Numero do processo: 10980.013235/2005-41
Turma: Segunda Turma Especial
Câmara: Segunda Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Fri Dec 19 00:00:00 UTC 2008
Data da publicação: Fri Dec 19 00:00:00 UTC 2008
Ementa: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA FÍSICA - IRPF
EXERCÍCIO: 2002
PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL. LANÇAMENTO. NULIDADE
Somente ensejam a nulidade os atos e termos lavrados por pessoa
incompetente e os despachos e decisões proferidas por autoridade
incompetente ou com preterição do direito de defesa.
DESPESAS MÉDICAS E ODONTOLÓGICAS. COMPROVAÇÃO INSUFICIENTE.
Deve ser mantida a glosa de despesas médicas e odontológicas por insuficiência de comprovação hábil e idônea do efetivo pagamento e da efetiva prestação dos serviços por profissional habilitado.
Recurso negado.
Numero da decisão: 192-00.159
Decisão: ACORDAM os Membros da Segunda Turma Especial do Primeiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, NEGAR provimento ao recurso, nos termos do voto do Relator.
Matéria: IRPF- auto de infração eletronico (exceto multa DIRPF)
Nome do relator: SIDNEY FERRO BARROS
Numero do processo: 13802.004208/95-85
Turma: Primeira Turma Especial
Câmara: Primeira Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Thu Dec 11 00:00:00 UTC 2008
Data da publicação: Thu Dec 11 00:00:00 UTC 2008
Ementa: PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL
Ementa: PRESCRIÇÃO INTERCORRENTE.
Não é cabível no processo administrativo fiscal invocar a
ocorrência de prazo prescricional intercorrente, por falta de
previsão legal.
ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA JURÍDICA - IRPJ
Exercício: 1993, 1994
ARBITRAMENTO. RECEITA CONHECIDA.
É devido o arbitramento com fundamento na receita espelhada
nos Livros Fiscais da empresa, que, legalmente obrigada a
escriturar o Livro Caixa, não apresenta os documentos pertinentes
aos registros contábeis e se verifica que a movimentação
financeira evidenciada nos extratos bancários não foi
devidamente escriturada naquele Livro.
Preliminar Rejeitada Recurso Voluntário Negado.
Numero da decisão: 191-00.060
Decisão: ACORDAM os membros da Primeira Turma Especial do Primeiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, REJEITAR a preliminar e, no mérito, NEGAR provimento ao recurso, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado.
Matéria: IRPJ - auto eletrônico (exceto glosa de comp.prej./LI)
Nome do relator: ANA BARROS FERNANDES
Numero do processo: 13706.000843/2001-08
Turma: Segunda Turma Especial
Câmara: Segunda Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Tue Feb 03 00:00:00 UTC 2009
Data da publicação: Tue Feb 03 00:00:00 UTC 2009
Ementa: IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE — IRRF
Período de apuração: 01.03.2001 a 31.10.2001
COMPENSAÇÃO — ISENÇÃO — REMUNERAÇÃO DOS DIRIGENTES - CERTEZA E LIQUIDEZ DO CRÉDITO — NÃO OCORRÊNCIA
A Recorrente não preenche os requisitos necessários para gozar
da imunidade fiscal, urna vez que consta previsão de remuneração
para seus diretores no estatuto social, Dessa forma, o crédito
tributário pleiteado para compensação carece de liquidez e
certeza, pelo que não merece reforma a decisão recorrida.
Recurso negado
Numero da decisão: 192-00.203
Decisão: ACORDAM os Membros da Segunda Turma Especial do Primeiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, em NEGAR provimento ao recurso, nos termos do voto do Relator.
Matéria: IRF- que ñ versem s/ exigência de cred. trib. (ex.:restit.)
Nome do relator: SANDRO MACHADO DOS REIS
Numero do processo: 15374.000343/2001-92
Turma: Segunda Turma Especial
Câmara: Segunda Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Thu Dec 18 00:00:00 UTC 2008
Data da publicação: Thu Dec 18 00:00:00 UTC 2008
Ementa: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA FÍSICA - IRPF
EXERCÍCIO: 1996
IRPF - DECADÊNCIA
Inexistindo dolo, a decadência do IRPF se verifica após decorridos cinco anos a contar da data de ocorrência do fato gerador, conforme prevê o 4° do art. 150 do CTN.
Preliminar de decadência acolhida
Numero da decisão: 192-00.124
Decisão: ACORDAM os Membros da Segunda Turma Especial do Primeiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, ACOLHER a preliminar de decadência, nos termos do voto do Relator.
Matéria: IRPF- ação fiscal - Ac.Patrim.Descoberto/Sinais Ext.Riqueza
Nome do relator: SIDNEY FERRO BARROS
Numero do processo: 10855.004577/2001-82
Turma: Segunda Turma Especial
Câmara: Segunda Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Thu Dec 18 00:00:00 UTC 2008
Data da publicação: Thu Dec 18 00:00:00 UTC 2008
Ementa: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA FÍSICA - IRPF
EXERCÍCIO: 2000
IRPF. DECLARAÇÃO DE AJUSTE ANUAL. ERRO ESCUSÁVEL.
Se o conjunto probatório constante dos autos permite aferir que o
contribuinte indicou, no preenchimento de sua declaração, como
recebido de pessoas físicas valores que, em verdade, recebeu de
pessoa jurídica (aposentadoria), descabe o lançamento a título de
omissão. Mero erro material escusável não pode dar origem à
exigência de imposto suplementar.
Recurso provido.
Numero da decisão: 192-00.127
Decisão: ACORDAM os Membros da Segunda Turma Especial do Primeiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, DAR provimento ao recurso, nos termos do voto do Relator.
Matéria: IRPF- ação fiscal - omis. de rendimentos - PF/PJ e Exterior
Nome do relator: SIDNEY FERRO BARROS
Numero do processo: 13746.000144/95-00
Turma: Segunda Turma Especial
Câmara: Segunda Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Wed Sep 20 00:00:00 UTC 2006
Data da publicação: Wed Sep 20 00:00:00 UTC 2006
Ementa: Imposto sobre a Renda de Pessoa Física - IRPF
Ano-calendário: 1993
Ementa: PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL - COMPETÊNCIA PARA
JULGAMENTO EM PRIMEIRA INSTÂNCIA - NULIDADE - A competência
para julgar, em primeira instância, processos administrativos fiscais relativos a tributos e contribuições administrados pela Secretaria da Receita Federal, até agosto de 2001, era privativa dos ocupantes do cargo de Delegado da Receita • Federal de Julgamento. A decisão proferida por pessoa outra que não o titular da Delegacia da Receita Federal de Julgamento, ainda que por delegação de competência, padece de vício insanável e irradia a mácula para todos os atos decorrentes.
Embargos Acolhidos. Decisão de Primeira Instância Nula
Numero da decisão: 102-47.899
Decisão: ACORDAM os Membros da SEGUNDA CÂMARA do PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES, por unanimidade de votos, ACOLHER os Embargos, para anular a decisão de primeira instância, da DRJ do RIO DE JANEIRO, e atos subseqüentes, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado.
Nome do relator: ANTONIO JOSE PRAGA DE SOUZA
Numero do processo: 13746.000144/95-00
Turma: Segunda Turma Especial
Câmara: Segunda Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Wed Feb 18 00:00:00 UTC 1998
Data da publicação: Wed Feb 18 00:00:00 UTC 1998
Numero da decisão: 102-01.913
Decisão: RESOLVEM os Membros da Segunda Câmara do Primeiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, CONVERTER o julgamento
em diligência, nos termos do voto do Relator.
Nome do relator: JOSE CLOVIS ALVES
Numero do processo: 10280.001946/2005-61
Turma: Primeira Turma Especial
Câmara: Primeira Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Thu Dec 11 00:00:00 UTC 2008
Data da publicação: Thu Dec 11 00:00:00 UTC 2008
Ementa: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA JURÍDICA - IRPJ
Ano-calendário: 2001
Ementa: NULIDADE. AUSÊNCIA DE MPF-C PARA PRORROGAÇÃO DO PROCEDIMENTO.
Comprovado nos autos que os Mandados de Procedimento Fiscal
relativos às prorrogações foram devidamente emitidos pela
autoridade competente, as falhas do auditor fiscal em não
cientificar o contribuinte dos demonstrativos das prorrogações
quando praticados alguns atos de ofícios, no meio do
procedimento, não constitui vicio que turba o lançamento
tributário, sobretudo porque os demonstrativos estão disponíveis
para consulta na internet.
CRÉDITOS BANCÁRIOS. REGISTROS CONTÁBEIS SEM DOCUMENTAÇÃO. NÃO JUSTIFICADOS. OMISSÃO DE RECEITAS. CONTRATOS DE MÚTUO APRESENTADOS NA DEFESA.
Os valores creditados em conta corrente, cujo registro contábil
correlato não está respaldado em documentação que esclareça a
operação, e não é justificado pelo contribuinte, mas, em defesa,
apresenta instrumento particular de mútuo sem registro ou
formalidades que indiquem a data em que foi firmado, nem
comprovantes hábeis de sua realização e devolução, não têm
esses documentos o condão de ilidir a tributação.
OMISSÃO DE RECEITAS. PRESUNÇÃO LEGAL. BASE DE CÁLCULO PARA PIS E COFINS.
O artigo 24, parágrafo 2°, da Lei n° 9.249/95, determina que os
valores apurados de oficio, como omissão de receitas, serão
utilizados para base de cálculo para o Pis e a Cofins, não
distinguindo, a norma, entre as omissões presumidas ou
efetivamente apuradas.
TRIBUTAÇÃO REFLEXA.
O decidido em relação à tributação do IRPJ deve acompanhar as
autuações reflexas de PIS, COFINS e CSLL.
Preliminar Rejeitada e Recurso Voluntário Negado.
Numero da decisão: 191-00.044
Decisão: ACORDAM os Membros da Primeira Turma Especial do Primeiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, REJEITAR a preliminar e, no mérito, NEGAR provimento ao recurso, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado.
Matéria: IRPJ - AF - lucro arbitrado
Nome do relator: ANA BARROS FERNANDES
Numero do processo: 16327.002528/2002-41
Turma: Primeira Turma Especial
Câmara: Primeira Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Tue Oct 21 00:00:00 UTC 2008
Data da publicação: Tue Oct 21 00:00:00 UTC 2008
Ementa: Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica - IRPJ
Exercício: 1999
Ementa: IRPJ — INCENTIVOS FISCAIS — PERC — MOMENTO DE COMPROVAÇÃO DE REGULARIDADE FISCAL. O momento em que deve ser comprovada a regularidade fiscal, pelo sujeito passivo, com vistas ao gozo do beneficio fiscal é a data da apresentação da DIRPJ, na qual foi manifestada a opção pela aplicação nos Fundos de Investimentos correspondentes.
INCENTIVOS FISCAIS — PERC . Sendo o único óbice apontado pela autoridade administrativa para o indeferimento a existência
de débitos de tributos e contribuições federais, afastado o óbice
mediante a apresentação de certidões negativa e positiva com
efeito de negativa, impõe-se o deferimento do PERC.
Recurso Voluntário Provido.
Numero da decisão: 191-00.039
Decisão: ACORDAM os Membros da PRIMEIRA TURMA ESPECIAL do PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES, por unanimidade de votos, DAR provimento ao recurso, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado.
Matéria: IRPJ - AF (ação fiscal) - Instituição Financeiras (Todas)
Nome do relator: MARCOS VINICIUS BARROS OTTONI
Numero do processo: 10730.001355/2002-03
Turma: Primeira Turma Especial
Câmara: Primeira Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Mon Oct 20 00:00:00 UTC 2008
Data da publicação: Mon Oct 20 00:00:00 UTC 2008
Ementa: Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica - IRPJ
Ano-calendário: 1998
Ementa: PESSOA JURÍDICA OPTANTE PELO LUCRO PRESUMIDO. ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL. LIVRO CAIXA.
No procedimento de auditoria, em pessoa jurídica optante pelo
Lucro Presumido que apresenta escrituração contábil, não se faz
necessária a exigência do Livro Caixa ou seu exame, haja vista os
Livros Diário e Razão possuírem a conta correlata — 'caixa' e
'bancos', para serem auditadas.
ARBITRAMENTO. NÃO APRESENTAÇÃO DE TALONÁRIOS FISCAIS E EXTRATOS BANCÁRIOS. JUSTIFICA-SE.
A não apresentação de documentos que formam a espinha dorsal
da contabilidade da empresa que opta pelo regime de tributação
com base em lucro presumido, impossibilitando a fiscalização de
verificar o fluxo financeiro e aferir o faturamento da empresa
autorizam o arbitramento do lucro.
Assunto: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido.
Ano-calendário: 1998
TRIBUTAÇÃO REFLEXA.
A tributação de CSLL reflexa acompanha o decidido com referência ao IRPJ.
Recurso Voluntário Negado.
Numero da decisão: 191-00.017
Decisão: ACORDAM os membros da Primeira Turma Especial do Primeiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, REJEITAR as preliminares e, no mérito, NEGAR provimento ao recurso, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado.
Matéria: IRPJ - AF - lucro arbitrado
Nome do relator: ANA BARROS FERNANDES
