Numero do processo: 11128.004046/2009-24
Turma: Primeira Turma Ordinária da Terceira Câmara da Terceira Seção
Câmara: Terceira Câmara
Seção: Terceira Seção De Julgamento
Data da sessão: Tue Feb 23 00:00:00 UTC 2021
Data da publicação: Mon Apr 12 00:00:00 UTC 2021
Ementa: ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A IMPORTAÇÃO (II)
Exercício: 2009
DECLARAÇÃO DE IMPORTAÇÃO. RESTITUIÇÃO DE TRIBUTOS.
Tendo sido apresentado arcabouço probatório, consistindo em documentação idônea e suficiente para provar o direito, há que ser reconhecido o direito creditório, nos termos do artigo 165, I, do Código Tributário Nacional.
Numero da decisão: 3301-009.665
Decisão:
Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, dar provimento ao recurso voluntário pra reconhecer o direito creditório. Este julgamento seguiu a sistemática dos recursos repetitivos, sendo-lhes aplicado o decidido no Acórdão nº 3301-009.656, de 23 de fevereiro de 2021, prolatado no julgamento do processo 11128.003969/2009-69, paradigma ao qual o presente processo foi vinculado.
(documento assinado digitalmente)
Liziane Angelotti Meira Presidente Redatora
Participaram da sessão de julgamento os Conselheiros: Liziane Angelotti Meira (Presidente), Semíramis de Oliveira Duro, Marcelo Costa Marques d'Oliveira, , Marco Antonio Marinho Nunes, Salvador Cândido Brandão Junior. José Adão Vitorino de Morais, Sabrina Coutinho Barbosa (Suplente Convocada) e Ari Vendramini.
Nome do relator: LIZIANE ANGELOTTI MEIRA
Numero do processo: 10283.010310/2001-56
Data da sessão: Mon Mar 02 00:00:00 UTC 2009
Data da publicação: Mon Mar 02 00:00:00 UTC 2009
Ementa: Assunto: Imposto sobre a Renda Retido na Fonte - IRRF
Exercício: 1996
DECADÊNCIA — IMPOSTO DE RENDA — EXTINÇÃO DO CRÉDITO
TRIBUTÁRIO.
Nos casos de lançamento por homologação, o prazo decadencial para a
constituição do crédito tributário expira após cinco anos a contar da
ocorrência do fato gerador. O fato gerador do IRPF se perfaz em 31 de
dezembro de cada ano-calendário. Não ocorrendo a homologação expressa, o
crédito tributário é atingido pela decadência após cinco anos da ocorrência do
fato gerador (art. 150, § 40, do CTN).
Recurso especial negado.
Numero da decisão: 9304-00034
Decisão: ACORDAM os Membros da Quarta Turma da Câmara Superior de Recursos
Fiscais, por unanimidade de votos, NEGAR provimento ao recurso especial.
Nome do relator: Moisés Giacomelli Nunes da Silva
Numero do processo: 10711.002137/92-73
Turma: Primeira Câmara
Seção: Terceiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Tue Jun 25 00:00:00 UTC 1996
Numero da decisão: 301-01.061
Decisão: RESOLVEM os Membros da Primeira Câmara do Terceiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, converter o julgamento em diligência à Repartição de Origem, na forma do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado.
Nome do relator: JOÃO BAPTISTA MOREIRA
Numero do processo: 12689.000261/2010-05
Turma: Terceira Turma Extraordinária da Terceira Seção
Seção: Terceira Seção De Julgamento
Data da sessão: Tue Jan 23 00:00:00 UTC 2024
Ementa: REGIMES ADUANEIROS
Data do fato gerador: 12/11/2007
IMPOSTO SOBRE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS (IPI). MAJORAÇÃO DE ALÍQUOTA PELO DECRETO N° 6.225/07. ANTERIORIDADE NONAGESIMAL. POSSIBILIDADE
As alíquotas de IPI, submetem-se à majoração mediante ato do Poder Executivo, contudo ainda que a norma preveja vigência imediata, conforme previsto no artigo art. 150, III, “b” e “c” c/c, § 1º, CF, sua exigência submete-se ao princípio da anterioridade nonagesimal. Precedentes no STF na ADI 4661 MC/DF.
PIS-IMPORTAÇÃO E COFINS IMPORTAÇÃO. TRIBUTAÇÃO REFLEXA
INDEVIDA
Uma vez que a exigência de IPI nos termos apurados na autuação é indevida em razão do desrespeito à anterioridade nonagesimal, indevidos também PIS-IMPORTAÇÃO e COFINS-IMPORTAÇÃO por decorrem de tributação reflexa, uma vez que a alíquota do IPI compôs a forma utilizada para o montante das referidas contribuições.
Numero da decisão: 3003-002.422
Decisão: Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em dar provimento ao Recurso Voluntário
Nome do relator: KELI CAMPOS DE LIMA
Numero do processo: 10880.970244/2011-16
Turma: Segunda Turma Extraordinária da Terceira Seção
Seção: Terceira Seção De Julgamento
Data da sessão: Wed Jan 21 00:00:00 UTC 2026
Data da publicação: Mon Mar 02 00:00:00 UTC 2026
Ementa: Assunto: Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI
Período de apuração: 01/10/2009 a 31/12/2009
CERCEAMENTO DE DEFESA. INEXISTÊNCIA
A demonstração e a fundamentação constam expressamente no Termo de Início de Fiscalização (TIF) e no Demonstrativo de Débito Exigido (DDE), inexistindo qualquer cerceamento ao direito de defesa.
RESSARCIMENTO. ÔNUS DA PROVA
Ônus da prova quanto ao direito de ressarcimento é do contribuinte. Cabe ao Contribuinte apresentar Notas Fiscais e documentos contábeis aptos a comprovar eventual equívoco nas informações relativas aos CFOPs informados ou quanto à data da efetiva entrada dos produtos no estabelecimento. Os CFOPs utilizados referem-se a operações de entrada que não ensejam direito ao ressarcimento.
Numero da decisão: 3002-004.068
Decisão: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos.
Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em rejeitar a preliminar suscitada e, no mérito, em negar provimento ao Recurso Voluntário
Assinado Digitalmente
GISELA PIMENTA GADELHA DANTAS – Relator
Assinado Digitalmente
Renato Câmara Ferro Ribeiro de Gusmão – Presidente
Participaram da sessão de julgamento os Conselheiros Adriano Monte Pessoa, Gisela Pimenta Gadelha Dantas, Luiz Felipe de Rezende Martins Sardinha, Neiva Aparecida Baylon, Renata Casorla Mascareñas, Renato Câmara Ferro Ribeiro de Gusmão (Presidente)
Nome do relator: GISELA PIMENTA GADELHA
Numero do processo: 10882.900928/2013-94
Turma: Primeira Turma Extraordinária da Terceira Seção
Seção: Terceira Seção De Julgamento
Data da sessão: Mon Nov 24 00:00:00 UTC 2025
Data da publicação: Tue Jan 13 00:00:00 UTC 2026
Ementa: Assunto: Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI
Período de apuração: 01/04/2010 a 30/06/2010
PRESCRIÇÃO INTERCORRENTE DO PROCESSO ADMINSTRATIVO FISCAL.
As sumulas do C. CARF vinculam a todos os Conselheiros, sendo aplicável ao caso concreto a súmula nº 11 que impossibilita tal aplicação.
CRÉDITO DE IPI IMPORTAÇÃO. EXIGÊNCIA DE CNPJ.
Revela-se indevida a glosa de créditos decorrente da exigência de CNPJ de empresa fornecedora estrangeira desobrigada de manter registro ativo no CNPJ.
GLOSAS DE IPI EM DEVOLUÇÕES.
O RIPI/2010, no seu artigo 231, inciso II, alínea b, aponta o registro da devolução nos livros Registro de Entradas e Registro de Controle da Produção e do Estoque ou em sistema equivalente como condição ao direito de tomada de créditos.
CRÉDITO DE IPI SOBRE PEÇAS E PARTES DE IMOBILIZADO.
Partes e peças que integram máquinas e equipamentos não geram direito a tomada de créditos de IPI. (Tema 168 – E. STJ)
Numero da decisão: 3001-003.847
Decisão: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos.
Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, rejeitar a preliminar e, no mérito, em dar provimento parcial ao Recurso Voluntário, nos termos do voto do Relator.
Assinado Digitalmente
Daniel Moreno Castillo – Relator
Assinado Digitalmente
Luiz Carlos de Barros Pereira – Presidente
Participaram da sessão de julgamento os julgadores Daniel Moreno Castillo, Larissa Cassia Favaro Boldrin, Marco Unaian Neves de Miranda, Rachel Freixo Chaves (substituto[a] integral), Sergio Roberto Pereira Araujo, Luiz Carlos de Barros Pereira (Presidente).
Nome do relator: DANIEL MORENO CASTILLO
Numero do processo: 10314.000698/2004-15
Turma: Segunda Turma Ordinária da Terceira Câmara da Terceira Seção
Câmara: Terceira Câmara
Seção: Terceira Seção De Julgamento
Data da sessão: Mon Jan 29 00:00:00 UTC 2018
Data da publicação: Fri Mar 09 00:00:00 UTC 2018
Ementa: Assunto: Normas Gerais de Direito Tributário
Período de apuração: 01/07/2004 a 30/09/2004
MERCADORIA RETIDA NO CURSO DO DESPACHO ADUANEIRO. DESEMBARAÇO ADUANEIRO MEDIANTE GARANTIA DO VALOR INTEGRAL DO DÉBITO. DECISÃO DE PRIMEIRA INSTÂNCIA FAVORÁVEL. AUTORIZAÇÃO DO LEVANTAMENTO DA GARANTIA. POSSIBILIDADE. COMPETÊNCIA DO TITULAR DA UNIDADE DE ORIGEM.
A garantia prestada pelo importador, para fim de desembaraço aduaneiro de mercadoria retida no curso despacho aduaneiro de importação, exclusivamente em virtude de litígio, somente poderá ser levantada após a decisão definitiva do litígio. Entretanto, após a decisão de 1ª instância, total ou parcialmente, favorável ao sujeito passivo, se requerido pelo sujeito passivo o levantamento da garantia prestada será autorizado, pelo titular da unidade de origem na unidade de jurisdição, até limite do valor do crédito exonerado.
Assunto: Processo Administrativo Fiscal
Período de apuração: 01/07/2004 a 30/09/2004
EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. COMPROVADA A OMISSÃO. INTEGRAÇÃO DO JULGADO EMBARGADO. POSSIBILIDADE.
Acolhe-se parcialmente os embargos de declaração, para integrar julgado embargado e rerratificar parcialmente o acórdão embargado, com efeitos infringentes.
Embargos Acolhidos em Parte
Numero da decisão: 3302-004.959
Decisão: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos.
Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em acolher os embargos de declaração e, no mérito, por maioria de votos, em declinar da competência para deferir o levantamento da carta fiança, cabendo tal competência ao titular da unidade de origem e, por unanimidade de votos, em rejeitar o pedido de produção de prova pericial, rerratificando o acórdão embargado, vencido o Conselheiro José Fernandes quanto à matéria relativa à competência para deferir o levantamento da carta fiança. Designada a Conselheira Maria do Socorro Ferreira Aguiar para redigir o voto vencedor.
(assinado digitalmente)
Paulo Guilherme Déroulède - Presidente.
(assinado digitalmente)
José Fernandes do Nascimento - Relator.
(assinado digitalmente)
Maria do Socorro Ferreira Aguiar - Redatora Designada.
Participaram do julgamento os Conselheiros Paulo Guilherme Déroulède, Maria do Socorro Ferreira Aguiar, Walker Araújo, José Fernandes do Nascimento, Diego Weis Júnior, Jorge Lima Abud, Sarah Maria Linhares de Araújo Paes de Souza e José Renato Pereira de Deus.
Nome do relator: JOSE FERNANDES DO NASCIMENTO
Numero do processo: 10314.000968/2011-17
Turma: Primeira Turma Ordinária da Terceira Câmara da Terceira Seção
Câmara: Terceira Câmara
Seção: Terceira Seção De Julgamento
Data da sessão: Wed Jan 29 00:00:00 UTC 2014
Data da publicação: Thu May 22 00:00:00 UTC 2014
Ementa: Assunto: Normas de Administração Tributária
Período de apuração: 10/12/2004 a 29/07/2007
RECURSO DE OFÍCIO. CRÉDITO TRIBUTÁRIO. EXCLUSÃO. REGIME DRAWBACK. REQUISITOS. CUMPRIMENTO.
Correta a exoneração do crédito pela autoridade julgadora de primeira sob o fundamento de que as condições estabelecidas no regime especial de drawback foram cumpridas.
Recurso de Ofício Negado.
Numero da decisão: 3301-002.172
Decisão: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos.
Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em negar provimento ao recurso de ofício, nos termos do voto do Relator. Fez sustentação oral pela recorrente o advogado Henrique Fernandes de Brito Costa, OAB/SP 276788.
(assinado digitalmente)
Rodrigo da Costa Pôssas - Presidente
(assinado digitalmente)
José Adão Vitorino de Morais - Relator
Participaram da sessão de julgamento os conselheiros: Rodrigo da Costa Possas, Maria Teresa Martínez López, José Adão Vitorino de Morais, Antônio Lisboa Cardoso, Andrada Márcio Canuto Natal e Bernardo Motta Moreira.
Nome do relator: JOSE ADAO VITORINO DE MORAIS
Numero do processo: 10735.903833/2012-35
Turma: Primeira Turma Ordinária da Terceira Câmara da Terceira Seção
Câmara: Terceira Câmara
Seção: Terceira Seção De Julgamento
Data da sessão: Thu Jun 21 00:00:00 UTC 2018
Data da publicação: Fri Sep 14 00:00:00 UTC 2018
Numero da decisão: 3301-000.689
Decisão: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos, resolvem os membros do colegiado, por maioria de votos, em CONVERTER o julgamento em diligência, nos termos do voto do relator. Vencidos os Conselheiros Marcelo Costas Marques D'Oliveira, Semíramis de Oliveira Duro e Valcir Gassen. Fez sustentação oral o pa\trono do contribuinte Dr. Maurício de Carvalho Bueno, OB/SP 196.729.
assinado digitalmente
Winderley Morais Pereira - Presidente.
Assinado digitalmente
Ari Vendramini - Relator
Participaram da sessão de julgamento os conselheiros: Winderley Morais Pereira (Presidente), Liziane Angelotti Meira, Marcelo Costa Marques D'Oliveira, Antonio Carlos Cavalcanti Filho, Semiramis de Oliveira Duro, Valcir Gassen, Salvador Cândido Brandão Junior, Ari Vendramini (Relator)
Nome do relator: ARI VENDRAMINI
Numero do processo: 16024.000242/2007-40
Turma: Primeira Turma Ordinária da Terceira Câmara da Primeira Seção
Câmara: Terceira Câmara
Seção: Primeira Seção de Julgamento
Data da sessão: Wed Dec 05 00:00:00 UTC 2012
Ementa: PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL
Ano-calendário: 2002
DECADÊNCIA IPI
Para os tributos sujeitos a lançamento por homologação, em caso de fraude, o termo inicial para a contagem da decadência ocorre no primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o
lançamento poderia ter sido efetuado.
MULTA QUALIFICADA FRAUDE
Utilizar contacorrente de pessoa física para movimentar os recursos da empresa e não escriturar estes recursos,
associada a não apresentação da escrituração, denota intenção de ocultar da autoridade fazendária fatos jurídicos tributários, para eximir se do pagamento do tributo, justificando a aplicação da multa qualificada.
JUROS DE MORA A partir de 1º de abril de 1995, os juros moratórios incidentes sobre débitos tributários administrados pela Secretaria da Receita Federal são devidos, no período de inadimplência, à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e Custódia SELIC (Súmula CARF nº 4).
PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL INCONSTITUCIONALIDADE ARGÜIÇÃO
O CARF não é competente para se pronunciar sobre a inconstitucionalidade de lei tributária (Súmula CARF nº 2).
CERCEAMENTO DO DIREITO DE DEFESA Comprovado nos autos que
o contribuinte teve oportunidade de comprovar a origem dos depósitos que constaram de planilha demonstrativa no qual estão discriminados individualizadamente, e constando claramente da descrição dos fatos e enquadramento legal do auto de infração, bem como do relatório de fiscalização que o acompanha os fundamentos de fato e de direito que o fundamentam, não prospera a alegação de cerceamento de direito de defesa.
IMPOSTO SOBRE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS IPI OMISSÃO DE RECEITAS PRESUNÇÃO LEGAL Consideram-se provenientes de vendas não registradas as omissões de receitas apuradas, cuja origem não seja comprovada.
IPI LANÇAMENTO DE OFÍCIO DECORRENTE OMISSÃO DE RECEITAS Aplica-se
ao julgamento do litígio relativo ao IPI o decidido em relação à omissão de receitas objeto do lançamento de IRPJ, do qual é tratado como decorrente.
Preliminares Rejeitadas. Recurso Voluntário Negado Provimento.
Numero da decisão: 1301-001.115
Decisão: ACORDAM os membros da 3ª Câmara / 1ª Turma Ordinária da PRIMEIRA SEÇÃO DE JULGAMENTO, por unanimidade de votos, em afastar as preliminares suscitadas e negar provimento ao recurso nos termos do voto do Relator.
Matéria: IPI- ação fiscal - omissão receitas (apurada no IRPJ)
Nome do relator: Valmir Sandri
