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Data do fato gerador: 15/12/2004
ALÍQUOTA ZERO. TRANSFERÊNCIAS ENTRE CONTAS CORRENTES DE MESMA TITULARIDADE.
A redução da alíquota a zero da CPMF, nas transferências de valores entre contas correntes de mesma titularidade, está condicionada a identificação do mesmo correntista, bem como da operação realizada, sendo que os extratos bancários devem demonstrar, de forma inconteste, a transferência ocorrida.
COMPENSAÇÃO. PAGAMENTO INDEVIDO OU A MAIOR.
Não deve ser reconhecido o direito creditório pleiteado pela contribuinte quando não comprovado, por documentos hábeis e idôneos, sua liquidez e certeza.
MANIFESTAÇÃO DE INCONFORMIDADE. ÔNUS DA PROVA.
Cabe ao próprio sujeito passivo o ônus de provar as alegações contidas na manifestação de inconformidade apresentada



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Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em negar provimento ao Recurso Voluntário


Assinado Digitalmente
Neiva Aparecida Baylon – Relator

Assinado Digitalmente
Renato Câmara Ferro Ribeiro Gusmão – Presidente

Participaram da sessão de julgamento os conselheiros: Gisela Pimenta Gadelha, Keli Campos de Lima, Luiz Carlos de Barros Pereira, Neiva Aparecida Baylon, Renan Gomes Rego(substituto[a] integral), Renato Camara Ferro Ribeiro de Gusmao (Presidente).
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MINISTÉRIO DA FAZENDA 
Conselho Administrativo de Recursos Fiscais 

PROCESSO  16327.900202/2012-52  

ACÓRDÃO 3002-003.485 – 3ª SEÇÃO/2ª TURMA EXTRAORDINÁRIA    

SESSÃO DE 24 de janeiro de 2025 

RECURSO VOLUNTÁRIO 

RECORRENTE UNIBANCO-UNIÃO DE BANCOS BRASILEIROS S.A. 

INTERESSADO FAZENDA NACIONAL 

Assunto: Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de 

Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira - CPMF 

Data do fato gerador: 15/12/2004 

ALÍQUOTA ZERO. TRANSFERÊNCIAS ENTRE CONTAS CORRENTES DE MESMA 

TITULARIDADE.  

A redução da alíquota a zero da CPMF, nas transferências de valores entre 

contas correntes de mesma titularidade, está condicionada a identificação 

do mesmo correntista, bem como da operação realizada, sendo que os 

extratos bancários devem demonstrar, de forma inconteste, a 

transferência ocorrida. 

 COMPENSAÇÃO. PAGAMENTO INDEVIDO OU A MAIOR.  

Não deve ser reconhecido o direito creditório pleiteado pela contribuinte 

quando não comprovado, por documentos hábeis e idôneos, sua liquidez e 

certeza. 

MANIFESTAÇÃO DE INCONFORMIDADE. ÔNUS DA PROVA. 

 Cabe ao próprio sujeito passivo o ônus de provar as alegações contidas na 

manifestação de inconformidade apresentada 

 

 

 

ACÓRDÃO 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

 Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em negar 

provimento ao Recurso Voluntário   

Fl. 303DF  CARF  MF

Original




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ACÓRDÃO  3002-003.485 – 3ª SEÇÃO/2ª TURMA EXTRAORDINÁRIA  PROCESSO  16327.900202/2012-52 

 2 

 

 

Assinado Digitalmente 

Neiva Aparecida Baylon – Relator 

 

Assinado Digitalmente 

Renato Câmara Ferro Ribeiro Gusmão – Presidente 

 

Participaram da sessão de julgamento os conselheiros: Gisela Pimenta Gadelha, Keli 

Campos de Lima, Luiz Carlos de Barros Pereira, Neiva Aparecida Baylon, Renan Gomes 

Rego(substituto[a] integral), Renato Camara Ferro Ribeiro de Gusmao (Presidente). 

 
 

RELATÓRIO 

Para fins de economia processual adoto o relatório da decisão recorrida a fim de 

elucidar os fatos que motivaram a autuação, vejamos:  

Consoante Despacho Decisório reproduzido à fl. 184, emitido em 01/02/2012, a 

autoridade tributária competente não homologou a compensação efetuada pelo 

contribuinte acima identificado por meio do PER/DCOMP nº 

04013.90504.200808.1.7.04- 0019, por não ter sido confirmado o crédito 

atribuído a pagamento a maior no valor original de R$ 732.749,51, relativo ao 

período de apuração de 08/12/2004, efetuado através de DARF pago em 

15/12/2004, sob o código de receita 5869 (CPMF), na quantia de R$ 

24.147.513,78, o qual foi totalmente utilizado para extinguir débito de igual valor 

informado em DCTF. Segundo Informações Complementares da Análise de 

Crédito, de fls. 185, a justificativa para a negativa do pleito teria sido por ausência 

de documentação comprobatória, na medida em que o contribuinte intimado a 

comprovar as divergências apontadas, em 15/09/2011 (nos autos do processo 

10880-720.161/2012-51 pg. 573 e 574), restou silente. Cientificado do despacho 

denegatório por via postal, em 08/02/2012 (fl. 178), apresentou em 09/03/2012 a 

manifestação de inconformidade acostada às fls. 01 e anexos, alegando, em 

síntese, que a divergência apontada decorre de erro na declaração da DCTF, já 

retificada. Tal diferença advém de estornos de retenções indevidas efetuadas nas 

contas de diversos clientes. Segundo o banco, alguns clientes teriam efetuado 

transferências entre contas de mesma titularidade, equivocadamente tributadas, 

pois, de acordo com o art. 8º, II, da Lei nº 9.311/96, tais movimentações têm 

alíquota reduzida a zero. Original Processo 16327.900202/2012-52 Acórdão n.º 

Fl. 304DF  CARF  MF

Original



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ACÓRDÃO  3002-003.485 – 3ª SEÇÃO/2ª TURMA EXTRAORDINÁRIA  PROCESSO  16327.900202/2012-52 

 3 

03-60.747 DRJ/BSB Fls. 192 3 Reconhecido o seu erro, o banco estornou os 

valores indevidamente retidos da CPMF dos clientes, conforme demonstrado 

pelos documentos anexos. Colaciona aos autos planilha demonstrativa (fls. 44) 

acompanhada dos respectivos extratos. 

 É o relatório. 
 

VOTO 

Conselheira Neiva Aparecida Baylon, Relatora. 

Recurso Voluntário é tempestivo e preenche os demais pressupostos de 

admissibilidade, portanto deve ser admitido. 

Trata-se de decisão que não recorrido não homologou a compensação efetuada 

(oriunda de pagamento a maior) porque a instituição financeira não teria trazido aos autos 

quaisquer elementos que justificassem a retificação da DCTF primitiva, que reduziria o valor do 

débito anteriormente informado, originando-se daí o crédito informado no PER/DCOMP em 

discussão.  

  A Recorrente alega que tributou equivocadamente algumas movimentações 

financeiras sujeitas a alíquota reduzida a zero (nos termos do art. 8º, II, da Lei nº 9.311/96), pois, 

seriam transferências entre contas de mesma titularidade. 

  Os argumentos da DRJ foram no seguinte sentido: 

Portanto, resta claro que as instituições financeiras somente poderão aplicar a 

alíquota zero àquelas operações que estiverem identificadas por meio dos 

documentos que forem estabelecidos pelo Banco Central ou mediante 

lançamento contábil. Assim, quando as transferências entre contas de mesma 

titularidade envolver instituições financeiras distintas deve ser utilizado, conforme 

o caso e à opção do titular da conta, DOC D, Cheque para Transferência Bancária - 

Cheque TB ou TED. Por outro lado, a aplicação da alíquota zero nas transferências 

entre contas bancárias mediante lançamento contábil, deveriam permitir 

identificar, de forma incontroversa, a transferência ocorrida entre as contas 

correntes. Destarte, as informações (data, valor e histórico correspondentes) 

constantes dos extratos bancários deveriam permitir comprovar, de forma 

incontroversa, a transferência ocorrida entre as contas correntes de mesma 

titularidade. Ocorre que, no presente caso, os extratos apresentados, na parte 

pleiteada pelo Banco, não permitem identificar (históricos) de forma cabal a 

ocorrência de transferências entre contas correntes de mesma titularidade, sendo 

certo que não forma carreados aos autos quaisquer outros elementos. Ou seja, as 

provas trazidas não demonstram inequivocamente a ocorrência do erro de fato 

cometido pela instituição. Vejamos, a título exemplificativo, as informações 

contidas às fls. 51, e chamado pelo banco de caso 02. Neste caso o banco adota 

para todas as transferências o mesmo histórico genérico, qual seja, “debito 

Fl. 305DF  CARF  MF

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ACÓRDÃO  3002-003.485 – 3ª SEÇÃO/2ª TURMA EXTRAORDINÁRIA  PROCESSO  16327.900202/2012-52 

 4 

terceiro”, tanto para transferências internas, quanto externas (o campo AG. C/C - 

que seria a conta a crédito) está em branco, e, neste caso, somente poderiam ter 

sido utilizados DOC D, Cheque para Transferência Bancária - Cheque TB ou TED. 

Por outro lado, em relação às transferências internas note-se que, em um mesmo 

dia (fls. 57), ocorrem saídas a título de: TRANSF. 0951/1504004 CIA BRASILEIRA DE 

D, TRANSF. 0951/1501513 CIA BRASILEIRA DE D e CP-TRANSFERENCIA P/ MESMA 

TITULARIDADE. 

Acolho os argumentos de que “cabe a interessada infirmar informações por ela 

própria prestadas, é necessário que a dita pretensão esteja calcada em provas documentais 

robustas”.  

O entendimento desta Corte é pacífica no sentido de que o ônus da prova, em 

pedidos de restituição, ressarcimento e compensação pertence ao contribuinte, maior interessado 

no pleito.  

O direito à compensação deve ser comprovado pelo contribuinte, porque é seu o 

ônus e a prova, em vista dos requisitos de certeza e liquidez, conforme art. 170 do CTN.  

O art. 170 do CTN, pelo que se lhe nega os efeitos pretendidos, in verbis:  

A lei pode, nas condições e sob as garantias que estipular, ou cuja estipulação em 

cada caso atribuir à autoridade administrativa, autorizar a compensação de 

créditos tributários com créditos líquidos e certos, vencidos ou vincendos, do 

sujeito passivo contra a Fazenda.  

Nesse propósito, consigna-se ementa do voto do Conselheiro Relator Laercio Cruz 

Uliana Junior nos autos do processo nº 10183.908046/2011-92:  

ASSUNTO: PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL Ano-calendário: 2000 COFINS. 

INDÉBITO TRIBUTÁRIO. ÔNUS DA PROVA. A prova do indébito tributário, fato 

jurídico a dar fundamento ao direito de repetição ou à compensação, compete ao 

sujeito passivo que teria efetuado o pagamento indevido ou maior que o devido. 

VERDADE MATERIAL. ÔNUS DA PROVA. DILIGÊNCIA. As alegações de verdade 

material devem ser acompanhadas dos respectivos elementos de prova. O ônus 

de prova é de quem alega. A busca da verdade material não se presta a suprir a 

inércia do contribuinte que tenha deixado de apresentar, no momento processual 

apropriado, as provas necessárias à comprovação do crédito alegado para sua 

apreciação. PEDIDO DE RESTITUIÇÃO. PROVA. COMPROVAÇÃO. ART. 170 DO CTN. 

O direito à restituição/ressarcimento/compensação deve ser comprovado pelo 

contribuinte, porque é seu o ônus. A prova, em vista dos requisitos de certeza e 

liquidez, conforme art. 170 do CTN, o pedido deve ser provido. Numero da 

decisão:3201-005.809 Nome do relator: LAERCIO CRUZ ULIANA JUNIOR  

No mesmo sentido: 

 Processo nº 13819.908819/2012-96 Recurso Voluntário Acórdão nº 3002-002.105 

– 3ª Seção de Julgamento / 2ª Turma Extraordinária Sessão de 20 de outubro de 

Fl. 306DF  CARF  MF

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ACÓRDÃO  3002-003.485 – 3ª SEÇÃO/2ª TURMA EXTRAORDINÁRIA  PROCESSO  16327.900202/2012-52 

 5 

2021 Recorrente WICKBOLD &amp; NOSSO PAO INDUSTRIAS ALIMENTICIAS LTDA 

Interessado FAZENDA NACIONAL ÔNUS DA PROVA DO CRÉDITO RECAI SOBRE O 

CONTRIBUINTE. Como se pacificou a jurisprudência neste Tribunal Administrativo, 

o ônus da prova é devido àquele que pleiteia seu direito. Portanto, para fato 

constitutivo do direito de crédito o contribuinte deve demonstrar de forma 

robusta ser detentor do crédito. 

Entendo que no presente caso a Recorrente não logrou êxito em demonstrar seu 

direito. 

A empresa sustenta a sua argumentação sem trazer aos autos elementos 

probatórios para a convicção da existência do direito creditório, resta a este julgador negar o 

pleito, na medida em que não ficou demonstrada a certeza e liquidez do pretenso crédito.  

 Diante do exposto, voto no sentido de negar provimento ao recurso. 

 

Assinado Digitalmente 

Neiva Aparecida Baylon 

 

 
 

 

 

Fl. 307DF  CARF  MF

Original


	Acórdão
	Relatório
	Voto

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