Busca Facetada
Turma- Terceira Câmara (29,283)
- Segunda Câmara (27,810)
- Primeira Câmara (25,087)
- Segunda Turma Ordinária d (18,060)
- Primeira Turma Ordinária (16,521)
- Primeira Turma Ordinária (16,450)
- Primeira Turma Ordinária (16,356)
- 3ª TURMA/CÂMARA SUPERIOR (16,296)
- Segunda Turma Ordinária d (16,086)
- Segunda Turma Ordinária d (14,557)
- Primeira Turma Ordinária (13,115)
- Primeira Turma Ordinária (12,614)
- Segunda Turma Ordinária d (12,545)
- Primeira Turma Ordinária (11,521)
- Quarta Câmara (11,514)
- Quarta Câmara (85,954)
- Terceira Câmara (68,506)
- Segunda Câmara (57,351)
- Primeira Câmara (21,646)
- 3ª SEÇÃO (16,296)
- 2ª SEÇÃO (11,359)
- 1ª SEÇÃO (6,892)
- Pleno (788)
- Sexta Câmara (302)
- Sétima Câmara (172)
- Quinta Câmara (133)
- Oitava Câmara (123)
- Terceira Seção De Julgame (128,647)
- Segunda Seção de Julgamen (116,088)
- Primeira Seção de Julgame (77,944)
- Primeiro Conselho de Cont (49,053)
- Segundo Conselho de Contr (48,969)
- Câmara Superior de Recurs (38,143)
- Terceiro Conselho de Cont (25,980)
- IPI- processos NT - ressa (5,020)
- Outros imposto e contrib (4,458)
- PIS - ação fiscal (todas) (4,062)
- IRPF- auto de infração el (3,972)
- PIS - proc. que não vers (3,963)
- IRPJ - AF - lucro real (e (3,943)
- Cofins - ação fiscal (tod (3,868)
- Simples- proc. que não ve (3,681)
- IRPF- ação fiscal - Dep.B (3,045)
- IPI- processos NT- créd.p (2,251)
- IRPF- ação fiscal - omis. (2,215)
- Cofins- proc. que não ver (2,102)
- IRPJ - restituição e comp (2,088)
- Finsocial -proc. que não (1,996)
- IRPF- restituição - rendi (1,991)
- Não Informado (56,432)
- GILSON MACEDO ROSENBURG F (5,612)
- RODRIGO DA COSTA POSSAS (4,442)
- WINDERLEY MORAIS PEREIRA (4,273)
- CLAUDIA CRISTINA NOIRA PA (4,256)
- PEDRO SOUSA BISPO (4,201)
- HELCIO LAFETA REIS (3,911)
- ROSALDO TREVISAN (3,243)
- CHARLES MAYER DE CASTRO S (3,219)
- MARCOS ROBERTO DA SILVA (3,150)
- Não se aplica (2,937)
- PAULO GUILHERME DEROULEDE (2,875)
- RODRIGO LORENZON YUNAN GA (2,769)
- WILDERSON BOTTO (2,683)
- LIZIANE ANGELOTTI MEIRA (2,636)
- 2020 (41,088)
- 2021 (35,847)
- 2019 (30,961)
- 2018 (26,046)
- 2024 (25,923)
- 2012 (23,622)
- 2023 (22,477)
- 2014 (22,376)
- 2013 (21,088)
- 2011 (20,979)
- 2025 (19,673)
- 2010 (18,059)
- 2008 (17,137)
- 2017 (16,841)
- 2026 (16,303)
- 2009 (69,612)
- 2020 (39,854)
- 2021 (34,153)
- 2019 (30,463)
- 2023 (25,918)
- 2024 (23,872)
- 2014 (23,412)
- 2018 (23,139)
- 2026 (20,526)
- 2025 (19,745)
- 2013 (16,584)
- 2017 (16,398)
- 2008 (15,520)
- 2006 (14,857)
- 2022 (13,225)
Numero do processo: 13002.000168/00-20
Turma: Segunda Câmara
Seção: Terceiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Wed Dec 05 00:00:00 UTC 2007
Data da publicação: Wed Dec 05 00:00:00 UTC 2007
Ementa: Outros Tributos ou Contribuições
Período de apuração: 01/04/1991 a 31/08/1995
Ementa: FINSOCIAL. COMPENSAÇÃO. EMPRESA PRESTADORA DE SERVIÇOS.
As prestadoras de serviços, como já decidiu o e. STF, estavam compelidas a recolher o FINSOCIAL de acordo com os dispositivos legais que resultaram na majoração do percentual de 0,5% - artigo 9º da Lei n° 7.689/88, artigo 7° da Lei n° 7.787/89, artigo Io da Lei n° 7.894/89 e artigo 1º da Lei n° 8.147/90 - daí não ser devida a compensação de pagamentos ou recolhimentos da contribuição naquela forma.
RECURSO VOLUNTÁRIO NEGADO.
Numero da decisão: 302-39.182
Decisão: ACORDAM os Membros da SEGUNDA CÂMARA do TERCEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES, por unanimidade de votos, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do relator.
Nome do relator: CORINTHO OLIVEIRA MACHADO
1.0 = *:*
toggle all fields
dt_index_tdt : Fri Oct 08 01:09:55 UTC 2021
anomes_sessao_s : 200712
ementa_s : Outros Tributos ou Contribuições Período de apuração: 01/04/1991 a 31/08/1995 Ementa: FINSOCIAL. COMPENSAÇÃO. EMPRESA PRESTADORA DE SERVIÇOS. As prestadoras de serviços, como já decidiu o e. STF, estavam compelidas a recolher o FINSOCIAL de acordo com os dispositivos legais que resultaram na majoração do percentual de 0,5% - artigo 9º da Lei n° 7.689/88, artigo 7° da Lei n° 7.787/89, artigo Io da Lei n° 7.894/89 e artigo 1º da Lei n° 8.147/90 - daí não ser devida a compensação de pagamentos ou recolhimentos da contribuição naquela forma. RECURSO VOLUNTÁRIO NEGADO.
turma_s : Segunda Câmara
dt_publicacao_tdt : Wed Dec 05 00:00:00 UTC 2007
numero_processo_s : 13002.000168/00-20
anomes_publicacao_s : 200712
conteudo_id_s : 6469340
dt_registro_atualizacao_tdt : Sun Sep 12 00:00:00 UTC 2021
numero_decisao_s : 302-39.182
nome_arquivo_s : 30239182_130020001680020_200712.pdf
ano_publicacao_s : 2007
nome_relator_s : CORINTHO OLIVEIRA MACHADO
nome_arquivo_pdf_s : 130020001680020_6469340.pdf
secao_s : Terceiro Conselho de Contribuintes
arquivo_indexado_s : S
decisao_txt : ACORDAM os Membros da SEGUNDA CÂMARA do TERCEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES, por unanimidade de votos, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do relator.
dt_sessao_tdt : Wed Dec 05 00:00:00 UTC 2007
id : 4619416
ano_sessao_s : 2007
atualizado_anexos_dt : Fri Oct 08 09:03:58 UTC 2021
sem_conteudo_s : N
conteudo_txt : Metadados => pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.4; xmp:CreatorTool: Xerox WorkCentre 5755; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; dcterms:created: 2013-05-28T19:29:57Z; dc:format: application/pdf; version=1.4; pdf:docinfo:creator_tool: Xerox WorkCentre 5755; access_permission:fill_in_form: true; pdf:encrypted: false; Content-Type: application/pdf; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; meta:creation-date: 2013-05-28T19:29:57Z; created: 2013-05-28T19:29:57Z; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 5; Creation-Date: 2013-05-28T19:29:57Z; pdf:charsPerPage: 0; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; producer: Xerox WorkCentre 5755; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: Xerox WorkCentre 5755; pdf:docinfo:created: 2013-05-28T19:29:57Z | Conteúdo =>
_version_ : 1713041755081801728
score : 1.0
Numero do processo: 10840.003531/96-13
Turma: Segunda Câmara
Seção: Terceiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Wed Apr 25 00:00:00 UTC 2007
Data da publicação: Wed Apr 25 00:00:00 UTC 2007
Numero da decisão: 302-01.357
Decisão: RESOLVEM os Membros da Segunda Câmara do Terceiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, converter o julgamento em diligência à Repartição de Origem, nos termos do voto do relator.
Nome do relator: CORINTHO OLIVEIRA MACHADO
1.0 = *:*
toggle all fields
dt_index_tdt : Fri Oct 08 01:09:55 UTC 2021
anomes_sessao_s : 200704
turma_s : Segunda Câmara
dt_publicacao_tdt : Wed Apr 25 00:00:00 UTC 2007
numero_processo_s : 10840.003531/96-13
anomes_publicacao_s : 200704
conteudo_id_s : 6361568
dt_registro_atualizacao_tdt : Fri Apr 09 00:00:00 UTC 2021
numero_decisao_s : 302-01.357
nome_arquivo_s : 30201357_108400035319613_042007.PDF
ano_publicacao_s : 2007
nome_relator_s : CORINTHO OLIVEIRA MACHADO
nome_arquivo_pdf_s : 108400035319613_6361568.pdf
secao_s : Terceiro Conselho de Contribuintes
arquivo_indexado_s : S
decisao_txt : RESOLVEM os Membros da Segunda Câmara do Terceiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, converter o julgamento em diligência à Repartição de Origem, nos termos do voto do relator.
dt_sessao_tdt : Wed Apr 25 00:00:00 UTC 2007
id : 4625232
ano_sessao_s : 2007
atualizado_anexos_dt : Fri Oct 08 09:05:09 UTC 2021
sem_conteudo_s : N
conteudo_txt : Metadados => date: 2013-09-10T15:42:27Z; pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.6; xmp:CreatorTool: CNC Capture; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; pdfa:PDFVersion: A-1b; dc:creator: CNC Solution; dcterms:created: 2013-09-10T15:42:27Z; Last-Modified: 2013-09-10T15:42:27Z; dcterms:modified: 2013-09-10T15:42:27Z; dc:format: application/pdf; version=1.6; xmpMM:DocumentID: uuid:6bb8c2b7-90a1-4c82-90ca-cb50c4045c08; Last-Save-Date: 2013-09-10T15:42:27Z; pdf:docinfo:creator_tool: CNC Capture; access_permission:fill_in_form: true; pdf:docinfo:modified: 2013-09-10T15:42:27Z; meta:save-date: 2013-09-10T15:42:27Z; pdf:encrypted: false; modified: 2013-09-10T15:42:27Z; Content-Type: application/pdf; pdf:docinfo:creator: CNC Solution; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; creator: CNC Solution; pdfaid:conformance: B; meta:author: CNC Solution; meta:creation-date: 2013-09-10T15:42:27Z; created: 2013-09-10T15:42:27Z; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 4; Creation-Date: 2013-09-10T15:42:27Z; pdf:charsPerPage: 0; access_permission:extract_content: true; pdfaid:part: 1; access_permission:can_print: true; Author: CNC Solution; producer: CNC Solution; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: CNC Solution; pdf:docinfo:created: 2013-09-10T15:42:27Z | Conteúdo =>
_version_ : 1713041755160444928
score : 1.0
Numero do processo: 10711.007899/95-72
Turma: Segunda Câmara
Seção: Terceiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Fri Dec 11 00:00:00 UTC 1998
Data da publicação: Fri Dec 11 00:00:00 UTC 1998
Numero da decisão: 302-00.898
Decisão: RESOLVEM os Membros da Segunda Câmara do Terceiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, converter o julgamento em diligência à Repartição de Origem, na forma do Relatório e Voto que passam a integrar o presente julgado.
Nome do relator: PAULO ROBERTO CUCO ANTUNES
1.0 = *:*
toggle all fields
dt_index_tdt : Fri Oct 08 01:09:55 UTC 2021
anomes_sessao_s : 199812
turma_s : Segunda Câmara
dt_publicacao_tdt : Fri Dec 11 00:00:00 UTC 1998
numero_processo_s : 10711.007899/95-72
anomes_publicacao_s : 199812
conteudo_id_s : 6430787
dt_registro_atualizacao_tdt : Sat Jul 24 00:00:00 UTC 2021
numero_decisao_s : 302-00.898
nome_arquivo_s : 30200898_1071100078999572_199812.pdf
ano_publicacao_s : 1998
nome_relator_s : PAULO ROBERTO CUCO ANTUNES
nome_arquivo_pdf_s : 107110078999572_6430787.pdf
secao_s : Terceiro Conselho de Contribuintes
arquivo_indexado_s : S
decisao_txt : RESOLVEM os Membros da Segunda Câmara do Terceiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, converter o julgamento em diligência à Repartição de Origem, na forma do Relatório e Voto que passam a integrar o presente julgado.
dt_sessao_tdt : Fri Dec 11 00:00:00 UTC 1998
id : 4624486
ano_sessao_s : 1998
atualizado_anexos_dt : Fri Oct 08 09:05:03 UTC 2021
sem_conteudo_s : N
_version_ : 1713041755222310912
conteudo_txt : Metadados => pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.4; pdf:docinfo:title: 30200898_1071100078999572_199812; xmp:CreatorTool: Smart Touch 1.7; Keywords: ; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; subject: ; dcterms:created: 2017-06-21T15:52:29Z; dc:format: application/pdf; version=1.4; title: 30200898_1071100078999572_199812; pdf:docinfo:creator_tool: Smart Touch 1.7; access_permission:fill_in_form: true; pdf:docinfo:keywords: ; pdf:encrypted: false; dc:title: 30200898_1071100078999572_199812; Build: FyTek's PDF Meld Commercial Version 7.2.1 as of August 6, 2006 20:23:50; cp:subject: ; pdf:docinfo:subject: ; Content-Type: application/pdf; pdf:docinfo:creator: ; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; dc:subject: ; meta:creation-date: 2017-06-21T15:52:29Z; created: 2017-06-21T15:52:29Z; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 6; Creation-Date: 2017-06-21T15:52:29Z; pdf:charsPerPage: 737; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; pdf:docinfo:custom:Build: FyTek's PDF Meld Commercial Version 7.2.1 as of August 6, 2006 20:23:50; meta:keyword: ; producer: Eastman Kodak Company; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: Eastman Kodak Company; pdf:docinfo:created: 2017-06-21T15:52:29Z | Conteúdo => Brasília-DF, em 11 de dezembro de 1998 MINIsTÉRIO DA FAZENDA TERCEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES SEGUNDA cÂMARA 10711.007899/95-72 11 de dezembro de 1998 119.557 ClA DE NAVEGAÇÃO NORSUL DRJ/RIO DE JANEIRO/RJ Vistos, relatados e discutidos os presentes autos, R E S O L U ç Ã O N° 302 - 0.898 PROCESSO N° SESSÃO DE RECURSON.o RECORRENTE RECORRIDA RESOLVEM os Membros da Segunda Câmara do Terceiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, converter o julgamento em diligência à Repartição de Origem, na forma do Relatório e Voto que passam a integrar o presente julgado. ~3i1 MAR 1999 Participaram, ainda, do presente julgamento os seguintes Conselheiros: ELIZBETH EMILIO DE MORAES CHIEREGATTO, UBALDO CAMPELLO NETO, ELIZABETH MARIA VIOLATTO e RICARDO LUZ DE BARROS BARRETO. Ausentes os Conselheiros: MARIA HELENA COTTA CARDOZO e LUIS ANTONIO FLORA. '" i • • • • tIne MINISTÉRIO DA FAZENDA TERCEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES SEGUNDA cÂMARA • • RECURSO N° RESOLUÇÃO N° RECORRENTE RECORRIDA RELATOR(A) 119.557 302-0.898 CIA DE NEVEGAÇÃO NORSUL DRJ/RIO DE JANEIRO/RJ PAULO ROBERTO CUCO ANTUNES RELATÓRIO • Contra a empresa acima identificada foi lavrado Auto de Infração pela Alfândega do Porto do Rio de Janeiro, em razão de haver sido constatada falta na descarga do navio NORSUL IMBITUBA, de 212.700 kg de trigo a granel, procedente de Bahia Blanca, de um total manifestado de 9.450.000 kg do produto, correspondente, tal quebra, a 2,25%. Em decorrência, exigiu-se da Autuada o crédito tributário constituído de imposto de importação e multa de 50% (art. 521, li, "d", do R.A), totalizando UFIRs 3.582,24 . Regularmente intimada a Autuada apresentou Impugnação tempestiva, pleiteando a anulação do Auto de Infração em questão, argumentando que a IN SRF 012/76 estabelece o limite de até 5% (cinco por cento) para quebra de mercadorias transportadas a granel, assim como o art. 169 do D.Lei n° 37/66, alterado pela Lei n° 6.562/78, arts. 2° e 7°, determinam que tal quebra, de até 5%, não constitui infração. A Autoridade julgadora de primeiro grau julgou procedente, em parte, a ação fiscal, excluindo a multa aplicada e mantendo, in totum, o valor do imposto lançado. Em sua argumentação, diz a Decisão, em síntese, que: 1. Não foi apresentada impugnação contra a exigência do imposto, uma vez que os dispositivos legais utilizados pela Impugnante dizem respeito tão somente à penalidade~ 2. A multa é efetivamente incabível, em função do limite de tolerância fixado pela IN SRF 012/76 e em conformidade com a IN SRF 113/91. A Autuada tomou ciência da Decisão em 08/05/98, conforme AR. às fls. 49 verso. Em Recurso tempestivo a este Conselho (08/06/98), conforme Petição às fls. 52/56 e anexos, argumenta a Recorrente, em resumo, o seguinte: 2 MINISTÉRIO DA FAZENDA TERCEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES SEGUNDA CÂMARA RECURSO N° RESOLUÇÃO N° 119.557 302-0.898 que ao contrário do que alega a Autoridade de primeiro grau, foi impugnada a totalidade do Auto de Infração, embora tenham sido utilizados dispositivos que somente tratassem da exclusão da penalidade; E, de forma original: que a mercadoria foi importada da Argentina, sob a égide do Acordo Internacional que estabeleceu, à época, alíquota O (zero) para o imposto - Acordo de Complementação Econômica (ACE) nO 18, ratificado integralmente pelo Dec. nO 550, de 27/05/92 - fato devidamente registrado na respectiva D.I. - (redução de 10% para 0%). •• .,. ,. Pede, por fim, que seja confirmada a Decisão no que diz respeito a exclusão da penalidade e reformada a mesma em relação à exigência do imposto, tornando definitivamente nulo o Auto de Infração de que se trata. Considerando o disposto na Portaria MP 260/95, com a redação dada pela Portaria MF 189/97, o processo não foi submetido à apreciação da D. Procuradoria da Fazenda Nacional, tendo subido diretamente a este Conselho para julgamento. É o relatório . 3 MINISTÉRIO DA FAZENDA TERCEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES SEGUNDA CÂMARA '0 • RECURSO N° RESOLUÇÃO N° 119.557 302-0.898 VOTO '. ilI' • Alguns pontos importantes devem ser inicialmente destacados deste processo, como segue: Primeiramente constata-se que por Petição acostada por cópia às fls. 16 dos autos, a Importadora - MOLUZ MOAGEM E COMÉRCIO LTDA - requereu a descarga direta da mercadoria para suas dependências, passando pelo Berço 22 da CODESP. Requerida a mensuração da carga pelo processo de Arqueação, o Perito designado informou, no verso da fls. 20, que: "A QUANTIFICAÇÃO DA CARGA DO TRIGO FOI FEITA POR PESAGEM EM BALANÇA DE FLUXO CONTÍNUO DO MOINHO MOLUZ, CONFORME RELATÓRIO DE PESAGEM EM ANEXO". Esse fato, por si só, tomaria prejudicada a atribuição de responsabilidade ao transportador marítimo pela falta apontada pois que, como se sabe, a sua responsabilidade cessa com a entrega da carga no destino, ao costado do navio, como bem preceitua o Decreto-lei nO116/67, regulamentado pelo Decreto n° 64.387/69. Portanto, resultados de descarga obtidos através de Balanças localizadas dentro das dependências da Importadora, fora dos limites do costado do navio, não servem como prova da responsabilidade do transportador por eventuais diferenças. Não obstante, o transportador, ora recorrente, não contestou tal resultado o que vem a deixar claro que tenha concordado com o procedimento adotado e, consequentemente, como resultado apontado, ou seja, a falta da mercadoria indicada pelo Fisco . Quanto à Impugnação da Recorrente, verifica-se que, de fato, pretendeu ela, com base nas disposições da IN SRF 012/76 e do art. 169 do D.Lei 37/66, ver cancelado, em sua totalidade, o Auto de Infração de que se trata. Explico: É que, muito embora a Secretaria da Receita Federal tenha, de fato, determinado que não procede a aplicação da penalidade prevista no art. 106, inciso lI, alínea "d" do D. Lei n° 37/66, realçado no art. 521, inciso lI, alínea "d", do RA/85, os fundamentos estampados nos Considerandos da mesma IN SRF 012/76 deixam claro o reconhecimento da INEVITABILIDADE da quebra de mercadorias transportadas a granel, por via marítima, em até 5% (cinco por cento) da quantidade manifestada. 4 MINISTÉRIO DA FAZENDA TERCEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES SEGUNDA cÂMARA RECURSO N° RESOLUÇÃO N° 119.557 302-0.898 •• • • • Segundo os fundamentos da referida norma, a quebra, nesses casos, é mesmo INEVITÁVEL, o que vem a caracterizar um fato de natureza fortuita, quando não, de força maior. E não resta a menor dúvida de que em casos de tal INEVITABILIDADE, não pode o transportador responder por suas conseqüências, seja com relação à penalidade como também pelos tributos incidentes. Nenhuma coerência existe, efetivamente, entre os considerandos (fundamentos) da mencionada IN SRF 012/76 e a sua conclusão final, que se limita em mandar excluir a penalidade, deixando de declarar improcedente também os tributos. Ora, se um fato é considerado INEVITÁVEL, sinônimo de CASO FORTillTO ou FORÇA MAIOR para fins de exclusão de multas, não pode, esse mesmo fato, ser considerado diferentemente em relação a exigência tributária. Vê-se, desde logo, que tem razão a Recorrente em pleitear, em sua Impugnação, o cancelamento total do Auto de Infração em epígrafe com base na citada Instrução Normativa. A meu ver, cometeu a Autoridade Julgadora uma grave arbitrariedade e cerceamento do sagrado direito de plena defesa do sujeito passivo, deixando de julgar a exigência do crédito tributário, sob a alegação de que a Autuada não impugnou o mesmo . Outra irregularidade, tanto da Autuação quanto da Decisão supra, está relacionada com a não aplicação do limite de tolerância estabelecido para o tributo, fixado na Instrução Normativa SRF n° 095/84, que fixou em 0,5% (meio por cento) para granéis líquidos ou gasosos e em 1% (um por cento) para os granéis sólidos (caso dos autos) a respectiva tolerância. Em pretendendo manter a exigência tributária, mesmo à luz dos fundamentos da antes mencionada IN SRF 012/76, não poderiam, tanto a fiscalização quanto a Autoridade Julgadora de primeiro grau, deixar de fora da exigência o percentual de 1% (um por cento) estabelecido como quebra natural pela referida IN SRF 095/84. Por último, está repleta de razão a Recorrente ao argüir que a alíquota do imposto de importação para a mercadoria em comento, à época do registro da D.I., era de 0% (zero por cento), por força do Acordo de Complementação Econômica (ACE) nO 18 - MERCOSUL, tendo em vista que assim foi requerido pela Importadora no corpo da própria 0.1., acostada por cópia às fls. 7 dos autos. 5 • MINISTÉRIO DA FAZENDA TERCEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES SEGUNDA cÂMARA RECURSO N° RESOLUÇÃO N° 119.557 302-0.898 • • Resta-nos saber, tão somente, se tal pleito foi reconhecido e atendido pela repartição aduaneira de origem, fato que não se encontra devidamente esclarecido nos autos. Diante do exposto, apenas para que fiquem definidas as posições a respeito do Recurso Voluntário apresentado pela Autuada, proponho a conversão do julgamento em diligência à repartição de origem, a fim de que preste informações a respeito da alíquota aplicada no desembaraço da mercadoria envolvida, ou seja, se foi reconhecido o pedido da Importadora, de aplicação da alíquota ZERO sobre a mercadoria envolvida. Após a informação acima, seja dada vista dos autos à Recorrente com abertura de prazo para se pronunciar a respeito, assim o querendo. Sala das Sessões, 11 de dezembro de 1998 6 00000001 00000002 00000003 00000004 00000005 00000006
score : 1.0
Numero do processo: 10070.000179/2001-14
Turma: Quarta Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Thu Sep 11 00:00:00 UTC 2008
Data da publicação: Thu Sep 11 00:00:00 UTC 2008
Numero da decisão: 104-02.084
Decisão: RESOLVEM os membros do Colegiado, por unanimidade de votos, CONVERTER o julgamento em diligência.
Matéria: IRPF- auto de infração eletronico (exceto multa DIRPF)
Nome do relator: Pedro Anan Júnior
1.0 = *:*
toggle all fields
materia_s : IRPF- auto de infração eletronico (exceto multa DIRPF)
dt_index_tdt : Fri Oct 08 01:09:55 UTC 2021
anomes_sessao_s : 200809
turma_s : Quarta Câmara
dt_publicacao_tdt : Thu Sep 11 00:00:00 UTC 2008
numero_processo_s : 10070.000179/2001-14
anomes_publicacao_s : 200809
conteudo_id_s : 6156861
dt_registro_atualizacao_tdt : Fri Mar 13 00:00:00 UTC 2020
numero_decisao_s : 104-02.084
nome_arquivo_s : 10402084_155317_10070000179200114_004.pdf
ano_publicacao_s : 2008
nome_relator_s : Pedro Anan Júnior
nome_arquivo_pdf_s : 10070000179200114_6156861.pdf
secao_s : Primeiro Conselho de Contribuintes
arquivo_indexado_s : S
decisao_txt : RESOLVEM os membros do Colegiado, por unanimidade de votos, CONVERTER o julgamento em diligência.
dt_sessao_tdt : Thu Sep 11 00:00:00 UTC 2008
id : 4622216
ano_sessao_s : 2008
atualizado_anexos_dt : Fri Oct 08 09:04:42 UTC 2021
sem_conteudo_s : N
conteudo_txt : Metadados => pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.4; xmp:CreatorTool: Xerox WorkCentre 5755; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; dcterms:created: 2012-12-19T16:45:59Z; dc:format: application/pdf; version=1.4; pdf:docinfo:creator_tool: Xerox WorkCentre 5755; access_permission:fill_in_form: true; pdf:encrypted: false; Content-Type: application/pdf; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; meta:creation-date: 2012-12-19T16:45:59Z; created: 2012-12-19T16:45:59Z; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 4; Creation-Date: 2012-12-19T16:45:59Z; pdf:charsPerPage: 0; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; producer: Xerox WorkCentre 5755; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: Xerox WorkCentre 5755; pdf:docinfo:created: 2012-12-19T16:45:59Z | Conteúdo =>
_version_ : 1713041755312488448
score : 1.0
Numero do processo: 18336.000124/99-63
Turma: Segunda Câmara
Seção: Terceiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Tue Dec 05 00:00:00 UTC 2006
Data da publicação: Tue Dec 05 00:00:00 UTC 2006
Ementa: Imposto sobre a Importação - II
Data do fato gerador: 17/08/1999
PEDIDO DE RESTITUIÇÃO. PREFERÊNCIA TARIFÁRIA PREVISTA EM ACORDO INTERNACIONAL.
É incabível a restituição do imposto sob o fundamento de aplicação de preferência tarifária, quando constatada divergência entre Certificado de Origem e fatura comercial bem como quando o produto importado é comercializado por terceiro país, sem que tenham sido atendidos os requisitos previstos na legislação de regência.
RECURSO VOLUNTÁRIO NEGADO.
Numero da decisão: 302-38.264
Decisão: ACORDAM os membros da segunda câmara do terceiro conselho de contribuinte pelo voto de qualidade, negar provimento ao recurso, nos termos do voto da relatora. A Conselheira Judith do Amaral Marcondes Armando votou pela conclusão. Vencidos os Conselheiros Luis Alberto Pinheiro Gomes e Alcoforado (Suplente), Rosa Maria de Jesus da Silva Costa de Castro, Luciano Lopes de Almeida Moraes e Luis Antonio Flora que davam provimento. Esteve presente a advogada Dra. Micaela Dominguez Dutra, OAB/RJ – 121.248.
Matéria: II/IE/IPIV - ação fiscal - insufiência apuração/recolhimento
Nome do relator: MÉRCIA HELENA TRAJANO DAMORIM
1.0 = *:*
toggle all fields
materia_s : II/IE/IPIV - ação fiscal - insufiência apuração/recolhimento
dt_index_tdt : Fri Oct 08 01:09:55 UTC 2021
anomes_sessao_s : 200612
ementa_s : Imposto sobre a Importação - II Data do fato gerador: 17/08/1999 PEDIDO DE RESTITUIÇÃO. PREFERÊNCIA TARIFÁRIA PREVISTA EM ACORDO INTERNACIONAL. É incabível a restituição do imposto sob o fundamento de aplicação de preferência tarifária, quando constatada divergência entre Certificado de Origem e fatura comercial bem como quando o produto importado é comercializado por terceiro país, sem que tenham sido atendidos os requisitos previstos na legislação de regência. RECURSO VOLUNTÁRIO NEGADO.
turma_s : Segunda Câmara
dt_publicacao_tdt : Tue Dec 05 00:00:00 UTC 2006
numero_processo_s : 18336.000124/99-63
anomes_publicacao_s : 200612
conteudo_id_s : 6164672
dt_registro_atualizacao_tdt : Thu Mar 26 00:00:00 UTC 2020
numero_decisao_s : 302-38.264
nome_arquivo_s : 30238264_183360001249963_200612.pdf
ano_publicacao_s : 2006
nome_relator_s : MÉRCIA HELENA TRAJANO DAMORIM
nome_arquivo_pdf_s : 183360001249963_6164672.pdf
secao_s : Terceiro Conselho de Contribuintes
arquivo_indexado_s : S
decisao_txt : ACORDAM os membros da segunda câmara do terceiro conselho de contribuinte pelo voto de qualidade, negar provimento ao recurso, nos termos do voto da relatora. A Conselheira Judith do Amaral Marcondes Armando votou pela conclusão. Vencidos os Conselheiros Luis Alberto Pinheiro Gomes e Alcoforado (Suplente), Rosa Maria de Jesus da Silva Costa de Castro, Luciano Lopes de Almeida Moraes e Luis Antonio Flora que davam provimento. Esteve presente a advogada Dra. Micaela Dominguez Dutra, OAB/RJ – 121.248.
dt_sessao_tdt : Tue Dec 05 00:00:00 UTC 2006
id : 4620931
ano_sessao_s : 2006
atualizado_anexos_dt : Fri Oct 08 09:04:10 UTC 2021
sem_conteudo_s : N
conteudo_txt : Metadados => pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.4; xmp:CreatorTool: Xerox WorkCentre 5755; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; dcterms:created: 2013-03-11T16:36:57Z; dc:format: application/pdf; version=1.4; pdf:docinfo:creator_tool: Xerox WorkCentre 5755; access_permission:fill_in_form: true; pdf:encrypted: false; Content-Type: application/pdf; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; meta:creation-date: 2013-03-11T16:36:57Z; created: 2013-03-11T16:36:57Z; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 13; Creation-Date: 2013-03-11T16:36:57Z; pdf:charsPerPage: 0; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; producer: Xerox WorkCentre 5755; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: Xerox WorkCentre 5755; pdf:docinfo:created: 2013-03-11T16:36:57Z | Conteúdo =>
_version_ : 1713041755530592256
score : 1.0
Numero do processo: 10680.027263/99-30
Turma: Segunda Turma Ordinária da Quarta Câmara da Primeira Seção
Câmara: Quarta Câmara
Seção: Primeira Seção de Julgamento
Data da sessão: Tue Mar 29 00:00:00 UTC 2011
Data da publicação: Tue Mar 29 00:00:00 UTC 2011
Ementa: Declaração de Compensação
Ano calendário:1999
Ementa:
COMPENSAÇÃO. IRRF. PROVA DAS RETENÇÕES. DIVERGÊNCIAS ENTRE A DIRF E OS VALORES EFETIVAMENTE RETIDOS PELA FONTE PAGADORA. ERRO QUE NÃO PODE LIMITAR O DIREITO À COMPENSAÇÃO.
Nos casos de aplicação financeira, os recibos especificando os montantes das retenções de fonte devidamente contabilizados pelo titular dos recursos são documentos hábeis para provar a existência do crédito.
Eventual omissão ou erro no preenchimento da DIRF não pode afastar o direito de quem teve os valores retidos na fonte.
Recurso provido em parte.
Numero da decisão: 1402-000.475
Decisão: ACORDAM os membros da 4ª câmara / 2ª turma ordinária da primeira SEÇÃO DE JULGAMENTO, por unanimidade, em dar provimento parcial ao recurso para que seja acrescida ao valor já reconhecido, a importância de R$ 54.006,90, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado.
Matéria: IRF- que ñ versem s/ exigência de cred. trib. (ex.:restit.)
Nome do relator: MOISES GIACOMELLI NUNES DA SILVA
1.0 = *:*
toggle all fields
materia_s : IRF- que ñ versem s/ exigência de cred. trib. (ex.:restit.)
dt_index_tdt : Fri Oct 08 01:09:55 UTC 2021
anomes_sessao_s : 201103
camara_s : Quarta Câmara
ementa_s : Declaração de Compensação Ano calendário:1999 Ementa: COMPENSAÇÃO. IRRF. PROVA DAS RETENÇÕES. DIVERGÊNCIAS ENTRE A DIRF E OS VALORES EFETIVAMENTE RETIDOS PELA FONTE PAGADORA. ERRO QUE NÃO PODE LIMITAR O DIREITO À COMPENSAÇÃO. Nos casos de aplicação financeira, os recibos especificando os montantes das retenções de fonte devidamente contabilizados pelo titular dos recursos são documentos hábeis para provar a existência do crédito. Eventual omissão ou erro no preenchimento da DIRF não pode afastar o direito de quem teve os valores retidos na fonte. Recurso provido em parte.
turma_s : Segunda Turma Ordinária da Quarta Câmara da Primeira Seção
dt_publicacao_tdt : Tue Mar 29 00:00:00 UTC 2011
numero_processo_s : 10680.027263/99-30
anomes_publicacao_s : 201103
conteudo_id_s : 5273473
dt_registro_atualizacao_tdt : Thu Mar 15 00:00:00 UTC 2018
numero_decisao_s : 1402-000.475
nome_arquivo_s : 140200475_106800272639930_201103.pdf
ano_publicacao_s : 2011
nome_relator_s : MOISES GIACOMELLI NUNES DA SILVA
nome_arquivo_pdf_s : 106800272639930_5273473.pdf
secao_s : Primeira Seção de Julgamento
arquivo_indexado_s : S
decisao_txt : ACORDAM os membros da 4ª câmara / 2ª turma ordinária da primeira SEÇÃO DE JULGAMENTO, por unanimidade, em dar provimento parcial ao recurso para que seja acrescida ao valor já reconhecido, a importância de R$ 54.006,90, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado.
dt_sessao_tdt : Tue Mar 29 00:00:00 UTC 2011
id : 4622077
ano_sessao_s : 2011
atualizado_anexos_dt : Fri Oct 08 09:04:37 UTC 2021
sem_conteudo_s : N
_version_ : 1713041755858796544
conteudo_txt : Metadados => pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.4; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 8; dc:format: application/pdf; version=1.4; pdf:charsPerPage: 1234; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; access_permission:fill_in_form: true; pdf:encrypted: true; access_permission:can_modify: true; Content-Type: application/pdf | Conteúdo => S1C4T2 Fl. 1 1 S1C4T2 MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS PRIMEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO Processo nº 10680.027263/9930 Recurso nº 157.404 Voluntário Acórdão nº 140200.475 – 4ª Câmara / 2ª Turma Ordinária Sessão de 29 de março de 2011 Matéria IRPJ Recorrente CONSTRUTORA COWAN LTDA. Recorrida 3ª TURMA/DRJ BELO HORIZONTE MG Assunto: Declaração de Compensação Anocalendário: 1999 Ementa: COMPENSAÇÃO. IRRF. PROVA DAS RETENÇÕES. DIVERGÊNCIAS ENTRE A DIRF E OS VALORES EFETIVAMENTE RETIDOS PELA FONTE PAGADORA. ERRO QUE NÃO PODE LIMITAR O DIREITO À COMPENSAÇÃO. Nos casos de aplicação financeira, os recibos especificando os montantes das retenções de fonte devidamente contabilizados pelo titular dos recursos são documentos hábeis para provar a existência do crédito. Eventual omissão ou erro no preenchimento da DIRF não pode afastar o direito de quem teve os valores retidos na fonte. Recurso provido em parte. Fl. 596DF CARF MF Emitido em 23/05/2011 pelo Ministério da Fazenda Autenticado digitalmente em 21/05/2011 por MOISES GIACOMELLI NUNES DA SIL Assinado digitalmente em 23/05/2011 por ALBERTINA SILVA SANTOS DE LIMA, 21/05/2011 por MOISES GIACOM ELLI NUNES DA SIL 2 Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. ACORDAM os membros da 4ª câmara / 2ª turma ordinária da primeira SSEEÇÇÃÃOO DDEE JJUULLGGAAMMEENNTTOO, por unanimidade, em dar provimento parcial ao recurso para que seja acrescida ao valor já reconhecido, a importância de R$ 54.006,90, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado. (assinado digitalmente) Albertina Silva Santos de Lima Presidente. (assinado digitalmente) Moises Giacomelli Nunes da Silva Relator. Participaram da sessão de julgamento os conselheiros: Albertina Silva Santos de Lima (presidente da turma), Leonardo Henrique Magalhães de Oliveira (vicepresidente), Antonio José Praga de Souza, Carlos Pelá, Frederico Augusto Gomes de Alencar e Moises Giacomelli Nunes da Silva. Fl. 597DF CARF MF Emitido em 23/05/2011 pelo Ministério da Fazenda Autenticado digitalmente em 21/05/2011 por MOISES GIACOMELLI NUNES DA SIL Assinado digitalmente em 23/05/2011 por ALBERTINA SILVA SANTOS DE LIMA, 21/05/2011 por MOISES GIACOM ELLI NUNES DA SIL Processo nº 10680.027263/9930 Acórdão n.º 140200.475 S1C4T2 Fl. 2 3 Relatório Inicialmente, destaco que o pedido original de compensação de fl. 03, tinha por objeto o valor de R$ 1.826,944,66. Todavia, o litígio diz respeito apenas à glosa dos valores especificados no quadro abaixo: Para melhor compreensão, segue demonstrativo com os valores de imposto de renda retido na fonte — IRRF — considerados pela impugnante divergentes dos valores considerados pela Delegacia da Receita Federal de Julgamento DRJ: BANCO CNPJ DATA VALOR COWAN DRF BH GLOSA CEF Caixa Econômica Federal 003603051000104 26/01/99 55.760,44 28/01/99 1.620,82 02/02/99 962,24 05/02/99 1.758,82 08/02/99 14.796,80 10/02/99 66.401,94 19/02/99 29.557,32 24/02/99 101.443,24 26/02/99 30.518,28 05/03/99 6.822,14 25/03/99 51.875,64 26/03/99 55.546,08 26/03/99 74.976,94 492.040,70 438.033,80 54.006,90 IRRF DE CONSORCIO 12.190,38 12.190,38 IRRF P/ÓRGÃO PÚBLICO 26.726,58 16.806,30 9.920,28 TOTAL 1° TRIMESTRE/99 530.957,66 454.840,10 76.117,56 O demonstrativo acima evidencia um dos equívocos cometido pela DRJ, a qual conclui, à fl. 526, que "o IRF pleiteado pelo contribuinte em sua impugnação, correspondente aos rendimentos auferidos da Caixa Econômica Federal, discriminado no demonstrativo á fl. 488 já foi validado pelo fisco e integrou o saldo negativo de IRPJ reconhecido pela DRF". Conforme demonstrado, a impugnante pleiteou IRRF sem rendimentos auferidos no 1° trimestre/99 nas aplicações financeiras na Caixa Econômica Federal, no montante de R$ 492.040,70. A DRJ validou o montante de R$ 438.033,80, gerando uma diferença desfavorável à recorrente, no valor de R$ 54.006,90. Fl. 598DF CARF MF Emitido em 23/05/2011 pelo Ministério da Fazenda Autenticado digitalmente em 21/05/2011 por MOISES GIACOMELLI NUNES DA SIL Assinado digitalmente em 23/05/2011 por ALBERTINA SILVA SANTOS DE LIMA, 21/05/2011 por MOISES GIACOM ELLI NUNES DA SIL 4 Por meio do despacho de fls. 412/417, a autoridade fiscal glosou os referidos valores sob os seguintes argumentos: “ Foram considerados hábeis para comprovar o IRRF, além dos comprovantes anuais de rendimentos pagos e de retenção de imposto de renda na fonte, documentos mensais encaminhados pela contribuinte em atendimento ao termo de intimação n°25/2001, às fis. 59/301, desde que confirmados através das declarações do imposto de renda na fonteDIRF apresentadas pelas fontes pagadoras (fls.397/411), na proporção do rendimento tributado pela interessada. Não foram aceitos o IRRF do Consórcio Construtor e demais não comprovados nos autos... Em face do exposto resolvo deferir parcialmente o pleito e reconhecer o direito creditório da empresa Construtora Cowan Ltda., CNPJ n. 68.528.017/000150, sobre a quantia de R$1.767.189.40, em 31/03/99.” Grifei Foi reconhecida apenas a parcela do IRRF referente ao 1º. trimestre, tendo em vista que foi o período solicitado, embora todo o anocalendário tenha sido verificado. Intimada, a parte interessada ingressou com o recurso de fls. 484/488 alegando, em síntese: a) Que a DRF/BH glosou os créditos de IRRF correspondentes aos documentos de retenção não confirmados nas DIRF’s enviadas pelas fontes pagadoras, para os casos em que não foram apresentados pela reclamante os comprovantes Anuais de Rendimentos Pagos; b) Verificando os valores glosados, constatase que a maior parte referese a rendimentos auferidos da Caixa Econômica Federal, perfazendo o montante de R$ 80.593,89. A diferença de R$ 23.384,70 entre os R$ 54.006,90 glosados em face das retenções das aplicações na CEF e o montante acima (R$ 80.593,89) referese a outras retenções de IR correspondentes à cotaparte de consórcios, à retenção de Órgão Publico e a serviços; c) Que a recorrente optou pela tributação do lucro real trimestral no ano calendário de 1999, e conforme lhe faculta o Ato Declaratório (Normativo) n. 31 de 27/10/99, a empresa compensou, a partir do 2º. Trimestre /99, os créditos de IRRF gerados no trimestre anterior; d) Que no ano de 2000, a recorrente não recebeu todos os Comprovantes Anuais de Rendimentos Pagos e de Retenção de IRRF do anocalendário de 1999 correspondentes às instituições financeiras relacionadas anteriormente e considerandose que os Comprovantes Anuais consolidam todas as aplicações/resgates do ano e correspondem a base de dados da DIRF, esperava que estas instituições financeiras preenchessem as DIRF's de forma completa e correta; e) Menciona ementa de acórdão do 1º. Conselho de Contribuintes entendendo que a responsabilidade pela inexatidão da declaração de ajuste anual é da pessoa física Fl. 599DF CARF MF Emitido em 23/05/2011 pelo Ministério da Fazenda Autenticado digitalmente em 21/05/2011 por MOISES GIACOMELLI NUNES DA SIL Assinado digitalmente em 23/05/2011 por ALBERTINA SILVA SANTOS DE LIMA, 21/05/2011 por MOISES GIACOM ELLI NUNES DA SIL Processo nº 10680.027263/9930 Acórdão n.º 140200.475 S1C4T2 Fl. 3 5 declarante, para que seja aplicado em analogia ao caso concreto, argumentando que a falta ou insuficiência de IRRF informado na DIRF da fonte pagadora não pode cercear o direito do beneficiário do rendimento de compensar os créditos oriundos do referido imposto; f) Por fim, afirma que os documentos de resgate emitidos pelas instituições financeiras e apresentados à SRF são considerados válidos e aceitos para suportar a escrituração contábil, requerendo a improcedência do despacho em relação à não aceitação do IRRF não confirmado em DIRF das fontes pagadoras. Anexa os documentos constantes às fls. 488 a 503. A DRJ, por meio do acórdão de fls. 517/528, negou provimento à reclamação, mantendo a glosa quando da apuração do saldo negativo, conforme despacho decisório de fl. 415, que não aceitou o IRRF do Consórcio Construtor e demais não comprovados nos autos, argumentando ainda que “o IRF a ser deduzido quando da apuração do Imposto de Renda devido, deve, obrigatoriamente, estar amparado por documentos que o comprovem inequivocamente”. Intimada, a recorrente ingressou com o recurso de fls. 546/550, trazendo aos autos os comprovantes de retenções de fls. 552/558, fornecidos pela CEF, os Livros Diários do exercício 99 (fls. 561 a 573) registrados na Junta Comercial, pedindo a reforma do julgado com base nos seguintes fundamentos: a) A Receita Federal glosou os créditos de IRRF correspondentes aos documentos de retenção não confirmados nas DIRF's, enviadas pelas fontes pagadoras, para os casos em que não foram apresentados pela impugnante os Comprovantes Anuais de Rendimentos Pagos; b) Que o montante do referido IRRF glosado no 1° trimestre do ano calendário de 1999, assim, foi de R$ 76.117,56. Todavia, ao verificar a composição do valor citado, constatase que a maior parte referese ao IRRF de aplicações existentes perante a Caixa Econômica Federal, perfazendo o montante de R$ 54.006,90. Pelo fato desta instituição financeira não ter enviado todos os Comprovantes Anuais de Rendimentos Pagos, a Impugnante apresenta os respectivos documentos de resgate de cada aplicação financeira para comprovação do IRRF (Vide Anexo I) e cópias dos Livros Diário com os correspondentes lançamentos contábeis (Vide Anexo II); c) Que a autuada optou pela tributação do lucro real trimestral no ano calendário de 1999, e conforme lhe faculta o Ato Declaratório (Normativo) n. 31 de 27/10/99, a contribuinte compensou, a partir do 2º. trimestre/99, os créditos de IRRF gerados no trimestre anterior; d) Que em 2000, a impugnante não recebeu todos os Comprovantes Anuais de Rendimentos Pagos e de Retenção de Imposto de Renda na Fonte do anocalendário de 1999, correspondentes às instituição financeira citada anteriormente e, considerando que os Comprovantes Anuais consolidam todas as aplicações e resgates do ano e correspondem à base de dados da DIRF, esperavase que esta instituição financeira preenchesse a DIRF de forma completa e coerente com as informações a serem prestadas; e) Menciona ementa de Acórdão do 1º. Conselho de Contribuintes que decidiu que a responsabilidade pela inexatidão da declaração de ajuste anual é da pessoa física Fl. 600DF CARF MF Emitido em 23/05/2011 pelo Ministério da Fazenda Autenticado digitalmente em 21/05/2011 por MOISES GIACOMELLI NUNES DA SIL Assinado digitalmente em 23/05/2011 por ALBERTINA SILVA SANTOS DE LIMA, 21/05/2011 por MOISES GIACOM ELLI NUNES DA SIL 6 declarante, para que seja aplicado em analogia ao caso concreto, argumentando que a ausência de informação no que toca ao IRRF declinado na DIRF pela fonte pagadora, não deveria cercear o direito do beneficiário do rendimento de compensar os créditos oriundos do referido imposto, sob pena de enriquecimento sem causa do Fisco; f) Refere ainda jurisprudência da 6ª. Câmara do Conselho de Contribuintes, quanto à possibilidade de a empresa impugnante compensar os créditos retidos das aplicações financeiras, ainda que não efetivamente recolhidos pela fonte pagadora. É o relatório. Fl. 601DF CARF MF Emitido em 23/05/2011 pelo Ministério da Fazenda Autenticado digitalmente em 21/05/2011 por MOISES GIACOMELLI NUNES DA SIL Assinado digitalmente em 23/05/2011 por ALBERTINA SILVA SANTOS DE LIMA, 21/05/2011 por MOISES GIACOM ELLI NUNES DA SIL Processo nº 10680.027263/9930 Acórdão n.º 140200.475 S1C4T2 Fl. 4 7 Voto Conselheiro MOISÉS GIACOMELLI NUNES DA SILVA, Relator O recurso é tempestivo, na conformidade do prazo estabelecido pelo artigo 33, do Decreto nº. 70.235 de 06/03/1972, foi interposto por parte legítima, está devidamente fundamentado e preenche os requisitos de admissibilidade. Assim, conheçoo e passo ao exame da matéria. A questão remanescente cingese à glosa de R$ 54.006,90, referente à retenção do IRRF feita pela CEF; R$ 12.190,38, correspondente à IRRF em razão de consórcio da recorrente com outra empresa e, finalmente, R$ 9.920,28, referente a IRRF por Órgão Público. Tais valores foram glosados porque a recorrente, segundo acórdão recorrido, deixou de comprovar as efetivas retenções. Do exame do processo, vejo que consta dos autos os documentos de fls. 552 a 558, fornecidos pela CEF, onde encontra especificado o valor bruto dos rendimentos e as respectivas retenções de fonte, cuja soma importa em R$ 492.040,70. Deste valor, a autoridade fiscal reconheceu R$ 438.033,80, o que importou numa glosa de R$ 54.006,90. Com a finalidade de demonstrar as retenções, em número de 14 (quatorze), especificadas à fl. 547, a recorrente, às fls. 552 a 558 trouxe os informes fornecidos pela CEF, indicando todas as operações e as retenções de fonte que importaram em R$ 492.040,70. A autoridade julgadora não reconheceu, de forma integral, os valores informados nos documentos de fls. 552 a 558, com base no argumento de que nem todos constavam da DIRF. No caso, há que se distinguir o que é obrigação da recorrente e o que são obrigações da fonte pagadora. Cabe à recorrente provar o recebimento dos valores e as respectivas retenções de fonte. Em relação a isto, com os documentos de fls. 552 a 558 se desincumbiu. Eventual erro no preenchimento da DIRF por parte da fonte pagadora não exclui o direito ao crédito de quem sofreu a retenção. A propósito do tema, mister reproduzir o disposto no art. 785, inciso III do RIR/07, que prevê que “ficam responsáveis pela retenção e pelo pagamento do imposto (Lei n. 8.981, de 1995, art. 78 e Lei n. 9.430, de 1996, art. 69): ...III) a pessoa jurídica que efetuar o pagamento dos rendimentos....” Assim, a responsabilidade pela retenção do imposto de renda na fonte e o seu consequente recolhimento compete à fonte pagadora dos rendimentos, não podendo o beneficiário dos rendimentos ser penalizado pela omissão da fonte pagadora. Nesse sentido, já decidiu o 1º. Conselho de Contribuintes por sua 2ª. Câmara, no acórdão 10244.475, de 18/10/2000, publicado no DOU em 27/12/2000. Fl. 602DF CARF MF Emitido em 23/05/2011 pelo Ministério da Fazenda Autenticado digitalmente em 21/05/2011 por MOISES GIACOMELLI NUNES DA SIL Assinado digitalmente em 23/05/2011 por ALBERTINA SILVA SANTOS DE LIMA, 21/05/2011 por MOISES GIACOM ELLI NUNES DA SIL 8 Se a fonte pagadora dos rendimentos, que é a responsável pela comprovação do seu efetivo recolhimento, não cumpre com a obrigação de fornecer a DIRF ou fornece de forma incorreta, tendo o beneficiário apresentado os respectivos avisos de resgate de aplicações financeiras e retenção do IRRF fornecidos pela CEF, que no caso é a própria fonte, estes devem ser considerados hábeis à comprovação de receitas componentes da apuração do imposto, para fins de compensação. Neste ponto, o recurso merece ser provido, para reconhecer que a recorrente tem direito de utilizar para compensação o valor de R$ 492.040,70, retido pela CEF no 1º. trimestre de 1999, e não apenas R$ 438.033,80, como reconhecido na decisão “a quo”. Quanto aos valores retidos na fonte em razão de pagamento por Órgão Público e consórcio, conforme ilustrado à fl. 547, ainda que registrados na contabilidade da recorrente, da mesma maneira dos que foram analisados anteriormente, em relação a estes, a parte interessada não trouxe prova aos autos. ISSO POSTO, dou provimento parcial ao recurso para que seja acrescida ao valor já reconhecido, no primeiro trimestre de 1999, a importância de R$ 54.006,90. É o voto. (assinado digitalmente) MOISÉS GIACOMELLI NUNES DA SILVA Relator Fl. 603DF CARF MF Emitido em 23/05/2011 pelo Ministério da Fazenda Autenticado digitalmente em 21/05/2011 por MOISES GIACOMELLI NUNES DA SIL Assinado digitalmente em 23/05/2011 por ALBERTINA SILVA SANTOS DE LIMA, 21/05/2011 por MOISES GIACOM ELLI NUNES DA SIL
score : 1.0
Numero do processo: 10680.016351/2003-35
Turma: Segunda Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Wed Feb 28 00:00:00 UTC 2007
Data da publicação: Wed Feb 28 00:00:00 UTC 2007
Numero da decisão: 102-02.330
Decisão: RESOLVEM os Membros da Segunda Câmara do Primeiro Conselho
de Contribuintes, por unanimidade de votos, CONVERTER o julgamento em diligência, nos termos do voto do Relator.
Matéria: IRPF- auto infração - multa por atraso na entrega da DIRPF
Nome do relator: José Raimundo Tosta Santos
1.0 = *:*
toggle all fields
materia_s : IRPF- auto infração - multa por atraso na entrega da DIRPF
dt_index_tdt : Fri Oct 08 01:09:55 UTC 2021
anomes_sessao_s : 200702
turma_s : Segunda Câmara
dt_publicacao_tdt : Wed Feb 28 00:00:00 UTC 2007
numero_processo_s : 10680.016351/2003-35
anomes_publicacao_s : 200702
conteudo_id_s : 5694748
dt_registro_atualizacao_tdt : Wed Mar 15 00:00:00 UTC 2017
numero_decisao_s : 102-02.330
nome_arquivo_s : 10202330_150048_10680016351200335_003.PDF
ano_publicacao_s : 2007
nome_relator_s : José Raimundo Tosta Santos
nome_arquivo_pdf_s : 10680016351200335_5694748.pdf
secao_s : Primeiro Conselho de Contribuintes
arquivo_indexado_s : S
decisao_txt : RESOLVEM os Membros da Segunda Câmara do Primeiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, CONVERTER o julgamento em diligência, nos termos do voto do Relator.
dt_sessao_tdt : Wed Feb 28 00:00:00 UTC 2007
id : 4624423
ano_sessao_s : 2007
atualizado_anexos_dt : Fri Oct 08 09:05:02 UTC 2021
sem_conteudo_s : N
_version_ : 1713041755897593856
conteudo_txt : Metadados => date: 2009-09-10T19:05:33Z; pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.6; pdf:docinfo:title: ; xmp:CreatorTool: CNC PRODUÇÃO; Keywords: ; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; subject: ; dc:creator: CNC Solutions; dcterms:created: 2009-09-10T19:05:33Z; Last-Modified: 2009-09-10T19:05:33Z; dcterms:modified: 2009-09-10T19:05:33Z; dc:format: application/pdf; version=1.6; Last-Save-Date: 2009-09-10T19:05:33Z; pdf:docinfo:creator_tool: CNC PRODUÇÃO; access_permission:fill_in_form: true; pdf:docinfo:keywords: ; pdf:docinfo:modified: 2009-09-10T19:05:33Z; meta:save-date: 2009-09-10T19:05:33Z; pdf:encrypted: false; modified: 2009-09-10T19:05:33Z; cp:subject: ; pdf:docinfo:subject: ; Content-Type: application/pdf; pdf:docinfo:creator: CNC Solutions; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; creator: CNC Solutions; meta:author: CNC Solutions; dc:subject: ; meta:creation-date: 2009-09-10T19:05:33Z; created: 2009-09-10T19:05:33Z; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 3; Creation-Date: 2009-09-10T19:05:33Z; pdf:charsPerPage: 906; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; meta:keyword: ; Author: CNC Solutions; producer: CNC Solutions; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: CNC Solutions; pdf:docinfo:created: 2009-09-10T19:05:33Z | Conteúdo => MINISTÉRIO DA FAZENDA PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES 44:84-3 SEGUNDA CÂMARA Processo n° : 10680.016351/2003-35 Recurso n° : 150.048 Matéria : IRPF - EX: 2003 Recorrente : RENATO LUIZ DO AMARAL Recorrida : r TURMA/DRJ-BELO HORIZONTE/MG Sessão de : 28 de fevereiro de 2007 RESOLUÇÃON°. 102-02.330 Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de recurso interposto por RENATO LUIZ DO AMARAL. RESOLVEM os Membros da Segunda Câmara do Primeiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, CONVERTER o julgamento em diligência, nos termos do voto do Relator. LEILA MARIA SCHERRER LEITÃO PRESIDENTE 4 MI" .‘ JOSÉ ." • 1 DNTOSTA SANTOS RELATOR FORMALIZADO EM: 13 AOR 2007 Participaram, ainda, do presente julgamento, os Conselheiros: NAURY FRAGOSO TANAKA, LEONARDO HENRIQUE MAGALHÃES DE OLIVEIRA, SILVANA MANCINI KARAM, ANTÔNIO JOSÉ PRAGA DE SOUZA, MOISÉS GIACOMELLI NUNES DA SILVA e ALEXANDRE ANDRADE LIMA DA FONTE FILHO. Processo n° : 10680.016351/2003-35 Resolução n° : 102-02.330 Recurso n° : 150.048 Recorrente : RENATO LUIZ DO AMARAL RELATÓRIO O recurso voluntário em exame pretende a reforma do Acórdão DRJ/BHE n° 9.341, de 06/09/2005 (fls. 19/21), que julgou, por unanimidade de votos, procedente a exigência da multa por atraso na entrega da declaração de ajuste anual do exercício financeiro de 2003, no valor de R$ 165,00 (fl. 02), em razão do autuado fazer parte do quadro societário da empresa Prohidro - Prospecções Hídricas e Construções Ltda, CNPJ n° 02.894.123/0001-49. Em sua peça recursal, à fl. 26, o recorrente reitera que o seu nome foi usado indevidamente no registro da referida empresa, pois atua como operador de atendimento da empresa NET (tv a cabo) desde o ano de 2000 e seus rendimentos o desobrigam da entrega da DIRPF. Ressalta que várias informações citadas no contrato social da Prohidro (fls. 30/32) não são verdadeiras: endereço inexistente, estado civil incorreto e assinatura falsa. O Recorrente está desobrigada de realizar a garantia de instância, nos termos do § 7° do artigo 2° da IN 264, de 2002. É o Relatório. 1-.‘ 2 Processo n° : 10680.016351/2003-35 Resolução n° : 102-02.330 VOTO Conselheiro JOSÉ RAIMUNDO TOSTA SANTOS, Relator O recurso preenche os pressupostos de admissibilidade, razão pela qual dele se conhece. Para o deslinde do mérito da exigência da multa por atraso na entrega da declaração de rendimentos do exercício financeiro de 2003, entendo necessário que os elementos de prova da veracidade dos fatos alegados pelo recorrente, levantados através do Processo de n° 10680.001377/2003-89, sejam trazidos ao presente processo. Se acaso a análise do pedido de alteração do quadro societário da empresa Prohidro — Prospecções Hídricas e Construções Ltda, CNPJ n° 02.894.123/0001-49 (fl. 03), estiver ainda pendente de apreciação, deve o presente processo aguarda a sua conclusão na repartição de origem. Isto posto, voto no sentido de converter o julgamento em diligência para que funcionário competente da unidade de origem efetue os procedimentos solicitados. Sala das Sessões - DF em 28 de fevereiro de 2007. elaà, -a • JOSÉ RAIM Wring Ata SANTOS1 • 3 Page 1 _0010400.PDF Page 1 _0010500.PDF Page 1
score : 1.0
Numero do processo: 13027.000431/2004-51
Turma: Segunda Turma Especial da Primeira Seção
Seção: Primeira Seção de Julgamento
Data da sessão: Wed Nov 03 00:00:00 UTC 2010
Data da publicação: Wed Nov 03 00:00:00 UTC 2010
Ementa: Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica - IRPJ
Fato gerador: 30/06/1999
PEDIDO DE RESTITUIÇÃO. COMPENSAÇÃO.PRAZO PRESCRICIONAL. O prazo para pleitear a restituição/compensação de valor dito pago indevidamente ou em valor maior que o devido, relativo a tributo ou contribuição, extingue-se após o transcurso do prazo de cinco anos contado da data da extinção do crédito tributário, nos termos dos artigos 165 e 168, do Código Tributário Nacional.No caso de tributos lançados por homologação, a extinção do crédito tributário dá-se na data do pagamento antecipado. Portanto, o termo inicial para contagem do prazo prescricional de repetição de indébito é o da data de extinção do crédito tributário pelo pagamento antecipado e o termo final é o dia em que se completa o qüinqüênio legal, contado a partir daquela data.
Numero da decisão: 1802-000.667
Decisão: Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em negar provimento ao recurso, nos termos do relatório e voto que integram o presente julgado.
Nome do relator: ESTER MARQUES LINS DE SOUSA
1.0 = *:*
toggle all fields
dt_index_tdt : Fri Oct 08 01:09:55 UTC 2021
anomes_sessao_s : 201011
ementa_s : Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica - IRPJ Fato gerador: 30/06/1999 PEDIDO DE RESTITUIÇÃO. COMPENSAÇÃO.PRAZO PRESCRICIONAL. O prazo para pleitear a restituição/compensação de valor dito pago indevidamente ou em valor maior que o devido, relativo a tributo ou contribuição, extingue-se após o transcurso do prazo de cinco anos contado da data da extinção do crédito tributário, nos termos dos artigos 165 e 168, do Código Tributário Nacional.No caso de tributos lançados por homologação, a extinção do crédito tributário dá-se na data do pagamento antecipado. Portanto, o termo inicial para contagem do prazo prescricional de repetição de indébito é o da data de extinção do crédito tributário pelo pagamento antecipado e o termo final é o dia em que se completa o qüinqüênio legal, contado a partir daquela data.
turma_s : Segunda Turma Especial da Primeira Seção
dt_publicacao_tdt : Wed Nov 03 00:00:00 UTC 2010
numero_processo_s : 13027.000431/2004-51
anomes_publicacao_s : 201011
conteudo_id_s : 5274918
dt_registro_atualizacao_tdt : Fri Jul 28 00:00:00 UTC 2017
numero_decisao_s : 1802-000.667
nome_arquivo_s : 1802000667_171887_13027000431200451_008.PDF
ano_publicacao_s : 2010
nome_relator_s : ESTER MARQUES LINS DE SOUSA
nome_arquivo_pdf_s : 13027000431200451_5274918.pdf
secao_s : Primeira Seção de Julgamento
arquivo_indexado_s : S
decisao_txt : Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em negar provimento ao recurso, nos termos do relatório e voto que integram o presente julgado.
dt_sessao_tdt : Wed Nov 03 00:00:00 UTC 2010
id : 4621924
ano_sessao_s : 2010
atualizado_anexos_dt : Fri Oct 08 09:04:29 UTC 2021
sem_conteudo_s : N
_version_ : 1713041755965751296
conteudo_txt : Metadados => date: 2011-01-07T11:07:47Z; pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.6; pdf:docinfo:title: ; xmp:CreatorTool: CNC PRODUÇÃO; Keywords: ; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; subject: ; dc:creator: CNC Solutions; dcterms:created: 2011-01-07T11:07:46Z; Last-Modified: 2011-01-07T11:07:47Z; dcterms:modified: 2011-01-07T11:07:47Z; dc:format: application/pdf; version=1.6; xmpMM:DocumentID: uuid:d9bbdae7-b5c3-409f-aab0-e76a96d8655f; Last-Save-Date: 2011-01-07T11:07:47Z; pdf:docinfo:creator_tool: CNC PRODUÇÃO; access_permission:fill_in_form: true; pdf:docinfo:keywords: ; pdf:docinfo:modified: 2011-01-07T11:07:47Z; meta:save-date: 2011-01-07T11:07:47Z; pdf:encrypted: false; modified: 2011-01-07T11:07:47Z; cp:subject: ; pdf:docinfo:subject: ; Content-Type: application/pdf; pdf:docinfo:creator: CNC Solutions; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; creator: CNC Solutions; meta:author: CNC Solutions; dc:subject: ; meta:creation-date: 2011-01-07T11:07:46Z; created: 2011-01-07T11:07:46Z; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 8; Creation-Date: 2011-01-07T11:07:46Z; pdf:charsPerPage: 1725; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; meta:keyword: ; Author: CNC Solutions; producer: CNC Solutions; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: CNC Solutions; pdf:docinfo:created: 2011-01-07T11:07:46Z | Conteúdo => S1-TE02 Fl, 260 MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS PRIMEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO Processo n° 13027.000431/2004-51 Recurso n° 171.887 Voluntário Acórdão n° 1802-00.667 — 2" Turma Especial Sessão de 03 de novembro de 2010 Matéria IRPJ Recorrente EMPREITEIRA ZAMBONATTO LTDA. Recorrida P.Turma/DRJ - Santa Maria/RS Assunto: Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica - IRPJ Fato gerador: 30/06/1999 Ementa: PEDIDO DE RESTITUIÇÃO. COMPENSAÇÃO. PRAZO PRESCRICIONAL. O prazo para pleitear a restituição/compensação de valor dito pago indevidamente ou em valor maior que o devido, relativo a tributo ou contribuição, extingue-se após o transcurso do prazo de cinco anos contado da data da extinção do crédito tributário, nos termos dos artigos 165 e 168, do Código Tributário Nacional. No caso de tributos lançados por homologação, a extinção do crédito tributário dá-se na data do pagamento antecipado. Portanto, o termo inicial para contagem do prazo prescricional de repetição de indébito é o da data de extinção do crédito tributário pelo pagamento antecipado e o termo final é o dia em que se completa o qüinqüênio legal, contado a partir daquela data. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, negar provimento ao recurso, nos termos do 1-atório—e voto que integram o resente julgado.;0, nos termos no tatono e voto que integram o EDITADO EM: 1 6 DEZ 2010 Participaram da sessão74ejulgamento os conselheiros: Ester Marques Lins de Sousa, José De Oliveira Ferraz Correa, Leonardo Henrique Magalhães de Oliveira, Nelso ,Kichel e João Francisco Bianco. / Ausente momentaneamente o Conselheiro Alfredo Henrique Rebello Brandão. / er ms de Sousa — Presidente e Relatora. Relatório Por economia processual e bem resumir os fatos adoto o Relatório da decisão recorrida (fl.225/228) que transcrevo a seguir: Trata o presente processo de Declaração de Compensação de fls. 01-02, protocolada em 20/10/2004, onde o Contribuinte pretende compensar débitos de CSLL lançados de oficio (processo n° 11030.001840/2004-91), períodos de apuração 09/1999 e 12/1999, nos valores de R$2.998,17 e R$23.821,33, respectivamente, informando um crédito de R$30.977,45, referente a pagamento a maior ou indevido de IRPJ, efetuado em 30/07/1999 . A autoridade competente da DRF em Passo Fundo, RS, proferiu o Despacho Decisório DRF/PFO, de 25 de novembro de 2003 (fls. 15-17), reconhecendo o direito creditório no valor de R$30.977,45 e homologando as compensações declaradas pelo Contribuinte. Posteriormente, após ajuntada de diversos documentos, entre os quais, cópias dos Autos de Infração referentes a IRPJ e CSLL c Acórdãos n°s. 18-5.976 e 18-6.138 desta DRJ, o Despacho de fls. 15 a 17 foi revisto de oficio, sendo prolatado o Despacho Decisório DRF/PFO, de 27 de abril de 2007, de fls. 137 a 145, que substituiu o primeiro. No Despacho de fls. 137-145, não foi reconhecido o direito creditório pleiteado pelo Contribuinte, nem homologadas as compensações declaradas, sob o argumento de que o direito ao referido crédito já havia decaído. Segundo o Despacho, o prazo para o aproveitamento do crédito havia se esgotado em 01 de agosto de 2004, eis que o pagamento do imposto considerado pelo Contribuinte a maior foi efetuado em 30/07/1999 (fl. 12). Além disso, o Contribuinte pretendeu extinguir os débitos, utilizando-se de um suposto crédito apurado na retificação da DIPJ do ano-calendário de 1999, efetuada em 20/10/2004 (fls. 27 e 30), que não foi aceita, eis foi feita após os lançamentos de oficio de fls.31 a 68(21/09/2004), ou seja, após o inicio do procedimento fiscal. Conforme relatado no Despacho Decisório, a retificação da referida DIPJ teve por objetivo alterar o percentual de presunção do lucro presumido de 32% para 8%. Desse modo, o valor de R$46.423,53 de imposto que tinha apurado na DIPJ original, com a retificação, foi reduzido para R$15.446,08. Como tinha recolhido o valor de R$46.423,53, o Contribuinte entendeu que a diferença (R$30.977,45) foi recolhida a maior ou indevidamente, e compensou com débitos lançados de oficio (processo n°11030.001840/2004-91), cuias cópias dos Autos de Infração do IRPJ e da CSLL e dos acórdãos da DRJ em Santa Maria estão anexados às fls. 31 a 131. 2 Processo n° 13027,000431/2004-51 81-TE02 Acórdão n.° 1802-00.667 FI, 261 Inconformado com a decisão da DRF, o Contribuinte apresenta a Manifestação de Inconformidade de fls. 156-173, com os documentos de fls. 174-221, fazendo as seguintes alegações: - A revisão de oficio efetuado pela DRF inovou a interpretação jurídica sobre os mesmos fatos e aspectos probatórios, o que é absolutamente proibido pelo artigo 146 do CENT. Esse preceito legal "obsta a surpresa fiscal engendrada no novel Despacho Decisório de fls. 137-145, permanecendo incólume os direitos declarados e concedidos, in concretu, por ocasião da Decisão Originária (fls. 15/17), ainda mais por se tratar de ato cuja legalidade c conformação com Direito é presumida". - A decisão "originária" de fls. 15-17 foi pautada na correta hermenêutica do prazo deferido ao contribuinte para reaver o que recolhido a maior, o que nos casos em o tributo sujeita-se ao lançamento por homologação. A extinção do crédito tributário não ocorre com o pagamento, mas opera-se ao cabo de cinco anos de que dispõe o Fisco para homologar, expressa ou tacitamente, o recolhimento antecipado (sr 4°, art. 150, CTN), findo o qual só então passa a fluir o prazo destinado ao Contribuinte, estabelecido pelo indigitado art. 168 do CTN. Desse modo, é tempestivo o direito reivindicado na DCOMP, notadamente porque a "homologação fiscal" do pagamento antecipado feito, relativamente ao 2° trimestre de 1999, se deu de forma tácita em 08/2004, de modo que somente a partir daí passou a correr o prazo de cinco anos a que alude o art. 168 do CTN. - É equivocada a decisão de invalidar a declaração retificadora do ano calendário de 1999, eis que é 'faculdade" do Contribuinte de promover espontaneamente a correção dos elementos informativos já oferecidos ao Órgão, possibilitando a determinação da base do imposto e a operação correta do lançamento. No caso, se deu conta, apos a lavratura dos Autos de Infração que havia incorrido em grave erro material quanto ao uso do coeficiente de determinação do seu lucro presumido. Sempre executou obras de construção civil por empreitada com o emprego de materiais diversos, de sua responsabilidade e propriedade, devendo ser tributado ao coeficiente de 8% e não de 32% como constou na declaração original. - A matéria atinente à correção do coeficiente da presunção do lucro não guarda nenhuma relação com a execução do trabalho do Agente lançador nos processos fiscais relacionados à compensação obstaculizada. Lamentavelmente, o Autuante quando da lavratura dos Autos de Infração não considerou os valores recolhidos a maior. Não cumpre ao AFRF somente adicionar parcelas eventualmente não tributadas, mas tem o compromisso de considerar os recolhimentos efetuados a maior. Assim, não cabe ao ilustre Delegado limitar o uso da retificação, dos elementos informados pelo sujeito passivo em suaS- declarações, salvo quando a retificação vise reduzir ou excluir 3 tributos, que só é admissivel mediante a comprovação do erro em que se funde e antes de notificado do lançamento. - O deferimento do direito à compensação obstaculizada não irá reduzir ou excluir os tributos objetos dos Autos de Infração, cuja matéria é dissociada daquela verificada na DIPJ retificadora, mas tão-somente provocar-lhes-á, se admitida, a extinção dos débitos tributários elencados na PER/DCOMP, conforme preconiza, expressamente, o inciso II do art.156 do CT1V. O erro material (determinação do coeficiente) de presunção não pode ser simplesmente ignorado, tampouco prevalecer à verdade material dos Atos, sendo licito concluir que a retificação da declaração é condição que se impõe, não tendo influência o fido de já ter sido notificado dos lançamentos. Cita comentários de Souto Maior Borges e entendimentos do Primeiro Conselho de Contribuintes. - O não atendimento do pleito se origina à equivocada percepção do AFRF de que na atividade de serviços de construção civil, o percentual de presunção do lucro é de 32%. Sem entrar no mérito do litígio, cabe destacar que o indébito do IRPJ está sendo objeto de apelo, com efeito suspensivo próprio (art. 151, III, do CTN), no Conselho de Contribuintes, conforme Recurso Voluntário anexo. Assim, o Delegado não tinha a menor condição jurídica de apreciar e julgar a questão, eis que lhe falta competência decisória para esse "desiderato". O procedimento correto seria aguardar a decisão de segunda instância e sobrestar o processo até que sobrevenha o veredicto definitivo sobre a reclamada validade dos indébitos concernentes ao 1RPJ recolhido a maior. Dos pedidos RECEBA a presente MANIFESTAÇÃO DE INCONFORMIDADE, e tendo presente todos os princípios insertos no art. 2°, da Lei 9.784/99 (legalidade, finalidade. motivação, razoabilidaale proporcionalidade moralidade ampla defesa, contraditório, segurança jurídica, interesse público e eficiência, (.), atuação conforme a lei e o Direito), somados, especialmente, ao que dispõe o parágrafo único, art. 60 do mesmo DIPLOMA PROCESSUAL, cic o art. 263, IV, "a" do CPC, DETERMINE A SUSPENSÃO (SOBRESTAMEN'TO) da lide, até que sobrevenha decisão definitiva do mérito nos RECURSOS VOLUNTÁRIOS n as. 156942 e 156978, cujo tramite se desenvolve perante a 3° CAI/IARA DO PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES ou, alternativamente, REMETA OS AUTOS à superior instância para julgamento conjunto com os PAFs correspondentes (11030.001839/2004-66 e 11030.001840/2004-91); II) Num segundo momento JULGUE (DECLARE) a validade da RETIFICA CAO da DIPJ ano-base 1999 e a licitude (legalidade) dos CRÉDITOS DE IRPJ (indébitos) resultantes das diferenças entre os percentuais de presunção do lucro tributável, nos anos- calendário compreendidos entre 1999 e 2004, tal como informado na DCOMP de fls. 02/12, homologando-se, conseguintemente, a compensação (repetição) formulada. 4 Processo n° 13027.000431/2004-51 81-TE02 Acórdão n° 1802-00.667 Fl, 262 III) Finalmente, nos termos da fundamentação, JULGUE (DECLARE)o "DESPACHO DECISÓRIO DRE/PFO, de 27 de ABRIL DE 2007" NULO E/OU IMPROCEDENTE, cassando-lhe os efeitos. A ia Turma da Delegacia da Receita Federal de Julgamento (DRJ/Santa Maria/RS) indeferiu o pleito da interessada, conforme decisão proferida mediante o venerando Acórdão n° 18-9.806 de 30 de outubro de 2008 (fls.224/233), cientificado ao interessado em 17/11/2008 (fl.237). A empresa interpôs recurso voluntário ao Conselho de Contribuintes, em 15/12/2008, fls.238/257. As razões de inconformidade da recorrente na peça recursal, são no essencial, as mesmas apontadas na sua impugnação, portanto desnecessário repeti-las diante da transcrição acima relatada. Pelos mesmos fundamentos aduzidos na manifestação de inconformidade a recorrente requer à fl.257 : A par do que dispõe o parágrafo único, art. 60, da Lei n° 9784/99 —subsidiariamente aplicável ao Dec. 70.235/72 no que for omisso -, c/c o art. 265, IV, 'a' do CPC, DETERMINE A SUSPENSÃO (SOBRESTA1VIENTO) da lide, até que sobrevenha decisão definitiva de mérito nos RECURSOS VOLUNTÁRIOS n's 156942 (11030.001839/2004-66) e 156978 (11030.001840/2004-91), cujo trâmite se desenvolve perante a 3° CC. desse EG. PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES-DF; II) Num segundo momento reforme o acórdão monocrático para JULGAR (DECLARAR) a validade da RETIFICAÇÃO da DIPJ ano-base 1999 e a licitude (legalidade) dos CRÉDITOS DE IRPJ (indébitos) resultantes das diferenças entre os percentuais de presunção do lucro tributável, nos anos-calendário compreendidos entre 1999 e 2004, tal como informado na DCOMP de fls. 02/12, homologando-se, conseguintemente, a compensação (repetição) formulada. III) Finalmente, nos termos da fundamentação, JULGUE (DECLARE) o 'DESPACHO DECISÓRIO DRF/PFO, DE 27 DE ABRIL DE 2007, NULO, INVÁLIDO E/OU IMPROCEDENTE, cassando-lhe os efeitos. É o relatório. 5 Voto Conselheira Relatora, Ester Marques Lins de Sousa O recurso voluntário é tempestivo e preenche os requisitos de admissibilidade previstos no Decreto n° 70.235/72, dele conheço. De início faço referência aos processos n os 11030.001839/2004-66 e 11030.001840/2004-91, considerando que a recorrente requer o sobrestamento da lide objeto dos presentes autos até o julgamento dos recursos n° 156.942 e n° 156.978 relativos aos processos acima, respectivamente. Ainda que incabível tal instituto de sobrestamento no âmbito do processo administrativo, diante dos princípios que os rege, cumpre informar que tais recursos foram julgados mediante os acórdãos, respectivos, n° 1201-00078 e n° 1201-00067, datados de 14/05/2009. Observo que nos mencionados julgados foram acolhidos os argumentos de decadência no que tange aos fatos geradores ocorridos no 1° e 2° trimestres de 1999 em relação ao IRPJ e à CSLL. Feitas tais considerações, passemos à análise do suposto direito creditório de que trata o presente processo de Declaração de Compensação de fls. 01/02, apresentada em 20/10/2004, na qual o Contribuinte pretende seja reconhecido o crédito de R$ 30.977,45, referente a pagamento a maior ou indevido de IRPJ, efetuado em 30/07/1999, para compensar débitos de CSLL lançados de oficio no processo n° 11030.001840/2004-91, acima mencionado, períodos de apuração de 09/1999 e 12/1999, nos valores de R$ 2.998,17 e R$23 .821,33, respectivamente. A autoridade competente da DRF em Passo Fundo, RS, proferiu o Despacho Decisório, de 25 de novembro de 2004 (fls. 15/17), reconhecendo o direito creditório no valor de R$ 30.977,45, homologando as compensações declaradas pelo Contribuinte. Posterioimente, a mesma autoridade administrativa, revendo de oficio o seu ato proferiu novo Despacho Decisório de 27 de abril de 2007, de fls. 137 a 145, que substituiu o primeiro. No Despacho de fls. 137-145, não foi reconhecido o direito creditório pleiteado pelo Contribuinte, nem homologadas as compensações declaradas, sob o argumento de que o direito ao referido crédito já havia decaído. Segundo o mencionado Despacho, o prazo para o aproveitamento do crédito havia se esgotado em 01 de agosto de 2004, eis que o pagamento a maior do IRPJ, considerado pelo Contribuinte, foi efetuado em 30/07/1999 (fl. 12). A recorrente discorda da revisão de oficio do Despacho Decisório de fls. 15/17, proferido pela autoridade competente da DRF em Passo Fundo, RS. Nesse ponto, não vejo como prosperar a argumentação da recorrente, pois, no controle da legalidade, a autoridade tem o poder-dever de rever seus próprios atos. O artigo 63, 6 Art. 168. O direito de pleitear a restituição extingue-se com o decurso do prazo de 5 (cinco) anos, contados: I — nas hipóteses dos incisos I e II do artigo 165, da data extinção do crédito tributário; Processo n° 13027000431/2004-51 81-TE02 Acórdão m° 1802-00.667 FL 263 § 2°, da Lei n° 9784/99, prevê a revisão do ato administrativo do ato ilegal desde que não operada a preclusão administrativa. Não estando presente a preclusão, que é o caso, a autoridade administrativa proferiu novo despacho decisório em substituição ao anterior com fundamento nos artigos 165 e 168 da Lei n° 5.172/66 (Código Tributário Nacional — CTN). No que tange ao prazo para pleitear a restituição, a Recorrente afirma, no essencial, que a decisão de primeiro grau está equivocada em manter o despacho decisório, na medida em que o direito de pleitear a restituição de tributo pago indevidamente ou a maior, desde que sujeito a lançamento por homologação (como é o caso do IRPJ) é de 05 anos contados da data que houve a homologação expressa ou tácita. Portanto, a Recorrente defende a tese dos dez anos ("5+5"). O litígio decorre da decisão administrativa que manteve o indeferimento do suposto direito à restituição de R$ 30.912,00 relativo a saldo de pagamentos a titulo de Imposto de Renda pago a maior em 30/07/1999, sob o código 2089. A decisão de primeira instância indeferiu o pedido da recorrente fundamentada nos artigos 156, 165,1, e 168, I, do Código Tributário Nacional, por entender que o direito de pedir a restituição do mencionado valor pago em 30/07/1999, já havia sido alcançado pela decadência em 21/10/2004 (f1.01). Indubitavelmente, o prazo para se pleitear restituição ou compensação de tributo pago indevidamente ou a maior que o devido, inicia-se na data do pagamento, conforme disposição contida no art. 165, inciso I, combinada com o art. 168, caput, e inciso I, todos do Código Tributário Nacional, verbis: Art. 165. O sujeito passivo tem direito, independentemente de prévio protesto, à restituição total ou parcial do tributo, seja qual for à modalidade do seu pagamento, ressalvado o disposto no sÇ 4' do artigo 162, nos seguintes casos: I — cobrança ou pagamento espontâneo de tributo indevido ou maior que o devido em face da legislação tributária aplicável, ou da natureza ou circunstâncias materiais do fato gerador efetivamente ocorrido; II — erro na edificação do sujeito passivo, na determinação da aliquota aplicável, no cálculo do montante do débito ou na elaboração ou conferência de qualquer documento relativo ao pagamento; III — reforma, anulação, revogação ou rescisão de decisão condenató ria. 7 Quanto à tese aventada pela Recorrente em relação ao prazo decadencial,que entendo como prescricional, não obstante a jurisprudência do STJ trazida aos autos, e, ainda, considerando o aspecto não vinculante desta, partilho do entendimento de que o alcance da noiina consagrada pelo art. 168, inciso I, do CTN, que por sua vez dispõe sobre a contagem do prazo prescricional para o pedido de restituição de valores pagos a maior ou indevidamente, nas hipóteses do art. 165, inciso I, do CTN, somente pode ser entendido se contarmos 5 (cinco) anos da data da extinção do crédito tributário, ou seja, da data em que se considerou o pagamento indevido ou maior. Segue-se do arrazoado que não é da homologação do pagamento, expresso ou tácito, que flui o prazo prescricional de cinco anos, senão do pagamento a maior, que no caso de suposto pagamento a maior em 30/07/1999, poderia ser requerida a restituição ou procedida a compensação, na mesma data, 30 de julho de 1999. Não pode o contribuinte a seu talante ter a seu favor a tese dos 10 anos para alargar o prazo prescricional que se expirou para os fins de pedir a restituição/compensação em razão de sua inércia. Assim, o direito de postular a restituição do suposto pagamento a maior do IRPJ efetuado em 30/07/1999, teve seu termo inicial na mesma data e o termo final no dia 30/07/2004. Formulado o pedido de restituição/compensação somente em 21/10/2004, mediante a apresentação do Pedido de Restituição/Compensação, tendo-se presente ainda que a DIPJ/2000 (Retificadora) somente fora apresentada em 20/10/2004, fl.28, caracterizada está a prescrição, no que se aplica o disposto no artigo 168, inciso I, do Código Tributário Nacional — CTN, e por conseqüência indeferir o pedido de restituição, mantendo-se a decisão recorrida. Quanto aos débitos lançados de oficio (processo n° 11030.001840/2004-91) períodos de apuração 09/1999 e 12/1999, nos valores de R$ 2.998,17 e R$23.821,33, objeto da compensação pleiteada, verifico que o mencionado processo teve o recurso n° 156.978 julgado mediante o Acórdão n° 1201-00067 de 14/05/2009, cabendo a autoridade administrativa (DRF em Passo Fundo, RS) adotar o venerando Acórdão. Diante do exposto, voto no sentido de NEGAR provimento ao recurso voluntário. E‘er N44;e6e~e-Soud 8
score : 1.0
Numero do processo: 13847.000004/2004-10
Turma: Segunda Câmara
Seção: Terceiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Thu Feb 28 00:00:00 UTC 2008
Data da publicação: Thu Feb 28 00:00:00 UTC 2008
Ementa: IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE TERRITORIAL RURAL - ITR
Exercício: 1995
VÍCIO FORMAL. NOVO LANÇAMENTO. DECADÊNCIA.
O prazo para a emissão de novo lançamento foi observado, uma vez que a definitividade da decisão do processo originário só veio a ocorrer em 2003, com o julgamento do recurso especial, interposto pela Procuradoria da Fazenda Nacional, e o nova notificação de lançamento foi efetivada no mesmo ano de 2003.
RECURSO VOLUNTÁRIO NEGADO.
Numero da decisão: 302-39.314
Decisão: ACORDAM os membros da segunda câmara do terceiro conselho de contribuintes, por unanimidade de votos, rejeitar a preliminar de decadência arguida pela recorrente e no mérito, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do relator.
Matéria: ITR - notific./auto de infração eletrônico - outros assuntos
Nome do relator: CORINTHO OLIVEIRA MACHADO
1.0 = *:*
toggle all fields
materia_s : ITR - notific./auto de infração eletrônico - outros assuntos
dt_index_tdt : Fri Oct 08 01:09:55 UTC 2021
anomes_sessao_s : 200802
ementa_s : IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE TERRITORIAL RURAL - ITR Exercício: 1995 VÍCIO FORMAL. NOVO LANÇAMENTO. DECADÊNCIA. O prazo para a emissão de novo lançamento foi observado, uma vez que a definitividade da decisão do processo originário só veio a ocorrer em 2003, com o julgamento do recurso especial, interposto pela Procuradoria da Fazenda Nacional, e o nova notificação de lançamento foi efetivada no mesmo ano de 2003. RECURSO VOLUNTÁRIO NEGADO.
turma_s : Segunda Câmara
dt_publicacao_tdt : Thu Feb 28 00:00:00 UTC 2008
numero_processo_s : 13847.000004/2004-10
anomes_publicacao_s : 200802
conteudo_id_s : 6473932
dt_registro_atualizacao_tdt : Thu Sep 16 00:00:00 UTC 2021
numero_decisao_s : 302-39.314
nome_arquivo_s : 30239314_13847000004200410_200802.pdf
ano_publicacao_s : 2008
nome_relator_s : CORINTHO OLIVEIRA MACHADO
nome_arquivo_pdf_s : 13847000004200410_6473932.pdf
secao_s : Terceiro Conselho de Contribuintes
arquivo_indexado_s : S
decisao_txt : ACORDAM os membros da segunda câmara do terceiro conselho de contribuintes, por unanimidade de votos, rejeitar a preliminar de decadência arguida pela recorrente e no mérito, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do relator.
dt_sessao_tdt : Thu Feb 28 00:00:00 UTC 2008
id : 4620423
ano_sessao_s : 2008
atualizado_anexos_dt : Fri Oct 08 09:04:05 UTC 2021
sem_conteudo_s : N
conteudo_txt : Metadados => pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.4; xmp:CreatorTool: Xerox WorkCentre 5755; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; dcterms:created: 2013-05-15T17:36:11Z; dc:format: application/pdf; version=1.4; pdf:docinfo:creator_tool: Xerox WorkCentre 5755; access_permission:fill_in_form: true; pdf:encrypted: false; Content-Type: application/pdf; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; meta:creation-date: 2013-05-15T17:36:11Z; created: 2013-05-15T17:36:11Z; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 5; Creation-Date: 2013-05-15T17:36:11Z; pdf:charsPerPage: 0; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; producer: Xerox WorkCentre 5755; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: Xerox WorkCentre 5755; pdf:docinfo:created: 2013-05-15T17:36:11Z | Conteúdo =>
_version_ : 1713041755974139904
score : 1.0
Numero do processo: 10240.000715/2003-44
Turma: Segunda Câmara
Seção: Terceiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Wed Oct 17 00:00:00 UTC 2007
Data da publicação: Wed Oct 17 00:00:00 UTC 2007
Numero da decisão: 302-01.417
Decisão: RESOLVEM os Membros da Segunda Câmara do Terceiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, converter o julgamento em
diligencia à Repartição de Origem, nos termos do voto da relatora.
Matéria: ITR - Multa por atraso na entrega da Declaração
Nome do relator: ROSA MARIA DE JESUS DA SILVA COSTA DE CASTRO
1.0 = *:*
toggle all fields
materia_s : ITR - Multa por atraso na entrega da Declaração
dt_index_tdt : Fri Oct 08 01:09:55 UTC 2021
anomes_sessao_s : 200710
turma_s : Segunda Câmara
dt_publicacao_tdt : Wed Oct 17 00:00:00 UTC 2007
numero_processo_s : 10240.000715/2003-44
anomes_publicacao_s : 200710
conteudo_id_s : 5999472
dt_registro_atualizacao_tdt : Thu Apr 08 00:00:00 UTC 2021
numero_decisao_s : 302-01.417
nome_arquivo_s : 30201417_10240000715200344_17102007.PDF
ano_publicacao_s : 2007
nome_relator_s : ROSA MARIA DE JESUS DA SILVA COSTA DE CASTRO
nome_arquivo_pdf_s : 10240000715200344_5999472.pdf
secao_s : Terceiro Conselho de Contribuintes
arquivo_indexado_s : S
decisao_txt : RESOLVEM os Membros da Segunda Câmara do Terceiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, converter o julgamento em diligencia à Repartição de Origem, nos termos do voto da relatora.
dt_sessao_tdt : Wed Oct 17 00:00:00 UTC 2007
id : 4622851
ano_sessao_s : 2007
atualizado_anexos_dt : Fri Oct 08 09:04:48 UTC 2021
sem_conteudo_s : N
_version_ : 1713041756004548608
conteudo_txt : Metadados => date: 2013-09-11T14:06:04Z; pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 1; pdf:PDFVersion: 1.6; pdf:docinfo:title: ; xmp:CreatorTool: CNC PRODUÇÃO; Keywords: ; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; subject: ; dc:creator: CNC Solutions; dcterms:created: 2013-09-11T14:06:04Z; Last-Modified: 2013-09-11T14:06:04Z; dcterms:modified: 2013-09-11T14:06:04Z; dc:format: application/pdf; version=1.6; xmpMM:DocumentID: uuid:bb6f68c2-0195-4c16-9ece-3e143ae8bbaf; Last-Save-Date: 2013-09-11T14:06:04Z; pdf:docinfo:creator_tool: CNC PRODUÇÃO; access_permission:fill_in_form: true; pdf:docinfo:keywords: ; pdf:docinfo:modified: 2013-09-11T14:06:04Z; meta:save-date: 2013-09-11T14:06:04Z; pdf:encrypted: false; modified: 2013-09-11T14:06:04Z; cp:subject: ; pdf:docinfo:subject: ; Content-Type: application/pdf; pdf:docinfo:creator: CNC Solutions; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; creator: CNC Solutions; meta:author: CNC Solutions; dc:subject: ; meta:creation-date: 2013-09-11T14:06:04Z; created: 2013-09-11T14:06:04Z; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 4; Creation-Date: 2013-09-11T14:06:04Z; pdf:charsPerPage: 991; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; meta:keyword: ; Author: CNC Solutions; producer: CNC Solutions; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: CNC Solutions; pdf:docinfo:created: 2013-09-11T14:06:04Z | Conteúdo => • JUDIT Presiden CA C1 A ARAL MARCONDES ARMAN • MINISTÉRIO DA FAZENDA TERCEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES SEGUNDA CÂMARA Processo n° Recurso n° Sessão de Recorrente Recorrida : 10240.000715/2003-44 : 129.501 : 17 de outubro de 2007 : LEME EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES LTDA. : DRJ-RECIFE/PE RESOLUÇÃO N-Q302-1.417 e Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. RESOLVEM os Membros da Segunda Camara do Terceiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, converter o julgamento em diligencia à Repartição de Origem, nos termos do voto da relatora. ROSA MARIA DE JESUS DA SILVA COSTA DE CASTRO Relator Participaram, ainda, do presente julgamento, os Conselheiros: Elizabeth Emilio de Moraes Chieregatto, Corintho Oliveira Machado, Luciano Lopes de Almeida Moraes, Marcelo Ribeiro Nogueira e Mercia Helena Trajano D'Amorim. Ausente o Conselheiro Paulo Affonseca de Barros Faria Júnior. Esteve presente a Procuradora da Fazenda Nacional Paula Cintra de Azevedo Aragdo. t M C Processo n° : 10240.000715/2003-44 Resolução n° : 302-1.417 RELATÓRIO Trata-se de lançamento fiscal pelo qual se exige da contribuinte em epígrafe (doravante denominada Interessada), o pagamento de multa por atraso na entrega da Declaração do Imposto Territorial Rural (DITR), referente ao exercício 1998, no valor de R$ 2.808,00 (dois mil oitocentos e oito reais). Em recurso tempestivo, a Interessada alega que o Auto de Infração, cujo valor serviu de base para a imposição da multa exigida, foi regularmente impugnado não possuindo, até aquela data, decisão definitiva. Portanto, conclui, não há base para apuração do valor exigido. III Em 24 de agosto de 2006, o julgamento do feito foi convertido em diligência, nos seguintes termos: "(..) voto no sentido de sobrestar o julgamento deste recurso até o transito em julgado do recurso principal. Assim, este processo deverá ser devolvido a repartição de origem, mediante diligência, para que este la aguarde o termo final do processo principal. Após, apensando-se o processo principal, tornem os autos para julgamento por esta Camara." Em 17 de maio de 2007, a Seção de Controle e Acompanhamento Tributário, da DRF em Porto Velho/RO, proferiu o seguinte despacho: "Em decorrência do Memorando GAB/3" CC N" 115 de 19.04.2007 e informação em tela Comprot as fls. 63, proponho o encaminhamento do presente processo ao 3" Conselho de Contribuintes (01120468), para as providencias necessárias." • E o relatório. Processo n° : 10240.000715/2003-44 Resolução n° : 302-1.417 VOTO Conselheira Rosa Maria de Jesus da Silva Costa de Castro, Relatora Presentes todos os requisitos para a admissibilidade do presente recurso, corroborando sua tempestividade, bem corno, tratando-se de matéria da competência deste Colegiado, conheço do mesmo. Corno visto, trata-se de retorno de diligência pela qual foi determinado que, em função de a obrigação acessória decorrer do valor exigido em Auto de Infração apartado (pelo qual se exige o valor principal), o presente feito somente poderia ser julgado após o "transito em julgado" daquele (processo n° 10240.001235/2002-10). A legislação mencionada no citado Auto de Infração em julgamento (ainda vigente), prevê o que segue: "Art. 7" No caso de apresenta cão espontânea do DIAC fora do prazo estabelecido pela Secretaria da Receita Federal, será cobrada multa de I% (um por cento) ao mês ou fração sobre o imposto devido não inferior a R$50,00 (cinqüenta reais), sem prejuízo da multa c dos juros de mora pela falta ou insuficiência de recolhimento do imposto ou quota." Ainda, segundo explicitado no voto condutor do Acórdão n° 301- 33.676, emanado da Primeira Camara do Terceiro Conselho de Contribuintes, que julgou o feito principal (processo n° 10240.001235/2002-10), foi dado provimento parcial ao pleito da Interessada: • "Diante do exporto, DOU PROVIMENTO PARCIAL ao Recurso Voluntário, para que sejam excluídas da base de cálculo do 1TR, a área de 7.138,10 ha., classificada como de utilização limitada, por encontrar-se na Zona 4, conforme Lei Complementar le. 52/1991 do Estado de Rondônia e a área de 86,37 ha., localizada fora da área de utilização limitada, classificadas como de preservação permanente." Ora, nos termos da legislação em vigor, a multa pelo atraso na entrega da Declaração do ITR deverá levar em consideração o montante efetivamente devido a titulo de imposto. Assim sendo, em tese, o presente lançamento já deveria ter seu valor reduzido para se adequar ao montante mantido por aquele órgão de julgamento. Processo n° : 10240.000715/2003-44 Resolução n° : 302-1.417 Ocorre que, conforme se evidencia pelo andamento processual do processo principal, retirado do sitio do Conselho de Contribuintes (www.conselhos.fazenda.gov.br ), verifico que o processo principal ainda não teve urn deslinde final, pois ainda pende de Recurso Especial protocolizado pela própria Interessada: 12/02/2007 - Colocado em Pauta, Data Sessão: 28/02/2007 - 09:00, Tipo Pauta: NORMAL, ORDINÁRIA 28/02/2007 - Decisão/Ementa - Acórdão 1\1°: 301-33676 - PPU 28/02/2007 - Decisão/Ementa - Acórdão 1\1°: 301-33676 - PPU 01/03/2007 - Em Formalização Corn 0 Relator, Conselheiro: LUIZ ROBERTO DOMINGO 16/04/2007 - Em Formalização Para Edição De Texto, Camara: PRIMEIRA CAMARA 18/04/2007 - Em Formalização Aguardando Assinatura Do Relator, Câmara: PRIMEIRA CAMARA 27/04/2007 - Em Formalização Aguardando Assinatura Do Presidente, Camara: PRIMEIRA CAMARA 02/05/2007 - Formalizado Aguardando Ciência Do Procurador Da Fazenda Nacional, Camara: PRIMEIRA CAMARA 22/05/2007 - Formalizado Aguardando Ciência Do Procurador Da Fazenda Nacional, Procurador: José Carlos Brochini 23/05/2007 - Formalizado Na Secretaria, Câmara: PRIMEIRA CÂMARA 31/05/2007 - Para Expedição, Seção: SEPAP 01/06/2007 - Expedido, Órgão: DRF-PORTO VELHO/RO 19/09/2007 - Retorno Com Recurso Especial (contribuinte), Câmara: PRIMEIRA C 'AMARA 20/09/2007 - Para Exame De Admissibilidade De Recurso Especial, Seção: ASSESSORIA TÉCNICA. Assim sendo, em consonância com o que já foi decidido por esta Camara voto no sentido de converter o julgamento em diligência para "sobrestar o julgamento deste recurso até o trânsito em julgado do recurso principal. ASS1171, este processo deverá ser devolvido a repartição de origem, mediante diligência, para que este lá aguarde o termo final do processo principal. Após, apensando-se o processo principal, tornem os autos para julgamento por esta Camara." Sala das Sessões, m 17 de outub o de 2007 a ia a 3/0 ROSA MAI1A DE JESUS DA SILVA COSTA DE CASTRO Relatora 4
score : 1.0
