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RECURSO ESPECIAL DO PROCURADOR. REQUISITOS DE ADMISSIBILIDADE. SIMILITUDE FÁTICA. BOLSA DE ESTUDOS. DEPENDENTES. NATUREZA DA VERBA. INTERPRETAÇÃO DIVERGENTE DA LEI TRIBUTÁRIA.
Merece ser conhecido o recurso especial interposto contra acórdão que, em situação fática similar, conferir à legislação tributária interpretação divergente da que lhe tenha dado outra Câmara, Turma de Câmara, Turma Especial, Turma Extraordinária ou a própria Câmara Superior de Recursos Fiscais, observados os demais requisitos previstos nos arts. 118 e 119 do Regimento Interno do CARF, aprovado pela Portaria MF nº 1.634, de 21 de dezembro de 2023.
SALÁRIO INDIRETO. BOLSAS DE ESTUDOS PARA DEPENDENTES. EXCLUSÃO DA BASE DE CÁLCULO. IMPOSSIBILIDADE. SÚMULA CARF Nº 211. OBSERVÂNCIA OBRIGATÓRA.
O enunciado do verbete sumular CARF de nº 211, cuja observância é obrigatória, dispõe que “a contribuição previdenciária incide sobre as importâncias pagas aos segurados empregados a título de auxílio-educação, bolsas de estudo e congêneres, concedidos a seus dependentes antes da vigência da Lei nº 12.513/2011.”


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Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em conhecer do Recurso Especial e no mérito, em dar-lhe provimento.
Assinado Digitalmente
Ludmila Mara Monteiro de Oliveira – Relatora
Assinado Digitalmente
Liziane Angelotti Meira – Presidente
Participaram da sessão de julgamento os julgadores Miriam Denise Xavier (substituta integral), Rodrigo Monteiro Loureiro Amorim, Sheila Aires Cartaxo Gomes, Leonam Rocha de Medeiros, Marcos Roberto da Silva, Fernanda Melo Leal, Ludmila Mara Monteiro de Oliveira e Liziane Angelotti Meira (Presidente). Ausente o Conselheiro Maurício Nogueira Righetti, substituído pela Conselheira Miriam Denise Xavier.
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MINISTÉRIO DA FAZENDA 
Conselho Administrativo de Recursos Fiscais 

PROCESSO  13888.002142/2008-81  

ACÓRDÃO 9202-011.636 – CSRF/2ª TURMA    

SESSÃO DE 23 de janeiro de 2025 

RECURSO ESPECIAL DO PROCURADOR 

RECORRENTE FAZENDA NACIONAL 

INTERESSADO CENTRO DE ESTUDOS INTEGRADOS AMERICANENSE S/C LTDA 

Assunto: Contribuições Sociais Previdenciárias 

Período de apuração: 01/01/2004 a 31/12/2007 

RECURSO ESPECIAL DO PROCURADOR. REQUISITOS DE ADMISSIBILIDADE. 

SIMILITUDE FÁTICA. BOLSA DE ESTUDOS. DEPENDENTES. NATUREZA DA 

VERBA. INTERPRETAÇÃO DIVERGENTE DA LEI TRIBUTÁRIA.  

Merece ser conhecido o recurso especial interposto contra acórdão que, 

em situação fática similar, conferir à legislação tributária interpretação 

divergente da que lhe tenha dado outra Câmara, Turma de Câmara, Turma 

Especial, Turma Extraordinária ou a própria Câmara Superior de Recursos 

Fiscais, observados os demais requisitos previstos nos arts. 118 e 119 do 

Regimento Interno do CARF, aprovado pela Portaria MF nº 1.634, de 21 de 

dezembro de 2023.  

SALÁRIO INDIRETO. BOLSAS DE ESTUDOS PARA DEPENDENTES. EXCLUSÃO 

DA BASE DE CÁLCULO. IMPOSSIBILIDADE. SÚMULA CARF Nº 211. 

OBSERVÂNCIA OBRIGATÓRA. 

O enunciado do verbete sumular CARF de nº 211, cuja observância é 

obrigatória, dispõe que “a contribuição previdenciária incide sobre as 

importâncias pagas aos segurados empregados a título de auxílio-

educação, bolsas de estudo e congêneres, concedidos a seus dependentes 

antes da vigência da Lei nº 12.513/2011.” 

 

 

ACÓRDÃO 

Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. 

Fl. 144DF  CARF  MF

Original




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ACÓRDÃO  9202-011.636 – CSRF/2ª TURMA  PROCESSO  13888.002142/2008-81 

 2 

Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em conhecer do 

Recurso Especial e no mérito, em dar-lhe provimento. 

 

Assinado Digitalmente 

Ludmila Mara Monteiro de Oliveira – Relatora 

Assinado Digitalmente 

Liziane Angelotti Meira – Presidente 

Participaram da sessão de julgamento os julgadores Miriam Denise Xavier 

(substituta integral), Rodrigo Monteiro Loureiro Amorim, Sheila Aires Cartaxo Gomes, Leonam 

Rocha de Medeiros, Marcos Roberto da Silva, Fernanda Melo Leal, Ludmila Mara Monteiro de 

Oliveira e Liziane Angelotti Meira (Presidente). Ausente o Conselheiro Maurício Nogueira Righetti, 

substituído pela Conselheira Miriam Denise Xavier.  

 
 

RELATÓRIO 

Trata-se de recurso especial interposto pela FAZENDA NACIONAL em face do 

acórdão nº 2401-010.562, proferido pela Primeira Turma da Quarta Câmara desta eg. Segunda 

Seção de Julgamento que, por determinação do art. 19-E da Lei nº 10.522/2022, acrescido pelo 

art. 28 da Lei nº 13.988/2020, deu provimento ao recurso voluntário manejado por CENTRO DE 

ESTUDOS INTEGRADOS AMERICANENSE S/C LTDA.  

Colaciono, por oportuno, a ementa e o respectivo dispositivo do acórdão 

recorrido: 

ASSUNTO: CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS PREVIDENCIÁRIAS  

Período de apuração: 01/01/2004 a 31/12/2007  

EDUCAÇÃO. BOLSAS DE ESTUDOS A DEPENDENTES. NÃO INCIDÊNCIA. 

HIPÓTESE DE ISENÇÃO.  

Os valores pagos a título de bolsa de estudos, com a finalidade de custear a 

educação dos empregados e dependentes em nível básico, fundamental, médio 

e superior, não se sujeitam à incidência de contribuição previdenciária, pois não 

têm caráter salarial, seja porque não retribuem o trabalho efetivo, seja porque 

não têm a característica da habitualidade ou, ainda, porque assim se estabelece 

em convenção coletiva. O advento da Lei nº 12.513/11 modificou os requisitos 

para a obtenção, não mais exigindo o requisito de que o plano educacional fosse 

extensivo a todos os empregados e estendeu a benesse aos dependentes. (f. 

113) 

Fl. 145DF  CARF  MF

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ACÓRDÃO  9202-011.636 – CSRF/2ª TURMA  PROCESSO  13888.002142/2008-81 

 3 

 

Dispositivo: Por determinação do art. 19-E da Lei 10.522/2002, acrescido pelo 

art. 28 da Lei 13.988/2020, em face do empate no julgamento, dar provimento 

ao recurso voluntário. Vencidos os conselheiros José Luís Hentsch Benjamin 

Pinheiro, Gustavo Faber de Azevedo, Renato Adolfo Tonelli Junior e Miriam 

Denise Xavier (presidente), que negavam provimento ao recurso. (f. 113) 

 

Cientificada, apresentou o recurso especial de divergência (f.122/130), suscitando 

interpretação díspar do art. 28, § 9º., al. “t” da Lei nº 8.212/1991, com a redação vigente à época 

dos fatos, com arrimo no acórdão paradigmático de nº 2402-008.136. 

O despacho inaugural de admissibilidade, juntado às f. 135/138, entendeu que, 

“demonstrada a divergência de interpretação em relação à matéria: Da incidência de contribuição 

previdenciária sobre valores de bolsas de estudo concedidas a dependentes de empregados, em 

período anterior à vigência da Lei nº 12.513/2011.”  

Malgrado regularmente cientificada, deixou a parte recorrida transcorrer in albis 

o prazo para apresentação de contrarrazões – vide f. 142. 

É o relatório. 
 

VOTO 

Conselheira Ludmila Mara Monteiro de Oliveira, Relatora. 

I – DO CONHECIMENTO 

Passo a aferir o preenchimento dos requisitos intrínsecos e extrínsecos do 

recurso especial de divergência com relação à única matéria devolvida a esta instância especial: Da 

incidência de contribuição previdenciária sobre valores de bolsas de estudo concedidas a 

dependentes de empregados, em período anterior à vigência da Lei nº 12.513/2011. 

De acordo com a decisão recorrida,   

a circunstância de o auxílio educação (bolsa de estudos) ter sigo pago em 

benefício dos dependentes dos empregados, não altera a natureza jurídica da 

referida verba que, a meu ver, permanece desvinculada do salário. Ademais, o 

advento da Lei nº 12.513/11 que modificou os requisitos para a obtenção, não 

mais exigindo o requisito de que o plano educacional fosse extensivo a todos 

os empregados e estendeu a benesse aos dependentes, possui nítido caráter 

interpretativo, posto que a análise da incidência sobre essas rubricas, conforme 

visto, deve ser feita levando em consideração os elementos que compõem a 

regra matriz das Contribuições Previdenciárias em questão, que possuem a 

Fl. 146DF  CARF  MF

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 4 

competência impositiva delimitada no art. 195, I, “a”, da Constituição Federal de 

1988. (f. 117; sublinhas deste voto) 

Noutro giro, na ementa do acórdão paradigmático de nº 2402-008.136 lançado 

que  

[o]s valores pagos a título de bolsa de estudos aos dependentes do segurado 

empregado não encontram abrigo no art. 28, § 9º., alínea “t” da Lei n. 

8.212/1991, com a redação vigente à época dos fatos, inclusive do lançamento. 

Até a edição da Lei n. 12.513/2011, inexistia qualquer previsão legal para que os 

valores pagos a título de bolsas de estudo aos dependentes de segurados 

empregados fossem excluídos do salário de contribuição. O lançamento reporta-

se à data da ocorrência do fato gerador da obrigação e rege-se pela lei então 

vigente, ainda que posteriormente modificada ou revogada. 

Tanto o acórdão recorrido quanto o único paradigma trazido à baila exibem 

período de autuação em que vigente a redação da al. “t” do § 9º do art. 28 da Lei nº 8.212/91, sem 

as alterações promovidas pela Lei nº 12.513/2011. Conheço, pois preenchidos os pressupostos de 

admissibilidade, do recurso especial da Fazenda Nacional.  

II – DO MÉRITO  

Em sessão realizada em 17 de setembro p.p. externado no acórdão nº 9202-

011.459 o posicionamento desta Relatora quanto à temática; entretanto, não tardou este eg. 

Conselho colocar uma pá de cal sobre a querela, com a edição do  enunciado sumular de nº 211, 

segundo o qual 

a contribuição previdenciária incide sobre as importâncias pagas aos segurados 

empregados a título de auxílio-educação, bolsas de estudo e congêneres, 

concedidos a seus dependentes antes da vigência da Lei nº 12.513/2011. 

As súmulas editadas por este órgão do Poder Executivo que, atipicamente, 

exerce função judicante, são de observância obrigatória – ex vi do § 4º do art. 123 do RICARF. Por 

força da súmula CARF nº 211, há de ser dado provimento ao recurso especial da Fazenda 

Nacional.  

Tendo sido esta a única matéria de defesa trazida no bojo do recurso voluntário (f. 

94/111), exaurida a prestação jurisdicional no âmbito do contencioso administrativo federal.  

 

III – DO DISPOSITIVO  

Ante o exposto, conheço do recurso especial da Fazenda Nacional para dar-lhe 
provimento.  

Assinado Digitalmente 

Ludmila Mara Monteiro de Oliveira – Relatora 

Fl. 147DF  CARF  MF

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Fl. 148DF  CARF  MF

Original


	Acórdão
	Relatório
	Voto

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