Numero do processo: 16327.003896/2003-97
Turma: Sétima Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Wed Jan 25 00:00:00 UTC 2006
Data da publicação: Wed Jan 25 00:00:00 UTC 2006
Numero da decisão: 107-00.578
Decisão: RESOLVEM os Membros da Sétima Câmara do Primeiro Conselho de
Contribuintes, por unanimidade de votos, CONVERTER o julgamento do recurso em diligência, nos termos do voto do relator.
Nome do relator: Natanael Martins
Numero do processo: 10166.001849/2006-65
Turma: Quarta Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Fri Sep 12 00:00:00 UTC 2008
Data da publicação: Fri Sep 12 00:00:00 UTC 2008
Ementa: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA FÍSICA - IRPF
Exercício: 2005
MULTA POR ATRASO NA ENTREGA DA DECLARAÇÃO DE AJUSTE ANUAL - CONTRIBUINTE DESOBRIGADO DE DECLARAR - SÓCIO OU TITULAR DE EMPRESA CONSIDERADA INAPTA - Descabe a aplicação da multa
prevista no art. 88, inciso II, da Lei n° 8.981, de 1995, quando o contribuinte, estando desobrigado de apresentar a declaração, o
faz, todavia, fora do prazo. A participação de pessoa fisica no
quadro societário de empresa como sócio ou titular não a obriga a
apresentar declaração de ajuste anual, quando a empresa em
questão figura nos cadastros da Secretaria da Receita Federal
como inapta.
Recurso provido.
Numero da decisão: 104-23.487
Decisão: ACORDAM os Membros da Quarta Câmara do Primeiro Conselho de
Contribuintes, por unanimidade de votos, DAR provimento ao recurso, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado.
Matéria: IRPF- auto infração - multa por atraso na entrega da DIRPF
Nome do relator: Pedro Paulo Pereira Barbosa
Numero do processo: 13510.000029/2001-72
Turma: Quinta Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Thu Aug 12 00:00:00 UTC 2004
Data da publicação: Thu Aug 12 00:00:00 UTC 2004
Numero da decisão: 105-01.195
Decisão: RESOLVEM os Membros da Quinta Câmara do Primeiro Conselho de
Contribuintes, por unanimidade de votos, CONVERTER o julgamento em diligência, nos termos do voto do relator.
Nome do relator: José Clóvis Alves
Numero do processo: 10480.013779/96-00
Turma: Quinta Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Wed Apr 14 00:00:00 UTC 1999
Data da publicação: Wed Apr 14 00:00:00 UTC 1999
Ementa: IRPF - GLOSA DAS DESPESAS MÉDICAS - Para fazer jus as
deduções previstas na legislação do Imposto de Renda, faz-se
necessária a comprovação com documentação hábil e idôneo a
efetiva entrega dos recursos ou a prestação dos referidos serviços.
Recurso negado.
Numero da decisão: 102-43709
Decisão: ACORDAM os Membros da Segunda Câmara do Primeiro Conselho
de Contribuintes, por unanimidade de votos, NEGAR provimento ao recurso, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado.
Nome do relator: Valmir Sandri
Numero do processo: 10680.003128/93-02
Turma: Quinta Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Tue Oct 13 00:00:00 UTC 1998
Data da publicação: Tue Oct 13 00:00:00 UTC 1998
Ementa: IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE - O resultado verificado
no processo matriz será o aplicável ao procedimento reflexo.
Numero da decisão: 105-12598
Decisão: ACORDAM os Membros da Quinta Câmara do Primeiro Conselho de
Contribuintes, por maioria de votos, ACOLHER a preliminar suscitada pelo
contribuinte, para excluir a exigência, em virtude de ter decaído o direito de a
Fazenda Pública constituir o crédito tributário, nos termos do relatório e voto que
passam a integrar o presente julgado. Vencidos os Conselheiros Charles Pereira
Nunes, Alberto Zouvi (suplente convocado) e Verinaldo Henrique da Silva, que
rejeitavam a preliminar suscitada e analisavam o mérito do litígio.
Nome do relator: Afonso Celso Mattos Lourenço
Numero do processo: 10140.001286/94-07
Turma: Sétima Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Tue Sep 17 00:00:00 UTC 1996
Data da publicação: Tue Sep 17 00:00:00 UTC 1996
Ementa: IRPF - RENDIMENTOS - OMISSÃO - ACRÉSCIMO PATRIMONIAL A
DESCOBERTO - É tributável, na declaração do contribuinte, o acréscimo
patrimonial apurado pelo fisco, cuja origem não seja justificada. JUROS DE
MORA - TRD - Os juros serão cobrados à taxa de 1% (um por cento) ao mas ou
fração, se a lei não dispuser em contrário (CTN, art.161, parágrafo primeiro).
Disposição em contrário viria a ser estabelecida pela Medida Provisória rir. 298,
de 29.07.91 (DOU de 30.07.91), a qual viria a ser convertida na Lei nr. 8.218,
de 29.08.91, publicada no DOU de 30, seguinte, a qual estabeleceu a taxa de
juros no mesmo percentual da variação da TRD. Admissivel, portanto, a
exigência de juros de mora pela mesmas taxas da TRD a partir de 01 de agosto
de 1991, vedada sua retroação a 04 de fevereiro de 1991.
Numero da decisão: 106-08245
Decisão: ACORDAM os Membros da Sexta Câmara do Primeiro Conselho de
Contribuintes, por unanimidade de votos, negar provimento ao recurso de oficio e por unanimidade
de votos, dar provimento parcial ao recurso voluntário, para excluir da exigência parcela de
acréscimo de rendimento da atividade rural e o encargo da TRD relativo ao período de fevereiro a
julho de 1991, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado.
Nome do relator: Mário Albertino Nunes
Numero do processo: 10865.001459/99-17
Turma: Terceira Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Thu Oct 16 00:00:00 UTC 2008
Data da publicação: Thu Oct 16 00:00:00 UTC 2008
Numero da decisão: 103-01892
Decisão: Por maioria de votos, converter o julgamento em diligência, nos termos da proposta do voto vencedor. Vencidos Conselheiros Leonardo (Relator) e Alexandre que davam parcial provimento ao recurso. Designado Conselheiro Bezerra para redigir voto vencedor.
Nome do relator: Leonardo de Andrade Couto
Numero do processo: 10480.005992/91-99
Turma: Primeira Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Fri May 12 00:00:00 UTC 2000
Data da publicação: Fri May 12 00:00:00 UTC 2000
Ementa: I.R.P.J. — CONTRIBUIÇÃO PARA O PROGRAMA DE
INTEGRAÇÃO SOCIAL - PIS — Reconhecido o direito à isenção
do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica, é devida a contribuição
para o Programa de Integração Social PIS, a ser efetivada com
recursos próprios, tendo por base o Imposto de Renda, como se
devido fosse, exigência não alcançada por aquele favor fiscal.
Recurso conhecido e não provido.
Numero da decisão: 101-93.071
Decisão: ACORDAM os Membros da Primeira Câmara do Primeiro Conselho de
Contribuintes, por unanimidade de votos, NEGAR provimento, ao recurso, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado.
Nome do relator: Sebastião Rodrigues Cabral
Numero do processo: 10380.003738/91-93
Turma: Oitava Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Wed Aug 20 00:00:00 UTC 1997
Data da publicação: Wed Aug 20 00:00:00 UTC 1997
Ementa: NORMAS PROCESSUAIS - PRAZO - IMPUGNAÇÃO
INTEMPESTIVA - A impugnação apresentada fora do prazo
previsto no artigo 15 do Decreto n° 70235/72, dela não se toma
conhecimento.
RECURSO NEGADO.
Numero da decisão: 108-04485
Decisão: Por unanimidade de votos, NEGAR provimento ao recurso.
Nome do relator: Maria do Carmo Soares Rodrigues de Carvalho
Numero do processo: 10508.000208/95-70
Turma: Oitava Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Tue Dec 03 00:00:00 UTC 1996
Data da publicação: Tue Dec 03 00:00:00 UTC 1996
Ementa: IRPJ - CONTRATOS DE MÚTUO - VARIAÇÃO -
MONETÁRIA ATIVA - Os recursos transferidos para
coligadas ficam sujeitos à atualização monetária, para
neutralfrar a correção devedora sobre o mesmo valor que,
escrituralmente, não foi baixado do Patrimônio Liquido, e
lá permanece sendo corrigido, embora os recursos não
mais estejam na empresa.
IRPJ - DESPESAS E CUSTOS INDEDUTIVEL - Legitima
a glosa sobre variação cambial passiva reconhecida em
excesso, assim como indevido o reconhecimento de quotas
de depreciação para investimentos em linha telefônica.
IRPJ - LUCRO INFLACIONÁRIO - A não consideração
das variações monetárias passivas para cálculo do lucro
inflacionário, possibilita o diferimento indevido de sua
tributação, sujeito à revisão e glosa pela fiscalização.
IRPJ - CORREÇÃO MONETÁRIA DE BALANÇO - Os
valores registrados como investimentos em outras empresas
e aquisição de bens imóveis ficam sujeitos à correção
monetária de balanço.
CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO - Por força
da suspensão da execução do art. 8o, da lei 7.689/88, pela
Resolução nr. 11/95, do Senado Federal, publicada no
DOU de 12.04.95, é indevida a cobrança da contribuição
social sobre o resultado 31.12.88.
PIS-FATURAMENTO - Não é devida a contribuição do
PIS sobre a variação monetária ativa incidente sobre os
contratos de mútuo com coligadas.
RECURSO PARCIALMENTE PROVIDO.
Numero da decisão: 108-03799
Decisão: ACORDAM os Membros da Oitava Câmara do Primeiro Conselho de
Contribuintes, por unanimidade de votos, REJEITAR a preliminar argüida e, no
mérito, por maioria de votos, dar provimento parcial ao recurso, para cancelar as
exigências relativas à contribuição social sobre o lucro e à contribuição para o PIS,
nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado. Vencido o
Conselheiro Luiz Alberto Cava Maceira que também excluía da base de cálculo do
IRPJ as receitas de variações monetárias ativas.
Nome do relator: José Antônio Minatel
