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Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em negar provimento ao Recurso Voluntário.

Assinado Digitalmente
Neiva Aparecida Baylon – Relator

Assinado Digitalmente
Renato Câmara Ferro Ribeiro de Gusmão – Presidente

Participaram da sessão de julgamento os conselheiros: Gisela Pimenta Gadelha, Keli Campos de Lima, Luiz Carlos de Barros Pereira, Neiva Aparecida Baylon, Renan Gomes Rego (substituto[a]integral), Renato Camara Ferro Ribeiro de Gusmao (Presidente).
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MINISTÉRIO DA FAZENDA 
Conselho Administrativo de Recursos Fiscais 

PROCESSO  10920.914870/2009-86  

ACÓRDÃO 3002-003.573 – 3ª SEÇÃO/2ª TURMA EXTRAORDINÁRIA    

SESSÃO DE 20 de fevereiro de 2025 

RECURSO VOLUNTÁRIO 

RECORRENTE MOVEIS RUDNICK S A 

INTERESSADO FAZENDA NACIONAL 

Assunto: Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI 

Período de apuração: 01/07/2006 a 30/09/2006 

PEDIDO DE RETIFICAÇÂO. ÔNUS DA PROVA. ART.170 DO CTN. 

IMPOSSIBILIDADE.  

É do contribuinte o ônus de comprovar a existência, a certeza e a liquidez 

do direito creditório cujo reconhecimento se pretende. O ônus de prova é 

de quem alega, conforme art. 170 do CTN. 

 

ACÓRDÃO 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos 

Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em negar 

provimento ao Recurso Voluntário. 

 

Assinado Digitalmente 

Neiva Aparecida Baylon – Relator 

 

Assinado Digitalmente 

Renato Câmara Ferro Ribeiro de Gusmão – Presidente 

 

Participaram da sessão de julgamento os conselheiros: Gisela Pimenta Gadelha, Keli 

Campos de Lima, Luiz Carlos de Barros Pereira, Neiva Aparecida Baylon, Renan Gomes Rego 

(substituto[a]integral), Renato Camara Ferro Ribeiro de Gusmao (Presidente). 
 

Fl. 297DF  CARF  MF

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ACÓRDÃO  3002-003.573 – 3ª SEÇÃO/2ª TURMA EXTRAORDINÁRIA  PROCESSO  10920.914870/2009-86 

 2 

RELATÓRIO 

Para fins de economia processual adoto o relatório da decisão recorrida a fim de 

elucidar os fatos que motivaram a autuação, vejamos:  

Em análise no presente processo o litígio decorrente do despacho decisório de fl. 

2311 , emitido eletronicamente sob o nº 850195978 pelo sistema SCC2 da Receita 

Federal do Brasil quando da análise das DCOMPs abaixo discriminadas, 

transmitidas pela contribuinte interessada em epígrafe para compensação dos 

débitos nela declarados/confessados com o lastro creditório referente ao saldo 

credor do IPI ressarcível apurado ao final do 3º trimestre de 2006 com fulcro no 

art. 11 da Lei nº 9.779, de 1999. 

PER/DCOMP VALOR TOTAL TOTAL DÉBITO SITUAÇÃO DA  CRÉDITO DECLARAÇÃO 

40752.60753.101006.1.3.01-1508 136.924,70* 45.418,39 HOMOLOGADA 

23800.78906.131006.1.3.01-1915 881,92 HOMOLOGADA 

38872.23380.311006.1.3.01-7273 3.589,49 HOMOLOGADA 

29231.69262.061106.1.3.01-9904 738,22 HOMOLOGADA 

36179.22351.101106.1.3.01-4997 86.296,68 HOMOLOGADA PARCIALMENTE Total 

Compensado 136.924,70 Fonte: Sief PER/DCOMP *lastro creditório de 

R$136.924,70 indicado na DCOMP nº 40752.60753.101006.1.3.01-1508 Da análise 

eletrônica pelo SCC resultou o deferimento parcial do direito creditório no valor 

de R$114.740,98 e na homologação parcial da DCOMP 

36179.22351.101106.1.3.01-4997, em razão dos seguintes motivos: 

- Ocorrência de glosa de créditos considerados indevidos. 

- Constatação de que o saldo credor passível de ressarcimento é inferior ao valor 

pleiteado. 

 1 Todas as referências às numerações de folhas são do processo digitalizado. 

2 SCC - Sistema de Controle de Créditos e Compensação - que analisa o direito 

creditório e operacionaliza as compensações objetos de PER/DCOMP. 

Original Processo 10920.914870/2009-86 Acórdão n.º 09-53.936 DRJ/JFA Fls. 253 

3 - Constatação de utilização Integral ou parcial, na escrita fiscal, do saldo credor 

passível de ressarcimento em períodos subsequentes ao trimestre em referência, 

até a data da apresentação do PER/DCOMP. 

Cientificada da decisão acima, a interessada manifestou a sua inconformidade nos 

seguintes termos: 

- reconheceu a procedência de todas as glosas de crédito indicadas no despacho 

decisório, que compuseram o montante de R$11.822,96, tendo informado, 

inclusive, que já havia providenciado o recolhimento do principal mais acréscimos 

legais; - litigou, então, consoante a transcrição abaixo, pela parcela do lastro 

creditório que não foi reconhecido, no valor de R$10.360,76: 

Fl. 298DF  CARF  MF

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ACÓRDÃO  3002-003.573 – 3ª SEÇÃO/2ª TURMA EXTRAORDINÁRIA  PROCESSO  10920.914870/2009-86 

 3 

“Afora a parcela de créditos pleiteados que a Recorrente reconhece como tendo 

sido incluídos indevidamente em seu pedido, o saldo de R$125.101,74 

apresentase como de efetivo direito da mesma. 

Pois, a sistemática de apuração dos créditos tributários estabelece que ‘Os 

créditos do IPI, escriturados na forma da legislação especifica, serão utilizados 

pelo estabelecimento que os escriturou na dedução, em sua escrita fiscal, dos 

débitos de IPI decorrentes das saídas de produtos tributados. 3 ‘ No caso em 

pauta, à Recorrente não foi possível o aproveitamento integral do seu crédito no 

trimestre primariamente competente, mantendo, por isto, o valor 

correspondente de R$10.360,76 registrado para posterior compensação, na forma 

preconizada no § 1º do Art. 21 da IN-900/08: 

‘Os créditos do IPI que, ao final de um período de apuração, remanescerem da 

dedução de que trata o caput poderão ser mantidos na escrita fiscal do 

estabelecimento, para posterior dedução de débitos do IPI relativos a períodos 

subseqüentes de apuração, ou serem transferidos a outro estabelecimento da 

pessoa jurídica, somente para dedução de débitos do IPI...’ Valeu-se, então, a 

Recorrente da regra insculpida no § 2º desse mesmo artigo 21 da IN-900/08, a 

saber: 

‘Remanescendo, ao final de cada trimestre-calendário, créditos do IPI passíveis de 

ressarcimento após efetuadas as deduções de que tratam o caput e o § 1º, o 

estabelecimento matriz da pessoa jurídica poderá requerer A RFB o ressarcimento 

de referidos créditos em nome do estabelecimento que os apurou, bem como 

utilizá-los na compensação de débitos próprios aos tributos administrados pela 

RFB.’ Portanto, nada obsta o direito da Recorrente em ver reconhecido seu direito 

ao crédito tributário no valor de R$10.360,76.” 

É o relatório. 
 

VOTO 

 

Conselheira Neiva Aparecida Baylon, Relatora. 

Recurso Voluntário é tempestivo e preenche os demais pressupostos de 

admissibilidade, portanto deve ser admitido. 

Trata-se de pedido de ressarcimento de crédito no valor de R$10.360,76 que não foi 

reconhecido em favor da interessada, pleiteados pela PERD/COMP  nº 

36179.22351.101106.1.3.01-4997 referente ao 3º trimestre 2006. 

A recorrente alega que que pleiteou valores indevidos, mas que oportunamente 

através de guia recolheu o valor devido. 

No entanto a Representação fiscal tece as considerações a seguir. 

Fl. 299DF  CARF  MF

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ACÓRDÃO  3002-003.573 – 3ª SEÇÃO/2ª TURMA EXTRAORDINÁRIA  PROCESSO  10920.914870/2009-86 

 4 

Com efeito, a verificação supramencionada foi efetivada consoante o 

“demonstrativo da apuração após o período do ressarcimento” que compõe o 

despacho decisório (parte inferior da fl. 233, com observações na parte superior 

da fl. 234, ambas dos autos eletrônicos). Constata-se ali que, daquele saldo credor 

do IPI de R$125.101,74 passível de ressarcimento, apurado pelo SCC ao final do 

3º trimestre/2006, uma parcela de R$10.360,76 – correspondente ao exato valor 

litigado – foi consumida/utilizada no abatimento de débito escritural do período de 

apuração mensal subsequente, outubro/2006 (no qual foi informado débito no 

montante de R$159.627,46, originário da informação prestada pelo contribuinte na 

DCOMP nº 29231.69262.061106.1.3.01-9904, conforme indicado na coluna “h”, 

intitulada “origem da informação”, do demonstrativo ora mencionado). Com isso, 

segundo o SCC, apenas a parcela remanescente daquele saldo credor, qual seja, 

R$114.740,984 , tornou-se efetivamente passível de ressarcimento, podendo ser 

utilizada como lastro creditório das compensações de débitos declaradas nas 

DCOMPs a ele relacionadas, tal como indicado no despacho decisório.  Com 

efeito, a tomada dos R$114.740,98 como lastro creditório das 

compensações declaradas redunda na homologação integral das DCOMPs 

nos 40752.60753.101006.1.3.01-1508, 23800.78906.131006.1.3.01-

1915,38872.23380.311006.1.3.01-7273, 29231.69262.061106.1.3.01-9904 

e na homologação parcial da DCOMP nº 36179.22351.101106.1.3.01-

4997. 

Esta Corte é pacífica no sentido de que o ônus da prova, em pedidos de restituição, 

ressarcimento e compensação pertence ao contribuinte, maior interessado no pleito.  

Nesse sentido,  a ementa do voto do Conselheiro Relator Laercio Cruz Uliana Junior 

nos autos do processo nº 10183.908046/2011-92:  

ASSUNTO: PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL Ano-calendário: 2000 

COFINS. INDÉBITO TRIBUTÁRIO. ÔNUS DA PROVA. A prova do indébito 

tributário, fato jurídico a dar fundamento ao direito de repetição ou à 

compensação, compete ao sujeito passivo que teria efetuado o pagamento 

indevido ou maior que o devido. VERDADE MATERIAL. ÔNUS DA PROVA. 

DILIGÊNCIA. As alegações de verdade material devem ser acompanhadas dos 

respectivos elementos de prova. O ônus de prova é de quem alega. A busca da 

verdade material não se presta a suprir a inércia do contribuinte que tenha deixado 

de apresentar, no momento processual apropriado, as provas necessárias à 

comprovação do crédito alegado para sua apreciação. PEDIDO DE 

RESTITUIÇÃO. PROVA. COMPROVAÇÃO. ART. 170 DO CTN. O direito à 

restituição/ressarcimento/compensação deve ser comprovado pelo contribuinte, 

porque é seu o ônus. A prova, em vista dos requisitos de certeza e liquidez, 

conforme art. 170 do CTN, o pedido deve ser provido. Numero da decisão:3201-

005.809 Nome do relator: LAERCIO CRUZ ULIANA JUNIOR. 

O artigo 170 do Código Tributário Nacional dispõe que: 

 Art. 170. A lei pode, nas condições e sob as garantias que estipular, ou cuja 

estipulação em cada caso atribuir à autoridade administrativa, autorizar a 

compensação de créditos tributários com créditos líquidos e certos, vencidos ou 

vincendos, do sujeito passivo contra a Fazenda pública. 

Fl. 300DF  CARF  MF

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ACÓRDÃO  3002-003.573 – 3ª SEÇÃO/2ª TURMA EXTRAORDINÁRIA  PROCESSO  10920.914870/2009-86 

 5 

Entendo que no presente caso, o contribuinte não apresentou provas que 

justificassem a retificação pretendida. Tendo em vista que o objeto dessa lide trata principalmente 

do direito ao ressarcimento não resta outra alternativa que manter a  r. decisão. 

Diante do exposto, conheço do recurso e nego-lhe provimento. 

Assinado Digitalmente 

Neiva Aparecida Baylon 

 
 

 

 

Fl. 301DF  CARF  MF

Original


	Acórdão
	Relatório
	Voto

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