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Período de apuração: 01/01/2012 a 31/03/2012
ÔNUS DA PROVA. DECLARAÇÃO DE COMPENSAÇÃO. DIREITO DE CRÉDITO. LIQUIDEZ E CERTEZA.
Em processos decorrentes da não-homologação de declaração de compensação, deve o Contribuinte apresentar e produzir todas as provas necessárias, demonstrando de maneira inequívoca a liquidez e certeza de seu direito de crédito. No âmbito do processo administrativo fiscal, constando perante a Secretaria da Receita Federal do Brasil a utilização integral do crédito para quitação de outro débito, o ônus da prova sobre o direito creditório recai sobre o contribuinte.

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Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em negar provimento ao Recurso Voluntário.

Assinado Digitalmente
Francisca Elizabeth Barreto – Relatora e Presidente

Participaram da sessão de julgamento os julgadores Luiz Felipe de Rezende Martins Sardinha, Wilson Antonio de Souza Correa, Fabio Kirzner Ejchel (substituto integral), Daniel Moreno Castillo, Larissa Cassia Favaro Boldrin, Francisca Elizabeth Barreto (Presidente).Ausente(s) o conselheiro(a) Bernardo Costa Prates Santos, substituído(a) pelo(a) conselheiro(a) Fabio Kirzner Ejchel.
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MINISTÉRIO DA FAZENDA 
Conselho Administrativo de Recursos Fiscais 

PROCESSO  11080.925660/2016-44  

ACÓRDÃO 3001-003.259 – 3ª SEÇÃO/1ª TURMA EXTRAORDINÁRIA    

SESSÃO DE 23 de janeiro de 2025 

RECURSO VOLUNTÁRIO 

RECORRENTE PERTE DISTRIBUIDORA DE ALIMENTOS LTDA 

INTERESSADO FAZENDA NACIONAL 

Assunto: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins 

Período de apuração: 01/01/2012 a 31/03/2012 

ÔNUS DA PROVA. DECLARAÇÃO DE COMPENSAÇÃO. DIREITO DE CRÉDITO. 

LIQUIDEZ E CERTEZA. 

Em processos decorrentes da não-homologação de declaração de 

compensação, deve o Contribuinte apresentar e produzir todas as provas 

necessárias, demonstrando de maneira inequívoca a liquidez e certeza de 

seu direito de crédito. No âmbito do processo administrativo fiscal, 

constando perante a Secretaria da Receita Federal do Brasil a utilização 

integral do crédito para quitação de outro débito, o ônus da prova sobre o 

direito creditório recai sobre o contribuinte. 

ACÓRDÃO 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em negar 

provimento ao Recurso Voluntário. 

 

Assinado Digitalmente 

Francisca Elizabeth Barreto – Relatora e Presidente 

 

Participaram da sessão de julgamento os julgadores Luiz Felipe de Rezende Martins 

Sardinha, Wilson Antonio de Souza Correa, Fabio Kirzner Ejchel (substituto integral), Daniel 

Moreno Castillo, Larissa Cassia Favaro Boldrin, Francisca Elizabeth Barreto (Presidente).Ausente(s) 

o conselheiro(a) Bernardo Costa Prates Santos, substituído(a) pelo(a) conselheiro(a) Fabio Kirzner 

Ejchel. 
 

Fl. 300DF  CARF  MF

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ACÓRDÃO  3001-003.259 – 3ª SEÇÃO/1ª TURMA EXTRAORDINÁRIA  PROCESSO  11080.925660/2016-44 

 2 

RELATÓRIO 

Por economia processual e por bem descrever a lide, transcreve-se abaixo o 

Relatório do Acórdão nº 101-011.679, da 9ª Turma da DRJ01: 

Trata-se de julgamento de Manifestação de Inconformidade contra o não 

reconhecimento de crédito relativo à Contribuição para o Financiamento da 

Seguridade Social - Cofins Não-Cumulativa Mercado Interno, relativo ao 1º 

trimestre de 2012. O crédito no valor de R$ 191.241,44 foi pleiteado através do 

Pedido de Ressarcimento n° 00494.66224.310512.1.1.11-1913. 

A análise dos documentos foi feita eletronicamente pelos sistemas desta Receita 

Federal do Brasil, os quais concluíram que o crédito reconhecido foi insuficiente 

para compensar integralmente os débitos informados em DCOMP e, por 

conseguinte, não houve valor a ser restituído/ressarcido. 

MANIFESTAÇÃO DE INCONFORMIDADE  

Em sua defesa, a contribuinte alega que apresentou memória de cálculo para 

facilitar o esclarecimento dos valores informados no PER/DCOMP e no DACON, 

onde constam os débitos e os créditos utilizados, bem como seus valores de 

origem. 

Destaca que tais valores encontram-se de acordo com a legislação citada no 

Despacho Decisório, tais como: Lei nº 10.833/2003; 10.865/2004; art. 17 da Lei nº 

11.033/2004; art. 16 da Lei nº 11.116/2005 e art. 74 da Lei nº 9.430/1996. 

Ao final, requer o deferimento da manifestação para manter o crédito pleiteado. 

É o relatório. 

A DRJ considerou improcedente a Manifestação de Inconformidade e não 

reconheceu o direito creditório pleiteado porque o suposto crédito não estava registrado em 

DACON e a interessada não apresentou provas de seu direito creditório, conforme se verifica do 

trecho do voto abaixo transcrito: 

No caso sob análise, não assiste razão à empresa em pleitear ressarcimento de 

créditos de aquisição no mercado interno vinculados a receitas não tributadas no 

mercado interno e/ou exportação, pois o DACON, referente ao 1º trimestre de 

2012, não apresentou na linha 24 da Ficha 16A -coluna Vinculados à Receita Não 

Tributada no Mercado Interno; linha 18 da Ficha 16B - coluna Vinculados à Receita 

Não Tributada no Mercado Interno e linha 18 da Ficha 16B - coluna Vinculados à 

Receita de Exportação o crédito pleiteado. 

Assim, o Despacho Decisório, emitido e juntado à fl. 70, concluiu que o crédito 

reconhecido foi insuficiente para compensar integralmente os débitos informados 

em DCOMP e, por conseguinte, não houve valor a ser restituído/ressarcido. 

Sabe-se que o DACON constitui uma declaração de informações sobre os fatos 

geradores das contribuições sociais e os respectivos procedimentos de cálculo 

Fl. 301DF  CARF  MF

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ACÓRDÃO  3001-003.259 – 3ª SEÇÃO/1ª TURMA EXTRAORDINÁRIA  PROCESSO  11080.925660/2016-44 

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para a apuração dos tributos devidos, constituindo, assim, uma declaração 

meramente informativa. 

Nesse contexto, para comprovar seu direito creditório, a empresa se limitou a 

juntar, às fls. 67/69, planilha de cálculo da apuração do direito creditório, ao 

passo que deveria ter apresentado juntamente à Manifestação de 

Inconformidade elementos de prova, tais como Notas Fiscais, que confirmem a 

certeza e liquidez do direito creditório, nos termos do art. 170 do CTN.  

(...) 

Por conseguinte, considerando que o DACON não traz o suposto crédito 

pleiteado, e que a empresa não juntou elementos de prova (documentação hábil 

e idônea como Notas Fiscais que comprovem seu direito creditório) juntamente à 

Manifestação de Inconformidade, conclui-se que não há fundamentos fáticos 

hábeis a propiciar a alteração da conclusão externada no Despacho Decisório 

Eletrônico. 

Cientificada em 16/03/2022, a recorrente apresentou Recurso Voluntário em 

12/04/2022, no qual defende: (i) que os créditos foram formalmente constituídos e aproveitados 

por meio das declarações; (ii) que houve apenas um equívoco na classificação das declarações 

apresentadas; (iii) que, em nome do princípio da verdade material, devem ser homologadas as 

compensações declaradas e deferida a restituição pleiteada. 

É o Relatório. 
 

VOTO 

Conselheira Francisca Elizabeth Barreto, Relatora. 

1. Da competência para julgamento do feito 

Com base no artigo 65, do Anexo da Portaria MF nº 1.634, de 2023, que aprovou o 

Regimento Interno do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais - RICARF, este colegiado é 

competente para apreciar este feito. 

2. Do conhecimento 

O recurso é tempestivo e atende às demais condições de admissibilidade, de forma 

que o conheço. 

3. Mérito 

A recorrente informa que pleiteou crédito de Cofins por meio de PERD/COMP para 

o 1º trimestre de 2012 e recebeu despacho informando haver divergência entre as DACON do 

período e as mencionadas declarações, abrindo prazo para retificação dos equívocos. 

A empresa retificou a DACON relativa aos meses de janeiro, fevereiro e março de 

2012, alterando os créditos de COFINS “vinculados às compras no mercado interno” para 

Fl. 302DF  CARF  MF

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“vinculados a receitas não tributadas no mercado interno” e com relação às importações, nas 

declarações retificadoras, manteve a classificação original dos créditos.  

No entanto, no PERD/COMP restou vinculados os créditos declarados como 

operações no mercado interno efetuadas com suspensão, isenção, alíquota 0 (zero) ou não 

incidência do PIS e da COFINS. 

Afirma que, embora tenha ocorrido divergência nas declarações apresentadas, 

pretendeu demonstrar a existência e legalidade dos créditos utilizados, o que, com base no 

princípio da verdade material, seria suficiente, mesmo com erro nas obrigações acessórias, para 

validar a compensação e as restituições pleiteadas. 

Entende ter ciência de que a RFB foi induzida ao erro pela confusão nas declarações 

e, por isso, desconsiderou os créditos das importações e o saldo credor do período anterior. Mas 

também entende que, o fato de se demonstrar a consistência dos créditos, seria suficiente para 

validar o seu aproveitamento. 

Por fim, trata do princípio da verdade material e da jurisprudência do CARF nesse 

sentido. Defende que, com base no relatório de NFs de compra anexado ao Recurso Voluntário 

(Doc. 07), já seria possível atestar a existência, legalidade e o valor dos créditos. No entanto, 

sendo de interesse do Fisco, a mesma verificação poderia ser realizada mediante procedimento 

fiscalizatório próprio. 

Pede que sejam homologadas as compensações e deferida a 

restituição/ressarcimento pleiteados. 

Pois bem. 

Como se verifica no Relatório que antecede esse voto, o crédito foi negado em 

despacho automático em virtude de divergência dos dados do PERD/COMP com os do DACON. 

Mesmo após as retificações, os problemas persistiram. 

Em sua defesa, na manifestação de inconformidade, a empresa explicou os 

supostos equívocos, mas não fez provas da existência do crédito. Por isso o direito creditório não 

foi reconhecido também em primeira instância. 

Cabe esclarecer que a DRJ explicou em seu voto quais seriam os documentos 

comprobatórios necessários para reconhecimento do crédito, quais sejam, as notas ficais 

referentes às operações de importação. 

Em seu Recurso Voluntário a recorrente também não apresentou os mencionados 

documentos. Apresentou apenas tela de uma lista de operações que supostamente seriam de 

importações e alega que o Fisco poderá realizar procedimento próprio para apurar o referido 

crédito. 

Fl. 303DF  CARF  MF

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ACÓRDÃO  3001-003.259 – 3ª SEÇÃO/1ª TURMA EXTRAORDINÁRIA  PROCESSO  11080.925660/2016-44 

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Entendo não assistir razão à recorrente. Quando se trata de direito creditório, o 

contribuinte precisa comprovar a liquidez e certeza de seus créditos, nos termos do artigo 170, do 

CTN. 

A recorrente teve diversas oportunidades de realizar essa comprovação e não o fez. 

Lista de supostas operações de importação não é documento hábil e idôneo de comprovação das 

operações de importação. 

Também não há que se falar que a fiscalização deveria abrir procedimento próprio 

para apuração dos créditos da recorrente. Nos casos de comprovação de direito creditório, o ônus 

de comprovar a liquidez e certeza do crédito é do contribuinte. 

Tendo em vista que não foram apresentados nos autos qualquer documento 

comprobatório das importações, entendo que o direito creditório não deve ser reconhecido. 

Conclusão 

Pelo exposto, voto por negar provimento ao Recurso Voluntário. 

 

Assinado Digitalmente 

Francisca Elizabeth Barreto 
 

 

 

Fl. 304DF  CARF  MF

Original


	Acórdão
	Relatório
	Voto

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