Busca Facetada
Turma- Terceira Câmara (29,283)
- Segunda Câmara (27,810)
- Primeira Câmara (25,087)
- Segunda Turma Ordinária d (18,060)
- Primeira Turma Ordinária (16,521)
- Primeira Turma Ordinária (16,450)
- Primeira Turma Ordinária (16,356)
- 3ª TURMA/CÂMARA SUPERIOR (16,296)
- Segunda Turma Ordinária d (16,086)
- Segunda Turma Ordinária d (14,557)
- Primeira Turma Ordinária (13,115)
- Primeira Turma Ordinária (12,614)
- Segunda Turma Ordinária d (12,545)
- Primeira Turma Ordinária (11,521)
- Quarta Câmara (11,514)
- Quarta Câmara (85,954)
- Terceira Câmara (68,506)
- Segunda Câmara (57,351)
- Primeira Câmara (21,646)
- 3ª SEÇÃO (16,296)
- 2ª SEÇÃO (11,359)
- 1ª SEÇÃO (6,891)
- Pleno (788)
- Sexta Câmara (302)
- Sétima Câmara (172)
- Quinta Câmara (133)
- Oitava Câmara (123)
- Terceira Seção De Julgame (128,647)
- Segunda Seção de Julgamen (116,088)
- Primeira Seção de Julgame (77,944)
- Primeiro Conselho de Cont (49,053)
- Segundo Conselho de Contr (48,969)
- Câmara Superior de Recurs (38,142)
- Terceiro Conselho de Cont (25,980)
- IPI- processos NT - ressa (5,020)
- Outros imposto e contrib (4,458)
- PIS - ação fiscal (todas) (4,062)
- IRPF- auto de infração el (3,972)
- PIS - proc. que não vers (3,963)
- IRPJ - AF - lucro real (e (3,943)
- Cofins - ação fiscal (tod (3,868)
- Simples- proc. que não ve (3,681)
- IRPF- ação fiscal - Dep.B (3,045)
- IPI- processos NT- créd.p (2,251)
- IRPF- ação fiscal - omis. (2,215)
- Cofins- proc. que não ver (2,102)
- IRPJ - restituição e comp (2,088)
- Finsocial -proc. que não (1,996)
- IRPF- restituição - rendi (1,991)
- Não Informado (56,432)
- GILSON MACEDO ROSENBURG F (5,612)
- RODRIGO DA COSTA POSSAS (4,442)
- WINDERLEY MORAIS PEREIRA (4,273)
- CLAUDIA CRISTINA NOIRA PA (4,256)
- PEDRO SOUSA BISPO (4,201)
- HELCIO LAFETA REIS (3,911)
- ROSALDO TREVISAN (3,243)
- CHARLES MAYER DE CASTRO S (3,219)
- MARCOS ROBERTO DA SILVA (3,150)
- Não se aplica (2,937)
- PAULO GUILHERME DEROULEDE (2,875)
- RODRIGO LORENZON YUNAN GA (2,769)
- WILDERSON BOTTO (2,683)
- LIZIANE ANGELOTTI MEIRA (2,636)
- 2020 (41,088)
- 2021 (35,847)
- 2019 (30,961)
- 2018 (26,046)
- 2024 (25,923)
- 2012 (23,622)
- 2023 (22,477)
- 2014 (22,376)
- 2013 (21,088)
- 2011 (20,979)
- 2025 (19,673)
- 2010 (18,059)
- 2008 (17,137)
- 2017 (16,841)
- 2026 (16,301)
- 2009 (69,612)
- 2020 (39,854)
- 2021 (34,153)
- 2019 (30,463)
- 2023 (25,918)
- 2024 (23,872)
- 2014 (23,412)
- 2018 (23,139)
- 2026 (20,525)
- 2025 (19,745)
- 2013 (16,584)
- 2017 (16,398)
- 2008 (15,520)
- 2006 (14,857)
- 2022 (13,225)
Numero do processo: 11075.002270/90-18
Turma: Primeira Câmara
Seção: Terceiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Mon Jun 16 00:00:00 UTC 1997
Ementa: PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL.
Recurso Especial da Fazenda Nacional sobre matéria inexistente na
decisão recorrida nem cogitada na autuação.
Recurso ineficaz por falta de objeto: Não conhecido.
Numero da decisão: CSRF/03-02.611
Decisão: ACORDAM os Membros da Terceira Turma da Câmara Superior de Recursos Fiscais, por unanimidade de votos, NÃO CONHECER do recurso, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado.
Nome do relator: JOÃO HOLANDA COSTA
1.0 = *:*
toggle all fields
dt_index_tdt : Sat May 14 09:00:03 UTC 2022
anomes_sessao_s : 199706
ementa_s : PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL. Recurso Especial da Fazenda Nacional sobre matéria inexistente na decisão recorrida nem cogitada na autuação. Recurso ineficaz por falta de objeto: Não conhecido.
turma_s : Primeira Câmara
numero_processo_s : 11075.002270/90-18
conteudo_id_s : 6603096
dt_registro_atualizacao_tdt : Wed May 11 00:00:00 UTC 2022
numero_decisao_s : CSRF/03-02.611
nome_arquivo_s : Decisao_110750022709018.pdf
nome_relator_s : JOÃO HOLANDA COSTA
nome_arquivo_pdf_s : 110750022709018_6603096.pdf
secao_s : Terceiro Conselho de Contribuintes
arquivo_indexado_s : S
decisao_txt : ACORDAM os Membros da Terceira Turma da Câmara Superior de Recursos Fiscais, por unanimidade de votos, NÃO CONHECER do recurso, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado.
dt_sessao_tdt : Mon Jun 16 00:00:00 UTC 1997
id : 9322553
ano_sessao_s : 1997
atualizado_anexos_dt : Sat May 14 12:53:00 UTC 2022
sem_conteudo_s : N
_version_ : 1732806217018900480
conteudo_txt : Metadados => date: 2009-07-06T02:24:07Z; pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.6; pdf:docinfo:title: ; xmp:CreatorTool: CNC PRODUÇÃO; Keywords: ; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; subject: ; dc:creator: CNC Solutions; dcterms:created: 2009-07-06T02:24:07Z; Last-Modified: 2009-07-06T02:24:07Z; dcterms:modified: 2009-07-06T02:24:07Z; dc:format: application/pdf; version=1.6; Last-Save-Date: 2009-07-06T02:24:07Z; pdf:docinfo:creator_tool: CNC PRODUÇÃO; access_permission:fill_in_form: true; pdf:docinfo:keywords: ; pdf:docinfo:modified: 2009-07-06T02:24:07Z; meta:save-date: 2009-07-06T02:24:07Z; pdf:encrypted: false; modified: 2009-07-06T02:24:07Z; cp:subject: ; pdf:docinfo:subject: ; Content-Type: application/pdf; pdf:docinfo:creator: CNC Solutions; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; creator: CNC Solutions; meta:author: CNC Solutions; dc:subject: ; meta:creation-date: 2009-07-06T02:24:07Z; created: 2009-07-06T02:24:07Z; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 4; Creation-Date: 2009-07-06T02:24:07Z; pdf:charsPerPage: 1142; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; meta:keyword: ; Author: CNC Solutions; producer: CNC Solutions; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: CNC Solutions; pdf:docinfo:created: 2009-07-06T02:24:07Z | Conteúdo => 4f_ft;.** MINISTÉRIO DA FAZENDA CÂMARA SUPERIOR DE RECURSOS FISCAIS "(L14,, 1,441 TERCEIRA TURMA Processo n°. :11075.002270/90-18 Recurso n°. : RP/301-0.364 Matéria : CLASSIFICAÇÃO. Recorrente : FAZENDA NACIONAL Recorrida : 1 a . CÂMARA DO 3 a . CONSELHO DE CONTRIBUINTES Sujeito Passivo : VITEC PAMPA VIDROS LTDA. Sessão de ": 16 ED JUNHO Lr-JE 1 997 Acórdão n°. : CSRF/03-02.611 PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL. Recurso Especial da Fazenda Nacional sobre matéria inexistente na decisão recorrida nem cogitada na autuação. Recurso ineficaz por falta de objeto: Não conhecido. Vistos relatados e discutidos os presentes autos de recurso interposto pela Fazenda Nacional. ACORDAM os Membros da Terceira Turma da Câmara Superior de Recursos Fiscais, por unanimidade de votos, NÃO CONHECER do recurso, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado. ISON PEIRARODRIGUES PRESIDENTE J0 7 0 • ANDA COSTA LATOR FORMALIZADO EM: 1 JtJLv.,1t.j, Participaram, ainda, do presente julgamento, os Conselheiros Carlos Alberto Gonçalves Nunes, Moacyr Eloy de Medeiros, Fausto de Freitas e Castro Neto, Henrique Prado Megda, Ubaldo Campello Neto e Nilton Luís Bartoli. MINISTÉRIO DA FAZENDA CÂMARA SUPERIOR DE RECURSOS FISCAIS Processo n°. : 11075.002270/90-18 Acórdão n°. : CSRF/03-02.611 Recurso n°. : RP/301-0.364 Recorrente : FAZENDA NACIONAL RELATÓRIO Recorre a Fazenda Nacional, por seu Procurador, à Câmara Superior de Recursos Fiscais, da decisão da 1a. Câmara do 3o. Conselho de Contribuintes, contida no Acórdão n°. 301-26.875, de 27 de fevereiro da 1.992 que, por maioria de votos, deu provimento ao recurso voluntário do sujeito passivo, para considerar que a definição a respeito do processo de produção de vidros flotados ou vazados exigiria perícia técnica a qual, porém, não foi produzida. Esclareceu-se ainda que a distinção entre vidros flotados e vidro vazado de boa qualidade é quase impossível de fazer-se a olho nu e sem a interveniência de um perito já que o polimento ou a calandragem (ou ambos) quase sempre ocorrem no processo de fabricação afetando as duas faces no processo de vazamento ou apenas uma face no processo de flotação, É preciso, portanto, pesquisar as marcas quase imperceptíveis deixadas pelo cilindro ou pelo polimento e determinar se as mesmas ocorreram numa ou em ambas as faces da chapa ou folha de vidro. O processo fiscal teve início em revisão aduaneira das declarações de importação, havendo o Auditor-Fiscal entendido que, segundo as NESH, o vidro flotado tem um processo de fabricação próprio e não é vazado, polido ou desbastado. O auto de Infração foi para denegar a alíquota negociada no âmbito da ALADI - Acordo de Alcance Parcial 01, firmado entre Brasil e Argentina. • A declaração de votos tem a seguinte conclusão: "Pelo exposto entendemos que: 1. Na guia de importação e Declaração de Importação consta uma discriminação inadequada mas que após sua análise concluímos descrever o vidro vazado MINISTÉRIO DA FAZENDA CÂMARA SUPERIOR DE RECURSOS FISCAIS Processo n°. : 11075.002270/90-18 Acórdão n°. : CSRF/03-02.611 2. O vidro flotado é diferente do vidro vazado; 3. No Acordo de Alcance Parcial n. 01 somente está negociado o vidro flotado; 4. Se o vidro importado era vazado, o produto não tem direito ao beneficio do AAP n. 01; 5. Se as declarações do importador na Dl e GI estão incorretas e o vidro importado é flotado ou "floating", o produto beneficiado da redução da alíquota do imposto, porém, o importador terá cometido as infrações de declaração indevida e importação ao desamparo de Guia" O recurso especial da Fazenda nacional tem o seguinte teor: • "Merece reparo, "data venia", a r Decisão proferida no Ac. 301-26875, dando provimento ao recurso, para excluir a imposição das multas previstas nos Artigos 524 e 526, II do Regulamento Aduaneiro, em desacordo com a Lei e com o Parecer Normativo CST n. 477/88, itens 9 e 10. Para não ser repetitiva, a Recorrente invoca como razões do presente recurso a informação fiscal e decisão de Primeira Instância (fls. e fls. do Processo Administrativo ) como se aqui transcritos estivessem, e a eles, sob "venia", remete os ínclitos Julgadores. Ante o exposto e invocando os suplementos jurídicos dos eminentes julgadores, a Fazenda Nacional espera e confia que ao presente recurso será dado provimento para restaurar as multas dos artigos 524 e 526, li do Regulamento Aduaneiro, aplicada ao Recorrido, em homenagem ao direito e à JUSTIÇA." • Nas contra-razões, diz a empresa que o fisco não trouxe ao processo prova alguma da alegada infração fiscal e espera seja mantida a decisão ora recorrida. É o Relatório. MINISTÉRIO DA FAZENDA CÂMARA SUPERIOR DE RECURSOS FISCAIS Processo n°. : 11075.002270/90-18 Acórdão n°. : CSRF/03-02.611 VOTO Conselheiro, Relator João Holanda Costa. A rigor, o RP (Recurso do Procurador da Fazenda Nacional ) versa unicamente sobre a exclusão das multas dos Art. 524 e 526, II do RA. Conforme, porém, os demonstrativos de fls. 02/07, o crédito tributário exigido é composto de IPI, juros de mora do IPI e a multa do art. 364, II do RIPI (fls. 02/04); imposto de importação, juros de mora de II e multa de mora do II (fls. 05/07), nada existindo quanto às multas trazidas no RP. Nestas condições, resulta ineficaz o Recurso Especial por falta de objeto, razão pela qual deixo de tomar conhecimento Sala das Sessões, em 16 de junho de 1.997 7a a/ÁL/ J0 - 0 OLANDA COSTA Page 1 _0000200.PDF Page 1 _0000300.PDF Page 1 _0000400.PDF Page 1
score : 1.0
Numero do processo: 12269.004471/2008-91
Turma: Terceira Turma Ordinária da Quarta Câmara da Segunda Seção
Câmara: Quarta Câmara
Seção: Segunda Seção de Julgamento
Data da sessão: Tue Aug 14 00:00:00 UTC 2012
Ementa: CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS PREVIDENCIÁRIAS
Período de apuração: 01/08/2004 a 30/06/2007
EXCLUSÃO DO SIMPLES. RE 627543. SOBRESTAMENTO.
OCORRÊNCIA.
Ocorrendo uma das situações previstas nos parágrafos 1o e 2o do art. 62-A, deve o processo ficar sobrestado até julgamento do Recurso Extraordinário pelo STF.
Recurso Voluntário Não Conhecido
Numero da decisão: 2403-001.554
Decisão: ACORDAM os membros do Colegiado, por maioria de votos, não conhecer do recurso em razão da Súmula 1 do RICARF. Vencido o conselheiro Paulo Maurício Pinheiro Monteiro.
Nome do relator: MARCELO MAGALHAES PEIXOTO
1.0 = *:*
toggle all fields
dt_index_tdt : Sat May 14 09:00:03 UTC 2022
anomes_sessao_s : 201208
camara_s : Quarta Câmara
ementa_s : CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS PREVIDENCIÁRIAS Período de apuração: 01/08/2004 a 30/06/2007 EXCLUSÃO DO SIMPLES. RE 627543. SOBRESTAMENTO. OCORRÊNCIA. Ocorrendo uma das situações previstas nos parágrafos 1o e 2o do art. 62-A, deve o processo ficar sobrestado até julgamento do Recurso Extraordinário pelo STF. Recurso Voluntário Não Conhecido
turma_s : Terceira Turma Ordinária da Quarta Câmara da Segunda Seção
numero_processo_s : 12269.004471/2008-91
conteudo_id_s : 5219506
dt_registro_atualizacao_tdt : Tue May 10 00:00:00 UTC 2022
numero_decisao_s : 2403-001.554
nome_arquivo_s : Decisao_12269004471200891.pdf
nome_relator_s : MARCELO MAGALHAES PEIXOTO
nome_arquivo_pdf_s : 12269004471200891_5219506.pdf
secao_s : Segunda Seção de Julgamento
arquivo_indexado_s : S
decisao_txt : ACORDAM os membros do Colegiado, por maioria de votos, não conhecer do recurso em razão da Súmula 1 do RICARF. Vencido o conselheiro Paulo Maurício Pinheiro Monteiro.
dt_sessao_tdt : Tue Aug 14 00:00:00 UTC 2012
id : 4573577
ano_sessao_s : 2012
atualizado_anexos_dt : Sat May 14 12:52:44 UTC 2022
sem_conteudo_s : N
_version_ : 1732806217020997632
conteudo_txt : Metadados => pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.4; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 6; dc:format: application/pdf; version=1.4; pdf:charsPerPage: 1636; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; access_permission:fill_in_form: true; pdf:encrypted: true; access_permission:can_modify: true; Content-Type: application/pdf | Conteúdo => S2C4T3 Fl. 1 1 S2C4T3 MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS SEGUNDA SEÇÃO DE JULGAMENTO Processo nº 12269.004471/200891 Recurso nº 000.000 Voluntário Acórdão nº 2403001.554 – 4ª Câmara / 3ª Turma Ordinária Sessão de 14 de agosto de 2012 Matéria CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA Recorrente INSELETRO COMÉRCIO DE EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS LTDA Recorrida FAZENDA NACIONAL ASSUNTO: CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS PREVIDENCIÁRIAS Período de apuração: 01/08/2004 a 30/06/2007 EXCLUSÃO DO SIMPLES. RE 627543. SOBRESTAMENTO. OCORRÊNCIA. Ocorrendo uma das situações previstas nos parágrafos 1o e 2o do art. 62A, deve o processo ficar sobrestado até julgamento do Recurso Extraordinário pelo STF. Recurso Voluntário Não Conhecido Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. ACORDAM os membros do Colegiado, por maioria de votos, não conhecer do recurso em razão da Súmula 1 do RICARF. Vencido o conselheiro Paulo Maurício Pinheiro Monteiro. Carlos Alberto Mees Stringari Presidente Marcelo Magalhães Peixoto Relator Participaram, do presente julgamento, os Conselheiros Carlos Alberto Mees Stringari, Ivacir Júlio de Souza, Maria Anselma Coscrato dos Santos, Marcelo Magalhães Peixoto, Paulo Maurício Pinheiro Monteiro e Ewan Teles Aguiar. Fl. 209DF CARF MF Impresso em 27/09/2012 por RECEITA FEDERAL - PARA USO DO SISTEMA CÓ PI A Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001 Autenticado digitalmente em 19/09/2012 por CLAUDIA DOLORES ROSA, Assinado digitalmente em 21/09/2012 por MARCELO MAGALHAES PEIXOTO, Assinado digitalmente em 27/09/2012 por CARLOS ALBERTO MEES STRINGAR I 2 Relatório Tratase de Auto de Infração – AI nº 37.203.1498 lavrado no valor de R$ 108.046,11 (cento e oito e mil, quarenta e seis reais e onze centavos), no período de 08/2004 a 06/2007, por ter deixado de recolher contribuições da empresa sobre o total das remunerações pagas, devidas ou creditadas aos segurados empregados, que destinamse a outras Entidades e fundos (FNDE, INCRA, SEBRAE, SENAC e SESC). No relatório fiscal consta transcrito, in verbis: “4 Os créditos constituídos neste Auto de InfraçãoAI, destinamse a outras Entidades e Fundos (FNDE, INCRA, SEBRAE, SENAC e SESC) e referemse às contribuições da empresa sobre o total das remunerações pagas, devidas ou creditadas aos segurados empregados. Tais créditos foram constituídos em decorrência da exclusão do Contribuinte do Sistema Integrado de Pagamentos de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte SIMPLES, com efeitos a partir de 01.01.2002 pelo ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO D R F/PO A nr.123, de 05.06.2007. 5 O fato gerador da obrigação para outras entidades e fundos foi apurado com base na remuneração dos segurados empregados, lançados nas folhas de pagamento.” DA IMPUGNAÇÃO Inconformada com o lançamento, a empresa contestou o presente auto de infração por meio do instrumento de fls. 62/71. DA DECISÃO DA DRJ Após analisar os argumentos da Recorrente, a 6ª Turma da Delegacia da Receita do Brasil de Julgamento em Porto AlegreRS, prolatou o ACÓRDÃO N° 1031.316, de fls. 171/176, mantendo procedente lançamento, conforme ementa que abaixo se transcreve, verbis: “ASSUNTO: CONTRIBUICOES SOCIAIS PREVIDENCIARIAS Período de apuração: 01/08/2004 a 30/06/2007 AI Debcad n° 37.203.1498 AUTO DE INFRAÇÃO. OBRIGAÇÃO PRINCIPAL. EXCLUSÃO DO SIMPLES. CERCEAMENTO DE DEFESA. ALEGAÇÕES DE INCONSTITUCIONALIDADE E ILEGALIDADE. TERCEIROS. SALÁRIO EDUCAÇÃO. INCRA. ACRÉSCIMOS LEGAIS. O contribuinte está sujeito às normas de tributação aplicáveis às demais pessoas jurídicas a partir do período em que se processarem os efeitos da exclusão do Simples. Não há que se falar em cerceamento de defesa quando o procedimento fiscal obedece ao princípio da legalidade, sendo prestadas todas as informações Fl. 210DF CARF MF Impresso em 27/09/2012 por RECEITA FEDERAL - PARA USO DO SISTEMA CÓ PI A Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001 Autenticado digitalmente em 19/09/2012 por CLAUDIA DOLORES ROSA, Assinado digitalmente em 21/09/2012 por MARCELO MAGALHAES PEIXOTO, Assinado digitalmente em 27/09/2012 por CARLOS ALBERTO MEES STRINGAR I Processo nº 12269.004471/200891 Acórdão n.º 2403001.554 S2C4T3 Fl. 2 3 necessárias ao sujeito passivo, possibilitando que este exerça plenamente o seu direito à defesa. Não cabe à instância administrativa pronunciarse acerca da legalidade e/ou da constitucionalidade das normas inseridas no ordenamento jurídico. É legítima a cobrança da contribuição social do salárioeducação, tanto no período anterior como após a edição da Lei n° 9.424/1996. As contribuições sociais destinadas ao INCRA não foram extintas pela Lei n° 8.212/1991. As contribuições sociais pagas com atraso ficam sujeitas a juros e multa, ambos de caráter irrelevável. Impugnação Improcedente Crédito Tributário Mantido” DO RECURSO Inconformada, a empresa interpôs, tempestivamente, Recurso Voluntário de fls. 184/190, requerendo a reforma total do Acórdão da DRJ, com os seguintes argumentos: Preliminar de suspensão do processo A recorrente lança preliminar de suspensão do processo em face de existir processo judicial de matéria idêntica da travada nos autos aguardando julgamento no STF, qual seja a manutenção no regime do simples nacional. Alega o processo estar jub judice no STF através do RE 637277, aguardando reconhecimento em sede de repercussão geral do processo nº 627543. Que caso seja julgado procedente, cairá por terra à impugnação proposta e solucionará a lide. Empresa do simples Alega a empresa que preencheu a GFIP como optante do simples por não ter ciência que havia sido excluído de tal regime tributário e dessa forma teria sido violado os princípios da ampla defesa e contraditório, bem como do devido processo legal. A recorrente acrescenta que a fundamentação da autuação não esclarece o porquê da exclusão da empresa do regime do SIMPLES, apenas mencionando “pendências não resolvidas”, bem como não haveria ocorrido a discriminação dos débitos ensejadores da exclusão do referido regime. Multa confiscatória Que pelo que se verifica foi aplicada multa não razoável, desproporcional ao ato infringido, capaz de prejudicar a capacidade econômica e financeira da Recorrente. Que é vedado o confisco pela Constituição Federal em seu art. 150, IV, ou seja, inconstitucional. Traz decisão do STF sobre a relevação ou redução da multa, quando esta assumir efeito confiscatório. Alega que o valor acrescido pelas multas é excessivamente oneroso e que poderia haver a redução desde que demonstrado a desproporcionalidade entre a penalidade Fl. 211DF CARF MF Impresso em 27/09/2012 por RECEITA FEDERAL - PARA USO DO SISTEMA CÓ PI A Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001 Autenticado digitalmente em 19/09/2012 por CLAUDIA DOLORES ROSA, Assinado digitalmente em 21/09/2012 por MARCELO MAGALHAES PEIXOTO, Assinado digitalmente em 27/09/2012 por CARLOS ALBERTO MEES STRINGAR I 4 aplicada e sua consequência jurídica. Assim evidencia o princípio da proporcionalidade ante à vedação do confisco. Do Pedido Requer seja dado provimento o recurso para julgar improcedente o auto de infração em sua totalidade, ou, ao menos para reduzir o percentual de multa aplicada. É o relatório. Fl. 212DF CARF MF Impresso em 27/09/2012 por RECEITA FEDERAL - PARA USO DO SISTEMA CÓ PI A Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001 Autenticado digitalmente em 19/09/2012 por CLAUDIA DOLORES ROSA, Assinado digitalmente em 21/09/2012 por MARCELO MAGALHAES PEIXOTO, Assinado digitalmente em 27/09/2012 por CARLOS ALBERTO MEES STRINGAR I Processo nº 12269.004471/200891 Acórdão n.º 2403001.554 S2C4T3 Fl. 3 5 Voto Conselheiro Marcelo Magalhães Peixoto, Relator DA TEMPESTIVIDADE Conforme fls. 182 e 184 o Recurso Voluntário é tempestivo e reúne os pressupostos de admissibilidade. Portanto, dele tomo conhecimento. PRELIMINARMENTE Em sede preliminar a Recorrente requer a suspensão do feito ao argumento de que a questão relativa ao Simples Nacional está sendo discutida no STF por meio do RE 637277, atualmente suspenso em face do reconhecimento da Repercussão Geral da matéria no RE 627543. Consultando o RE 627543, que teve reconhecida a sua Repercussão Geral pelo STF, verificase a seguinte ementa verbis: EMENTA TRIBUTÁRIO. MICROEMPRESA E EMPRESA DE PEQUENO PORTE TRATAMENTO DIFERENCIADO. SIMPLES NACIONAL. ADESÃO DÉBITOS FISCAIS PENDENTES LC nº 123/06. A controvérsia relativa à constitucionalidade das normas contidas no inciso V do artigo 17 da LC nº 123/06 as quais impedem o recolhimento de impostos e contribuições na forma do Simples Nacional a microempresa ou empresa de pequeno porte que possua débito com o Instituto do Seguro Social (INSS) ou com as fazendas públicas federal, estadual ou municipal, cuja exigibilidade não esteja suspensa possui densidade constitucional e extrapola os limites subjetivos das partes. Existência de repercussão geral.(RE 627543 RG, Relator(a): Min. DIAS TOFFOLI, julgado em 03/02/2011, DJe117 DIVULG 17062011 PUBLIC 2006 2011 EMENT VOL0254702 PP00187) O RE 637277, que foi a ação interposta pela Recorrente, foi devolvida pelo STF nos termos do art. 543B do CPC, em face da análise da Repercussão Geral do RE 627543. No que se refere ao sobrestamento, mister se faz que sejam observados os preceitos contidos no § 1o do art. 62A do RICARF, verbis: Art. 62A. (...) § 1º Ficarão sobrestados os julgamentos dos recursos sempre que o STF também sobrestar o julgamento dos recursos extraordinários da mesma matéria, até que seja proferida decisão nos termos do art. 543B. § 2º O sobrestamento de que trata o § 1º será feito de ofício pelo relator ou por provocação das partes. Fl. 213DF CARF MF Impresso em 27/09/2012 por RECEITA FEDERAL - PARA USO DO SISTEMA CÓ PI A Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001 Autenticado digitalmente em 19/09/2012 por CLAUDIA DOLORES ROSA, Assinado digitalmente em 21/09/2012 por MARCELO MAGALHAES PEIXOTO, Assinado digitalmente em 27/09/2012 por CARLOS ALBERTO MEES STRINGAR I 6 Logo, restou comprovada que a matéria é a mesma, razão pela qual, o processo em tela deve ficar sobrestado até o julgamento do RE 627543. CONCLUSÃO Do exposto, voto pelo sobrestamento do processo até o julgamento do RE 627543 pelo Supremo Tribunal Federal – STF. Marcelo Magalhães Peixoto Fl. 214DF CARF MF Impresso em 27/09/2012 por RECEITA FEDERAL - PARA USO DO SISTEMA CÓ PI A Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001 Autenticado digitalmente em 19/09/2012 por CLAUDIA DOLORES ROSA, Assinado digitalmente em 21/09/2012 por MARCELO MAGALHAES PEIXOTO, Assinado digitalmente em 27/09/2012 por CARLOS ALBERTO MEES STRINGAR I
score : 1.0
Numero do processo: 12269.004629/2009-11
Turma: Terceira Turma Ordinária da Quarta Câmara da Segunda Seção
Câmara: Quarta Câmara
Seção: Segunda Seção de Julgamento
Data da sessão: Wed Aug 15 00:00:00 UTC 2012
Ementa: CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS PREVIDENCIÁRIAS
Período de apuração: 01/01/2006 a 31/12/2007
PREVIDENCIÁRIO. NULIDADE DO AUTO DE INFRAÇÃO FACE
ALEGAÇÃO DE ISENÇÃO TRIBUTÁRIA. NÃO OCORRÊNCIA.
Não há que se falar em cancelamento do AI ou insubsistência do crédito tributário quando não houver qualquer tipo de vício.
MULTA DE MORA.
Recálculo da multa de mora para que seja aplicada a mais benéfica ao contribuinte por força do art. 106, II, “c” do CTN.
Recurso Voluntário Provido em Parte
Numero da decisão: 2403-001.594
Decisão: ACORDAM os membros do Colegiado, por maioria de voto, dar provimento parcial ao recurso para determinar o recálculo da multa de mora, de acordo com o disposto no art. 35, caput, da Lei 8.212/91, na redação dada pela Lei 11.941/2009 (art. 61, da Lei no
9.430/96), prevalecendo o valor mais benéfico ao contribuinte. Vencido o conselheiro Paulo Maurício Pinheiro Monteiro na questão da multa de mora.
Nome do relator: MARCELO MAGALHAES PEIXOTO
1.0 = *:*
toggle all fields
dt_index_tdt : Sat May 14 09:00:03 UTC 2022
anomes_sessao_s : 201208
camara_s : Quarta Câmara
ementa_s : CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS PREVIDENCIÁRIAS Período de apuração: 01/01/2006 a 31/12/2007 PREVIDENCIÁRIO. NULIDADE DO AUTO DE INFRAÇÃO FACE ALEGAÇÃO DE ISENÇÃO TRIBUTÁRIA. NÃO OCORRÊNCIA. Não há que se falar em cancelamento do AI ou insubsistência do crédito tributário quando não houver qualquer tipo de vício. MULTA DE MORA. Recálculo da multa de mora para que seja aplicada a mais benéfica ao contribuinte por força do art. 106, II, “c” do CTN. Recurso Voluntário Provido em Parte
turma_s : Terceira Turma Ordinária da Quarta Câmara da Segunda Seção
numero_processo_s : 12269.004629/2009-11
conteudo_id_s : 5219648
dt_registro_atualizacao_tdt : Tue May 10 00:00:00 UTC 2022
numero_decisao_s : 2403-001.594
nome_arquivo_s : Decisao_12269004629200911.pdf
nome_relator_s : MARCELO MAGALHAES PEIXOTO
nome_arquivo_pdf_s : 12269004629200911_5219648.pdf
secao_s : Segunda Seção de Julgamento
arquivo_indexado_s : S
decisao_txt : ACORDAM os membros do Colegiado, por maioria de voto, dar provimento parcial ao recurso para determinar o recálculo da multa de mora, de acordo com o disposto no art. 35, caput, da Lei 8.212/91, na redação dada pela Lei 11.941/2009 (art. 61, da Lei no 9.430/96), prevalecendo o valor mais benéfico ao contribuinte. Vencido o conselheiro Paulo Maurício Pinheiro Monteiro na questão da multa de mora.
dt_sessao_tdt : Wed Aug 15 00:00:00 UTC 2012
id : 4573650
ano_sessao_s : 2012
atualizado_anexos_dt : Sat May 14 12:52:45 UTC 2022
sem_conteudo_s : N
_version_ : 1732806217022046208
conteudo_txt : Metadados => pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.4; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 7; dc:format: application/pdf; version=1.4; pdf:charsPerPage: 1778; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; access_permission:fill_in_form: true; pdf:encrypted: true; access_permission:can_modify: true; Content-Type: application/pdf | Conteúdo => S2C4T3 Fl. 1 1 S2C4T3 MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE RECURSOS FISCAIS SEGUNDA SEÇÃO DE JULGAMENTO Processo nº 12269.004629/200911 Recurso nº 000.000 Voluntário Acórdão nº 2403001.594 – 4ª Câmara / 3ª Turma Ordinária Sessão de 15 de agosto de 2012 Matéria CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA Recorrente CASA DO EXCEPCIONAL SANTA RITA DE CÁSSIA Recorrida FAZENDA NACIONAL ASSUNTO: CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS PREVIDENCIÁRIAS Período de apuração: 01/01/2006 a 31/12/2007 PREVIDENCIÁRIO. NULIDADE DO AUTO DE INFRAÇÃO FACE ALEGAÇÃO DE ISENÇÃO TRIBUTÁRIA. NÃO OCORRÊNCIA. Não há que se falar em cancelamento do AI ou insubsistência do crédito tributário quando não houver qualquer tipo de vício. MULTA DE MORA. Recálculo da multa de mora para que seja aplicada a mais benéfica ao contribuinte por força do art. 106, II, “c” do CTN. Recurso Voluntário Provido em Parte Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. ACORDAM os membros do Colegiado, por maioria de voto, dar provimento parcial ao recurso para determinar o recálculo da multa de mora, de acordo com o disposto no art. 35, caput, da Lei 8.212/91, na redação dada pela Lei 11.941/2009 (art. 61, da Lei no 9.430/96), prevalecendo o valor mais benéfico ao contribuinte. Vencido o conselheiro Paulo Maurício Pinheiro Monteiro na questão da multa de mora. Carlos Alberto Mees Stringari – Presidente Marcelo Magalhães Peixoto Relator Fl. 129DF CARF MF Impresso em 27/09/2012 por RECEITA FEDERAL - PARA USO DO SISTEMA CÓ PI A Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001 Autenticado digitalmente em 26/09/2012 por CLAUDIA DOLORES ROSA, Assinado digitalmente em 26/09/2012 por MARCELO MAGALHAES PEIXOTO, Assinado digitalmente em 27/09/2012 por CARLOS ALBERTO MEES STRINGAR I 2 Participaram, do presente julgamento, os Conselheiros Carlos Alberto Mees Stringari, Ivacir Júlio de Souza, Maria Anselma Coscrato dos Santos, Marcelo Magalhães Peixoto, Paulo Maurício Pinheiro Monteiro e Ewan Teles Aguiar. Fl. 130DF CARF MF Impresso em 27/09/2012 por RECEITA FEDERAL - PARA USO DO SISTEMA CÓ PI A Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001 Autenticado digitalmente em 26/09/2012 por CLAUDIA DOLORES ROSA, Assinado digitalmente em 26/09/2012 por MARCELO MAGALHAES PEIXOTO, Assinado digitalmente em 27/09/2012 por CARLOS ALBERTO MEES STRINGAR I Processo nº 12269.004629/200911 Acórdão n.º 2403001.594 S2C4T3 Fl. 2 3 Relatório 1. Tratase de crédito lançado contra o contribuinte acima identificado, por meio do AI n° 37.230.1983, no valor de R$ 20.227,46 (vinte mil, duzentos e vinte e sete reais e noventa e quarenta e seis centavos), já acrescido de multa e juros, consolidado em 26/11/2009, cuja notificação ocorreu em 02/12/2009, correspondente ao período de 01/2006 a 12/2007. O presente lançamento é referente à falta de recolhimento das contribuições sociais destinadas às Entidades Terceiras — SALÁRIO EDUCAÇÃO, INCRA, SESC e SEBRAE, incidentes sobre a remuneração de segurados empregados. 2. Observamse as seguintes informações no relatório fiscal: 2.1 A origem das contribuições devidas é proveniente das remunerações pagas, devidas ou creditadas aos segurados empregados. 2.2. Que o fato gerador da contribuição previdenciária originouse na utilização pelo sujeito passivo do FPAS 0639 referente a empresas filantrópicas, em gozo de isenção da cota patronal, sem atender aos requisitos elencados no art. 55 da Lei n° 8.212, de 24 de julho de 1991. 2.3. Que a entidade se autodeclara em GFIP com o código 639, tem CEBAS renovado pela MP 446/2008, mas não têm o Ato Declaratório de Isenção de Contribuições Previdenciárias, apesar de ter apresentado o Requerimento de Reconhecimento de Isenção de Contribuições Sociais, conforme estabelece a Instrução Normativa da RFB n° 971/2009, durante a ação fiscal. DA IMPUGNAÇÃO 3. Inconformada com o lançamento, a Recorrente contestou o presente AI, por meio do instrumento de fls. 53/59, a qual não logrou êxito. DA DECISÃO DA DRJ 4. Após analisar os argumentos da Recorrente, a Delegacia da Receita Federal do Brasil de Julgamento em Porto AlegreRS, por meio da 7a Turma da DRJ/POA, prolatou o Acórdão n° 1034.249 de fls. 108/111, mantendo procedente o lançamento, conforme ementa que se transcreve abaixo, verbis: “ASSUNTO: OUTROS TRIBUTOS OU CONTRIBUIÇÕES Período de apuração: 01/01/2006 a 31/12/2007 Auto de Infração AI 37.230.1983 1. ENTIDADE BENEFICENTE. ISENÇÃO. Na ausência de ato administrativo declaratório, incorreto o autoenquadramento como entidade beneficente de assistência social em gozo de isenção das contribuições patronais, à época dos fatos geradores. Fl. 131DF CARF MF Impresso em 27/09/2012 por RECEITA FEDERAL - PARA USO DO SISTEMA CÓ PI A Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001 Autenticado digitalmente em 26/09/2012 por CLAUDIA DOLORES ROSA, Assinado digitalmente em 26/09/2012 por MARCELO MAGALHAES PEIXOTO, Assinado digitalmente em 27/09/2012 por CARLOS ALBERTO MEES STRINGAR I 4 2. LANÇAMENTO FISCAL. Não estando a autuada isenta das contribuições patronais e constatado o não recolhimento destas, a autoridade fiscal tem o poder/dever de lançar as exações impagas, sob pena de responsabilidade funcional. 3. CONTRIBUIÇÃO PARA OUTRAS ENTIDADES E FUNDOS (TERCEIROS). As empresas em geral estão obrigadas ao recolhimento das contribuições para outras entidades e fundos, arrecadadas pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. Impugnação Improcedente. Crédito tributário mantido.” DO RECURSO Inconformada, a empresa interpôs, tempestivamente às fls. 128, Recurso Voluntário de fls. 116/123, requerendo a reforma do Acórdão da DRJ, com os seguintes argumentos: DO DIREITO A ISENÇÃO TRIBUTÁRIA ALEGADA Tratase de crédito tributário constituído por meio do Auto de Infração — AI n° 37.230.1983, referente às contribuições sociais destinadas às Entidades Terceiras — SALÁRIO EDUCAÇÃO, INCRA, SESC e SEBRAE, incidentes sobre a remuneração de segurados empregados, de acordo com o explicitado no Relatório Fiscal, no montante de R$ 20.227,46 (vinte mil, duzentos e vinte sete reais e quarenta e seis centavos), consolidado em 26/11/09. Argúi a Recorrente que é uma entidade filantrópica, considerada de utilidade pública pelo município de Porto AlegreRS e pela União e que desde 1977 conta com a imunidade em relação às cotas patronais do INSS. Alega que requereu o ato administrativo declaratório de isenção de contribuições, como estabelece o artigo 55, da Lei n.° 8.212, porém, intempestivamente. Entretanto, afirma que, a tempestividade seria mera formalidade, o que não obstaria o reconhecimento de sua isenção, até mesmo porque presta uma atividade de inestimável valor, voltado à assistência de crianças hipossuficientes, com graves deficiências psicomotoras, o que ratificaria seu direito à imunidade constitucional tributária, referida no § 7º do art. 195 da CF/88. Que o reconhecimento de entidade filantrópica está reconhecida no auto de infração, onde consta o enquadramento da entidade no código 85316 do CNAE – código nacional de atividade econômica; código 8730199 do CNAE fiscal e código 5150 do FPAS – fundo de previdência e assistência social. Que, além disso, a entidade preenche todos os requisitos que ensejam a imunidade/isenção e que a jurisprudência reconhece a imunidade em favor das entidades que tenham ao longo dos anos o benefício, mediante sucessivas renovações de certificados e atestados fornecidos pelas autoridades competentes. Fl. 132DF CARF MF Impresso em 27/09/2012 por RECEITA FEDERAL - PARA USO DO SISTEMA CÓ PI A Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001 Autenticado digitalmente em 26/09/2012 por CLAUDIA DOLORES ROSA, Assinado digitalmente em 26/09/2012 por MARCELO MAGALHAES PEIXOTO, Assinado digitalmente em 27/09/2012 por CARLOS ALBERTO MEES STRINGAR I Processo nº 12269.004629/200911 Acórdão n.º 2403001.594 S2C4T3 Fl. 3 5 DO PEDIDO Ao final, ante a insubsistência da ação fiscal requer que seja acolhido o recurso a fim que seja cancelado o Débito reclamado. É o relatório. Fl. 133DF CARF MF Impresso em 27/09/2012 por RECEITA FEDERAL - PARA USO DO SISTEMA CÓ PI A Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001 Autenticado digitalmente em 26/09/2012 por CLAUDIA DOLORES ROSA, Assinado digitalmente em 26/09/2012 por MARCELO MAGALHAES PEIXOTO, Assinado digitalmente em 27/09/2012 por CARLOS ALBERTO MEES STRINGAR I 6 Voto Conselheiro Marcelo Magalhães Peixoto, Relator DA TEMPESTIVIDADE Conforme fl. 128, e o protocolo do recurso voluntário é tempestivo e reúne os pressupostos de admissibilidade. Portanto, dele tomo conhecimento. DO MÉRITO DA ISENÇÃO TRIBUTÁRIA ALEGADA Para que a entidade, mesmo que já reconhecida como beneficente de assistência social pelo Conselho Nacional de Assistência Social e portadora dos demais documentos e quesitos exigidos, venha a usufruir da isenção, é imperativo que a mesma requeira esse beneficio junto ao INSS/SRP, nos termos do § 1° do art. 55 da Lei n° 8.212/91 e art. 208 do RPS. Ocorrendo o deferimento, os efeitos da isenção passarão a vigorar a partir da data do protocolo do seu requerimento, como estabelece o Decreto n° 3.048/99. Dessa forma, uma vez preenchidos os requisitos de forma cumulativa, é dever do interessado solicitar a isenção ao Órgão competente, para que se cumpra o mandamento constitucional, nos seus estritos contornos. O caput do artigo 37 da CF/88 estabelece os fundamentais princípios orientadores da Administração Pública, dentre eles, está o da legalidade, o qual é claro ao dispor que a Administração só pode fazer exatamente o que dispõe a lei. Assim, apesar de ter protocolado o pedido de isenção das contribuições à Seguridade Social em 26/11/2009, a Recorrente o fez intempestivamente, e como mesmo informa em se recurso às fls. 58, ainda não obteve resposta. Somente após o reconhecimento pela então Autarquia Previdenciária com o deferimento do pedido de isenção interposto pela empresa interessada é possível se beneficiar da isenção das contribuições previdenciárias, considerado a partir da data de protocolo do seu pedido. Assim, não se discute ser a Empresa detentora dos Títulos/Certificados bem como das demais exigências contidas nos incisos do art. 55 da Lei n° 8.212/91, até mesmo porque ela não demonstra o cumprimento de todos os requisitos exigidos. No entanto, mesmo que tivesse demonstrado o cumprimento de todas as exigências, estas, por si só, não conferem direito à isenção da cota previdenciária. DA MULTA DE MORA A multa de mora aplicada teve por base o artigo 35 da Lei 8.212/91, que determinava aplicação de multa que progredia conforme a fase e o decorrer do tempo e que poderia atingir 50% na fase administrativa e 100% na fase de execução fiscal. Ocorre que esse artigo foi alterado pela Lei 11.941/2009, que estabelece que os débitos referentes a Fl. 134DF CARF MF Impresso em 27/09/2012 por RECEITA FEDERAL - PARA USO DO SISTEMA CÓ PI A Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001 Autenticado digitalmente em 26/09/2012 por CLAUDIA DOLORES ROSA, Assinado digitalmente em 26/09/2012 por MARCELO MAGALHAES PEIXOTO, Assinado digitalmente em 27/09/2012 por CARLOS ALBERTO MEES STRINGAR I Processo nº 12269.004629/200911 Acórdão n.º 2403001.594 S2C4T3 Fl. 4 7 contribuições não recolhidas no prazo previsto em lei, serão acrescidos de multa de mora nos termos do art. 61, da Lei no 9.430, de 27 de dezembro de 1996, que estabelece multa de 0,33% ao dia, limitada a 20%. Tendo em vista que o artigo 106 do CTN determina a aplicação retroativa da lei quando, tratandose de ato não definitivamente julgado, cominelhe penalidade menos severa que a prevista na lei vigente ao tempo da sua prática, princípio da retroatividade benigna, impõese o cálculo da multa com base no artigo 61 da Lei 9.430/96 em comparativo com a multa aplicada com base na redação anterior do artigo 35 da Lei 8.212/91 (presente no crédito lançado neste processo), para determinação e prevalência da multa mais benéfica, no momento do pagamento. Art. 106. A lei aplicase a ato ou fato pretérito: I em qualquer caso, quando seja expressamente interpretativa, excluída a aplicação de penalidade à infração dos dispositivos interpretados; II tratandose de ato não definitivamente julgado: a) quando deixe de definilo como infração; b) quando deixe de tratálo como contrário a qualquer exigência de ação ou omissão, desde que não tenha sido fraudulento e não tenha implicado em falta de pagamento de tributo; c) quando lhe comine penalidade menos severa que a prevista na lei vigente ao tempo da sua prática. CONCLUSÃO Do exposto, voto pelo provimento parcial ao recurso para determinar o recálculo da multa de mora, de acordo com o disposto no art. 35, caput, da Lei 8.212/91, na redação dada pela Lei 11.941/2009 (art. 61, da Lei n. 9.430/96), prevalecendo o valor mais benéfico ao contribuinte. Marcelo Magalhães Peixoto Fl. 135DF CARF MF Impresso em 27/09/2012 por RECEITA FEDERAL - PARA USO DO SISTEMA CÓ PI A Documento assinado digitalmente conforme MP nº 2.200-2 de 24/08/2001 Autenticado digitalmente em 26/09/2012 por CLAUDIA DOLORES ROSA, Assinado digitalmente em 26/09/2012 por MARCELO MAGALHAES PEIXOTO, Assinado digitalmente em 27/09/2012 por CARLOS ALBERTO MEES STRINGAR I
score : 1.0
Numero do processo: 10711.004576/90-12
Turma: Terceira Câmara
Seção: Terceiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Tue Sep 24 00:00:00 UTC 1991
Numero da decisão: 301-00.711
Decisão: ACORDAM os Membros da Primeira Câmara do Terceiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, em encaminhar o processo à Egrégia 3ª Câmara, por tratar-se de matéria de sua competência.
Nome do relator: WLADEMIR CLOVIS MOREIRA
1.0 = *:*
toggle all fields
dt_index_tdt : Sat May 14 09:00:03 UTC 2022
anomes_sessao_s : 199109
turma_s : Terceira Câmara
numero_processo_s : 10711.004576/90-12
conteudo_id_s : 6603236
dt_registro_atualizacao_tdt : Wed May 11 00:00:00 UTC 2022
numero_decisao_s : 301-00.711
nome_arquivo_s : Decisao_107110045769012.pdf
nome_relator_s : WLADEMIR CLOVIS MOREIRA
nome_arquivo_pdf_s : 107110045769012_6603236.pdf
secao_s : Terceiro Conselho de Contribuintes
arquivo_indexado_s : S
decisao_txt : ACORDAM os Membros da Primeira Câmara do Terceiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, em encaminhar o processo à Egrégia 3ª Câmara, por tratar-se de matéria de sua competência.
dt_sessao_tdt : Tue Sep 24 00:00:00 UTC 1991
id : 9322563
ano_sessao_s : 1991
atualizado_anexos_dt : Sat May 14 12:53:01 UTC 2022
sem_conteudo_s : N
conteudo_txt : Metadados => pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.4; pdf:docinfo:title: 30100711_107110045769012_199109; xmp:CreatorTool: Smart Touch 1.7; Keywords: ; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; subject: ; dcterms:created: 2017-06-09T15:40:47Z; dc:format: application/pdf; version=1.4; title: 30100711_107110045769012_199109; pdf:docinfo:creator_tool: Smart Touch 1.7; access_permission:fill_in_form: true; pdf:docinfo:keywords: ; pdf:encrypted: false; dc:title: 30100711_107110045769012_199109; Build: FyTek's PDF Meld Commercial Version 7.2.1 as of August 6, 2006 20:23:50; cp:subject: ; pdf:docinfo:subject: ; Content-Type: application/pdf; pdf:docinfo:creator: ; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; dc:subject: ; meta:creation-date: 2017-06-09T15:40:47Z; created: 2017-06-09T15:40:47Z; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 2; Creation-Date: 2017-06-09T15:40:47Z; pdf:charsPerPage: 887; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; pdf:docinfo:custom:Build: FyTek's PDF Meld Commercial Version 7.2.1 as of August 6, 2006 20:23:50; meta:keyword: ; producer: Eastman Kodak Company; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: Eastman Kodak Company; pdf:docinfo:created: 2017-06-09T15:40:47Z | Conteúdo => OLS/CF MINISTÉRIO DA FAZENDA TERCEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PRIMEIRA CÂMARA ~-- -,'.- ",' . Sessão de24 ..Setembro ....de 19.9.1. ACORDÃO N.o : . •• Recurso n,O Recorrente Recorrid 113.747 - Processo nº l0711/004576/90-12 BAYER DO BRASIL S/A IRF - NO PORTO DO RIO DE JANEIRO /RJ. RESOLUÇÃO 301- 711 V 1ST O S, relatados e discutidos os presentes autos, A C O R D A M os Membros da Primeira Câmara do Tercei ro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, em encami - nhar o processo à Egrégia 3ª Câmara, por tratar-se de matéria de sua competência~ Brasilia - DF, m 24 de setembro de 1991 • • ITAMAR Presidente ..~WLADEMIR CLOVIS MOREIRA - Relator CONR~REs-procurador da Fazenda Nacional VISTO EM SESSÃO DE: O BNOV 1991 Participaram,ainda,do presente julgamento,os seguintes Conselheiros: FLÁVIO ANTÔNIO QUEIROGA MENDLOVITZ, JOÃO BAPTISTA MOREIRA,LUIZ ANTÔ- NIO JACQUES, FAUSTO FREITAS DE CASTRO NETO, é SANDRA:MIRIAM DE AZEV~ DGMELLO (suplente). Ausentes, justificadamente,os Conselheiros JOSÉ THEODORO MASCARENHAS MENCK e IVAR GAROTTI. • SERViÇO PÚBLICO FEDERAL MEFP - TERCEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES RECURSO 113.747 - RESOLUÇÃO 301 - 711 RECORRENTE: BAYER DO BRASIL S/A RECORRIDA IRF - PORTO - RJ. RELATOR WLADEMIR CLOVIS MOREIRA ',':: ns~02 •• • • RELATÓRIO E VOTO A exigêncIa fiscal que deu origem a este processo re- sultou de ato de revisão através do qual a Fiscalização Aduaneira entendeu que a mercadoriã importada não correspondia àquela descri ta e licenciada pela Guia de Importação. Não há divergência de classificação tarifária, uma vez que tanto o importador quanto a Fiscal ização classi ficam o produto no código TAB 29.22.31.99. Dai porque a exigência consubstanciada no Auto de Infração está adstri ta à multa do art. 526, 11, do Regulamento Aduaneiro. Também nos fundamentos da Decisão recorrida em nenhum momento é abordpda a questão classificatória. Nessas condiç6es, como a matéria litigiosa resume -se à penal idade prev ista no,Artigo 526,1 II" do Regul amento Aduane iro,pro- ponho a remessa do processo à egrégia Terceira Câmara deste Conse- lho, por se tratar, s.m.j., de assunto de sua competência. -Sala'das Sess6es, em 24 de setembro de 1991 ~ WL~DEMIR CLOVIS MOREIRA - Relator OLS/CF 00000001 00000002
_version_ : 1732806217111175168
score : 1.0
Numero do processo: 10711.007128/90-06
Turma: Primeira Câmara
Seção: Terceiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Thu Oct 17 00:00:00 UTC 1991
Numero da decisão: 301-00.729
Decisão: RESOLVEM os Membros da Primeira Câmara do Terceiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, em converter o julgamento em diligência ao INT, através da Repartição de origem, na forma do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado.
Nome do relator: FLAVIO ANTONIO QUEIROGA MENDLOVITZ
1.0 = *:*
toggle all fields
dt_index_tdt : Sat May 14 09:00:03 UTC 2022
anomes_sessao_s : 199110
turma_s : Primeira Câmara
numero_processo_s : 10711.007128/90-06
conteudo_id_s : 6604160
dt_registro_atualizacao_tdt : Thu May 12 00:00:00 UTC 2022
numero_decisao_s : 301-00.729
nome_arquivo_s : Decisao_107110071289006.pdf
nome_relator_s : FLAVIO ANTONIO QUEIROGA MENDLOVITZ
nome_arquivo_pdf_s : 107110071289006_6604160.pdf
secao_s : Terceiro Conselho de Contribuintes
arquivo_indexado_s : S
decisao_txt : RESOLVEM os Membros da Primeira Câmara do Terceiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, em converter o julgamento em diligência ao INT, através da Repartição de origem, na forma do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado.
dt_sessao_tdt : Thu Oct 17 00:00:00 UTC 1991
id : 9329060
ano_sessao_s : 1991
atualizado_anexos_dt : Sat May 14 12:53:02 UTC 2022
sem_conteudo_s : N
_version_ : 1732806217113272320
conteudo_txt : Metadados => pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.4; pdf:docinfo:title: 30100729_107110071289006_199110; xmp:CreatorTool: Smart Touch 1.7; Keywords: ; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; subject: ; dcterms:created: 2017-06-09T17:22:06Z; dc:format: application/pdf; version=1.4; title: 30100729_107110071289006_199110; pdf:docinfo:creator_tool: Smart Touch 1.7; access_permission:fill_in_form: true; pdf:docinfo:keywords: ; pdf:encrypted: false; dc:title: 30100729_107110071289006_199110; Build: FyTek's PDF Meld Commercial Version 7.2.1 as of August 6, 2006 20:23:50; cp:subject: ; pdf:docinfo:subject: ; Content-Type: application/pdf; pdf:docinfo:creator: ; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; dc:subject: ; meta:creation-date: 2017-06-09T17:22:06Z; created: 2017-06-09T17:22:06Z; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 4; Creation-Date: 2017-06-09T17:22:06Z; pdf:charsPerPage: 854; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; pdf:docinfo:custom:Build: FyTek's PDF Meld Commercial Version 7.2.1 as of August 6, 2006 20:23:50; meta:keyword: ; producer: Eastman Kodak Company; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: Eastman Kodak Company; pdf:docinfo:created: 2017-06-09T17:22:06Z | Conteúdo => .:, ...•....•..•.. MINISTÉRIO DA FAZENDA TERCEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PRIMEIRA CÃMARA. LU.S. • S."ÕO de ..1..i'Lout.u.bro de 19 9..1.. Recurso n.' 113.702 PROCESSO NQ Recorrente HERGA INDÚSTRIAS QU.fMICAS Recorrida IRF~ PORTO - RJ • ACORCÃO N.' . 10711-007128/90-06. LTDA. R E S O L U ç A O Nº 301-729 Vistos, relatados e discutidos os presentes autos, juigamento os seguintes Cons~ jul9-ª.forma azenda Nacional. LOVITZ - Relator. - Presidente. RESOLVEM os Membros da Primeira Câmara do Terceiro lho de Contribuintes, por unanimidade de votos, em converter o menta em diligência ao INT, através da Repartição de origem, na do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado. Bras.ília-DF CONRA Á'VA VISTO EM •. SESSÃODE:3 lJAN 1992 Participaram, ainda do Conselheiros: LUIZ ANTONIO JACQUES, JOÃO BAPTIST MOREIRA, SANDRA M.fRIAM DE AZEVEDO MELLO (Suplente), WLADEMIR CLOVIS MOREIRA, FAUSTO FREITAS DE CASTRO I NETO. Ausentes os Conselheiros: JOSt THEODORO MASCARENHAS MENCK e IVAR •• GAROTTI. SiRVICO p0suco FEDERAL MEFP ...TERCEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES ...PRIMEIRA CÂMARA RECURSO Nº 113.702 RESOLUÇÃO Nº 301-729 RECORRENTE: HERGA INDUSTRIAS QUfMICAS LTDA. RECORRIDA IRF ...PORTO DO RIO DE JANEIRO RELATOR FLÁVIO ANTÔNIO QUEIROGA MENDLOVITZ 02. R E L A T 6 R I O \ • .A._IL E CO •..B .R EN TE.. ..'atra- vés da Declaração de Importação (D.I.) nº 3380/90 (fls.2/7), submeteu a despacho 22861 quilos de "SDAD - ESTEARIL DIMETIL AMINA DEST., cla.ê. se: MUNA terciária, teor de pureza: mín. 97%", ao amparo da Guia de Importação (G.I.) nº 1-89/33897-1 (fls.09).,classificando o produto no código TAB 2921.19.9999, com alíquotas de 30% para o Imposto de I!!! portação (1.1.) e zero para o Imposto sobre Produtos Industrializados (r.P.r.). • • Encaminhada a amostra do produto ao Laboratóriode Análises, este emitiu o Laudo nº 3724/90.(fls.ll), declarando tratar- se de alquil dimetil amina- '.nnapreparação química à base de aminas terciárias (produto de constituição química não definida) . Em ato de revisão, o produto foi desclassificado para o código TAB 3823.90.9999 com alíquotas de 60% para o 1.1. e 10% para o I.P.I., sendo exigido,atravésdo Auto de Infração nº373/90 (fl.OI), o reco.lhimento da diferença do 1.1., o'I.P.I. apurado e as multas previstas nos arts. 524.e 5~6,II, do Regulamento Aduaneiro (R.A.), aprovado pelo Decreto nº 91030/85, e art. 80, 11, 'da Lei.; ..; 4502/64, com a redação dada pelo Decreto-Lei n2 34/66, a.lêm dos 0n- sargos legais cabíveis. tempe.ê. resul- I ~ Devidamente intimada (fls.15), a autuada, tivamente, apresentou impugnação (fls.16/24), discordando do tado do Laudo, alegando que: a) trata-se de um mesmo produto, que vem sendo importado há anos na mesma classificação na TAB (2922 na antiga e 2921.19.9900 na nova), como composto de função amina, produto de constitui- ção química definida, condição confirmada em lau dos de análise do LABANA; ~EAVICO PÚBLICO FEDERAL 03. Rec. 113.702 Res. 301-729 b) a fiscalização quer classificar no código ..•• 3823.90.9999 da nova TAB; em razão de que o mes- mo LABANA"vem agora afirmando trata=-se de pro- duto sem composição química definida; c) deve ser solicitado pronuncia~ento do INT ou de outro órgão técnico; e •• •• d) o produto consiste de aminas graxas industri- ais obtidas a partir do ácido graxo de sebo tem constituição química definida; e) se o produto não possuisse constituição quími ca definida, necessariamente teria classificação própria na posição 3402; f) não cabe a aplicação das multas previstas nos artigos 524 e 526 do Regu.lamento Aduaneiro, vis- to que não houve decl~ração indevida e nem impoE tação de mercadoria sem guia; Por solicitação do GREDA-GRUPO DE REVISÃO DE DE~ PACHO ADUANEIRO ( fls.30 v.), o LABANA emitiu a Informação Técnica nQ 46/91 (fls.31/32), ratificando os termos do Laudo nQ 3724/90 (fls. 11) • Na réplica (fls.33), o AFTN autuante não acolheu as razoes da defesa, propondo a manutenção do feito, em.face do re- sultado laboratorial.' A autoridade de lª Instância julgou procedente a aç~o fiscal, para declarar "devida a diferença do 1.1., no valor de Cr$ 428.270,59 e o I.P.I., no valor de Cr$ 228.410,98, impondo, ou- trossim, à autuada as multas previstas nos artigos 524 e 526, 11 do R.A. e no artigo 80, 11, da Lei nº 4.502/64 e DL 34/66, além dos encargos legaii cabíveis." Intimada em 10.05.91, o recurso voluntário foi interposto em 10.06.91, tempestivamente, com o arrazoado de fls. 41 a 48, concluindo por pedir nova prova técnica. t o relátório. 19l • • Rec.113.70 Res. 301-729 'SERViÇO PÚBUCO FEDERAL v O T O Trata o presente recurso de desclassificação de mercadQ na, com base em laudo do Laboratório Nacional de Análise de nº 3724/ ~D, não tendo a autoridade de 1ª instincia apreciado pedido na impuQ nação, que solicitava diligência ao INT para se manifestar quanto à matéria técnica apresentada. Ao prolatar a decisão ignorando o requerido, infringiu a autoridade singular disposto veiculado na Carta Magna de 1988, cons~ grando princípio constitucional da ampla defesa, que diz em seu inci so LV do art. 5º: "LV - aos litigantes, em processo judicial ou administr~ tivo, e aos acusados em geral são assegurados o contradi tório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes". Assim sendo, para restabelecer à recorrente o seu direito de ampla defesa, voto para acolher a preliminar de cerceamento de d~ fesa e em o fazendo, declarar nula a decisão de primeira instincia,d~ vendo o processo retornar à Repartição de origem para providenciar a diligência solicitada. • • • aciona! Sala das Sessões, em FLÁVIO ANTONIO - Relator • 00000001 00000002 00000003 00000004
score : 1.0
Numero do processo: 10711.002872/90-24
Turma: Primeira Câmara
Seção: Terceiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Fri Jul 09 00:00:00 UTC 1993
Numero da decisão: CSRF/03-00.044
Decisão: RESOLVEM os Membros da Câmara Superior de Recursos Fiscais, por unanimidade de votos, CONVERTER o julgamento em diligência, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado.
Nome do relator: FAUSTO DE FREITAS E CASTRO NETO
1.0 = *:*
toggle all fields
dt_index_tdt : Sat May 14 09:00:03 UTC 2022
anomes_sessao_s : 199307
turma_s : Primeira Câmara
numero_processo_s : 10711.002872/90-24
conteudo_id_s : 5780904
dt_registro_atualizacao_tdt : Mon May 09 00:00:00 UTC 2022
numero_decisao_s : CSRF/03-00.044
nome_arquivo_s : Decisao_107110028729024.pdf
nome_relator_s : FAUSTO DE FREITAS E CASTRO NETO
nome_arquivo_pdf_s : 107110028729024_5780904.pdf
secao_s : Terceiro Conselho de Contribuintes
arquivo_indexado_s : S
decisao_txt : RESOLVEM os Membros da Câmara Superior de Recursos Fiscais, por unanimidade de votos, CONVERTER o julgamento em diligência, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado.
dt_sessao_tdt : Fri Jul 09 00:00:00 UTC 1993
id : 6964415
ano_sessao_s : 1993
atualizado_anexos_dt : Sat May 14 12:52:50 UTC 2022
sem_conteudo_s : N
conteudo_txt : Metadados => date: 2013-09-18T13:54:31Z; pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.6; xmp:CreatorTool: CNC Capture; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; pdfa:PDFVersion: A-1b; dc:creator: CNC Solution; dcterms:created: 2013-09-18T13:54:31Z; Last-Modified: 2013-09-18T13:54:31Z; dcterms:modified: 2013-09-18T13:54:31Z; dc:format: application/pdf; version=1.6; xmpMM:DocumentID: uuid:bab90451-5276-4e26-bd1b-9e219b2eb2c1; Last-Save-Date: 2013-09-18T13:54:31Z; pdf:docinfo:creator_tool: CNC Capture; access_permission:fill_in_form: true; pdf:docinfo:modified: 2013-09-18T13:54:31Z; meta:save-date: 2013-09-18T13:54:31Z; pdf:encrypted: false; modified: 2013-09-18T13:54:31Z; Content-Type: application/pdf; pdf:docinfo:creator: CNC Solution; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; creator: CNC Solution; pdfaid:conformance: B; meta:author: CNC Solution; meta:creation-date: 2013-09-18T13:54:31Z; created: 2013-09-18T13:54:31Z; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 5; Creation-Date: 2013-09-18T13:54:31Z; pdf:charsPerPage: 0; access_permission:extract_content: true; pdfaid:part: 1; access_permission:can_print: true; Author: CNC Solution; producer: CNC Solution; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: CNC Solution; pdf:docinfo:created: 2013-09-18T13:54:31Z | Conteúdo =>
_version_ : 1732806217121660928
score : 1.0
Numero do processo: 10845.004257/90-64
Turma: Primeira Câmara
Seção: Terceiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Fri May 26 00:00:00 UTC 1995
Ementa: Aduaneiro. IPI na importação. Multa do art. 364,II do RIPI.
Antes de proferido o desembaraço, no cabe aplicar a multa por eventuais diferenças do imposto sobre produtos industrializados, verificadas na conferência aduaneira, dado que ainda não ocorrido o fato gerador.
Recurso Especial desprovido.
Numero da decisão: CSRF/03-02.288
Decisão: ACORDAM os Membros da Câmara Superior de Recursos Fiscais, por maioria de votos, NEGAR provimento ao recurso, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado. Vencido o Cons. Fausto de Freitas e Castro Neto, que provia o recurso.
Nome do relator: JOÃO HOLANDA COSTA
1.0 = *:*
toggle all fields
dt_index_tdt : Sat May 14 09:00:03 UTC 2022
anomes_sessao_s : 199505
ementa_s : Aduaneiro. IPI na importação. Multa do art. 364,II do RIPI. Antes de proferido o desembaraço, no cabe aplicar a multa por eventuais diferenças do imposto sobre produtos industrializados, verificadas na conferência aduaneira, dado que ainda não ocorrido o fato gerador. Recurso Especial desprovido.
turma_s : Primeira Câmara
numero_processo_s : 10845.004257/90-64
conteudo_id_s : 6601080
dt_registro_atualizacao_tdt : Mon May 09 00:00:00 UTC 2022
numero_decisao_s : CSRF/03-02.288
nome_arquivo_s : Decisao_108450042579064.pdf
nome_relator_s : JOÃO HOLANDA COSTA
nome_arquivo_pdf_s : 108450042579064_6601080.pdf
secao_s : Terceiro Conselho de Contribuintes
arquivo_indexado_s : S
decisao_txt : ACORDAM os Membros da Câmara Superior de Recursos Fiscais, por maioria de votos, NEGAR provimento ao recurso, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado. Vencido o Cons. Fausto de Freitas e Castro Neto, que provia o recurso.
dt_sessao_tdt : Fri May 26 00:00:00 UTC 1995
id : 9318670
ano_sessao_s : 1995
atualizado_anexos_dt : Sat May 14 12:52:52 UTC 2022
sem_conteudo_s : N
_version_ : 1732806217126903808
conteudo_txt : Metadados => date: 2009-07-08T12:48:32Z; pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.6; pdf:docinfo:title: ; xmp:CreatorTool: CNC PRODUÇÃO; Keywords: ; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; subject: ; dc:creator: CNC Solutions; dcterms:created: 2009-07-08T12:48:32Z; Last-Modified: 2009-07-08T12:48:32Z; dcterms:modified: 2009-07-08T12:48:32Z; dc:format: application/pdf; version=1.6; Last-Save-Date: 2009-07-08T12:48:32Z; pdf:docinfo:creator_tool: CNC PRODUÇÃO; access_permission:fill_in_form: true; pdf:docinfo:keywords: ; pdf:docinfo:modified: 2009-07-08T12:48:32Z; meta:save-date: 2009-07-08T12:48:32Z; pdf:encrypted: false; modified: 2009-07-08T12:48:32Z; cp:subject: ; pdf:docinfo:subject: ; Content-Type: application/pdf; pdf:docinfo:creator: CNC Solutions; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; creator: CNC Solutions; meta:author: CNC Solutions; dc:subject: ; meta:creation-date: 2009-07-08T12:48:32Z; created: 2009-07-08T12:48:32Z; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 4; Creation-Date: 2009-07-08T12:48:32Z; pdf:charsPerPage: 1240; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; meta:keyword: ; Author: CNC Solutions; producer: CNC Solutions; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: CNC Solutions; pdf:docinfo:created: 2009-07-08T12:48:32Z | Conteúdo => MINISTÉRIO DA FAZENDA CÂMARA SUPERIOR DE RECURSOS FISCAIS -e ••• PROCESSO N° : 10845/004.257190-64 RECURSO N.° RP/301-0.302 MATÉRIA : MANIFESTO RECORRENTE : FAZENDA NACIONAL RECORRIDA : 1' CÂMARA DO 30 CC SUJEITO PASSIVO: RESINAS BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA. SESSÃO DE : 26 de maio de 1995 ACÓRDÃO N° CSRF/03-2.288 Aduaneiro. ]PI na importaçao. Multa do art. 364,11 do RIPL Antes de proferido o desembaraço, no cabe aplicar a multa por eventuais diferenças do imposto sobre produtos industrializados, verificadas na conferência aduaneira, dado que ainda não ocorrido o fato gerador. Recurso Especial desprovido. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de recurso interposto pela FAZENDA NACIONAL. ACORDAM os Membros da Câmara Superior de Recursos Fiscais, por maioria de votos, NEGAR provimento ao recurso, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado. Vencido o Cons. Fausto de Freitas e Castro Neto, que provia o recurso. , M . 4' I SEIV RESIDENTE 1j7 be,;(// J07. ANDA COSTA - RELATOR Participaram, ainda, do presente julgamento, os seguintes Conselheiros: MOACYR ELOY DE MEDEIROS, SÉRGIO CASTRO NEVES, UBALDO CAMPELO NETO e ROMEU BUENO DE CAMARGO. Ausente, por motivo no justificado, o Cons. SEBASTIÃO RODRIGUES CABRAL. k 1 - Ar, 1:3 MINISTÉRIO DA FAZENDA,07=• , CÂMARA SUPERIOR DE RECURSOS FISCAIS PROCESSO N° : 10845/004.257/90-64 ACÓRDÃO N° : CSRF/03 -2. 288 RECURSO N° : RP/301-0.302 RECORRENTE : FAZENDA NACIONAL SUJEITO PASSIVO RESINAS BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA. RELATÓRIO Inconformada com a decisão contida no Acórdão n o 301-26.717 que, por maioria de votos, deu provimento parcial ao recurso voluntário para excluir a multa do art. 364, inciso II do RIP' e a multa de mora, apresenta a Fazenda Nacional seu Recurso Especial junto à Câmara Superior de Recursos Fiscais. O douto Procurador da Fazenda Nacional assim se manifesta (fis. 76/77): "A FAZENDA NACIONAL, com fundamento no artigo 3 0, I, do Decreto n° 83.304/79, interpõe o presente recurso da decisão majoritária que excluiu no processo supra a multa do art. 364, II, do RTPI, com os seguintes fundamentos. 1 - No voto do eminente Conselheiro WLADEMIR. CLOVIS MOREIRA, proferido no acórdão ri° 301-26.765, da egrégia P CÂMARA DO TERCE1R0 CONSELHO DE CONTRIBUINTES, e que por ser vencido, embasou naquele processo especial da Fazenda Nacional, encontra também fundamento o presente apelo. Diz o referido voto, comentando a aplicação da multa do art. 364, II do RIPI, o seguinte: 2 - "A referida penalidade sanciona o descumprimento da obrigação acessória de lançar o imposto da D.I. (RIPI, art. 55, II, "a") ou de proceder ao seu recolhimento, no ato do registro da aludida D.I (art. 112), já que sendo o IPI vinculado ao imposto de importação segue o regime deste. E no regime do imposto de importação há a obrigação de pagar os tributos devidos na data do registro da Declaração de Importação, data esta que, coincidentemente, é considerada, o momento de ocorrência do fato gerador desse tributo. No tocante ao IPI, o dever de lançar e pagar surge nesse momento, muito embora o fato gerador desse tributo só vai ocorrer no momento do desembaraço aduaneiro. N4 2 - MINISTÉRIO DA FAZENDA, CÂMARA SUPERIOR DE RECURSOS FISCAIS PROCESSO Nu : 10845/004.257/90-64 ACÓRDÃO N° : CSRF/03-2.288 Em existindo a obrigação de lançar e de recolher o tributo previamente à ocorrência do fato gerador, independe deste a caracterização da falta de lançamento ou de recolhimento a que se refere o artigo 364, II, do RIPI". 3 - É o que ocorre no caso presente, em que o contribuinte registrou a D.I. sem o lançamento correto e o recolhimento do tributo IPI. Portanto, existente o suporte fático, ocorrendo a omissão do contribuinte, não há porque não aplicar a penalidade. ISTO POSTO, requer que seja admitido o presente recurso, ao qual deverá ser dado provimento, a fim de restabelecer a exigibilidade constante da decisão singular, relativamente à multa do artigo 364, II do RIPI." O fundamento da decisão da douta Câmara foi que a autuação se fez por ocasião do desembaraço e não em ato de revisão. Aplicou o contido no P.N. - CST n° 32/76. Instada a se manifestar, a interessada não apresentou contra-razóes. É o relatório. 3 MINISTÉRIO DA FAZENDA '''-'1,..;.Nr-•, CÂMARA SUPERIOR DE RECURSOS FISCAIS PROCESSO IN.P : 10845/004.257/90-64 ACÓRDÃO Nci : CSRF/03 -2. 288 VOTO CONSELHEIRO JOÃO HOLANDA COSTA, RELATOR O auto de infração foi lavrado em conferência aduaneira e antes de proferido o desembaraço da mercadoria. Como ainda não se dera o fato gerador do ]PI, até aquele momento o sujeito passivo ainda não havia incidido em mora com a relação a alguma diferença do imposto que viesse a ser apurado com relação ao recolhimento feito quando do registro da Declaração de Importação. A exigência de que o recolhimento do IPI vinculado à importação se faça logo no momento do registro da D.I. conjuntamente com o pagamento do II., tal exigência impõe-se por uma questão de comodidade, por economia de atos administrativos, a fim de descomplicar o trâmite de papéis. Assim, tenho por indevida a multa do art. 364, inciso II, do RIPI se aplicado em ato de conferência aduaneira, antes de ter sido lavrado o desembaraço da mercadoria importada Nego provimento ao Recurso Especial do douto Procurador da Fazenda Nacional. Sala das Sessões - DF, em 26 de maio de 1995 J O Of.,ANDA COSTA lb7/4 — 4 Page 1 _0000200.PDF Page 1 _0000300.PDF Page 1 _0000400.PDF Page 1
score : 1.0
Numero do processo: 10840.001987/88-75
Turma: Primeira Câmara
Seção: Terceiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Thu Nov 07 00:00:00 UTC 1991
Numero da decisão: 301-00.751
Decisão: ACORDAM os Membros da Primeira Câmara do Terceiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, em converter o julgamento do recurso em diligência ao DIC da SE-MEFP, através da Repartição de origem, na forma do relatório e voto, que passam a integrar o presente julgado.
Nome do relator: SANDRA MIRIAM DE AZEVEDO MELLO
1.0 = *:*
toggle all fields
dt_index_tdt : Sat May 14 09:00:03 UTC 2022
anomes_sessao_s : 199111
turma_s : Primeira Câmara
numero_processo_s : 10840.001987/88-75
conteudo_id_s : 6605168
dt_registro_atualizacao_tdt : Fri May 13 00:00:00 UTC 2022
numero_decisao_s : 301-00.751
nome_arquivo_s : Decisao_108400019878875.pdf
nome_relator_s : SANDRA MIRIAM DE AZEVEDO MELLO
nome_arquivo_pdf_s : 108400019878875_6605168.pdf
secao_s : Terceiro Conselho de Contribuintes
arquivo_indexado_s : S
decisao_txt : ACORDAM os Membros da Primeira Câmara do Terceiro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, em converter o julgamento do recurso em diligência ao DIC da SE-MEFP, através da Repartição de origem, na forma do relatório e voto, que passam a integrar o presente julgado.
dt_sessao_tdt : Thu Nov 07 00:00:00 UTC 1991
id : 9330551
ano_sessao_s : 1991
atualizado_anexos_dt : Sat May 14 12:53:03 UTC 2022
sem_conteudo_s : N
_version_ : 1732806217127952384
conteudo_txt : Metadados => pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.4; pdf:docinfo:title: 301751_108400019878875_199111; xmp:CreatorTool: Smart Touch 1.7; Keywords: ; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; subject: ; dcterms:created: 2017-08-25T14:43:57Z; dc:format: application/pdf; version=1.4; title: 301751_108400019878875_199111; pdf:docinfo:creator_tool: Smart Touch 1.7; access_permission:fill_in_form: true; pdf:docinfo:keywords: ; pdf:encrypted: false; dc:title: 301751_108400019878875_199111; Build: FyTek's PDF Meld Commercial Version 7.2.1 as of August 6, 2006 20:23:50; cp:subject: ; pdf:docinfo:subject: ; Content-Type: application/pdf; pdf:docinfo:creator: ; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; dc:subject: ; meta:creation-date: 2017-08-25T14:43:57Z; created: 2017-08-25T14:43:57Z; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 10; Creation-Date: 2017-08-25T14:43:57Z; pdf:charsPerPage: 948; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; pdf:docinfo:custom:Build: FyTek's PDF Meld Commercial Version 7.2.1 as of August 6, 2006 20:23:50; meta:keyword: ; producer: Eastman Kodak Company; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: Eastman Kodak Company; pdf:docinfo:created: 2017-08-25T14:43:57Z | Conteúdo => OLS/CF MINISTÉRIO DA FAZENDA TERCEIRO CONSELHO OE CONTRIBUINTES PRIMEIRA CÃMARA' Sessão deQL.o.9..Y.~m.b.r()de 19 ...'U... ACORDÃO N.' . -. . /• Recurso n.O Recorrente Recorrid 112.023 - Processo nº 10840/001987/88-75 AGRO INDUSTRIAL AMÁLIA S/A DRF / RIBEIRÃO PRETO-SP. RESOLUÇÃO N~ 301 -751 V 1ST O S, relatados e discutidos os presentes aQ tos, A C O R D A M os Membros da Primeira Câmara do Te~ celro Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, em conve~ ter o julgamento do recurso em diligé~cia ao DIC da SE-~EFP, atr~ ves da Repartição de origem, na forma do relatório e voto, que pas- sam a integrar o presente jul ado. IT~AR EI DA OSTA - Presidente .. Qk IJj j \ uO . £) 111i2& S NORA MI~ DE AZEVEDO MELLO - Relatora CONRA~RES - Procurador da Faz.Nacional. VISTO EM SESSÃO DE: 1 5 MAl 1992 Participaram,ainda,do presente julgamento os seguintes Conselheiros: LUIZ ANTONIO JACQUES, JOÃO BAPTISTA MOREIRA, WLAOEMIR CLÓVIS MOREIRA, ;FAU~,FREI"FiISiDElCASiRONETO e FLAV IO ANTON IO Q lJ E IROG A ME NDLOV ITZ . Ausentes,os Conselheiros: IVAR GAROTTI e JOSÉ THEODORO MASCARENHAS MENCK . • • • Brasília - , em 07 de novembro de 1991 '. SERViÇO PÜBllCO FEDERAl. MEFP - TERCEIRO CONSELHO DE CONTRIUDINTES - -2- Recurso 112.023 Res.301 -f'751, PRIMEIRA CÂMARA RECORRENTE : RECORRIDA RELATORA AGRO INDUSTRIAL MÁLIA S/A DRF - RIBEIRÃO PRETO SP, SANDRA MIRIAM DE AZEVEDO MELLO ,R E L A T 6 R I O •• '.. '.' Em 13.10.88, pelo Termo de fI. 1, foi iniciada fiscall zaçao na empresa ora recorrente, abrangendo importaçaes realizadas sob a égide do Programa Especial de Exportação aprovado pela BEFI- EX, conforme documentação que se abordará a seguir . As DI's a que se reporta o auto encontram-se as fls . 5 a 38. O Termo de Aprovação do Programa Especial de Expérta- çao acha-se as fls. 39 a 44. Às fls. 47 e 48 foram juntados, respectivamente,os~Of. BEFIEX nº 172, de 3.6.86, dirigido às Indústrias Reunidas Francis co Matarazzo, e nº 173, de 3.6.86, ender~çado ao Coordenador do Sistema de Fiscalização da Secretaria da Receita Federal, este úl- timo acompanhado da documentação do programa da empresa. Em ambos os expedientes o Secretário Executivo da 8EFIEX informa que "êm sua reunião plenária de 17.12.85, resolveu (a Comissão) declar}r encerrado por decurso de prazo ei0adimplência contratual o ComprQ ~isso de Exportação firmado pela empresa S/A Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo, conforme Certificado nº 019i de 23.11.76". Segue-se o Relatório de Fiscalização-BEFIEX, de 23.10. ~87, da DRF são Paulo, fls. 57 a 70 (com os anexos respectivos),on- ,.de a matéria é amplamente abordad'!J(und?qasnos seus aspectos fáticos e legais. O auto de infração decorrente do Relatório antes refe- rido foi lavrado em 13.10.88 (fls. 71 a 75), através do qual cobra o Fisco da empresa Agro-Industrial Amalia S/A, ora recorrente, Im- posto de importação, IPI, correçãó monetária e juros de mora so- bre os valores dos tributos citados, multas de 50% incidentes SQ breos mesmos tributos, e pre~i a possibilidade de redução na for- ma do artº 4º, i lº do Decreto-Iei'nº 1.219/72 (20%), redução essa objeto de decisão da BEFIEX. -3- Recurso 112.023 Res. 301 -"{751 auto no decreto-lei nº 1.219/72, e d~ SERViÇO PUBLICO FEDERAl. Fundamenta-se o creto-Iei nº 1.933/82. No verso do auto foi descrita a infração, com base nos Ofícios 172 e 173 da BEFIEX, bem como esclarecida a autuação con - tra a Agro Industrial Amália S/A, por ter sido esta a beneficiária das importações, em substituição à FERMENTA, ambas integrantes do Grupo Matarazzo, o que se veri fica pelas DI' s acostadas aos ,aútos (fls. 5 a 38). I I '. I I •• •• • Impugnou a empresa autuada (fls. 80 a 86), com i'anexos de fls. 87 a 138) que, em resumo, contesta a decisão da Comissão para Concessão de Benefícios Fiscais a Programas Especiais de Ex - portação-BEFIEX, afirmando que não houve qualquer vantagem ilícita para a requerente e que as metas de exportação estabelecidas no Termo foram superadas. Seguem-se explicações sobre as dificuldades enfrentadas pelo Grupo Matarazzo, considerações sobre as e~presas integrantes do mesmo, inclusive a substituição da FERMENTA. 'pela AMÁLIA, sobre as exportações efetuadas e seus valores, _a substitQ ição de produtos, a questão relativa a café solúvel ser ou não ser produto manufaturado para concluir que o compromisso foi integral mente cumprido. A Informação fiscal (fls. 141 a 144) relata o processo edéppis de várias considerações sobre as alegações contidas na im pugnação salienta que a pretendida reapreciação dos motivos deter- minantes da inadimplência, ou seja, o descumprimento do Programa de Exportação já foi solicitada pela empresa à BEFIEX, tendo esta comissão em Reunião Plenária de 25.2.88 ratificada a decisão de 17.12.85, e acrescenta: "não cabendo à autoridade tributária rea- brir a questão". Nega o F isco a ap Iic aç ão do s art. I14 a II 7 do CTN bem com a alegada ausência de culpa, com base nos art. 957 e 1058 do Código Civil. Própõe a manutenção do auto de infração. Na Decisão nº 01884, de 28.12.89, o Delegado da Recei- ta Federal-Ribeirão Preto faz um breve relato do processo, aborda os fatos e o direito em que se apoia a autuação, enfrenta a Impug- nação e profere decisão, cu~os aspectos fundamentais são os mesmos da informação e se sintetizam na seguinte "ementa": "A declaração de encerramento de Programa pela BEFIEX, por decurso de prazo e inadimplência contratual do Com promisso deaexportaçio, obriga a compromissária ao re- processo,des - levado em con- -4- Recurso 112.023Res.,:301~. 751 SERViÇO PÚBLICO FEDERAl. colhimento dos tributos suspensos na importação de má- quinas e equipamentos". Na Decisão citada afirma o Delegado: "Deste modo, não cabe i autoridade julgadora reabrir a questão, não encontrando respaldo legal a alegação de que não ocorreu o fato gerador da mat~ria tributável". Negou a autoridade fiscal provimento ~ impugnação. A peça recu'S~l encontra-se is fls. 54 a 65 (instrumen- to e anexos). Nela a empresa faz breve introduçã6 e aduz: ~ - que "antes de ocorrer a autuação da Receita Federal, interp6s recurso ao excelentíssimo Senhor Ministro da Indústria e do Com~r- cio, realçando que, de um lado a rigor, o programa de exportação fora (áúmpr ido" e ind ic a os mo t ivos para tal ilfirm ação e ou tros; Q - que aquele Ministro, após requisição do processo ao Minist~rio da Fazenda, deu provimento ao recurso, conforme decisão no DOU de 26.5.89; £ - que a Receita Federal, mesmo conhecendo as particularidades ~ cima referidas proferiu a decisão ora recorrida; Q - que o provimento do seu recurso ao MIC teve apoio em parecer da Consultoria Jurídica daquele Minist~rio; ~ - que, portanto, deixa de existir o fato gerador dos tributos e deve ser extinto o processo, na forma do art. 156-IX do CTN; f - que a decisão ministerial partiu da autoridade competente, na mat~ria. No m~rito, a recorrente tece ampla argumentação sobre as empresas participantes do Programa de Exportação, sobre os pro- dutos constantes do compromisso, aborda o contrato com a BEFIEX, em particular a cláusula que permitia substituição de produtos, a questão da não inclusão do caf~ no é6mputo dos produtos, menciona a força maior que exclui a responsabilidade civil fazendo aborda - gem da álienação de aditivos operacionais do Grupo que teria infl~ ído na produção e conclui: ~ - que a "imposição de penalidade", na forma deste toa do art~ 4º, ~ lº, do DL 1.933/82, e que não foi ta o fato de haver'cómprLdo 60% do Programa; Q - que a praxe da BEFIEX ~ transferir,\o saldo de um Programa para outro; I • •• ••• £ - que a lista dos produtos do Termo era meramente exemplificati- va e comenta novamente o problema do caf~ solúvel não considerado, a glosa feita pela BEFIEX em face do DL 1.933/82, repetindo que ~sos -5- Recurs.o 112.023 Res 301 - 1.,,751 seus argumentos,teria ultr~ portanto, não houve prejui- SERVIÇO PÚBLICO FEDERAl. valores exportados, se considerados os passado em muito os do Programa e que, zo para o Tesouro Nacional; g - que o governo ao assinar o Protocolo Juntado aos autos "anuiu ao processo de saneamento do Grupo e empurrou-o ~ r(des~bbili?ição dos ativos de duas empresas que deveriam concorrer significativa - mente para o cumprimento do programa"; e - pede a reunião dos autos de infração nºs. 32.379/380, 32.381 1 382 e 32.383/384, por conexão, baseada na causa de pedir; f - invoca novamente a decisão do MIC para afIrmar que nao há fa - tos geradores de tributos;. g - pede a reforma da decisão da autoridade tributária . t o Relatório. '. •'. OLS/CF •••'. v O T O Este Recurso tem o nº 112.023 e o processo é o de nº 10840/001987/88-75, no qual figura como autuada a AGRO INDUSTRIAL AMALIA S/A que, segundo afirmações da empresa, nos autos, substi- .tui¥a FERMENTA nas importações, sendo esta última uma das;, i,int~ grandes do que se denomina GRUPO MATARAZZO ou S/A INDÚSTRIAS REUNI DAS F. MATARAZZO da qual é controlada. Foram a mim distribuídos dos (2) outros recursos que versam o mesmo assunto do presente,o~ de nºs. 111.215 e 111.222 respectivamente, processos nºs. 10880 - 032.046 e 10880-032047/88- 61. Nestes dois outros processos a autuada é a S/A INDÚSTRIAS REU- NIDAS f. MATARAZZO . No seu recurso a autuada neste processo pediu a reuni- ão dos autos de infração cujos números citou, conforme relatei, e o processo nº 032045/88-35 distribúído ao Conselheiro Flávio Anto- nio Queiroga Mendlovitz. No presente processo houve encaminhamento à 3ª câmara deste Conselho e em 27.8.91 o ilustre Presidente daquela Câmara despachou à fI. 69-verso solicitando que,por diligência,fossem jun tados a este os documentos anexados pela BEFIEXno processo nº 032.047-88-61, um dos acima mencionados. ,Essa diligência foi cumprida com a juntada nestes aQ tos de cópia do Parecer da Consultoria Jurídica do MIC (OI-PARe' / CJ / Nº o 8/8 9 - f Is. 8o a 83) e de cóp ia do de spacho m in ister ia I an- teriormente aludido (do MIC), à fI. 84. No verso dessa fI. 84, que e uma cópia-xerox, vê-se despacho de encaminamento do presente prQ cesso a esta Câmara. Quanto ao processo nº 032.047/8$.61, foi também enca - minhado à 3ª câmara deste Conselho. Em sessão de 19.1.90,pela Re- solução nº 303-0.308, aqueles autos foram enviados à DRF são Pau- lo, em diligência para "fins de integração de tais elementos de convicção ao processo, por serem necessários à instrução do feito e à composição de lide". Ao mencionado processo (Recurso 111.222) foi juntada cópia-xerox não autenticada da folha do DOU de 25.5.89 que publi - ,cou a decisão do Senhor Ministro do MIC, do Parecer da Consultoria Jurídica daquele Ministério, como anteriormente referida neste vo- to, çóp:ip.da decisão ministerial em ~causa e da publicação da mes- ma (fls. 139 e 144/158 daquele processo). Pelo despacho de 27.8.91 já citado, o ~minente Presiden '. •• •• • SERVIÇO PÜBllCO FEDERAl. -6- ReCU r'so 112. 023 Res. 301 -,;,751 SERViÇO PÜBUCO FEDERAI_ -7- Recurso 112.023 Re s. 3O I -<c, 751 •• •• te da 3ª Câmara remeteu aqueles autos a esta câmara. No tocante ao Recurso 111.215, processo nº 032.046/88- 06, ocorreram os mesmos procedimentos a que alud? quanto ao Recur- so nº 111.222, proc. nº 032.047/88-61, vindo esse terceiro proces- so a esta Câmara com o aludido despacho de 27.8.91 do mesmo ilus - tre Presidente da 3ª Câmara, depois do mesmo tipo de diligência a que me reportei linhas atrás. A matéria versada nesses três (3) processos é da mesma natureza. As diferenças de números de documentos e na denominação social das autuadas nao modificam o conteúdo do assunto; tratado nos três recursos. Em resumo, esse conteúd00e o seguinte: , -' l_... . .. ,•., •~) um grupo de empresas :toobUladas pela S/A Industrlas Reunidas F. Matarazzo firmou um Programa Especial de Exportação com o amparo da BEFIEX (Termo de Aprovação de 23.11.76, nas fls. 39 a 46 destes autos); ~) ã BEFIEX comunicou, em 3.6.86, is empresas e i Re- ceita Federal (fls. 47 e 48 deste processo) que o pro- grama em questão fora encerrado por decurso de prazo e 1mdimplência contratual, ou seja, no prazo fixado no Termo (lO anos) as empresas compromissadas não haviam cumprido os limites impostos pelo Programa; £ } foi iJKiciada a fiscalização pela DRF são Paulo, neste processo em 13.10.88, no Recurso nº 111.222 em 14.9.88 e no Recurso nº 111.215 em 14.9.88 (Termo de Inicio daquelas datas, constantes de fls. I de cada um dos processos); g) as autuadas pediram i BEFIEX reconsideração daquela decisão, não obtendo êxito,como consta de várias peças deste e daqueles processos; ~) houve a autuação da Ag~o Industrial Amália S/A, neA te processo, e na S/A Indústrias Reunidas F. Matarazzo nos outros dois aludidos, seguindo-se impugnação e r~ curso das autuadas em todos os casos aqui citados; f) neste~e nos outros dois recursos constam c6pias do parecer da Consultoria Juridica do MIC e da decisão do titular daquela Pasta, dando provimento ao recurso ad- ministrativo que foi impetrado; ., SERVIÇO PÜBLlCO FEDERA'- -8- Recurso 112.023 Res. 301 -~; 751 • • Q) em nenhum desses processo consta cópia do recurso dirigido ao MIC, embora o Parecer da CJ daquela Pasta. " haja feito uma síntese do "Pedido" e afirmado que ele foi formulado por "S/A Indústrias Reunidas F. Mataraz- zo e outras integrantes do GRUPO MATARAllO em petição datada de 3.10.88"; h) essa omissão se deve, em particular, ao fato de a empresa haver informado aos agentes do Fisco que cum - priram a diligência solicitada pela 3ª Câmara, que SQ mente possuía a publicação do despacho ministerial,mas nao tinha os demais documentos pertinentes,alegando aos fiscais que os documentos poderiam ser obtidos no MIC (documento de fls. 140 de Recurso nº 111.222); 1) pelas cópias anexadas aos três recursos a que me r~ firo neste processo, verifica-se que a CJ do MIC prof~ riu parecer pela admissão do recurso das empresas int~ grantes do GRUPO MATARAllO e, no mérito, reconheceu que as mesmas haviam~ cumprido o Programa, nas circun~ tâncias ~ue indica, ~firmando "Assim, se o Grupo expo~ tou um montante superior ao valor compromissado, não h~ razão para puní-Io como inadimplente" ~fls. 155 de~ tes autos); i) a decisão ministerial, fI. 157, acolheu aquele Par~ cer CJ, deu provimento ao recurso e concluiu em se~. despacho "Informe-se da decisão o Exmo. Sr. Ministro da Fazenda, para asiiprovidências que S. Exª; entender cabíveis no âmbito daquela Secretaria de Estado, como é sugerido". Essa decisãi:r.foi proferidLElTl'ill.5.89, no processo nº MIC 26.000.006746/88-17, apenso processo MF nº 10168-002337/88-07 e anexo (grifos nossos); 1) esses processos citados nâo são qualquer daqueles a que me reporto neste voto. Não estou de acordo com a IgUJ1S,'dos argumentos, comentÁ rios e indicações do recurso da empresa de que trata este processo, na parte tribut~ria e processual, que se enquadram na competência deste Conselho e desta Câmara. Entretanto, devo ser coerente com o entendimento que venho mantendo nos casos da natureza do presente (é dos outros dois recursos mencionados), no sentido de que a competência para reconhe- SERVIÇO PÜBLlCO FEDERAl. -9- Recurso 112.023 Res.30l - ::751 • • •• • cer o cumprimento ou não dos Programas Especiais de Exportação-BE- FIEX é daquele órgão, sem prejuízo do exame dos aspectos fiscais pelos órgãos competentes. É fato que a BEFIEX julgou que o Programa não for~"cu~ prido, mas a autoridade hierárquica superior, com base em pronun - ciamento da Consultoria Jurídica do MIC, deu provimento ao recurso administrativo das autuadas, admitindo expressamente o cumprimen- to do Programa por elas firmado. Nb seu despacho manda, porem que seja informado S. Exª. o Sr. Ministro da Fazenda para as providên- CIas que S.Exa. entender cabíveis no âmbito da sua Pasta. Por outro lado entendo que este recurso deve, ser julg-ª. do em conjunto com os outros dois mencionados (111.215 e 111.222), Deve ser considerada a parte final do despacho do Exmo . Sr. Ministro"do MIC, ao determinar que o Ministro da Fazenda fosse cientificado do seu ato para que adotasse as providêhcias que -ª. cham cabíveis, no âmbito da sua Pasta. Não há, em qualquer dos processos anterJormente menciQ nados e objeto de recursos a este Conselho, notícia de medidas que, porventura, tenham sido determinadas pelo titular da Pasta da Fa - zenda, em cuja estrutura se integram a DRF são Paulo e esJe Conse- 1 h o. o processo que foi constituído pelo pedido da empresa (ou das empresas) não se encontra neste Conselho (MIC-26000-006746/ 88-17) o qual, conforme o referido despacho, tem apenso ",'processo MF nº 10618-002337/88-07 e anexo". Como foi dito antes, a empresa informou aos Fiscais que efetuaram a dilige"ncia pedida pela 3ª cliTnara que não possuía os documentos do aludido processo, salvo o DOU que publicou o despa - cho, e ~ugeriu que o processo em foco fosse requerido ao MIC. Não nos sentimos em condições de proferir voto conclQ SIVO nos tr~s recursos que se encontram a mim distribuÍd(;fs"..::, Assim, V O T O no sentido de ser o julgamento deste processo convertido em diligência para o seguinte: -ª.- oficiar-se ou enviar-se este processo ao Departamento de Indú~ tria e Comércio da Secretaria de Economia do Ministério da Econo- mia,Fcazenda e Planejamento, para que a mesma informe se o processo do antigo MIC, com o processo MF apenso, acima citado, encontra-se na sua área, com pedido para envio a esta Câmara, bem como se tem ~conhecimento de qualquer providi~cia que a respeito da mat~ria re- latada neste recurso, haja sido determinada pelo Ministro ou !)~~elo , i SERViÇO PÚBLICO FEDERAI_ -10- Recurso 112.023 Res. 301 -~:;.751. •• • • Minist~rio da Fazenda, em qualquer nível; ~(- em caso negativo, quanto ao processo aludido adotaras medi - das necessárias .para a solicitação do mesmo ao Departamento da In dústria e do Com~rcio, ou outro órgão do próprio MF epostér.i~ór re- messa a est& Câmara. Brasília - DF, em 07 de novembro de 1991 kk lPú ~QJM-rJJ()~a SANDA MIRIAM DE AZEV!DO MELLO - Relatora OLS/CF \ 00000001 00000002 00000003 00000004 00000005 00000006 00000007 00000008 00000009 00000010
score : 1.0
Numero do processo: 10711.007171/90-27
Turma: Primeira Câmara
Seção: Terceiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Fri Nov 08 00:00:00 UTC 1991
Numero da decisão: 301-00.755
Decisão: RESOLVEM os Membros da Primeira Câmara do Terceiro Conselho de Contribuintes, por maioria de votos, em rejeitar a preliminar de cerceamento de defesa, vencidos os Cons. Flávio Antônio Queiroga Mendlovitz, Fausto Freitas de Castro Neto e João Baptista Moreira; por unanimidade de votos, em acatar a preliminar de remessa ao I.N.T., através da Repartição de Origem, na forma do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado.
Nome do relator: FLAVIO ANTONIO QUEIROGA MENDLOVITZ
1.0 = *:*
toggle all fields
dt_index_tdt : Sat May 14 09:00:03 UTC 2022
anomes_sessao_s : 199111
turma_s : Primeira Câmara
numero_processo_s : 10711.007171/90-27
conteudo_id_s : 6605308
dt_registro_atualizacao_tdt : Fri May 13 00:00:00 UTC 2022
numero_decisao_s : 301-00.755
nome_arquivo_s : Decisao_107110071719027.pdf
nome_relator_s : FLAVIO ANTONIO QUEIROGA MENDLOVITZ
nome_arquivo_pdf_s : 107110071719027_6605308.pdf
secao_s : Terceiro Conselho de Contribuintes
arquivo_indexado_s : S
decisao_txt : RESOLVEM os Membros da Primeira Câmara do Terceiro Conselho de Contribuintes, por maioria de votos, em rejeitar a preliminar de cerceamento de defesa, vencidos os Cons. Flávio Antônio Queiroga Mendlovitz, Fausto Freitas de Castro Neto e João Baptista Moreira; por unanimidade de votos, em acatar a preliminar de remessa ao I.N.T., através da Repartição de Origem, na forma do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado.
dt_sessao_tdt : Fri Nov 08 00:00:00 UTC 1991
id : 9330555
ano_sessao_s : 1991
atualizado_anexos_dt : Sat May 14 12:53:03 UTC 2022
sem_conteudo_s : N
_version_ : 1732806217130049536
conteudo_txt : Metadados => pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.4; pdf:docinfo:title: 30100755_107110071719027_199111; xmp:CreatorTool: Smart Touch 1.7; Keywords: ; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; subject: ; dcterms:created: 2017-06-09T17:50:11Z; dc:format: application/pdf; version=1.4; title: 30100755_107110071719027_199111; pdf:docinfo:creator_tool: Smart Touch 1.7; access_permission:fill_in_form: true; pdf:docinfo:keywords: ; pdf:encrypted: false; dc:title: 30100755_107110071719027_199111; Build: FyTek's PDF Meld Commercial Version 7.2.1 as of August 6, 2006 20:23:50; cp:subject: ; pdf:docinfo:subject: ; Content-Type: application/pdf; pdf:docinfo:creator: ; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; dc:subject: ; meta:creation-date: 2017-06-09T17:50:11Z; created: 2017-06-09T17:50:11Z; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 4; Creation-Date: 2017-06-09T17:50:11Z; pdf:charsPerPage: 1025; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; pdf:docinfo:custom:Build: FyTek's PDF Meld Commercial Version 7.2.1 as of August 6, 2006 20:23:50; meta:keyword: ; producer: Eastman Kodak Company; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: Eastman Kodak Company; pdf:docinfo:created: 2017-06-09T17:50:11Z | Conteúdo => T' •I 1 , ' .....•.,.I-. ' MINISTÉRIO DA FAZENDA TERCEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PRIMEIRA CÂMARA ,.1g) Sessão de ", ' 08 'rl.DY'E!rnQtº-''de 19,~L ACORDÃO N,' ",",""""""""""""" Recurso n.O Recorrente Recorrid 113.R42 - Processo nº 10711.007171/90-27 IFF ESStNCIAS E FRAGRÂNCIAS LTDA. IRF PORTO DO RIO DE JANEIRO •, RESOLUCÃO Nº 301-755 • VISTOS, relatados e discutidos os presentes autos, RESOLVEM os Membros da Primeira Câmara do Terceiro Con selho de Contribuintes, por maioria de votos, em rejeitar a prelimi~ nar de cerceamento de defesa, vencidos os Cons. Flávio Antônio Quei- roga Mendlovitz, Fausto Freitas de Castro Neto e Joâo Baptista Morei ra; por unanimidade de votos, em acatar a preliminar de remessa ao I.N.T., através da Repartiçâo de Origem, na forma do relatório e vo- to que passam a integrar o presente julgado. Brasília-DF, em R de novembro de 1991. 'VVtA/1A- - .,6,,,(, ,~ CONRADO ÁLVARES - Procurador, a Fazenda Naciona 1 FLÁVIO o 6 DEZ 1991 ITAMAR VISTO EM SESSÃO DE: \.'• Participaram, ainda, do presente julgamento os seguintes Conselheiros: WLADEMIR CLOVIS MOREIRA, LUIZ ANTÔNIO JACQUES e SANDRA MIRIAM DE AZI VEDO MELLO. Ausentes os Cons. JOSt THEODORO MASCARENHAS MENCK e IVAR GAROTTI. i .J~SERViÇO PÚBLICO FEDERALMtFP--TERCEIRO CONSELHO.DE CONTRIBUINTES---PRH1EIRA RECURSO Nº 113.842 - RESOLUÇÃO Nº 301-755RECORRENTE: IFF ESSÊNCIAS E FRAGRÂNCIAS LTDA.RECORRIDA IRF - PORTO DO RIO DE JANEIRO RELATOR FLÁVIO ANTÔNIO QUEIROGA MLNDLOVITZ R E L A T Ó R I O CÂMARA 02. • •• • A ;... . r ..s. c o. r. ..,l".~.a.~_O...__t_ ._e .__" ,_ a t,.- a v é5 da .2di~~o 02 da Dec12ra~âo de Importa~~o (D.I.) n°.3423/90 (11s.8), e ~ao amparo da Guia de Importa~~o (G.I~) n~.81-89/3289-7 (f15.12)~ ;submeteu a despacho 1(l89~900 quilos de gàs obtido da destila~~o des- trutiva (queima controlada) da serragem da madeira de Hickory reco- ,lhido em Propileno Glicol - nome come~cial: Essência de Defumado, ;clessificando o produto no código TAS 3823.90.9999, relativo a Ilpro- ~dutos quimicos e pr2para~~es das indúst~ias qLlimi,cas ou das indGs- trias conexas ...prDdutos residuais ... , n~o especificados nem compre- ',Eíldi;jos em outras posiq;:t:ies - qUE\lquer Dutr'ü" ~ com as .,;";\liquota:;, d€-2 '60% para o Imposto de Impa~ta~~o (1.1.) e 10% ~ara o Imposto sobre IProdutos Industrializados (I.F.I.). I Encaminhada a amostra do produto, ao Laboratório de lAnàlises~ este emitiu o Laudo n°.1648/90 (f15.16), concluindo tra- :tar-se de uma mistura odorifera constituída 60r unIa 501u~~o enl pro- lpileno glicol de produtos de pirblise de mad~ir'a, utili2~da na i"i~- '\dúst~ia alimenticia a fim de conferir s~bor e aroma caracteristicos. Em conseqUéncia, em ato de revis~o, o produto foi IIdeSClaS5ificadO para o CÓdigo TAB 3302.10.0000, conl aliqLlotas de 60% IP.;:..I'"2I" o 1.1. e 12% pa~ o I.F'.I.~ e =-~";igidQ o recolhimen.to do cn~d:~to ltribut?.r-io apurado em flin~t:D de tc\l dS~SCJ.2\Ss~it:icac;~o (tIs.18) ~ I Nâo tendo sido cumprida a exigéncia fiscal, foi 1a- !vrado 0 Auto de !nfra~~o n°.333/9CI (f1.1), p2~a e):igir-se da imRo~-. :tadora o recolhimento da dlteren~A do l~P.l. e das multa5 preYlS~a~ 'no art.526, II~ do Regulamento Aduaneiro (R~A.) aprovado pelo Decre- Ito n°.91(\3(1/85 e no ar-tigo 80, 11, da Lei 4502/64~ cem r'eda;~o modi- \tieada pelo Decreto-lei n°.34/66~ art. 2'~., 22~. alte!~a~~o, além dos lencargos legais cabiveisn Devidamente intimada (fls.2(1/21),a Autuada~ tenlpes;ti-' :vamente, apresentou impugnaçàü (ils.22/24)~ anexando cópia de Reso- "lu~bes do 3°. Conselho de COf,tribuintes (fls.28/34), bem can,o de ~'a- receres do Instituto Nacional de Tecnologia - IN1"), emitidos eln pr"o- cessas r~lativos a prodLltos semelhantes ao do presente caso a) apensa~~o dos processos relacionados às fls.22 pela sua interliga~ào material com o Auto de fl.l; b) nlllidade do auto de inf~aç~o lavrado; c) pericia antecipada (arts. 846 e segs., CPC) a ser efetuaóa pelo Instltuto Nacional de fecnolcgia (I~iT) e/Dlt p~r pei~it~s técGicos nomeados. com ~orrlula~ào de que~,i tD-=.,; Imprensa Nacional ..~ :) J SERViÇO PUBLICO FEOERAl Recurso: Resolução: 03. 113.842 301-755 d) liminar t"'evisg,;(] 11e)-( ü"r-fici.(J" PE'12\ Tr'ibLlt2\C;;;:~D t-\ prEsente inlpOsiç~c) fiscal e aos prlJc:es30s qlA2 seriarll apensados, como neles requerido, resgual~darldo-se a inlpugnante à (:olnplemsfltaçào im~Juynat6ria, fl() OlOnle(ltu tlàbil~ na tClr"rna da lei; e e) sl~spens~o de quaisquer eventuais s2rl~~es à ilnpug- narl.te~ até a decis~o final dos mencionados proCeSSO!5. Alegou, ainda, a intererssada: b) falta~ por parte da fiscaliza~~o, do fornecinlerlto de Drienta~~o temática DLI técIlica CDm a firlalj.clacle de evitar ,decréscimo patri.monial à impugnante; e • a) cerceamento de defesa, face aos grafos 4~. e 15°. da Constituiç~o 142 do Código Tributàr10 Nacional; ..".,., i:\J""tigCl=i FedE\ra 1 .1::,3, par~\.-- e cu..-tigo • 1 c) falta de defini;_o do fato gerador (art.144, CTN). I'~a réplica (tls.44~v.) ~ ü (-ü=TN autuante r1;?,(o 2.colhE.'u as r-az~es da detesa, argumentando que f1ào foi apresentado p~la aLl-- 'tuada nSf1tlum fato novo que pudesse modificar o en'tendimentc) baseado ~a conc:lus~o do laudo latloratorial. Por solici1:açào do Orgào Preparador, o LA8A~J~ atr-avés da I~'_Ir-v• .10~~/9.1 (fl!5.4ó) escli-:ireceu qUE' o J'r.o,jutD Obj'2ttJ do I_ElUdo n •.....•,,16LH3/90 é:. cDn~.ti tujclo r.,-',r- lun::.:\ c:'nlIIG.~"ir' r'; r'''''c),-I"t.('. j"::, f)'l. r.c).11' -:':'''''.1 '-1,-:,.- ~ ._- _.. . \... • I. _1_.. _' ,.CI •.J __ t-J, _ "',"_! l L t.. ..,..... l.."". Iflêt.df::.\it-i;\ (~3Dl\/E~llte pr"opilen(J glicol) e qúe a dDcumenl:E_'\(;:~CJ d!.'.? impcll', ..tz;I-'- ;~D r'e~5pectiva descreve exatanlcn.te esta o~)era~àu, iejenti1:icarldc)-SE assim com os ~esl11tados da anàlise. -- -----..._------- -A decisão singular julgou procedente a ação fiscal, p~ ra declarar devida a diferença do Imposto sobre Produtos Industriall zados, no valor de Cr$ 24.273,41, impondo outrossim à autuada, a muI ta do art. 80, 11, da Lei 4.502/64, com redação do Decreto-lei nº 34/66, artigo 2º, 22~ alteração, acrescidas dos encargos legais. Intimada em 15.06.91, o recurso voluntário interposto, tempestivamente, em 16.07.91, protestando preliminarmente pela nuli- dade do AI por cerceamento de defesa, conforme comprovado no proces- so às fls. 26/27 quando convida a apresentar quesitos e nomear peri- to assistente, após a impugnação, teve o processo julgado sem as prQ vidências requeridas; acrescentando o arrazoado de fls. 83 a 93. t o relatório . ~.SERVICO PÚ6llCO FEOERAl Recurso: .Reso Iução: .04. 113:.8A2 301- 755 v O T O A Constituição Federal promulgada em 05 de outubro de 1988, estatui em seu inciso LV do Art. 5º: • "LV - aos litigantes, em processo judicial ou adminis - trativo e aos acusados em geral são assegurados o con- traditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes." FLÁVIOIg I Este dispositivo altera vários artigos do Decreto 70.235/72, podendo-se citar "in casu" o artigo 17. Por outro lado ao impugnar o auto de infração de fls., a recorrente, em alegando cerceamento de. defesa, requereu perícia chegando mesmo a ser convidada a apresentar quesitos e nomear assis- tente conforme provas de fls. 27 , embora o autuante e a autoridade julgadora ingnorassem o fato comprovado, praticando, ao julgar o fei to o cerceamento de defesa. Acolho, pois, a preliminar de cerceamento de defesa e voto para anular a decisão de primeira instância com.bas~ no Art. 59,.. ,.IncIso 11 do Decreto 70.235/72, devendo o recurso retorna~.a R.O. para proceder a diligência requerida e responder os quesitos formul~ dos às fls. 27 , acompanhada pelo perito nomeado (Art. 60 do Decre- to 70.235/72). 11 - Vencido na preliminar de cerceamento de defesa, tendo em vista o Regimento Interno, considerando existir outra preliminar de nova diligência levantada no recurso, voto para converter o julg~ mento em diligência ao INT, através da R.O., que deverá convidar a recorrente a formular quesitos se o desejar. Sala das Sess6es, e 08 de vembro de 1991. • • --• Im rensa Nacional 00000001 00000002 00000003 00000004
score : 1.0
Numero do processo: 10611.000612/91-23
Turma: Primeira Câmara
Seção: Terceiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Wed May 25 00:00:00 UTC 1994
Data da publicação: Wed May 25 00:00:00 UTC 1994
Ementa: Importação. Classificação.
O produto de nome comercial PRIST PHF 204 encontra classificação no
código TAB 38.11.90.00.00
Provimento Negado
Numero da decisão: 301-27.620
Decisão: ACORDAM os Membros da Primeira Câmara do Terceiro Conselho de Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos em negar provimento ao recurso, na forma do relatório e voto que passam
a integrar o presente julgado.
Nome do relator: JOÃO BAPTISTA MOREIRA
1.0 = *:*
toggle all fields
dt_index_tdt : Sat May 28 09:00:02 UTC 2022
anomes_sessao_s : 199405
ementa_s : Importação. Classificação. O produto de nome comercial PRIST PHF 204 encontra classificação no código TAB 38.11.90.00.00 Provimento Negado
turma_s : Primeira Câmara
dt_publicacao_tdt : Wed May 25 00:00:00 UTC 1994
numero_processo_s : 10611.000612/91-23
anomes_publicacao_s : 199405
conteudo_id_s : 6609424
dt_registro_atualizacao_tdt : Tue May 24 00:00:00 UTC 2022
numero_decisao_s : 301-27.620
nome_arquivo_s : 30127620_106110006129123_199405.pdf
ano_publicacao_s : 1994
nome_relator_s : JOÃO BAPTISTA MOREIRA
nome_arquivo_pdf_s : 106110006129123_6609424.pdf
secao_s : Terceiro Conselho de Contribuintes
arquivo_indexado_s : S
decisao_txt : ACORDAM os Membros da Primeira Câmara do Terceiro Conselho de Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos em negar provimento ao recurso, na forma do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado.
dt_sessao_tdt : Wed May 25 00:00:00 UTC 1994
id : 4605832
ano_sessao_s : 1994
atualizado_anexos_dt : Sat May 28 09:40:57 UTC 2022
sem_conteudo_s : N
_version_ : 1734062496327663616
conteudo_txt : Metadados => pdf:unmappedUnicodeCharsPerPage: 0; pdf:PDFVersion: 1.4; pdf:docinfo:title: 30127620_106110006129123_199405; xmp:CreatorTool: Smart Touch 1.7; Keywords: ; access_permission:modify_annotations: true; access_permission:can_print_degraded: true; subject: ; dcterms:created: 2017-11-03T09:53:32Z; dc:format: application/pdf; version=1.4; title: 30127620_106110006129123_199405; pdf:docinfo:creator_tool: Smart Touch 1.7; access_permission:fill_in_form: true; pdf:docinfo:keywords: ; pdf:encrypted: false; dc:title: 30127620_106110006129123_199405; Build: FyTek's PDF Meld Commercial Version 7.2.1 as of August 6, 2006 20:23:50; cp:subject: ; pdf:docinfo:subject: ; Content-Type: application/pdf; pdf:docinfo:creator: ; X-Parsed-By: org.apache.tika.parser.DefaultParser; dc:subject: ; meta:creation-date: 2017-11-03T09:53:32Z; created: 2017-11-03T09:53:32Z; access_permission:extract_for_accessibility: true; access_permission:assemble_document: true; xmpTPg:NPages: 5; Creation-Date: 2017-11-03T09:53:32Z; pdf:charsPerPage: 924; access_permission:extract_content: true; access_permission:can_print: true; pdf:docinfo:custom:Build: FyTek's PDF Meld Commercial Version 7.2.1 as of August 6, 2006 20:23:50; meta:keyword: ; producer: Eastman Kodak Company; access_permission:can_modify: true; pdf:docinfo:producer: Eastman Kodak Company; pdf:docinfo:created: 2017-11-03T09:53:32Z | Conteúdo => •MINISTERIO DA ECONOMIA. FAZENDA E PLANEJAMENTO TERCEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PRIMEIRA CAMARA hf PROCESSO N9 10611-000612/91-23 • Sessão d8 25 de maio d81.99!L ACORDA0 N! 301-27 620 Recurso n2. : Re corrente: Re corrid 115.183 EMPRESA DE AEROTAXI E MANUTENÇAO PAMPULHA LTDA. IRF-TANCREDO NEVES/MG Importação. Classificação. O produto de nome comercial PRIST PHF 204 encontra classificação no código TAB 3811.90.0000. Provimento Negado. VISTOS, relatados e discutidos os presentes, ACORDAM os Membros da Primeira Câmara do Terceiro Conselho de Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos em negar provimento ao recurso ,na forma do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado. VISTO EM Brasília- o 7 DEZ 1994 e.maio de 1994. S - Presidente c.da Faz.Nacional Participaram,ainda,do presente julgamento os seguintes Conselheiros: Ronaldo Lindimar José Marton, Maria de Fátima Pessoa Mello Cartaxo, Luciano Wirt Chaibub. Ausentes, os Cons. Isalberto Zavao Lima, Már- cia Regina Machado Melaré e Fausto de Freitas e Castro Neto .. DAMEFP/OF- SECOS N2 041/92 - J.H. anti- mera- 2 MF - TERCEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES - PRIMEIRA CAMARA RECURSO N. 115.183 - ACORDA0 N. 301-27.620 RECORRENTE EMPRESA DE AEROTAXI E MANUTENÇAO PAMPULHA LTDA. RECORRIDA IRF-TANCREDO NEVES/MG RELATOR JOAO BAPTISTA MOREIRA R E L A T O R I O Adoto o Relatório integrante da Resoluçao 301-890, de fls. 59 et sega, ultra infra: A empresa submeteu-se a despacho aduaneiro mercadoria que classificou e descreveu (fls. ): 2909.42.0100 - Aditivo anticongelante para combustivel de aeronave Prist PHF 204 (Eter Metilico do Etilenoglicol) Em ato de revis~o aduaneira a fiscaliza~~o entendeu que a mercadoria foi preparada e acondicionada para venda em retalho e é própria para uso como aditivo, esta de- ve se classificar no cÓdigo 3811.90.0000 - Outros aditivos preparados. Em consequência foi lavrado o Auto de Infra~~o de fls. OI. A autuada apresentou impugna~~o, tempestiva- mente, arguindo, em resumo que: a) toda classifica;~o türifária deve respei- tar as Regras Gerais de interpreta~~o do Sistema Harmoniza- do. O parágrafo 3-b dessas regras informa "a observ3ncia da essencialidade da subst3ncia como critério especifico de sua caracteriza~~o para os efeitos fiscais; . b) a composi;~o quimica da mercadoria é de 99,94% de 2 - methoxetanol; c) n~o se trata de um~ditivo, mas de congelante e anti-fungicida de uso obrigatório e n~o mente adicional; d) o acondicionamento n~o descaracteriza a mercadoria e independe da embalagem que n~o afeta a essência do produto; e) a mudan;a de critério juridico adotada pe- lo Fisco n~o autoriza a revis~o do lan~amento. A AFTN autuante, em suas informa~Oes de fls. - 14/15, propOe a manuten~~o da autua;~o. A a~~o fiscal foi julgada procedente em la. Instancia conforme Decis~o n. ~3/92 (fls. 16/19). A empresa, com guarda do prazo legal, recorre a este Colegiado enfatizando o seguinte (fls. 21/24): 1. A autoridade julgadora fundamentou sua de- cis~o alegando, basicamente, que a mercadoria (PRIST) se apresenta em recepientes metálicos prontos para o uso, com a ad~;~o intencional do gás propolente. Assim sendo, n~o há dizer q~e o material se encontra em estado puro,., 2. A recorrente entende que a autua;~o deve ser julgada insubsistente, porque a autoridade "a quo" se equivocou ao classificar a.~ercadoria i~portada sem se ater ás informa;Oes técnicas .do fabr.icante. ..., .,-; ••• 1 ~~~~~~~~~~------------------------------"'-"'I"j"'--- Rec.115.183 AC.30l-27.620 3. Se essa cautela tivesse sido tomada, veri- ficar-se-ia que estava correto o procedimento da recorrente ao'enquadrar a mercadoria no código 2909.42.0100, exatamente conforme instru~~es do fabricante, pois n~o se trata de um produto aditivo preparado. 4. O produto importado ("PRIST"), de acordo com orienta~~o do fabricante (anexo), està autorizado somen- te para uso como ADITIVO PARA COMBUSTIVEL DE AVIAÇ~O. Dessa maneira, vendido a grosso oua retalho, o produto n~o se presta para outra aplica~~o a n~o ser aquela indicada pelo fabricante. N~o existe, no caso nenhuma semelhan~a com o exemplo citado na decis~o "a quo", relativamente aos usos distintos da acetona. 5. O aditivo "Prist" é recomendado para cada reabastecimento. Dai, para conveniência do usuàrio, o aditi- vo "Prist" vir em uma ampla variedade de embalagens. A única embalagem n~o fornecida a retalho é acondicionada em tambo- res de 55 gal~es, e é indicado para grande volume de combus- tivel, o que n~o e o caso das empresas de tàxi-aereo, que geralmente utilizem aeronaves de pequeno porte. 6. De conformidade com os dados técnica do fabricante, o produto se enquadra no Código 2909.42.0100, pois e elementar que a embalagem tipo aerosol, que contém gàs propolente, de forma alguma altera as caracteristicas quimicas de produto. Assim, contrariamente à afirma~~o de autoridade julgadora "a quo", o produto importado, em sendo utilizado ou n~o em embalagem tipo aerosol, sempre se encon- tra em estado puro. 7. O próprio fabricante da aeronave na qual é utilizado o aditivo ".Prist" recomenda a utiliza~~o no abas- tecimento de aeronaves de embalagens pequenas (20 on~as) e tipo aerosol (anexo servi~o de sistema de combustível do Learjet). 8. Sendo o "PRIST" um aditivo anti-congelante de caracteristicas quimicas precisas, se enquadra à perfei- ~~o na posi~~o 2909.042.0100, e assim o 1.1. é devido sob a aliquota de 20%, e ainda de acordo com o dispositivo na Por- taria n. 388, de 10.8.77 do MF, esse produto, sendo utiliza- do somente por aeronaves a Jato-propuls~o, é isento do paga- mento do I.P.I. Naquela ocasião, .foi proferido o voto, verbis: - O recurso é tempestivo e dele conhe~o A matéria objeto deste processo se situa na controvérsia relativa a classifica~ão, da seguinte forma: Classifica~ão da empresa: 29.09.42.0100 - Aditivo anticongelante para combustlvél de aeronave Prist PHF 204 (Eter metilico do Etileno Glicol).Classifica~ão do Fisco: 3811.90.0000. - Outros aditivos preparados. Entendo que se torna necessário, preliminar- mente, esclarecer alguns pontos importantes. Por isto, voto no sentido.de converter o julgamento em diligência ao LABOR- RJ, atra~es da Reparti~ão de origem (IRF - TAN/CONFINS-MG) que devera adotar as seguintes providências: . -4~ I Re c . 1-; 5 . 1 8~ : AC.30l-27.~2~ I 1 - Notificar a empresa para, se _ quiser, apresentar quesitos ao laboratório; 2 - Encaminhar o processo ao AFTN autuante, com a mesma finalidade; 3 Encaminhar o processo, com amostra do produto, ao LABOR-RJ para que se digne responder os quesitos formulados pelas partes e os seguintes: _ a) trata-se, o produto~ de eter metl1ico do etileno glicol com 99,94 % de pure- za? ou b) trata-se de ~a preparação (aditivo preparado)?- c) em havendo qualquer substância adicio- nal esta interfere na finalidade do uso do produto tornando-o, por isto, próprio ~ara ser usado como aditivo anticongelante e antifungicida? ou d) mesmo sem as substâncias adicionadas o produto poderia Ber usado naquelas fi- nalidades (item c)? e) o gás propolente, se houver, torna o produto um aditivo preparado? Justifi- car f) fornecer outros esclarecimentos que achar convenientes para melhor ins- truir o processo :-- ~ o relatório. ..'," .. .'h" '-. '-5 - '}.~;.".r, ::.".:. '.':'.;C'.:.. ', :-.. ~ e <:.:'1:1 5,. 1 83 .. :. ,". .. ., .. ,.... ,,": "Ac::301-27.620" /,. v O T O Tendo a Informação Técnica, de fls.68, concluído que o gás propelente toma o produto em questão em um aditivo preparado.não há mais o que examinar. Assim, a luz da descrição da D.I., estando provado nos autos que a mercadoria foi preparada e acondicionada para venda a retalho e é própria para uso como aditivo, classifico o produto de nome comercial PRIST PHT 204 no código TAB 3811.90.0000 - outros aditivos preparados. Destarte, nego provimento ao recurso. Sala das Sessões, :- ... ~----•...- ........-_:- ..,--.......,.~...•.--". . ... : . ", .... ' ••••• "l. '-'. ' ..-':; ' .. ,;-. ...• "'" 'i,' 00000001 00000002 00000003 00000004 00000005
score : 1.0
