados e Ressarcimentos, supostamente desconsiderada na 

  

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Fl. 1553DF  CARF  MF




Processo nº 16327.720248/2016­13 
Resolução nº  3402­001.355 

S3­C4T2 
Fl. 1.554 

 
 

 
 

2

base de cálculo das contribuições citadas e não oferecida à tributação no período de Abril/2011 
a Dezembro/2013. 

Sustenta  a  autoridade  fiscal,  no  Termo  de  Verificação  Fiscal,  "que  o  próprio 
contribuinte assumiu que cometeu o equívoco quanto a não­dedução, na exclusão efetuada pela 
empresa na base de cálculo do PIS e da Cofins, das importâncias recebidas a título de 'salvados' 
e  'ressarcimentos'",  tendo,  inclusive, efetuado  recolhimentos complementares em 14/03/2016, 
porém sem o pagamento da multa de ofício de 75% aplicável ao presente caso nos termos do 
disposto  no  art.  7º  do Decreto  n.º  70.235/72,  uma  vez  que  o  contribuinte  encontrava­se  sob 
procedimento fiscal desde 24/02/2016. 

Cientificada da autuação, a interessada apresentou impugnação, na qual alegou, 
em  síntese,  como  consta  na  decisão  recorrida:  a)  a  quitação  dos  pretensos  débitos  de  PIS  e 
Cofins  sobre  Receitas  de  Salvados  e  Ressarcimentos,  de  04/2011  e  05/2011,  dentro  dos 
respectivos vencimentos; b) a quitação dos pretensos débitos de PIS e Cofins sobre Receitas de 
Salvados e Ressarcimento, de 06/2011 a 12/2013, acrescidos de juros de mora, dentro do prazo 
de 20 dias nos  termos do art. 47, da Lei n.º 9.430/96; e  requer c) a anulação dos respectivos 
autos de infração por vício material, pois incidentes sobre principal e juros de mora já pagos; e 
d)  a  revisão  dos  autos  de  infração,  para  exclusão  dos  valores  pagos  de  PIS  e  Cofins  sobre 
Receitas de Salvados e Ressarcimentos, e ajuste do percentual da multa aplicada. 

O julgador de primeira instância não acatou os argumentos da impugnante, sob 
os seguintes fundamentos: 

­  Os  salvados  (bens  alvos  de  sinistro,  passados  à  propriedade  da  empresa  e 
posteriormente alienados, gerando receita à pessoa jurídica) e os ressarcimentos (importâncias advindas 
de terceiros quando da responsabilização destes pelo dano causado) integram a base de cálculo do PIS e 
da Cofins, inteligência incontestada pela citada, tanto que, ao ser intimada do início do procedimento de 
fiscalização,  procurou  regularizar  as  pendências  e  efetuar  recolhimentos  complementares  das 
contribuições mencionadas. 

­ Dos Débitos de Abril e Maio/2011: Não há elementos nos autos que permitam efetuar 
a  inferência  efetuada  pela  impugnante,  pois  não  há  demonstrativos  contábeis,  declarações  ou 
documentos  comprobatórios  aptos  a  ratificar  serem  de  R$  88.987.393,64  e  R$  94.834.668,33  os 
Sinistros Pagos em Abril e Maio/2011. É incontestável o recolhimento, tempestivo, dos valores do PIS 
e  da  Cofins  confessados  na  DCTF  e  demonstrados  no  DACON  relativos  aos  meses  de  Abril  e 
Maio/2011,  porém  isso  não  significa  que  a  requerente  comprovou,  cabal  e  irrefutavelmente,  que  a 
receita de Salvados e Ressarcimentos, objeto da lide, foi incluída na base de cálculo das contribuições. 
Dessarte, com fulcro nos arts. 15 e 16, III, do Decreto n.º 70.235/72, que orientam o sujeito passivo a 
instruir a impugnação com os documentos em que se fundamenta e as provas que possui, entendo, por 
falta de conjunto probatório, ser procedente o lançamento efetuado pela autoridade fiscal referentes às 
competências de 04/2011 e 05/2011. 

­ Dos Débitos de Junho/2011 a Dezembro/2013: Como alegou a interessada, ainda no 
curso  da  fiscalização,  no  dia  14/03/2016  foram  efetuados  os  recolhimento  via Darf  (fls.  502  a  625), 
dentro  do  prazo  legal  de  20  (dias)  ofertado  pela  norma  em  estudo.  Analisando­se  os  referidos 
documentos, verifica­se que correspondem aos valores apurados pela fiscalização, contudo, observa­se 
que os valores recolhidos foram acrescidos somente de juros de mora, não tendo o contribuinte efetuado 
qualquer  recolhimento a  título de multa de mora, conforme previsto no art. 61 da Lei nº 9.430/96. O 
contribuinte,  mesmo  se  utilizando  da  espontaneidade  prevista  no  art.  47  da  Lei  nº  9.430/96,  estava 
sujeito  à  cobrança  dos  juros  e  da  multa  de  mora,  que  são  aplicáveis  nos  casos  de  recolhimento 
espontâneo com atraso. 

Fl. 1554DF  CARF  MF



Processo nº 16327.720248/2016­13 
Resolução nº  3402­001.355 

S3­C4T2 
Fl. 1.555 

 
 

 
 

3

c) O contribuinte alega haver  incluído, no Faturamento ou Receita Bruta, a  receita de 
Salvados  e  Ressarcimentos,  quando  deveria  havê­la  deduzido  dos  Sinistros  Pagos.  Contudo,  a mera 
análise dos DACON trazidos aos autos não nos permite chegar à conclusão do alegado, dada a carente 
instrução  probatória,  que  poderia  ser  suprimida  por  demonstrativos  contábeis,  declarações  ou 
documentos hábeis e idôneos para comprovar que, de fato, a receita de Salvados e Ressarcimentos fora 
devidamente declarada como demanda o art. 47 da Lei n.º 9.430/96. 

­  O  lançamento  reportou­se  corretamente  à  base  de  cálculo,  qual  seja  a  receita  de 
Salvados  e  Ressarcimentos  oportunizada  pela  própria  requerente,  e,  sobre  ela,  imputou  as  alíquotas 
correspondentes  ao  PIS  e  à  Cofins,  inexistindo  mácula  neste  procedimento.  A  desconsideração  dos 
recolhimentos efetuados após a ciência do termo de início da fiscalização, desabrigados do alcance do 
instituto da espontaneidade, não pode ser oposta com o fim de ser declarado nulo ou improcedente todo 
o  procedimento  fiscal  a  que  foi  submetida  a  requerente. Tratando­se  de  pagamentos  concretizados  a 
destempo, a vinculação deles é mero ato de cobrança, posterior ao nascimento, no mundo jurídico, do 
débito tributário formalizado através do lançamento. 

­  Não  havendo  espontaneidade  nos  recolhimentos  (realizados  após  o  início  do 
procedimento  fiscal)  e,  ainda,  ausentes  os  pressupostos  estabelecidos  no  art.  47  da  Lei  nº  9.430/96, 
incabível a limitação da multa do art. 61 no percentual de 20%, e devida a multa de ofício do art. 44, I, 
no percentual de 75%, e dos juros de mora. 

­ Requer a impugnante, nos itens 58 a 62, que os lançamentos sejam revistos para que o 
débito  tributário  seja  calculado  por  meio  da  imputação  proporcional  dos  pagamentos  efetuados  em 
14/03/2016. No  tocante  à solicitação, observe­se que,  tendo ocorrido o  recolhimento  somente  após o 
início  do  procedimento  fiscal,  não  cabe  alterar  os  valores  principais  lançados,  pois  necessária  a  sua 
indicação para apuração dos montantes lançados da multa de ofício proporcional de 75%. Quando da 
cobrança, a autoridade preparadora irá alocar os pagamentos efetuados, utilizando­os para a quitação do 
crédito tributário  lançado,  intimando o contribuinte ao pagamento dos saldos remanescentes.Requer a 
impugnante,  nos  itens  58  a  62,  que  os  lançamentos  sejam  revistos  para  que  o  débito  tributário  seja 
calculado por meio da imputação proporcional dos pagamentos efetuados em 14/03/2016. 

­ A multa de ofício é parte integrante da obrigação ou crédito tributário e, quando não 
extinta  na  data  de  seu  vencimento,  estará  sujeito  à  incidência  de  juros  conforme  estabelecido  no  art. 
113, do Código Tributário Nacional. 

Cientificada  da  decisão  de  primeira  instância  em  20/03/2017,  a  contribuinte 
apresentou  o  recurso  voluntário  em  19/04/2017,  mediante  o  qual  repisa  as  alegações  de 
primeira instância e acrescenta outras, sob os seguinte tópicos: 

III.1  PRELIMINARMENTE:  DA  NULIDADE  DO  V.  ACÓRDÃO 
RECORRIDO  

III.1.1  POR  INOVAR  NA  MOTIVAÇÃO  DO  LANÇAMENTO  E 
ACARRETAR PRETERIÇÃO DO DIREITO DE DEFESA 

III.1.2  POR  DEIXAR  DE  APRECIAR  PONTOS  ESSENCIAIS  AO 
DESLINDE DO LITÍGIO 

III.2 DA IMPROCEDÊNCIA DOS LANÇAMENTOS EM FUNÇÃO DA 
EXTINÇÃO  POR  PAGAMENTO  DOS  PRETENSOS  DÉBITOS 
AUTUADOS, NA FORMA DO ART. 156, I, DO CTN 

III.2.1. DA DEVIDA QUITAÇÃO DOS PRETENSOS DÉBITOS DE PIS 
COFINS  DOS  PERÍODOS  DE  ABRIL  E  MAIO  DE  2011  NOS 
RESPECTIVOS VENCIMENTOS 

Fl. 1555DF  CARF  MF



Processo nº 16327.720248/2016­13 
Resolução nº  3402­001.355 

S3­C4T2 
Fl. 1.556 

 
 

 
 

4

III.2.2. DA DEVIDA QUITAÇÃO DOS PRETENSOS DÉBITOS DE PIS 
E COFINS DOS PERÍODOS DE 06/2011 A 12/2013 NA FORMA DO 
ART. 47 DA LEI Nº 9.430/96 

III.3  A  VERDADE  MATERIAL  DOS  FATOS  CORROBORA  A 
IMPROCEDÊNCIA DA AUTUAÇÃO 

III.4  DA  INSUBSISTÊNCIA  DOS  LANÇAMENTOS  POR  AUSÊNCIA 
DO DEVIDO CÔMPUTO DOS PAGAMENTOS EFETUADOS 

III.5  SUBSIDIARIAMENTE:  DA  NECESSÁRIA  REVISÃO  PARCIAL 
DOS LANÇAMENTOS 

É o relatório. 

VOTO 

Conselheira Maria Aparecida Martins de Paula, Relatora 

Atendidos aos  requisitos de admissibilidade,  toma­se conhecimento do  recurso 
voluntário. 

Trata­se de exigência de PIS/Cofins e acréscimos legais referente às receitas em 
face de salvados e de ressarcimentos, cuja inclusão na base de cálculo dessas contribuições é 
determinada pelo art. 3º, § 6º, II da Lei nº 9.718/98 e pelo art. 10, IV da Instrução Normativa 
RFB n.º 1.285/2012. Os salvados são bens alvos de sinistro que são passados à propriedade da 
empresa  e  posteriormente  são  alienados,  gerando  receita  à  pessoa  jurídica;  enquanto  que  os 
ressarcimentos  são  valores  recebidos  de  terceiros  responsabilizados  pelos  danos  relativos  ao 
bem segurado. 

Dos Débitos de Abril e Maio/2011 

Alegou a contribuinte que os débitos lançados de PIS e Cofins dos períodos de 
Abril  e  Maio/2011  teriam  sido  devidamente  quitados  dentro  dos  respectivos  prazos  de 
vencimento, na forma do art. 156, I do Código Tributário Nacional (CTN). 

O  julgador  a  quo  entendeu,  no  entanto,  que  não  teria  sido  comprovado  pela 
impugnante que a receita de Salvados e Ressarcimentos, objeto da lide, teria sido incluída na 
base de cálculo das contribuições cujos valores foram confessados em DCTF e demonstrados 
no DACON relativos aos meses de Abril e Maio/2011, especialmente porque não haveria não 
haveria demonstrativos contábeis, declarações ou documentos comprobatórios aptos a ratificar 
serem de R$ 88.987.393,64 e R$ 94.834.668,33 os Sinistros Pagos em Abril e Maio/2011. 

Do outro  lado  sustenta  a  recorrente que  teria,  sim,  juntado  "tanto  documentos 
contábeis,  a  exemplo  de  balancetes  contábeis,  como  declarações  (DACON)  e  os  próprios 
Comprovantes  de  arrecadação  (vide  Docs.  de  04  a  09  da  Impugnação  de  fls.),  os  quais 
caracterizam comprovação cabal e irrefutável de que as Receitas de Salvados e Ressarcimentos 
foram  computadas nas bases de  cálculo do PIS  e da COFINS apurados  e  recolhidos  em  tais 
períodos". 

Verifica­se  alguma  verossimilhança  na  alegação  da  recorrente  de  que  ela  não 
teria  excluído  as  receitas  de  salvados  e  de  ressarcimentos  das  bases  de  cálculo  das 

Fl. 1556DF  CARF  MF



Processo nº 16327.720248/2016­13 
Resolução nº  3402­001.355 

S3­C4T2 
Fl. 1.557 

 
 

 
 

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contribuições  recolhidas  em  20/05  e  20/06/2011,  o  que  poderia  ser  melhor  avaliado  pela 
fiscalização  na  Unidade  de  Origem,  que  tem  acesso  aos  livros  de  escrituração  comercial  e 
fiscal e aos comprovantes dos lançamentos neles efetuados. 

Dos Débitos de Junho/2011 a Dezembro/2013 

Alegou a contribuinte que os débitos lançados de PIS e Cofins dos períodos de 
Junho/2011 a Dezembro/2013 foram teriam sido devidamente quitados dentro do prazo de 20 
(vinte) dias da ciência do  termo de  início de fiscalização com o benefício da espontaneidade 
previsto no art. 47 da Lei nº 9.430/961, o que não foi acatado pela DRJ sob o fundamento de 
que:  i)  não  estaria  comprovado  que  as  receitas  declaradas  no  Dacon  compreenderiam  as 
receitas  de  salvados  e  ressarcimentos;  e  ii)  a  contribuinte  não  acrescentou  a multa  de mora 
devida nos recolhimentos. 

Sobre o primeiro ponto, a matéria demanda análise da fiscalização semelhante 
ao  apontado  acima  em  relação  aos  débitos  de  abril  e  maio/2011.  Sobre  o  segundo  ponto, 
ressalvando eventual julgamento posterior do Colegiado em conformidade com os recursos do 
STJ  julgados  sob  a  sistemática  de  recursos  repetitivos2,  é  conveniente  aproveitar  a 
oportunidade  para  a  fiscalização  confirmar  a  integralidade  dos  pagamentos  apontados  pela 
recorrente  para  a  caracterização  do  benefício  da  espontaneidade  previsto  no  47  da  Lei  nº 
9.430/96 desconsiderando a incidência da multa de mora. 

Imputação Proporcional  

Requereu  subsidiariamente  a  então  impugnante  que  os  lançamentos  fossem 
revistos para que o débito tributário fosse calculado por meio da imputação proporcional dos 
pagamentos  efetuados,  o que  foi  indeferido pela DRJ,  sob o  fundamento de que não caberia 
alterar os montantes  lançados,  sendo que  a autoridade preparadora  iria alocar os pagamentos 
efetuados  na  fase  de  cobrança.  Não  obstante  isso,  eventuais  pagamentos  efetuados  antes  da 
lavratura do auto de infração acarretam a improcedência da autuação nessa parte, sendo que os 
comprovantes de pagamentos parciais são legítimos elementos modificativos ou extintivos da 
autuação  nessa  parte.  Dessa  forma,  é  conveniente  que,  na  oportunidade,  se  for  o  caso,  a 
autoridade  preparadora  calcule  eventual  valor  remanescente  por  imputação  proporcional  dos 
pagamentos. 

Assim, nos termos do art. 18 do Decreto nº 70.235/72 e dos arts. 35 a 37 e 63 do 
Decreto nº 7.574/2011, voto no sentido de determinar à DEINF em São Paulo a realização 
de diligência para apurar o que se  segue,  inclusive,  se  for o  caso,  solicitando documentos 
adicionais  à  contribuinte  e  averiguando  eventuais  declarações,  demonstrações  e  lançamentos 
nos livros obrigatórios de escrituração comercial e/ou fiscal da contribuinte juntamente com os 
documentos que os comprovam: 

                                                           
1 Art. 47. A pessoa  física ou  jurídica submetida a ação  fiscal por parte da Secretaria da Receita Federal poderá 
pagar,  até  o  vigésimo  dia  subseqüente  à  data  de  recebimento  do  termo  de  início  de  fiscalização,  os  tributos  e 
contribuições  já  declarados,  de  que  for  sujeito  passivo  como  contribuinte  ou  responsável,  com  os  acréscimos 
legais aplicáveis nos casos de procedimento espontâneo.                     (Redação dada pela Lei nº 9.532, de 1997) 
2 REsp 1149022/SP, Rel. Ministro LUIZ FUX, PRIMEIRA SEÇÃO, julgado em 09/06/2010, DJe 24/06/2010 
REsp  962.379/RS, Rel. Ministro  TEORI ALBINO ZAVASCKI,  PRIMEIRA SEÇÃO,  julgado  em  22/10/2008, 
DJe 28/10/2008 
 

Fl. 1557DF  CARF  MF



Processo nº 16327.720248/2016­13 
Resolução nº  3402­001.355 

S3­C4T2 
Fl. 1.558 

 
 

 
 

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i) Verificar  se  a  documentação  juntada  aos  autos  é  suficiente  para demonstrar 
que  as  Receitas  de  Salvados  e  Ressarcimentos  foram  computadas  nas  bases  de  cálculo  das 
contribuições de PIS/Cofins apuradas e recolhidas relativamente a todos os períodos autuados. 
Em caso  negativo,  se  houver  necessidade,  intimar  a  recorrente  a  apresentar,  dentro  de  prazo 
razoável, os documentos que faltariam para a referida comprovação. 

ii)  Com  relação  aos  débitos  lançados  relativos  aos  períodos  de  Abril  e 
Maio/2011,  analisar  a  documentação  referida  no  item  anterior  e  sua  potencialidade  para 
exonerar, integral ou parcialmente, o crédito tributário nesses períodos nos termos do art. 156, I 
do CTN. 

iii) Acerca dos débitos relativos aos períodos de Junho/2011 a Dezembro/2013, 
analisar a documentação referida no item i) acima e sua potencialidade para exonerar, integral 
ou parcialmente,  o  crédito  tributário,  nos  termos do  art.  156,  I  do CTN,  com o benefício da 
espontaneidade previsto  no  47  da Lei  nº  9.430/96,  desconsiderando para  tal,  a  incidência  da 
multa de mora (REsp 1149022/SP e REsp 962.379/RS). 

iv)  Emitir  Relatório  Conclusivo  sobre  a  conclusão  da  análise  dos  itens 
precedentes,  elaborando  demonstrativos  com  eventuais  parcelas  a  serem  exoneradas  da 
autuação e/ou imputação proporcional dos pagamentos confirmados. 

v) Cientificar a recorrente do resultado da diligência, concedendo­lhe o prazo de 
30 (trinta) dias para manifestação, nos termos do art. 35 do Decreto nº 7.574/2011. 

vi) Por fim, após decorrido o prazo de manifestação da interessada, devolver os 
autos a este Colegiado para julgamento do recurso voluntário. 

É como voto. 

(assinado digitalmente) 

Maria Aparecida Martins de Paula ­ Relatora 

 

 

Fl. 1558DF  CARF  MF


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  <doc>
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    <str name="camara_s">Quarta Câmara</str>
    <str name="ementa_s">Assunto: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins
Data do fato gerador: 14/02/2003
PEDIDO DE RESTITUIÇÃO. ÔNUS PROBATÓRIO.
Cabe à Recorrente o ônus de provar o direito creditório alegado perante a Administração Tributária, em especial no caso de pedido de restituição decorrente de contribuição recolhida a maior.
DCOMP. DÉBITO CONFESSADO EM DCTF. INEXISTÊNCIA DE PAGAMENTO INDEVIDO.
A mera retificação de DCTF não se constitui em elemento de prova hábil e suficiente para comprovar a certeza e liquidez do direito creditório decorrente de suposto pagamento e declaração a maior de contribuição. Inexistindo nos autos outros elementos de provas, não há que se falar em pagamento indevido.
Recurso Voluntário Negado.
Direito Creditório Não Reconhecido.

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    <str name="turma_s">Segunda Turma Ordinária da Quarta Câmara da Terceira Seção</str>
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      <str>Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em negar provimento ao Recurso Voluntário.
(Assinado Digitalmente)
WALDIR NAVARRO BEZERRA - Presidente e Relator

Participaram da sessão de julgamento os conselheiros: Waldir Navarro Bezerra (presidente da turma), Maria Aparecida Martins de Paula, Carlos Augusto Daniel Neto, Maysa de Sá Pittondo Deligne, Thais de Laurentiis Galkowicz, Diego Diniz Ribeiro, Vinícius Guimarães (Conselheiro Suplente Convocado) e Pedro Sousa Bispo.


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S3­C4T2 

Fl. 2 

 
 

 
 

1

1 

S3­C4T2  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  10880.915298/2008­13 

Recurso nº  1   Voluntário 

Acórdão nº  3402­005.214  –  4ª Câmara / 2ª Turma Ordinária  

Sessão de  18 de abril de 2018 

Matéria  COFINS ­ COMPENSAÇÃO 

Recorrente  JS DISTRIBUIDORA DE PECAS S/A 

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

ASSUNTO:  CONTRIBUIÇÃO  PARA  O  FINANCIAMENTO  DA  SEGURIDADE 
SOCIAL ­ COFINS 

Data do fato gerador: 14/02/2003 

PEDIDO DE RESTITUIÇÃO. ÔNUS PROBATÓRIO. 

Cabe  à  Recorrente  o  ônus  de  provar  o  direito  creditório  alegado  perante  a 
Administração  Tributária,  em  especial  no  caso  de  pedido  de  restituição 
decorrente de contribuição recolhida a maior. 

DCOMP.  DÉBITO  CONFESSADO  EM  DCTF.  INEXISTÊNCIA  DE 
PAGAMENTO INDEVIDO. 

A mera retificação de DCTF não se constitui em elemento de prova hábil e 
suficiente para comprovar a certeza e liquidez do direito creditório decorrente 
de suposto pagamento e declaração a maior de contribuição. Inexistindo nos 
autos  outros  elementos  de  provas,  não  há  que  se  falar  em  pagamento 
indevido. 

Recurso Voluntário Negado. 

Direito Creditório Não Reconhecido. 

 
 

Acordam  os  membros  do  colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em  negar 
provimento ao Recurso Voluntário.  

(Assinado Digitalmente) 

WALDIR NAVARRO BEZERRA ­ Presidente e Relator  

 

Participaram  da  sessão  de  julgamento  os  conselheiros:  Waldir  Navarro 
Bezerra  (presidente  da  turma),  Maria  Aparecida  Martins  de  Paula,  Carlos  Augusto  Daniel 

  

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Processo nº 10880.915298/2008­13 
Acórdão n.º 3402­005.214 

S3­C4T2 
Fl. 3 

 
 

 
 

2

Neto, Maysa  de  Sá  Pittondo Deligne,  Thais  de  Laurentiis  Galkowicz,  Diego  Diniz  Ribeiro, 
Vinícius Guimarães (Conselheiro Suplente Convocado) e Pedro Sousa Bispo. 

 

Relatório 

Trata  o  presente  processo  de  Declaração  de  Compensação  apresentada  em 
meio  eletrônico  na  qual  o  contribuinte  pretende  quitar  os  débitos  declarados  com  supostos 
créditos oriundos de recolhimento a maior. 

A  unidade  de  origem  não  homologou  a  compensação  pretendida  face  a 
inexistência  do  crédito  declarado,  uma  vez  que  o  pagamento  informado  como  indevido, 
encontrava­se  integralmente  utilizado  para  quitação  dos  débitos  do  sujeito  passivo,  não 
restando saldo disponível para a compensação. 

Cientificado  desta  decisão,  o  contribuinte  apresentou  Manifestação  de 
Inconformidade, acompanhada de documentos que entendem amparam seu pleito, onde alega, 
resumidamente,  que  houve  recolhimento  a  maior;  que  a  DCTF  que  serviu  de  base  para  a 
expedição do Despacho Decisório encontrava­se incorreta, e que já fora devidamente retificada 
(posteriormente à decisão), e requer assim que seja acolhido seu pedido. 

Através  do  Acórdão  nº  16­031.852,  a  DRJ­SÃO  PAULO  julgou 
improcedente  a  manifestação  de  inconformidade  apresentada.  Entendeu  o  colegiado  que  a 
apresentação de DCTF retificadora, após o despacho decisório, somente pode ser aceita quando 
acompanhada  de  documentação  idônea  que  demonstre  a  alteração  pretendida,  o  que  não 
ocorreu no caso em apreço. 

Em seguida, devidamente notificada, a Recorrente interpôs o presente recurso 
voluntário pleiteando a reforma do acórdão. 

Neste  Recurso,  a  Empresa  repisou  os mesmos  argumentos  apresentados  na 
sua Manifestação de Inconformidade. 

É o relatório. 

 

Voto            

Conselheiro Waldir Navarro Bezerra 

O  julgamento  deste  processo  segue  a  sistemática  dos  recursos  repetitivos, 
regulamentada pelo art. 47, §§ 1º e 2º, do Anexo  II do RICARF, aprovado pela Portaria MF 
343,  de  09  de  junho  de  2015.  Portanto,  ao  presente  litígio  aplica­se  o  decidido  no Acórdão 
3402­005.213,  de  18  de  abril  de  2018,  proferido  no  julgamento  do  processo 
10880.915296/2008­16, paradigma ao qual o presente processo foi vinculado. 

Fl. 125DF  CARF  MF



Processo nº 10880.915298/2008­13 
Acórdão n.º 3402­005.214 

S3­C4T2 
Fl. 4 

 
 

 
 

3

Transcreve­se,  como  solução  deste  litígio,  nos  termos  regimentais,  o 
entendimento que prevaleceu naquela decisão (Acórdão 3402­005.213): 

"O Recurso Voluntário é  tempestivo e atende aos demais 
requisitos  de  admissibilidade,  razão  pela  qual  dele  se  deve 
conhecer. 

A lide trata de direito creditório da Recorrente decorrente 
de suposto pagamento de Darf a maior de COFINS ocorrido em 
15/01/2003.  Visando  utilizar  o  suposto  crédito,  a  Recorrente 
apresentou  Declaração  de  Compensação  (PER/DCOMP 
nº 12664.38683.150404.1.3.04­8540)  que  foi  indeferida  pela 
Autoridade Tributária sob o argumento de que inexistia crédito, 
o que impediu a homologação da compensação. 

Em  seu  Recurso,  a  Empresa  alega  que  cometeu  erro  de 
fato ao preencher  incorretamente a DCTF com valor maior ao 
efetivamente  devido.  A  fim  de  comprovar  o  seu  direito,  juntou 
aos autos apenas a DCTF retificadora entregue após a ciência 
do Despacho Decisório denegatório. 

É  entendimento  pacificado  neste  Colegiado  que  cabe  à 
Recorrente o ônus de provar o direito creditório alegado perante 
a Administração Tributária, conforme consignado no Código de 
Processo Civil  (Lei  nº5.869/73),  vigente  à  época,  e  adotado de 
forma subsidiária na esfera administrativa tributária: 

Art. 333. O ônus da prova incumbe: 

I­ ao autor, quanto ao fato constitutivo do seu direito; 

A  obrigação  de  provar  o  seu  direito  decorre  do  fato  de 
que a iniciativa para o pedido de restituição ser do contribuinte, 
cabendo à fiscalização a verificação da certeza e liquidez de tal 
pedido,  por  meio  da  realização  de  diligências,  se  entender 
necessárias,  e  análise  da  documentação  comprobatória 
apresentada.  O  art.  65  da  revogada  IN  RFB  nº  900/2008 
esclarecia: 

Art.  65.  A  autoridade  da  RFB  competente  para  decidir 
sobre  a  restituição,  o  ressarcimento,  o  reembolso  e  a 
compensação  poderá  condicionar  o  reconhecimento  do 
direito  creditório  à  apresentação  de  documentos 
comprobatórios  do  referido  direito,  inclusive  arquivos 
magnéticos,  bem  como  determinar  a  realização  de 
diligência fiscal nos estabelecimentos do sujeito passivo a 
fim  de  que  seja  verificada,  mediante  exame  de  sua 
escrituração contábil e fiscal, a exatidão das informações 
prestadas. 

Nesse sentido, a Autoridade Tributária realizou de forma 
eletrônica  a  análise  dos  elementos  apresentados  e  concluiu, 
também  de  forma  eletrônica,  pela  inexistência  de  direito 
creditório  do  contribuinte  no  período  referido,  haja  vista  que 
todo  o  montante  do  pagamento  se  encontrava  alocado  com 
débito declarado em DCTF. 

Fl. 126DF  CARF  MF



Processo nº 10880.915298/2008­13 
Acórdão n.º 3402­005.214 

S3­C4T2 
Fl. 5 

 
 

 
 

4

No  presente  Recurso,  a  Empresa  alega  que  houve 
pagamento  a  maior  de  R$  9.314,25  relativo  a  COFINS  no 
período  de  31/12/2002  e  erro  no  preenchimento  da  DCTF  no 
mesmo  montante.  Informa  ainda  que  corrigiu  o  referido  erro 
realizando a retificação da sua DCTF, após ciência do despacho 
decisório,  restando o  seu  pagamento  a maior  como disponível. 
Portanto, como meio de prova do seu direito, apresentou apenas 
cópia da DCTF retificadora. 

Constata­se no caso concreto que a empresa não cumpriu 
com a sua obrigação de comprovar o direito creditório por meio 
de documentação hábil e suficiente. Apenas a DCTF retificadora 
não é suficiente para comprovar a certeza e liquidez do crédito 
em questão. A Recorrente, a fim demonstrar a disponibilidade do 
valor  supostamente  pago  a  maior,  deveria  ter  apresentado 
demonstrativo  de  apuração  da  COFINS  devido  no  mês  em 
confronto aos valores declarados/pagos e cópias da escrituração 
contábil/fiscal  que  demonstrassem  de  forma  inequívoca  a 
exatidão dos valores utilizados e apuração da contribuição, nos 
termos do art.16 do Decreto nº70.235/72. Porém, nada disso foi 
feito pela Recorrente.  

Assim,  a mera  retificação da DCTF  não  se  constitui  em 
elemento de prova hábil e suficiente para comprovar a certeza e 
liquidez  do  direito  creditório  em  comento,  estando  correta  a 
decisão  da  Autoridade  Tributária  na  direção  da  não 
homologação da compensação. 

Diante  do  exposto,  voto  no  sentido  de  negar  provimento 
ao Recurso Voluntário." 

Importa  registrar  que  nos  autos  ora  em  apreço,  a  situação  fática  e  jurídica 
encontra correspondência com a verificada no paradigma, de  tal  sorte que o entendimento  lá 
esposado pode ser perfeitamente aqui aplicado. 

Aplicando­se  a  decisão  do  paradigma  ao  presente  processo,  em  razão  da 
sistemática  prevista  nos  §§  1º  e  2º  do  art.  47  do  anexo  II  do  RICARF,  o  colegiado  negou 
provimento ao recurso voluntário. 

(assinado digitalmente) 
Waldir Navarro Bezerra 

 

           

 

           

 

Fl. 127DF  CARF  MF



Processo nº 10880.915298/2008­13 
Acórdão n.º 3402­005.214 

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Fl. 6 

 
 

 
 

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Fl. 128DF  CARF  MF


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    <str name="camara_s">Quarta Câmara</str>
    <str name="ementa_s">Assunto: Classificação de Mercadorias
Ano-calendário: 2007
Ementa:
SOLUÇÃO DE CONSULTA DESFAVORÁVEL AO CONTRIBUINTE. ALTERAÇÃO POR DECISÃO PROFERIDA NO ÂMBITO DO PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL. VALIDADE.
Não há óbice legal para que seja alterado entendimento veiculado em solução de consulta, desfavorável ao contribuinte, por decisão emanada no âmbito do contencioso administrativo fiscal.
SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO DE ELEVADORES.
A instalação de elevadores amolda-se ao conceito de "serviço", do que decorre que se submete ao regime cumulativo das contribuições ao PIS e à COFINS. Inteligência do Decreto n.7708/2011, que instituiu a Nomenclatura Brasileira de Serviços.
Recurso voluntário provido. Direito creditório reconhecido.

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    <arr name="decisao_txt">
      <str>Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em dar provimento ao Recurso Voluntário. Os Conselheiros Maria Aparecida Martins de Paula, Pedro Sousa Bispo, Thais De Laurentiis Galkowicz, Carlos Augusto Daniel Neto e Waldir Navarro Bezerra acompanharam o Relator do acórdão paradigma pelas conclusões (art. 63, § 8º do RICARF).
(assinado digitalmente)
Waldir Navarro Bezerra - Presidente e Relator
Participaram da sessão de julgamento os Conselheiros Waldir Navarro Bezerra, Maria Aparecida Martins de Paula, Diego Diniz Ribeiro, Pedro Sousa Bispo, Thais De Laurentiis Galkowicz, Vinícius Guimarães (Suplente convocado), Maysa de Sá Pittondo Deligne e Carlos Augusto Daniel Neto. Ausente justificadamente o Conselheiro Jorge Olmiro Lock Freire, que foi substituído pelo Conselheiro Suplente convocado.

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S3­C4T2 

Fl. 2 

 
 

 
 

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1 

S3­C4T2  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  11080.934301/2009­59 

Recurso nº  1   Voluntário 

Acórdão nº  3402­005.189  –  4ª Câmara / 2ª Turma Ordinária  

Sessão de  18 de abril de 2018 

Matéria  PIS/Cofins 

Recorrente  THYSSENKRUPP ELEVADORES SA 

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

ASSUNTO: CLASSIFICAÇÃO DE MERCADORIAS 

Ano­calendário: 2007 

Ementa: 

SOLUÇÃO  DE  CONSULTA  DESFAVORÁVEL  AO  CONTRIBUINTE. 
ALTERAÇÃO  POR  DECISÃO  PROFERIDA  NO  ÂMBITO  DO 
PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL. VALIDADE. 

Não há óbice legal para que seja alterado entendimento veiculado em solução 
de consulta, desfavorável ao contribuinte, por decisão emanada no âmbito do 
contencioso administrativo fiscal. 

SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO DE ELEVADORES. 

A  instalação  de  elevadores  amolda­se  ao  conceito  de  "serviço",  do  que 
decorre que se  submete ao  regime cumulativo das contribuições ao PIS e  à 
COFINS. Inteligência do Decreto n.7708/2011, que instituiu a Nomenclatura 
Brasileira de Serviços. 

Recurso voluntário provido. Direito creditório reconhecido. 

 
 

Acordam  os  membros  do  colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em  dar 
provimento ao Recurso Voluntário. Os Conselheiros Maria Aparecida Martins de Paula, Pedro 
Sousa Bispo, Thais De Laurentiis Galkowicz, Carlos Augusto Daniel Neto e Waldir Navarro 
Bezerra  acompanharam  o  Relator  do  acórdão  paradigma  pelas  conclusões  (art.  63,  §  8º  do 
RICARF). 

(assinado digitalmente) 

Waldir Navarro Bezerra ­ Presidente e Relator 

Participaram  da  sessão  de  julgamento  os  Conselheiros  Waldir  Navarro 
Bezerra, Maria Aparecida Martins de Paula, Diego Diniz Ribeiro, Pedro Sousa Bispo, Thais De 

  

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Fl. 365DF  CARF  MF




Processo nº 11080.934301/2009­59 
Acórdão n.º 3402­005.189 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

2

Laurentiis  Galkowicz,  Vinícius  Guimarães  (Suplente  convocado),  Maysa  de  Sá  Pittondo 
Deligne e Carlos Augusto Daniel Neto. Ausente justificadamente o Conselheiro Jorge Olmiro 
Lock Freire, que foi substituído pelo Conselheiro Suplente convocado. 

Relatório 

Trata  o  presente  processo  de  DCOMP  transmitida  com  objetivo  de 
compensar os débitos nela apontados com créditos provenientes de pagamento  indevido ou a 
maior. 

A  matéria  foi  objeto  de  decisão  proferida  por  intermédio  do  Despacho 
Decisório,  no  qual  a  Delegacia  de  origem,  com  base  em  informação  fiscal  resultante  de 
diligência  do  Serviço  de  Fiscalização  para  apuração  do  direito  creditório  informado  na 
DCOMP,  onde  ficou  constatada  a  improcedência  do  mesmo,  revisou  de  ofício  o 
reconhecimento do direito creditório automático para não reconhecimento do direito creditório 
por  inexistência do crédito e  também de ofício  revisou a homologação  total da compensação 
efetuada através da mencionada declaração para compensação não homologada. 

A  autoridade  fiscal  que  proferiu  a  referida  informação  tomou  por  base  a 
Solução  de  Consulta  446  ­  SRRF/8ª  RF/Disit,  de  18/08/2007,  uma  vez  que  a  Solução  de 
Consulta  104  ­  SRRF/10ª  RF/Disit,  de  18/08/2008,  foi  anulada  pelo  Parecer  52  ­ 
SRRF10/Disit, de 13/09/2011, sob o seguinte argumento: 

É vedada a coexistência de duas soluções de consulta vigentes e 
eficazes  sobre  o  mesmo  fato,  relativas  a  um  mesmo  sujeito 
passivo(...). 

Por sua vez, a Solução de Consulta vigente tem a seguinte ementa para o PIS: 

ELEVADORES.  NÃO­CUMULATIVIDADE.  A  instalação  de 
elevador  por  seu  produtor  não  caracteriza  obra  de  construção 
civil, descabendo a aplicação do art. 10, XX, da Lei nº 10.833, 
de 2003. Caracteriza­se como operação de industrialização, na 
modalidade  montagem,  a  reunião  de  partes,  peças  e 
componentes  da  qual  resulte  elevador,  inclusive  quando 
realizada fora do estabelecimento do executor, no próprio prédio 
onde  esse  equipamento  será  utilizado.  Sofre  incidência  da 
contribuição  para  o  PIS/Pasep  em  regime  de  apuração  não­
cumulativo  o  total  das  receitas  decorrentes  do  fornecimento  de 
elevador por seu produtor, o qual se conclui ao final do processo 
de montagem. 

Para a Cofins foi proferida ementa com igual teor. 

(...). 

Uma  vez  intimado  o  contribuinte  apresentou  a  manifestação  de 
inconformidade, a qual foi julgada improcedente pelo acórdão 09­054.910, que entendeu que a 
compensação  pressupõe  a  existência  de  direito  creditório  líquido  e  certo,  não  verificado  no 
caso em comento, afastou a preliminar de nulidade do Despacho Decisório e concluiu que "a 

Fl. 366DF  CARF  MF



Processo nº 11080.934301/2009­59 
Acórdão n.º 3402­005.189 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

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decisão  judicial  transitada  em  julgado  é,  na  verdade,  a  lei  aplicada  ao  caso  concreto  e, 
tratando­se de exclusão do crédito tributário, deve ser interpretada literalmente". 

Diante  deste  quadro,  o  contribuinte  apresentou  o  recurso  voluntário 
tempestivo,  oportunidade  em  que  repisou  os  fundamentos  desenvolvidos  em  sede  de 
impugnação. 

É o relatório. 

Voto            

Conselheiro Waldir Navarro Bezerra 

O  julgamento  deste  processo  segue  a  sistemática  dos  recursos  repetitivos, 
regulamentada pelo art. 47, §§ 1º e 2º, do Anexo  II do RICARF, aprovado pela Portaria MF 
343,  de  09  de  junho  de  2015.  Portanto,  ao  presente  litígio  aplica­se  o  decidido  no Acórdão 
3402­005.145,  de  18  de  abril  de  2018,  proferido  no  julgamento  do  processo 
11080.729500/2013­23, paradigma ao qual o presente processo foi vinculado. 

Transcreve­se,  como  solução  deste  litígio,  nos  termos  regimentais,  o 
entendimento que prevaleceu naquela decisão (Acórdão 3402­005.145): 

"5.  O  recurso  voluntário  é  tempestivo  e  preenche  os 
demais  pressupostos  formais  de  admissibilidade,  motivo  pelo 
qual dele tomo conhecimento. 

I.  A  discussão  travada  nos  autos  e  o  precedente 
vinculante deste CARF favorável ao contribuinte 

6. A questão aqui travada não é nova, uma vez que já foi 
decidida  por  este  CARF  para  o  mesmíssimo  contribuinte  de 
forma  paradigmática,  i.e.,  nos  termos  do  art.  47,  §  2º  do 
RICARF.  Referida  decisão  foi  veiculada  por  intermédio  do 
acórdão n. 3201­002.448 e encontra­se assim prescrita: 

(...). 

A princípio, tem­se que o cerne da questão é definir qual a 
natureza da atividade exercida pela Recorrente (instalação 
de elevadores): se construção civil ou se industrialização. 

Tal definição determinará se a Recorrente deveria, à época 
dos  fatos  geradores,  apurar  o  recolhimento  do  PIS  e  da 
COFINS pelo regime não cumulativo ou pelo cumulativo. 

Há peculiar situação no feito, consistente no fato de que a 
Recorrente teria apresentado duas Consultas Fiscais acerca 
do  tratamento  tributário mais adequado, obtendo Soluções 
conflitantes. 

Na primeira delas, Solução de Consulta nº 446/2007, da 8ª 
Região  Fiscal,  concluiu­se  que  se  tratava  de 
industrialização  e  que,  portanto,  as  receitas  estariam 

Fl. 367DF  CARF  MF



Processo nº 11080.934301/2009­59 
Acórdão n.º 3402­005.189 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

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sujeitas  ao  regime  não  cumulativo  das  citadas 
contribuições. 

A  segunda,  Solução  de  Consulta  nº  104/2008,  da  10ª 
Região  Fiscal,  afirmou  que  as  receitas  estariam  sob  o 
regime cumulativo. 

No  caso,  o  crédito  postulado  pela  Recorrente  origina  da 
aplicação do segundo entendimento. Os créditos postulados, 
portando,  decorrem  da  reapuração  do  PIS  e  da  COFINS 
outrora  calculados  pelo  regime  não  cumulativo  e 
reajustados para o cumulativo. 

Idêntica questão  já  foi examinada por esta mesma Turma 
na  sessão  de  24  de  fevereiro  de  2016,  em  decisão  por 
maioria  proferida  nos  autos  do  Processo  nº 
11080.726628/201335,  da  mesma  THYSSENKRUPP 
ELEVADORES  S/A,  no  qual  a  Conselheira  Doutora  Ana 
Clarissa Masuko dos Santos Araújo foi designada Relatora 
para o Voto Vencedor. 

O  referido  Acórdão  nº  3201002.070  recebeu  a  seguinte 
ementa: 

ASSUNTO:  CONTRIBUIÇÃO  PARA  O 
FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL COFINS 

Período de apuração: 01/06/2008 a 31/12/2009 

SOLUÇÃO  DE  CONSULTA  DESFAVORÁVEL  AO 
CONTRIBUINTE.  ALTERAÇÃO  POR  DECISÃO 
PROFERIDA  NO  ÂMBITO  DO  PROCESSO 
ADMINISTRATIVO FISCAL. VALIDADE. Não há óbice 
legal  para  que  seja  alterado  entendimento  veiculado  em 
solução  de  consulta,  desfavorável  ao  contribuinte,  por 
decisão  emanada  no  âmbito  do  contencioso  administrativo 
fiscal. 

SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO DE ELEVADORES. 

A  instalação  de  elevadores  subsume­se  ao  conceito  de 
"serviço",  do  que  decorre  que  se  submete  ao  regime 
cumulativo  das  contribuições  ao  PIS  e  à  COFINS. 
Inteligência  do  Decreto  n.7708/2011,  que  instituiu  a 
Nomenclatura Brasileira de Serviços. 

JUROS  DE  MORA  SOBRE  MULTA  DE  OFÍCIO  No 
lançamento de ofício, o valor originário do crédito tributário 
compreende o valor do tributo e da multa por lançamento de 
ofício. Sobre a multa por lançamento de oficio não paga no 
vencimento incidem juros de mora. 

ASSUNTO: CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP 

Período de apuração: 01/06/2008 a 31/12/2009 

Fl. 368DF  CARF  MF



Processo nº 11080.934301/2009­59 
Acórdão n.º 3402­005.189 

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5

SOLUÇÃO  DE  CONSULTA  DESFAVORÁVEL  AO 
CONTRIBUINTE.  ALTERAÇÃO  POR  DECISÃO 
PROFERIDA  NO  ÂMBITO  DO  PROCESSO 
ADMINISTRATIVO FISCAL. 

VALIDADE.  Não  há  óbice  legal  para  que  seja  alterado 
entendimento  veiculado  em  solução  de  consulta, 
desfavorável  ao  contribuinte,  por  decisão  emanada  no 
âmbito do contencioso administrativo fiscal. 

SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO DE ELEVADORES. 

A  instalação  de  elevadores  subsume­se  ao  conceito  de 
"serviço",  do  que  decorre  que  se  submete  ao  regime 
cumulativo  das  contribuições  ao  PIS  e  à  COFINS. 
Inteligência  do  Decreto  n.7708/2011,  que  instituiu  a 
Nomenclatura Brasileira de Serviços. 

JUROS  DE  MORA  SOBRE  MULTA  DE  OFÍCIO  No 
lançamento de ofício, o valor originário do crédito tributário 
compreende o valor do tributo e da multa por lançamento de 
ofício. Sobre a multa por lançamento de oficio não paga no 
vencimento incidem juros de mora. 

Recurso Voluntário Provido e Recurso de Ofício Negado 

Vistos,relatados  e  discutidos  os  presentes  autos. Acordam 
os  membros  do  colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em 
negar  provimento  ao  recurso  de  ofício  e  por  maioria  de 
votos, em dar provimento ao recurso voluntário. Vencido o 
Conselheiro  Winderley  Morais  Pereira,  relator.  Designada 
para  redigir  o  voto  vencedor  a  Conselheira  Ana  Clarissa 
Masuko dos Santos Araújo. 

Como consta em ata, o voto da i. Conselheira Doutora Ana 
Clarissa  Masuko  dos  Santos  Araújo  foi  por  mim 
acompanhado  integralmente.  Por  essa  razão,  peço  vênia 
para transcrevê­lo como fundamento do presente julgado: 

Como se depreende do voto do eminente  relator, o mérito 
da presente demanda não foi conhecido, por se entender que 
havia  solução  de  consulta,  proferida  para  a  situação 
específica dos autos e proposta pela própria Recorrente. 

Com  efeito,  no  mérito  a  Recorrente  alega  que  o  regime 
jurídico  de  apuração  das  contribuições  sociais,  tome  a  sua 
atividades  de  instalação  de  elevadores  como  prestação  de 
serviços de construção civil, o que determinaria a aplicação 
do regime cumulativo. 

A  Recorrente  obteve  a  solução  de  consulta 
SRRF/8ªRF/DISIT nº 446, de 18/09/2007, que ao analisar as 
atividades  realizadas  pela  Recorrente  de  instalação  de 
elevadores,  decidiu  não  ser  atividade  de  construção  civil  e 
portanto,  estariam sujeita  a  apuração do PIS e da COFINS 
no regime não cumulativo. 

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Processo nº 11080.934301/2009­59 
Acórdão n.º 3402­005.189 

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6

Não  obstante,  a  Recorrente  protocolou  nova  consulta,  na 
Superintendência da Receita Federal do Brasil na 10ª Região 
Fiscal (Solução de Consulta SRRF/10ªRF/DISIT nº 104, de 
18  de  agosto  de  2008),  que  considerou  a  atividade  da 
Recorrente como prestação de serviços de construção civil e 
portanto, enquadrada nas disposições do art. 10, XX, da Lei 
nº  10.833/2003,  determinando  a  apuração  do  PIS  e  da 
COFINS no regime cumulativo.(fls. 391 a 397). 

O  entendimento  do  eminente  Conselheiro  Winderley 
Morais Pereira foi no sentido de que, em sendo a solução de 
consulta  instrumento  de  garantia  do  contribuinte  para 
esclarecimentos  quanto  a  aplicação  da  legislação,  a 
possibilidade  de  consultas  do mesmo  contribuinte  tratando 
da mesma matéria serem protocoladas em unidades diversas 
da  RFB,  poderia  mitigar  a  força  normativa  das  consultas. 
Por essa razão, a decisão anterior não produziria efeito, nos 
termos do art. 54, IV do Decreto nº 70.235/72. 

Contudo,  a  questão  que  se  põe  e  da  qual  se  diverge  do 
ilustre  relator,  é  precisamente  sobre  a  possibilidade  de  a 
decisão  proferida  no  âmbito  do  contencioso  administrativo 
fiscal, se sobrepor a decisão em solução de consulta, para o 
mesmo contribuinte. 

Ora,  embora  pelo  processo  de  consulta  possa  se  entender 
que  o  contribuinte  recorra  à  Administração  para  buscar  a 
correta exegese de determinada norma jurídica, verifica­se o 
que  se  busca,  invariavelmente,  é  uma medida protetiva,  de 
cunho  preventivo,  para  a  estruturação  tributária  de  suas 
operações. 

O  fato  é  que  no  âmbito  do  processo  de  consulta,  o 
contribuinte  não  comparece  na  condição  de  mero 
consulente,  até  mesmo  porque,  já  traz  em  seu  pedido  o 
posicionamento  que  entende  cabível,  com  a  respectiva 
fundamentação  legal,  o  que  aliás,  é  condição  para  o 
processamento de sua consulta, de acordo com a legislação 
em vigor, sob pena de sua ineficácia. 

Embora o procedimento de consulta não se equipare lógica 
e  juridicamente  ao  processo  administrativo  fiscal,  o  fato  é 
que  este  também  possui  conteúdo  persuasivo,  buscando­se 
convencimento  da  Administração,  acerca  de  determinada 
interpretação. E se assim for o caso, a solução em consulta 
confere­lhe medida protetiva,  um verdadeiro  escudo contra 
eventuais  futuros  entendimentos  administrativos  contrários. 
Por  essa  razão,  apenas  a  solução  de  consulta  favorável  ao 
contribuinte tem repercussões no contencioso administrativo 
fiscal, no sentido de coibir o lançamento. 

Observe­se que, nessa  toada, dispõe o art. 100 do Decreto 
n. 7574/2011: 

(...). 

Fl. 370DF  CARF  MF



Processo nº 11080.934301/2009­59 
Acórdão n.º 3402­005.189 

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Acresça­se,  por  fim,  que  as  decisões  proferidas  em 
procedimentos  de  consulta  e  no  processo  administrativo 
fiscal são lógica e juridicamente distintas, de sorte que não 
se verifica quaisquer relações de hierarquia entre elas. 

Superadas  a  questão,  parte­se  para  o  conhecimento  do 
mérito da lide. 

A  atividade  de  instalação  de  elevadores  deve  ser 
caracterizada  como  serviço,  e  não  como  atividade  de 
industrialização,  frisando­se  que,  na  hipótese  dos  autos,  a 
Recorrente aparta a atividade de fabricação dos elevadores, 
da de sua instalação. 

Além  de  todas  os  fundamentos  jurídicos  trazidos  pela 
Recorrente,  como o  fato  de  que  a  instalação  de  elevadores 
sob  encomenda  ser  complemento  da  obra  de  construção 
civil,  esta,  indubitavelmente  subsumida  ao  conceito  de 
serviço, por se agregarem ao solo, dentre outras, tem­se que, 
para  efeitos  da  legislação  federal,  que  passou  a  tributar  os 
serviços  pelas  contribuições  sociais,  bem  como  instituir  o 
instrumental necessário para o controle do comércio exterior 
de  serviços,  com  a  edição  da  Nomenclatura  Brasileira  de 
Serviços, Decreto n. 7708/2011, não há mais dúvidas quanto 
ao enquadramento. 

Destarte,  de acordo com o art.  2o do decreto, a NBS será 
adotada  como  nomenclatura  única  na  classificação  das 
transações com serviços, intangíveis e outras operações que 
produzam  variações  no  patrimônio  das  pessoas  físicas, 
pessoas jurídicas e entes despersonalizados. 

Os  serviços  de  instalação  de  elevadores  estão  assim 
dispostos: 

SEÇÃO I ­ SERVIÇOS DE CONSTRUÇÃO 

Capítulo 1 ­ Serviços de construção 

1.0131 ­ Outros serviços de instalação 

1.0131.10.00  ­  Serviços  de  instalação  de  elevadores, 
esteiras  e escadas  rolantes O direito positivo brasileiro não 
traz  um  conceito  conotativo  de  "serviço'  nem mesmo  para 
efeitos  de  incidência  do  ISSQN,  operando  sempre  com 
definições denotativas, ou seja, com listas que arrolam o que 
são  considerados  os  "serviços"  para  efeitos  de  tributação. 
Portanto, não se questiona a validade, vigência e eficácia da 
Nomenclatura Brasileira de Serviços, para esse fim. 

Não se olvide, finalmente, que os decretos são de aplicação 
obrigatória  para  o  Conselho  Administrativo  de  Recursos 
Fiscais, de maneira que considerada a atividade em questão 
como  serviço,  deve  ser  a  aplicação  do  regime  cumulativo 
das contribuições sociais. 

Fl. 371DF  CARF  MF



Processo nº 11080.934301/2009­59 
Acórdão n.º 3402­005.189 

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Por essas razões, entendo que há de ser dado provimento ao 
recurso  voluntário.Com  efeito,  não  vislumbro  a 
possibilidade  de  uma  Solução  de  Consulta  expedida  pela 
Receita  Federal  do  Brasil  vincular,  ad  eternum,  uma 
exigência tributária que se mostre claramente ilegítima. 

Não se trata aqui de discutir se o contribuinte poderia ou 
não ter formulado uma segunda Consulta Fiscal, ou mesmo 
qual  das  respostas  deveria  prevalecer.  Trata­se  aqui  de 
reconhecer  a  legalidade  ou  ilegalidade  de  uma  exigência 
tributária,  ou,  melhor  dizendo,  de  definição  acerca  do 
alcance de uma norma tributária. 

Mesmo  se  admitisse  que,  de  acordo  com  as  normas 
procedimentais, a segunda Solução de Consulta deveria ser 
tida  por  inexistente,  tal  constatação,  por  óbvio,  não 
chancela  a  legitimidade  da  primeira  Solução  de Consulta. 
Afinal,  este  não  é  o  meio  adequado  para  se  definir  fato 
gerador de obrigação tributária. 

E, nesse  sentido,  trago o  seguinte precedente do Superior 
Tribunal de Justiça que reconhece o serviço de instalação e 
montagem  de  elevadores  como  obra  de  engenharia,  e  não 
como  industrialização  (portanto,  atraindo  a  incidência  do 
regime cumulativo do PIS e da COFINS à época dos  fatos 
geradores): 

TRIBUTÁRIO.  RECURSO  ESPECIAL. 
FORNECIMENTO  DE  ELEVADORES.  IPI.  NÃO 
INCIDÊNCIA. 

1. A atividade de fornecimento de elevadores, que envolve 
a  produção  sob  encomenda  e  a  instalação  no  edifício, 
encerra,  precipuamente,  uma  obra  de  engenharia  que 
complementa  o  serviço  de  construção  civil,  não  se 
enquadrando no conceito de montagem industrial, para fins 
de incidência do IPI. 

2. Recurso especial provido. 

(REsp  1231669/RS,  Rel.  Ministro  BENEDITO 
GONÇALVES,  PRIMEIRA  TURMA,  julgado  em 
07/11/2013, DJe 16/05/2014)  

Diante  do  exposto,  voto  por  CONHECER  e  DAR 
PROVIMENTO  ao  Recurso  Voluntário  do  Contribuinte, 
exonerando o crédito tributário lançado. 

7.  Referida  decisão  apresenta  um  caráter  vinculante, 
devendo  ser  seguida  por  esta  Turma  julgadora. Neste  aspecto, 
todavia, não concordou o colegiado, que entende que, em tese, 
o  colegiado  poderia  julgar  de  forma  diferente  daquele 
precedente paradigmático, haja vista que se está diante de outro 
lote de processos (ainda que referentes aos mesmíssimos fatos e 
com as mesmíssimas partes litigantes). Deixo tais considerações 
aqui registradas em razão do disposto no esquizofrênico art. 63, 

Fl. 372DF  CARF  MF



Processo nº 11080.934301/2009­59 
Acórdão n.º 3402­005.189 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

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§8º  do  RICARF1,  que  determina  que  as  conclusões  adotadas 
pelo  colegiado  seja  externada  por  aquele  Conselheiro  que 
divergiu (e continua divergindo) e que foi vencido em relação à 
tais conclusões. 

8.  Tais  considerações  do  colegiado,  entretanto,  não 
trazem qualquer repercussão no caso prático, até porque, no que 
tange ao mérito, a Turma julgadora aderiu integralmente com as 
precisas considerações  elaboradas pela então Conselheira Ana 
Clarissa  Masuko  dos  Santos  Araújo  e  replicadas  pela 
Conselheira  Tatiana  Josefovicz  Belisário  (transcritas  alhures), 
motivo  pelo  qual  emprego  tais  fundamentos  para  fins  de 
motivação do presente voto, o que faço com amparo no art. 50, § 
1o da lei n. 9.784/992. 

Dispositivo 

9. Diante do exposto, voto por dar provimento ao recurso 
voluntário interposto pelo contribuinte. 

10. É como voto." 

Importa  registrar  que  nos  autos  ora  em  apreço,  a  situação  fática  e  jurídica 
encontra correspondência com a verificada no paradigma, de  tal  sorte que o entendimento  lá 
esposado pode ser perfeitamente aqui aplicado. 

                                                           
1 "Art. 63. As decisões dos colegiados, em forma de acórdão ou resolução, serão assinadas pelo presidente, pelo 
relator, pelo redator designado ou por conselheiro que fizer declaração de voto, devendo constar, ainda, o nome 
dos conselheiros presentes e dos ausentes, especificando­se, se houver, os conselheiros vencidos e a matéria em 
que o foram, e os impedidos.  
(...). 
§  8º  Na  hipótese  em  que  a  decisão  por  maioria  dos  conselheiros  ou  por  voto  de  qualidade  acolher  apenas  a 
conclusão do relator, caberá ao relator reproduzir, no voto e na ementa do acórdão, os fundamentos adotados pela 
maioria dos conselheiros." 
2 "Art. 50. Os atos administrativos deverão ser motivados, com indicação dos fatos e dos fundamentos jurídicos, 
quando: 
(...). 
§ 1o A motivação deve ser explícita, clara e congruente, podendo consistir em declaração de concordância com 
fundamentos de anteriores pareceres,  informações, decisões ou propostas, que, neste caso, serão parte  integrante 
do ato. 
(...)." 

Fl. 373DF  CARF  MF



Processo nº 11080.934301/2009­59 
Acórdão n.º 3402­005.189 

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Fl. 0 

 
 

 
 

10

Aplicando­se  a  decisão  do  paradigma  ao  presente  processo,  em  razão  da 
sistemática  prevista  nos  §§  1º  e  2º  do  art.  47  do  anexo  II  do  RICARF,  o  colegiado  deu 
provimento ao recurso voluntário. 

(assinado digitalmente) 
Waldir Navarro Bezerra 

. 

           

 

           

 

 

Fl. 374DF  CARF  MF


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    <str name="anomes_sessao_s">201804</str>
    <str name="camara_s">Quarta Câmara</str>
    <str name="ementa_s">Assunto: Classificação de Mercadorias
Ano-calendário: 2005
Ementa:
SOLUÇÃO DE CONSULTA DESFAVORÁVEL AO CONTRIBUINTE. ALTERAÇÃO POR DECISÃO PROFERIDA NO ÂMBITO DO PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL. VALIDADE.
Não há óbice legal para que seja alterado entendimento veiculado em solução de consulta, desfavorável ao contribuinte, por decisão emanada no âmbito do contencioso administrativo fiscal.
SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO DE ELEVADORES.
A instalação de elevadores amolda-se ao conceito de "serviço", do que decorre que se submete ao regime cumulativo das contribuições ao PIS e à COFINS. Inteligência do Decreto n.7708/2011, que instituiu a Nomenclatura Brasileira de Serviços.
Recurso voluntário provido. Direito creditório reconhecido.

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    <str name="turma_s">Segunda Turma Ordinária da Quarta Câmara da Terceira Seção</str>
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      <str>Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em dar provimento ao Recurso Voluntário. Os Conselheiros Maria Aparecida Martins de Paula, Pedro Sousa Bispo, Thais De Laurentiis Galkowicz, Carlos Augusto Daniel Neto e Waldir Navarro Bezerra acompanharam o Relator do acórdão paradigma pelas conclusões (art. 63, § 8º do RICARF).
(assinado digitalmente)
Waldir Navarro Bezerra - Presidente e Relator
Participaram da sessão de julgamento os Conselheiros Waldir Navarro Bezerra, Maria Aparecida Martins de Paula, Diego Diniz Ribeiro, Pedro Sousa Bispo, Thais De Laurentiis Galkowicz, Vinícius Guimarães (Suplente convocado), Maysa de Sá Pittondo Deligne e Carlos Augusto Daniel Neto. Ausente justificadamente o Conselheiro Jorge Olmiro Lock Freire, que foi substituído pelo Conselheiro Suplente convocado.

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S3­C4T2 

Fl. 2 

 
 

 
 

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S3­C4T2  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  11080.928897/2009­58 

Recurso nº  1   Voluntário 

Acórdão nº  3402­005.176  –  4ª Câmara / 2ª Turma Ordinária  

Sessão de  18 de abril de 2018 

Matéria  PIS/Cofins 

Recorrente  THYSSENKRUPP ELEVADORES SA 

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

ASSUNTO: CLASSIFICAÇÃO DE MERCADORIAS 

Ano­calendário: 2005 

Ementa: 

SOLUÇÃO  DE  CONSULTA  DESFAVORÁVEL  AO  CONTRIBUINTE. 
ALTERAÇÃO  POR  DECISÃO  PROFERIDA  NO  ÂMBITO  DO 
PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL. VALIDADE. 

Não há óbice legal para que seja alterado entendimento veiculado em solução 
de consulta, desfavorável ao contribuinte, por decisão emanada no âmbito do 
contencioso administrativo fiscal. 

SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO DE ELEVADORES. 

A  instalação  de  elevadores  amolda­se  ao  conceito  de  "serviço",  do  que 
decorre que se  submete ao  regime cumulativo das contribuições ao PIS e  à 
COFINS. Inteligência do Decreto n.7708/2011, que instituiu a Nomenclatura 
Brasileira de Serviços. 

Recurso voluntário provido. Direito creditório reconhecido. 

 
 

Acordam  os  membros  do  colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em  dar 
provimento ao Recurso Voluntário. Os Conselheiros Maria Aparecida Martins de Paula, Pedro 
Sousa Bispo, Thais De Laurentiis Galkowicz, Carlos Augusto Daniel Neto e Waldir Navarro 
Bezerra  acompanharam  o  Relator  do  acórdão  paradigma  pelas  conclusões  (art.  63,  §  8º  do 
RICARF). 

(assinado digitalmente) 

Waldir Navarro Bezerra ­ Presidente e Relator 

Participaram  da  sessão  de  julgamento  os  Conselheiros  Waldir  Navarro 
Bezerra, Maria Aparecida Martins de Paula, Diego Diniz Ribeiro, Pedro Sousa Bispo, Thais De 

  

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Processo nº 11080.928897/2009­58 
Acórdão n.º 3402­005.176 

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Laurentiis  Galkowicz,  Vinícius  Guimarães  (Suplente  convocado),  Maysa  de  Sá  Pittondo 
Deligne e Carlos Augusto Daniel Neto. Ausente justificadamente o Conselheiro Jorge Olmiro 
Lock Freire, que foi substituído pelo Conselheiro Suplente convocado. 

Relatório 

Trata  o  presente  processo  de  DCOMP  transmitida  com  objetivo  de 
compensar os débitos nela apontados com créditos provenientes de pagamento  indevido ou a 
maior. 

A  matéria  foi  objeto  de  decisão  proferida  por  intermédio  do  Despacho 
Decisório,  no  qual  a  Delegacia  de  origem,  com  base  em  informação  fiscal  resultante  de 
diligência  do  Serviço  de  Fiscalização  para  apuração  do  direito  creditório  informado  na 
DCOMP,  onde  ficou  constatada  a  improcedência  do  mesmo,  revisou  de  ofício  o 
reconhecimento do direito creditório automático para não reconhecimento do direito creditório 
por  inexistência do crédito e  também de ofício  revisou a homologação  total da compensação 
efetuada através da mencionada declaração para compensação não homologada. 

A  autoridade  fiscal  que  proferiu  a  referida  informação  tomou  por  base  a 
Solução  de  Consulta  446  ­  SRRF/8ª  RF/Disit,  de  18/08/2007,  uma  vez  que  a  Solução  de 
Consulta  104  ­  SRRF/10ª  RF/Disit,  de  18/08/2008,  foi  anulada  pelo  Parecer  52  ­ 
SRRF10/Disit, de 13/09/2011, sob o seguinte argumento: 

É vedada a coexistência de duas soluções de consulta vigentes e 
eficazes  sobre  o  mesmo  fato,  relativas  a  um  mesmo  sujeito 
passivo(...). 

Por sua vez, a Solução de Consulta vigente tem a seguinte ementa para o PIS: 

ELEVADORES.  NÃO­CUMULATIVIDADE.  A  instalação  de 
elevador  por  seu  produtor  não  caracteriza  obra  de  construção 
civil, descabendo a aplicação do art. 10, XX, da Lei nº 10.833, 
de 2003. Caracteriza­se como operação de industrialização, na 
modalidade  montagem,  a  reunião  de  partes,  peças  e 
componentes  da  qual  resulte  elevador,  inclusive  quando 
realizada fora do estabelecimento do executor, no próprio prédio 
onde  esse  equipamento  será  utilizado.  Sofre  incidência  da 
contribuição  para  o  PIS/Pasep  em  regime  de  apuração  não­
cumulativo  o  total  das  receitas  decorrentes  do  fornecimento  de 
elevador por seu produtor, o qual se conclui ao final do processo 
de montagem. 

Para a Cofins foi proferida ementa com igual teor. 

(...). 

Uma  vez  intimado  o  contribuinte  apresentou  a  manifestação  de 
inconformidade, a qual foi julgada improcedente pelo acórdão 09­054.875, que entendeu que a 
compensação  pressupõe  a  existência  de  direito  creditório  líquido  e  certo,  não  verificado  no 
caso em comento, afastou a preliminar de nulidade do Despacho Decisório e concluiu que "a 

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Processo nº 11080.928897/2009­58 
Acórdão n.º 3402­005.176 

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decisão  judicial  transitada  em  julgado  é,  na  verdade,  a  lei  aplicada  ao  caso  concreto  e, 
tratando­se de exclusão do crédito tributário, deve ser interpretada literalmente". 

Diante  deste  quadro,  o  contribuinte  apresentou  o  recurso  voluntário 
tempestivo,  oportunidade  em  que  repisou  os  fundamentos  desenvolvidos  em  sede  de 
impugnação. 

É o relatório. 

Voto            

Conselheiro Waldir Navarro Bezerra 

O  julgamento  deste  processo  segue  a  sistemática  dos  recursos  repetitivos, 
regulamentada pelo art. 47, §§ 1º e 2º, do Anexo  II do RICARF, aprovado pela Portaria MF 
343,  de  09  de  junho  de  2015.  Portanto,  ao  presente  litígio  aplica­se  o  decidido  no Acórdão 
3402­005.145,  de  18  de  abril  de  2018,  proferido  no  julgamento  do  processo 
11080.729500/2013­23, paradigma ao qual o presente processo foi vinculado. 

Transcreve­se,  como  solução  deste  litígio,  nos  termos  regimentais,  o 
entendimento que prevaleceu naquela decisão (Acórdão 3402­005.145): 

"5.  O  recurso  voluntário  é  tempestivo  e  preenche  os 
demais  pressupostos  formais  de  admissibilidade,  motivo  pelo 
qual dele tomo conhecimento. 

I.  A  discussão  travada  nos  autos  e  o  precedente 
vinculante deste CARF favorável ao contribuinte 

6. A questão aqui travada não é nova, uma vez que já foi 
decidida  por  este  CARF  para  o  mesmíssimo  contribuinte  de 
forma  paradigmática,  i.e.,  nos  termos  do  art.  47,  §  2º  do 
RICARF.  Referida  decisão  foi  veiculada  por  intermédio  do 
acórdão n. 3201­002.448 e encontra­se assim prescrita: 

(...). 

A princípio, tem­se que o cerne da questão é definir qual a 
natureza da atividade exercida pela Recorrente (instalação 
de elevadores): se construção civil ou se industrialização. 

Tal definição determinará se a Recorrente deveria, à época 
dos  fatos  geradores,  apurar  o  recolhimento  do  PIS  e  da 
COFINS pelo regime não cumulativo ou pelo cumulativo. 

Há peculiar situação no feito, consistente no fato de que a 
Recorrente teria apresentado duas Consultas Fiscais acerca 
do  tratamento  tributário mais adequado, obtendo Soluções 
conflitantes. 

Na primeira delas, Solução de Consulta nº 446/2007, da 8ª 
Região  Fiscal,  concluiu­se  que  se  tratava  de 
industrialização  e  que,  portanto,  as  receitas  estariam 

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Processo nº 11080.928897/2009­58 
Acórdão n.º 3402­005.176 

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sujeitas  ao  regime  não  cumulativo  das  citadas 
contribuições. 

A  segunda,  Solução  de  Consulta  nº  104/2008,  da  10ª 
Região  Fiscal,  afirmou  que  as  receitas  estariam  sob  o 
regime cumulativo. 

No  caso,  o  crédito  postulado  pela  Recorrente  origina  da 
aplicação do segundo entendimento. Os créditos postulados, 
portando,  decorrem  da  reapuração  do  PIS  e  da  COFINS 
outrora  calculados  pelo  regime  não  cumulativo  e 
reajustados para o cumulativo. 

Idêntica questão  já  foi examinada por esta mesma Turma 
na  sessão  de  24  de  fevereiro  de  2016,  em  decisão  por 
maioria  proferida  nos  autos  do  Processo  nº 
11080.726628/201335,  da  mesma  THYSSENKRUPP 
ELEVADORES  S/A,  no  qual  a  Conselheira  Doutora  Ana 
Clarissa Masuko dos Santos Araújo foi designada Relatora 
para o Voto Vencedor. 

O  referido  Acórdão  nº  3201002.070  recebeu  a  seguinte 
ementa: 

ASSUNTO:  CONTRIBUIÇÃO  PARA  O 
FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL COFINS 

Período de apuração: 01/06/2008 a 31/12/2009 

SOLUÇÃO  DE  CONSULTA  DESFAVORÁVEL  AO 
CONTRIBUINTE.  ALTERAÇÃO  POR  DECISÃO 
PROFERIDA  NO  ÂMBITO  DO  PROCESSO 
ADMINISTRATIVO FISCAL. VALIDADE. Não há óbice 
legal  para  que  seja  alterado  entendimento  veiculado  em 
solução  de  consulta,  desfavorável  ao  contribuinte,  por 
decisão  emanada  no  âmbito  do  contencioso  administrativo 
fiscal. 

SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO DE ELEVADORES. 

A  instalação  de  elevadores  subsume­se  ao  conceito  de 
"serviço",  do  que  decorre  que  se  submete  ao  regime 
cumulativo  das  contribuições  ao  PIS  e  à  COFINS. 
Inteligência  do  Decreto  n.7708/2011,  que  instituiu  a 
Nomenclatura Brasileira de Serviços. 

JUROS  DE  MORA  SOBRE  MULTA  DE  OFÍCIO  No 
lançamento de ofício, o valor originário do crédito tributário 
compreende o valor do tributo e da multa por lançamento de 
ofício. Sobre a multa por lançamento de oficio não paga no 
vencimento incidem juros de mora. 

ASSUNTO: CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP 

Período de apuração: 01/06/2008 a 31/12/2009 

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Processo nº 11080.928897/2009­58 
Acórdão n.º 3402­005.176 

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SOLUÇÃO  DE  CONSULTA  DESFAVORÁVEL  AO 
CONTRIBUINTE.  ALTERAÇÃO  POR  DECISÃO 
PROFERIDA  NO  ÂMBITO  DO  PROCESSO 
ADMINISTRATIVO FISCAL. 

VALIDADE.  Não  há  óbice  legal  para  que  seja  alterado 
entendimento  veiculado  em  solução  de  consulta, 
desfavorável  ao  contribuinte,  por  decisão  emanada  no 
âmbito do contencioso administrativo fiscal. 

SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO DE ELEVADORES. 

A  instalação  de  elevadores  subsume­se  ao  conceito  de 
"serviço",  do  que  decorre  que  se  submete  ao  regime 
cumulativo  das  contribuições  ao  PIS  e  à  COFINS. 
Inteligência  do  Decreto  n.7708/2011,  que  instituiu  a 
Nomenclatura Brasileira de Serviços. 

JUROS  DE  MORA  SOBRE  MULTA  DE  OFÍCIO  No 
lançamento de ofício, o valor originário do crédito tributário 
compreende o valor do tributo e da multa por lançamento de 
ofício. Sobre a multa por lançamento de oficio não paga no 
vencimento incidem juros de mora. 

Recurso Voluntário Provido e Recurso de Ofício Negado 

Vistos,relatados  e  discutidos  os  presentes  autos. Acordam 
os  membros  do  colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em 
negar  provimento  ao  recurso  de  ofício  e  por  maioria  de 
votos, em dar provimento ao recurso voluntário. Vencido o 
Conselheiro  Winderley  Morais  Pereira,  relator.  Designada 
para  redigir  o  voto  vencedor  a  Conselheira  Ana  Clarissa 
Masuko dos Santos Araújo. 

Como consta em ata, o voto da i. Conselheira Doutora Ana 
Clarissa  Masuko  dos  Santos  Araújo  foi  por  mim 
acompanhado  integralmente.  Por  essa  razão,  peço  vênia 
para transcrevê­lo como fundamento do presente julgado: 

Como se depreende do voto do eminente  relator, o mérito 
da presente demanda não foi conhecido, por se entender que 
havia  solução  de  consulta,  proferida  para  a  situação 
específica dos autos e proposta pela própria Recorrente. 

Com  efeito,  no  mérito  a  Recorrente  alega  que  o  regime 
jurídico  de  apuração  das  contribuições  sociais,  tome  a  sua 
atividades  de  instalação  de  elevadores  como  prestação  de 
serviços de construção civil, o que determinaria a aplicação 
do regime cumulativo. 

A  Recorrente  obteve  a  solução  de  consulta 
SRRF/8ªRF/DISIT nº 446, de 18/09/2007, que ao analisar as 
atividades  realizadas  pela  Recorrente  de  instalação  de 
elevadores,  decidiu  não  ser  atividade  de  construção  civil  e 
portanto,  estariam sujeita  a  apuração do PIS e da COFINS 
no regime não cumulativo. 

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Processo nº 11080.928897/2009­58 
Acórdão n.º 3402­005.176 

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Não  obstante,  a  Recorrente  protocolou  nova  consulta,  na 
Superintendência da Receita Federal do Brasil na 10ª Região 
Fiscal (Solução de Consulta SRRF/10ªRF/DISIT nº 104, de 
18  de  agosto  de  2008),  que  considerou  a  atividade  da 
Recorrente como prestação de serviços de construção civil e 
portanto, enquadrada nas disposições do art. 10, XX, da Lei 
nº  10.833/2003,  determinando  a  apuração  do  PIS  e  da 
COFINS no regime cumulativo.(fls. 391 a 397). 

O  entendimento  do  eminente  Conselheiro  Winderley 
Morais Pereira foi no sentido de que, em sendo a solução de 
consulta  instrumento  de  garantia  do  contribuinte  para 
esclarecimentos  quanto  a  aplicação  da  legislação,  a 
possibilidade  de  consultas  do mesmo  contribuinte  tratando 
da mesma matéria serem protocoladas em unidades diversas 
da  RFB,  poderia  mitigar  a  força  normativa  das  consultas. 
Por essa razão, a decisão anterior não produziria efeito, nos 
termos do art. 54, IV do Decreto nº 70.235/72. 

Contudo,  a  questão  que  se  põe  e  da  qual  se  diverge  do 
ilustre  relator,  é  precisamente  sobre  a  possibilidade  de  a 
decisão  proferida  no  âmbito  do  contencioso  administrativo 
fiscal, se sobrepor a decisão em solução de consulta, para o 
mesmo contribuinte. 

Ora,  embora  pelo  processo  de  consulta  possa  se  entender 
que  o  contribuinte  recorra  à  Administração  para  buscar  a 
correta exegese de determinada norma jurídica, verifica­se o 
que  se  busca,  invariavelmente,  é  uma medida protetiva,  de 
cunho  preventivo,  para  a  estruturação  tributária  de  suas 
operações. 

O  fato  é  que  no  âmbito  do  processo  de  consulta,  o 
contribuinte  não  comparece  na  condição  de  mero 
consulente,  até  mesmo  porque,  já  traz  em  seu  pedido  o 
posicionamento  que  entende  cabível,  com  a  respectiva 
fundamentação  legal,  o  que  aliás,  é  condição  para  o 
processamento de sua consulta, de acordo com a legislação 
em vigor, sob pena de sua ineficácia. 

Embora o procedimento de consulta não se equipare lógica 
e  juridicamente  ao  processo  administrativo  fiscal,  o  fato  é 
que  este  também  possui  conteúdo  persuasivo,  buscando­se 
convencimento  da  Administração,  acerca  de  determinada 
interpretação. E se assim for o caso, a solução em consulta 
confere­lhe medida protetiva,  um verdadeiro  escudo contra 
eventuais  futuros  entendimentos  administrativos  contrários. 
Por  essa  razão,  apenas  a  solução  de  consulta  favorável  ao 
contribuinte tem repercussões no contencioso administrativo 
fiscal, no sentido de coibir o lançamento. 

Observe­se que, nessa  toada, dispõe o art. 100 do Decreto 
n. 7574/2011: 

(...). 

Fl. 374DF  CARF  MF



Processo nº 11080.928897/2009­58 
Acórdão n.º 3402­005.176 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

7

Acresça­se,  por  fim,  que  as  decisões  proferidas  em 
procedimentos  de  consulta  e  no  processo  administrativo 
fiscal são lógica e juridicamente distintas, de sorte que não 
se verifica quaisquer relações de hierarquia entre elas. 

Superadas  a  questão,  parte­se  para  o  conhecimento  do 
mérito da lide. 

A  atividade  de  instalação  de  elevadores  deve  ser 
caracterizada  como  serviço,  e  não  como  atividade  de 
industrialização,  frisando­se  que,  na  hipótese  dos  autos,  a 
Recorrente aparta a atividade de fabricação dos elevadores, 
da de sua instalação. 

Além  de  todas  os  fundamentos  jurídicos  trazidos  pela 
Recorrente,  como o  fato  de  que  a  instalação  de  elevadores 
sob  encomenda  ser  complemento  da  obra  de  construção 
civil,  esta,  indubitavelmente  subsumida  ao  conceito  de 
serviço, por se agregarem ao solo, dentre outras, tem­se que, 
para  efeitos  da  legislação  federal,  que  passou  a  tributar  os 
serviços  pelas  contribuições  sociais,  bem  como  instituir  o 
instrumental necessário para o controle do comércio exterior 
de  serviços,  com  a  edição  da  Nomenclatura  Brasileira  de 
Serviços, Decreto n. 7708/2011, não há mais dúvidas quanto 
ao enquadramento. 

Destarte,  de acordo com o art.  2o do decreto, a NBS será 
adotada  como  nomenclatura  única  na  classificação  das 
transações com serviços, intangíveis e outras operações que 
produzam  variações  no  patrimônio  das  pessoas  físicas, 
pessoas jurídicas e entes despersonalizados. 

Os  serviços  de  instalação  de  elevadores  estão  assim 
dispostos: 

SEÇÃO I ­ SERVIÇOS DE CONSTRUÇÃO 

Capítulo 1 ­ Serviços de construção 

1.0131 ­ Outros serviços de instalação 

1.0131.10.00  ­  Serviços  de  instalação  de  elevadores, 
esteiras  e escadas  rolantes O direito positivo brasileiro não 
traz  um  conceito  conotativo  de  "serviço'  nem mesmo  para 
efeitos  de  incidência  do  ISSQN,  operando  sempre  com 
definições denotativas, ou seja, com listas que arrolam o que 
são  considerados  os  "serviços"  para  efeitos  de  tributação. 
Portanto, não se questiona a validade, vigência e eficácia da 
Nomenclatura Brasileira de Serviços, para esse fim. 

Não se olvide, finalmente, que os decretos são de aplicação 
obrigatória  para  o  Conselho  Administrativo  de  Recursos 
Fiscais, de maneira que considerada a atividade em questão 
como  serviço,  deve  ser  a  aplicação  do  regime  cumulativo 
das contribuições sociais. 

Fl. 375DF  CARF  MF



Processo nº 11080.928897/2009­58 
Acórdão n.º 3402­005.176 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

8

Por essas razões, entendo que há de ser dado provimento ao 
recurso  voluntário.Com  efeito,  não  vislumbro  a 
possibilidade  de  uma  Solução  de  Consulta  expedida  pela 
Receita  Federal  do  Brasil  vincular,  ad  eternum,  uma 
exigência tributária que se mostre claramente ilegítima. 

Não se trata aqui de discutir se o contribuinte poderia ou 
não ter formulado uma segunda Consulta Fiscal, ou mesmo 
qual  das  respostas  deveria  prevalecer.  Trata­se  aqui  de 
reconhecer  a  legalidade  ou  ilegalidade  de  uma  exigência 
tributária,  ou,  melhor  dizendo,  de  definição  acerca  do 
alcance de uma norma tributária. 

Mesmo  se  admitisse  que,  de  acordo  com  as  normas 
procedimentais, a segunda Solução de Consulta deveria ser 
tida  por  inexistente,  tal  constatação,  por  óbvio,  não 
chancela  a  legitimidade  da  primeira  Solução  de Consulta. 
Afinal,  este  não  é  o  meio  adequado  para  se  definir  fato 
gerador de obrigação tributária. 

E, nesse  sentido,  trago o  seguinte precedente do Superior 
Tribunal de Justiça que reconhece o serviço de instalação e 
montagem  de  elevadores  como  obra  de  engenharia,  e  não 
como  industrialização  (portanto,  atraindo  a  incidência  do 
regime cumulativo do PIS e da COFINS à época dos  fatos 
geradores): 

TRIBUTÁRIO.  RECURSO  ESPECIAL. 
FORNECIMENTO  DE  ELEVADORES.  IPI.  NÃO 
INCIDÊNCIA. 

1. A atividade de fornecimento de elevadores, que envolve 
a  produção  sob  encomenda  e  a  instalação  no  edifício, 
encerra,  precipuamente,  uma  obra  de  engenharia  que 
complementa  o  serviço  de  construção  civil,  não  se 
enquadrando no conceito de montagem industrial, para fins 
de incidência do IPI. 

2. Recurso especial provido. 

(REsp  1231669/RS,  Rel.  Ministro  BENEDITO 
GONÇALVES,  PRIMEIRA  TURMA,  julgado  em 
07/11/2013, DJe 16/05/2014)  

Diante  do  exposto,  voto  por  CONHECER  e  DAR 
PROVIMENTO  ao  Recurso  Voluntário  do  Contribuinte, 
exonerando o crédito tributário lançado. 

7.  Referida  decisão  apresenta  um  caráter  vinculante, 
devendo  ser  seguida  por  esta  Turma  julgadora. Neste  aspecto, 
todavia, não concordou o colegiado, que entende que, em tese, 
o  colegiado  poderia  julgar  de  forma  diferente  daquele 
precedente paradigmático, haja vista que se está diante de outro 
lote de processos (ainda que referentes aos mesmíssimos fatos e 
com as mesmíssimas partes litigantes). Deixo tais considerações 
aqui registradas em razão do disposto no esquizofrênico art. 63, 

Fl. 376DF  CARF  MF



Processo nº 11080.928897/2009­58 
Acórdão n.º 3402­005.176 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

9

§8º  do  RICARF1,  que  determina  que  as  conclusões  adotadas 
pelo  colegiado  seja  externada  por  aquele  Conselheiro  que 
divergiu (e continua divergindo) e que foi vencido em relação à 
tais conclusões. 

8.  Tais  considerações  do  colegiado,  entretanto,  não 
trazem qualquer repercussão no caso prático, até porque, no que 
tange ao mérito, a Turma julgadora aderiu integralmente com as 
precisas considerações  elaboradas pela então Conselheira Ana 
Clarissa  Masuko  dos  Santos  Araújo  e  replicadas  pela 
Conselheira  Tatiana  Josefovicz  Belisário  (transcritas  alhures), 
motivo  pelo  qual  emprego  tais  fundamentos  para  fins  de 
motivação do presente voto, o que faço com amparo no art. 50, § 
1o da lei n. 9.784/992. 

Dispositivo 

9. Diante do exposto, voto por dar provimento ao recurso 
voluntário interposto pelo contribuinte. 

10. É como voto." 

Importa  registrar  que  nos  autos  ora  em  apreço,  a  situação  fática  e  jurídica 
encontra correspondência com a verificada no paradigma, de  tal  sorte que o entendimento  lá 
esposado pode ser perfeitamente aqui aplicado. 

                                                           
1 "Art. 63. As decisões dos colegiados, em forma de acórdão ou resolução, serão assinadas pelo presidente, pelo 
relator, pelo redator designado ou por conselheiro que fizer declaração de voto, devendo constar, ainda, o nome 
dos conselheiros presentes e dos ausentes, especificando­se, se houver, os conselheiros vencidos e a matéria em 
que o foram, e os impedidos.  
(...). 
§  8º  Na  hipótese  em  que  a  decisão  por  maioria  dos  conselheiros  ou  por  voto  de  qualidade  acolher  apenas  a 
conclusão do relator, caberá ao relator reproduzir, no voto e na ementa do acórdão, os fundamentos adotados pela 
maioria dos conselheiros." 
2 "Art. 50. Os atos administrativos deverão ser motivados, com indicação dos fatos e dos fundamentos jurídicos, 
quando: 
(...). 
§ 1o A motivação deve ser explícita, clara e congruente, podendo consistir em declaração de concordância com 
fundamentos de anteriores pareceres,  informações, decisões ou propostas, que, neste caso, serão parte  integrante 
do ato. 
(...)." 

Fl. 377DF  CARF  MF



Processo nº 11080.928897/2009­58 
Acórdão n.º 3402­005.176 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

10

Aplicando­se  a  decisão  do  paradigma  ao  presente  processo,  em  razão  da 
sistemática  prevista  nos  §§  1º  e  2º  do  art.  47  do  anexo  II  do  RICARF,  o  colegiado  deu 
provimento ao recurso voluntário. 

(assinado digitalmente) 
Waldir Navarro Bezerra 

. 

           

 

           

 

 

Fl. 378DF  CARF  MF


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Período de apuração: 01/10/2000 a 31/10/2000
PIS/COFINS. RECEITAS ESTRANHAS AO CONCEITO DE FATURAMENTO.
Não compõem a base de cálculo das contribuições sociais as receitas decorrentes de atividades estranhas ao objeto social da empresa, devendo ser excluídas na apuração.

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Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em dar provimento parcial ao Recurso, para reconhecer o direito creditório no montante reconhecido na Diligência Fiscal realizada nos autos.
(assinado digitalmente)
Waldir Navarro Bezerra - Presidente.
(assinado digitalmente)
Carlos Augusto Daniel Neto - Relator.
Participaram da sessão de julgamento os seguintes Conselheiros: Waldir Navarro Bezerra (Presidente), Rodrigo Mineiro Fernandes, Carlos Augusto Daniel Neto, Maysa de Sá Pittondo Deligne, Maria Aparecida Martins de Paula, Diego Diniz Ribeiro, Thais de Laurentiis Galkowicz e Pedro Sousa Bispo.


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S3­C4T2 

Fl. 2 

 
 

 
 

1

1 

S3­C4T2  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  10850.907849/2011­10 

Recurso nº               Voluntário 

Acórdão nº  3402­005.274  –  4ª Câmara / 2ª Turma Ordinária  

Sessão de  24 de maio de 2018 

Matéria  PIS/COFINS 

Recorrente  DM MOTORS DO BRASIL LTDA 

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

ASSUNTO: CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP 

Período de apuração: 01/10/2000 a 31/10/2000 

PIS/COFINS.  RECEITAS  ESTRANHAS  AO  CONCEITO  DE 
FATURAMENTO. 

Não  compõem  a  base  de  cálculo  das  contribuições  sociais  as  receitas 
decorrentes de atividades estranhas ao objeto social da empresa, devendo ser 
excluídas na apuração. 

 
 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

Acordam  os  membros  do  colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em  dar 
provimento parcial ao Recurso, para reconhecer o direito creditório no montante reconhecido 
na Diligência Fiscal realizada nos autos. 

(assinado digitalmente) 

Waldir Navarro Bezerra ­ Presidente.  

(assinado digitalmente) 

Carlos Augusto Daniel Neto ­ Relator. 

Participaram  da  sessão  de  julgamento  os  seguintes  Conselheiros:  Waldir 
Navarro  Bezerra  (Presidente),  Rodrigo  Mineiro  Fernandes,  Carlos  Augusto  Daniel  Neto, 
Maysa de Sá Pittondo Deligne, Maria Aparecida Martins de Paula, Diego Diniz Ribeiro, Thais 
de Laurentiis Galkowicz e Pedro Sousa Bispo. 

 

  

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10
85

0.
90

78
49

/2
01

1-
10

Fl. 534DF  CARF  MF




 

  2

Relatório 

Trata­se  de  processo  administrativo  decorrente  de  manifestação  de 
inconformidade interposta pelo contribuinte, por meio de seus representantes legais, em face de 
Despacho  Decisório  eletrônico  resultante  da  apreciação  de  Pedido  de  Restituição, 
correspondente aos períodos e tributos lá discriminados.  

A  análise  da  liquidez  e  certeza  do  crédito  pleiteado  foi  efetuada  pela 
Delegacia  da  Receita  Federal  do  Brasil  em  São  José  do  Rio  Preto,  que  emitiu  Despacho 
Decisório eletrônico no qual a autoridade competente  indeferiu o Pedido de Restituição, em 
virtude  dos  pagamentos  localizados  terem  sido  integralmente  utilizados  para  quitação  de 
débitos da contribuinte, não restando crédito disponível para restituição. 

Inconformado,  o  contribuinte manifestou­se  alegando,  quanto  ao mérito:  i) 
falta de aprofundamento na investigação dos fatos;  ii)  inconstitucionalidade do art. 3º, §1º da 
Lei nº 9.718/98 e advento de decisão do STF declarando­a sob a sistemática de Repercussão 
Geral, o que implicaria em novo cálculo dos débitos, com a base de cálculo correta, e apuração 
do pagamento indevido. 

A DRJ julgou improcedente a sua manifestação de inconformidade, pelo que 
apresentou o Contribuinte Recurso Voluntário ao CARF, reiterando as razões de seu pleito. 

Converteu­se o julgamento em diligência para que se cumprisse o seguinte: 

I)  Que  a  DRF  intime  o  contribuinte  a  apresentar  os  livros 
contábeis e a documentação fiscal necessária à identificação da 
natureza  das  receitas  que  compuseram  a  base  de  cálculo  das 
contribuições  sociais  do  período  cuja  restituição  pleiteia  o 
Recorrente. 

II)  Após  o  recebimento  e  análise  da  documentação  a  ser 
entregue  pelo  Recorrente,  a  autoridade  fiscalizadora  deverá 
elaborar  relatório  discriminando  a  parcela  da  base  de  cálculo 
correspondente  às  receitas  excluídas  por  força  do  Recurso 
Extraordinário  RE  585.235,  julgado  sob  sistemática  de 
Repercussão  Geral,  calculando  o  valor  do  tributo 
correspondente. 

III)  Elaborado  o  relatório,  deve­se  dar  ciência  ao  contribuinte 
para  manifestação  sobre  o  teor  do  relatório  da  diligência, 
retornando então o processo a este Colegiado, para julgamento. 

Intimado,  o  contribuinte  apresentou  a  documentação  solicitada  e  a 
fiscalização  juntou  aos  autos  informação  fiscal.  Posteriormente,  o  contribuinte  apresentou 
petição manifestando­se sobre o resultado da diligência fiscal. 

É o relatório, em síntese. 

 

Voto            

Fl. 535DF  CARF  MF



Processo nº 10850.907849/2011­10 
Acórdão n.º 3402­005.274 

S3­C4T2 
Fl. 3 

 
 

 
 

3

Conselheiro Carlos Augusto Daniel Neto 

O  Recurso  Voluntário  é  tempestivo  e  atende  aos  demais  requisitos  de 
admissibilidade, razão pela qual dele tomo conhecimento. 

O  presente  caso  é  recorrente  neste  Conselho,  visto  que  todos  aqueles  que 
recolheram contribuições sociais ao PIS e a COFINS com a base de cálculo ampliada pelo §1º 
do artigo 3º da Lei nº 9718/98 passaram a ingressar administrativamente, dentro do interregno 
legal do direito à restituição, buscando reaver os valores pagos indevidamente. 

O  contribuinte  junta  ao  seu  Recurso  Voluntário  planilhas  que  indicam  a 
existência  de  receitas  financeiras  na  apuração  da  base  de  cálculo  das  contribuições  sociais, 
indicando de forma perfunctória o direito pleiteado. Em razão disso, optou­se pela conversão 
do julgamento em diligência para que a instrução probatória fosse melhor desenvolvida. 

A minuciosa informação fiscal juntada pela fiscalização analisou as planilhas 
apresentadas,  bem  como  o  contrato  social  da  empresa,  com  a  finalidade  de  identificar  quais 
receitas fazem parte do objeto social da empresa e que deveria compor o faturamento dela. 

Na mesma linha de julgamentos sobre a inconstitucionalidade do alargamento 
da base de cálculo do PIS e da Cofins, que culminou com a decisão, tomada no julgamento do 
Recurso  Extraordinário  nº  527602,  com  repercussão  geral,  o  STF,  nos  RE  346.084/PR, 
357.950/RS, 358.273/RS e 390.840/MG, estabeleceu que a receita bruta, prevista no art. 3.º da 
Lei  9.718/98,  corresponde  ao  conceito  de  faturamento  expresso  no  artigo  2º,  da  Lei 
Complementar 70/91: 

Art. 2° A contribuição (...) incidirá sobre o faturamento mensal, 
assim considerado a  receita bruta das  vendas de mercadorias, 
de mercadorias e serviços e de serviço de qualquer natureza. 

Analisando as receitas da empresa, a informação fiscal aduziu a existência de 
créditos  decorrentes  de  pagamento  a  maior,  passíveis  de  restituição,  conforme  planilha 
apresentada na informação fiscal. 

Sobre  isto,  o  contribuinte  manifestou  sua  expressa  concordância, 
reconhecendo a correção do entendimento adotado na diligência fiscal. 

Portanto,  no  que  é  pertinente  aos  créditos  reconhecidos  pela  informação 
fiscal,  não  resta  qualquer  controvérsia  nos  autos,  devendo  serem  reconhecidos  por  este 
Colegiado. 

Desse  modo,  voto  por  dar  provimento  parcial  ao  Recurso  Voluntário  no 
sentido  de  reconhecer  o  direito  creditório  no  montante  determinado  na  informação  fiscal 
juntada aos autos. 

É como voto. 

Carlos  Augusto  Daniel  Neto  ­  Relator

           

Fl. 536DF  CARF  MF



 

  4

 

           

 

 

Fl. 537DF  CARF  MF


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Data do fato gerador: 14/02/2003
PEDIDO DE RESTITUIÇÃO. ÔNUS PROBATÓRIO.
Cabe à Recorrente o ônus de provar o direito creditório alegado perante a Administração Tributária, em especial no caso de pedido de restituição decorrente de contribuição recolhida a maior.
DCOMP. DÉBITO CONFESSADO EM DCTF. INEXISTÊNCIA DE PAGAMENTO INDEVIDO.
A mera retificação de DCTF não se constitui em elemento de prova hábil e suficiente para comprovar a certeza e liquidez do direito creditório decorrente de suposto pagamento e declaração a maior de contribuição. Inexistindo nos autos outros elementos de provas, não há que se falar em pagamento indevido.
Recurso Voluntário Negado.
Direito Creditório Não Reconhecido.

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(Assinado Digitalmente)
WALDIR NAVARRO BEZERRA - Presidente e Relator

Participaram da sessão de julgamento os conselheiros: Waldir Navarro Bezerra (presidente da turma), Maria Aparecida Martins de Paula, Carlos Augusto Daniel Neto, Maysa de Sá Pittondo Deligne, Thais de Laurentiis Galkowicz, Diego Diniz Ribeiro, Vinícius Guimarães (Conselheiro Suplente Convocado) e Pedro Sousa Bispo.


], dt_sessao_tdt=Wed Apr 18 00:00:00 UTC 2018, id=7280757, ano_sessao_s=2018, atualizado_anexos_dt=Fri Oct 08 11:18:09 UTC 2021, sem_conteudo_s=N, _version_=1713050310412337152, conteudo_txt=Metadados =&gt; pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.4; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 5; dc:format: application/pdf; version=1.4; pdf:charsPerPage: 1557; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; access_permission:fill_in_form: true; pdf:encrypted: true; producer: Serviço Federal de Processamento de Dados via ABCpdf; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: Serviço Federal de Processamento de Dados via ABCpdf; Content-Type: application/pdf | Conteúdo =&gt; 
S3­C4T2 

Fl. 2 

 
 

 
 

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1 

S3­C4T2  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  10880.915298/2008­13 

Recurso nº  1   Voluntário 

Acórdão nº  3402­005.214  –  4ª Câmara / 2ª Turma Ordinária  

Sessão de  18 de abril de 2018 

Matéria  COFINS ­ COMPENSAÇÃO 

Recorrente  JS DISTRIBUIDORA DE PECAS S/A 

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

ASSUNTO:  CONTRIBUIÇÃO  PARA  O  FINANCIAMENTO  DA  SEGURIDADE 
SOCIAL ­ COFINS 

Data do fato gerador: 14/02/2003 

PEDIDO DE RESTITUIÇÃO. ÔNUS PROBATÓRIO. 

Cabe  à  Recorrente  o  ônus  de  provar  o  direito  creditório  alegado  perante  a 
Administração  Tributária,  em  especial  no  caso  de  pedido  de  restituição 
decorrente de contribuição recolhida a maior. 

DCOMP.  DÉBITO  CONFESSADO  EM  DCTF.  INEXISTÊNCIA  DE 
PAGAMENTO INDEVIDO. 

A mera retificação de DCTF não se constitui em elemento de prova hábil e 
suficiente para comprovar a certeza e liquidez do direito creditório decorrente 
de suposto pagamento e declaração a maior de contribuição. Inexistindo nos 
autos  outros  elementos  de  provas,  não  há  que  se  falar  em  pagamento 
indevido. 

Recurso Voluntário Negado. 

Direito Creditório Não Reconhecido. 

 
 

Acordam  os  membros  do  colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em  negar 
provimento ao Recurso Voluntário.  

(Assinado Digitalmente) 

WALDIR NAVARRO BEZERRA ­ Presidente e Relator  

 

Participaram  da  sessão  de  julgamento  os  conselheiros:  Waldir  Navarro 
Bezerra  (presidente  da  turma),  Maria  Aparecida  Martins  de  Paula,  Carlos  Augusto  Daniel 

  

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Processo nº 10880.915298/2008­13 
Acórdão n.º 3402­005.214 

S3­C4T2 
Fl. 3 

 
 

 
 

2

Neto, Maysa  de  Sá  Pittondo Deligne,  Thais  de  Laurentiis  Galkowicz,  Diego  Diniz  Ribeiro, 
Vinícius Guimarães (Conselheiro Suplente Convocado) e Pedro Sousa Bispo. 

 

Relatório 

Trata  o  presente  processo  de  Declaração  de  Compensação  apresentada  em 
meio  eletrônico  na  qual  o  contribuinte  pretende  quitar  os  débitos  declarados  com  supostos 
créditos oriundos de recolhimento a maior. 

A  unidade  de  origem  não  homologou  a  compensação  pretendida  face  a 
inexistência  do  crédito  declarado,  uma  vez  que  o  pagamento  informado  como  indevido, 
encontrava­se  integralmente  utilizado  para  quitação  dos  débitos  do  sujeito  passivo,  não 
restando saldo disponível para a compensação. 

Cientificado  desta  decisão,  o  contribuinte  apresentou  Manifestação  de 
Inconformidade, acompanhada de documentos que entendem amparam seu pleito, onde alega, 
resumidamente,  que  houve  recolhimento  a  maior;  que  a  DCTF  que  serviu  de  base  para  a 
expedição do Despacho Decisório encontrava­se incorreta, e que já fora devidamente retificada 
(posteriormente à decisão), e requer assim que seja acolhido seu pedido. 

Através  do  Acórdão  nº  16­031.852,  a  DRJ­SÃO  PAULO  julgou 
improcedente  a  manifestação  de  inconformidade  apresentada.  Entendeu  o  colegiado  que  a 
apresentação de DCTF retificadora, após o despacho decisório, somente pode ser aceita quando 
acompanhada  de  documentação  idônea  que  demonstre  a  alteração  pretendida,  o  que  não 
ocorreu no caso em apreço. 

Em seguida, devidamente notificada, a Recorrente interpôs o presente recurso 
voluntário pleiteando a reforma do acórdão. 

Neste  Recurso,  a  Empresa  repisou  os mesmos  argumentos  apresentados  na 
sua Manifestação de Inconformidade. 

É o relatório. 

 

Voto            

Conselheiro Waldir Navarro Bezerra 

O  julgamento  deste  processo  segue  a  sistemática  dos  recursos  repetitivos, 
regulamentada pelo art. 47, §§ 1º e 2º, do Anexo  II do RICARF, aprovado pela Portaria MF 
343,  de  09  de  junho  de  2015.  Portanto,  ao  presente  litígio  aplica­se  o  decidido  no Acórdão 
3402­005.213,  de  18  de  abril  de  2018,  proferido  no  julgamento  do  processo 
10880.915296/2008­16, paradigma ao qual o presente processo foi vinculado. 

Fl. 125DF  CARF  MF



Processo nº 10880.915298/2008­13 
Acórdão n.º 3402­005.214 

S3­C4T2 
Fl. 4 

 
 

 
 

3

Transcreve­se,  como  solução  deste  litígio,  nos  termos  regimentais,  o 
entendimento que prevaleceu naquela decisão (Acórdão 3402­005.213): 

"O Recurso Voluntário é  tempestivo e atende aos demais 
requisitos  de  admissibilidade,  razão  pela  qual  dele  se  deve 
conhecer. 

A lide trata de direito creditório da Recorrente decorrente 
de suposto pagamento de Darf a maior de COFINS ocorrido em 
15/01/2003.  Visando  utilizar  o  suposto  crédito,  a  Recorrente 
apresentou  Declaração  de  Compensação  (PER/DCOMP 
nº 12664.38683.150404.1.3.04­8540)  que  foi  indeferida  pela 
Autoridade Tributária sob o argumento de que inexistia crédito, 
o que impediu a homologação da compensação. 

Em  seu  Recurso,  a  Empresa  alega  que  cometeu  erro  de 
fato ao preencher  incorretamente a DCTF com valor maior ao 
efetivamente  devido.  A  fim  de  comprovar  o  seu  direito,  juntou 
aos autos apenas a DCTF retificadora entregue após a ciência 
do Despacho Decisório denegatório. 

É  entendimento  pacificado  neste  Colegiado  que  cabe  à 
Recorrente o ônus de provar o direito creditório alegado perante 
a Administração Tributária, conforme consignado no Código de 
Processo Civil  (Lei  nº5.869/73),  vigente  à  época,  e  adotado de 
forma subsidiária na esfera administrativa tributária: 

Art. 333. O ônus da prova incumbe: 

I­ ao autor, quanto ao fato constitutivo do seu direito; 

A  obrigação  de  provar  o  seu  direito  decorre  do  fato  de 
que a iniciativa para o pedido de restituição ser do contribuinte, 
cabendo à fiscalização a verificação da certeza e liquidez de tal 
pedido,  por  meio  da  realização  de  diligências,  se  entender 
necessárias,  e  análise  da  documentação  comprobatória 
apresentada.  O  art.  65  da  revogada  IN  RFB  nº  900/2008 
esclarecia: 

Art.  65.  A  autoridade  da  RFB  competente  para  decidir 
sobre  a  restituição,  o  ressarcimento,  o  reembolso  e  a 
compensação  poderá  condicionar  o  reconhecimento  do 
direito  creditório  à  apresentação  de  documentos 
comprobatórios  do  referido  direito,  inclusive  arquivos 
magnéticos,  bem  como  determinar  a  realização  de 
diligência fiscal nos estabelecimentos do sujeito passivo a 
fim  de  que  seja  verificada,  mediante  exame  de  sua 
escrituração contábil e fiscal, a exatidão das informações 
prestadas. 

Nesse sentido, a Autoridade Tributária realizou de forma 
eletrônica  a  análise  dos  elementos  apresentados  e  concluiu, 
também  de  forma  eletrônica,  pela  inexistência  de  direito 
creditório  do  contribuinte  no  período  referido,  haja  vista  que 
todo  o  montante  do  pagamento  se  encontrava  alocado  com 
débito declarado em DCTF. 

Fl. 126DF  CARF  MF



Processo nº 10880.915298/2008­13 
Acórdão n.º 3402­005.214 

S3­C4T2 
Fl. 5 

 
 

 
 

4

No  presente  Recurso,  a  Empresa  alega  que  houve 
pagamento  a  maior  de  R$  9.314,25  relativo  a  COFINS  no 
período  de  31/12/2002  e  erro  no  preenchimento  da  DCTF  no 
mesmo  montante.  Informa  ainda  que  corrigiu  o  referido  erro 
realizando a retificação da sua DCTF, após ciência do despacho 
decisório,  restando o  seu  pagamento  a maior  como disponível. 
Portanto, como meio de prova do seu direito, apresentou apenas 
cópia da DCTF retificadora. 

Constata­se no caso concreto que a empresa não cumpriu 
com a sua obrigação de comprovar o direito creditório por meio 
de documentação hábil e suficiente. Apenas a DCTF retificadora 
não é suficiente para comprovar a certeza e liquidez do crédito 
em questão. A Recorrente, a fim demonstrar a disponibilidade do 
valor  supostamente  pago  a  maior,  deveria  ter  apresentado 
demonstrativo  de  apuração  da  COFINS  devido  no  mês  em 
confronto aos valores declarados/pagos e cópias da escrituração 
contábil/fiscal  que  demonstrassem  de  forma  inequívoca  a 
exatidão dos valores utilizados e apuração da contribuição, nos 
termos do art.16 do Decreto nº70.235/72. Porém, nada disso foi 
feito pela Recorrente.  

Assim,  a mera  retificação da DCTF  não  se  constitui  em 
elemento de prova hábil e suficiente para comprovar a certeza e 
liquidez  do  direito  creditório  em  comento,  estando  correta  a 
decisão  da  Autoridade  Tributária  na  direção  da  não 
homologação da compensação. 

Diante  do  exposto,  voto  no  sentido  de  negar  provimento 
ao Recurso Voluntário." 

Importa  registrar  que  nos  autos  ora  em  apreço,  a  situação  fática  e  jurídica 
encontra correspondência com a verificada no paradigma, de  tal  sorte que o entendimento  lá 
esposado pode ser perfeitamente aqui aplicado. 

Aplicando­se  a  decisão  do  paradigma  ao  presente  processo,  em  razão  da 
sistemática  prevista  nos  §§  1º  e  2º  do  art.  47  do  anexo  II  do  RICARF,  o  colegiado  negou 
provimento ao recurso voluntário. 

(assinado digitalmente) 
Waldir Navarro Bezerra 

 

           

 

           

 

Fl. 127DF  CARF  MF



Processo nº 10880.915298/2008­13 
Acórdão n.º 3402­005.214 

S3­C4T2 
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Fl. 128DF  CARF  MF


, score=1.0}, SolrDocument{dt_index_tdt=Fri Oct 08 01:09:55 UTC 2021, anomes_sessao_s=201804, camara_s=Quarta Câmara, ementa_s=Assunto: Classificação de Mercadorias
Ano-calendário: 2005
Ementa:
SOLUÇÃO DE CONSULTA DESFAVORÁVEL AO CONTRIBUINTE. ALTERAÇÃO POR DECISÃO PROFERIDA NO ÂMBITO DO PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL. VALIDADE.
Não há óbice legal para que seja alterado entendimento veiculado em solução de consulta, desfavorável ao contribuinte, por decisão emanada no âmbito do contencioso administrativo fiscal.
SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO DE ELEVADORES.
A instalação de elevadores amolda-se ao conceito de "serviço", do que decorre que se submete ao regime cumulativo das contribuições ao PIS e à COFINS. Inteligência do Decreto n.7708/2011, que instituiu a Nomenclatura Brasileira de Serviços.
Recurso voluntário provido. Direito creditório reconhecido.

, turma_s=Segunda Turma Ordinária da Quarta Câmara da Terceira Seção, dt_publicacao_tdt=Fri May 11 00:00:00 UTC 2018, numero_processo_s=11080.928897/2009-58, anomes_publicacao_s=201805, conteudo_id_s=5861340, dt_registro_atualizacao_tdt=Fri May 11 00:00:00 UTC 2018, numero_decisao_s=3402-005.176, nome_arquivo_s=Decisao_11080928897200958.PDF, ano_publicacao_s=2018, nome_relator_s=WALDIR NAVARRO BEZERRA, nome_arquivo_pdf_s=11080928897200958_5861340.pdf, secao_s=Terceira Seção De Julgamento, arquivo_indexado_s=S, decisao_txt=[Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em dar provimento ao Recurso Voluntário. Os Conselheiros Maria Aparecida Martins de Paula, Pedro Sousa Bispo, Thais De Laurentiis Galkowicz, Carlos Augusto Daniel Neto e Waldir Navarro Bezerra acompanharam o Relator do acórdão paradigma pelas conclusões (art. 63, § 8º do RICARF).
(assinado digitalmente)
Waldir Navarro Bezerra - Presidente e Relator
Participaram da sessão de julgamento os Conselheiros Waldir Navarro Bezerra, Maria Aparecida Martins de Paula, Diego Diniz Ribeiro, Pedro Sousa Bispo, Thais De Laurentiis Galkowicz, Vinícius Guimarães (Suplente convocado), Maysa de Sá Pittondo Deligne e Carlos Augusto Daniel Neto. Ausente justificadamente o Conselheiro Jorge Olmiro Lock Freire, que foi substituído pelo Conselheiro Suplente convocado.

], dt_sessao_tdt=Wed Apr 18 00:00:00 UTC 2018, id=7273247, ano_sessao_s=2018, atualizado_anexos_dt=Fri Oct 08 11:17:51 UTC 2021, sem_conteudo_s=N, _version_=1713050310840156160, conteudo_txt=Metadados =&gt; pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.4; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 10; dc:format: application/pdf; version=1.4; pdf:charsPerPage: 1738; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; access_permission:fill_in_form: true; pdf:encrypted: true; producer: Serviço Federal de Processamento de Dados via ABCpdf; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: Serviço Federal de Processamento de Dados via ABCpdf; Content-Type: application/pdf | Conteúdo =&gt; 
S3­C4T2 

Fl. 2 

 
 

 
 

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1 

S3­C4T2  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  11080.928897/2009­58 

Recurso nº  1   Voluntário 

Acórdão nº  3402­005.176  –  4ª Câmara / 2ª Turma Ordinária  

Sessão de  18 de abril de 2018 

Matéria  PIS/Cofins 

Recorrente  THYSSENKRUPP ELEVADORES SA 

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

ASSUNTO: CLASSIFICAÇÃO DE MERCADORIAS 

Ano­calendário: 2005 

Ementa: 

SOLUÇÃO  DE  CONSULTA  DESFAVORÁVEL  AO  CONTRIBUINTE. 
ALTERAÇÃO  POR  DECISÃO  PROFERIDA  NO  ÂMBITO  DO 
PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL. VALIDADE. 

Não há óbice legal para que seja alterado entendimento veiculado em solução 
de consulta, desfavorável ao contribuinte, por decisão emanada no âmbito do 
contencioso administrativo fiscal. 

SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO DE ELEVADORES. 

A  instalação  de  elevadores  amolda­se  ao  conceito  de  "serviço",  do  que 
decorre que se  submete ao  regime cumulativo das contribuições ao PIS e  à 
COFINS. Inteligência do Decreto n.7708/2011, que instituiu a Nomenclatura 
Brasileira de Serviços. 

Recurso voluntário provido. Direito creditório reconhecido. 

 
 

Acordam  os  membros  do  colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em  dar 
provimento ao Recurso Voluntário. Os Conselheiros Maria Aparecida Martins de Paula, Pedro 
Sousa Bispo, Thais De Laurentiis Galkowicz, Carlos Augusto Daniel Neto e Waldir Navarro 
Bezerra  acompanharam  o  Relator  do  acórdão  paradigma  pelas  conclusões  (art.  63,  §  8º  do 
RICARF). 

(assinado digitalmente) 

Waldir Navarro Bezerra ­ Presidente e Relator 

Participaram  da  sessão  de  julgamento  os  Conselheiros  Waldir  Navarro 
Bezerra, Maria Aparecida Martins de Paula, Diego Diniz Ribeiro, Pedro Sousa Bispo, Thais De 

  

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Processo nº 11080.928897/2009­58 
Acórdão n.º 3402­005.176 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

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Laurentiis  Galkowicz,  Vinícius  Guimarães  (Suplente  convocado),  Maysa  de  Sá  Pittondo 
Deligne e Carlos Augusto Daniel Neto. Ausente justificadamente o Conselheiro Jorge Olmiro 
Lock Freire, que foi substituído pelo Conselheiro Suplente convocado. 

Relatório 

Trata  o  presente  processo  de  DCOMP  transmitida  com  objetivo  de 
compensar os débitos nela apontados com créditos provenientes de pagamento  indevido ou a 
maior. 

A  matéria  foi  objeto  de  decisão  proferida  por  intermédio  do  Despacho 
Decisório,  no  qual  a  Delegacia  de  origem,  com  base  em  informação  fiscal  resultante  de 
diligência  do  Serviço  de  Fiscalização  para  apuração  do  direito  creditório  informado  na 
DCOMP,  onde  ficou  constatada  a  improcedência  do  mesmo,  revisou  de  ofício  o 
reconhecimento do direito creditório automático para não reconhecimento do direito creditório 
por  inexistência do crédito e  também de ofício  revisou a homologação  total da compensação 
efetuada através da mencionada declaração para compensação não homologada. 

A  autoridade  fiscal  que  proferiu  a  referida  informação  tomou  por  base  a 
Solução  de  Consulta  446  ­  SRRF/8ª  RF/Disit,  de  18/08/2007,  uma  vez  que  a  Solução  de 
Consulta  104  ­  SRRF/10ª  RF/Disit,  de  18/08/2008,  foi  anulada  pelo  Parecer  52  ­ 
SRRF10/Disit, de 13/09/2011, sob o seguinte argumento: 

É vedada a coexistência de duas soluções de consulta vigentes e 
eficazes  sobre  o  mesmo  fato,  relativas  a  um  mesmo  sujeito 
passivo(...). 

Por sua vez, a Solução de Consulta vigente tem a seguinte ementa para o PIS: 

ELEVADORES.  NÃO­CUMULATIVIDADE.  A  instalação  de 
elevador  por  seu  produtor  não  caracteriza  obra  de  construção 
civil, descabendo a aplicação do art. 10, XX, da Lei nº 10.833, 
de 2003. Caracteriza­se como operação de industrialização, na 
modalidade  montagem,  a  reunião  de  partes,  peças  e 
componentes  da  qual  resulte  elevador,  inclusive  quando 
realizada fora do estabelecimento do executor, no próprio prédio 
onde  esse  equipamento  será  utilizado.  Sofre  incidência  da 
contribuição  para  o  PIS/Pasep  em  regime  de  apuração  não­
cumulativo  o  total  das  receitas  decorrentes  do  fornecimento  de 
elevador por seu produtor, o qual se conclui ao final do processo 
de montagem. 

Para a Cofins foi proferida ementa com igual teor. 

(...). 

Uma  vez  intimado  o  contribuinte  apresentou  a  manifestação  de 
inconformidade, a qual foi julgada improcedente pelo acórdão 09­054.875, que entendeu que a 
compensação  pressupõe  a  existência  de  direito  creditório  líquido  e  certo,  não  verificado  no 
caso em comento, afastou a preliminar de nulidade do Despacho Decisório e concluiu que "a 

Fl. 370DF  CARF  MF



Processo nº 11080.928897/2009­58 
Acórdão n.º 3402­005.176 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

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decisão  judicial  transitada  em  julgado  é,  na  verdade,  a  lei  aplicada  ao  caso  concreto  e, 
tratando­se de exclusão do crédito tributário, deve ser interpretada literalmente". 

Diante  deste  quadro,  o  contribuinte  apresentou  o  recurso  voluntário 
tempestivo,  oportunidade  em  que  repisou  os  fundamentos  desenvolvidos  em  sede  de 
impugnação. 

É o relatório. 

Voto            

Conselheiro Waldir Navarro Bezerra 

O  julgamento  deste  processo  segue  a  sistemática  dos  recursos  repetitivos, 
regulamentada pelo art. 47, §§ 1º e 2º, do Anexo  II do RICARF, aprovado pela Portaria MF 
343,  de  09  de  junho  de  2015.  Portanto,  ao  presente  litígio  aplica­se  o  decidido  no Acórdão 
3402­005.145,  de  18  de  abril  de  2018,  proferido  no  julgamento  do  processo 
11080.729500/2013­23, paradigma ao qual o presente processo foi vinculado. 

Transcreve­se,  como  solução  deste  litígio,  nos  termos  regimentais,  o 
entendimento que prevaleceu naquela decisão (Acórdão 3402­005.145): 

"5.  O  recurso  voluntário  é  tempestivo  e  preenche  os 
demais  pressupostos  formais  de  admissibilidade,  motivo  pelo 
qual dele tomo conhecimento. 

I.  A  discussão  travada  nos  autos  e  o  precedente 
vinculante deste CARF favorável ao contribuinte 

6. A questão aqui travada não é nova, uma vez que já foi 
decidida  por  este  CARF  para  o  mesmíssimo  contribuinte  de 
forma  paradigmática,  i.e.,  nos  termos  do  art.  47,  §  2º  do 
RICARF.  Referida  decisão  foi  veiculada  por  intermédio  do 
acórdão n. 3201­002.448 e encontra­se assim prescrita: 

(...). 

A princípio, tem­se que o cerne da questão é definir qual a 
natureza da atividade exercida pela Recorrente (instalação 
de elevadores): se construção civil ou se industrialização. 

Tal definição determinará se a Recorrente deveria, à época 
dos  fatos  geradores,  apurar  o  recolhimento  do  PIS  e  da 
COFINS pelo regime não cumulativo ou pelo cumulativo. 

Há peculiar situação no feito, consistente no fato de que a 
Recorrente teria apresentado duas Consultas Fiscais acerca 
do  tratamento  tributário mais adequado, obtendo Soluções 
conflitantes. 

Na primeira delas, Solução de Consulta nº 446/2007, da 8ª 
Região  Fiscal,  concluiu­se  que  se  tratava  de 
industrialização  e  que,  portanto,  as  receitas  estariam 

Fl. 371DF  CARF  MF



Processo nº 11080.928897/2009­58 
Acórdão n.º 3402­005.176 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

4

sujeitas  ao  regime  não  cumulativo  das  citadas 
contribuições. 

A  segunda,  Solução  de  Consulta  nº  104/2008,  da  10ª 
Região  Fiscal,  afirmou  que  as  receitas  estariam  sob  o 
regime cumulativo. 

No  caso,  o  crédito  postulado  pela  Recorrente  origina  da 
aplicação do segundo entendimento. Os créditos postulados, 
portando,  decorrem  da  reapuração  do  PIS  e  da  COFINS 
outrora  calculados  pelo  regime  não  cumulativo  e 
reajustados para o cumulativo. 

Idêntica questão  já  foi examinada por esta mesma Turma 
na  sessão  de  24  de  fevereiro  de  2016,  em  decisão  por 
maioria  proferida  nos  autos  do  Processo  nº 
11080.726628/201335,  da  mesma  THYSSENKRUPP 
ELEVADORES  S/A,  no  qual  a  Conselheira  Doutora  Ana 
Clarissa Masuko dos Santos Araújo foi designada Relatora 
para o Voto Vencedor. 

O  referido  Acórdão  nº  3201002.070  recebeu  a  seguinte 
ementa: 

ASSUNTO:  CONTRIBUIÇÃO  PARA  O 
FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL COFINS 

Período de apuração: 01/06/2008 a 31/12/2009 

SOLUÇÃO  DE  CONSULTA  DESFAVORÁVEL  AO 
CONTRIBUINTE.  ALTERAÇÃO  POR  DECISÃO 
PROFERIDA  NO  ÂMBITO  DO  PROCESSO 
ADMINISTRATIVO FISCAL. VALIDADE. Não há óbice 
legal  para  que  seja  alterado  entendimento  veiculado  em 
solução  de  consulta,  desfavorável  ao  contribuinte,  por 
decisão  emanada  no  âmbito  do  contencioso  administrativo 
fiscal. 

SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO DE ELEVADORES. 

A  instalação  de  elevadores  subsume­se  ao  conceito  de 
"serviço",  do  que  decorre  que  se  submete  ao  regime 
cumulativo  das  contribuições  ao  PIS  e  à  COFINS. 
Inteligência  do  Decreto  n.7708/2011,  que  instituiu  a 
Nomenclatura Brasileira de Serviços. 

JUROS  DE  MORA  SOBRE  MULTA  DE  OFÍCIO  No 
lançamento de ofício, o valor originário do crédito tributário 
compreende o valor do tributo e da multa por lançamento de 
ofício. Sobre a multa por lançamento de oficio não paga no 
vencimento incidem juros de mora. 

ASSUNTO: CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP 

Período de apuração: 01/06/2008 a 31/12/2009 

Fl. 372DF  CARF  MF



Processo nº 11080.928897/2009­58 
Acórdão n.º 3402­005.176 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

5

SOLUÇÃO  DE  CONSULTA  DESFAVORÁVEL  AO 
CONTRIBUINTE.  ALTERAÇÃO  POR  DECISÃO 
PROFERIDA  NO  ÂMBITO  DO  PROCESSO 
ADMINISTRATIVO FISCAL. 

VALIDADE.  Não  há  óbice  legal  para  que  seja  alterado 
entendimento  veiculado  em  solução  de  consulta, 
desfavorável  ao  contribuinte,  por  decisão  emanada  no 
âmbito do contencioso administrativo fiscal. 

SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO DE ELEVADORES. 

A  instalação  de  elevadores  subsume­se  ao  conceito  de 
"serviço",  do  que  decorre  que  se  submete  ao  regime 
cumulativo  das  contribuições  ao  PIS  e  à  COFINS. 
Inteligência  do  Decreto  n.7708/2011,  que  instituiu  a 
Nomenclatura Brasileira de Serviços. 

JUROS  DE  MORA  SOBRE  MULTA  DE  OFÍCIO  No 
lançamento de ofício, o valor originário do crédito tributário 
compreende o valor do tributo e da multa por lançamento de 
ofício. Sobre a multa por lançamento de oficio não paga no 
vencimento incidem juros de mora. 

Recurso Voluntário Provido e Recurso de Ofício Negado 

Vistos,relatados  e  discutidos  os  presentes  autos. Acordam 
os  membros  do  colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em 
negar  provimento  ao  recurso  de  ofício  e  por  maioria  de 
votos, em dar provimento ao recurso voluntário. Vencido o 
Conselheiro  Winderley  Morais  Pereira,  relator.  Designada 
para  redigir  o  voto  vencedor  a  Conselheira  Ana  Clarissa 
Masuko dos Santos Araújo. 

Como consta em ata, o voto da i. Conselheira Doutora Ana 
Clarissa  Masuko  dos  Santos  Araújo  foi  por  mim 
acompanhado  integralmente.  Por  essa  razão,  peço  vênia 
para transcrevê­lo como fundamento do presente julgado: 

Como se depreende do voto do eminente  relator, o mérito 
da presente demanda não foi conhecido, por se entender que 
havia  solução  de  consulta,  proferida  para  a  situação 
específica dos autos e proposta pela própria Recorrente. 

Com  efeito,  no  mérito  a  Recorrente  alega  que  o  regime 
jurídico  de  apuração  das  contribuições  sociais,  tome  a  sua 
atividades  de  instalação  de  elevadores  como  prestação  de 
serviços de construção civil, o que determinaria a aplicação 
do regime cumulativo. 

A  Recorrente  obteve  a  solução  de  consulta 
SRRF/8ªRF/DISIT nº 446, de 18/09/2007, que ao analisar as 
atividades  realizadas  pela  Recorrente  de  instalação  de 
elevadores,  decidiu  não  ser  atividade  de  construção  civil  e 
portanto,  estariam sujeita  a  apuração do PIS e da COFINS 
no regime não cumulativo. 

Fl. 373DF  CARF  MF



Processo nº 11080.928897/2009­58 
Acórdão n.º 3402­005.176 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

6

Não  obstante,  a  Recorrente  protocolou  nova  consulta,  na 
Superintendência da Receita Federal do Brasil na 10ª Região 
Fiscal (Solução de Consulta SRRF/10ªRF/DISIT nº 104, de 
18  de  agosto  de  2008),  que  considerou  a  atividade  da 
Recorrente como prestação de serviços de construção civil e 
portanto, enquadrada nas disposições do art. 10, XX, da Lei 
nº  10.833/2003,  determinando  a  apuração  do  PIS  e  da 
COFINS no regime cumulativo.(fls. 391 a 397). 

O  entendimento  do  eminente  Conselheiro  Winderley 
Morais Pereira foi no sentido de que, em sendo a solução de 
consulta  instrumento  de  garantia  do  contribuinte  para 
esclarecimentos  quanto  a  aplicação  da  legislação,  a 
possibilidade  de  consultas  do mesmo  contribuinte  tratando 
da mesma matéria serem protocoladas em unidades diversas 
da  RFB,  poderia  mitigar  a  força  normativa  das  consultas. 
Por essa razão, a decisão anterior não produziria efeito, nos 
termos do art. 54, IV do Decreto nº 70.235/72. 

Contudo,  a  questão  que  se  põe  e  da  qual  se  diverge  do 
ilustre  relator,  é  precisamente  sobre  a  possibilidade  de  a 
decisão  proferida  no  âmbito  do  contencioso  administrativo 
fiscal, se sobrepor a decisão em solução de consulta, para o 
mesmo contribuinte. 

Ora,  embora  pelo  processo  de  consulta  possa  se  entender 
que  o  contribuinte  recorra  à  Administração  para  buscar  a 
correta exegese de determinada norma jurídica, verifica­se o 
que  se  busca,  invariavelmente,  é  uma medida protetiva,  de 
cunho  preventivo,  para  a  estruturação  tributária  de  suas 
operações. 

O  fato  é  que  no  âmbito  do  processo  de  consulta,  o 
contribuinte  não  comparece  na  condição  de  mero 
consulente,  até  mesmo  porque,  já  traz  em  seu  pedido  o 
posicionamento  que  entende  cabível,  com  a  respectiva 
fundamentação  legal,  o  que  aliás,  é  condição  para  o 
processamento de sua consulta, de acordo com a legislação 
em vigor, sob pena de sua ineficácia. 

Embora o procedimento de consulta não se equipare lógica 
e  juridicamente  ao  processo  administrativo  fiscal,  o  fato  é 
que  este  também  possui  conteúdo  persuasivo,  buscando­se 
convencimento  da  Administração,  acerca  de  determinada 
interpretação. E se assim for o caso, a solução em consulta 
confere­lhe medida protetiva,  um verdadeiro  escudo contra 
eventuais  futuros  entendimentos  administrativos  contrários. 
Por  essa  razão,  apenas  a  solução  de  consulta  favorável  ao 
contribuinte tem repercussões no contencioso administrativo 
fiscal, no sentido de coibir o lançamento. 

Observe­se que, nessa  toada, dispõe o art. 100 do Decreto 
n. 7574/2011: 

(...). 

Fl. 374DF  CARF  MF



Processo nº 11080.928897/2009­58 
Acórdão n.º 3402­005.176 

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Acresça­se,  por  fim,  que  as  decisões  proferidas  em 
procedimentos  de  consulta  e  no  processo  administrativo 
fiscal são lógica e juridicamente distintas, de sorte que não 
se verifica quaisquer relações de hierarquia entre elas. 

Superadas  a  questão,  parte­se  para  o  conhecimento  do 
mérito da lide. 

A  atividade  de  instalação  de  elevadores  deve  ser 
caracterizada  como  serviço,  e  não  como  atividade  de 
industrialização,  frisando­se  que,  na  hipótese  dos  autos,  a 
Recorrente aparta a atividade de fabricação dos elevadores, 
da de sua instalação. 

Além  de  todas  os  fundamentos  jurídicos  trazidos  pela 
Recorrente,  como o  fato  de  que  a  instalação  de  elevadores 
sob  encomenda  ser  complemento  da  obra  de  construção 
civil,  esta,  indubitavelmente  subsumida  ao  conceito  de 
serviço, por se agregarem ao solo, dentre outras, tem­se que, 
para  efeitos  da  legislação  federal,  que  passou  a  tributar  os 
serviços  pelas  contribuições  sociais,  bem  como  instituir  o 
instrumental necessário para o controle do comércio exterior 
de  serviços,  com  a  edição  da  Nomenclatura  Brasileira  de 
Serviços, Decreto n. 7708/2011, não há mais dúvidas quanto 
ao enquadramento. 

Destarte,  de acordo com o art.  2o do decreto, a NBS será 
adotada  como  nomenclatura  única  na  classificação  das 
transações com serviços, intangíveis e outras operações que 
produzam  variações  no  patrimônio  das  pessoas  físicas, 
pessoas jurídicas e entes despersonalizados. 

Os  serviços  de  instalação  de  elevadores  estão  assim 
dispostos: 

SEÇÃO I ­ SERVIÇOS DE CONSTRUÇÃO 

Capítulo 1 ­ Serviços de construção 

1.0131 ­ Outros serviços de instalação 

1.0131.10.00  ­  Serviços  de  instalação  de  elevadores, 
esteiras  e escadas  rolantes O direito positivo brasileiro não 
traz  um  conceito  conotativo  de  "serviço'  nem mesmo  para 
efeitos  de  incidência  do  ISSQN,  operando  sempre  com 
definições denotativas, ou seja, com listas que arrolam o que 
são  considerados  os  "serviços"  para  efeitos  de  tributação. 
Portanto, não se questiona a validade, vigência e eficácia da 
Nomenclatura Brasileira de Serviços, para esse fim. 

Não se olvide, finalmente, que os decretos são de aplicação 
obrigatória  para  o  Conselho  Administrativo  de  Recursos 
Fiscais, de maneira que considerada a atividade em questão 
como  serviço,  deve  ser  a  aplicação  do  regime  cumulativo 
das contribuições sociais. 

Fl. 375DF  CARF  MF



Processo nº 11080.928897/2009­58 
Acórdão n.º 3402­005.176 

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Por essas razões, entendo que há de ser dado provimento ao 
recurso  voluntário.Com  efeito,  não  vislumbro  a 
possibilidade  de  uma  Solução  de  Consulta  expedida  pela 
Receita  Federal  do  Brasil  vincular,  ad  eternum,  uma 
exigência tributária que se mostre claramente ilegítima. 

Não se trata aqui de discutir se o contribuinte poderia ou 
não ter formulado uma segunda Consulta Fiscal, ou mesmo 
qual  das  respostas  deveria  prevalecer.  Trata­se  aqui  de 
reconhecer  a  legalidade  ou  ilegalidade  de  uma  exigência 
tributária,  ou,  melhor  dizendo,  de  definição  acerca  do 
alcance de uma norma tributária. 

Mesmo  se  admitisse  que,  de  acordo  com  as  normas 
procedimentais, a segunda Solução de Consulta deveria ser 
tida  por  inexistente,  tal  constatação,  por  óbvio,  não 
chancela  a  legitimidade  da  primeira  Solução  de Consulta. 
Afinal,  este  não  é  o  meio  adequado  para  se  definir  fato 
gerador de obrigação tributária. 

E, nesse  sentido,  trago o  seguinte precedente do Superior 
Tribunal de Justiça que reconhece o serviço de instalação e 
montagem  de  elevadores  como  obra  de  engenharia,  e  não 
como  industrialização  (portanto,  atraindo  a  incidência  do 
regime cumulativo do PIS e da COFINS à época dos  fatos 
geradores): 

TRIBUTÁRIO.  RECURSO  ESPECIAL. 
FORNECIMENTO  DE  ELEVADORES.  IPI.  NÃO 
INCIDÊNCIA. 

1. A atividade de fornecimento de elevadores, que envolve 
a  produção  sob  encomenda  e  a  instalação  no  edifício, 
encerra,  precipuamente,  uma  obra  de  engenharia  que 
complementa  o  serviço  de  construção  civil,  não  se 
enquadrando no conceito de montagem industrial, para fins 
de incidência do IPI. 

2. Recurso especial provido. 

(REsp  1231669/RS,  Rel.  Ministro  BENEDITO 
GONÇALVES,  PRIMEIRA  TURMA,  julgado  em 
07/11/2013, DJe 16/05/2014)  

Diante  do  exposto,  voto  por  CONHECER  e  DAR 
PROVIMENTO  ao  Recurso  Voluntário  do  Contribuinte, 
exonerando o crédito tributário lançado. 

7.  Referida  decisão  apresenta  um  caráter  vinculante, 
devendo  ser  seguida  por  esta  Turma  julgadora. Neste  aspecto, 
todavia, não concordou o colegiado, que entende que, em tese, 
o  colegiado  poderia  julgar  de  forma  diferente  daquele 
precedente paradigmático, haja vista que se está diante de outro 
lote de processos (ainda que referentes aos mesmíssimos fatos e 
com as mesmíssimas partes litigantes). Deixo tais considerações 
aqui registradas em razão do disposto no esquizofrênico art. 63, 

Fl. 376DF  CARF  MF



Processo nº 11080.928897/2009­58 
Acórdão n.º 3402­005.176 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

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§8º  do  RICARF1,  que  determina  que  as  conclusões  adotadas 
pelo  colegiado  seja  externada  por  aquele  Conselheiro  que 
divergiu (e continua divergindo) e que foi vencido em relação à 
tais conclusões. 

8.  Tais  considerações  do  colegiado,  entretanto,  não 
trazem qualquer repercussão no caso prático, até porque, no que 
tange ao mérito, a Turma julgadora aderiu integralmente com as 
precisas considerações  elaboradas pela então Conselheira Ana 
Clarissa  Masuko  dos  Santos  Araújo  e  replicadas  pela 
Conselheira  Tatiana  Josefovicz  Belisário  (transcritas  alhures), 
motivo  pelo  qual  emprego  tais  fundamentos  para  fins  de 
motivação do presente voto, o que faço com amparo no art. 50, § 
1o da lei n. 9.784/992. 

Dispositivo 

9. Diante do exposto, voto por dar provimento ao recurso 
voluntário interposto pelo contribuinte. 

10. É como voto." 

Importa  registrar  que  nos  autos  ora  em  apreço,  a  situação  fática  e  jurídica 
encontra correspondência com a verificada no paradigma, de  tal  sorte que o entendimento  lá 
esposado pode ser perfeitamente aqui aplicado. 

                                                           
1 "Art. 63. As decisões dos colegiados, em forma de acórdão ou resolução, serão assinadas pelo presidente, pelo 
relator, pelo redator designado ou por conselheiro que fizer declaração de voto, devendo constar, ainda, o nome 
dos conselheiros presentes e dos ausentes, especificando­se, se houver, os conselheiros vencidos e a matéria em 
que o foram, e os impedidos.  
(...). 
§  8º  Na  hipótese  em  que  a  decisão  por  maioria  dos  conselheiros  ou  por  voto  de  qualidade  acolher  apenas  a 
conclusão do relator, caberá ao relator reproduzir, no voto e na ementa do acórdão, os fundamentos adotados pela 
maioria dos conselheiros." 
2 "Art. 50. Os atos administrativos deverão ser motivados, com indicação dos fatos e dos fundamentos jurídicos, 
quando: 
(...). 
§ 1o A motivação deve ser explícita, clara e congruente, podendo consistir em declaração de concordância com 
fundamentos de anteriores pareceres,  informações, decisões ou propostas, que, neste caso, serão parte  integrante 
do ato. 
(...)." 

Fl. 377DF  CARF  MF



Processo nº 11080.928897/2009­58 
Acórdão n.º 3402­005.176 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

10

Aplicando­se  a  decisão  do  paradigma  ao  presente  processo,  em  razão  da 
sistemática  prevista  nos  §§  1º  e  2º  do  art.  47  do  anexo  II  do  RICARF,  o  colegiado  deu 
provimento ao recurso voluntário. 

(assinado digitalmente) 
Waldir Navarro Bezerra 

. 

           

 

           

 

 

Fl. 378DF  CARF  MF


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Ano-calendário: 2005
Ementa:
SOLUÇÃO DE CONSULTA DESFAVORÁVEL AO CONTRIBUINTE. ALTERAÇÃO POR DECISÃO PROFERIDA NO ÂMBITO DO PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL. VALIDADE.
Não há óbice legal para que seja alterado entendimento veiculado em solução de consulta, desfavorável ao contribuinte, por decisão emanada no âmbito do contencioso administrativo fiscal.
SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO DE ELEVADORES.
A instalação de elevadores amolda-se ao conceito de "serviço", do que decorre que se submete ao regime cumulativo das contribuições ao PIS e à COFINS. Inteligência do Decreto n.7708/2011, que instituiu a Nomenclatura Brasileira de Serviços.
Recurso voluntário provido. Direito creditório reconhecido.

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(assinado digitalmente)
Waldir Navarro Bezerra - Presidente e Relator
Participaram da sessão de julgamento os Conselheiros Waldir Navarro Bezerra, Maria Aparecida Martins de Paula, Diego Diniz Ribeiro, Pedro Sousa Bispo, Thais De Laurentiis Galkowicz, Vinícius Guimarães (Suplente convocado), Maysa de Sá Pittondo Deligne e Carlos Augusto Daniel Neto. Ausente justificadamente o Conselheiro Jorge Olmiro Lock Freire, que foi substituído pelo Conselheiro Suplente convocado.

], dt_sessao_tdt=Wed Apr 18 00:00:00 UTC 2018, id=7273237, ano_sessao_s=2018, atualizado_anexos_dt=Fri Oct 08 11:17:51 UTC 2021, sem_conteudo_s=N, _version_=1713050309844008960, conteudo_txt=Metadados =&gt; pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.4; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 10; dc:format: application/pdf; version=1.4; pdf:charsPerPage: 1738; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; access_permission:fill_in_form: true; pdf:encrypted: true; producer: Serviço Federal de Processamento de Dados via ABCpdf; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: Serviço Federal de Processamento de Dados via ABCpdf; Content-Type: application/pdf | Conteúdo =&gt; 
S3­C4T2 

Fl. 2 

 
 

 
 

1

1 

S3­C4T2  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  11080.903794/2012­81 

Recurso nº  1   Voluntário 

Acórdão nº  3402­005.166  –  4ª Câmara / 2ª Turma Ordinária  

Sessão de  18 de abril de 2018 

Matéria  PIS/Cofins 

Recorrente  THYSSENKRUPP ELEVADORES SA 

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

ASSUNTO: CLASSIFICAÇÃO DE MERCADORIAS 

Ano­calendário: 2005 

Ementa: 

SOLUÇÃO  DE  CONSULTA  DESFAVORÁVEL  AO  CONTRIBUINTE. 
ALTERAÇÃO  POR  DECISÃO  PROFERIDA  NO  ÂMBITO  DO 
PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL. VALIDADE. 

Não há óbice legal para que seja alterado entendimento veiculado em solução 
de consulta, desfavorável ao contribuinte, por decisão emanada no âmbito do 
contencioso administrativo fiscal. 

SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO DE ELEVADORES. 

A  instalação  de  elevadores  amolda­se  ao  conceito  de  "serviço",  do  que 
decorre que se  submete ao  regime cumulativo das contribuições ao PIS e  à 
COFINS. Inteligência do Decreto n.7708/2011, que instituiu a Nomenclatura 
Brasileira de Serviços. 

Recurso voluntário provido. Direito creditório reconhecido. 

 
 

Acordam  os  membros  do  colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em  dar 
provimento ao Recurso Voluntário. Os Conselheiros Maria Aparecida Martins de Paula, Pedro 
Sousa Bispo, Thais De Laurentiis Galkowicz, Carlos Augusto Daniel Neto e Waldir Navarro 
Bezerra  acompanharam  o  Relator  do  acórdão  paradigma  pelas  conclusões  (art.  63,  §  8º  do 
RICARF). 

(assinado digitalmente) 

Waldir Navarro Bezerra ­ Presidente e Relator 

Participaram  da  sessão  de  julgamento  os  Conselheiros  Waldir  Navarro 
Bezerra, Maria Aparecida Martins de Paula, Diego Diniz Ribeiro, Pedro Sousa Bispo, Thais De 

  

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11
08

0.
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94

/2
01

2-
81

Fl. 362DF  CARF  MF




Processo nº 11080.903794/2012­81 
Acórdão n.º 3402­005.166 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

2

Laurentiis  Galkowicz,  Vinícius  Guimarães  (Suplente  convocado),  Maysa  de  Sá  Pittondo 
Deligne e Carlos Augusto Daniel Neto. Ausente justificadamente o Conselheiro Jorge Olmiro 
Lock Freire, que foi substituído pelo Conselheiro Suplente convocado. 

Relatório 

Trata  o  presente  processo  de  DCOMP  transmitida  com  objetivo  de 
compensar os débitos nela apontados com créditos provenientes de pagamento  indevido ou a 
maior. 

A  matéria  foi  objeto  de  decisão  proferida  por  intermédio  do  Despacho 
Decisório,  no  qual  a  Delegacia  de  origem,  com  base  em  informação  fiscal  resultante  de 
diligência  do  Serviço  de  Fiscalização  para  apuração  do  direito  creditório  informado  na 
DCOMP,  onde  ficou  constatada  a  improcedência  do  mesmo,  revisou  de  ofício  o 
reconhecimento do direito creditório automático para não reconhecimento do direito creditório 
por  inexistência do crédito e  também de ofício  revisou a homologação  total da compensação 
efetuada através da mencionada declaração para compensação não homologada. 

A  autoridade  fiscal  que  proferiu  a  referida  informação  tomou  por  base  a 
Solução  de  Consulta  446  ­  SRRF/8ª  RF/Disit,  de  18/08/2007,  uma  vez  que  a  Solução  de 
Consulta  104  ­  SRRF/10ª  RF/Disit,  de  18/08/2008,  foi  anulada  pelo  Parecer  52  ­ 
SRRF10/Disit, de 13/09/2011, sob o seguinte argumento: 

É vedada a coexistência de duas soluções de consulta vigentes e 
eficazes  sobre  o  mesmo  fato,  relativas  a  um  mesmo  sujeito 
passivo(...). 

Por sua vez, a Solução de Consulta vigente tem a seguinte ementa para o PIS: 

ELEVADORES.  NÃO­CUMULATIVIDADE.  A  instalação  de 
elevador  por  seu  produtor  não  caracteriza  obra  de  construção 
civil, descabendo a aplicação do art. 10, XX, da Lei nº 10.833, 
de 2003. Caracteriza­se como operação de industrialização, na 
modalidade  montagem,  a  reunião  de  partes,  peças  e 
componentes  da  qual  resulte  elevador,  inclusive  quando 
realizada fora do estabelecimento do executor, no próprio prédio 
onde  esse  equipamento  será  utilizado.  Sofre  incidência  da 
contribuição  para  o  PIS/Pasep  em  regime  de  apuração  não­
cumulativo  o  total  das  receitas  decorrentes  do  fornecimento  de 
elevador por seu produtor, o qual se conclui ao final do processo 
de montagem. 

Para a Cofins foi proferida ementa com igual teor. 

(...). 

Uma  vez  intimado  o  contribuinte  apresentou  a  manifestação  de 
inconformidade, a qual foi julgada improcedente pelo acórdão 09­054.895, que entendeu que a 
compensação  pressupõe  a  existência  de  direito  creditório  líquido  e  certo,  não  verificado  no 
caso em comento, afastou a preliminar de nulidade do Despacho Decisório e concluiu que "a 

Fl. 363DF  CARF  MF



Processo nº 11080.903794/2012­81 
Acórdão n.º 3402­005.166 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

3

decisão  judicial  transitada  em  julgado  é,  na  verdade,  a  lei  aplicada  ao  caso  concreto  e, 
tratando­se de exclusão do crédito tributário, deve ser interpretada literalmente". 

Diante  deste  quadro,  o  contribuinte  apresentou  o  recurso  voluntário 
tempestivo,  oportunidade  em  que  repisou  os  fundamentos  desenvolvidos  em  sede  de 
impugnação. 

É o relatório. 

Voto            

Conselheiro Waldir Navarro Bezerra 

O  julgamento  deste  processo  segue  a  sistemática  dos  recursos  repetitivos, 
regulamentada pelo art. 47, §§ 1º e 2º, do Anexo  II do RICARF, aprovado pela Portaria MF 
343,  de  09  de  junho  de  2015.  Portanto,  ao  presente  litígio  aplica­se  o  decidido  no Acórdão 
3402­005.145,  de  18  de  abril  de  2018,  proferido  no  julgamento  do  processo 
11080.729500/2013­23, paradigma ao qual o presente processo foi vinculado. 

Transcreve­se,  como  solução  deste  litígio,  nos  termos  regimentais,  o 
entendimento que prevaleceu naquela decisão (Acórdão 3402­005.145): 

"5.  O  recurso  voluntário  é  tempestivo  e  preenche  os 
demais  pressupostos  formais  de  admissibilidade,  motivo  pelo 
qual dele tomo conhecimento. 

I.  A  discussão  travada  nos  autos  e  o  precedente 
vinculante deste CARF favorável ao contribuinte 

6. A questão aqui travada não é nova, uma vez que já foi 
decidida  por  este  CARF  para  o  mesmíssimo  contribuinte  de 
forma  paradigmática,  i.e.,  nos  termos  do  art.  47,  §  2º  do 
RICARF.  Referida  decisão  foi  veiculada  por  intermédio  do 
acórdão n. 3201­002.448 e encontra­se assim prescrita: 

(...). 

A princípio, tem­se que o cerne da questão é definir qual a 
natureza da atividade exercida pela Recorrente (instalação 
de elevadores): se construção civil ou se industrialização. 

Tal definição determinará se a Recorrente deveria, à época 
dos  fatos  geradores,  apurar  o  recolhimento  do  PIS  e  da 
COFINS pelo regime não cumulativo ou pelo cumulativo. 

Há peculiar situação no feito, consistente no fato de que a 
Recorrente teria apresentado duas Consultas Fiscais acerca 
do  tratamento  tributário mais adequado, obtendo Soluções 
conflitantes. 

Na primeira delas, Solução de Consulta nº 446/2007, da 8ª 
Região  Fiscal,  concluiu­se  que  se  tratava  de 
industrialização  e  que,  portanto,  as  receitas  estariam 

Fl. 364DF  CARF  MF



Processo nº 11080.903794/2012­81 
Acórdão n.º 3402­005.166 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

4

sujeitas  ao  regime  não  cumulativo  das  citadas 
contribuições. 

A  segunda,  Solução  de  Consulta  nº  104/2008,  da  10ª 
Região  Fiscal,  afirmou  que  as  receitas  estariam  sob  o 
regime cumulativo. 

No  caso,  o  crédito  postulado  pela  Recorrente  origina  da 
aplicação do segundo entendimento. Os créditos postulados, 
portando,  decorrem  da  reapuração  do  PIS  e  da  COFINS 
outrora  calculados  pelo  regime  não  cumulativo  e 
reajustados para o cumulativo. 

Idêntica questão  já  foi examinada por esta mesma Turma 
na  sessão  de  24  de  fevereiro  de  2016,  em  decisão  por 
maioria  proferida  nos  autos  do  Processo  nº 
11080.726628/201335,  da  mesma  THYSSENKRUPP 
ELEVADORES  S/A,  no  qual  a  Conselheira  Doutora  Ana 
Clarissa Masuko dos Santos Araújo foi designada Relatora 
para o Voto Vencedor. 

O  referido  Acórdão  nº  3201002.070  recebeu  a  seguinte 
ementa: 

ASSUNTO:  CONTRIBUIÇÃO  PARA  O 
FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL COFINS 

Período de apuração: 01/06/2008 a 31/12/2009 

SOLUÇÃO  DE  CONSULTA  DESFAVORÁVEL  AO 
CONTRIBUINTE.  ALTERAÇÃO  POR  DECISÃO 
PROFERIDA  NO  ÂMBITO  DO  PROCESSO 
ADMINISTRATIVO FISCAL. VALIDADE. Não há óbice 
legal  para  que  seja  alterado  entendimento  veiculado  em 
solução  de  consulta,  desfavorável  ao  contribuinte,  por 
decisão  emanada  no  âmbito  do  contencioso  administrativo 
fiscal. 

SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO DE ELEVADORES. 

A  instalação  de  elevadores  subsume­se  ao  conceito  de 
"serviço",  do  que  decorre  que  se  submete  ao  regime 
cumulativo  das  contribuições  ao  PIS  e  à  COFINS. 
Inteligência  do  Decreto  n.7708/2011,  que  instituiu  a 
Nomenclatura Brasileira de Serviços. 

JUROS  DE  MORA  SOBRE  MULTA  DE  OFÍCIO  No 
lançamento de ofício, o valor originário do crédito tributário 
compreende o valor do tributo e da multa por lançamento de 
ofício. Sobre a multa por lançamento de oficio não paga no 
vencimento incidem juros de mora. 

ASSUNTO: CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP 

Período de apuração: 01/06/2008 a 31/12/2009 

Fl. 365DF  CARF  MF



Processo nº 11080.903794/2012­81 
Acórdão n.º 3402­005.166 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

5

SOLUÇÃO  DE  CONSULTA  DESFAVORÁVEL  AO 
CONTRIBUINTE.  ALTERAÇÃO  POR  DECISÃO 
PROFERIDA  NO  ÂMBITO  DO  PROCESSO 
ADMINISTRATIVO FISCAL. 

VALIDADE.  Não  há  óbice  legal  para  que  seja  alterado 
entendimento  veiculado  em  solução  de  consulta, 
desfavorável  ao  contribuinte,  por  decisão  emanada  no 
âmbito do contencioso administrativo fiscal. 

SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO DE ELEVADORES. 

A  instalação  de  elevadores  subsume­se  ao  conceito  de 
"serviço",  do  que  decorre  que  se  submete  ao  regime 
cumulativo  das  contribuições  ao  PIS  e  à  COFINS. 
Inteligência  do  Decreto  n.7708/2011,  que  instituiu  a 
Nomenclatura Brasileira de Serviços. 

JUROS  DE  MORA  SOBRE  MULTA  DE  OFÍCIO  No 
lançamento de ofício, o valor originário do crédito tributário 
compreende o valor do tributo e da multa por lançamento de 
ofício. Sobre a multa por lançamento de oficio não paga no 
vencimento incidem juros de mora. 

Recurso Voluntário Provido e Recurso de Ofício Negado 

Vistos,relatados  e  discutidos  os  presentes  autos. Acordam 
os  membros  do  colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em 
negar  provimento  ao  recurso  de  ofício  e  por  maioria  de 
votos, em dar provimento ao recurso voluntário. Vencido o 
Conselheiro  Winderley  Morais  Pereira,  relator.  Designada 
para  redigir  o  voto  vencedor  a  Conselheira  Ana  Clarissa 
Masuko dos Santos Araújo. 

Como consta em ata, o voto da i. Conselheira Doutora Ana 
Clarissa  Masuko  dos  Santos  Araújo  foi  por  mim 
acompanhado  integralmente.  Por  essa  razão,  peço  vênia 
para transcrevê­lo como fundamento do presente julgado: 

Como se depreende do voto do eminente  relator, o mérito 
da presente demanda não foi conhecido, por se entender que 
havia  solução  de  consulta,  proferida  para  a  situação 
específica dos autos e proposta pela própria Recorrente. 

Com  efeito,  no  mérito  a  Recorrente  alega  que  o  regime 
jurídico  de  apuração  das  contribuições  sociais,  tome  a  sua 
atividades  de  instalação  de  elevadores  como  prestação  de 
serviços de construção civil, o que determinaria a aplicação 
do regime cumulativo. 

A  Recorrente  obteve  a  solução  de  consulta 
SRRF/8ªRF/DISIT nº 446, de 18/09/2007, que ao analisar as 
atividades  realizadas  pela  Recorrente  de  instalação  de 
elevadores,  decidiu  não  ser  atividade  de  construção  civil  e 
portanto,  estariam sujeita  a  apuração do PIS e da COFINS 
no regime não cumulativo. 

Fl. 366DF  CARF  MF



Processo nº 11080.903794/2012­81 
Acórdão n.º 3402­005.166 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

6

Não  obstante,  a  Recorrente  protocolou  nova  consulta,  na 
Superintendência da Receita Federal do Brasil na 10ª Região 
Fiscal (Solução de Consulta SRRF/10ªRF/DISIT nº 104, de 
18  de  agosto  de  2008),  que  considerou  a  atividade  da 
Recorrente como prestação de serviços de construção civil e 
portanto, enquadrada nas disposições do art. 10, XX, da Lei 
nº  10.833/2003,  determinando  a  apuração  do  PIS  e  da 
COFINS no regime cumulativo.(fls. 391 a 397). 

O  entendimento  do  eminente  Conselheiro  Winderley 
Morais Pereira foi no sentido de que, em sendo a solução de 
consulta  instrumento  de  garantia  do  contribuinte  para 
esclarecimentos  quanto  a  aplicação  da  legislação,  a 
possibilidade  de  consultas  do mesmo  contribuinte  tratando 
da mesma matéria serem protocoladas em unidades diversas 
da  RFB,  poderia  mitigar  a  força  normativa  das  consultas. 
Por essa razão, a decisão anterior não produziria efeito, nos 
termos do art. 54, IV do Decreto nº 70.235/72. 

Contudo,  a  questão  que  se  põe  e  da  qual  se  diverge  do 
ilustre  relator,  é  precisamente  sobre  a  possibilidade  de  a 
decisão  proferida  no  âmbito  do  contencioso  administrativo 
fiscal, se sobrepor a decisão em solução de consulta, para o 
mesmo contribuinte. 

Ora,  embora  pelo  processo  de  consulta  possa  se  entender 
que  o  contribuinte  recorra  à  Administração  para  buscar  a 
correta exegese de determinada norma jurídica, verifica­se o 
que  se  busca,  invariavelmente,  é  uma medida protetiva,  de 
cunho  preventivo,  para  a  estruturação  tributária  de  suas 
operações. 

O  fato  é  que  no  âmbito  do  processo  de  consulta,  o 
contribuinte  não  comparece  na  condição  de  mero 
consulente,  até  mesmo  porque,  já  traz  em  seu  pedido  o 
posicionamento  que  entende  cabível,  com  a  respectiva 
fundamentação  legal,  o  que  aliás,  é  condição  para  o 
processamento de sua consulta, de acordo com a legislação 
em vigor, sob pena de sua ineficácia. 

Embora o procedimento de consulta não se equipare lógica 
e  juridicamente  ao  processo  administrativo  fiscal,  o  fato  é 
que  este  também  possui  conteúdo  persuasivo,  buscando­se 
convencimento  da  Administração,  acerca  de  determinada 
interpretação. E se assim for o caso, a solução em consulta 
confere­lhe medida protetiva,  um verdadeiro  escudo contra 
eventuais  futuros  entendimentos  administrativos  contrários. 
Por  essa  razão,  apenas  a  solução  de  consulta  favorável  ao 
contribuinte tem repercussões no contencioso administrativo 
fiscal, no sentido de coibir o lançamento. 

Observe­se que, nessa  toada, dispõe o art. 100 do Decreto 
n. 7574/2011: 

(...). 

Fl. 367DF  CARF  MF



Processo nº 11080.903794/2012­81 
Acórdão n.º 3402­005.166 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

7

Acresça­se,  por  fim,  que  as  decisões  proferidas  em 
procedimentos  de  consulta  e  no  processo  administrativo 
fiscal são lógica e juridicamente distintas, de sorte que não 
se verifica quaisquer relações de hierarquia entre elas. 

Superadas  a  questão,  parte­se  para  o  conhecimento  do 
mérito da lide. 

A  atividade  de  instalação  de  elevadores  deve  ser 
caracterizada  como  serviço,  e  não  como  atividade  de 
industrialização,  frisando­se  que,  na  hipótese  dos  autos,  a 
Recorrente aparta a atividade de fabricação dos elevadores, 
da de sua instalação. 

Além  de  todas  os  fundamentos  jurídicos  trazidos  pela 
Recorrente,  como o  fato  de  que  a  instalação  de  elevadores 
sob  encomenda  ser  complemento  da  obra  de  construção 
civil,  esta,  indubitavelmente  subsumida  ao  conceito  de 
serviço, por se agregarem ao solo, dentre outras, tem­se que, 
para  efeitos  da  legislação  federal,  que  passou  a  tributar  os 
serviços  pelas  contribuições  sociais,  bem  como  instituir  o 
instrumental necessário para o controle do comércio exterior 
de  serviços,  com  a  edição  da  Nomenclatura  Brasileira  de 
Serviços, Decreto n. 7708/2011, não há mais dúvidas quanto 
ao enquadramento. 

Destarte,  de acordo com o art.  2o do decreto, a NBS será 
adotada  como  nomenclatura  única  na  classificação  das 
transações com serviços, intangíveis e outras operações que 
produzam  variações  no  patrimônio  das  pessoas  físicas, 
pessoas jurídicas e entes despersonalizados. 

Os  serviços  de  instalação  de  elevadores  estão  assim 
dispostos: 

SEÇÃO I ­ SERVIÇOS DE CONSTRUÇÃO 

Capítulo 1 ­ Serviços de construção 

1.0131 ­ Outros serviços de instalação 

1.0131.10.00  ­  Serviços  de  instalação  de  elevadores, 
esteiras  e escadas  rolantes O direito positivo brasileiro não 
traz  um  conceito  conotativo  de  "serviço'  nem mesmo  para 
efeitos  de  incidência  do  ISSQN,  operando  sempre  com 
definições denotativas, ou seja, com listas que arrolam o que 
são  considerados  os  "serviços"  para  efeitos  de  tributação. 
Portanto, não se questiona a validade, vigência e eficácia da 
Nomenclatura Brasileira de Serviços, para esse fim. 

Não se olvide, finalmente, que os decretos são de aplicação 
obrigatória  para  o  Conselho  Administrativo  de  Recursos 
Fiscais, de maneira que considerada a atividade em questão 
como  serviço,  deve  ser  a  aplicação  do  regime  cumulativo 
das contribuições sociais. 

Fl. 368DF  CARF  MF



Processo nº 11080.903794/2012­81 
Acórdão n.º 3402­005.166 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

8

Por essas razões, entendo que há de ser dado provimento ao 
recurso  voluntário.Com  efeito,  não  vislumbro  a 
possibilidade  de  uma  Solução  de  Consulta  expedida  pela 
Receita  Federal  do  Brasil  vincular,  ad  eternum,  uma 
exigência tributária que se mostre claramente ilegítima. 

Não se trata aqui de discutir se o contribuinte poderia ou 
não ter formulado uma segunda Consulta Fiscal, ou mesmo 
qual  das  respostas  deveria  prevalecer.  Trata­se  aqui  de 
reconhecer  a  legalidade  ou  ilegalidade  de  uma  exigência 
tributária,  ou,  melhor  dizendo,  de  definição  acerca  do 
alcance de uma norma tributária. 

Mesmo  se  admitisse  que,  de  acordo  com  as  normas 
procedimentais, a segunda Solução de Consulta deveria ser 
tida  por  inexistente,  tal  constatação,  por  óbvio,  não 
chancela  a  legitimidade  da  primeira  Solução  de Consulta. 
Afinal,  este  não  é  o  meio  adequado  para  se  definir  fato 
gerador de obrigação tributária. 

E, nesse  sentido,  trago o  seguinte precedente do Superior 
Tribunal de Justiça que reconhece o serviço de instalação e 
montagem  de  elevadores  como  obra  de  engenharia,  e  não 
como  industrialização  (portanto,  atraindo  a  incidência  do 
regime cumulativo do PIS e da COFINS à época dos  fatos 
geradores): 

TRIBUTÁRIO.  RECURSO  ESPECIAL. 
FORNECIMENTO  DE  ELEVADORES.  IPI.  NÃO 
INCIDÊNCIA. 

1. A atividade de fornecimento de elevadores, que envolve 
a  produção  sob  encomenda  e  a  instalação  no  edifício, 
encerra,  precipuamente,  uma  obra  de  engenharia  que 
complementa  o  serviço  de  construção  civil,  não  se 
enquadrando no conceito de montagem industrial, para fins 
de incidência do IPI. 

2. Recurso especial provido. 

(REsp  1231669/RS,  Rel.  Ministro  BENEDITO 
GONÇALVES,  PRIMEIRA  TURMA,  julgado  em 
07/11/2013, DJe 16/05/2014)  

Diante  do  exposto,  voto  por  CONHECER  e  DAR 
PROVIMENTO  ao  Recurso  Voluntário  do  Contribuinte, 
exonerando o crédito tributário lançado. 

7.  Referida  decisão  apresenta  um  caráter  vinculante, 
devendo  ser  seguida  por  esta  Turma  julgadora. Neste  aspecto, 
todavia, não concordou o colegiado, que entende que, em tese, 
o  colegiado  poderia  julgar  de  forma  diferente  daquele 
precedente paradigmático, haja vista que se está diante de outro 
lote de processos (ainda que referentes aos mesmíssimos fatos e 
com as mesmíssimas partes litigantes). Deixo tais considerações 
aqui registradas em razão do disposto no esquizofrênico art. 63, 

Fl. 369DF  CARF  MF



Processo nº 11080.903794/2012­81 
Acórdão n.º 3402­005.166 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

9

§8º  do  RICARF1,  que  determina  que  as  conclusões  adotadas 
pelo  colegiado  seja  externada  por  aquele  Conselheiro  que 
divergiu (e continua divergindo) e que foi vencido em relação à 
tais conclusões. 

8.  Tais  considerações  do  colegiado,  entretanto,  não 
trazem qualquer repercussão no caso prático, até porque, no que 
tange ao mérito, a Turma julgadora aderiu integralmente com as 
precisas considerações  elaboradas pela então Conselheira Ana 
Clarissa  Masuko  dos  Santos  Araújo  e  replicadas  pela 
Conselheira  Tatiana  Josefovicz  Belisário  (transcritas  alhures), 
motivo  pelo  qual  emprego  tais  fundamentos  para  fins  de 
motivação do presente voto, o que faço com amparo no art. 50, § 
1o da lei n. 9.784/992. 

Dispositivo 

9. Diante do exposto, voto por dar provimento ao recurso 
voluntário interposto pelo contribuinte. 

10. É como voto." 

Importa  registrar  que  nos  autos  ora  em  apreço,  a  situação  fática  e  jurídica 
encontra correspondência com a verificada no paradigma, de  tal  sorte que o entendimento  lá 
esposado pode ser perfeitamente aqui aplicado. 

                                                           
1 "Art. 63. As decisões dos colegiados, em forma de acórdão ou resolução, serão assinadas pelo presidente, pelo 
relator, pelo redator designado ou por conselheiro que fizer declaração de voto, devendo constar, ainda, o nome 
dos conselheiros presentes e dos ausentes, especificando­se, se houver, os conselheiros vencidos e a matéria em 
que o foram, e os impedidos.  
(...). 
§  8º  Na  hipótese  em  que  a  decisão  por  maioria  dos  conselheiros  ou  por  voto  de  qualidade  acolher  apenas  a 
conclusão do relator, caberá ao relator reproduzir, no voto e na ementa do acórdão, os fundamentos adotados pela 
maioria dos conselheiros." 
2 "Art. 50. Os atos administrativos deverão ser motivados, com indicação dos fatos e dos fundamentos jurídicos, 
quando: 
(...). 
§ 1o A motivação deve ser explícita, clara e congruente, podendo consistir em declaração de concordância com 
fundamentos de anteriores pareceres,  informações, decisões ou propostas, que, neste caso, serão parte  integrante 
do ato. 
(...)." 

Fl. 370DF  CARF  MF



Processo nº 11080.903794/2012­81 
Acórdão n.º 3402­005.166 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

10

Aplicando­se  a  decisão  do  paradigma  ao  presente  processo,  em  razão  da 
sistemática  prevista  nos  §§  1º  e  2º  do  art.  47  do  anexo  II  do  RICARF,  o  colegiado  deu 
provimento ao recurso voluntário. 

(assinado digitalmente) 
Waldir Navarro Bezerra 

. 

           

 

           

 

 

Fl. 371DF  CARF  MF


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RESOLVEM os membros da 4ª Câmara / 2ª Turma Ordinária da Terceira Seção de Julgamento, por unanimidade de votos, em converter o julgamento em diligência, nos termos do voto do Relator. Ausente justificadamente o Conselheiro Jorge Olmiro Lock Freire, substituído pelo Conselheiro Suplente convocado Vinícius Guimarães.
(Assinado Digitalmente)
WALDIR NAVARRO BEZERRA - Presidente.
(Assinado Digitalmente)
PEDRO SOUSA BISPO- Relator.
Participaram da sessão de julgamento os Conselheiros Waldir Navarro Bezerra (Presidente), Maria Aparecida Martins de Paula, Diego Diniz Ribeiro, Pedro Sousa Bispo, Thais De Laurentiis Galkowicz, Maysa de Sá Pittondo Deligne e Carlos Augusto Daniel Neto Vinícius Guimarães (Conselheiro Suplente Convocado).


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S3­C4T2 

Fl. 56.079 

 
 

 
 

1

56.078 

S3­C4T2  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  11080.726382/2016­44 

Recurso nº            Voluntário 

Resolução nº  3402­001.357  –  4ª Câmara / 2ª Turma Ordinária 

Data  19 de abril de 2018 

Assunto  SOLICITAÇÃO DE DILIGÊNCIA 

Recorrente  GENERAL MOTORS DO BRASIL LTDA 

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

RESOLVEM os membros da 4ª Câmara / 2ª Turma Ordinária da Terceira Seção 
de  Julgamento,  por  unanimidade  de  votos,  em  converter  o  julgamento  em  diligência,  nos 
termos do voto do Relator. Ausente justificadamente o Conselheiro Jorge Olmiro Lock Freire, 
substituído pelo Conselheiro Suplente convocado Vinícius Guimarães. 

(Assinado Digitalmente) 

WALDIR NAVARRO BEZERRA ­ Presidente. 

(Assinado Digitalmente) 

PEDRO SOUSA BISPO­ Relator. 

Participaram da sessão de julgamento os Conselheiros Waldir Navarro Bezerra 
(Presidente),  Maria  Aparecida  Martins  de  Paula,  Diego  Diniz  Ribeiro,  Pedro  Sousa  Bispo, 
Thais De Laurentiis Galkowicz, Maysa de Sá Pittondo Deligne e Carlos Augusto Daniel Neto 
Vinícius Guimarães (Conselheiro Suplente Convocado). 

 

Relatório  

Por bem relatar os fatos, adoto o Relatório da decisão recorrida com os devidos 
acréscimos: 

Trata o presente processo do lançamento de ofício de Imposto sobre Produtos 
Industrializados – IPI, no valor de R$ 195.194.407,99 (principal, multa e juros calculados até 
07/2016),  referente  a  fatos  geradores  ocorridos  no  período  que  vai  de  01/07/2011  a 

  

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4

Fl. 56079DF  CARF  MF




Processo nº 11080.726382/2016­44 
Resolução nº  3402­001.357 

S3­C4T2 
Fl. 56.080 

 
 

 
 

2

31/12/2015,  decorrente  da  escrituração  e  utilização  de  valores  indevidos  a  título  de  crédito 
presumido de IPI sobre frete (art. 56 da Medida Provisória nº 2158­35/2001). 

Consta do Relatório Fiscal de fls. 22.629/22.639: 

a) O art. 56 da Medida Provisória nº 2158­35/2001 instituiu o regime especial 
de  apuração  do  IPI  relativo  ao  frete  cobrado  pelo  transporte  de  veículos  classificados  na 
posição 8703. O regime especial consiste na concessão de um crédito presumido e IPI no valor 
de 3% do  imposto destacado e  é concedido mediante  termo de opção anual da  empresa. As 
condições  para  concessão  do  regime  especial  são  que  os  serviços  de  transporte  sejam 
executados ou contratados pelo estabelecimento industrial, que os valores sejam cobrados nas 
operações de saída e que compreendam a totalidade do trajeto. 

b) O artigo 14 da Lei no 4.502/64 foi alterado pela Lei nº 7.798/89 que incluiu o 
frete no valor tributável quando este for cobrado do comprador. Atualmente o art.190 do RIPI 
/2010 regulamenta o valor tributável. O art.134 do Decreto n° 7.212/2010 (RIPI 2010) dispõe 
que o frete seja cobrado juntamente com o preço dos produtos e o art. 413 dispõe que o valor 
do  frete  conste  no  quadro  “Cálculo  do  Imposto”  da  nota  fiscal.  Segundo  a  exposição  de 
motivos  da  Medida  Provisória  nº  2.113­30,  a  criação  deste  Regime  Especial  tinha  como 
objetivo  incluir o valor do  frete na base de cálculo do IPI, o que era evitado pela  indústria. 
Portanto, a MP estabeleceu a obrigatoriedade de lançamentos dos respectivos valores de frete 
em todas as operações de saída, e essa referência é claramente o registro destes montantes no 
campo próprio da NF de saída. 

c) Como o regime especial depende de opção do contribuinte, ao fazer tal opção 
ele  se  obriga  a  atender  às  condicionantes  e  ao  mesmo  tempo  assume  o  ônus  da  prova. 
Ademais, como lançamento é realizado operação por operação, o único documento hábil de 
prova é a nota fiscal. Logo, a empresa não cumpriu os requisitos do Regime Especial pois a 
intenção  da  legislação  foi  destacar  este  valor  no  campo  próprio  da  nota  fiscal  para  que  o 
mesmo pudesse ser identificado. Tendo em vista que o Regime Especial é uma opção feita pela 
empresa, não há  razão para deixar de  informar o  valor de cada  frete no  campo próprio da 
nota  fiscal. Se o objetivo do Regime Especial  instituído em 2001 era obrigar as empresas a 
incluir o frete na base de cálculo do IPI, o que já estava na legislação desde 1989, e facilitar e 
racionalizar os procedimentos de arrecadação e fiscalização, o frete deve estar identificado na 
Nota Fiscal. Sendo assim, não haveria racionalização dos procedimentos de fiscalização e não 
haveria razão de o art.56 da MP 2.158 existir. 

d) Ressalte­se que a  empresa demonstrou dificuldades de  informar o  valor do 
frete,  intimada  a  apresentar  o  valor  dos  fretes  de  julho  de  2011,  por  telefone,  solicitou 
substituição do ano de 2011 por 2013, mesmo assim apresentou informação somente de duas 
notas fiscais, quando o Termo de Intimação solicitava um mês do período fiscalizado que é de 
54 meses. 

Cientificado  em  22/07/2016  (fl.  22.643),  o  contribuinte  apresentou,  em 
23/08/2016 (fl. 22.646), a impugnação de fls. 22.647/22.676, na qual alega: 

a) A filial da GM em Gravataí realizou operações de venda de automóveis para 
todo o território nacional no período compreendido entre julho de 2011 e dezembro de 2015 e 
recolheu o IPI devido nesse período conforme a base de cálculo prevista no art. 190, §1º, do 
RIPI/2010, ou seja, considerando como valor da operação o preço do produto, acrescido do 
valor do frete e demais despesas acessórias. Tanto a GMB acresceu o valor do frete ao preço 

Fl. 56080DF  CARF  MF



Processo nº 11080.726382/2016­44 
Resolução nº  3402­001.357 

S3­C4T2 
Fl. 56.081 

 
 

 
 

3

do  produto  que  o  auto  de  infração  não  questiona  tal  circunstância,  voltando­se  única  e 
exclusivamente contra o aproveitamento supostamente indevido de créditos presumidos de IPI. 
Em síntese, a requerente praticou (como sempre o fez) suas vendas com cláusula CIF. 

b)  O  regime  especial  exige,  dentre  outras  condições  (não  questionadas  pelo 
auto de infração), exige­se que os serviços de transporte (frete) “sejam cobrados juntamente 
com o preço” dos automóveis nas operações de  saída do estabelecimento  industrial que é o 
procedimento  por  si  adotado.  A  fiscalização,  entretanto,  assumiu  equivocadamente  que  a 
requerente teria descumprido uma das condições do regime especial. Pelo fato de o valor do 
frete não ter constado no campo próprio das notas fiscais de saída no mês de julho de 2011, 
presumiu­se  que  os  valores  correspondentes  ao  custo  dos  serviços  de  transporte  não  teriam 
sido incluídos no preço dos veículos comercializados em todo o período objeto da autuação, 
como se fizesse algum sentido a GMB contratar frete e não utilizá­lo na formação de preço dos 
veículos vendidos. 

c) A partir de uma suposta intenção da legislação, a fiscalização assumiu que a 
ausência  de  indicação  do  valor  do  frete  no  campo  próprio  de  determinadas  notas  fiscais 
emitidas  em  julho  de  2011  seria  indício  suficiente  a  autorizar  a  presunção  de  que  o  frete 
contratado  pela  GMB,  efetivamente  cobrado  dos  adquirentes  dos  veículos,  não  teria  sido 
incluído no respectivo preço, em suposto desacordo com as condições previstas na MP 2.158­
35/01.  Em  momento  algum  foi  intimada  a  apresentar  cópias  dos  contratos  de  transporte, 
comprovantes  dos  pagamentos  realizados,  conhecimentos  de  transporte  etc.  Esse 
procedimento é inaceitável posto que a presunção deve ser o último recurso a ser utilizado na 
constituição de créditos tributários e, ainda, por não respeitar o princípio da unidade ou da 
unicidade  da  prova.  A  precipitada  lavratura  do  auto  de  infração  impediu  que  a  requerente 
apresentasse  outros  documentos  e  informações  relevantes.  Como  consequência,  o  auto  de 
infração  deve  ser  declarado  nulo,  na  linha  inclusive  do  entendimento  já  manifestado  pelo 
CARF. 

d) Tanto o art. 56 da MP 2.158­35/01 como o art. 134 do RIPI exigem apenas e 
tão somente três condições ao aproveitamento do crédito presumido: que sejam executados ou 
contratados por estabelecimento industrial (fato incontroverso para o auto de infração), sejam 
cobrados  juntamente  com  o  preço  dos  veículos  comercializados  e  que  compreendam  a 
totalidade  do  trajeto  (circunstância  também  incontroversa).  Conforme  cópias  dos  anexos 
contratos  de  logística  e  transporte  de  veículos  novos,  a GMB  contratou  cinco  empresas  de 
serviços de transporte no período autuado. Esses contratos demonstram que o frete contratado 
abrange  a  totalidade  do  trajeto  no  País,  desde  o  estabelecimento  da  GMB  até  o  local  de 
entrega  do  produto,  o  que  é  a  praxe  no  setor  automotivo.  Também  em  caráter  ilustrativo, 
apresenta alguns comprovantes de pagamento desse frete. Os valores pagos a  título de  frete 
estão  refletidos  nos  CTs  e  faturas  comerciais  emitidos  pelas  transportadoras,  também 
anexados por amostragem. 

e) Como é comum no setor automotivo, a requerente pratica vendas CIF e essa 
circunstância é prova de que cobra o  frete “juntamente com o preço” dos veículos; supor o 
contrário implicaria assumir que a requerente oferece frete grátis a seus clientes, o que beira 
a ingenuidade. Além disso, toda a linha de raciocínio do lançamento de ofício foi construído 
em cima da ausência de indicação do valor do frete no campo próprio de notas fiscais emitidas 
pela GMB em julho de 2011. Há, pois, uma contradição lógica no auto de infração: Se a GMB 
não é acusada de pagamento a menor do IPI nas vendas de veículos pela falta de indicação do 
valor  do  frete  no  campo próprio,  não  pode  se  valer  da mesma  circunstância  para  acusar  a 

Fl. 56081DF  CARF  MF



Processo nº 11080.726382/2016­44 
Resolução nº  3402­001.357 

S3­C4T2 
Fl. 56.082 

 
 

 
 

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GMB de aproveitamento indevido de créditos presumidos, tratando­se de evidência de caráter 
lógico de que a acusação  formulada não se sustenta. Junta  cópias de notas  fiscais de  saída 
emitidas  em  setembro  de  2015,  as  quais  indicam  o  valor  do  frete  no  campo  destinado  às 
informações  complementares; planilha gerencial  relativa a  esse mesmo mês  e a qual  reflete 
um a um todos o lançamentos contábeis que são promovidos quando do recebimento de uma 
fatura  emitida  por  empresa  transportadora;  e  planilha  gerencial  também  relativa  a  esse 
mesmo mês, a qual correlaciona cada nota fiscal de saída com cada fatura comercial e CTs. 

f) A rigor, o art. 134, § 1º, II, “b”, do RIPI não comporta a interpretação de que 
a ausência de destaque do valor do  frete na nota  fiscal seria causa suficiente para glosa do 
crédito  presumido  de  IPI  correlato. O  dispositivo  é  claro  no  sentido  de  que  os  serviços  de 
transporte devem ser “cobrados juntamente com o preço dos produtos referidos no caput deste 
artigo,  nas  operações  de  saída  do  estabelecimento”. A  intenção  foi  estimular  a  inclusão  do 
frete na base do IPI, conforme a exposição de motivos da MP 2.158­35/01. Nem mesmo a IN 
SRF  nº  91/01  chegou  a  restringir  o  direito  ao  crédito  presumido  da  forma  pretendida  pelo 
lançamento de ofício. A exigência de destaque do valor do frete no campo próprio das notas 
fiscais é uma interpretação equivocada, já que não consta da MP 2.158­35/01 ou do art. 134 
do RIPI ou da IN 91/01. Ao contrário, MP e RIPI exigem que os serviços de transporte sejam 
“cobrados  juntamente”  com o  preço  dos  veículos,  o  que  contraria  a  exigência  de  destaque 
prevista na regra geral constante do art. 413 do RIPI. E sobre a regra geral prevalece a regra 
especial do art. 134, § 1º, II, “b”, do RIPI. Afinal, o que é cobrado juntamente não pode, por 
definição  lógica,  ser  destacado.  Eis  a  prova  de  caráter  jurídico  que  se  soma  às  provas 
documentais e de ordem lógica que impõem o cancelamento do lançamento de ofício. 

g)  A  Lei  nº  6.729/79  disciplina  a  concessão  comercial  entre  produtores  e 
distribuidores de veículos automotores terrestres e o seu art. 13, § 2º, obriga a requerente a 
fixar  o  “preço  de  venda  aos  concessionários”  de  modo  a  preservar  “sua  uniformidade”, 
trazendo como consequência a necessidade de se estabelecer um valor de frete médio nacional 
a ser computado no preço dos veículos comercializados para toda a rede de concessionárias. 
Para  se  adequar  a  essas  exigências,  a  requerente  chegou  a  um  valor  de  “frete  médio 
nacional”,  que  foi  acrescido  ao  preço  dos  veículos  comercializados  para  todo  o  país.  É 
justamente por esse motivo que a requerente não indica o valor do frete no campo próprio de 
cada nota fiscal de saída. Se o fizer, ocorrerá uma entre duas situações possíveis: indicará o 
valor “efetivo” de frete (porque lastreado em CT) e estará descumprindo a Lei nº 6.729/79; ou 
indicará o valor de frete médio e, logo, terá uma inconsistência entre nota fiscal e CT, já que a 
nota fiscal trará, no campo próprio, um valor que não coincide com o valor de frete apontado 
no CT. Mesmo assim, de janeiro de 2014 em diante, passou a informar o valor do frete médio 
nacional  no  campo  destinado  a  “informações  complementares”  das  notas  fiscais,  deixando 
clara  a  circunstância  de  que  esse  frete médio  nacional  já  está  incluso  no  preço.  Trouxe ao 
autos documentos referentes ao mês de setembro de 2015 (notas fiscais e planilhas gerenciais) 
que  comprovam  que  os  valores  de  frete  médio  nacional,  considerados  no  custo  de  seus 
veículos, foram cobrados juntamente com o preço dos mesmos. 

h)  Faz­se  necessário  que  sejam  afastados  os  juros  de mora  sobre  o  valor  da 
multa de ofício lançada no auto de infração, por absoluta ausência de previsão legal. De fato, 
conforme o art. 161 do CTN e o art. 61 da Lei nº 9.430/1996, somente incidem juros de mora 
sobre o valor principal do tributo, como também evidencia o Acórdão nº 3403­002.367 da 3ª 
Turma Ordinária da 4ª Câmara da Terceira Seção de Julgamento do CARF. 

Fl. 56082DF  CARF  MF



Processo nº 11080.726382/2016­44 
Resolução nº  3402­001.357 

S3­C4T2 
Fl. 56.083 

 
 

 
 

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i) O volume de documentos relativos aos quatro anos e seis meses abrangidos 
pela  autuação  é  incalculável,  tornando­se  simplesmente  inviável  exigir  que  a  requerente 
apresente  todas  essas  provas  com  a  impugnação,  não  fazendo  o  menor  sentido  trazer  esse 
volume de notas fiscais, CTs, contratos e faturas comerciais aos autos, posto que os julgadores 
não  conseguirão  analisar  toda  a  documentação.  Por  outro  lado,  a  realização  de  uma 
diligência  permitirá  que  as  autoridades  fiscais,  com  o  apoio  do  assistente  técnico  da 
requerente,  examinem  e  tragam  relatórios  conclusivos  sobre  as  informações  relevantes 
contidas em todos esses documentos. Por conta disso, pleiteia a conversão do julgamento em 
diligência. Formula quesitos e indica assistente técnico. 

Ato  contínuo,  a  DRJ­BELÉM  (PA)  julgou  a  Impugnação  do  contribuinte  nos 
seguintes termos: 

Assunto:  Imposto  sobre  Produtos  Industrializados  ­  IPI  Período  de 
apuração:  01/07/2011  a  31/12/2015  PAF.  LANÇAMENTO  DE 
OFÍCIO. VÍCIO. INEXISTÊNCIA. 

Inexiste  nulidade  no  lançamento  de ofício  que se  tenha  revestido das 
formalidades previstas no art.  10 do Decreto nº 70.235/1972,  com as 
alterações da Lei  nº  8.748/1993,  e  que  exiba  os demais  requisitos  de 
validade que lhe são inerentes. 

PAF. DILIGÊNCIA. PERÍCIA. REQUISITOS. 

Faz­se incabível a realização de perícia ou diligência quando presentes 
nos autos os elementos necessários e suficientes à dissolução do litígio 
administrativo. 

IPI.  CRÉDITO  PRESUMIDO  SOBRE  FRETE.  ART.  56  DA  MP  Nº 
2.158­35/2001. 

O direito ao crédito presumido de IPI relativamente à parcela do frete 
cobrado pela prestação do serviço de transporte, previsto no art. 56 da 
Medida Provisória nº 2158­35/2001, vincula­se à comprovação de que 
houve a efetiva cobrança do frete juntamente com o preço dos produtos 
vendidos. 

JUROS  DE  MORA.  DÉBITOS  DECORRENTES  DE  TRIBUTOS. 
INCIDÊNCIA. 

Os débitos para com a União, decorrentes de tributos e contribuições 
administrados  pela  Receita  Federal  do  Brasil,  quando  não  pagos  no 
prazo, sofrerão a incidência de juros de mora calculados com base na 
taxa Selic. 

Impugnação Improcedente. 

Em  seguida,  devidamente  notificada,  a Recorrente  interpôs  o  presente  recurso 
voluntário pleiteando a reforma do acórdão da DRJ. 

Neste Recurso, a Empresa repisou os mesmos argumentos apresentados na sua 
Impugnação. 

É o relatório. 

Fl. 56083DF  CARF  MF



Processo nº 11080.726382/2016­44 
Resolução nº  3402­001.357 

S3­C4T2 
Fl. 56.084 

 
 

 
 

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Voto 

Conselheiro PEDRO SOUSA BISPO  

Trata o presente processo de lançamento fiscal de IPI do período de 01/07/2011 
a  31/12/2015  decorrente  de  glosa  de  créditos,  uma vez  que  o Contribuinte  teria  se  utilizado 
indevidamente  do  crédito  presumido  de  IPI  sobre  fretes  cobrado  pelo  transporte  de  veículos 
classificados na posição 8703, previsto no art. 56 da MP nº 2.158­35/2001. Segundo o relato 
fiscal, a General Motors Brasil, doravante denominada GMB, não teria atendido as condições 
para usufruir  do  citado  regime especial  já que não comprovou que os  fretes  foram cobrados 
juntamente com o preço dos produtos vendidos. 

O regime especial em comento foi  instituído pelo art. 56 da Medida Provisória 
nº 2158­35/2001, in verbis: 

Art.56.  Fica  instituído  regime  especial  de  apuração  do  IPI, 
relativamente à parcela do frete cobrado pela prestação do serviço de 
transporte  dos  produtos  classificados  nos  códigos  8433.53.00, 
8433.59.1,  8701.10.00,  8701.30.00,  8701.90.00,  8702.10.00  Ex  01, 
8702.90.90  Ex  01,  8703,  8704.2,  8704.3  e  87.06.00.20,  da  TIPI,  nos 
termos  e  condições  a  serem  estabelecidos  pela  Secretaria  da Receita 
Federal. 

§1o O regime especial: 

I­consistirá  de  crédito  presumido  do  IPI  em  montante  equivalente  a 
três por cento do valor do imposto destacado na nota fiscal; 

II­será concedido mediante opção e sob condição de que os serviços de 
transporte, cumulativamente: 

a)  sejam  executados  ou  contratados  exclusivamente  por 
estabelecimento industrial; 

b) sejam cobrados  juntamente com o preço dos produtos referidos no 
caput  deste  artigo,  nas  operações  de  saída  do  estabelecimento 
industrial;(Redação dada pela Lei nº 11.827, de 2008) 

c)compreendam  a  totalidade  do  trajeto,  no  País,  desde  o 
estabelecimento  industrial  até  o  local  de  entrega  do  produto  ao 
adquirente. 

(...) 

§3o Na hipótese do § 2odeste artigo, o disposto na alínea "c" do inciso 
II do § 1oalcança o trajeto, no País, desde o estabelecimento executor 
da encomenda até o local de entrega do produto ao adquirente. 

(...) 

A Secretaria da Receita Federal,  tendo em vista o disposto no  caput  do artigo 
anteriormente transcrito, regulamentou por meio da IN SRF nº91/2001 os termos e condições 
para as empresas usufruírem do regime especial, in verbis: 

Fl. 56084DF  CARF  MF



Processo nº 11080.726382/2016­44 
Resolução nº  3402­001.357 

S3­C4T2 
Fl. 56.085 

 
 

 
 

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Art.2º  A  adesão  ao  regime  especial  dar­se­á  por  opção  do 
estabelecimento  industrial  e  será  exercida  mediante  apresentação,  à 
Delegacia  da  Receita  Federal  (DRF)  ou  à  Inspetoria  da  Receita 
Federal de Classe A  (IRF­A) de  sua  jurisdição, do Termo de Adesão, 
conforme  modelo  constante  do  Anexo  Único  a  esta  Instrução 
Normativa. 

§  1º  A  opção  será  renovada  anualmente  e  aplica­se  a  todas  as 
operações  de  saída,  relativas  aos  produtos  relacionados  no  art.  1º, 
realizadas  durante  o  ano­calendário  subsequente  ao  do  exercício  da 
opção; 

§  2º  As  operações  referidas  no  §  1º  serão,  obrigatoriamente, 
conduzidas com cláusula C &amp; F; 

§  3º  O  descumprimento  das  condições  do  regime  especial  obriga  o 
contribuinte  à  restituição  do  benefício  usufruído  durante  o  ano­
calendário,  caracterizando­se  como  falta de  recolhimento  do  imposto 
sobre produtos industrializados; 

(...) 

Art.3º A base de cálculo do crédito será o valor do imposto destacado 
na respectiva nota fiscal. 

Art.4º  O  valor  do  crédito  será  informado  no  campo  "Informações 
Complementares" do Livro de Apuração do IPI, modelo 8 e deduzido 
do "Valor do IPI", com a discriminação "Crédito Instituído pelo Art. 56 
daMedida Provisória nº 2.158­35, de 2001. 

Percebe­se pela legislação transcrita e elementos presentes nos autos que não há 
controvérsia quanto ao atendimento de pelo menos duas das três condições estabelecidas no § 
1º,  inciso  II  do  MP  nº2.158­35/2001  atinente  ao  contratante  do  frete  ser  estabelecimento 
industrial  e  que  o  frete  compreenda  a  totalidade  do  trajeto  no País,  desde  o  estabelecimento 
industrial até o local de entrega do produto ao adquirente. A lide limita­se, assim, a verificar se 
a empresa atende a condição prevista no no § 1º,  inciso  II, alínea b, do MP nº2.158­35/2001 
quanto  à  comprovação  do  cômputo  do  frete  no  preço  de  venda  dos  veículos  automotores 
fabricados e comercializados pela Recorrente. 

É fato comprovado nos autos e não contestado pela Recorrente que não houve o 
destaque  em  suas  notas  fiscais  de  saída  do  valor  do  frete  correspondente  durante  o  período 
fiscalizado.  Esse  se  constituiu  no  motivo  principal  para  a  autuação  fiscal  uma  vez  que  a 
Autoridade Tributária entendeu que essa seria uma das condições fundamentais para a empresa 
usufruir do regime especial, em consonância com a legislação anteriormente citada. 

A Recorrente GMB, por  sua vez,  alega que o §  1º,  inciso  II,  alínea b,  do MP 
nº2.158­35/2001 não comporta a interpretação de que a ausência de destaque do valor do frete 
na  nota  fiscal  seria  causa  suficiente  para  glosa  do  crédito  presumido  de  IPI  correlato.  O 
dispositivo é claro no sentido de que os serviços de transporte devem ser “cobrados juntamente 
com  o  preço  dos  produtos  referidos  no  caput  deste  artigo,  nas  operações  de  saída  do 
estabelecimento”. Asseverou ainda que nem mesmo a  IN SRF nº 91/01 chegou a  restringir o 
direito  ao  crédito presumido da  forma pretendida pelo  lançamento de ofício. A exigência de 
destaque do valor do frete no campo próprio das notas fiscais é uma interpretação equivocada, 
já que não consta da MP 2.158­35/01 ou do art. 134 do RIPI ou da IN nº91/01. Afirma que o 

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Processo nº 11080.726382/2016­44 
Resolução nº  3402­001.357 

S3­C4T2 
Fl. 56.086 

 
 

 
 

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que é cobrado juntamente, não pode, por definição lógica, ser destacado. A intenção da lei foi 
estimular a inclusão do frete na base do IPI, conforme a exposição de motivos da MP 2.158­
35/01.  A  empresa  adota  o  costume  do  setor  automotivo  de  praticar  vendas  CIF  e  essa 
circunstância é prova de que cobra o frete “juntamente com o preço” dos veículos, ou, dito de 
outra forma, o frete é custo da GMB, compondo o preço final dos veículos. Supor o contrário 
implicaria  assumir  que  a  requerente  oferece  frete  grátis  a  seus  clientes,  o  que  beira  a 
ingenuidade. 

Além  da  sua  argumentação  jurídica,  a  GMB  juntou  aos  autos  relatório  de 
empresa de auditoria no qual discorre sobre a formação do preço de venda dos seus veículos 
vendidos e os respectivos custos contabilizados, especialmente quanto aos fretes sobre vendas. 
Nesse sentido, juntou também, por amostragem, exemplos dessa contabilização. 

Percebe­se  nos  autos  que,  embora  seja  fato  incontroverso  que  os  fretes  nas 
vendas  não  foram  destacados  nas  notas  fiscais  de  saídas,  a  Autoridade  Tributária  não 
apresentou  posicionamento  sobre  a  possibilidade  do  gasto  com  frete  na  venda  ter  sido 
computado no preço final do produto, conforme alega a recorrente. Ademais, a documentação 
juntada  por  amostragem  pela  Recorrente  se  mostra  insuficiente  para  análise  da  lide.  Nesse 
sentido, em homenagem ao princípio da verdade material, converto o presente julgamento em 
diligência a fim de que a unidade de origem realize os seguintes procedimentos: 

a) Intimar a empresa a apresentar documentação adicional comprobatória de que 
o  frete  foi  considerado  na  formação  do  preço  de  venda,  além  daquelas  apresentadas  na 
Impugnação e Recurso Voluntário, caso assim deseje; 

b) Intimar a empresa a informar como calcula o frete médio informado em sua 
defesa; 

c) O Auditor Fiscal deve informar se, pela documentação já  juntada aos autos, 
especialmente  quanto  ao  laudo  da  Ernest  Young,  e  aquela  por  ventura  obtida  por  meio  de 
intimação é possível inferir que o frete está inserido na formação do preço de venda. Explicar 
as conclusões tomadas; 

d)  Efetuar  quaisquer  outras  verificações  ou  juntar  documentos  que  julgar 
necessários para esclarecer a questão posta. 

e) Elaborar relatório  fiscal conclusivo detalhando os procedimentos  realizados, 
anexar todos os documentos gerados na diligência e facultar à recorrente o prazo de trinta dias 
para se pronunciar, nos termos do parágrafo único do artigo 35 do Decreto nº 7.574, de 2011. 

Concluída a diligência, os autos deverão retornar a este Colegiado para que se 
dê prosseguimento ao julgamento. 

É como voto. 

Assinatura Digital 

Pedro Sousa Bispo ­ Relator 

Fl. 56086DF  CARF  MF


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Resolvem os membros do Colegiado, por unanimidade de votos, converter o julgamento em diligência, nos termos do voto da Relatora.
(assinado digitalmente)
Waldir Navarro Bezerra - Presidente
(assinado digitalmente)
Thais De Laurentiis Galkowicz - Relatora
Participaram da sessão de julgamento os Conselheiros Maria Aparecida Martins de Paula, Diego Diniz Ribeiro, Pedro Sousa Bispo, Thais De Laurentiis Galkowicz, Vinicius Guimarães (suplente convocado em substituição ao Conselheiro Jorge Olmiro Lock Freire), Maysa de Sá Pittondo Deligne, Carlos Augusto Daniel Neto e Waldir Navarro Bezerra.

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S3­C4T2 

Fl. 9.258 

 
 

 
 

1

9.257 

S3­C4T2  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  11080.903085/2013­86 

Recurso nº             

Resolução nº  3402­001.348  –  4ª Câmara / 2ª Turma Ordinária 

Data  19 de abril de 2018 

Assunto  IPI 

Recorrente  GERDAU AÇOS ESPECIAIS S.A. 

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

Resolvem  os  membros  do  Colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  converter  o 
julgamento em diligência, nos termos do voto da Relatora. 

(assinado digitalmente) 

Waldir Navarro Bezerra ­ Presidente  

(assinado digitalmente) 

Thais De Laurentiis Galkowicz ­ Relatora  

Participaram da sessão de julgamento os Conselheiros Maria Aparecida Martins 
de Paula, Diego Diniz Ribeiro, Pedro Sousa Bispo, Thais De Laurentiis Galkowicz, Vinicius 
Guimarães  (suplente  convocado  em  substituição  ao  Conselheiro  Jorge  Olmiro  Lock  Freire), 
Maysa de Sá Pittondo Deligne, Carlos Augusto Daniel Neto e Waldir Navarro Bezerra. 

RELATÓRIO  

Trata­se  de  recurso  voluntário,  apresentado  em  razão  do  julgamento 
improcedente da manifestação de  inconformidade apresentada pela Contribuinte. Esta última, 
por  sua  vez,  guerreou  o Despacho Decisório Eletrônico  da Delegacia  da Receita  Federal  do 
Brasil,  que  não­homologou  a  compensação  declarada  por  entender  ser  inexistente  o  crédito 
utilizado nesta compensação, em decorrência de glosa de créditos considerados indevidos em 
procedimento fiscal. 

A Fiscalização esclareceu que o mencionado procedimento  fiscal,  fundador de 
auto  de  infração  (Processo  Administrativo  nº  11080.732116/2013­16),  teve  por  objeto  a 

  

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2

verificação  de  créditos  e  compensações  referentes  a  diversos  pedidos  de  ressarcimento  de 
créditos de lPI apresentados pela Contribuinte. 

Como consequência da lavratura do auto de infração, verificou­se alterações nos 
saldos da escrita fiscal, resultando no aparecimento de saldos devedores até então inexistentes 
ou na redução de saldos credores apurados pelo contribuinte, o que influenciou os valores de 
ressarcimento pleiteados. 

Por  bem  consolidar  os  fatos  ocorridos  neste  processo  até  o  julgamento  de 
primeira instância, colaciono os principais trechos do relatório do Acórdão recorrido, in verbis: 

Regularmente cientificada da homologação parcial da compensação, a 
empresa  apresentou  manifestação  de  inconformidade,  encaminhada 
pelo  órgão  de  origem  como  tempestiva,  na  qual,  em  síntese,  fez  as 
seguintes considerações: 

1.  DO  AUTO  DE  INFRAÇÃO:  O  Despacho  Decisório  ora 
“impugnado” é resultado do procedimento de fiscalização instaurado 
para a verificação da regularidade dos créditos de IPI sobre insumos 
básicos  apurados  e  informados  no  período  compreendido  entre  o  4º 
Trimestre/2008 e o 1º Trimestre/2012 (MPF nº 10.1.01.00­2013­00304­
2),  sendo  parte  requerida  por  meio  de  pedidos  de  ressarcimento  e 
compensação e parte utilizada para escrituração em conta gráfica de 
IPI,  sem  pedido  de  ressarcimento.  No  caso,  como  mencionado  pela 
Autoridade  Fiscal,  “a  fundamentação  dos  créditos  glosados 
relativamente  a  todas  as DCOMP’s  objetos  do MPF  acima  referido, 
encontra­se, detalhadamente, no Relatório de Ação Fiscal, anexado a 
estes  autos.  Pela  semelhança  dos  argumentos  de  fato  e  de  direito,  a 
Manifestante requer, antes de tudo, a reunião de todos esses processos 
acima mencionados, para que tramitem em conjunto e sejam objetos de 
um  único  julgamento,  em  atenção  ao  princípio  da  economia  e 
eficiência  processuais,  bem  como  em  atenção  ao  princípio  da 
segurança  jurídica,  a  fim  de  se  evitar  a  existência  de  decisões 
conflitantes  ou  divergentes  sobre  a  mesma  matéria  e  pressupostos 
fáticos e jurídicos. 

2. PRELIMINAR DE NULIDADE DO DESPACHO DECISÓRIO PELA 
FALTA  DE  COMPROVAÇÃO  DOS  FATOS  ALEGADOS  –
NECESSIDADE DE PERÍCIA TÉCNICA: Para fundamentar as glosas 
realizadas,  nas  planilhas  de  análise  dos  créditos,  as  Autoridades 
Fiscais realizaram o agrupamento dos materiais objetos das glosas, em 
04  (quatro)  grupos,  baseando­se  no  entendimento  de que  eles  não  se 
enquadrariam no conceito de insumos (MP, MI ou ME), tendo em vista 
a descrição feita pela empresa durante o atendimento à fiscalização e a 
sua  interpretação  sobre  os  Pareceres  Normativos  CST  nº  181/74, 
260/71 e 65/79, bem como dos dispositivos dos Regulamentos de IPI de 
2002  e  2010  (Decreto  nº  4.544/2002  e Decreto  nº  7.212/2010).  Para 
corroborar  suas  conclusões,  mencionaram  diversas  decisões 
administrativas  do  Conselho  Administrativo  de  Recursos  Fiscais 
(CARF),  Soluções  de  Consulta,  ou  seja,  diversas  fontes  documentais 
que corroboram o seu entendimento e que, no seu entendimento, seriam 
suficientes  para  justificar  as  glosas.  Além  disso,  como  dito  acima, 
informaram  ter  sido  realizada  visita  técnica  ao  estabelecimento  da 
Manifestante. Ocorre que, na referida visita, as informações solicitadas 

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3

e  esclarecimentos  feitos  não  foram  específicos  para  cada  um  dos 
materiais analisados e muito menos dos materiais objetos das glosas e 
nem poderia ser,  tendo em vista o grande número que representavam 
todos os materiais sobre os quais a Manifestante havia tomado créditos 
–  no  caso  dos  materiais  glosados, mais  de  15  (quinze) mil  itens. Ou 
seja,  por  mais  diligentes  que  as  Autoridades  Fiscais  tenham  sido, 
comparecendo ao estabelecimento da Manifestante para conhecer seu 
processo  industrial  e  a  possível  aplicação  e  forma  de  consumo  dos 
materiais  objetos  dos  creditamentos,  impossível  a  tais  profissionais 
abordar  cada  um  deles  e  deter­se  às  especificidades  da 
aplicação/função e forma de consumo de cada um deles, de forma a ter 
acuracidade  total  em  todas  as  conclusões,  sobretudo  porque,  como 
informado durante os procedimentos de  fiscalização, a especialização 
dos Ilustres Fiscais não é da área de siderurgia, uma vez que possuem 
formação nas áreas contábil e jurídica e, por isso, s. m. j, impossível se 
atingir acuracidade nas conclusões acerca do enquadramento de cada 
um dos materiais. Por  isso  é  que  o  Superior  Tribunal  de  Justiça,  em 
inúmeros julgados, já se manifestou sobre o assunto, esclarecendo que, 
em se tratando de processo que envolva a verificação da “utilização de 
material  no processo produtivo,  diante da  complexidade da atividade 
empresarial  e  por  imposição  da  efetividade  da  jurisdição,  demanda 
produção  de  prova  pericial,  nos  termos  do  art.  420,  I,  do  CPC”. 
Ademais,  ainda  que  não  fosse  considerada  como  pressuposto  ou 
fundamento  de  validade  do  lançamento  (ônus  da  própria  Autoridade 
Fiscal), como dito acima, deve­se levar em conta que a Constituição da 
República assegura às partes, no processo administrativo e/ou judicial, 
o direito à aplicação do princípio da presunção de inocência, o qual se 
corrobora pela garantia do direito à ampla defesa, ao contraditório e, 
no  caso  do  processo  administrativo  fiscal,  pelo  princípio  do 
inquisitório.  Por  tal  leitura,  a  classificação  feita  pela  empresa  deve 
prevalecer até que se prove o contrário, não podendo o Fisco partir de 
presunções, sem trazer aos autos prova suficiente para tal afirmação. 
Se  o  Fisco  não  traz  aos  autos  a  prova  necessária  (no  caso,  a  prova 
pericial),  deve  prevalecer  incólume  o  enquadramento  feito  pela 
empresa, bem como os creditamentos por ela realizados (vide excerto 
do  acórdão  de  nº.  14.303/01/2ª).  Portanto,  uma  vez  verificada  a 
eventual  dúvida  sobre  a  legitimidade  dos  creditamentos  feitos  pela 
empresa,  por  todos  os  esclarecimentos  prestados  durante  o 
atendimento  à  fiscalização,  segundo  a  consagrada  jurisprudência  do 
Superior  Tribunal  de  Justiça  acima  mencionada/retratada,  as 
Autoridades Fiscais só poderiam seguir os seguintes dois caminhos:(a) 
aplicar  a  dúvida  em  favor  da  empresa/contribuinte,  mantendo­se  o 
enquadramento por ela feito pela, na ausência de prova cabal sobre o 
não  enquadramento  dos  materiais  no  conceito  de  materiais 
intermediários;  ou  (b)  constituir  prova  pericial 
conclusiva/cabal/irrefutável,  para  que  fosse  esclarecida  de  forma 
técnica e objetiva a utilização e consumo dos materiais glosados. Como 
não  foi  seguido  nenhum  destes  caminhos  pelas  Autoridades  Fiscais, 
não  resta  outro  caminho  aos  Eminentes  Julgadores  senão  declarar 
NULO o lançamento. 

Caso, por remota hipótese, seja ultrapassada a preliminar de nulidade 
acima arguida, cumpre observar que, em síntese, as glosas realizadas e 
o  agrupamento  dos  materiais  feito  pelas  Autoridades  Fiscais,  como 
dito acima, basearam­se na restritiva interpretação acerca do conceito 

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de “insumos” e da expressão “produtos  intermediários”, reduzindo­o 
de  tal  forma a somente aceitar a possibilidade de  crédito  em  relação 
àqueles materiais que sejam integralmente consumidos no processo de 
industrialização,  em  decorrência  de  um  contato  físico  ou  uma  ação 
diretamente  exercida  sobre  o  produto  em  fabricação,  não  admitindo, 
ainda, em absoluta contradição a tal premissa, o crédito em relação a 
materiais considerados partes e peças de máquinas e equipamentos e 
materiais  refratários, mesmo  admitindo,  expressamente,  que,  no  caso 
de tais materiais, o consumo se dá no processo produtivo, com contato 
direto/físico e em razão da ação diretamente exercida pelo produto em 
fabricação  e agentes  do processo,  tais  como altíssimas  temperaturas, 
peso dos insumos e das barras de aço/produto em fabricação. 

Em  seguida  passou  a  discorrer  sobre  as  glosas  efetuadas  no 
procedimento fiscalizatório que decorreu o auto de infração, elencando 
os seguintes tópicos: 

·  DA  NÃO  CUMULATIVIDADE  DO  IPI  NA  CONSTITUIÇÃO  DE 
1988  –  DIREITO  AMPLO  E  IRRESTRITO  AO  CRÉDITO  DO 
IMPOSTO; 

·  CONFORMAÇÃO  DO  CONCEITO  DE  MATERIAIS 
INTERMEDIÁRIOS E DA ADEQUAÇÃO DOS MATERIAIS OBJETOS 
DAS GLOSAS A ESTE CONCEITO; 

·  MATERIAIS REFRATÁRIOS; 

·  DOCUMENTOS  COMPROBATÓRIOS  DO  ENQUADRAMENTO 
DOS  MATERIAIS  NO  CONCEITO  DE  MATERIAIS 
INTERMEDIÁRIOS; 

·  PERÍCIA. 

Por  fim,  requereu  o  recebimento  da  presente  Manifestação  de 
Inconformidade,  mantendo­se  a  exigibilidade  do  crédito  tributário 
suspensa até decisão final do processo: 

a.  em  preliminar,  o  reconhecimento  e  declaração  de  nulidade  do 
Despacho Decisório, pelos motivos acima informados; 

b. no mérito, que seja reformado o Despacho Decisório e reconhecidos 
todos os créditos e homologa a compensação realizada; 

c.  alternativamente,  caso  ainda  restem  dúvidas  sobre  a  natureza  e 
aplicação dos bens envolvidos na glosa, que seja deferida a produção 
da prova pericial para a comprovação de sua natureza e aplicação no 
processo  ou  atividade  produtiva  da  Manifestante,  tendo  em  vista  os 
quesitos acima indicados; 

d.  protesto  por  outros  meios  de  prova  em  direito  admitidos,  como  a 
documental e a prestação de esclarecimentos e formulação de quesitos 
suplementares de perícia que se fizerem necessários. 

Sobreveio  então  o Acórdão  da  8ª Turma da DRJ/RPO,  negando provimento  à 
impugnação da Contribuinte, cuja ementa foi lavrada nos seguintes termos: 

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ASSUNTO:  IMPOSTO  SOBRE  PRODUTOS  INDUSTRIALIZADOS  ­ 
IPI  

Ano­calendário: 2010  

RESSARCIMENTO.  SALDO  CREDOR.  REDUÇÃO. 
PROCEDIMENTO FISCAL. 

Tendo o saldo credor de IPI do trimestre sido reduzido em decorrência 
de procedimento fiscal, é este (novo) saldo que deve ser usado para a 
compensação dos débitos apresentados em Dcomp. 

Enfim, irresignada com o teor do Acórdão da DRJ, a Contribuinte recorre a este 
Conselho,  repisando os  argumentos  expostos  em  sua  impugnação  ao  lançamento  tributário  e 
alfim apresentando os seguintes pedidos: 

a) preliminarmente seja deferido o julgamento em conjunto do presente 
processo com os autos do processo nº 11080.732216/2013­16;  

b)  em  preliminar,  seja  reconhecida  a  nulidade  do  Auto  de  Infração, 
tendo  em  vista  que  este  foi  pautado  em  presunção  em  detrimento  da 
verdade  dos  fatos  consoante  restou  acima  demonstrado,  já  que  não 
houve pela fiscalização análise detida dos itens glosados, deixando de 
motivar a autuação, cerceando desta  forma o direito da Recorrente à 
ampla defesa e ao contraditório;  

c)  quanto  ao  mérito,  a  Recorrente  requer  que  seja  julgado 
improcedente  o  auto  de  infração,  tendo  em  vista  a  demonstração 
inequívoca  de  que  os  itens  glosados  se  consomem  diretamente  no 
processo produtivo da Recorrente, sendo portanto,  insumos, os quais, 
são  passíveis  de  apropriação  de  créditos  de  IPI,  nos  termos  do  que 
restou  exaustivamente  demonstrado  pela  Recorrente,  inclusive  com  a 
juntada de laudo IPT;  

d)  alternativamente,  caso  ainda  restem  dúvidas  sobre  a  natureza  e 
aplicação dos bens envolvidos na glosa, que seja deferida a produção 
da prova pericial para a comprovação de sua natureza e aplicação no 
processo  ou  atividade  produtiva  da  Recorrente,  tendo  em  vista  os 
quesitos acima indicados;  

e) caso seja mantido, no todo ou em parte o lançamento, a Recorrente 
requer  ao  menos  que  este  Egrégio  Conselho  determine  a  não 
incidência de juros sobre a multa, nos termos acima mencionados;  

f) por  fim, protesta por  todos os meios de prova em direito admitidos 
que  se  fizerem  necessários,  como  a  documental  e  a  prestação  de 
esclarecimentos e formulação de quesitos suplementares de perícia que 
se fizerem necessários.  

O julgamento do recurso voluntário foi a mim incumbido haja vista que a esta 
Relatora havia  sido distribuído o Processo de n.  11080.732116/2013­16  (auto de  infração de 
IPI,  aos  anos­calendário  2008,  2009,  2010,  2011  e  2012).  Assim,  por  força  da  relação  de 
conexão com nove processos decorrentes de pedidos de ressarcimento do mesmo imposto, nos 
trimestres  dos  mesmos  anos,  os  demais  processos  (11080.903083/2013­97, 
11080.903084/2013­31, 11080.903085/2013­86, 11080.903086/2013­21, 11080.903087/2013­

Fl. 9262DF  CARF  MF



Processo nº 11080.903085/2013­86 
Resolução nº  3402­001.348 

S3­C4T2 
Fl. 9.263 

 
 

 
 

6

75,  11080.903088/2013­10,  11080.903089/2013­64,  11080.903090/2013­99  e 
11080.903091/2013­33) foram direcionados para apreciação conjunta.  

É o relatório.  

 

RESOLUÇÃO  

Conselheira Thais de Laurentiis Galkowicz, Relatora 

O  recurso  voluntário  é  tempestivo,  com  base  no  que  dispõe  o  artigo  33  do 
Decreto  70.235,  de  06  de  março  de  1972,  bem  como  atende  as  demais  condições  de 
admissibilidade, razão pela qual dele tomo conhecimento.  

Entretanto, ainda não é possível o julgamento do mérito do caso. Explico. 

Como se depreende do relato acima, o resultado do presente processo decorre da 
manutenção ou não do auto de infração que apurou novo saldo credor/devedor para o período 
em análise. 

Observe­se  que  o  auto  de  infração  está  sendo  julgado  nesta  mesma  sessão, 
dando  azo  à  resolução  para  a  conversão  do  processo  em  diligência,  cujos  termos  a  seguir 
transcritos aplicam­se integralmente ao presente caso. 

Com relação ao cerne do presente caso, cumpre destacar qual foi o pressuposto 
em que se embasou o trabalho da Autoridade lançadora no Processo n. 11080.732116/2013­16 
(auto de infração), mediante o seguinte trecho do relatório de fiscalização: 

 

  

Ou  seja,  foi  o  fato  de  determinados  produtos  serem  qualificados  como 
"componentes maquinários e instalações do estabelecimento" que motivou a glosa dos créditos 
de  IPI;  e  não  a  questão  do  contato  físico  desses  elementos  com  o  produtos  siderúrgicos  em 
industrialização (fio máquina e barras laminadas).  

Ademais,  como  visto  no  relato  acima,  as  glosas,  foram  reunidas  pela 
Fiscalização nos seguintes grupos, "para melhor embasamento legal" (fls 8119) 1: 

                                                           
1 Os números das folhas do e­processo referem­se ao auto de infração. 

Fl. 9263DF  CARF  MF



Processo nº 11080.903085/2013­86 
Resolução nº  3402­001.348 

S3­C4T2 
Fl. 9.264 

 
 

 
 

7

1­ Aquisições de mercadorias não enquadradas no conceito MP, PI ou 
ME  conforme  art.  164,  I  e  art.  226,  I  do  RIPI/2002  e  art.  226,  I  do 
RIPI/2010; 

2­ Aquisição de ferramentas (pareceres CST 181/74, 260/71); 

3­ Aquisição de Partes e Peças (pareceres CST 181/74, 260/71); 

4­ Aquisição de Refratários; 

Lembremos a legislação a respeito do assunto. 

O  artigo  82,  inciso  I,  do  Regulamento  do  Imposto  sobre  Produtos 
Industrializados, aprovado pelo Decreto n°87.981, de 1982 (RIPI/82), determinava que:  

Art. 82. Os estabelecimentos industriais, e os que lhes são equiparados, 
poderão creditar­se (Lei n°4,502, de 1964, art, 25); 

I  ­  do  imposto  relativo  a matérias­primas,  produtos  intermediários  e 
material de embalagem, adquiridos para emprego na industrialização 
de  produtos  tributados,  exceto  os  de  ai/quota  zero  e  os  isentos, 
incluindo­se,  entre  as  matérias­primas  e  produtos  intermediários, 
aqueles  que,  embora  não  se  integrando  ao  novo  produto,  forem 
consumidos  no  processo  de  industrialização,  salvo  se  compreendidos 
entre os bens do ativo permanente. 

Com relação ao direito ao crédito básico de IPI, regulado pelo citado artigo 82 
do  RIPI/82  (e  suas  reedições),  foi  bem  observado  pelo  Conselheiro  José  Fernandes  do 
Nascimento no Acórdão 3102.001.8672: 

(...)  Verifica­se  que,  além  do  material  de  embalagem,  há  duas 
modalidades distintas de matéria­prima e o produto intermediário que 
geram direito ao crédito básico do IPI, a saber: a) a matéria­prima e o 
produto intermediário que  integram o novo produto fabricado; e b) a 
matéria­prima e o produto intermediário que, embora não compondo o 
produto  industrializado,  sejam  consumidos  no  processo  de  produção. 
Na  primeira modalidade,  a  matéria­prima  e  o  produto  intermediário 
são  considerados  insumos  industriais  stricto  sensu,  enquanto  na 
segunda  são  insumos  industriais  em  sentido  lato,  neste  caso, 
compreendendo  quaisquer  bens  que,  embora  não  se  integrando  ao 
novo  produto,  são  consumidos  no  processo  produtivo,  salvo  os 
contabilizados no ativo permanente. 

                                                           
2Ementa(s)  
Assunto: Imposto sobre Produtos Industrializados ­ IPI 
Período de apuração: 01/07/2006 a 30/09/2006 
IPI.  CRÉDITO  BÁSICO.  MATERIAL  CONSUMIDO  NO  PROCESSO  PRODUTIVO.  FERRAMENTAS 
INTERMUTÁVEIS. INSUMO EM SENTIDO AMPLO. DIREITO DE CRÉDITO. CABIMENTO. 
1. É considerado insumo industrial, para fins de apuração de crédito básico do IPI, o material não contabilizado do 
ativo permanente que, embora não integrando o novo produto, for consumido, desgastado ou alterado no processo 
de industrialização, em função de ação direta (contato físico) do insumo sobre o produto em fabricação, ou deste 
sobre aquele. 
2. As  “brocas,  lixas,  pastilhas  e demais  ferramentas  intercambiáveis”,  utilizadas  no processo  de produção, para 
efeito da legislação do IPI, enquadram­se no conceito de insumos (matérias­primas e produtos intermediários em 
sentido amplo) e asseguram o crédito do Imposto pago na aquisição. 
Recurso Voluntário Provido. 

Fl. 9264DF  CARF  MF



Processo nº 11080.903085/2013­86 
Resolução nº  3402­001.348 

S3­C4T2 
Fl. 9.265 

 
 

 
 

8

Nesse sentido  ­ e  restando ressalvado o entendimento posterior a ser proferido 
por  este  Colegiado  no  julgamento  do  processo  ­  não  seria  possível  o  creditamento  pelas 
aquisições  de  produtos  intermediários  que  só  indiretamente  façam  parte  da  industrialização 
(e.g. lubrificantes para máquinas; parafusos de máquinas, etc). De outro lado, dariam direito ao 
crédito as aquisições de produtos intermediários que diretamente exerçam ação sobre o produto 
industrializado, ou diretamente sofram ação do produto, desgastando­se ou consumindo­se.  

Pois  bem.  Recorrente  apresenta  em  sua  defesa  elementos  que  possibilitam 
justamente  essa  análise,  uma  vez  que  explana  suas  atividades  (fls  8787  e  seguintes), 
descrevendo  suas  quatro  áreas  produtivas,  quais  sejam:  aciaria;  laminações;  forjaria  e 
transformação mecânica. Igualmente apresenta laudos do Instituto de Pesquisas Tecnológicas ­ 
IPT  (Pareceres  6358  e  6161)  a  respeito  do  consumo  dos  bens  nessas  respectivas  áreas. 
Finalmente, apresenta planilha (arquivo não paginável), na qual relaciona todas as informações 
sobre cada item que foi objeto de glosa (nº Nota Fiscal; Data de Entrada; Mês; Ano; Descrição 
Produto; Motivo da glosa apontada pelo Fisco; Valor do  Imposto; CFOP; CNPJ Fornecedor; 
Código  do  Produto; Descrição Resumida; Aplicação/Função  no  processo  Industrial;  Contato 
direto com o produto; Altas temperaturas e processo agressivo; Área Industrial; Tempo de vida 
útil ­médio; Prazo de consumo; Pago/Defesa; Laudo IPT).  

Saliento  que,  conforme  a Tabela  comparativa  apresentada pela Recorrente  (de 
34.877 linhas, ou seja, 34.877 itens com todas as informações citadas acima), uma enormidade 
das  glosas  aqui  discutidas  não  estão mais  compondo  a  lide,  porque  a Recorrente  concordou 
com a autuação e efetuou os respectivos recolhimentos de IPI.  

De outro  lado,  existem na Tabela  comparativa  ferramentas que,  embora  sejam 
consideradas  como  "SIM"  em  relação  à  coluna  "contato  direto  com  o  produto",  a  descrição 
desse  contato  ("aplicação/função  no  processo  industrial")  nada  diz  respeito  com  os  produtos 
industrializados  em  questão,  além  de  tais  itens  não  constarem  do  Parecer  do  IPT.  Como 
exemplo  cito  a  TALHADEIRA  REF  GEDORE  352HS22  C/EMPUNH,  cuja  descrição  é 
"Material  intermediário  utilizado  para  romper  elementos  de  alvenaria  e  sofre  desgaste  no 
desempenho desta função."  

Ainda, a Recorrente coloca em diversos itens que realmente não existe o contato 
direto da ferramenta com o produto industrializado. 

Entretanto, com relação a outros itens, a Recorrente coloca que a relação entre 
as  ferramentas  e  o  produto  final  é  imediata,  ou  seja,  as  ferramentas  são  consumidas  pelo 
contato direto com o produto em fabricação.  

Tendo a Recorrente trazido aos autos vasto conjunto probatório sobre o direito 
que pleiteia, porém ainda não suficientemente lapidado para o deslinde da questão, não cabe ao 
julgador desconsiderar o direito da parte, mas  sim permitir  que o processo  seja devidamente 
trabalhado, já que as premissas utilizadas pela Fiscalização e pela DRJ são divergentes das aqui 
adotadas. Daí sim será possível, com precisão, julgar ser ou não devida a exação cobrada por 
meio do presente auto de infração. 

Dessarte, havendo indícios contundentes sobre o direito da Recorrente, entendo 
que o julgamento deste processo deve ser convertido em diligência, com base no artigo 18 do 
Decreto 70.235/72, para a repartição fiscal de origem, a fim de que: 

Fl. 9265DF  CARF  MF



Processo nº 11080.903085/2013­86 
Resolução nº  3402­001.348 

S3­C4T2 
Fl. 9.266 

 
 

 
 

9

i)  intime  a  Recorrente  para  apresentar,  com  base  nos  elementos  constantes 
nesses  autos,  bem  como  de  eventuais  novas  informações,  um  laudo  técnico  conclusivo  que 
possibilite identificar cada parte, peça ou ferramenta que se consome em contato direto com o 
produto industrializado (e não com o ambiente agressivo da indústria), para fins de uma análise 
jurídica deste Colegiado quanto ao respectivo crédito básico do IPI; 

ii)  o  referido  laudo  (tópico  i)  deverá  ser  elaborado  acompanhado  de  uma 
planilha que segregue todos os produtos intermediários em sentido lato, ou seja que, embora 
não  integrando o novo produto,  forem consumidos,  desgastados ou  alterados no processo de 
industrialização,  em  função  de  ação  direta  (contato  físico)  do  insumo  sobre  o  produto  em 
fabricação, ou deste sobre aquele; 

iii) a referida planilha (tópico  ii) deverá ser elaborada de acordo com os quatro 
grupos de glosas perpetrados pela fiscalização (1­ Aquisições de mercadorias não enquadradas 
no  conceito MP, PI ou ME; 2­ Aquisição de  ferramentas;  3­ Aquisição  de Partes  e Peças;4­ 
Aquisição de Refratários); 

iv)  apresentado  o  laudo  com  a  respectiva  planilha,  conforme  os  termos  acima 
(tópicos i a iii), a própria Fiscalização elabore parecer conclusivo acerca do seu conteúdo à luz 
das considerações trazidas nessa Resolução sobre os produtos intermediários em sentido lato, 
bem  trazendo  eventuais  outras  informações  que  entender  relevantes  para  o  deslinde  do 
julgamento; 

v) ato contínuo, dê ciência desse parecer à Procuradoria da Fazenda Nacional e à 
Recorrente, abrindo­lhes o prazo regulamentar para manifestação, e; vi) finalmente, devolva o 
processo para esta 3ª TO/4ª C/2ª T/CARF, para prosseguimento do julgamento. 

(assinado digitalmente) 

Thais De Laurentiis Galkowicz  

 

Fl. 9266DF  CARF  MF


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Período de apuração: 11/12/2003 a 11/09/2006
DRAWBACK SUSPENSÃO. REGISTRO DE EXPORTAÇÃO. ENQUADRAMENTO DA OPERAÇÃO. NECESSIDADE.
Não basta que o sujeito passivo, beneficiário do regime de drawback na modalidade suspensão, comprove que exportações efetivamente ocorreram, mas também que elas estejam declaradas em consonância com as normas complementares editadas pela Secex e pela Receita Federal.
Conforme determinado nas Portarias da Secex, para fins de comprovação do adimplemento do regime de Drawback Suspensão, somente pode ser aceito Registro de Exportação (RE) contendo o código de enquadramento adequado para esse regime, bem como as demais informações relativas aos "dados do fabricante".
Recurso Voluntário negado
Crédito Tributário mantido

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Acordam os membros do Colegiado, por unanimidade de votos, em negar provimento ao Recurso Voluntário. O Conselheiro Diego Diniz Ribeiro declarou-se impedido, sendo substituído pelo Conselheiro suplente Rodolfo Tsuboi.
(assinado digitalmente)
Waldir Navarro Bezerra  - Presidente
(assinado digitalmente)
Maria Aparecida Martins de Paula - Relatora
Participaram do presente julgamento os Conselheiros: Waldir Navarro Bezerra, Rodolfo Tsuboi (Suplente), Maria Aparecida Martins de Paula, Thais De Laurentiis Galkowicz, Pedro Sousa Bispo, Maysa de Sá Pittondo Deligne, Vinícius Guimarães (Suplente convocado) e Carlos Augusto Daniel Neto. Ausente justificadamente o Conselheiro Jorge Olmiro Lock Freire, que foi substituído pelo Suplente convocado Vinícius Guimarães.

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S3­C4T2 

Fl. 1.988 

 
 

 
 

1

1.987 

S3­C4T2  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  10314.007810/2008­72 

Recurso nº               Voluntário 

Acórdão nº  3402­005.135  –  4ª Câmara / 2ª Turma Ordinária  

Sessão de  17 de abril de 2018 

Matéria  DRAWBACK 

Recorrente  DU PONT DO BRASIL S/A 

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

ASSUNTO: REGIMES ADUANEIROS 

Período de apuração: 11/12/2003 a 11/09/2006 

DRAWBACK  SUSPENSÃO.  REGISTRO  DE  EXPORTAÇÃO. 
ENQUADRAMENTO DA OPERAÇÃO. NECESSIDADE. 

Não  basta  que  o  sujeito  passivo,  beneficiário  do  regime  de  drawback  na 
modalidade  suspensão,  comprove  que  exportações  efetivamente  ocorreram, 
mas  também  que  elas  estejam  declaradas  em  consonância  com  as  normas 
complementares editadas pela Secex e pela Receita Federal. 

Conforme determinado nas Portarias da Secex, para fins de comprovação do 
adimplemento do  regime de Drawback Suspensão,  somente pode ser aceito 
Registro de Exportação (RE) contendo o código de enquadramento adequado 
para esse regime, bem como as demais  informações relativas aos "dados do 
fabricante". 

Recurso Voluntário negado 

Crédito Tributário mantido 

 
 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

Acordam  os  membros  do  Colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em  negar 
provimento ao Recurso Voluntário. O Conselheiro Diego Diniz Ribeiro declarou­se impedido, 
sendo substituído pelo Conselheiro suplente Rodolfo Tsuboi. 

(assinado digitalmente) 

Waldir Navarro Bezerra  ­ Presidente 

(assinado digitalmente) 

Maria Aparecida Martins de Paula ­ Relatora 

  

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10
31

4.
00

78
10

/2
00

8-
72

Fl. 1988DF  CARF  MF




 

  2

Participaram  do  presente  julgamento  os  Conselheiros:  Waldir  Navarro 
Bezerra, Rodolfo Tsuboi  (Suplente), Maria Aparecida Martins de Paula, Thais De Laurentiis 
Galkowicz, Pedro Sousa Bispo, Maysa de Sá Pittondo Deligne, Vinícius Guimarães (Suplente 
convocado)  e  Carlos  Augusto  Daniel  Neto.  Ausente  justificadamente  o  Conselheiro  Jorge 
Olmiro Lock Freire, que foi substituído pelo Suplente convocado Vinícius Guimarães. 

Relatório 

Trata­se de  recurso  voluntário  contra  decisão  da Delegacia de  Julgamento 
em Florianópolis que  julgou  improcedente  a  impugnação  da  contribuinte,  conforme  ementa 
abaixo: 

ASSUNTO: OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS  

Período de apuração: 11/12/2003 a 11/09/2006 

 DRAWBACK. LEGISLAÇÃO. DESCUMPRIMENTO. 

Constatado  que,  por  ocasião  da  exportação,  o  beneficiário 
descumpriu  a  legislação  referente  ao  Regime  Aduaneiro 
Especial de Drawback, modalidade Suspensão, não  fazendo  jus 
ao  benefício  fiscal  relativo  à  suspensão  do  pagamento  dos 
tributos sobre a importação, devem ser cobrados os tributos que 
deixaram de ser recolhidos. 

Impugnação Improcedente  

Crédito Tributário Mantido  

Versa o processo sobre a exigência de Imposto sobre a  Importação (II),  IPI, 
Cofins­importação,  PIS/Pasep­importação,  juros  de  mora  e  multas  de  ofício,  no  valor  de 
R$595.354,42, em face do descumprimento das obrigações assumidas por ocasião da aplicação 
do regime aduaneiro especial de drawback. 

A  contribuinte,  amparada  pelos  Atos  Concessórios  n°  20030090733, 
20040004287  e  20050206451  sob  o  regime  de  Drawback  Intermediário  na  modalidade 
suspensão,  importou  mercadorias  (filmes  de  poliéster  de  diversos  modelos)  utilizadas  na 
fabricação  de  produtos  a  serem  exportados  por  terceiros  (motores),  no  caso,  a  empresa 
TECUMSEH DO BRASIL LTDA, de CNPJ nº 45.361.425/0001­64. 

Da análise dos registros de exportação (RE’s) restou constatado que 214 itens 
neles  inseridos  não  haviam  sido  registrados  com  o  enquadramento  da  operação  como 
vinculados ao regime aduaneiro especial de drawback suspensão (intermediário), mas sim com 
os  seguintes  enquadramentos:  80000  ­  Exportação  Normal;  80102  ­  Exportação  em 
consignação exceto COD. 80114; 80116 ­ SGP ­ Sistema Geral de Preferência; 81501 Proex/ 
Equalização  (Banco  do  Brasil);  e  99199  Outras  exportações  s/  cobertura  sem  retorno  não 
enquadradas em outros códigos. Assim, a fiscalização não aceitou, para fins de comprovação 
do  adimplemento  dos  respectivos  atos  concessórios,  tais  registros  de  exportação,  dado  que 
contrariam o disposto na legislação que rege a matéria. 

A interessada apresentou impugnação, alegando, em síntese, que:  

a) Não existiu a figura do desvio de finalidade, tendo sido apenas detectado que, das 
operações de exportação promovidas pelo exportador, 199 RE (214 itens) apresentaram supostos erros 
formais. Houve exportação, contrato de câmbio e a respectiva liquidação ao contrato de câmbio. 

b) No campo 24 de cada um dos registros de exportação verifica­se que efetivamente 
houve a vinculação ao ato concessório.  

Fl. 1989DF  CARF  MF



Processo nº 10314.007810/2008­72 
Acórdão n.º 3402­005.135 

S3­C4T2 
Fl. 1.989 

 
 

 
 

3

c)  Não  houve  dolo  ou  má­fé,  há  que  ser  aplicado  o  princípio  da  razoabilidade  e 
proporcionalidade (pena mais adequada ao erro formal); 

d) Houve a efetiva exportação dos equipamentos exportados em consignação. Tais 
operações se transformaram em efetiva venda e a liquidação dos respectivos contratos de câmbio por si 
só  comprovam o  fechamento  da  operação  de  venda. Tendo o mesmo ocorrido  com os  equipamentos 
exportados pelo Sistema Geral de Preferência ou financiadas pelo PROEX, bem como em relação às 
operações sem cobertura cambial/outros (houve a transformação em exportação definitiva. 

O julgador de primeira instância não acatou as alegações da impugnante, em 
síntese, sob os seguintes fundamentos: 

­ A Portaria SECEX n° 14/04 em seu  artigo 164 estabeleceu  seu  alcance aos  atos 
concessórios em análise (emitidos em 17/09/2003, 03/02/2004 e 28/07/2005), dado que são posteriores 
a 31/10/01.  

­ A Portaria SECEX n° 14/04 trouxe comandos que devem ser respeitados para que 
se possa aferir adequadamente o correto usufruto do benefício concedido. É obrigatória a vinculação do 
RE ao Ato Concessório de Drawback, modalidade suspensão. Somente será aceito para comprovação 
do Regime, modalidade suspensão, RE contendo, no campo 2­a, o código de enquadramento constante 
da  Tabela  de  Enquadramento  da  Operação  do  SISCOMEX­Exportação,  bem  como  as  informações 
exigidas no campo 24 (dados do fabricante). 

­  Como  se  observa  dos  documentos  acostados  aos  autos  (cópias  dos  registros  de 
exportação, fls. 270 a 299) o exportador (Empresa TECUMSEH DO BRASIL LTDA.) utilizou códigos 
de  enquadramento  diversos  daquele  prescrito  para  o  regime  aduaneiro  especial  de  drawback 
intermediário modalidade suspensão (81103 ­ DRAWBACK SUSPENSAO INTERMEDIÁRIO). 

­ O exportador modificou as informações originais dos registros de exportação após 
a  saída  das  mercadorias  do  País  (averbação  dos  registros)  –  é  o  que  se  depreende  das  cópias  dos 
registros  de  exportação  anexados  pela  impugnante  (Exemplificando:  registro  de  exportação 
03/1529934­001,  fl.  808,  no  campo  26  “MENSAGENS  DE  PENDÊNCIA”  existem  dois  alertas  – 
“ALTERACAO OBSERVACAO EXPORTADOR APOS AVERBACAO” e “ALTERACAO DADOS 
DO  FABRICANTE  APOS  AVERBACAO”).  Os  registros  modificados  após  o  embarque  das 
mercadorias levam a crer que as modificações foram promovidas numa tentativa de ajustar os registros 
ao ato concessório, o que é de se ter por incabível. 

Cientificada em 04/12/2015, a  interessada apresentou recurso voluntário em 
18/12/2015, alegando, em síntese, que: 

­  Há  nulidade  no  acórdão  recorrido,  na  medida  em  que  o  julgador  deixou  de  se 
pronunciar  quantos  aos  elementos  de  prova  que  atestam  a  exportação  dos  itens  (compressores 
magnéticos  destinados  ao  segmento  de  refrigeração)  em  relação  aos  quais  as matérias­primas  foram 
aplicadas  (filmes  de  poliéster).  Também  há  nulidade  no  acórdão  recorrido  por  inovação  nos 
fundamentos da autuação, vez que a vinculação física nunca foi questionada pela fiscalização. 

­ Em respeito a cada código  indevido, a Recorrente demonstrou individualmente o 
adimplemento irrestrito dos Atos Concessórios: 

a)  RE's  sob  o  código  80102  ­  exportação  em  consignação:  com  fundamento  de 
validade no art. 121 da Portaria Secex 36/07, as provas de liquidação do câmbio representam elementos 
inequívocos de houve uma efetiva venda ao exterior, devendo tais operações ser consideradas para fins 
de confirmação do adimplemento do regime. 

b)  RE's  sob  o  código  80116  ­  Sistema  Geral  de  Preferências:  pelas  provas  de 
fechamento de câmbio juntadas fácil concluir que o preço foi praticado de forma usual e comum, sem 
qualquer redução, de forma que é incabível a glosa efetuada pela fiscalização. 

Fl. 1990DF  CARF  MF



 

  4

c)  RE's  sob  o  código  81501  ­  Proex/Equalização:  em  que  pese  a  modalidade  de 
financiamento,  o  preço  de  venda  ao  exterior  foi  integralmente  recebido  pela  Tecumseh,  como 
comprovam as liquidações de câmbio. 

d)  RE's  sob  o  código  99199  ­  outras  exportações  s/  cobertura  sem  retorno:  as 
liquidações  de  câmbio  (fls.  800/1979)  não  deixam  margem  para  dúvidas  de  que  houve  a  efetiva 
exportação,  com  o  recebimento  integral  do  preço  pela  Tecumseh,  cumprindo­se,  assim,  os 
compromissos assumidos quando da concessão dos Atos Concessórios nºs 20040004287, 20030090733 
e 20050206451. 

­  Uma  vez  comprovado  que  a  matéria­prima  importada  foi  aplicada  na 
industrialização de compressores magnéticos destinados ao segmento de refrigeração, cujos itens foram 
efetivamente exportados, gerando entrada de divisas à nação, não há como se imputar qualquer espécie 
de descumprimento quanto às obrigações assumidas nos referidos Atos Concessórios. 

­  A  recorrente  fez  prova  de  todos  os  elementos  que  envolveram  as  exportações 
efetivamente  consumadas  pela  Tecumseh,  os  quais  ratificam  a  pertinência  cronológica  dos  eventos 
ocorridos,  inclusive  reforçado  pelos  Laudos  Técnicos  juntados,  não  havendo  como  se  questionar  a 
efetiva  vinculação  física  dos  itens  importados  às  exportações  refletidas  nos Registros  de Exportação 
comprovados no processo. 

­  Independentemente das modificações  dos RE's,  que,  inclusive,  são  de  aprovação 
automática  pelo  sistema,  o  fato  é  que  os  elementos  constantes  dos  registros  originais,  a  exemplo  da 
NCM e a descrição dos dados da operação, já possibilitavam identificar a efetiva exportação dos itens 
em relação aos quais as matérias­primas importadas pela Recorrente foram aplicadas. 

­ Não há  o menor  sentido  em  relativizar  a  eficácia das  alterações  feitas  nos RE's, 
efetivamente  acatadas  pelo  Siscomex,  para  afastar  o  reconhecimento  da  vinculação  física  dos  itens 
exportados.  O  julgador  da  DRJ  simplesmente  abstrai  que  as  alterações  promovidas  nos  RE  foram 
providenciadas antes de qualquer expediente de fiscalização, não havendo, assim, motivos para que não 
fossem acatadas. 

É o relatório. 

Voto            

Conselheira Maria Aparecida Martins de Paula, Relatora 

Atendidos  aos  requisitos  de  admissibilidade,  toma­se  conhecimento  do 
recurso voluntário. 

Não  assiste  razão  à  recorrente  na  preliminar  de  nulidade  do  acórdão 
recorrido.  

Não houve omissão do julgador em não analisar os elementos de prova que 
eventualmente atestariam a exportação dos bens. Ocorreu que, tendo em vista que o exportador 
(Tecumseh) utilizou códigos de enquadramento diversos do prescrito (81103 ­ DRAWBACK 
SUSPENSAO INTERMEDIÁRIO),  tais exportações não poderiam ser consideradas para fins 
de  adimplemento  do  regime,  tornando­se  desnecessária,  à  aquele  julgador,  a  análise  dos 
documentos acerca da efetiva exportação dos bens.  

Nesse sentido, o  julgador a quo  também não questionou a vinculação física 
específica dos produtos exportados às importações, pois não chegou a analisar o mérito dessas 
exportações em face da ausência do código adequado. 

Fl. 1991DF  CARF  MF



Processo nº 10314.007810/2008­72 
Acórdão n.º 3402­005.135 

S3­C4T2 
Fl. 1.990 

 
 

 
 

5

Com relação à impossibilidade de retificação do Registro de Exportação para 
a  inserção  do  Ato  Concessório,  observa­se  que  tal  matéria  não  havia  sido  aventada  pela 
fiscalização  no Relatório Fiscal  em  caráter  específico  para  as  exportações  sob  análise,  razão 
pela  qual  a  argumentação  adicional  proferida  nesse  sentido  pelo  julgador  a  quo  é  de  ser 
considerada mero obiter dictum. 

A  controvérsia  limita­se  à  possibilidade  de  se  considerar,  para  fins  de 
adimplemento do regime de drawback suspensão intermediário, as exportações realizadas sob 
outros códigos de enquadramento diversos daquele exigível para essa modalidade de regime. 
Há  que  se  esclarecer  que  esses  códigos  equivocados  não  foram  objeto  de  alteração  nos 
Registros de Exportação (RE). 

As Portarias Secex abaixo, que se sucederam no tempo sem alterar a matéria, 
não  deixam  dúvidas  acerca  da  obrigatoriedade  de  informação  do  código  de  enquadramento 
correto  da  operação  no  RE  para  que  a  exportação  seja  aceita  para  fins  de  comprovação  do 
adimplemento do drawback suspensão: 

PORTARIA SECEX N° 11, DE 25 DE AGOSTO DE 2004: 
ANEXO V  
EXPORTAÇÃO VINCULADA AO REGIME DE DRAWBACK  
1.  As  exportações  vinculadas  ao  Regime  de  Drawback  estão 
sujeitas às normas gerais em vigor para o produto, inclusive no 
tocante ao tratamento administrativo aplicável. 
2. Um mesmo RE não poderá ser utilizado para comprovação de 
Atos  Concessórios  de  Drawback  distintos  de  uma  mesma 
beneficiária. 
3.  É  obrigatória  a  vinculação  do  RE  ao  Ato  Concessório  de 
Drawback, modalidade suspensão. 
4.  Somente  será  aceito  para  comprovação  do  Regime, 
modalidade suspensão, RE contendo, no campo 2­ a, o código 
de enquadramento constante da Tabela de Enquadramento da 
Operação  do  SISCOMEX  Exportação,  bem  como  as 
informações exigidas no campo 24 (dados do fabricante). 
(...) 
 
PORTARIA Nº 14, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2004 
(Publicada no DOU de 23/11/2004) 
(...) 
ANEXO  “G”  EXPORTAÇÃO  VINCULADA  AO  REGIME  DE 
DRAWBACK  
4.  Somente  será  aceito  para  comprovação  do  Regime, 
modalidade suspensão, RE contendo, no campo 2­a, o código de 
enquadramento  constante  da  Tabela  de  Enquadramento  da 
Operação do SISCOMEX­Exportação, bem como as informações 
exigidas no campo 24 (dados do fabricante). 
(...) 
 
PORTARIA Nº 35, DE 24 NOVEMBRO DE 2006 
(Publicada no DOU de 28/11/2006) 
(...) 
ANEXO “F”  
EXPORTAÇÃO VINCULADA AO REGIME DE DRAWBACK  
(...) 
4.  Somente  será  aceito  para  comprovação  do  Regime, 
modalidade suspensão, RE contendo, no campo 2­a, o código de 

Fl. 1992DF  CARF  MF



 

  6

enquadramento  constante  da  Tabela  de  Enquadramento  da 
Operação do SISCOMEX­Exportação, bem como as informações 
exigidas no campo 24 (dados do fabricante). 
(...) 
 
Portaria SECEX nº 36 de 22/11/2007 
(...) 
ANEXO F  
EXPORTAÇÃO VINCULADA AO REGIME DE Drawback 
(...) 
4.  Somente  será  aceito  para  comprovação  do  Regime, 
modalidade suspensão, RE contendo , no campo 2­a, o código de 
enquadramento  constante  da  Tabela  de  Enquadramento  da 
Operação  do  SISCOMEX  ­  Exportação,  quando  de  sua 
efetivação,  bem  como  as  informações  exigidas  no  campo 
24(dados do fabricante). 
(...) 
As  normas  complementares  editadas  pela  Secex  e  pela  Receita  Federal, 

conforme prerrogativa dada pelo  art.  344 do Regulamento Aduaneiro/2002, não  estabelecem 
meras  formalidades desprovidas de fundamento, mas providências necessárias para que esses 
Órgãos  tenham o  controle  adequado  sob o  regime de Drawback Suspensão. Ao contrário do 
que  sustenta  a  recorrente,  não  basta  que  esteja  provado  que  efetivamente  ocorreram  as 
exportações  relacionadas  pela  contribuinte,  mas  também  que  elas  estejam  declaradas  em 
consonância com as normas complementares da Secex e da RFB. 

Assim,  tendo  em vista que,  nos Registros  de Exportação  questionados,  não 
foi  informado  o  código  adequado  para  o  regime  (81103  ­  DRAWBACK  SUSPENSAO 
INTERMEDIÁRIO), as exportações apresentadas pela contribuinte não podem ser aceitas para 
fins  de  comprovação  do  compromisso  de  exportar,  conforme  decidido  pela  fiscalização  e 
ratificado pela decisão recorrida. 

Assim,  pelo  exposto  acima,  voto  no  sentido  de  negar  provimento  ao 
recurso voluntário. 

(assinatura digital) 

Maria Aparecida Martins de Paula ­ Relatora

           

           

 

 

Fl. 1993DF  CARF  MF


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Ano-calendário: 2007
Ementa:
SOLUÇÃO DE CONSULTA DESFAVORÁVEL AO CONTRIBUINTE. ALTERAÇÃO POR DECISÃO PROFERIDA NO ÂMBITO DO PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL. VALIDADE.
Não há óbice legal para que seja alterado entendimento veiculado em solução de consulta, desfavorável ao contribuinte, por decisão emanada no âmbito do contencioso administrativo fiscal.
SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO DE ELEVADORES.
A instalação de elevadores amolda-se ao conceito de "serviço", do que decorre que se submete ao regime cumulativo das contribuições ao PIS e à COFINS. Inteligência do Decreto n.7708/2011, que instituiu a Nomenclatura Brasileira de Serviços.
Recurso voluntário provido. Direito creditório reconhecido.

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(assinado digitalmente)
Waldir Navarro Bezerra - Presidente e Relator
Participaram da sessão de julgamento os Conselheiros Waldir Navarro Bezerra, Maria Aparecida Martins de Paula, Diego Diniz Ribeiro, Pedro Sousa Bispo, Thais De Laurentiis Galkowicz, Vinícius Guimarães (Suplente convocado), Maysa de Sá Pittondo Deligne e Carlos Augusto Daniel Neto. Ausente justificadamente o Conselheiro Jorge Olmiro Lock Freire, que foi substituído pelo Conselheiro Suplente convocado.

], dt_sessao_tdt=Wed Apr 18 00:00:00 UTC 2018, id=7273260, ano_sessao_s=2018, atualizado_anexos_dt=Fri Oct 08 11:17:52 UTC 2021, sem_conteudo_s=N, _version_=1713050310542360576, conteudo_txt=Metadados =&gt; pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.4; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 10; dc:format: application/pdf; version=1.4; pdf:charsPerPage: 1738; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; access_permission:fill_in_form: true; pdf:encrypted: true; producer: Serviço Federal de Processamento de Dados via ABCpdf; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: Serviço Federal de Processamento de Dados via ABCpdf; Content-Type: application/pdf | Conteúdo =&gt; 
S3­C4T2 

Fl. 2 

 
 

 
 

1

1 

S3­C4T2  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  11080.934301/2009­59 

Recurso nº  1   Voluntário 

Acórdão nº  3402­005.189  –  4ª Câmara / 2ª Turma Ordinária  

Sessão de  18 de abril de 2018 

Matéria  PIS/Cofins 

Recorrente  THYSSENKRUPP ELEVADORES SA 

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

ASSUNTO: CLASSIFICAÇÃO DE MERCADORIAS 

Ano­calendário: 2007 

Ementa: 

SOLUÇÃO  DE  CONSULTA  DESFAVORÁVEL  AO  CONTRIBUINTE. 
ALTERAÇÃO  POR  DECISÃO  PROFERIDA  NO  ÂMBITO  DO 
PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL. VALIDADE. 

Não há óbice legal para que seja alterado entendimento veiculado em solução 
de consulta, desfavorável ao contribuinte, por decisão emanada no âmbito do 
contencioso administrativo fiscal. 

SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO DE ELEVADORES. 

A  instalação  de  elevadores  amolda­se  ao  conceito  de  "serviço",  do  que 
decorre que se  submete ao  regime cumulativo das contribuições ao PIS e  à 
COFINS. Inteligência do Decreto n.7708/2011, que instituiu a Nomenclatura 
Brasileira de Serviços. 

Recurso voluntário provido. Direito creditório reconhecido. 

 
 

Acordam  os  membros  do  colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em  dar 
provimento ao Recurso Voluntário. Os Conselheiros Maria Aparecida Martins de Paula, Pedro 
Sousa Bispo, Thais De Laurentiis Galkowicz, Carlos Augusto Daniel Neto e Waldir Navarro 
Bezerra  acompanharam  o  Relator  do  acórdão  paradigma  pelas  conclusões  (art.  63,  §  8º  do 
RICARF). 

(assinado digitalmente) 

Waldir Navarro Bezerra ­ Presidente e Relator 

Participaram  da  sessão  de  julgamento  os  Conselheiros  Waldir  Navarro 
Bezerra, Maria Aparecida Martins de Paula, Diego Diniz Ribeiro, Pedro Sousa Bispo, Thais De 

  

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/2
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9-
59

Fl. 365DF  CARF  MF




Processo nº 11080.934301/2009­59 
Acórdão n.º 3402­005.189 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

2

Laurentiis  Galkowicz,  Vinícius  Guimarães  (Suplente  convocado),  Maysa  de  Sá  Pittondo 
Deligne e Carlos Augusto Daniel Neto. Ausente justificadamente o Conselheiro Jorge Olmiro 
Lock Freire, que foi substituído pelo Conselheiro Suplente convocado. 

Relatório 

Trata  o  presente  processo  de  DCOMP  transmitida  com  objetivo  de 
compensar os débitos nela apontados com créditos provenientes de pagamento  indevido ou a 
maior. 

A  matéria  foi  objeto  de  decisão  proferida  por  intermédio  do  Despacho 
Decisório,  no  qual  a  Delegacia  de  origem,  com  base  em  informação  fiscal  resultante  de 
diligência  do  Serviço  de  Fiscalização  para  apuração  do  direito  creditório  informado  na 
DCOMP,  onde  ficou  constatada  a  improcedência  do  mesmo,  revisou  de  ofício  o 
reconhecimento do direito creditório automático para não reconhecimento do direito creditório 
por  inexistência do crédito e  também de ofício  revisou a homologação  total da compensação 
efetuada através da mencionada declaração para compensação não homologada. 

A  autoridade  fiscal  que  proferiu  a  referida  informação  tomou  por  base  a 
Solução  de  Consulta  446  ­  SRRF/8ª  RF/Disit,  de  18/08/2007,  uma  vez  que  a  Solução  de 
Consulta  104  ­  SRRF/10ª  RF/Disit,  de  18/08/2008,  foi  anulada  pelo  Parecer  52  ­ 
SRRF10/Disit, de 13/09/2011, sob o seguinte argumento: 

É vedada a coexistência de duas soluções de consulta vigentes e 
eficazes  sobre  o  mesmo  fato,  relativas  a  um  mesmo  sujeito 
passivo(...). 

Por sua vez, a Solução de Consulta vigente tem a seguinte ementa para o PIS: 

ELEVADORES.  NÃO­CUMULATIVIDADE.  A  instalação  de 
elevador  por  seu  produtor  não  caracteriza  obra  de  construção 
civil, descabendo a aplicação do art. 10, XX, da Lei nº 10.833, 
de 2003. Caracteriza­se como operação de industrialização, na 
modalidade  montagem,  a  reunião  de  partes,  peças  e 
componentes  da  qual  resulte  elevador,  inclusive  quando 
realizada fora do estabelecimento do executor, no próprio prédio 
onde  esse  equipamento  será  utilizado.  Sofre  incidência  da 
contribuição  para  o  PIS/Pasep  em  regime  de  apuração  não­
cumulativo  o  total  das  receitas  decorrentes  do  fornecimento  de 
elevador por seu produtor, o qual se conclui ao final do processo 
de montagem. 

Para a Cofins foi proferida ementa com igual teor. 

(...). 

Uma  vez  intimado  o  contribuinte  apresentou  a  manifestação  de 
inconformidade, a qual foi julgada improcedente pelo acórdão 09­054.910, que entendeu que a 
compensação  pressupõe  a  existência  de  direito  creditório  líquido  e  certo,  não  verificado  no 
caso em comento, afastou a preliminar de nulidade do Despacho Decisório e concluiu que "a 

Fl. 366DF  CARF  MF



Processo nº 11080.934301/2009­59 
Acórdão n.º 3402­005.189 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

3

decisão  judicial  transitada  em  julgado  é,  na  verdade,  a  lei  aplicada  ao  caso  concreto  e, 
tratando­se de exclusão do crédito tributário, deve ser interpretada literalmente". 

Diante  deste  quadro,  o  contribuinte  apresentou  o  recurso  voluntário 
tempestivo,  oportunidade  em  que  repisou  os  fundamentos  desenvolvidos  em  sede  de 
impugnação. 

É o relatório. 

Voto            

Conselheiro Waldir Navarro Bezerra 

O  julgamento  deste  processo  segue  a  sistemática  dos  recursos  repetitivos, 
regulamentada pelo art. 47, §§ 1º e 2º, do Anexo  II do RICARF, aprovado pela Portaria MF 
343,  de  09  de  junho  de  2015.  Portanto,  ao  presente  litígio  aplica­se  o  decidido  no Acórdão 
3402­005.145,  de  18  de  abril  de  2018,  proferido  no  julgamento  do  processo 
11080.729500/2013­23, paradigma ao qual o presente processo foi vinculado. 

Transcreve­se,  como  solução  deste  litígio,  nos  termos  regimentais,  o 
entendimento que prevaleceu naquela decisão (Acórdão 3402­005.145): 

"5.  O  recurso  voluntário  é  tempestivo  e  preenche  os 
demais  pressupostos  formais  de  admissibilidade,  motivo  pelo 
qual dele tomo conhecimento. 

I.  A  discussão  travada  nos  autos  e  o  precedente 
vinculante deste CARF favorável ao contribuinte 

6. A questão aqui travada não é nova, uma vez que já foi 
decidida  por  este  CARF  para  o  mesmíssimo  contribuinte  de 
forma  paradigmática,  i.e.,  nos  termos  do  art.  47,  §  2º  do 
RICARF.  Referida  decisão  foi  veiculada  por  intermédio  do 
acórdão n. 3201­002.448 e encontra­se assim prescrita: 

(...). 

A princípio, tem­se que o cerne da questão é definir qual a 
natureza da atividade exercida pela Recorrente (instalação 
de elevadores): se construção civil ou se industrialização. 

Tal definição determinará se a Recorrente deveria, à época 
dos  fatos  geradores,  apurar  o  recolhimento  do  PIS  e  da 
COFINS pelo regime não cumulativo ou pelo cumulativo. 

Há peculiar situação no feito, consistente no fato de que a 
Recorrente teria apresentado duas Consultas Fiscais acerca 
do  tratamento  tributário mais adequado, obtendo Soluções 
conflitantes. 

Na primeira delas, Solução de Consulta nº 446/2007, da 8ª 
Região  Fiscal,  concluiu­se  que  se  tratava  de 
industrialização  e  que,  portanto,  as  receitas  estariam 

Fl. 367DF  CARF  MF



Processo nº 11080.934301/2009­59 
Acórdão n.º 3402­005.189 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

4

sujeitas  ao  regime  não  cumulativo  das  citadas 
contribuições. 

A  segunda,  Solução  de  Consulta  nº  104/2008,  da  10ª 
Região  Fiscal,  afirmou  que  as  receitas  estariam  sob  o 
regime cumulativo. 

No  caso,  o  crédito  postulado  pela  Recorrente  origina  da 
aplicação do segundo entendimento. Os créditos postulados, 
portando,  decorrem  da  reapuração  do  PIS  e  da  COFINS 
outrora  calculados  pelo  regime  não  cumulativo  e 
reajustados para o cumulativo. 

Idêntica questão  já  foi examinada por esta mesma Turma 
na  sessão  de  24  de  fevereiro  de  2016,  em  decisão  por 
maioria  proferida  nos  autos  do  Processo  nº 
11080.726628/201335,  da  mesma  THYSSENKRUPP 
ELEVADORES  S/A,  no  qual  a  Conselheira  Doutora  Ana 
Clarissa Masuko dos Santos Araújo foi designada Relatora 
para o Voto Vencedor. 

O  referido  Acórdão  nº  3201002.070  recebeu  a  seguinte 
ementa: 

ASSUNTO:  CONTRIBUIÇÃO  PARA  O 
FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL COFINS 

Período de apuração: 01/06/2008 a 31/12/2009 

SOLUÇÃO  DE  CONSULTA  DESFAVORÁVEL  AO 
CONTRIBUINTE.  ALTERAÇÃO  POR  DECISÃO 
PROFERIDA  NO  ÂMBITO  DO  PROCESSO 
ADMINISTRATIVO FISCAL. VALIDADE. Não há óbice 
legal  para  que  seja  alterado  entendimento  veiculado  em 
solução  de  consulta,  desfavorável  ao  contribuinte,  por 
decisão  emanada  no  âmbito  do  contencioso  administrativo 
fiscal. 

SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO DE ELEVADORES. 

A  instalação  de  elevadores  subsume­se  ao  conceito  de 
"serviço",  do  que  decorre  que  se  submete  ao  regime 
cumulativo  das  contribuições  ao  PIS  e  à  COFINS. 
Inteligência  do  Decreto  n.7708/2011,  que  instituiu  a 
Nomenclatura Brasileira de Serviços. 

JUROS  DE  MORA  SOBRE  MULTA  DE  OFÍCIO  No 
lançamento de ofício, o valor originário do crédito tributário 
compreende o valor do tributo e da multa por lançamento de 
ofício. Sobre a multa por lançamento de oficio não paga no 
vencimento incidem juros de mora. 

ASSUNTO: CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP 

Período de apuração: 01/06/2008 a 31/12/2009 

Fl. 368DF  CARF  MF



Processo nº 11080.934301/2009­59 
Acórdão n.º 3402­005.189 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

5

SOLUÇÃO  DE  CONSULTA  DESFAVORÁVEL  AO 
CONTRIBUINTE.  ALTERAÇÃO  POR  DECISÃO 
PROFERIDA  NO  ÂMBITO  DO  PROCESSO 
ADMINISTRATIVO FISCAL. 

VALIDADE.  Não  há  óbice  legal  para  que  seja  alterado 
entendimento  veiculado  em  solução  de  consulta, 
desfavorável  ao  contribuinte,  por  decisão  emanada  no 
âmbito do contencioso administrativo fiscal. 

SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO DE ELEVADORES. 

A  instalação  de  elevadores  subsume­se  ao  conceito  de 
"serviço",  do  que  decorre  que  se  submete  ao  regime 
cumulativo  das  contribuições  ao  PIS  e  à  COFINS. 
Inteligência  do  Decreto  n.7708/2011,  que  instituiu  a 
Nomenclatura Brasileira de Serviços. 

JUROS  DE  MORA  SOBRE  MULTA  DE  OFÍCIO  No 
lançamento de ofício, o valor originário do crédito tributário 
compreende o valor do tributo e da multa por lançamento de 
ofício. Sobre a multa por lançamento de oficio não paga no 
vencimento incidem juros de mora. 

Recurso Voluntário Provido e Recurso de Ofício Negado 

Vistos,relatados  e  discutidos  os  presentes  autos. Acordam 
os  membros  do  colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em 
negar  provimento  ao  recurso  de  ofício  e  por  maioria  de 
votos, em dar provimento ao recurso voluntário. Vencido o 
Conselheiro  Winderley  Morais  Pereira,  relator.  Designada 
para  redigir  o  voto  vencedor  a  Conselheira  Ana  Clarissa 
Masuko dos Santos Araújo. 

Como consta em ata, o voto da i. Conselheira Doutora Ana 
Clarissa  Masuko  dos  Santos  Araújo  foi  por  mim 
acompanhado  integralmente.  Por  essa  razão,  peço  vênia 
para transcrevê­lo como fundamento do presente julgado: 

Como se depreende do voto do eminente  relator, o mérito 
da presente demanda não foi conhecido, por se entender que 
havia  solução  de  consulta,  proferida  para  a  situação 
específica dos autos e proposta pela própria Recorrente. 

Com  efeito,  no  mérito  a  Recorrente  alega  que  o  regime 
jurídico  de  apuração  das  contribuições  sociais,  tome  a  sua 
atividades  de  instalação  de  elevadores  como  prestação  de 
serviços de construção civil, o que determinaria a aplicação 
do regime cumulativo. 

A  Recorrente  obteve  a  solução  de  consulta 
SRRF/8ªRF/DISIT nº 446, de 18/09/2007, que ao analisar as 
atividades  realizadas  pela  Recorrente  de  instalação  de 
elevadores,  decidiu  não  ser  atividade  de  construção  civil  e 
portanto,  estariam sujeita  a  apuração do PIS e da COFINS 
no regime não cumulativo. 

Fl. 369DF  CARF  MF



Processo nº 11080.934301/2009­59 
Acórdão n.º 3402­005.189 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

6

Não  obstante,  a  Recorrente  protocolou  nova  consulta,  na 
Superintendência da Receita Federal do Brasil na 10ª Região 
Fiscal (Solução de Consulta SRRF/10ªRF/DISIT nº 104, de 
18  de  agosto  de  2008),  que  considerou  a  atividade  da 
Recorrente como prestação de serviços de construção civil e 
portanto, enquadrada nas disposições do art. 10, XX, da Lei 
nº  10.833/2003,  determinando  a  apuração  do  PIS  e  da 
COFINS no regime cumulativo.(fls. 391 a 397). 

O  entendimento  do  eminente  Conselheiro  Winderley 
Morais Pereira foi no sentido de que, em sendo a solução de 
consulta  instrumento  de  garantia  do  contribuinte  para 
esclarecimentos  quanto  a  aplicação  da  legislação,  a 
possibilidade  de  consultas  do mesmo  contribuinte  tratando 
da mesma matéria serem protocoladas em unidades diversas 
da  RFB,  poderia  mitigar  a  força  normativa  das  consultas. 
Por essa razão, a decisão anterior não produziria efeito, nos 
termos do art. 54, IV do Decreto nº 70.235/72. 

Contudo,  a  questão  que  se  põe  e  da  qual  se  diverge  do 
ilustre  relator,  é  precisamente  sobre  a  possibilidade  de  a 
decisão  proferida  no  âmbito  do  contencioso  administrativo 
fiscal, se sobrepor a decisão em solução de consulta, para o 
mesmo contribuinte. 

Ora,  embora  pelo  processo  de  consulta  possa  se  entender 
que  o  contribuinte  recorra  à  Administração  para  buscar  a 
correta exegese de determinada norma jurídica, verifica­se o 
que  se  busca,  invariavelmente,  é  uma medida protetiva,  de 
cunho  preventivo,  para  a  estruturação  tributária  de  suas 
operações. 

O  fato  é  que  no  âmbito  do  processo  de  consulta,  o 
contribuinte  não  comparece  na  condição  de  mero 
consulente,  até  mesmo  porque,  já  traz  em  seu  pedido  o 
posicionamento  que  entende  cabível,  com  a  respectiva 
fundamentação  legal,  o  que  aliás,  é  condição  para  o 
processamento de sua consulta, de acordo com a legislação 
em vigor, sob pena de sua ineficácia. 

Embora o procedimento de consulta não se equipare lógica 
e  juridicamente  ao  processo  administrativo  fiscal,  o  fato  é 
que  este  também  possui  conteúdo  persuasivo,  buscando­se 
convencimento  da  Administração,  acerca  de  determinada 
interpretação. E se assim for o caso, a solução em consulta 
confere­lhe medida protetiva,  um verdadeiro  escudo contra 
eventuais  futuros  entendimentos  administrativos  contrários. 
Por  essa  razão,  apenas  a  solução  de  consulta  favorável  ao 
contribuinte tem repercussões no contencioso administrativo 
fiscal, no sentido de coibir o lançamento. 

Observe­se que, nessa  toada, dispõe o art. 100 do Decreto 
n. 7574/2011: 

(...). 

Fl. 370DF  CARF  MF



Processo nº 11080.934301/2009­59 
Acórdão n.º 3402­005.189 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

7

Acresça­se,  por  fim,  que  as  decisões  proferidas  em 
procedimentos  de  consulta  e  no  processo  administrativo 
fiscal são lógica e juridicamente distintas, de sorte que não 
se verifica quaisquer relações de hierarquia entre elas. 

Superadas  a  questão,  parte­se  para  o  conhecimento  do 
mérito da lide. 

A  atividade  de  instalação  de  elevadores  deve  ser 
caracterizada  como  serviço,  e  não  como  atividade  de 
industrialização,  frisando­se  que,  na  hipótese  dos  autos,  a 
Recorrente aparta a atividade de fabricação dos elevadores, 
da de sua instalação. 

Além  de  todas  os  fundamentos  jurídicos  trazidos  pela 
Recorrente,  como o  fato  de  que  a  instalação  de  elevadores 
sob  encomenda  ser  complemento  da  obra  de  construção 
civil,  esta,  indubitavelmente  subsumida  ao  conceito  de 
serviço, por se agregarem ao solo, dentre outras, tem­se que, 
para  efeitos  da  legislação  federal,  que  passou  a  tributar  os 
serviços  pelas  contribuições  sociais,  bem  como  instituir  o 
instrumental necessário para o controle do comércio exterior 
de  serviços,  com  a  edição  da  Nomenclatura  Brasileira  de 
Serviços, Decreto n. 7708/2011, não há mais dúvidas quanto 
ao enquadramento. 

Destarte,  de acordo com o art.  2o do decreto, a NBS será 
adotada  como  nomenclatura  única  na  classificação  das 
transações com serviços, intangíveis e outras operações que 
produzam  variações  no  patrimônio  das  pessoas  físicas, 
pessoas jurídicas e entes despersonalizados. 

Os  serviços  de  instalação  de  elevadores  estão  assim 
dispostos: 

SEÇÃO I ­ SERVIÇOS DE CONSTRUÇÃO 

Capítulo 1 ­ Serviços de construção 

1.0131 ­ Outros serviços de instalação 

1.0131.10.00  ­  Serviços  de  instalação  de  elevadores, 
esteiras  e escadas  rolantes O direito positivo brasileiro não 
traz  um  conceito  conotativo  de  "serviço'  nem mesmo  para 
efeitos  de  incidência  do  ISSQN,  operando  sempre  com 
definições denotativas, ou seja, com listas que arrolam o que 
são  considerados  os  "serviços"  para  efeitos  de  tributação. 
Portanto, não se questiona a validade, vigência e eficácia da 
Nomenclatura Brasileira de Serviços, para esse fim. 

Não se olvide, finalmente, que os decretos são de aplicação 
obrigatória  para  o  Conselho  Administrativo  de  Recursos 
Fiscais, de maneira que considerada a atividade em questão 
como  serviço,  deve  ser  a  aplicação  do  regime  cumulativo 
das contribuições sociais. 

Fl. 371DF  CARF  MF



Processo nº 11080.934301/2009­59 
Acórdão n.º 3402­005.189 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

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Por essas razões, entendo que há de ser dado provimento ao 
recurso  voluntário.Com  efeito,  não  vislumbro  a 
possibilidade  de  uma  Solução  de  Consulta  expedida  pela 
Receita  Federal  do  Brasil  vincular,  ad  eternum,  uma 
exigência tributária que se mostre claramente ilegítima. 

Não se trata aqui de discutir se o contribuinte poderia ou 
não ter formulado uma segunda Consulta Fiscal, ou mesmo 
qual  das  respostas  deveria  prevalecer.  Trata­se  aqui  de 
reconhecer  a  legalidade  ou  ilegalidade  de  uma  exigência 
tributária,  ou,  melhor  dizendo,  de  definição  acerca  do 
alcance de uma norma tributária. 

Mesmo  se  admitisse  que,  de  acordo  com  as  normas 
procedimentais, a segunda Solução de Consulta deveria ser 
tida  por  inexistente,  tal  constatação,  por  óbvio,  não 
chancela  a  legitimidade  da  primeira  Solução  de Consulta. 
Afinal,  este  não  é  o  meio  adequado  para  se  definir  fato 
gerador de obrigação tributária. 

E, nesse  sentido,  trago o  seguinte precedente do Superior 
Tribunal de Justiça que reconhece o serviço de instalação e 
montagem  de  elevadores  como  obra  de  engenharia,  e  não 
como  industrialização  (portanto,  atraindo  a  incidência  do 
regime cumulativo do PIS e da COFINS à época dos  fatos 
geradores): 

TRIBUTÁRIO.  RECURSO  ESPECIAL. 
FORNECIMENTO  DE  ELEVADORES.  IPI.  NÃO 
INCIDÊNCIA. 

1. A atividade de fornecimento de elevadores, que envolve 
a  produção  sob  encomenda  e  a  instalação  no  edifício, 
encerra,  precipuamente,  uma  obra  de  engenharia  que 
complementa  o  serviço  de  construção  civil,  não  se 
enquadrando no conceito de montagem industrial, para fins 
de incidência do IPI. 

2. Recurso especial provido. 

(REsp  1231669/RS,  Rel.  Ministro  BENEDITO 
GONÇALVES,  PRIMEIRA  TURMA,  julgado  em 
07/11/2013, DJe 16/05/2014)  

Diante  do  exposto,  voto  por  CONHECER  e  DAR 
PROVIMENTO  ao  Recurso  Voluntário  do  Contribuinte, 
exonerando o crédito tributário lançado. 

7.  Referida  decisão  apresenta  um  caráter  vinculante, 
devendo  ser  seguida  por  esta  Turma  julgadora. Neste  aspecto, 
todavia, não concordou o colegiado, que entende que, em tese, 
o  colegiado  poderia  julgar  de  forma  diferente  daquele 
precedente paradigmático, haja vista que se está diante de outro 
lote de processos (ainda que referentes aos mesmíssimos fatos e 
com as mesmíssimas partes litigantes). Deixo tais considerações 
aqui registradas em razão do disposto no esquizofrênico art. 63, 

Fl. 372DF  CARF  MF



Processo nº 11080.934301/2009­59 
Acórdão n.º 3402­005.189 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

9

§8º  do  RICARF1,  que  determina  que  as  conclusões  adotadas 
pelo  colegiado  seja  externada  por  aquele  Conselheiro  que 
divergiu (e continua divergindo) e que foi vencido em relação à 
tais conclusões. 

8.  Tais  considerações  do  colegiado,  entretanto,  não 
trazem qualquer repercussão no caso prático, até porque, no que 
tange ao mérito, a Turma julgadora aderiu integralmente com as 
precisas considerações  elaboradas pela então Conselheira Ana 
Clarissa  Masuko  dos  Santos  Araújo  e  replicadas  pela 
Conselheira  Tatiana  Josefovicz  Belisário  (transcritas  alhures), 
motivo  pelo  qual  emprego  tais  fundamentos  para  fins  de 
motivação do presente voto, o que faço com amparo no art. 50, § 
1o da lei n. 9.784/992. 

Dispositivo 

9. Diante do exposto, voto por dar provimento ao recurso 
voluntário interposto pelo contribuinte. 

10. É como voto." 

Importa  registrar  que  nos  autos  ora  em  apreço,  a  situação  fática  e  jurídica 
encontra correspondência com a verificada no paradigma, de  tal  sorte que o entendimento  lá 
esposado pode ser perfeitamente aqui aplicado. 

                                                           
1 "Art. 63. As decisões dos colegiados, em forma de acórdão ou resolução, serão assinadas pelo presidente, pelo 
relator, pelo redator designado ou por conselheiro que fizer declaração de voto, devendo constar, ainda, o nome 
dos conselheiros presentes e dos ausentes, especificando­se, se houver, os conselheiros vencidos e a matéria em 
que o foram, e os impedidos.  
(...). 
§  8º  Na  hipótese  em  que  a  decisão  por  maioria  dos  conselheiros  ou  por  voto  de  qualidade  acolher  apenas  a 
conclusão do relator, caberá ao relator reproduzir, no voto e na ementa do acórdão, os fundamentos adotados pela 
maioria dos conselheiros." 
2 "Art. 50. Os atos administrativos deverão ser motivados, com indicação dos fatos e dos fundamentos jurídicos, 
quando: 
(...). 
§ 1o A motivação deve ser explícita, clara e congruente, podendo consistir em declaração de concordância com 
fundamentos de anteriores pareceres,  informações, decisões ou propostas, que, neste caso, serão parte  integrante 
do ato. 
(...)." 

Fl. 373DF  CARF  MF



Processo nº 11080.934301/2009­59 
Acórdão n.º 3402­005.189 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

10

Aplicando­se  a  decisão  do  paradigma  ao  presente  processo,  em  razão  da 
sistemática  prevista  nos  §§  1º  e  2º  do  art.  47  do  anexo  II  do  RICARF,  o  colegiado  deu 
provimento ao recurso voluntário. 

(assinado digitalmente) 
Waldir Navarro Bezerra 

. 

           

 

           

 

 

Fl. 374DF  CARF  MF


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Ano-calendário: 2007
Ementa:
SOLUÇÃO DE CONSULTA DESFAVORÁVEL AO CONTRIBUINTE. ALTERAÇÃO POR DECISÃO PROFERIDA NO ÂMBITO DO PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL. VALIDADE.
Não há óbice legal para que seja alterado entendimento veiculado em solução de consulta, desfavorável ao contribuinte, por decisão emanada no âmbito do contencioso administrativo fiscal.
SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO DE ELEVADORES.
A instalação de elevadores amolda-se ao conceito de "serviço", do que decorre que se submete ao regime cumulativo das contribuições ao PIS e à COFINS. Inteligência do Decreto n.7708/2011, que instituiu a Nomenclatura Brasileira de Serviços.
Recurso voluntário provido. Direito creditório reconhecido.

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(assinado digitalmente)
Waldir Navarro Bezerra - Presidente e Relator
Participaram da sessão de julgamento os Conselheiros Waldir Navarro Bezerra, Maria Aparecida Martins de Paula, Diego Diniz Ribeiro, Pedro Sousa Bispo, Thais De Laurentiis Galkowicz, Vinícius Guimarães (Suplente convocado), Maysa de Sá Pittondo Deligne e Carlos Augusto Daniel Neto. Ausente justificadamente o Conselheiro Jorge Olmiro Lock Freire, que foi substituído pelo Conselheiro Suplente convocado.

], dt_sessao_tdt=Wed Apr 18 00:00:00 UTC 2018, id=7273261, ano_sessao_s=2018, atualizado_anexos_dt=Fri Oct 08 11:17:52 UTC 2021, sem_conteudo_s=N, _version_=1713050305427406848, conteudo_txt=Metadados =&gt; pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.4; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 10; dc:format: application/pdf; version=1.4; pdf:charsPerPage: 1738; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; access_permission:fill_in_form: true; pdf:encrypted: true; producer: Serviço Federal de Processamento de Dados via ABCpdf; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: Serviço Federal de Processamento de Dados via ABCpdf; Content-Type: application/pdf | Conteúdo =&gt; 
S3­C4T2 

Fl. 2 

 
 

 
 

1

1 

S3­C4T2  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  11080.934302/2009­01 

Recurso nº  1   Voluntário 

Acórdão nº  3402­005.190  –  4ª Câmara / 2ª Turma Ordinária  

Sessão de  18 de abril de 2018 

Matéria  PIS/Cofins 

Recorrente  THYSSENKRUPP ELEVADORES SA 

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

ASSUNTO: CLASSIFICAÇÃO DE MERCADORIAS 

Ano­calendário: 2007 

Ementa: 

SOLUÇÃO  DE  CONSULTA  DESFAVORÁVEL  AO  CONTRIBUINTE. 
ALTERAÇÃO  POR  DECISÃO  PROFERIDA  NO  ÂMBITO  DO 
PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL. VALIDADE. 

Não há óbice legal para que seja alterado entendimento veiculado em solução 
de consulta, desfavorável ao contribuinte, por decisão emanada no âmbito do 
contencioso administrativo fiscal. 

SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO DE ELEVADORES. 

A  instalação  de  elevadores  amolda­se  ao  conceito  de  "serviço",  do  que 
decorre que se  submete ao  regime cumulativo das contribuições ao PIS e  à 
COFINS. Inteligência do Decreto n.7708/2011, que instituiu a Nomenclatura 
Brasileira de Serviços. 

Recurso voluntário provido. Direito creditório reconhecido. 

 
 

Acordam  os  membros  do  colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em  dar 
provimento ao Recurso Voluntário. Os Conselheiros Maria Aparecida Martins de Paula, Pedro 
Sousa Bispo, Thais De Laurentiis Galkowicz, Carlos Augusto Daniel Neto e Waldir Navarro 
Bezerra  acompanharam  o  Relator  do  acórdão  paradigma  pelas  conclusões  (art.  63,  §  8º  do 
RICARF). 

(assinado digitalmente) 

Waldir Navarro Bezerra ­ Presidente e Relator 

Participaram  da  sessão  de  julgamento  os  Conselheiros  Waldir  Navarro 
Bezerra, Maria Aparecida Martins de Paula, Diego Diniz Ribeiro, Pedro Sousa Bispo, Thais De 

  

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Fl. 364DF  CARF  MF




Processo nº 11080.934302/2009­01 
Acórdão n.º 3402­005.190 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

2

Laurentiis  Galkowicz,  Vinícius  Guimarães  (Suplente  convocado),  Maysa  de  Sá  Pittondo 
Deligne e Carlos Augusto Daniel Neto. Ausente justificadamente o Conselheiro Jorge Olmiro 
Lock Freire, que foi substituído pelo Conselheiro Suplente convocado. 

Relatório 

Trata  o  presente  processo  de  DCOMP  transmitida  com  objetivo  de 
compensar os débitos nela apontados com créditos provenientes de pagamento  indevido ou a 
maior. 

A  matéria  foi  objeto  de  decisão  proferida  por  intermédio  do  Despacho 
Decisório,  no  qual  a  Delegacia  de  origem,  com  base  em  informação  fiscal  resultante  de 
diligência  do  Serviço  de  Fiscalização  para  apuração  do  direito  creditório  informado  na 
DCOMP,  onde  ficou  constatada  a  improcedência  do  mesmo,  revisou  de  ofício  o 
reconhecimento do direito creditório automático para não reconhecimento do direito creditório 
por  inexistência do crédito e  também de ofício  revisou a homologação  total da compensação 
efetuada através da mencionada declaração para compensação não homologada. 

A  autoridade  fiscal  que  proferiu  a  referida  informação  tomou  por  base  a 
Solução  de  Consulta  446  ­  SRRF/8ª  RF/Disit,  de  18/08/2007,  uma  vez  que  a  Solução  de 
Consulta  104  ­  SRRF/10ª  RF/Disit,  de  18/08/2008,  foi  anulada  pelo  Parecer  52  ­ 
SRRF10/Disit, de 13/09/2011, sob o seguinte argumento: 

É vedada a coexistência de duas soluções de consulta vigentes e 
eficazes  sobre  o  mesmo  fato,  relativas  a  um  mesmo  sujeito 
passivo(...). 

Por sua vez, a Solução de Consulta vigente tem a seguinte ementa para o PIS: 

ELEVADORES.  NÃO­CUMULATIVIDADE.  A  instalação  de 
elevador  por  seu  produtor  não  caracteriza  obra  de  construção 
civil, descabendo a aplicação do art. 10, XX, da Lei nº 10.833, 
de 2003. Caracteriza­se como operação de industrialização, na 
modalidade  montagem,  a  reunião  de  partes,  peças  e 
componentes  da  qual  resulte  elevador,  inclusive  quando 
realizada fora do estabelecimento do executor, no próprio prédio 
onde  esse  equipamento  será  utilizado.  Sofre  incidência  da 
contribuição  para  o  PIS/Pasep  em  regime  de  apuração  não­
cumulativo  o  total  das  receitas  decorrentes  do  fornecimento  de 
elevador por seu produtor, o qual se conclui ao final do processo 
de montagem. 

Para a Cofins foi proferida ementa com igual teor. 

(...). 

Uma  vez  intimado  o  contribuinte  apresentou  a  manifestação  de 
inconformidade, a qual foi julgada improcedente pelo acórdão 09­054.959, que entendeu que a 
compensação  pressupõe  a  existência  de  direito  creditório  líquido  e  certo,  não  verificado  no 
caso em comento, afastou a preliminar de nulidade do Despacho Decisório e concluiu que "a 

Fl. 365DF  CARF  MF



Processo nº 11080.934302/2009­01 
Acórdão n.º 3402­005.190 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

3

decisão  judicial  transitada  em  julgado  é,  na  verdade,  a  lei  aplicada  ao  caso  concreto  e, 
tratando­se de exclusão do crédito tributário, deve ser interpretada literalmente". 

Diante  deste  quadro,  o  contribuinte  apresentou  o  recurso  voluntário 
tempestivo,  oportunidade  em  que  repisou  os  fundamentos  desenvolvidos  em  sede  de 
impugnação. 

É o relatório. 

Voto            

Conselheiro Waldir Navarro Bezerra 

O  julgamento  deste  processo  segue  a  sistemática  dos  recursos  repetitivos, 
regulamentada pelo art. 47, §§ 1º e 2º, do Anexo  II do RICARF, aprovado pela Portaria MF 
343,  de  09  de  junho  de  2015.  Portanto,  ao  presente  litígio  aplica­se  o  decidido  no Acórdão 
3402­005.145,  de  18  de  abril  de  2018,  proferido  no  julgamento  do  processo 
11080.729500/2013­23, paradigma ao qual o presente processo foi vinculado. 

Transcreve­se,  como  solução  deste  litígio,  nos  termos  regimentais,  o 
entendimento que prevaleceu naquela decisão (Acórdão 3402­005.145): 

"5.  O  recurso  voluntário  é  tempestivo  e  preenche  os 
demais  pressupostos  formais  de  admissibilidade,  motivo  pelo 
qual dele tomo conhecimento. 

I.  A  discussão  travada  nos  autos  e  o  precedente 
vinculante deste CARF favorável ao contribuinte 

6. A questão aqui travada não é nova, uma vez que já foi 
decidida  por  este  CARF  para  o  mesmíssimo  contribuinte  de 
forma  paradigmática,  i.e.,  nos  termos  do  art.  47,  §  2º  do 
RICARF.  Referida  decisão  foi  veiculada  por  intermédio  do 
acórdão n. 3201­002.448 e encontra­se assim prescrita: 

(...). 

A princípio, tem­se que o cerne da questão é definir qual a 
natureza da atividade exercida pela Recorrente (instalação 
de elevadores): se construção civil ou se industrialização. 

Tal definição determinará se a Recorrente deveria, à época 
dos  fatos  geradores,  apurar  o  recolhimento  do  PIS  e  da 
COFINS pelo regime não cumulativo ou pelo cumulativo. 

Há peculiar situação no feito, consistente no fato de que a 
Recorrente teria apresentado duas Consultas Fiscais acerca 
do  tratamento  tributário mais adequado, obtendo Soluções 
conflitantes. 

Na primeira delas, Solução de Consulta nº 446/2007, da 8ª 
Região  Fiscal,  concluiu­se  que  se  tratava  de 
industrialização  e  que,  portanto,  as  receitas  estariam 

Fl. 366DF  CARF  MF



Processo nº 11080.934302/2009­01 
Acórdão n.º 3402­005.190 

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sujeitas  ao  regime  não  cumulativo  das  citadas 
contribuições. 

A  segunda,  Solução  de  Consulta  nº  104/2008,  da  10ª 
Região  Fiscal,  afirmou  que  as  receitas  estariam  sob  o 
regime cumulativo. 

No  caso,  o  crédito  postulado  pela  Recorrente  origina  da 
aplicação do segundo entendimento. Os créditos postulados, 
portando,  decorrem  da  reapuração  do  PIS  e  da  COFINS 
outrora  calculados  pelo  regime  não  cumulativo  e 
reajustados para o cumulativo. 

Idêntica questão  já  foi examinada por esta mesma Turma 
na  sessão  de  24  de  fevereiro  de  2016,  em  decisão  por 
maioria  proferida  nos  autos  do  Processo  nº 
11080.726628/201335,  da  mesma  THYSSENKRUPP 
ELEVADORES  S/A,  no  qual  a  Conselheira  Doutora  Ana 
Clarissa Masuko dos Santos Araújo foi designada Relatora 
para o Voto Vencedor. 

O  referido  Acórdão  nº  3201002.070  recebeu  a  seguinte 
ementa: 

ASSUNTO:  CONTRIBUIÇÃO  PARA  O 
FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL COFINS 

Período de apuração: 01/06/2008 a 31/12/2009 

SOLUÇÃO  DE  CONSULTA  DESFAVORÁVEL  AO 
CONTRIBUINTE.  ALTERAÇÃO  POR  DECISÃO 
PROFERIDA  NO  ÂMBITO  DO  PROCESSO 
ADMINISTRATIVO FISCAL. VALIDADE. Não há óbice 
legal  para  que  seja  alterado  entendimento  veiculado  em 
solução  de  consulta,  desfavorável  ao  contribuinte,  por 
decisão  emanada  no  âmbito  do  contencioso  administrativo 
fiscal. 

SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO DE ELEVADORES. 

A  instalação  de  elevadores  subsume­se  ao  conceito  de 
"serviço",  do  que  decorre  que  se  submete  ao  regime 
cumulativo  das  contribuições  ao  PIS  e  à  COFINS. 
Inteligência  do  Decreto  n.7708/2011,  que  instituiu  a 
Nomenclatura Brasileira de Serviços. 

JUROS  DE  MORA  SOBRE  MULTA  DE  OFÍCIO  No 
lançamento de ofício, o valor originário do crédito tributário 
compreende o valor do tributo e da multa por lançamento de 
ofício. Sobre a multa por lançamento de oficio não paga no 
vencimento incidem juros de mora. 

ASSUNTO: CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP 

Período de apuração: 01/06/2008 a 31/12/2009 

Fl. 367DF  CARF  MF



Processo nº 11080.934302/2009­01 
Acórdão n.º 3402­005.190 

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SOLUÇÃO  DE  CONSULTA  DESFAVORÁVEL  AO 
CONTRIBUINTE.  ALTERAÇÃO  POR  DECISÃO 
PROFERIDA  NO  ÂMBITO  DO  PROCESSO 
ADMINISTRATIVO FISCAL. 

VALIDADE.  Não  há  óbice  legal  para  que  seja  alterado 
entendimento  veiculado  em  solução  de  consulta, 
desfavorável  ao  contribuinte,  por  decisão  emanada  no 
âmbito do contencioso administrativo fiscal. 

SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO DE ELEVADORES. 

A  instalação  de  elevadores  subsume­se  ao  conceito  de 
"serviço",  do  que  decorre  que  se  submete  ao  regime 
cumulativo  das  contribuições  ao  PIS  e  à  COFINS. 
Inteligência  do  Decreto  n.7708/2011,  que  instituiu  a 
Nomenclatura Brasileira de Serviços. 

JUROS  DE  MORA  SOBRE  MULTA  DE  OFÍCIO  No 
lançamento de ofício, o valor originário do crédito tributário 
compreende o valor do tributo e da multa por lançamento de 
ofício. Sobre a multa por lançamento de oficio não paga no 
vencimento incidem juros de mora. 

Recurso Voluntário Provido e Recurso de Ofício Negado 

Vistos,relatados  e  discutidos  os  presentes  autos. Acordam 
os  membros  do  colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  em 
negar  provimento  ao  recurso  de  ofício  e  por  maioria  de 
votos, em dar provimento ao recurso voluntário. Vencido o 
Conselheiro  Winderley  Morais  Pereira,  relator.  Designada 
para  redigir  o  voto  vencedor  a  Conselheira  Ana  Clarissa 
Masuko dos Santos Araújo. 

Como consta em ata, o voto da i. Conselheira Doutora Ana 
Clarissa  Masuko  dos  Santos  Araújo  foi  por  mim 
acompanhado  integralmente.  Por  essa  razão,  peço  vênia 
para transcrevê­lo como fundamento do presente julgado: 

Como se depreende do voto do eminente  relator, o mérito 
da presente demanda não foi conhecido, por se entender que 
havia  solução  de  consulta,  proferida  para  a  situação 
específica dos autos e proposta pela própria Recorrente. 

Com  efeito,  no  mérito  a  Recorrente  alega  que  o  regime 
jurídico  de  apuração  das  contribuições  sociais,  tome  a  sua 
atividades  de  instalação  de  elevadores  como  prestação  de 
serviços de construção civil, o que determinaria a aplicação 
do regime cumulativo. 

A  Recorrente  obteve  a  solução  de  consulta 
SRRF/8ªRF/DISIT nº 446, de 18/09/2007, que ao analisar as 
atividades  realizadas  pela  Recorrente  de  instalação  de 
elevadores,  decidiu  não  ser  atividade  de  construção  civil  e 
portanto,  estariam sujeita  a  apuração do PIS e da COFINS 
no regime não cumulativo. 

Fl. 368DF  CARF  MF



Processo nº 11080.934302/2009­01 
Acórdão n.º 3402­005.190 

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Não  obstante,  a  Recorrente  protocolou  nova  consulta,  na 
Superintendência da Receita Federal do Brasil na 10ª Região 
Fiscal (Solução de Consulta SRRF/10ªRF/DISIT nº 104, de 
18  de  agosto  de  2008),  que  considerou  a  atividade  da 
Recorrente como prestação de serviços de construção civil e 
portanto, enquadrada nas disposições do art. 10, XX, da Lei 
nº  10.833/2003,  determinando  a  apuração  do  PIS  e  da 
COFINS no regime cumulativo.(fls. 391 a 397). 

O  entendimento  do  eminente  Conselheiro  Winderley 
Morais Pereira foi no sentido de que, em sendo a solução de 
consulta  instrumento  de  garantia  do  contribuinte  para 
esclarecimentos  quanto  a  aplicação  da  legislação,  a 
possibilidade  de  consultas  do mesmo  contribuinte  tratando 
da mesma matéria serem protocoladas em unidades diversas 
da  RFB,  poderia  mitigar  a  força  normativa  das  consultas. 
Por essa razão, a decisão anterior não produziria efeito, nos 
termos do art. 54, IV do Decreto nº 70.235/72. 

Contudo,  a  questão  que  se  põe  e  da  qual  se  diverge  do 
ilustre  relator,  é  precisamente  sobre  a  possibilidade  de  a 
decisão  proferida  no  âmbito  do  contencioso  administrativo 
fiscal, se sobrepor a decisão em solução de consulta, para o 
mesmo contribuinte. 

Ora,  embora  pelo  processo  de  consulta  possa  se  entender 
que  o  contribuinte  recorra  à  Administração  para  buscar  a 
correta exegese de determinada norma jurídica, verifica­se o 
que  se  busca,  invariavelmente,  é  uma medida protetiva,  de 
cunho  preventivo,  para  a  estruturação  tributária  de  suas 
operações. 

O  fato  é  que  no  âmbito  do  processo  de  consulta,  o 
contribuinte  não  comparece  na  condição  de  mero 
consulente,  até  mesmo  porque,  já  traz  em  seu  pedido  o 
posicionamento  que  entende  cabível,  com  a  respectiva 
fundamentação  legal,  o  que  aliás,  é  condição  para  o 
processamento de sua consulta, de acordo com a legislação 
em vigor, sob pena de sua ineficácia. 

Embora o procedimento de consulta não se equipare lógica 
e  juridicamente  ao  processo  administrativo  fiscal,  o  fato  é 
que  este  também  possui  conteúdo  persuasivo,  buscando­se 
convencimento  da  Administração,  acerca  de  determinada 
interpretação. E se assim for o caso, a solução em consulta 
confere­lhe medida protetiva,  um verdadeiro  escudo contra 
eventuais  futuros  entendimentos  administrativos  contrários. 
Por  essa  razão,  apenas  a  solução  de  consulta  favorável  ao 
contribuinte tem repercussões no contencioso administrativo 
fiscal, no sentido de coibir o lançamento. 

Observe­se que, nessa  toada, dispõe o art. 100 do Decreto 
n. 7574/2011: 

(...). 

Fl. 369DF  CARF  MF



Processo nº 11080.934302/2009­01 
Acórdão n.º 3402­005.190 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

7

Acresça­se,  por  fim,  que  as  decisões  proferidas  em 
procedimentos  de  consulta  e  no  processo  administrativo 
fiscal são lógica e juridicamente distintas, de sorte que não 
se verifica quaisquer relações de hierarquia entre elas. 

Superadas  a  questão,  parte­se  para  o  conhecimento  do 
mérito da lide. 

A  atividade  de  instalação  de  elevadores  deve  ser 
caracterizada  como  serviço,  e  não  como  atividade  de 
industrialização,  frisando­se  que,  na  hipótese  dos  autos,  a 
Recorrente aparta a atividade de fabricação dos elevadores, 
da de sua instalação. 

Além  de  todas  os  fundamentos  jurídicos  trazidos  pela 
Recorrente,  como o  fato  de  que  a  instalação  de  elevadores 
sob  encomenda  ser  complemento  da  obra  de  construção 
civil,  esta,  indubitavelmente  subsumida  ao  conceito  de 
serviço, por se agregarem ao solo, dentre outras, tem­se que, 
para  efeitos  da  legislação  federal,  que  passou  a  tributar  os 
serviços  pelas  contribuições  sociais,  bem  como  instituir  o 
instrumental necessário para o controle do comércio exterior 
de  serviços,  com  a  edição  da  Nomenclatura  Brasileira  de 
Serviços, Decreto n. 7708/2011, não há mais dúvidas quanto 
ao enquadramento. 

Destarte,  de acordo com o art.  2o do decreto, a NBS será 
adotada  como  nomenclatura  única  na  classificação  das 
transações com serviços, intangíveis e outras operações que 
produzam  variações  no  patrimônio  das  pessoas  físicas, 
pessoas jurídicas e entes despersonalizados. 

Os  serviços  de  instalação  de  elevadores  estão  assim 
dispostos: 

SEÇÃO I ­ SERVIÇOS DE CONSTRUÇÃO 

Capítulo 1 ­ Serviços de construção 

1.0131 ­ Outros serviços de instalação 

1.0131.10.00  ­  Serviços  de  instalação  de  elevadores, 
esteiras  e escadas  rolantes O direito positivo brasileiro não 
traz  um  conceito  conotativo  de  "serviço'  nem mesmo  para 
efeitos  de  incidência  do  ISSQN,  operando  sempre  com 
definições denotativas, ou seja, com listas que arrolam o que 
são  considerados  os  "serviços"  para  efeitos  de  tributação. 
Portanto, não se questiona a validade, vigência e eficácia da 
Nomenclatura Brasileira de Serviços, para esse fim. 

Não se olvide, finalmente, que os decretos são de aplicação 
obrigatória  para  o  Conselho  Administrativo  de  Recursos 
Fiscais, de maneira que considerada a atividade em questão 
como  serviço,  deve  ser  a  aplicação  do  regime  cumulativo 
das contribuições sociais. 

Fl. 370DF  CARF  MF



Processo nº 11080.934302/2009­01 
Acórdão n.º 3402­005.190 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

8

Por essas razões, entendo que há de ser dado provimento ao 
recurso  voluntário.Com  efeito,  não  vislumbro  a 
possibilidade  de  uma  Solução  de  Consulta  expedida  pela 
Receita  Federal  do  Brasil  vincular,  ad  eternum,  uma 
exigência tributária que se mostre claramente ilegítima. 

Não se trata aqui de discutir se o contribuinte poderia ou 
não ter formulado uma segunda Consulta Fiscal, ou mesmo 
qual  das  respostas  deveria  prevalecer.  Trata­se  aqui  de 
reconhecer  a  legalidade  ou  ilegalidade  de  uma  exigência 
tributária,  ou,  melhor  dizendo,  de  definição  acerca  do 
alcance de uma norma tributária. 

Mesmo  se  admitisse  que,  de  acordo  com  as  normas 
procedimentais, a segunda Solução de Consulta deveria ser 
tida  por  inexistente,  tal  constatação,  por  óbvio,  não 
chancela  a  legitimidade  da  primeira  Solução  de Consulta. 
Afinal,  este  não  é  o  meio  adequado  para  se  definir  fato 
gerador de obrigação tributária. 

E, nesse  sentido,  trago o  seguinte precedente do Superior 
Tribunal de Justiça que reconhece o serviço de instalação e 
montagem  de  elevadores  como  obra  de  engenharia,  e  não 
como  industrialização  (portanto,  atraindo  a  incidência  do 
regime cumulativo do PIS e da COFINS à época dos  fatos 
geradores): 

TRIBUTÁRIO.  RECURSO  ESPECIAL. 
FORNECIMENTO  DE  ELEVADORES.  IPI.  NÃO 
INCIDÊNCIA. 

1. A atividade de fornecimento de elevadores, que envolve 
a  produção  sob  encomenda  e  a  instalação  no  edifício, 
encerra,  precipuamente,  uma  obra  de  engenharia  que 
complementa  o  serviço  de  construção  civil,  não  se 
enquadrando no conceito de montagem industrial, para fins 
de incidência do IPI. 

2. Recurso especial provido. 

(REsp  1231669/RS,  Rel.  Ministro  BENEDITO 
GONÇALVES,  PRIMEIRA  TURMA,  julgado  em 
07/11/2013, DJe 16/05/2014)  

Diante  do  exposto,  voto  por  CONHECER  e  DAR 
PROVIMENTO  ao  Recurso  Voluntário  do  Contribuinte, 
exonerando o crédito tributário lançado. 

7.  Referida  decisão  apresenta  um  caráter  vinculante, 
devendo  ser  seguida  por  esta  Turma  julgadora. Neste  aspecto, 
todavia, não concordou o colegiado, que entende que, em tese, 
o  colegiado  poderia  julgar  de  forma  diferente  daquele 
precedente paradigmático, haja vista que se está diante de outro 
lote de processos (ainda que referentes aos mesmíssimos fatos e 
com as mesmíssimas partes litigantes). Deixo tais considerações 
aqui registradas em razão do disposto no esquizofrênico art. 63, 

Fl. 371DF  CARF  MF



Processo nº 11080.934302/2009­01 
Acórdão n.º 3402­005.190 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

9

§8º  do  RICARF1,  que  determina  que  as  conclusões  adotadas 
pelo  colegiado  seja  externada  por  aquele  Conselheiro  que 
divergiu (e continua divergindo) e que foi vencido em relação à 
tais conclusões. 

8.  Tais  considerações  do  colegiado,  entretanto,  não 
trazem qualquer repercussão no caso prático, até porque, no que 
tange ao mérito, a Turma julgadora aderiu integralmente com as 
precisas considerações  elaboradas pela então Conselheira Ana 
Clarissa  Masuko  dos  Santos  Araújo  e  replicadas  pela 
Conselheira  Tatiana  Josefovicz  Belisário  (transcritas  alhures), 
motivo  pelo  qual  emprego  tais  fundamentos  para  fins  de 
motivação do presente voto, o que faço com amparo no art. 50, § 
1o da lei n. 9.784/992. 

Dispositivo 

9. Diante do exposto, voto por dar provimento ao recurso 
voluntário interposto pelo contribuinte. 

10. É como voto." 

Importa  registrar  que  nos  autos  ora  em  apreço,  a  situação  fática  e  jurídica 
encontra correspondência com a verificada no paradigma, de  tal  sorte que o entendimento  lá 
esposado pode ser perfeitamente aqui aplicado. 

                                                           
1 "Art. 63. As decisões dos colegiados, em forma de acórdão ou resolução, serão assinadas pelo presidente, pelo 
relator, pelo redator designado ou por conselheiro que fizer declaração de voto, devendo constar, ainda, o nome 
dos conselheiros presentes e dos ausentes, especificando­se, se houver, os conselheiros vencidos e a matéria em 
que o foram, e os impedidos.  
(...). 
§  8º  Na  hipótese  em  que  a  decisão  por  maioria  dos  conselheiros  ou  por  voto  de  qualidade  acolher  apenas  a 
conclusão do relator, caberá ao relator reproduzir, no voto e na ementa do acórdão, os fundamentos adotados pela 
maioria dos conselheiros." 
2 "Art. 50. Os atos administrativos deverão ser motivados, com indicação dos fatos e dos fundamentos jurídicos, 
quando: 
(...). 
§ 1o A motivação deve ser explícita, clara e congruente, podendo consistir em declaração de concordância com 
fundamentos de anteriores pareceres,  informações, decisões ou propostas, que, neste caso, serão parte  integrante 
do ato. 
(...)." 

Fl. 372DF  CARF  MF



Processo nº 11080.934302/2009­01 
Acórdão n.º 3402­005.190 

S3­C4T2 
Fl. 0 

 
 

 
 

10

Aplicando­se  a  decisão  do  paradigma  ao  presente  processo,  em  razão  da 
sistemática  prevista  nos  §§  1º  e  2º  do  art.  47  do  anexo  II  do  RICARF,  o  colegiado  deu 
provimento ao recurso voluntário. 

(assinado digitalmente) 
Waldir Navarro Bezerra 

. 

           

 

           

 

 

Fl. 373DF  CARF  MF


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Resolvem os membros do Colegiado, por unanimidade de votos, converter o julgamento em diligência, nos termos do voto da Relatora. O Conselheiro Diego Diniz Ribeiro declarou-se impedido, sendo substituído pelo Conselheiro Suplente Renato Vieira de Avila.
(assinado digitalmente)
Waldir Navarro Bezerra - Presidente
(assinado digitalmente)
Maria Aparecida Martins de Paula - Relatora
Participaram do presente julgamento os Conselheiros: Waldir Navarro Bezerra, Renato Vieira de Avila (Suplente), Maria Aparecida Martins de Paula, Thais De Laurentiis Galkowicz, Pedro Sousa Bispo, Maysa de Sá Pittondo Deligne, Vinicius Guimarães (Suplente convocado) e Carlos Augusto Daniel Neto. Ausente justificadamente o Conselheiro Jorge Olmiro Lock Freire, que foi substituído pelo Suplente convocado.

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S3­C4T2 

Fl. 1.553 

 
 

 
 

1

1.552 

S3­C4T2  MINISTÉRIO DA FAZENDA 

CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS 
TERCEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO 

 

Processo nº  16327.720248/2016­13 

Recurso nº            Voluntário 

Resolução nº  3402­001.355  –  4ª Câmara / 2ª Turma Ordinária 

Data  19 de abril de 2018 

Assunto  Diligência 

Recorrente  ITAÚ SEGUROS DE AUTO E RESIDÊNCIA S.A.  

Recorrida  FAZENDA NACIONAL 

 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

Resolvem  os  membros  do  Colegiado,  por  unanimidade  de  votos,  converter  o 
julgamento em diligência, nos termos do voto da Relatora. O Conselheiro Diego Diniz Ribeiro 
declarou­se impedido, sendo substituído pelo Conselheiro Suplente Renato Vieira de Avila. 

(assinado digitalmente) 

Waldir Navarro Bezerra ­ Presidente 

(assinado digitalmente) 

Maria Aparecida Martins de Paula ­ Relatora 

Participaram do presente julgamento os Conselheiros: Waldir Navarro Bezerra, 
Renato  Vieira  de Avila  (Suplente), Maria Aparecida Martins  de  Paula,  Thais  De  Laurentiis 
Galkowicz, Pedro Sousa Bispo, Maysa de Sá Pittondo Deligne, Vinicius Guimarães (Suplente 
convocado)  e  Carlos  Augusto  Daniel  Neto.  Ausente  justificadamente  o  Conselheiro  Jorge 
Olmiro Lock Freire, que foi substituído pelo Suplente convocado. 

RELATÓRIO 

Trata­se  de  recurso  voluntário  contra  decisão  da Delegacia  de  Julgamento  em 
Fortaleza que julgou improcedente a impugnação da contribuinte. 

Versa o processo sobre autos de infração para exigência de Cofins e PIS/Pasep 
no  regime  cumulativo,  nos  valores  de R$  35.275.284,08  e  de R$  5.732.233,04,  já  incluídos 
multas e juros moratórios, referentes aos períodos de apuração entre 04/2011 a 12/2013, no que 
concerne à apuração da receita de Salvados e Ressarcimentos, supostamente desconsiderada na 

  

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3

Fl. 1553DF  CARF  MF




Processo nº 16327.720248/2016­13 
Resolução nº  3402­001.355 

S3­C4T2 
Fl. 1.554 

 
 

 
 

2

base de cálculo das contribuições citadas e não oferecida à tributação no período de Abril/2011 
a Dezembro/2013. 

Sustenta  a  autoridade  fiscal,  no  Termo  de  Verificação  Fiscal,  "que  o  próprio 
contribuinte assumiu que cometeu o equívoco quanto a não­dedução, na exclusão efetuada pela 
empresa na base de cálculo do PIS e da Cofins, das importâncias recebidas a título de 'salvados' 
e  'ressarcimentos'",  tendo,  inclusive, efetuado  recolhimentos complementares em 14/03/2016, 
porém sem o pagamento da multa de ofício de 75% aplicável ao presente caso nos termos do 
disposto  no  art.  7º  do Decreto  n.º  70.235/72,  uma  vez  que  o  contribuinte  encontrava­se  sob 
procedimento fiscal desde 24/02/2016. 

Cientificada da autuação, a interessada apresentou impugnação, na qual alegou, 
em  síntese,  como  consta  na  decisão  recorrida:  a)  a  quitação  dos  pretensos  débitos  de  PIS  e 
Cofins  sobre  Receitas  de  Salvados  e  Ressarcimentos,  de  04/2011  e  05/2011,  dentro  dos 
respectivos vencimentos; b) a quitação dos pretensos débitos de PIS e Cofins sobre Receitas de 
Salvados e Ressarcimento, de 06/2011 a 12/2013, acrescidos de juros de mora, dentro do prazo 
de 20 dias nos  termos do art. 47, da Lei n.º 9.430/96; e  requer c) a anulação dos respectivos 
autos de infração por vício material, pois incidentes sobre principal e juros de mora já pagos; e 
d)  a  revisão  dos  autos  de  infração,  para  exclusão  dos  valores  pagos  de  PIS  e  Cofins  sobre 
Receitas de Salvados e Ressarcimentos, e ajuste do percentual da multa aplicada. 

O julgador de primeira instância não acatou os argumentos da impugnante, sob 
os seguintes fundamentos: 

­  Os  salvados  (bens  alvos  de  sinistro,  passados  à  propriedade  da  empresa  e 
posteriormente alienados, gerando receita à pessoa jurídica) e os ressarcimentos (importâncias advindas 
de terceiros quando da responsabilização destes pelo dano causado) integram a base de cálculo do PIS e 
da Cofins, inteligência incontestada pela citada, tanto que, ao ser intimada do início do procedimento de 
fiscalização,  procurou  regularizar  as  pendências  e  efetuar  recolhimentos  complementares  das 
contribuições mencionadas. 

­ Dos Débitos de Abril e Maio/2011: Não há elementos nos autos que permitam efetuar 
a  inferência  efetuada  pela  impugnante,  pois  não  há  demonstrativos  contábeis,  declarações  ou 
documentos  comprobatórios  aptos  a  ratificar  serem  de  R$  88.987.393,64  e  R$  94.834.668,33  os 
Sinistros Pagos em Abril e Maio/2011. É incontestável o recolhimento, tempestivo, dos valores do PIS 
e  da  Cofins  confessados  na  DCTF  e  demonstrados  no  DACON  relativos  aos  meses  de  Abril  e 
Maio/2011,  porém  isso  não  significa  que  a  requerente  comprovou,  cabal  e  irrefutavelmente,  que  a 
receita de Salvados e Ressarcimentos, objeto da lide, foi incluída na base de cálculo das contribuições. 
Dessarte, com fulcro nos arts. 15 e 16, III, do Decreto n.º 70.235/72, que orientam o sujeito passivo a 
instruir a impugnação com os documentos em que se fundamenta e as provas que possui, entendo, por 
falta de conjunto probatório, ser procedente o lançamento efetuado pela autoridade fiscal referentes às 
competências de 04/2011 e 05/2011. 

­ Dos Débitos de Junho/2011 a Dezembro/2013: Como alegou a interessada, ainda no 
curso  da  fiscalização,  no  dia  14/03/2016  foram  efetuados  os  recolhimento  via Darf  (fls.  502  a  625), 
dentro  do  prazo  legal  de  20  (dias)  ofertado  pela  norma  em  estudo.  Analisando­se  os  referidos 
documentos, verifica­se que correspondem aos valores apurados pela fiscalização, contudo, observa­se 
que os valores recolhidos foram acrescidos somente de juros de mora, não tendo o contribuinte efetuado 
qualquer  recolhimento a  título de multa de mora, conforme previsto no art. 61 da Lei nº 9.430/96. O 
contribuinte,  mesmo  se  utilizando  da  espontaneidade  prevista  no  art.  47  da  Lei  nº  9.430/96,  estava 
sujeito  à  cobrança  dos  juros  e  da  multa  de  mora,  que  são  aplicáveis  nos  casos  de  recolhimento 
espontâneo com atraso. 

Fl. 1554DF  CARF  MF



Processo nº 16327.720248/2016­13 
Resolução nº  3402­001.355 

S3­C4T2 
Fl. 1.555 

 
 

 
 

3

c) O contribuinte alega haver  incluído, no Faturamento ou Receita Bruta, a  receita de 
Salvados  e  Ressarcimentos,  quando  deveria  havê­la  deduzido  dos  Sinistros  Pagos.  Contudo,  a mera 
análise dos DACON trazidos aos autos não nos permite chegar à conclusão do alegado, dada a carente 
instrução  probatória,  que  poderia  ser  suprimida  por  demonstrativos  contábeis,  declarações  ou 
documentos hábeis e idôneos para comprovar que, de fato, a receita de Salvados e Ressarcimentos fora 
devidamente declarada como demanda o art. 47 da Lei n.º 9.430/96. 

­  O  lançamento  reportou­se  corretamente  à  base  de  cálculo,  qual  seja  a  receita  de 
Salvados  e  Ressarcimentos  oportunizada  pela  própria  requerente,  e,  sobre  ela,  imputou  as  alíquotas 
correspondentes  ao  PIS  e  à  Cofins,  inexistindo  mácula  neste  procedimento.  A  desconsideração  dos 
recolhimentos efetuados após a ciência do termo de início da fiscalização, desabrigados do alcance do 
instituto da espontaneidade, não pode ser oposta com o fim de ser declarado nulo ou improcedente todo 
o  procedimento  fiscal  a  que  foi  submetida  a  requerente. Tratando­se  de  pagamentos  concretizados  a 
destempo, a vinculação deles é mero ato de cobrança, posterior ao nascimento, no mundo jurídico, do 
débito tributário formalizado através do lançamento. 

­  Não  havendo  espontaneidade  nos  recolhimentos  (realizados  após  o  início  do 
procedimento  fiscal)  e,  ainda,  ausentes  os  pressupostos  estabelecidos  no  art.  47  da  Lei  nº  9.430/96, 
incabível a limitação da multa do art. 61 no percentual de 20%, e devida a multa de ofício do art. 44, I, 
no percentual de 75%, e dos juros de mora. 

­ Requer a impugnante, nos itens 58 a 62, que os lançamentos sejam revistos para que o 
débito  tributário  seja  calculado  por  meio  da  imputação  proporcional  dos  pagamentos  efetuados  em 
14/03/2016. No  tocante  à solicitação, observe­se que,  tendo ocorrido o  recolhimento  somente  após o 
início  do  procedimento  fiscal,  não  cabe  alterar  os  valores  principais  lançados,  pois  necessária  a  sua 
indicação para apuração dos montantes lançados da multa de ofício proporcional de 75%. Quando da 
cobrança, a autoridade preparadora irá alocar os pagamentos efetuados, utilizando­os para a quitação do 
crédito tributário  lançado,  intimando o contribuinte ao pagamento dos saldos remanescentes.Requer a 
impugnante,  nos  itens  58  a  62,  que  os  lançamentos  sejam  revistos  para  que  o  débito  tributário  seja 
calculado por meio da imputação proporcional dos pagamentos efetuados em 14/03/2016. 

­ A multa de ofício é parte integrante da obrigação ou crédito tributário e, quando não 
extinta  na  data  de  seu  vencimento,  estará  sujeito  à  incidência  de  juros  conforme  estabelecido  no  art. 
113, do Código Tributário Nacional. 

Cientificada  da  decisão  de  primeira  instância  em  20/03/2017,  a  contribuinte 
apresentou  o  recurso  voluntário  em  19/04/2017,  mediante  o  qual  repisa  as  alegações  de 
primeira instância e acrescenta outras, sob os seguinte tópicos: 

III.1  PRELIMINARMENTE:  DA  NULIDADE  DO  V.  ACÓRDÃO 
RECORRIDO  

III.1.1  POR  INOVAR  NA  MOTIVAÇÃO  DO  LANÇAMENTO  E 
ACARRETAR PRETERIÇÃO DO DIREITO DE DEFESA 

III.1.2  POR  DEIXAR  DE  APRECIAR  PONTOS  ESSENCIAIS  AO 
DESLINDE DO LITÍGIO 

III.2 DA IMPROCEDÊNCIA DOS LANÇAMENTOS EM FUNÇÃO DA 
EXTINÇÃO  POR  PAGAMENTO  DOS  PRETENSOS  DÉBITOS 
AUTUADOS, NA FORMA DO ART. 156, I, DO CTN 

III.2.1. DA DEVIDA QUITAÇÃO DOS PRETENSOS DÉBITOS DE PIS 
COFINS  DOS  PERÍODOS  DE  ABRIL  E  MAIO  DE  2011  NOS 
RESPECTIVOS VENCIMENTOS 

Fl. 1555DF  CARF  MF



Processo nº 16327.720248/2016­13 
Resolução nº  3402­001.355 

S3­C4T2 
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III.2.2. DA DEVIDA QUITAÇÃO DOS PRETENSOS DÉBITOS DE PIS 
E COFINS DOS PERÍODOS DE 06/2011 A 12/2013 NA FORMA DO 
ART. 47 DA LEI Nº 9.430/96 

III.3  A  VERDADE  MATERIAL  DOS  FATOS  CORROBORA  A 
IMPROCEDÊNCIA DA AUTUAÇÃO 

III.4  DA  INSUBSISTÊNCIA  DOS  LANÇAMENTOS  POR  AUSÊNCIA 
DO DEVIDO CÔMPUTO DOS PAGAMENTOS EFETUADOS 

III.5  SUBSIDIARIAMENTE:  DA  NECESSÁRIA  REVISÃO  PARCIAL 
DOS LANÇAMENTOS 

É o relatório. 

VOTO 

Conselheira Maria Aparecida Martins de Paula, Relatora 

Atendidos aos  requisitos de admissibilidade,  toma­se conhecimento do  recurso 
voluntário. 

Trata­se de exigência de PIS/Cofins e acréscimos legais referente às receitas em 
face de salvados e de ressarcimentos, cuja inclusão na base de cálculo dessas contribuições é 
determinada pelo art. 3º, § 6º, II da Lei nº 9.718/98 e pelo art. 10, IV da Instrução Normativa 
RFB n.º 1.285/2012. Os salvados são bens alvos de sinistro que são passados à propriedade da 
empresa  e  posteriormente  são  alienados,  gerando  receita  à  pessoa  jurídica;  enquanto  que  os 
ressarcimentos  são  valores  recebidos  de  terceiros  responsabilizados  pelos  danos  relativos  ao 
bem segurado. 

Dos Débitos de Abril e Maio/2011 

Alegou a contribuinte que os débitos lançados de PIS e Cofins dos períodos de 
Abril  e  Maio/2011  teriam  sido  devidamente  quitados  dentro  dos  respectivos  prazos  de 
vencimento, na forma do art. 156, I do Código Tributário Nacional (CTN). 

O  julgador  a  quo  entendeu,  no  entanto,  que  não  teria  sido  comprovado  pela 
impugnante que a receita de Salvados e Ressarcimentos, objeto da lide, teria sido incluída na 
base de cálculo das contribuições cujos valores foram confessados em DCTF e demonstrados 
no DACON relativos aos meses de Abril e Maio/2011, especialmente porque não haveria não 
haveria demonstrativos contábeis, declarações ou documentos comprobatórios aptos a ratificar 
serem de R$ 88.987.393,64 e R$ 94.834.668,33 os Sinistros Pagos em Abril e Maio/2011. 

Do outro  lado  sustenta  a  recorrente que  teria,  sim,  juntado  "tanto  documentos 
contábeis,  a  exemplo  de  balancetes  contábeis,  como  declarações  (DACON)  e  os  próprios 
Comprovantes  de  arrecadação  (vide  Docs.  de  04  a  09  da  Impugnação  de  fls.),  os  quais 
caracterizam comprovação cabal e irrefutável de que as Receitas de Salvados e Ressarcimentos 
foram  computadas nas bases de  cálculo do PIS  e da COFINS apurados  e  recolhidos  em  tais 
períodos". 

Verifica­se  alguma  verossimilhança  na  alegação  da  recorrente  de  que  ela  não 
teria  excluído  as  receitas  de  salvados  e  de  ressarcimentos  das  bases  de  cálculo  das 

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Processo nº 16327.720248/2016­13 
Resolução nº  3402­001.355 

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contribuições  recolhidas  em  20/05  e  20/06/2011,  o  que  poderia  ser  melhor  avaliado  pela 
fiscalização  na  Unidade  de  Origem,  que  tem  acesso  aos  livros  de  escrituração  comercial  e 
fiscal e aos comprovantes dos lançamentos neles efetuados. 

Dos Débitos de Junho/2011 a Dezembro/2013 

Alegou a contribuinte que os débitos lançados de PIS e Cofins dos períodos de 
Junho/2011 a Dezembro/2013 foram teriam sido devidamente quitados dentro do prazo de 20 
(vinte) dias da ciência do  termo de  início de fiscalização com o benefício da espontaneidade 
previsto no art. 47 da Lei nº 9.430/961, o que não foi acatado pela DRJ sob o fundamento de 
que:  i)  não  estaria  comprovado  que  as  receitas  declaradas  no  Dacon  compreenderiam  as 
receitas  de  salvados  e  ressarcimentos;  e  ii)  a  contribuinte  não  acrescentou  a multa  de mora 
devida nos recolhimentos. 

Sobre o primeiro ponto, a matéria demanda análise da fiscalização semelhante 
ao  apontado  acima  em  relação  aos  débitos  de  abril  e  maio/2011.  Sobre  o  segundo  ponto, 
ressalvando eventual julgamento posterior do Colegiado em conformidade com os recursos do 
STJ  julgados  sob  a  sistemática  de  recursos  repetitivos2,  é  conveniente  aproveitar  a 
oportunidade  para  a  fiscalização  confirmar  a  integralidade  dos  pagamentos  apontados  pela 
recorrente  para  a  caracterização  do  benefício  da  espontaneidade  previsto  no  47  da  Lei  nº 
9.430/96 desconsiderando a incidência da multa de mora. 

Imputação Proporcional  

Requereu  subsidiariamente  a  então  impugnante  que  os  lançamentos  fossem 
revistos para que o débito tributário fosse calculado por meio da imputação proporcional dos 
pagamentos  efetuados,  o que  foi  indeferido pela DRJ,  sob o  fundamento de que não caberia 
alterar os montantes  lançados,  sendo que  a autoridade preparadora  iria alocar os pagamentos 
efetuados  na  fase  de  cobrança.  Não  obstante  isso,  eventuais  pagamentos  efetuados  antes  da 
lavratura do auto de infração acarretam a improcedência da autuação nessa parte, sendo que os 
comprovantes de pagamentos parciais são legítimos elementos modificativos ou extintivos da 
autuação  nessa  parte.  Dessa  forma,  é  conveniente  que,  na  oportunidade,  se  for  o  caso,  a 
autoridade  preparadora  calcule  eventual  valor  remanescente  por  imputação  proporcional  dos 
pagamentos. 

Assim, nos termos do art. 18 do Decreto nº 70.235/72 e dos arts. 35 a 37 e 63 do 
Decreto nº 7.574/2011, voto no sentido de determinar à DEINF em São Paulo a realização 
de diligência para apurar o que se  segue,  inclusive,  se  for o  caso,  solicitando documentos 
adicionais  à  contribuinte  e  averiguando  eventuais  declarações,  demonstrações  e  lançamentos 
nos livros obrigatórios de escrituração comercial e/ou fiscal da contribuinte juntamente com os 
documentos que os comprovam: 

                                                           
1 Art. 47. A pessoa  física ou  jurídica submetida a ação  fiscal por parte da Secretaria da Receita Federal poderá 
pagar,  até  o  vigésimo  dia  subseqüente  à  data  de  recebimento  do  termo  de  início  de  fiscalização,  os  tributos  e 
contribuições  já  declarados,  de  que  for  sujeito  passivo  como  contribuinte  ou  responsável,  com  os  acréscimos 
legais aplicáveis nos casos de procedimento espontâneo.                     (Redação dada pela Lei nº 9.532, de 1997) 
2 REsp 1149022/SP, Rel. Ministro LUIZ FUX, PRIMEIRA SEÇÃO, julgado em 09/06/2010, DJe 24/06/2010 
REsp  962.379/RS, Rel. Ministro  TEORI ALBINO ZAVASCKI,  PRIMEIRA SEÇÃO,  julgado  em  22/10/2008, 
DJe 28/10/2008 
 

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Processo nº 16327.720248/2016­13 
Resolução nº  3402­001.355 

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Fl. 1.558 

 
 

 
 

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i) Verificar  se  a  documentação  juntada  aos  autos  é  suficiente  para demonstrar 
que  as  Receitas  de  Salvados  e  Ressarcimentos  foram  computadas  nas  bases  de  cálculo  das 
contribuições de PIS/Cofins apuradas e recolhidas relativamente a todos os períodos autuados. 
Em caso  negativo,  se  houver  necessidade,  intimar  a  recorrente  a  apresentar,  dentro  de  prazo 
razoável, os documentos que faltariam para a referida comprovação. 

ii)  Com  relação  aos  débitos  lançados  relativos  aos  períodos  de  Abril  e 
Maio/2011,  analisar  a  documentação  referida  no  item  anterior  e  sua  potencialidade  para 
exonerar, integral ou parcialmente, o crédito tributário nesses períodos nos termos do art. 156, I 
do CTN. 

iii) Acerca dos débitos relativos aos períodos de Junho/2011 a Dezembro/2013, 
analisar a documentação referida no item i) acima e sua potencialidade para exonerar, integral 
ou parcialmente,  o  crédito  tributário,  nos  termos do  art.  156,  I  do CTN,  com o benefício da 
espontaneidade previsto  no  47  da Lei  nº  9.430/96,  desconsiderando para  tal,  a  incidência  da 
multa de mora (REsp 1149022/SP e REsp 962.379/RS). 

iv)  Emitir  Relatório  Conclusivo  sobre  a  conclusão  da  análise  dos  itens 
precedentes,  elaborando  demonstrativos  com  eventuais  parcelas  a  serem  exoneradas  da 
autuação e/ou imputação proporcional dos pagamentos confirmados. 

v) Cientificar a recorrente do resultado da diligência, concedendo­lhe o prazo de 
30 (trinta) dias para manifestação, nos termos do art. 35 do Decreto nº 7.574/2011. 

vi) Por fim, após decorrido o prazo de manifestação da interessada, devolver os 
autos a este Colegiado para julgamento do recurso voluntário. 

É como voto. 

(assinado digitalmente) 

Maria Aparecida Martins de Paula ­ Relatora 

 

 

Fl. 1558DF  CARF  MF


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          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1039</int>
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            <str name="field">_turma_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
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          <lst>
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            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">1039</int>
            <str name="field">_materia_s</str>
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            <int name="inputDocSetSize">1039</int>
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            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1039</int>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">1039</int>
            <str name="field">_ementa_assunto_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">1039</int>
            <str name="field">_tiporecurso_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">1039</int>
            <str name="field">_processo_s</str>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
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            <int name="inputDocSetSize">1039</int>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">1039</int>
            <str name="field">_orgao_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">1039</int>
            <str name="field">_recorrida_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">1039</int>
            <str name="field">_tipodocumento_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
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            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">1039</int>
            <str name="field">_nomerelator_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">1039</int>
            <str name="field">_recorrente_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">1</long>
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            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">1039</int>
            <str name="field">decisao_txt</str>
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          </lst>
        </arr>
      </lst>
      <lst>
        <str name="processor">SimpleFacets</str>
        <long name="elapse">3</long>
        <str name="action">field facet</str>
        <int name="maxThreads">0</int>
        <arr name="sub-facet">
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
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            <int name="inputDocSetSize">1003</int>
            <str name="field">turma_s</str>
            <int name="numBuckets">75</int>
          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1003</int>
            <str name="field">camara_s</str>
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          </lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1003</int>
            <str name="field">secao_s</str>
            <int name="numBuckets">8</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
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            <int name="inputDocSetSize">1003</int>
            <str name="field">materia_s</str>
            <int name="numBuckets">86</int>
          </lst>
          <lst>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1003</int>
            <str name="field">ano_sessao_s</str>
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          </lst>
          <lst>
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          </lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1003</int>
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          </lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1064</int>
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          </lst>
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          </lst>
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      </lst>
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            <str name="field">secao_s</str>
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          <lst>
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          </lst>
          <lst>
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            <str name="field">materia_s</str>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1040</int>
            <str name="field">_nomeorgao_s</str>
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          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">1040</int>
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            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">1040</int>
            <str name="field">_materia_s</str>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1040</int>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1040</int>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1040</int>
            <str name="field">_ementa_assunto_s</str>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
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            <int name="inputDocSetSize">1040</int>
            <str name="field">_tiporecurso_s</str>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
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            <int name="inputDocSetSize">1040</int>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1040</int>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
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            <int name="inputDocSetSize">1040</int>
            <str name="field">_orgao_s</str>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">1040</int>
            <str name="field">_recorrida_s</str>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
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            <int name="inputDocSetSize">1040</int>
            <str name="field">_tipodocumento_s</str>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1040</int>
            <str name="field">_nomerelator_s</str>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1040</int>
            <str name="field">_recorrente_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1040</int>
            <str name="field">decisao_txt</str>
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          </lst>
        </arr>
      </lst>
      <lst>
        <str name="processor">SimpleFacets</str>
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        <str name="action">field facet</str>
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          <lst>
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            <str name="field">turma_s</str>
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          </lst>
          <lst>
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            <str name="field">camara_s</str>
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          </lst>
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            <int name="inputDocSetSize">998</int>
            <str name="field">secao_s</str>
            <int name="numBuckets">8</int>
          </lst>
          <lst>
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            <str name="field">materia_s</str>
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            <str name="field">ano_sessao_s</str>
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          </lst>
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            <str name="field">ano_publicacao_s</str>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
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            <int name="inputDocSetSize">998</int>
            <str name="field">_nomeorgao_s</str>
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          </lst>
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            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">998</int>
            <str name="field">_tiporecurso_s</str>
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            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <str name="field">_recorrente_s</str>
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          <lst>
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          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1029</int>
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          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">1029</int>
            <str name="field">secao_s</str>
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          </lst>
          <lst>
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            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">1029</int>
            <str name="field">materia_s</str>
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          </lst>
          <lst>
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          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1029</int>
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            <int name="inputDocSetSize">1029</int>
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            <long name="elapse">0</long>
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            <int name="inputDocSetSize">1029</int>
            <str name="field">_nomeorgao_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">1029</int>
            <str name="field">_turma_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">1029</int>
            <str name="field">_materia_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">1029</int>
            <str name="field">_recurso_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">1029</int>
            <str name="field">_julgamento_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">1029</int>
            <str name="field">_ementa_assunto_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">1029</int>
            <str name="field">_tiporecurso_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">1029</int>
            <str name="field">_processo_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">1029</int>
            <str name="field">_resultadon2_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">1029</int>
            <str name="field">_orgao_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">1029</int>
            <str name="field">_recorrida_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">1029</int>
            <str name="field">_tipodocumento_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
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            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">1029</int>
            <str name="field">_nomerelator_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">1029</int>
            <str name="field">_recorrente_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">1</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">1029</int>
            <str name="field">decisao_txt</str>
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          </lst>
        </arr>
      </lst>
      <lst>
        <str name="processor">SimpleFacets</str>
        <long name="elapse">3</long>
        <str name="action">field facet</str>
        <int name="maxThreads">0</int>
        <arr name="sub-facet">
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">1002</int>
            <str name="field">turma_s</str>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
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            <int name="inputDocSetSize">1002</int>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1002</int>
            <str name="field">secao_s</str>
            <int name="numBuckets">8</int>
          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <str name="field">materia_s</str>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
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          </lst>
          <lst>
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            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">1002</int>
            <str name="field">ano_sessao_s</str>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">1002</int>
            <str name="field">ano_publicacao_s</str>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">1002</int>
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          </lst>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1054</int>
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          </lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1054</int>
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            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1054</int>
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          </lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1054</int>
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            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1054</int>
            <str name="field">_julgamento_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
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          </lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1054</int>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1054</int>
            <str name="field">_processo_s</str>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1054</int>
            <str name="field">_resultadon2_s</str>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
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            <int name="inputDocSetSize">1054</int>
            <str name="field">_orgao_s</str>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1054</int>
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          </lst>
          <lst>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1054</int>
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            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1054</int>
            <str name="field">_recorrente_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1054</int>
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          </lst>
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      </lst>
      <lst>
        <str name="processor">SimpleFacets</str>
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            <str name="field">secao_s</str>
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            <str name="requestedMethod">not specified</str>
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            <int name="inputDocSetSize">1038</int>
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            <int name="inputDocSetSize">1097</int>
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            <int name="inputDocSetSize">1097</int>
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            <int name="inputDocSetSize">1097</int>
            <str name="field">_nomeorgao_s</str>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">1097</int>
            <str name="field">_turma_s</str>
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          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1097</int>
            <str name="field">_materia_s</str>
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          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
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            <int name="inputDocSetSize">1097</int>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1097</int>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1097</int>
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          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1097</int>
            <str name="field">_tiporecurso_s</str>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
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            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">1097</int>
            <str name="field">_processo_s</str>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
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            <int name="inputDocSetSize">1097</int>
            <str name="field">_resultadon2_s</str>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">1097</int>
            <str name="field">_orgao_s</str>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
            <str name="requestedMethod">not specified</str>
            <str name="appliedMethod">FC</str>
            <int name="inputDocSetSize">1097</int>
            <str name="field">_recorrida_s</str>
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          </lst>
          <lst>
            <long name="elapse">0</long>
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            <int name="inputDocSetSize">1097</int>
            <str name="field">_tipodocumento_s</str>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1097</int>
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          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1097</int>
            <str name="field">_recorrente_s</str>
            <int name="numBuckets">1</int>
          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1097</int>
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          </lst>
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      </lst>
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          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1024</int>
            <str name="field">secao_s</str>
            <int name="numBuckets">8</int>
          </lst>
          <lst>
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            <int name="inputDocSetSize">1024</int>
            <str name="field">materia_s</str>
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