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Numero do processo: 13888.000355/92-77
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(ri a a. .h.....:/?çj tuci on - i c! a c:: a T. ; ;Cl ;:,?; C.; Ci á E:ir:c: i., inconstitucionalidade argwida na es .fora admi trativa. IncompetÊ,ncia dos agentes da administra - para apr .r.-iação da matría. Impost.o sobro lucvo liquido - lucros apurados 2M periodos . base encerrados a part.i y de 01/01/89 - a tributação na fm ...!Le sobre os correspondentes a periodos- basE or',oerrados a pal'tir de ig de janeiro de 15'89 sujeita se á5 regras previstas na legislação tri- bulátia, nos termos, principalmente, das disposi- çes contidas nas leis Ngs 7.713/88, 7.799/89, 7.959/89 e demais atos legais (po exemplo: IN da SRF No 139/89) pertinentes ã C,;SE eonsequentemente, o procedimento g o fisco que, ao seu final, constituí crÉdito tributário uuja mate - riatidade funda se exclusivamente na lei. Recurso improvido. f•-•;.? I. ;E: 1:1 f,7; t it • ; .;• tv.31.,.. tf.): BEI VISTA 1 .1.1)A ACORDAM Men: o Se.r,p..tn r .II"Iu-Lineire Cor: pcir d e 1.: „ negar 5.3v .1 :ne; I: (:::1 C: ; „ C.,3 re:L...-kLói .1 o 1 1:3 f..:1 § e • • ..• • • _ ; • 1" : " F .,..' T F": 1 . 'E L Ge&-- VlSIC EM rW4NC18C11 TAR ierNo DA ROCHA NE.JO PROCURADOR DA Fa, 9 R ikDO ZENDA NACIONAL_- F . ' in C"; (j t t C:*; ; C .:, 1 • 1,-; EJ CC-5 C? ;.1 I J. C.EJ H:,mise,n„ AI r.a. d j. Z-J';..b.j GC:31nE:::1; d \S - t e' ri G.' n 1 (J É.' C 0 t '1 M I N :1; ::'. "I - E.: R :T. C) DPi F.: A Z E I\I Di,..•.) 2 . PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIPUINTES PROCESSO N. 13888/000.55/9Z-.77 RECURSO No, g -77.460 ACORDA0 No .„ 102-.29.467 R. 15." C (..) 1" :: R El 11 "FE: ;'..: G 1.::; I (:: (3 [.. (-1 BEI_ ( : : .̀..1 1: 9 R E . L. Pl.. J..„ 0.. i3,. , 1.... Q, ti.. ,,,,..,...,.., i---,v,...ín :::; E, ,...i. ..j. ri 1. c: .i... (...3 c.., chfn .,:y; (..:i ..i. 1. ..t. .:2p1:Jr...ai.:2 dev1 d.,...(mf111:12 quaLifIcado 1'105 autos, na° r . wt.-...oihrra o oenomkoado c-1 f.. ,...,.. ....! ''2:".3c.:?„ de .:::::.€,...,..,...,i- cif.....) ..'...,...-H-n ,':.:: ,...1...i..:::::......i.I.3 .i...i.v-i:w.,,,,ic:: ra....) (..-H---u. „ :.'.5".:." :-....i,.:..1 I....2.i. i \h", •,2 . .....57 „ -7 ..1.1":1/1M..l3 „ ...-":i 1:::: • CJ: : l... r • ...1 l.:i-'......: .l. : l. ti. C2 I.. ri I" CU - 2-i C:1; il. ál. ,:':i. il.. 1.•:•. C:3 i'•• .1. f.•:.1,•':A i..:.:k:i ..D. Cl fil .l. ri .l. ":::: li•I'•••13. 1:::..1 V ,::::l. ,:::..p.i. E' :....1::.,:i l" :::::. 1. •.,l3 UI .ã C.:: i -• :1::::.:". :::::d. li.E.i F•••.'.•:'1. ;.l..., .1. :Ti i.:1 1r,"5 1. ;:...... rth.F.i-••••¡ f.-1-f•••:, 1 ''' •E. 1' C"....11•Lt.:. fir2 „ 1"...P..1:J... 'IS f.f.'.i Fi l.:Ii.-PH C.....h:,Z.i f' •••• .:ii: „ :.:1112 •1::.fi.,.? r...i. c) i'-:y:..?...,...,; „ 1......:...?..1 i' - f.,,,., e: ,..:::)n1-11:::.:,i...:....i.. n'n.á..n -:1..,....:...: i -i ã.c..., .:.; f.-..-:,? r. •.1..:::.. ,....:: ,.::.:. ;:....:1. V C.i 1 f. ". -1.' 1. ::::, „ 'll4 2. ) „ 1...-7.4 :::: .fl.. s . :',":?. 6/ 2,..:::: ---,./ , -r...,.. a 11 •1...:•.•:i l'••• .1. Cl: .:":','1. Cl Zi .J. .,..3,,..-,-.". ' f.:.,:....i.. c::: :•,ii'....1 1...: ..i Cl fifi. ' .T. ri l" U•••:::.!."--- C; ','?"ii..C.•:••n „ 1. ri 1:.:. J.. fri.E:i :•.i Cl i..:.:i i:':',. ç.".: C.:d•-:: ::C. l' ••••• 1... b: 1 I. 11 1.: e? ::••: •1. 1' :'..;..?l:•.: f....i Vi 1 Ê.':i. 1•••• -,::•:', : •,••• 1 l: .::- ,•••:•.•: ClL'i" i'••• :::•:.'":.:::. Cl 0 -re.,...:.-:::,..,..-...i u i' ... 7. -- Na :......: c-i -- (...:.:1.1::..:',-,..:.1 c:- , .....• ...Jrn L::,...i. ,::“.:.1(:..) c c:,..;1 .1 c....y::::- -.::..-, :- • -1... ..i. ,....j (......:.:..s :ri', ..f.k! . ;it.::: !::...';14. l7 Cl CT., .F.rk: .1: F.;.: ../ .::::30 „ ...1... u-i---,.........,s i gn.:-::::::1,..-E, i::::. i...c...m rt..r..i...::....,1...L.',..i ., ,....:::..,.. ...ii...r -I f..:..1...pti...::::........,;:,.; al..: .1.c.“.:..-:, ',.:51...(a:::::: ï..):...1',/ li Cl :: •:i ..:•.1 .-::•:"-:. j : 1•1 C..? i'••• 1 É...1 ,:":i. v.":1 C'? • I' 1 SC:: .:' 1 . i. ::''. :E:Cif...3V." -t•i •:i (... f 1. :15 „ 3 "....7 ) ::i .'..:21;:,.."..:' 11 11C:i r - 1.):".-:-:? 1. 2 ..J .:::'0....ift...) Cl <V.i. F1En....•: E ..l. l •l:'::i. !:-.-1(:.....? ,....11 C:: '•• -..:',.i. 1. C2:ii 1.... iicci'i CY? ....l. 1 - .:':•:;.. C,":3F:' ) fll l'H...:;:r 1. :ii: l...C311. -f.iTi Cl C..::' f... • : • : 1.. '::::1.11ii Cl t.l.f....:i g i c• . 1. .q i 1•....,;'....? 1 r • .1. lij....t 1.•• .,.••••.) .1 ::::¡.1 •: Cj: .:':•.:;.,11,:J :. "T',.'?uouN o F .rç4 flq l• Á i tib TP9 ee WTS5)-5? c)p 51,?C"t55d sep ap np • 1: SE3.,"'L " •':::,cre' sfelmqT.ÁI sap ep eurElnop ep e5..A2A Tetio-vieN on.r....p9j o 'woqwe...1 apad ap wefle ''s!nd ew...foj e epT......1..1,..wpe e!as OÇU "806I e P euE eP 337tt.tr:J r p r ti tit ;fl.:1, C) r.:M..U.,31. r".4 f:":"t,Y.,...) 4 p " if ".) 1 . fi t144'1:3 C.4:11.';', 5 !. ""; if4=*g.".; r np3 4e U.A4UO:t " t 44: r, f43..4 r4V",',E; „ f t t;,,,..Mt,t "r ..11113 1.i I. 313.7:*.t 444:d r r t. r r "t,.? p t,t4 t"., 4 ti 3 -JE.:1 2p - T1I1J44.To o...ATauJeci eirred ap fl (5 rflhi otlao3v "5N 089,330ci 831N102161NO3 3(1 OH-IESNO3 .g VON3Zkid UG OTURISiNIN mINIsTERIo DA FAZENDA 4. PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PROCESSO No, 13888/000:155/92 -77 ACORDAI) No, 102-29.467 Com c:feil-.........), estabelecendo o al-1-. ........! da lei Ng. 7.71:3/SS, buidos, scfre, rã.o tributaçào na fonte pelo imposto de Renda, viola o disposto no arL. A l3 do Código Iribut.ârio Nacional (lei Na 5.172/66), posto que cria nova hipóte- se de fato ger'ador, dive-i-sa dos pïevistos em te.;:l.....os de Assim estabeleuendo o texto -• art .:. 35 da lei No. 7.713/88 •-• violentou o prinuípio da hiearquia das leis, constitucionalmente estabelecido nu art- 57 "l...e-x Igualmente, o fundamento 2M que 98 ba5C18 o auto OUR conLrariado, afasl.a-se do entendimento de doutrinadores n..,.:i., nomados, dentre os quais destacamos o Paulo Barros Carva...ho, 'in ver•bis":: "Não há competOncia para instituição de imposto de renda presumida, provável ou hipotética. Nem a lei pod= ser. iliterpretada como criando essa hipótese de incidáncia, nem o princípio da capacidade sou - tribuitiva contido nas dobras da isonomia, o can.- sentiria." (in revista de Direito Tributário No 34, página 375). Da mesma ft3:..-ma, Rivardo Mariv de Gliveii-a, em sua obra "Guia InE, de Imposto de Renda. - Pessoa. Jurídica • - Su-• plemento de Comentários . ••-• Jurisprudncia e Ates Admi- d.....r-,..¡At....i....vos - caderno 12/198S - no art - 'A Neva SÁste-- màtica de Tributao dos Luuros Dist.ribuidos" á pâgina "Uma primeira observação critica quanto aos aspec- tos jurldiros é que a tributação de 8% contraria o art. 43 do CTN, segundo o qual o IR somente pode incidir. quando haja disponibilidade económica ou jurldica de renda. Ora, o lucro não distribuído efetivamente não está na disponibilidade dos só-. cios efetivamente, acionistas ou titulares da fir- ma individual, de sorte que não ocorre o pressu -• posto material necessário à cobrança do IR sobre distribuição de lucro." Na verdade, a tributação do ar t. 35 repousa na ficção de renda distribuída, o que é inconstitu- cional. ,.. , MIN1SIER10 DA FAZENDA 5. PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PROCESSO No. 15888/00.555/92-77 ACORDMO No. lo2 29.167 Por deu . radejrç), a exigncia duo ,-:ra está feila à UofeHente, es .tá distaHte do enremdLnento esposado pe:o R. lribunal Regional Federal da 14,.,à Regjo, que, por ma.i,oria do votos do seu Pleno, Ho julgamento do Ar na nms deHou f.onsignado:: "Constitucional. iributário. Art. 35 da 1,,i 1\1c 7.713/88. Questão Preliminar desacolhida, eis que figurada a hipótese de inconstitucionalidade. Via. lação ao princípio da hierarquia das leis, consti tucionalmente assegurado. Criação de novas hipóte' 525 de fato gerador do imposto de Renda das Pes- soas jurídicas, por via de lei ordinária, com ai teração de disposição contida em lei complementar'. 1 - Reconhecido ser, o Oodigo Tributário Nacional, lei ordinária, mas com força de lei complementar, configura-se a hipótese de inconstitucionalidade e não legalidade, já que usurpada compotOncia eser vada pelo texto maior aquele diploma. Precedentes do extinto Tribunal Federal de Recursos no julga mento da ('MS S9.825 - e do Colendo Supremo Tribu nal Federal de Recursos na apreciação do RE 101.084/PR. 2 - Questão preliminar que, por maioria, é rejei tada. 3 - Estabelecendo, o art. 35 da Lei No 7.713/88', que os lucros da is pessoas jurídicas, ainda não distribuidos, sofrerão tributação na fonte pelo Imposto de Renda, viola o disposto no ar;.... 43 do Código II'll:mttário Nacional (lei N2 5.172/66), pos to que cria nova hipótese de fato gerador, diversa das previstas em texto de maior hierarquia. 4 - Assim estabelecendo, o texto - ar t, 35 da Lei No 7.713/88 - violentou o principio da hierarquia das leis, constitucionalmente estabelecido no art. 59 da lei Maior. 5 Arguição acolhida quanto ao mérito, após a re- jeição da prefaciai." (Rapet..nrio 11 E"' de jurisu'irt.1- dÈ,ncia, Np 20/92, pág in 356 DjU ri J.6/9/922 págiHa MINISTERIO DA FAZENDA 6. PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PROCESSO No. 1.'.'.:8897..)(..)CY".355/92 -.77 ACORDMO No. 102.29.467 "Parece-me claro que, enquanto não forem distri - - buídos os lucros, embora já apurados, continuam, ps'f-tencendo à pessoa ».11....icll..c.::,•a, que poderá ciar 1. outra destinação que não de ll-itegrá -los ao patri- mÔnio do sócio. Portanto, se os lucros não perte - cem ao sócio e se sua apropriação por parte deles á um fato flAturo e incertc .J, não há como imaginar - se disponibilidade para efeito de imposição cal." (Reperbl'io IOB de JurisprudÊnoia Ncl 20/92 - pàgina ".l.l,l.":.:76 -- JU II, p/ 2D.511). Ainda. reoentamente, em di: ,,ta. de 18/1.1.,/(2'.2„,, o mesmo 1";-..i..l3u••• nal, ¡...-Jc.::::.- a.,/..:::;n:l.ão unânime le sua 3g; turma, oo li.í..1g,.....i.,...,:ri:...o • do l..."''o:.:..í...,...::sse Ng 92.0.1„J.-.'l:.1.2---.7/RS, expediu. a seguinte ernenta.,; "A inconstitucionalidade do art. 35 da Lei No. 7.713/88, importa em que é indevida a tributação dos acionistas pelo lucro liquido não distribuí-- ' do." (BJA -. Na 05/93 -. pág. 89 - verbete 139.210). " De todo o exposto, está claramente evidem....:iade que a. e.,:ígÊ.;--,:sia eslabeleuida no Auto de If ...:fração ora impugna- do, não Lem qualquer F.a.:if.ã.í.....) de ser, merecndo, portanto a total IMPROCEDPNCIA." E.m seu eoisum a nosso ver f.:::Off: a para. l..:..r.,..17.,.:¡,.ki.- de matâría tão .1 da assim fi.J.;1(.1.:m-; .Jentou sua doei-- são a autoridade ora recorrida, "verbis":: "Regularmente intimado do orâdito tributárdo consubs-- Lanciadu no Auto de Lilfração que se vt'f.f2 às fls. 29 .- IRF/LUCRO Lluu y no, ,..., sujoito passivo apresentou, em 30/10/92, atavés de se!...: prwourador, DR, CPRLOB ROBERTO DE . SOUZA, a peça impugnatOria que '::::.2 V::.g..' às fls. 31/.3,.:1, alinhando, em ::..ir.,:tese, :33' 3; oonceridentes à legalidade da compensação do it...u...J.o obtido no e-.,:ercicio de 1990, ano-base de 1989, com o piv-f.:,:,? .ikíízo ,...,,•••••ificado no 2XErCI - 10 de 1989, anc 'base de V787 (si::-..-...). Além do mais, apresentou tese i.....lei-L-'...1.1-07:lte à in03ns1 ituci(x1.1.t1E.:de da disposlção nens) bstanLiada no artigo 35, da. Lei Ng. Citou. ensinamentos de renomâos tributar-istas pátrios e :,:r troue à. colação decisão prolatada pelo Egregio Trlbu- , nal Regional Federal da 4ã , Região. , . MINISTERIO DA FAZENDA 7 . PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PROCESRO No, 13888/000.355/92-.77 ACORDA0 Ng, 102-'29.467 Faladdo sobre a impu.gnação, o....,Kui......,.jr do ....,1'1):::...:-,-2dilm,-,x,i.1:ÁJ exarou cota. de fls. 37, nos seguintes termos "CHNIESIANnn as al2gaç?jes da reclamante, idiformo que:', J.. .- a v.emponsação do prejuizo de HM exercíclo COM O .I.AU.,-.A'-i:J de outro na atual uircunsãneia, somente poderia ser feita por . via contábil (art- ::.'...,:'.5, para-- grafo 1.2.,„; allnea "d" da Lei Ng , 7.713 de 22/12700) e não atraves do LAIAM::;f. (compensação fiscal), como 2 -- me parece inoportuna a alegação de inonsl,itu ciodaildade pois entendo que não foi violado 0 ar-- Ligo 43 de CIN. Não U.... .azendo novidade alguma que pudesse .Invalidar- o feito, apenas e tão somrnte fazendo alegaçf:rjes e conjeeturas 5eM O necessário suporte lEgal ou do-- . cumedtal, PROPONHO a manutenção ii .ftegral do lança.- men.uo." ESTE' E: O RELArnRIO. Preliminarmente, eabe destaear que o Parecer. rlornativo CST N2, 329/70, está assim r-ejigide ,,,,,U...,,,,U.:11:4.,,,,..2“,,N..."tIUNUn,7.UU.:14W...,,:.,.,.,1 n N.gN. rnterat.iv,w'wite tem esta Coordenação se manifesta-- do no sentido de que a arguição de incenstitueio- nalidade não pode ser . oponível na esfera adminis- i.rativa, 1......).." transbordar . OS liMite5 d.,,..:( sua compe-- tuncia . o julgamento da f2.:R1-...',:,?J—..i..,3.:., do ponto de vista qonstituctenal. Em abono de suas deuises, vale citar • se Ruy F3ar-• bosa Nogueira, in Dainterpretação e da aplicação das leis lia. 1.5 (1965, pág. 32):: 'Devemos distinguir o exercluio da administração ativa, daiudicaute, No exercicio da administ.,ração ativa o funcionário nãu podr negar aplicação a lei, sob mura alegação de sua inconstitucionalida-- de, em primeiro lugar.. porque lhe não cabe ata função de julgar . , mas ue cumprir . e !, eM segundo, porque a sanção presidencial afastou do funcionário de ad•-• , vo". , MINISTERIO DA FAZENDA 8 . PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PROCESSO No. 13888/000.355/92.-77 ACORDA0 No, 102--29„.167 A pág. 35, citando rítQ Rezende, .....'ontinua "E: [...i-incípio assente, 2 E g ffl muito sólido fundamento .,_'...i:',....;i.J........c......i, o de que os órgãos administrativos em ge-- 3al não podem f-i&......J.:im...... aplif.......açãe a uma lei OU HM d2-.- ▪ 1 .-2t !, porque lhes pai'eça inconstitucional. n pre-- sunção natural é que o Legislativo, ao estudar . o projeto de lei, ou c Exeuutivo, antes de baii:ar o deuetn, tenham examinado a questo da constiLu-- élonalidade e hegado à conclusão de não haver choque com a Constituição:: só o Poder . Judiciário é que não está. adstrito a f2SER presunção e pode e:;:a.--. - 1i:m..ItMf71, decises consuhstanciadas em Acórdos do Egré...... gio PriM2ir0 CCHS !.211 -12 d2 Contribuintes (ao acaso confi- ra os Acórdãos Ni2 , ....., 102-25.945 e 102 . -26.600, sessdes dé março s novembro de 1991, respectivamente, ambos da Co-. lenda Segunda. Câmara), asseveram;: "INCONSFf.TUCTONALIDADE DE: .1.....E:...I. -. Incompetente a. , Instância Administuativa para apreoiaJ' a tj..-- tucionalidade de dispositivo da legislação tribu-- tária." No M2SMO sentido, é do entendimento do Egrégio Segundo "INCONSYTTUCIDNALIDADE - A arguição de inconstitu••• cionalidade não è oponível na esfera administrati-- Lransboï . dar os límites de sua competnuia a apreciação e ju)gamf:nte de Lal arguição. Recurso negado. U:';.'..c.ii.„.......(...,s,J.:',0 N,.,-?.. 10950/001.066/91--E9N Recurso N2. 30.062; Acórdão Ng 202-04.9/8 8255ãO de 29/04/92N DOU S21;ã0 I,.., de 05/11/92 - página 15.431)." Ademais, no que pErx..J.112 ao tema em comento (arguição na esfera administrativa acerca da. inconstitucionalidade da legislação tributária/ não t.....i........H....-:;:...ktji..r...i...ii.), cumpre tacar que dis .....iositivo tradicional em nosse di:-...eito, sendo norma constitucional desde 19,34 (artigo 91, IV), outorga ao Senado Federal competncia privativa. Aludi • do principio, hoje es:........á Lonlemplado na flonstituição Fé•• deral de 1988, nos seguintes termos:: Ccm-Ji......)e!!.....er privativamente ai ......J Senado Fede.-. 1 , MINISTERIO DA FAZENDA 9. PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PROCESSO No, 13088/00.5!:',/92 ACORDMO Np„ Lo2 29.167 X suspender a eec.--Nção, no todo ou em par1e, de :lu: tiva do Supremo friunal Fedep-al n Li.d2 inconsUiucional per sentença du Supremo iribunal "::::Ci.,(UT:ria; deve a ção suspensa pelo Senado, pai.e em que foi de,...'...larada coF .J...1.rái. 1a ao o y denamenUo ma1or, ou em seu twir..J, se in l na sua Inleg g a. ::ft se a e.;:.ecução da lei, re1i; -a se da os 5ENS efeitos no mundo juuldico não se pode aqu ..i fala:- em revogação, o que sn ocorre por prf.x:e.,,Jsso Não hà notícia, a m-esent.e de qualquç....r ato do Senado Federal da s..spe,,,,,..ão da e .;:ecução de qualquer disposi i.iv() da legiskw-,..ão huária (art.i.go 96, da Ng Cód.i.go Nac..innal) a que alude o sujeito passivo, com base 2M prolatada pelo Supremo Tribk.i..- SEfli:J 5 fl%0 azdvs plausíveis, no presem.e caso, capa;i',es de elidir o procedimento Uuanto ao mÉlio, as demais argumentaç.?le ,,,. aduzidas não t ..-ompor1am1 divagaçeies. A ma!âría Uributável decorre de e'f.pressa disposição le- gal 55 da lei Nq 7.713/SS, as modifLcaçbes posVe j oros), não se conhecendo, a presenUe data., uonfí.scaL6r .:o de ah-aves do Auo de fl yfr . açãe que se às fls. 29. FinalmenUe, iluo se ,.'efere à d.eisão prolaUada pelo E. I: ibunal Regional Fede:'a'! da 4.à . Região, sem d(1.vida aiguma, pa.rono da Impugnant'e W.eno nhecimenlo das disposiçes uonlidas no 73„529, de janeiro de 1974." Este elator Hada mais tem a acrescentar a es ...a funda montação, que com a devida vnni;-.. deve ser considerada part.e jnUF.,1-,Jr.ante desi ..e, o enk.aminho mou vo: . o considerando se tudo o maís que do pi-of....es- Brasília - DF, 19 de ot...1.tu1::ro de 1994. , Franci-sco P;ula C-wneiro jr3' ,..7)foni - Relator Page 1 _0000200.PDF Page 1 _0000300.PDF Page 1 _0000400.PDF Page 1 _0000500.PDF Page 1 _0000600.PDF Page 1 _0000700.PDF Page 1 _0000800.PDF Page 1 _0000900.PDF Page 1
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FAZENDA E PLANEJAU2ztan PROCESSO NP 13706.001552/88-18 Sessao de 99 de janeínvde 19 93 ACORDÃO N.9 102- 27 . 801 Recurso n9.: 100.884 - IRPJ - EXS: DE 1987 e 1988 Recorrente. SPIR1T COMÊRCIO DE ROUPAS LTDA. Recorrida - DRF RIO DE JANEIRO(RJ) - IRPJ OMISSAO DE RECEITA - Não pode prevalecer o lançamento tribu- tário baseado em simples informação prestada pela locatária ao locador em cumprimento a cláusula contra- tual relativa a locação de ponto comercial. Ví4to, telatado4 e dícutído 's os pte4enteA cwtos de tecut4o íntetpo4to pot SPIRIT COMERCIO DE ROUPAS LTDA. ACORDAM o4 Membto4 da Segunda Camata do PAímeíto Con 4e£ho de Conttíbuínte4, pot unanímídade de voto, dat pitovímento ao tecut4o. Sa.qa d Se.sóe.4, em 29 de janeíto de 1993 4dilagra, . IRI F U , SIMIANER '- PRESIDENTE KAZLikl SH RELATOR / VISTO EM UILJF MARATA-N'I-COTT/ OLIVEIRA - PROCURADORA DA FA- SESSÃO DE: a N4 A Q ZENDA NACIONAL 1-51, Pattícípatam, aínda, do pte4ente julgamento o4 e.g ite.s Conelheí to: Wa/devan A/ve4 de Olíveíta, Ftancíco de Pau/a Cottea Catneí- to Gíoní, UAAula Han4en, Matía C/E/ía de AndAade Fígueítedo e Cat1o4 Robetto Monteíto Bettazí. Attente o ConA. Jalío CE4at Gome da Sílva. DAMEFP/DF- SECOS N 2 064/90 J H *rq, ' SERVIÇO PUBLICO FEDERAL PROCESSO te 13706.001552/88-18 RECURSO N9: 100.884 ACORDA0 N9 : 102-27,801 RECORRENTE: SPIRIT COMRRCIO DE ROUPAS LTDA. RELATORIO A empresa SPIRIT COMÊRCIO DE ROUPAS LTDA. Inscrita o CGC. sob n2 28.756.070/0001-93, inconformada com a decisão de 1.. instância proferida pelo Chefe da Divisão de Tributação da Dell.-- gateia da Receita Federal no Rio de Janeiro(RJ) - por delegação se competência do titular daquele órgão, apresenta recurso volunt.- rio a este Primeiro Conselho de Contribuintes, objetivando a r:- forma da decisão recorrida e aduzindo as razões abaixo resumida:. A autuação teve por objeto a cobrança de imposto nas exercícios de 1987 e 1988, em decorrência de omissão de receita caracterizada pela diferença apurada entre os valores informadas a RENASCE - REDE NACIONAL DE SHOPPING CENTERS LTDA., relativame - te a faturamento mensal da empresa SPIRIT COMÈRCIO DE ROUPAS LI- DA. e o constante em suas declarações de rendimentos dos exerc - cios supramencionados, apurando-se um crédito tributário no vaiar de 3.311,07 OTN. Inconformada com a exigência, a autuada apresento tempestivamente, impugnação de fls. 08/15, arguindo a prelimin.r de nulidade do lançamento por cerceamento do direito de defes., visto não ter apresentado contribuinte qualquer termo de inti“.- ção para que a mesma prestasse esclarecimentos sobre informaçõ:s irreais por terceiros, bem como a falta de oportunidade para co -/ testá-las. DAMJFP/OF - SECO Ne O6s/ 90 J.H. SER VICO PUBLICO FEDERAL - PROCESSO N2 13706.001552/88•18 Acórdão no 102-27.801 No mérito, salienta que a diferença apurada pela fisca- lização decorre de erro na prestação de informações dadas pela impugnante à administradora, vez que os mesmos são informados a maior para a empresa RENASCE, com a única finalidade de preservar a locação. Acrescenta, ainda, que a omissão de receita, quando apurada, há que ser provada, cabendo o ônus da prova à autoridade administrativa, conforme o disposto no parágrafo 22 do artigo 174 do RIR/80, o que inocorreu e requereu a realização de diligências em seus registros comerciais e fiscais- O autor do procedimento manifestou às fls. 21/23, sus- tentando que inocorreu o cerceamento de defesa, visto que as re- ceitas informadas à fiscalização pela administradora terem sido fornecidas pela própria contribuinte (doc., de fls. 05), não ha- vendo, portanto, necessidade de intimação para esclarecimentos, na forma do artigo 677 do RIR/80 e, tampouco, nulidade do Auto de Infração, vez que o artigo 59 do Decreto n2 70.235/72 não foi eontrariado. Quanto ao mérito, o autuante argumenta que a prova da ocorrência de omissão de receita, cujo ônus cabe à autoridade ad- ministrativa, foi suprida pela própria interessada, ao confirmã- la à fl. 11. e que a documentação que serviu de base à lavratura do Auto de Infração é idônea, pois baseia-se em informações da contrluinte à Administradora de Shopping Center e, desta à Recei- ta Federal. Quanto ao fato de a escrituração ter sido despresada, o caput do art. 174 do RIR/80 e -artigo 147 do Código Tributário Na-_ cional prevem que o lançamento pode ser efetivado com base em de- claração de terceiros e opina pelo indeferimento do pedido de di- ligência e pela manutenção integral do feito, ,com a retificação do valor do imposto, em relação ao exercícig , de 1987 para Cz$ 237.672,00, com vencimento em abril de 1987.( Imprensa Nacional j SERVICO PUBLICO FEDERAL PROCESSO N2 13706.001552/88-18 Acórdão no 102- 2 1.801 A diligência solicitada pela impugnante foi indeferida pela autoridade preparadora do processo fiscal, por desnecessária e prescindível. No julgamento de 1P... instância, foi acolhido o parecer de fls. 28/31, rejeitada a preliminar de nulidade por cerceamento do direito de defesa e, no mérito, mantida a exigência, consubs- tanciada na seguinte ementa: - IMPOSTO DE RENDA - PESSOA JURIDICA - Susce- tível de tributação caracterizando receitas omitidas, a diferença a maior, apuradas no confronto entre o faturamento declarado pela empresa à Administradora, para fins de cálcu- lo do valor da locação, e o informado em sua declaração de rendimento.- Cientificada da decisão de 12 grau em 12.06.91, no pra- zo legal, interpõe recurso voluntário de fls. 38/45, reiterando todos os argumentos expostos na peça impugnatória de fls. 08/15, anexando quadro demonstrativo da receita necessária ao aluguel, os valores do faturamento informado à RENASCE - REDE NACIONAL DE SHOPPING CENTERS LTDA. e a receita declarada em seus livros fis- cais e contábeis e na declaração de rendimentos dos exercícios de 1987 e 1988, demonstrando que o valor informado à administradora visa tão somente a manutenção do contrato de locação que contem cláusula draconiana de faturamento mínimo. Em reforço à sua defesa, transcreve parte do voto do eminente Conselheiro Dr. Urgel Pereira Lopes que subsidiou o Acórdão n2 101-79.022, além de citar os Acórdãos n2s. 101-80.411 e 101-81.289, que consolidam a inadmissibilidade de tributação de casos como o presente e, finalmente, solicita a reforma da deci- são de 12 grau e provimento do recurso. 2 o relatório._ - ) Imprensa Nacional SERVICO PUBLICO FEDERAL PROCESSO N2 13706.001552/88-18 Acórdão n2 102-27.801 VOTO Conselheiro KAZUKI SHIOBARA - Relator O recurso preenche os requisitos legais. O litígio diz respeito a validade, ou não, como prova de omissão de receita, a informação que teria sido prestada pela locatária à locadora, de seu faturamento, para efeito de pagamen- to do respectivo aluguel. O fato gerador do imposto de renda, consoante o artigo 43 do CTN, é a aquisição da disponibilidade econômica ou jurídica de renda ou proventos de qualquer natureza. Assim, o imposto de renda somente pode ser exigido se efetivamente ocorrer o fato gerador, ou, o lançamento será cons- tituido quando se constatar que concretamente houve a disponibi- lidade econômica ou jurídica de renda ou de proventos de qualquer natureza. Na ocorrência de declaração inexata, considerando como tal a que omitir rendimentos, cabe o lançamento de ofício, com base no artigo 77 do Decreto-Lei n2 5.844/43, transcrito no arti- go 676 do RIR/80, observado, no entanto, que os esclarecimentos prestados só poderão ser impugnados pelos lançadores com elemento seguro de prova ou indício veemente de falsidade ou inexatidão. Num litígio idêntico, a matéria já foi examinada pela Câmara Superior de Recursos Fiscais e em Acórdão n2 CSRF/01-01.059/90 foi decidido que: - IRPLT - LANÇAMENTO - O lançamento do crédito tributário não deverá ser constituído quando forem insuficientes os elementos de comprova- ção da ocorrência do fato gerador. Simples informações, fornecidas em função de cláusula contratual, isoladamente, não são suficientes para fundamentar a cobrança de tributos'y Imprensa Nacional SER VICO PUBLICO FEDERAL PROCESSO N2 13706.001552/88-18 Acórdão n2 102-27.801 Este Acórdão aprovou por unanimidade, o voto do eminen- te Conselheiro DR. MARCIO MACHADO CALDEIRA e que entre outros substanciais argumentos, esclareceu que: -Desta forma, podemos concluir que o lança- mento somente poderá ser constituido a partir de fatos comprovadamente existentes, ou quan- do os esclarecimentos prestados forem impug- nados pelos lançadores com elemento seguro de prova ou indicio veemente de falsidade ou inexatidão. No presente caso, a tributação levada a efei- to baseou-se unicamente nos dados fornecidos pela autuada à administradora do "Shopping", dados estes que tinham como finalidade calcu- lar os aluguéis devidos mensalmente. Para que os documentos fornecidos à adminis- tradora do "shopping - viabilizassem jurídica mente o lançamento, seria indispensável que o conteúdo dos mesmos desse certeza de que o faturamento, no caso, era aquele. Essa simples informação, baseada em cláusula de contrato de locação, que prevê sua resci- são, no caso de baixo faturamento, ainda quando a empresa justifique o motivo daqueles dados, por si só não pode constitui prova. Não constitui uma prova direta da omissão de receita por não trazer em si mesma um valor probatório, ou seja, não apresenta uma garan- tia formal na segurança de se cobrar um tri- buto. Também, não constitui uma prova indire- ta porquanto as provas indiretas dependem de elementos que tragam suficiente certeza da pretensão, elementos esses que não existem no processo. Trata-se, no caso, de mero indicio de uma in- fração, que merecedora de exame mais profun- do, ou de uma investigação fiscal mais abran- gente, poderia dar a necessária certeza da ocorrência do fato gerador do impoãto. -_ A mesma Câmara Superior de Recursos Fiscais, em decisão irecente veio a confirmar o precedente acima transcrito, nos Acó- / rãos/n2 CSRF/01-1.155/91 e CSRF/01-1.168/91, com a seguinte emen- ta:i i Imprensa Nacional sERVICO PUBLICO FEDERAL PROCESSO 1\12 13706.001552/88-18 Acórdão n2 102-27.801 "IRPJ - OMISSA() DE RECEITA - Mero informativo gerencial fornecido por administradora de shopping center, quando este for único indí- cio da omissão é insuficiente à manutenção da imposição fiscal." De fato, no presente processo, o único indicio da omis- são de receita é o informativo gerencial, coletada pelo autuante na administradora de "shopping center" e fornecido pela recorren- te para cumprimento de cláusulas do Contrato de Locação. Desta forma e na trilha do decidido pela Egrégia Câmara Superior de Recursos Fiscais e considerando que a simples infor- mação prestada pelo contribuinte para a Administradora de "Shop- ping Center" não constitui prova da ocorrência de omissão de re- ceita e pela incerteza quanto a ocorrencia do fato gerador, voto no sentido de dar provimento ao recurso voluntário interposto. Brasllia(DF)', 28 de janeiro de 1993 M KAZUlt1 S ook4: Relator Imprensa Nacional Page 1 _0000200.PDF Page 1 _0000300.PDF Page 1 _0000400.PDF Page 1 _0000500.PDF Page 1 _0000600.PDF Page 1 _0000700.PDF Page 1
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Numero do processo: 13709.001601/89-37
Data da sessão: Tue Sep 13 00:00:00 UTC 1994
Data da publicação: Tue Dec 22 00:00:00 UTC 2009
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S.,.WHITE ARTIGOS DENTÁRIOS LTDA RECORRIDA : DRF - RIO DE JANEIRO - RI IMPOSTO DE RENDA - PESSOA JURÍDICA- A partir de 01.03.87, procede a exigência de correção monetária sobre débitos vencidos e não pagos até 02/87, "ex-vi" do disposto no parágrafo único do artigo 6° do Decreto-lei N° 2.284186, combinado com os artigos 3° e 8° da Portaria MF N° 122/86. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de recurso interposto por S.S. WHITE ARTIGOS DENSTÁRIOS LTDA. ACORDAM os Membros da Segunda Câmara do Primeiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, NEGAR provimento ao recurso, Sala das Sess . _ çtembro de 1994 . irdáty, _ LaRLUS-TiiOSPAi\A - PRESIDENTE 1 WADEVAN AL e§ OLIVEIRA - RELATOR VISTO EM LOUREMBERG RIBEIRO NUNES ROCHA PROCURADOR DA FAZENDA SESSÃO DE: NACIONAL 8k2 r-:),P 'Mg r;— xL,IN ,„4 Participaram, ainda, do presente julgamento os seguintes Conselheiros: Francisco de Paula Correa Carneiro Giffoni, Unida Hansen, Maria Clélia de Andrade Figueiredo, Júlio César Gomes da Silva e José Carlos Passuello MINISTÉRIO DA FAZENDA 02 PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PROCESSO NI' 13709/001.601/89-37 RECURSO N° : 105.532 ACÓRDÃO N° : 102-29.34.7 RECORRENTE : S.S. WHITE ARTIGOS DENTÁRIOS LTDA. RELATÓRIO Contra a empresa acima qualificada foi emitido o Aviso de Cobrança de fls. .15, referente a correção monetária dos valores das quotas do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica do 1' semestre de 1986, em razão de terem sido pagas com atraso. Inconformada, a contribuinte apresenta sua defesa de fls. 01/04., lida integralmente, centrando suas razões de fato e de Direito na inconstitucionalidade da cobrança da correção monetária no período em causa. Às fls. 30, a informação fiscal propondo a manutenção da exigência fiscal, o que foi referendado pela DIVTRI da DRF/RJ., fls.31. Em seu recurso dirigido a este Conselho, fls. 34/39, igualmente lida na íntegra em plenário, após descrever os fatos ocorridos, a contribuinte expõe sua irresignação reeditando em grande parte as razões expendidas na peça im.pugnatória, com maior riqueza de detalhes,. O recurso foi a julgamento em sessão realizada em 10 de junho de 1992, tendo esta Câmara, por unanimidade de votos, concluido por receber a peça reclinai como se impugnação fora, encaminhando o processo à repartição de origem para que fosse prolatada a decisão de primeiro grau, na boa e devida forma,. A decisão da autoridade julgadora de primeira instância foi proferida às fls., 46/48, concluindo pela manutenção da exigência, cujos fundamentos se acham sintetizados na seguinte ementa: MINISTÉRIO DA FAZENDA 03 PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PROCESSO RI' 13709/001.601/89-37 Acórdão N° 102-29.347 "IMPOSTO DE RENDA - PESSOA JURÍDICA - A partir de 01.03.87, procede a exigência de correção monetária sobre débitos vencidos e não pagos até 02/87, "ex vi" do disposto no parágrafo único do artigo 6' do Decreto-lei N° 2284/86, combinado com os artigos 3' e 8' da Portaria MF N° 122/86". Não se conformando com a decisão retro, a empresa apresentou recurso às fls.51/58, lido na íntegra em sessão. É o relatório MINISTÉRIO DA FAZENDA 04 PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PROCESSO N° 13709/001.601/89-37 Acórdão N° 1.02-29.347 VOTO Conselheiro WALDEV.AN ALVES DE OLIVEIRA, Relator: Rende ensejo ao presente julgamento a matéria de competência desta Câmara, envolvendo a cobrança de correção monetária sobre débitos vencidos e dão pagos até 02/87. Em sua bem lançada peça recursal a contribuinte insiste na ilegalidade da cobrança da correção monetária do período, fazendo referência a legislação que surgiu em torno do plano cruzado, atacando de forma direta a Portaria MF n° 122/86, além de reeditar os fundamentos sobre o não conhecimento da matéria versando sobre a inconstitucionalidade de lei. Do exame dos elementos que instruem o processo, se conclui que a razão pende para o fisco. De fato, como acentuou a informação fiscal de fls. a exigência diz respeito a correção monetária devida pelo atraso no pagamento, incidindo multa e juros sobre o valor corrigido da quota em atraso. O ilustre parecerista justifica ainda a manutenção da exigência: "A Portaria MF n° 122 de 25.03.86, considerando o disposto no D.L. 2284. de 10,03.86, diz em seu artigo 3°: "Os créditos da Fazenda Nacional de qualquer natureza .... surgidos a partir de 28 de fevereiro de 1986, inclusive, serão determinados e expressos em cruzados". Mais adiante, no artigo 8': "Os débitos a que se referem os artigos 1° , 2° e 3° somente serão reajustados a partir de 1° de março de 1987, segundo a variação da OTN"„ É portanto nossa conclusão que a partir de 1°.03.87 os débitos vencidos e não pagos para com a Fazenda Nacional, estavam sujeitos à atualização conforme disposto na Portaria 122, segundo a variação da OTN." MINISTÉRIO DA FAZENDA 05 PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PROCESSO NI' 13709/001.601/89-37 Acórdão N° 102-29,347 Como se observa, Mão há como se acolher a pretensão da contribuinte, mesmo porque não havendo discussão quanto ao mérito e sim da cobrança de acréscirnos legais, poderia inclusive ser tratada em primeira instância como matéria de execução. Pelo exposto, nego provimento ao recurso, Brasília - DF , 13 de setembro de 1994 ( WALDEVAN AL 71 '1 OLIVEIRA-RELATOR \\ Page 1 _0000200.PDF Page 1 _0000300.PDF Page 1 _0000400.PDF Page 1 _0000500.PDF Page 1
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Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de recurso interposto por RINA STÉTICA LTDA. - ME. ACORDAM os Membros da Segunda Câmara do Primeiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, dar provimento ao recurso, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado. A dr„,..._i ANTONIO DE/FREITAS DUTRA PRESIDENTE pr,,,,, MARIA CLÉLI '. PEREIRA DE ANDRADE RELATORA FORMALIZADO EM: 18 OUT 1996 Participaram, ainda, do presente julgamento, os Conselheiros: URSULA HANSEN, SUELI EFIGÊNIA MENDES DE BRITTO, JOSÉ CLÓVIS ALVES, JÚLIO CÉSAR GOMES DA SILVA, RAMIRO HEISE e FRANCISCO DE PAULA CORRÊA CARNEIRO GIFFONI. MHSA MINISTÉRIO DA FAZENDA • PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PROCESSO N°. : 10680/007.606/94-17 ACÓRDÃO N°. : 102-40.480 RECURSO N°. : 110.224 RECORRENTE : RINA S "TÉTICA LTDA. - ME RELATÓRIO RIM& S TÉTICA LTDA. - ME, jurisdicionada pela Delegacia da Receita Federal em Belo Horizonte - MG, foi notificada da exigência tributária, para pagamento da multa prevista no artigo 984, do RIR/94, que, em realidade, veio substituir o artigo 723 do RIR/80, tratando-se de multa genérica. A Contribuinte impugnou, tempestivamente, a exigência fiscal alegando, em síntese: - que a multa é acessório e segue o principal, que seria o Imposto de Renda devido, portanto não incidiria em multa pelo atraso na entrega da declaração; - focaliza o Instituto da Denúncia Espontânea, e requer o beneficio do art. 138 do CTN; - discorda da fundamentação legal utilizada pelo julgador "a quo". Finalmente, requer o cancelamento da exigência por falta de amparo legal. A bem elaborada decisão singular apóia suas razões de decidir nos fundamentos legais: Artigo 999, II e 984 do RIR/94, BC SRF 100/94, Ac. 104-6.285 de 10/08/88, do Primeiro Conselho de Contribuintes e estabelece a distinção entre as Multas de Oficio, que são penalidade % 2 • ,r .;- MINISTÉRIO DA FAZENDA < PRIMEMO CONSELHO DE CONTRIBUINTES; PROCESSO N°. : 10680/007.606/94-17 ACÓRDÃO N°. : 102-40.480 pecuniárias a que estão sujeitos os infratores da legislação tributária, Multas Moratórias, que se caracterizam pelo simples retardamento do pagamento ou cumprimento da obrigação acessória, e Multas Penais, as que decorrem de infração a dispositivo legal, detectada pela Administração em exercício de regular ação fiscalizadora. Julgou procedente a ação fiscal. Ciente da decisão monocrática o interessado interpôs recurso voluntário a este Colegiado que foi lido na íntegra em sessão,y' É o Relatório. 3 - ' MINISTÉRIO DA FAZENDA PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PROCESSO N°. : 10680/007.606/94-17 ACÓRDÃO N°. : 102-40.480 VOTO CONSELHEIRA MARIA CLÉLIA PEREIRA DE ANDRADE, RELATORA O recurso está revestido das formalidades legais, razão pela qual dele conheço. A decisão singular afirma a obrigatoriedade da apresentação da declaração de rendimentos da pessoa jurídica, inclusive da microempresa, sob pena de aplicação da multa prevista no artigo 984, no caso da entrega intempestiva e aponta como fato gerador da imposição da penalidade a não apresentação da declaração no prazo previsto no RIR/94. Atenta às razões de defesa contidas no recurso a este colegiado, vejo que a razão pende para a contribuinte, vez que a base legal que ampara a multa aplicada é genérica, conforme alega a recorrente, portanto, não há como reconhecer o alegado direito da Fazenda Nacional, por falta de determinação legal específica. Ademais, a jurisprudência deste Colegiado já tem posição definida sobre a matéria em tela, conforme demonstram os seguintes Acórdãos: - O Acórdão N° 101-79.964, de 16 de abril de 1990, da lavra do ilustre Conselheiro da Primeira Câmara, Raul Pimentel, sintetizado na ementa: "IRPJ - 1VIICROEMPRESA - MULTA POR INFRAÇÃO AO RIR SEM PENALIDADE ESPECÍFICA - Não enseja a cobrança da multa prevista no artigo 723 do RIR/80 o fato de a microempresa não ter a, esentado espontaneamente a declaração de rendimentos no prazo leg.," 4 , - MINISTÉRIO DA FAZENDA PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PROCESSO N°. : 10680/007.606/94-17 ACÓRDÃO N°. : 102-40. 4.30 - O Acórdão N° 102-26.605, julgado em 08 de novembro de 1991, cujo Relator foi o Conselheiro Jackson Schineider, da Segunda Câmara, com a seguinte ementa: "IRPJ - MICROEMPRESA - MULTA POR INFRAÇÃO AO RIR/80 - PENALIDADE ESPECÍFICA - A falta de declaração de rendimentos, ou a sua entrega extemporânea, não dá ensejo a cobrança da penalidade prevista no artigo 723 do RIR/80, por não constar das obrigações acessórias expressamente previstas em Lei." Tanto os membros da Primeira Câmara como os da Segunda Câmara do Primeiro Conselho de Contribuinte, acordaram em decidir por unanimidade de votos a questão. - O Acórdão N° 102-26.327, do Conselheiro Kazuki Shiobara: "1RPJ - MICROEMPRESA - MULTA POR INFRAÇÃO AO RIR SEM PENALIDADE ESPECÍFICA - Não enseja a cobrança de multa prevista no artigo 723 do RIR/80 o fato de a microempresa não ter apresentado espontaneamente a declaração de rendimentos no prazo legal." Também julgado por unanimidade de votos. Cabe esclarecer, que não há que se discutir a hipótese da Denúncia Espontânea no caso concreto. I I Em nosso entendimento, o que prevalece é a aplicação do artigo 984 do RIR194, por não se tratar de dispositivo legal especifico, ao contrário, é norma genérica que abrange todas as infrações contidas no atual Regulamento do Imposto de Renda, em substituição ao artigo 723 do RIR/80, em que a matriz legal de ambos é o Decreto-lei N° 401/68, artigo 22 ill/• , 5 v7p: MINISTÉRIO DA FAZENDA PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PROCESSO N°. : 10680/007.606/94-17 ACÓRDÃO N°. : 102-40,4 80 Em face de todo o exposto, dou provimento ao recurso interposto. Sala das Sessões - DF, em 2 O de agosto de 1996. MARIA CLÉLIA REIRA DE ANDRADE 6 Page 1 _0000200.PDF Page 1 _0000300.PDF Page 1 _0000400.PDF Page 1 _0000500.PDF Page 1 _0000600.PDF Page 1
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Numero do processo: 13603.000257/93-13
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Recurso não conhecido. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de recurso interposto por ALAN NOCCI MARANGON DE OLIVEIRA ACORDAM os Membros da Sexta Câmara do Primeiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, em NÃO CONHECER ao recur- so, por versar sobre matéria preclusa, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente Julgado. Sala das Sessii es (DF), em 26 de fevereiro de 1996. JOSÉ CAR S GUIMARAES - PRESIDENTE 'RIO ALBERTINO NU S - RELATOR • FORMALIZADO EM "fes MÁ! 1996 Participaram, ainda, do presente julgamento os seguintes Conselheiros: WILFRIDO AUGUSTO MARQUESS, JOSÉ FRANCISCO PALOPOLI JÚ NIOR, HENRIQUE ORLANDO MARCONI, ADONIAS REIS SANTIAGO e ANA MARIA RIBEIRO DOS REIS. PROCESSO N°: 13603/000.257/93-13 ACORDA° No: 106-07.814 Sessão de : 26 de fevereiro de 1996 Recurso n°: 00.810 - IRPF - EX: DE 1991 RELATORIO ALAN NOCCI MARANGON DE OLIVEIRA, já qualificado, recor- re da decisão da DRF em Contagem, Minas Gerais, de que foi cientifica- do em 23.02.94 (fls. 33), através de recurso que protocolou em 28.03.94 (fls. 34 e 39), tendo sido feriado municipal, na cidade, no dia 25, conforme informado às fls. 43. 2. Contra o contribuinte foi emitida notificação de lança- mento (f is. 01), na área do Imposto de Renda na Fonte, relativa ao Exercício 1991, pelo resgate de a plicacões financeiras existentes em 16.03.90, sem o recolhimento do imposto previsto no art. 32 da Lei n2 8.021 de 1990 e com declaração de que disporia de maios declarados pa- ra fazer face a tais aplicações (ver fls. 06). O exame da sua Declara- ção IRPF/91 evidenciou que tal afirmativa não era verdadeira, pois os rendimentos declarados não davam suporte às aplicações feitas no pe- ríodo de 01.12.89 a 15.03.90. 2A. O imposto lançado teve como base de cálculo o valor das aplicações (listagem de fls. 04); 2B. A Multa de Oficio foi agravada duplamente, para 150%, pela falsidade ideológica representada pela declaração falsa para res- gate das aplicasses sem o pagamento do tributo exigido na fonte (Lei 8.021/90), e para 225%, pelo não atendimento a intimação. 2C. A cigncia do lançamento foi dada em 16.02.93 (fls. 14). 3. Inconformado, apresenta, no prazo, impugnação (fls. 17), rebatendo o lançamento com os seguintes argumentos, que destaco, por refletirem a tese esposada pelo impugnante. 24) PROCESSO No : 13603/000.257/93-13 ACORDA° No : 106-07.814 Sessão de : 26 de fevereiro de 1996 Recurso no : 00.810 - IRPF - EX: DE 1991 a) preliminarmente, ataca o lançamento, que considera nulo, por não lhe ter sido apresentado quadro demonstrativo que de- monstre a base de cálculo utilizada - o que constituiria cerceamento do direito de defesa; h) quanto ao mérito, afirma ser o mesmo da preliminar, pois não ficara determinada a existência de rendimentos, que servissem de base de cálculo para o lançamento; c) requer, outrossim, a realização de perícia, pedindo seja intimado para as providências ulteriores. 4. Antes do julgamento da impugnação, é dada ciência ao impugnante do demonstrativo que servira para apurar a base de calculo da exigência (f is. 23 e 24), reabrindo-se-lhe prazo para impugnação. O mesmo se manifesta às fls. 25, afirmando que mantém todos os termos da impugnação Já apresentada. 5. A DECISA0 RECORRIDA (fls. 28), mantém integralmente o feito, acatando os argumentos da Fiscalização, sendo de destacar os seguintes pontos que levaram a digna Autoridade "a quo" àquela conclu- são: a) que a alegação de cerceamento de defesa fora sanada pelo envio do demonstrativo reclamado pelo impugnante e pela reabertu- ra do prazo de defesa; b) que o contribuinte não se defendeu do lançamento - o qual foi feito dentro das normas legais. 6. Regularmente cientificado da decisão, o contribuinte dele recorre, conforme RAZOES DO RECURSO de fls. 34 e seguintes, onde inova nos termos da impugnação: PROCESSO N°: 13603/000.257/93-13 ACORDAO No: 106-07.814 Sessão de : 26 de fevereiro de 1996 Recurso no : 00.810 - IRPF - EX: DE 1991 a) pela primeira vez, insurge-se contra o agravamento da multa para 150%, ale gando não ter procedido fraudulentamente; b) também pela primeira vez, contesta a base de cedeu- lo, que teria incorporado rendimentos produzidos pelas aplicações - os quais ja teriam sido taxados pela fonte pagadora ou seriam não tribu- tados (correção monetária); c) ainda pela primeira vez, argumenta que a Fiscaliza- ção deveria tê-lo autuado pela omissão de rendimentos (aumento patri- monial a descoberto) e no montante dos valores aplicados e não os res- gatados. É o relatório. PROCESSO N°: 13603/000.257/93-13 ACORDAO N°: 106-07.814 Sessão de : 26 de fevereiro de 1996 Recurso n°: 00.810 - IRPF - EX: DE 1991 VOTO Conselheiro MARIO ALBERTINO NUNES, Relator: Como relatado, o contribuinte inova inteiramente na de- fesa que apresenta a este Colegiado. Com efeito, enquanto, perante a primeira instância, se limitou a apontar possível nulidade do lança- mento por entender que sua defesa estaria prejudicada por não lhe ter sido apresentado o demonstrativo em que se baseara a Fiscalização para obter a base de cálculo, perante esta segunda instâ ncia , pela primeira vez, a base de cálculo, que entende deve ser escoimada dos rendimen- tos, ou por já terem sido tributados na fonte ou por se referirem a correção monetária. Entende, outrossim, que a Fiscalização deveria ter procedido a outro tipo de auditoria, autuando-o por aumento patrimo- nial a descoberto no ano-calendário anterior e não pela infrigéncia ao disposto na Lei n2 8021/90, na área do Imposto de Renda na Fonte. 2. O recurso ao Conselho de Contribuintes - órgão Jurisdicional de segunda instância - é contra o que tiver sido decidido pelo Juízo sin- gular, vale dizer os Delegados da Receita Federal. Obviamente só se pode recorrer contra o que tiver sido decidido por aquelas autorida- des. E estas terão decidido em função dos fatos apresentados pela Fis- calização - uma das partes do processo - e dos argumentos de defesa apresentados pelo contribuinte - a outra parte no processo. Se o con- tribuinte deixou de apresentar naquela instância os argumentos agora apresentados ao Conselho de Contribuintes, a decisão questionada, de- les não conhecendo, sobre eles não terá se manifestado. Como pode, en- tão, o recurso inovador constituir-se em peca de inconformidade com o decidido em primeira instância? Na verdade, com tal procedimento, o contribuinte pretende que este Colegiado aprecie, em primeira mão, seus argumentos. Pretende, portanto, que este Colegiado atue como juí- zo de primeira instância - o que não pode fazer pois, para isso,não possui competência. :" PROCESSO No : 13603/000.257/93-13 ACORDA° No: 106-07.814 Sessao de : 26 de fevereiro de 1996 Recurso n°: 00.810 - IRPF - EX: DE 1991 3. Imp5e-se, portanto, não conhecer do recurso por versar exclusivamente de matéria preclusa, em respeito ao duplo grau de Ju- risdição. Assim sendo, e por tudo mais que foi exposto, meu voto é por não se conhecer do recurso. Brasilia-DF, em 26 de fevereiro de 1996. ERTINO NUNES - LATOR Page 1 _0024100.PDF Page 1 _0024300.PDF Page 1 _0024500.PDF Page 1 _0024700.PDF Page 1 _0024900.PDF Page 1
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IRPF - São rendimentos tribu•ãveis, valores per- cebidos a qualquer titulo que não figurem na re- lação do art. 22 do RIR/80. Recurso não provido. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de recurso interposto por MIGUEL CARLOS SOLBIATTI. ACORDAM os Membros da Segunda Câmara do Primeiro Con • selho de Contribuintes, por unanimidade de votos, negar provimen- to ao recurso. A Sal. *- N Sessões, 06 de maio de 1993. 41011ahlk IRIN U SIMIANER - PRESIDENTE JÚLIO CÉSAR GOM I - - RELATOR WUIA LUCIA DE PAULA OLIVEIPA - PROCURADORA DA FAZENDA NACIONAL VISTO EM SESSÃO DE: n DE Z 193•._. Participaram, ainda, do presente julgamento os seguintes Conselhei ros: Waldevan Alves de Oliveira, Francisco de Paula Correa Carnei- ro Giffoni, Kazuki Shiobara, Ursula Hansen, Maria Clelia de Andra- de Figueiredo e Carlos Roberto Monteiro Bertati. DAMEFP/DF- SECOS N t 064/90 - SERVIÇO PUBLICO FEDERAL Processo n9 10845/000.516/89-35 2. Ac6rdão n9 102-28.205 RELAT(5R10 Trata-se de lançamento decorrente de abatimento da parcela referente a pensão alimentícia no exercício de 88, sem o preenchimento do Anexo 1, no valor de 11,98 OTNS. Lançamento tempestivamente impugnado, com a juntada da notificação do lançamento e certidão do desquite do contribuin te. A informação fiscal de fls. 10/13, aponta existên- cia da falha por não ter o Contribuinte sido intimado para compro var o dispêndio da pensão alimentícia e a existência de "rendimen to" no valor de Cr$739.384,44 pagos pelo Governo do Estado de São Paulo não oferecido à tributação propondo, por isso, a retifica- ção do lançamento na forma do cálculo de fls. 12/3. A decisão de fls. 14, de acordo com a proposta cita da, agrava a exigência inicial. Notificado, o Contribuinte apresenta nova impugna- ção tempestiva, juntando os comprovantes do pagamento da pensão e alegando que não cabe a cobrança de imposto no rendimento declara do, pois o Estado de São Paulo, que á a fonte pagadora, não co- brou o imposto de fonte porque entendeu não ser tributável e, COM o imposto de renda lhe pertence por lei, a ele caberia cobrar ou não. Alega mais, que tais rendimentos não são tributáveis e sim indenizatOrios de transporte, diárias, ajuda de custo e alimenta- ção. Em nova informação o fiscal autuante, reconhece o pagamento comprovado de pensão alimentícia no valor de Cr$.... 89.700,00, propondo o abatimento deste valor e a manutenção do lançamento rendimento pago pelo Estado de São Paulo, com argumen- tos s6lidos e o respaldo no AcOrdão n9 102-26.513, de 11.10.91. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL processo n9 10845/000.516/89-35 3. Acôrdão n9 102,28.205 A decisão de 19 grau acolhe a informação fiscal, de terminando o abatimento até o montante comprovado.e mantém a tri- butação uma vez que o rendimento declarado não consta da relação de rendimentos não tributáveis fixado no art. 22, do RIR/80. Em recurso tempestivo o contribuinte esquece a par- te referente a pensão alimentícia, restringindo-se a justificar a não tributação do rendimentos recebido no Estado de São Paulo, pois esta é a informação do estado, credor do imposto ora cobrado pela receita Federal. É o relatOrio. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL pp::?cesso n9 10845/000.516/89-35 4. Acórdão n9 102-28,205 VOTO DO CONSELHEIRO *JÚLIO CÉSAR 'GOMES DA; SILVA - "RELATOR: Os argumentos trazidos a colação, pseudamente ampa rados em entendimentos dos ilustres Bilac pinto e Rubens Gomesde Souza não bastam para alterar os subsídios jurídicos encontra- dos no acórdão citado na informação fiscal, que analisando a ma- t'éria, deixa claro. o acerto da decisão do Delegado da Receita Federal de Santos. O fato de pertencer aos estados o produto de arre- cadação do imposto de renda incidente, sobre os rendimentos do trabalho por eles pagos, não lhes dá o direito de legislar sobre materia fiscal, criando rendimentos não tributáveis que não os previstos nos art. 22 do RIR. Pelo exposto e por tudo o mais que consta do autos, conheço do recurso, por tempestivo, mas lhe nego provimento. Brasília - DF., 06 de maio de 1993. JÚLIO CÉSAR GOMA' DA SILVA - RELATOR. Page 1 _0000200.PDF Page 1 _0000300.PDF Page 1 _0000400.PDF Page 1
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Numero do processo: 10166.001165/91-99
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Numero do processo: 10768.011611/93-47
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Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de recurso interposto por SOMA KRITZ PACHECO GUIMARÃES. ACORDAM os Membros da Segunda Câmara do Primeiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, em NÃO CONHECER do recurso, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado. dv-.) ANTONIO DE FREITASDUTRA PRESIDENTE FRANCISCO DE PAULA CORRÊA IRO GIFFONI RELATOR FORMALIZADO EM: 06 DEZ 1996 Participaram, ainda, do presente julgamento, os Conselheiros: URSULA HANSEN, JOSÉ CLÓVIS ALVES, SUELI EFIGÊNIA MENDES DE BRITTO e JÚLIO CÉSAR GOMES DA SILVA. NCA MINISTÉRIO DA FAZENDA '-1 PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PROCESSO N°. : 10768/011.611/93-47 ACÓRDÃO N°. : 102-40.844 RECURSO N°. : 08.451 RECORRENTE : SOMA KRITZ PACHECO GUIMARÃES RELATÓRIO A contribuinte acima qualificada, impugna, perante a Delegacia da Receita Federal de Julgamento/RJ, lançamento constante da Notificação de fls. 02, referente ao exercício de 1992, ano-base 1991, em razão de ter sido acrescido o valor de Cr$ 435.210,49 nos rendimentos tributáveis recebidos de pessoa jurídica e Cr$ 40.565,00 no imposto de renda retido na fonte. Corno a impugnação foi apresentada fora do prazo de 30 (trinta) dias previstos no art. 15 do Decreto n° 70.235/72, a DRF de Julgamento/RJ encaminhou a esta Delegacia, consoante despacho de fls. 25, os vertentes autos, para possível exame, de ofício, do lançamento. Nos termos do inciso VIII do artigo 149 da Lei n° 5.172/66 e tendo em vista o disposto no inciso XIII do artigo 1° da Portaria SRF n° 4.980/94, examinei a procedência do ato administrativo, não verificando no lançamento efetuado quer nos seus aspectos formais, quer nos seus fundamentos, defeitos, erros ou irregularidades de modo a invalidá-lo ou alterá-lo. Considerando que o sistema IRF/Consulta às fls. 27/28 informa ter a constribuinte recebido da fonte pagadora - Fundação Nac para Educação de Jovens e Adultos - Educar o valor de Cr$ 435.210,49 com um imposto de renda na fonte de Cr$ 40.565,00 (fls. 27/28). Às fls. 34/36 fez a ora recorrente anexar suas razões de recurso voluntário. Nos termos da Portaria n° 260/95 foi ouvida a Procuradoria da Fazenda Nacional no Rio de Janeiro (fls. 46/48). É o Relatório. ÇeD 2 MINISTÉRIO DA FAZENDA PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PROCESSO N°. : 10768/011.611/93-47 ACÓRDÃO N°. : 102-40.844 VOTO CONSELHEIRO FRANCISCO DE PAULA CORRÊA CARNEIRO GLFFONI, RELATOR Conheceu-se do recurso porquanto prencheu os requisitos de lei. De fato, como arguiu com brilhantismo e síntese a Ilma. Procuradora da Fazenda Nacional no Rio de Janeiro, que data máxima venha, reproduz-se: "Com se vê do documento junto às fls. 23 dos presentes autos, a intimação da exigência fiscal ora guerreada ocorreu em 09.03.93. Sendo prazo para a apresentação de impugnação de 30 dias, com se infere do disposto no art. 15 do Decreto n° 70.235/72, findou-se o mesmo em 08/04/93. Todavia, como se verifica do carimbo aposto às fls. 01, foi a impugnação ao lançamento protocolada em 14.04.93, estando flagrante, pois a sua intempestividade. Cumpre observar, por oportuno, os termos dos arts. 17 e 21 ambos do aludido diploma legal, que dispõem: "Art. 17. Considerar-se-á não impugnada matéria que não tenha sido expressamente constestada pelo impugnante, admitindo-se a juntada de prova documental durante a tramitação do processo, até a fase de interposição de recurso voluntário." "Art. 21. Não sendo cumprida nem impugnada a exigência, a autoridade preparadora declarará a revelia, permanecendo o processo no órgão preparador, pelo prazo de 30 dias, para cobrança amigável." 3 ví; MINISTÉRIO DA FAZENDA PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES j„ PROCESSO N°. : 10768/011.611/93-47 ACÓRDÃO N°. : 102-40.844 Como se depreende dos supra transcritos dispositivos legais, a inobservância do prazo consignado no art. 15 do Decreto 70.235/72 induz à revelia, admitindo-se, porém, a juntada de provas concernentes à defesa da autuada, caso tenha a mesma impugnado pelo menos parte da exigência fiscal. Ressalte-se, ainda que para efeito de argumentação, haja visto a impempestividade da impugnação, que nenhuma espécie de nova prova foi acostada pela Recorrente, mas apenas as suas razões de recurso, o que, à toda evidência constitui peça de defesa. Percebe-se, assim, que está a Recorrente a infringir norma expressa do referido decreto, uma vez que pretende dar seguimento à fase litigiosa do precedimento fiscal, muito embora não tenha impugnado a exigência no prazo legal, restando-lhe, portanto, precluso tal direito. Vale citar, neste sentido, a lição do Prof Luiz Emygdio F. da Rosa Júnior: "...Se, todavia, tal não ocorrer, a não apresentação de defesa por parte do autuado importará na declaração de revelia, com o reconhecimento tácito das exigências feitas em decorrência do auto de infração (art. 21)." (grifamos)" Isto posto e com as razões acima, considerando-se tudo o mais que do processo consta, voto no sentido de não se conhecer do recurso voluntário, por intempestiva a impugnação ao lançamento de oficio. Sala das Sessões - DF, em 18 de outubro de 1996. • FRANCISCO DE kULA CÔRREA CA EIRO GIFFONI 4 Page 1 _0000200.PDF Page 1 _0000300.PDF Page 1 _0000400.PDF Page 1
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Numero do processo: 13884.000723/91-45
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Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de recurso interposto por HÉLIO DE ARAÚJO FILHO. ACORDAM os Membros da Segunda Câmara do Primeiro Con- selho de Contribuintes, por unanimidade de votos, negar provimento ao recurso. , Sala das essOes, em 10 de dezembro de 1993 , IRINE MISIANER - PRESIDENTE ti ,--, , -,--(iURSU A ,án , E- - RELATORA 05/...c- VISTO EM D, no • .A THT °RDOLS'a - - - - PROCURADOR DA FAzEN SESSÃO DE: DA NACIONAL 2 5 FEV 1994 Participaram, ainda, do presente julgamento os seguintes Conselhei ros: Waldevan Alves de Oliveira, Kazuki Shiobara, Francisco de Pau la Correa Carneiro Giffoni e Júlio César Gomes da Silva. Ausentes, justificadamente os Conselheiros: Maria-Clélia de Andrade Figuei- redo e Carlos Roberto Monteiro Bertazi. DAMEFP/DF- SECOS N2 064/90 ' J.H . SERVIÇO PUBLICO FEDERAL PROCESSO N°13884/000.723/91-45 RECURSO P49: 74.205 ACORDO N2: 102-28.744 RECORRENTE: HÉLIO DE ARAOJO FILHO RELATORIO - O presente processo trata de Auto de Infração de-fls. 26, lavrado em 27.11.91, contra HÉLIO DE ARAI:1J° FILHO, CPF N9 547.774.708-06, jurisdicionado à Delegacia da Receita Federal em Taubate - SP, formalizando a exigência de Imposto de Renda - Pes- soa Fisiba - Exercício de 1988 no valor originário de 6.870,64BEWs acrescido dos correspondentes gravames legais, sendo a multa fixa da em 50%. O lançamento decorreu de ação fiscal levada a .e-feito contra a pessoa jurídica conforme demonstrado no processo rna.- triz N9 13884/000.719/91-78 e tem, como base legal, os artigo 29, § 79, 34, § 19 é 397 do RIR/80. O contribuinte, tempestivamente, apresentou sua impug nação em 03.01.92(f1s.28/38), fundamentando suas alegações nas ra zOes apresentadas no processo matriz. A decisão de primeira instância, de N9 000 382/92 foi proferida às fls.47/50, e, em consonância com o decidido no pro- cesso matriz, o lançamento foi julgado procedente. Ciente da decisão singular em 08.07.92(fls.52), o con tribuinte interpôs recurso voluntário em 07.08.92, reiterando, em suas razões, anexadas às fls.53, os argumentos formulados na fase impugnatOria. O recurso foi lido integralmente em plenário. É o relatOrio.; DANIEFP/DF- SECOS N2 065/90 J.H. • SERVIÇO PUBLICO FEDERAL PROCESSO N9 13884/000.723/91-45 -03- Acórdão N9 102-28.744 VOTO_ Conselheira URSULA HANSEN, Relatora: Estando o recurso revestido de todas as formalidades legais, dele tomo conhecimento. A exigência fiscal constante deste processo é decorrência da que foi apurada no processo matriz de N9 13884/000.719/91-78. O recurso interposto no processo acima mencionado foi subme tido â. apreciação desta Câmara em sessão realizada em 07.12.93, e, con- forme faz certo o Acórdão N9 102-28.694, foi julgado totalmente improce dente. Nas razões de recurso voluntário anexadas ao presente .pro- cesso, a recorrente revela seu reconhecimento de que a exigência fiscal decorre daquela formalizada no processo matriz, não tendo apresentado qualquer nova razão ou prova que infirmasseo acerto da decisão proferi da. Considerando o princípio adotado neste Conselho de Contribu intes, de que o decidido no processo matriz, constitue relação de cau- sa e efeito que vincula um ao outro, Voto no sentido_ de negar provimento creeurso. Brasília - DF., 10 de dezembro de 1993 Ursla an elatora Page 1 _0000200.PDF Page 1 _0000300.PDF Page 1
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Recurso provido. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de recurso interposto por JOÃO GUILHERME BAPTISTA ACORDAM os Membros da Sexta Camara do Primeiro Conse lho de Contribuintes, por unanimidade de votos, em DAR provimento ao recurso, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado. Sala das Sessóes (DF), em 27 de março de 1993. 41, MARIA IV GLÓ'l A DE OLIVEIRA COELHO LEAL - PRESIDENTE AIO NES - RELATOR 4111v VISTO EM CARLOS DE SENNA M .I DES - PROCURADOR DA SESSÀO D :29fli993BR FAZENDA NACIONAL Participaram, ainda, do presente julgamento os Conselheiros WILFRI- DO AUGUSTO-MARQUES, JOSEFA MARIA COELHO MARQUES, RAIMUNDO SOARES DE CARVALHO, DANILO JOSÉ LOUREIRO - e -AQUILES-RODRIWES_DE OLIVEIRA. .)JALIEFP/DF- SECOS N9 064/90 /' SERVIÇO PUBLICO FEDERAL PROCESSO N? 10865/000.345/92-48 RECURSO N9: 73.212 ACORMAOW: 106-05.266 . RECORRENTE: JOÃO GUILHERME BAPTISTA RELATÓRIO JOÃO GUTLHERME:;BAPTISTA, já qualificado, recorre da decisão da DRF em Limeira - SP, de que foi cientificado em 29.04.92 (fls. 37 ), atravás de recurso protocolado em 28.06.92 (fls. 32). 2. Contra o contribuinte foi emitida Notificação (fls. 22), na área do Imposto de Renda Pessoa - Física, relativo ao exer cicio 1987, Ano-base 1986, por: Acréscimo Patrimonial a Descoberto, por glosa de "Acráscimo Patrimonial a Descoberto (D.L. 2383/86)" (fls. 6). 3. Inconformado, apresenta DECLARAÇÃO (fls. 24), reba- tendo o lançamento com os seguintes argumentos, conforme leitura que faço em Sessão (fls. 24 a 25). 4. Atravás de INFORMAÇÃO FISCAL (fls. 27), a Fiscaliza- ção rebate os argumentos da defesa, não acatando a interposição dada ao DL n 2 2303/86 pela defesa. 5. A DECISÃO RECORRIDA (fls. 28) mantám integralmente o feito acatando os argumentos da Fiscalização, sendo destacar n/ thelle1~~te 414 -04514e )d.H. SERV}CO PUBLICO FEDERAL Processo n 2 10865/000.345/92-48 3. AcOrdào n 2 106-05.266 os seguintes pontos que levaram a digna Autoridade a quo àquela conclusa° (ler fundamentos, fls. 29/35). 6. Regularmente cientificado da decisão, o contri buinte dele recorre, conforme razóes de fls. 38 e seguintes, onde reedita leitura que faço em Se-..sào. É o relatOrio. AP ifflefflanmemmn. , • SERVKO PUBLICO FEDERAL Processo n 2 10865/000.345/92-48 4. AcOrdào n 2 106-05.266 , ,VOTO Conselheiro MÁRIO ALBERTINO NUNES, Relator: . - .. - • - Por se tratar de mataria identica a discutida no Processo n 2. 10630/000.350/88-73, de interesse de Sze Chung Yig, cujo julgamento pela )(celsa Camara Superior de Recursos Fiscais resultou no Acórdao CSRF/01-01.160, de 29.08.91, peço vania para adotar, como razões de decidir, as expendidas no voto da ilus- tre Relatora e Presidente deste 1 2 Conselho de Contribuintes, Dra. Mariam Seif, o qual requeiro seja juntado, por cópia. Por todo o exposto e por tudo mais que consta do processo, conheço do recurso, por tempestivo e apresentado na , forma de Lei e, no m;.rito, dou-lhe provimento. 00/ Brasll';4, em 27 de março de 1993. 1111 'RIO ALBERTINO NUNES - RELATOR AP . irnmenuenneenel . Page 1 _0064700.PDF Page 1 _0064900.PDF Page 1 _0065100.PDF Page 1
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