Numero do processo: 13210.000068/2001-54
Turma: Oitava Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Thu Dec 06 00:00:00 UTC 2007
Data da publicação: Thu Dec 06 00:00:00 UTC 2007
Numero da decisão: 108-00.475
Decisão: RESOLVEM os Membros da Oitava Câmara do Primeiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, CONVERTER o julgamento em diligência, nos termos do voto do Relator.
Nome do relator: Orlando José Gonçalves Bueno
Numero do processo: 10480.004260/93-15
Turma: Oitava Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Wed Apr 15 00:00:00 UTC 1998
Data da publicação: Wed Apr 15 00:00:00 UTC 1998
Ementa: IRPJ - DESPESAS - DEDUTIlIDADE - Nada impede que o
contribuinte aproprie como despesas parcelas de multa e juros
de mora, no ano em que pagas, a despeito de se referirem ao
ICM do ano anterior, recolhido fora do prazo, mormente não
gerado nenhum prejuízo para o Fisco.
IRPJ - LUCRO DA EXPLORAÇÃO - VARIAÇÃO
MONETÁRIA DE MÚTUOS A PESSOAS LIGADAS - O valor
da adição determinada pelo art. 21 do Decreto-lei 2.065/83 deve
ser admitido no cálculo do Lucro da Exploração para gozo de
incentivos de redução ou isenção do imposto de renda, por ter
como objetivo neutralizar a correção monetária reconhecida
sobre o grupo de contas que identifica a origem dos recursos,
integrando-se aos procedimentos da correção monetária de
balanço.
IRPJ - LUCRO DA EXPLORAÇÃO - AJUSTES POR
DIMINUIÇÃO NO VALOR DE INVESTIMENTOS
AVALIADOS PELO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - A falta de
adição desta parcela ao lucro liquido do exercício, na
determinação do lucro real, não gera conseqüência na área do
imposto de renda para empresa que goza do beneficio da
isenção, uma vez que a mesma parcela deve ser adicionada ao
referido lucro liquido para fins de apuração do lucro da
exploração
IRPJ - LUCRO DA EXPLORAÇÃO - CORREÇÃO
MONETÁRIA CREDORA CALCULADA A MENOR - Esta
irregularidade não resulta em exigência de imposto de renda
para empresa isenta, pois, se é certo que reduz o lucro líquido do
exercício, e em conseqüência o lucro real, o lucro da exploração
restará diminuído do mesmo valor.
PIS/DEDUÇÃO DO IR - Esta contribuição deve ser calculada à
razão de 5% sobre o imposto de renda devido ou como se devido
fosse, não sendo alcançada pelo incentivo fiscal da isenção do
imposto de renda.
CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO - O Senado
Federal, através da Resolução n° 11, de 1995 (D.O.0 de
12/04/95), suspendeu a execução do art. 80 da Lei n° 7.689, de
15/12/88. Assim, a contribuição social instituída por essa lei não
incide sobre os resultados apurados em 31/12/88.
TRD - INCIDÊNCIA - Somente a partir do início da vigência da
Medida Provisória n° 298, de 29/07/91, posteriormente
convertida na Lei n° 8.218, de 29/08/91, incidem juros de mora
equivalentes à TRD sobre os débitos para com a Fazenda
Nacional.
Recurso parcialmente provido.
Numero da decisão: 108-05081
Decisão: ACORDAM os Membros da Oitava Câmara do Primeiro Conselho de
Contribuintes, por unanimidade de votos, DAR provimento parcial ao recurso, para considerar
indevidas as exigências do IRPJ e da contribuição social sobre o lucro e, do crédito tributário
remanescente, excluir o encargo da TRD excedente a 1% ao mês, no período de fevereiro a julho
de 1991, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado..
Nome do relator: Manoel Antônio Gadelha Dias
Numero do processo: 10768.005668/89-01
Turma: Oitava Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Mon Apr 12 00:00:00 UTC 1993
Data da publicação: Mon Apr 12 00:00:00 UTC 1993
Ementa: MÚTUO - ALCANCE DO ART. 21 DO DL-2065/83 - Em respeito
ao principio da legalidade estrita. tendo o
legislador utilizado-se do conceito unívoco de mútu
para definição da hipótese de incidência, a
aplicação do art. 21 do DL-2065/83 só ocorre quando
de mútuo se tratar.
Recurso provido.
Numero da decisão: 108-00066
Decisão: ACORDAM os Membros da Oitava Câmara do Primeiro Conselho
de Contribuintes, por maioria de votos, DAR provimento ao recurso,
nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado. Vencidos os Conselheiros Edson Vianna de Brito e Jackson Guedes Ferreira, que negavam provimento.
Nome do relator: Mário Junqueira Franco Júnior
Numero do processo: 11080.012411/94-48
Turma: Sétima Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Mon Aug 18 00:00:00 UTC 1997
Data da publicação: Mon Aug 18 00:00:00 UTC 1997
Numero da decisão: 106-00.942
Decisão: RESOLVEM os Membros da Sexta Câmara do Primeiro Conselho de
Contribuintes, por maioria de votos, converter o julgamento em diligência, nos termos do voto da Relatora. Vencidos os Conselheiros GENÉSIO DESCHAMPS, ROMEU BUENO DE CAMARGO e WILFRIDO AUGUSTO MARQUES.
Nome do relator: Ana Maria Ribeiro dos Reis
Numero do processo: 16327.004055/2003-05
Turma: Primeira Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Thu Mar 29 00:00:00 UTC 2007
Data da publicação: Thu Mar 29 00:00:00 UTC 2007
Numero da decisão: 101-02.604
Decisão: RESOLVEM os Membros da Primeira Câmara do Primeiro Conselho DE CONTRIBUINTES, por unanimidade de votos, CONVERTER o
julgamento em diligência, nos termos do voto do Relator.
Nome do relator: Caio Marcos Cândido
Numero do processo: 19515.001843/2006-55
Turma: Sexta Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Tue Dec 16 00:00:00 UTC 2008
Data da publicação: Tue Dec 16 00:00:00 UTC 2008
Numero da decisão: 106-01.463
Decisão: RESOLVEM os membros da Sexta Câmara do Primeiro Conselho de
Contribuintes, por unanimidade de votos, CONVERTER o julgamento em diligência, nos termos do voto da Conselheira Relatora.
Nome do relator: MARIA LÚCIA MONIZ DE ARAGÃ0 CALOMINO ASTORGA
Numero do processo: 10467.001376/91-82
Turma: Sétima Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Thu Feb 27 00:00:00 UTC 1997
Data da publicação: Thu Feb 27 00:00:00 UTC 1997
Ementa: IR - FONTE - DECORRÊNCIA - A decisão do processo-matriz
estende seus efeitos aos processos decorrentes.
Numero da decisão: 106-08649
Decisão: ACORDAM os Membros da Sexta Câmara do Primeiro Conselho de
Contribuintes, por maioria de votos, dar provimento parcial ao recurso, para ajustar a
exigência ao decidido no processo matriz, conforme Acórdão n° 106-08.582, de 24.02.97,
nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado. Vencido o
Conselheiro DIMAS RODRIGUES DE OLIVEIRA, que negava provimento em relação à
TRD, por considerar matéria ultra petita.
Nome do relator: Mário Albertino Nunes
Numero do processo: 13805.004376/98-57
Turma: Oitava Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Wed May 18 00:00:00 UTC 2005
Data da publicação: Wed May 18 00:00:00 UTC 2005
Numero da decisão: 108-00.270
Decisão: RESOLVEM os Membros da Oitava Câmara do Primeiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, CONVERTER o julgamento em
diligência, nos termos do voto do Relator.
Matéria: IRPF- restituição - rendim.isentos/não tributaveis(ex.:PDV)
Nome do relator: José Carlos Teixeira da Fonseca
Numero do processo: 10680.009714/00-81
Turma: Sexta Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Wed Jul 10 00:00:00 UTC 2002
Data da publicação: Wed Jul 10 00:00:00 UTC 2002
Ementa: IRPF - RESTITUIÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA - PROGRAMA DE
DESLIGAMENTO VOLUNTÁRIO - DECADÊNCIA - O início da
contagem do prazo de decadência do direito de pleitear a restituição
dos valores pagos, a título de imposto de renda sobre os montantes
pagos como incentivo pela adesão a programas de desligamento
voluntário - PDV, deve fluir a partir da data em que o contribuinte viu
reconhecido, pela administração tributária, o seu direito ao benefício
fiscal.
Decadência afastada.
Numero da decisão: 106-12769
Decisão: ACORDAM os Membros da Sexta Câmara do Primeiro Conselho de
Contribuintes, por unanimidade de votos, AFASTAR a decadência do direito de pedir
do recorrente e DETERMINAR a remessa dos autos à repartição de origem para
apreciação do mérito, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente
julgado.
Matéria: IRPF- auto infração - multa por atraso na entrega da DIRPF
Nome do relator: Thaisa Jansen Pereira
Numero do processo: 10680.002105/2004-87
Turma: Quinta Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Wed Nov 12 00:00:00 UTC 2008
Data da publicação: Wed Nov 12 00:00:00 UTC 2008
Ementa: ENTIDADES DE EDUCAÇÃO - PROCESSO
DECORRENTE - PIS - SUSPENSÃO DE IMUNIDADE -
Tendo sido cancelada a suspensão da imunidade no processo
principal, pela aplicação do instituto da decorrência processual tal decisão deve produzir efeitos nos processos decorrentes. Nas
instituições de educação, é devido o PIS incidente sobre a folha
de salários a teor do artigo 13, III, da MP n°2.158-35/2001.
Recurso voluntário conhecido e provido.
Numero da decisão: 105-17313
Decisão: ACORDAM os Membros da Quinta Câmara do Primeiro Conselho de
Contribuintes: por unanimidade de votos, DAR provimento ao recurso, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado. Vencido o Conselheiro Wilson Fernandes
Guimarães.
Nome do relator: José Carlos Passuello
