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Numero do processo: 10880.090010/92-24
Turma: Segunda Câmara
Seção: Segundo Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Wed Mar 23 00:00:00 UTC 1994
Data da publicação: Wed Mar 23 00:00:00 UTC 1994
Ementa: ITR - BASE DE CÁLCULO - A base de cálculo do lançamento é o valor da terra nua, extraído da declaração anual apresentada pelo contribuinte, retificado de ofício caso não seja observado o valor mínimo de que trata o parágrafo 2º do artigo 7º do Decreto nº 84.685/80, nos termos do item 1 da Portaria Interministerial MEFP/MARA nº 1.275/91. A instância administrativa não é competente para avaliar e mensurar os VTNm constantes na IN/SRF nº 119/92. Recurso a que se nega provimento.
Numero da decisão: 202-06526
Nome do relator: Tarásio Campelo Borges
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C) .:( O. 19 C — — n MINISTÉRIO DA FAZENDA 'Imbrica SEGUNDO CONSELHO DE CONTRIBUINTES Pro;....eS so no u 10880.090010/92-24 Sess'iXo deu 23 de marco de 199A ACORDMO Np 202-06.526 Recurso no c 95.571 Recorrente : COTRIGUAÇU COLONIZADORA DO ARIPUANM S/A Recorrida u DRE EM SAO PAULO - SP ITR - BASE DE CALCULO - A base de cálculo do lançamento é o valor da terra nua, extraído da declaração anual apresentada pelo contribuinte, retificado de ofício caso não seja observado o valor mínimo de que trata o parágrafo 22 do artigo 72 do Decreto n2 84.685/SO, nos termos do item 1 da Portaria Interministerial MEFP/MARA ng 1.275/91. A instncia administrativa nXo é competente para avaliar e mensurar os VTNm constantes na IN/SRF n2 119/92. Recurso a que se nega provimento. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de recurso interposto por COTRIGUAÇU COLONIZADORA DO ARIPUANN ACORDAM os Membros da Segunda Gámara do Segundo Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, em negar provimento ao recurso. Ausente o Conselheiro jOSE ANTONIO AROC•A DA CUNHA. Sala das SesSiNes, em 2 .3,de março de 1994. HELVT6 ESCO'„E0 BARC'...LLOS - Presidente (ço"ff:11';(i1tJ CT,"1 O Ri R to r. /11) ADRI :',(NA QUEIROZ DE CARVALHO - Procuradora-Represen tante da Fazenda Na- cional VISTA EM SESSNO DE 1 9 wu 1994 Participaram, ainda, do presente julgamento, os Conselheiros ELIO ROTHE, ANTONIO CARLOS BUEHO RIBEIRO, OSVALDO TANCREDO DE OITVFIRA e JOSE CABRAL GAROFANO. hr/jm/ac/cf :..-. MINISTÉRIO DA FAZENDA,A t . ^ -,:. -,' ' . - .•- '"AO' * :• ki, SEGUNDO CONSELHO DE CONTRIBUINTES . b-:?Processo non 10E380.090010/92-24 Recurso no n 95.571 Acórdão no:: 202-06.526 Recorrente n COTRIGUAÇU COLONIZADORA DO ARIPUANM S/A RELATORIO . COTRIGUAÇU COLONIZADORA DO ARIPUANM S/Â, notificada do lançamento do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural - ITR, Contribuição Sindical Rural - CNA - CONTAG, Taxa de Serviços Cadastrais e Contribui0o Parafiscal, relativo ao exercício de 1992, referente ao imóvel rural cadastrado na Receita Federal sob o no 1.083.450.8, situado no Estado de Mato Grosso, apresenta, tempestivamente, impugnaçWo ao lançamento, argumentando quee a) a Instrução Normativa SM': n2 119, de 18.11.92, que fixou o valor da terra nua mínimo em Juruena e Aripuanã, no Estado de Mato Grosso, está completamente equivocada, pois o valor nela fixado é superior ao valor praticado pelo mercado imobiliário para lotes rurais infra-estruturados e colonizadosp b) 05 valores venais dos imóveis rurais estabelecidos pela Prefeitura Municipal, para fins de cálculo do 'TB', em dezembro/91, oscilando gradativamente de acordo com a dist&ncia do imóvel para a sede do Município, também eram bastanL: inferiores ao valor fixado na IN/SRF ora questionadag c) os preços vigentes no mercado imobiliário, em dezembro/91, em razãO da crise econejmica e monetária do Pais, já eram inferiores aos estabelecidos pela Prefeitura Municipal, mesmo em se tratando de lotes infra-estruturados e situados próximos à sede do Município, obrigando a Prefeitura Municipal a não mais reajustar sua tabela de valores venais para fins de cálculo do ITBI, a partir de abri. oi preço de mercado estabelecido pelas colonizadoras que atuam no município, 100 (cem) BTNs, após o fracasso do plano cruzado em 1987, não acompanhou sua valorização pelos índices oficiais da inflaçSo nos anos de 1991 e 1992p e) o valor fixado na IN/SRF n2 119, de 18.11.92, refere-se apenas á terra nua, sem qualquer benfeitoria, enquanto que o valor praticado no mercado imobiliário, assim como o valor estabelecido pela•Prefeitura Municipal para fins de cálculo do ITPI, incorporam à terra nua o valor do patrimtinio floresta:1 e a graduaçWo de valor em funOxe da distãncia do imóvel rural à sede do Municipiog . 1 2 . , ,, MINISTÉRIO DA FAZENDA i -44(:',.:),,-À* :',...-H,-, SEGUNDO CONSELHO DE CONTRIBUINTES J4Y•— ...,.,cv , Processo no. : 10880.090010/92-24 Acórdgo n2: 202-06.526 . f) em dezembro/92, os valores venais dos imóveis rurais situados a mais de 15 km e a menos de 50 km da sede do município, para fins de ITBI, foram estimados em Cr$ 115.228,40 por hectare, o mercado imobiliário trabalhou com um valor médio de Cr$ 300.000,00 por hectare, e o 1TR foi calculado com base no VTNm fixado em Cr$ 635.382,00 por hectare, superior aos valores anteriormente citadosg g) o VTNm utilizado no ITR/91 (Cr$ 3.283,80 por hectare), da mesma forma que nos anos anteriores, poderia ser reajustado monetariamente, para ser utilizado no lançamento do 1TR/92, com base em qualquer Indice inflacionário editado, e resultaria no preço máximo de Cr$ 25.000,00 por hectareg h) o imóvel a que co refere o presente lançamento está situado em nova e pioneira fronteira agrícola na Amazõnia Legal, sendo ainda uma região considerada ínvia e de difícil acesso, onde a proprietária implantou seu projeto de colonização particular. • Fundamentada nesses argumentos, a impugnante requer a revisgo ou retificaçgo do valor tributado no ITR/92, dentro de pa~etros que a mesma considera justos e compativeis com a realidade, equivalente a 25% do preço médio de mercado ou 50% do valor venal médio fixado pela Prefeitura Municipal de juruena, para fins de cálculo do ITDI, vigentes em dezembro/91, que resultará em 10% (dez por cento), aproximadamente, do valor efetivamente lançado no ITR impugnado. A decisão da autoridade monocrática concluiu pela procedOncia da exigOncia fiscal, com a seguinte fundamentação: a) o lançamento foi efetuado de acordo com a L egislação vigente e a base de cálculo utilizada - VTNm ?» está prevista nos parágrafos 22 e 32 do artigo 72 do Decreto n2 84.685, de 06.05.80g L) os VTNm, constantes da 1N/SRF n2 119, de 18.11.92, foram obtidas em conson g.ncia com o estabelecido no artigo 12 da Portaria Interministerial MEFE/MARA n2 1.275, de 27.12.91, e parágrafos 22 e 32 do artigo 72 do Decreto n2 04.685, de 06.05.80p c) não cabe à instáncia adminiStrativa pronunciar-se a respeito do centeMo da legislação de regOncia do tributo em questão, mas sim observar o fiel cumprimento da aplicaçgo da mesma. , , - ._ 1 MINISTÉRIO DA FAZENDA . .‘SEGUNDO CONSELHO DE CONTRIBUINTES F'ro c: e 4. g-C) no :: 1. 088() ,. ()90()1. ()/92.--24 iftt córd 'So n2..: 202-06 ,, '326 I. i- re.:, s :i. g n acl ::::,. „ i':). 11 (:) 1:. :i. :1: :i. r::t et -::ç :i. ri :t.e.:, r: pt:.)(.:1. I- c..., c:11. I' C) V C.) 11..1. ri .r :i. o „ r : e :i. -)... eran cl o :i. n 4.:.....:,., g r : .:::....1. rn ente ,::t s. r,:::.. z Cíc,.,s cl e st.I. a. :i. rn pur.gn -::ç (;:,:3:b „ , E. o re., -.1..:::\ -Lá t- :i. o .. 1 ,, - , I : I I • o ' i , • MINISTÉRIO DA FAZENDA SEGUNDO CONSELHO DE CONTRIBUINTES 'ÃCW Processo nqu 10890.090010/92-24 Acór~ nq: 202-06.526 , VOTO DO CONSELHEIRO-RELATOR TARASIO CAMPELO BORGES I, O recurso é tempestivo e dele conheço. Toda a argumenta0o da recorrente é voltada para a contestaçãO do VTN tributado, alegando que a Instruçaa Normativa SRF n2 119, de 18.11.92, que fixou o valor ~imo da terra nua em juruena e Aripuanã, no Estado de Mato Grosso, está completamente equivocada, pois o valor nela fixado é superior ao valor praticado pelo mercado imobiliário para lates rurais infra- estruturados e colonizados, bem como aos valores venais dos imóveis rurais estabelecidos pela Prefeitura Municipal, para fins de cálculo do ITBI. O lançamento do ITR/92 foi efetuado com base na deciara0o anual apresentada pela contribuinte, sem que tenha sido acatado o VTN nela informado, por estar abaixo do valor mTnimo da terra nua de que trata o parágrafo 22 do artigo 72 do 1 Decreto n2 84•695, de 06.05.90. A Instru0o Normativa questionada pela recorrente foi baixada pelo Secretário da Receita Federal, com base no que dispe:e o parágrafo 32 do artigo 72 do Decreto ng 94.695, de 06.05.90, e fixa, para o exercício de 1992, o Valor Mínimo da Terra Nua - VTNm, por hectare, levantado referencialmente em 31.12.91, através de entidade especializada, credenciada pelo Departamento da Receita Federal, nos termos do item 1 da Portaria Interministerial MEM/MARA n2 1.275, de A instância administrativa n'ão é competente para avaliar e mensurar os VTNm constantes da IN/SRF ng 119/92, cabendo a mesma cumprir e exigir o cumprimento da legislaçab tributária vigente. Com estas consideracdes, nego provimento ao recurso. SE(: (das Sess3es, em 23 de ma orç de 1 994. l'''( ciãíê :1 -•f , TARASIO CAMPELO BORGES , 5
score : 1.0
Numero do processo: 10880.020837/90-91
Turma: Primeira Câmara
Seção: Segundo Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Tue Dec 03 00:00:00 UTC 1991
Data da publicação: Tue Dec 03 00:00:00 UTC 1991
Ementa: PIS/FATURAMENTO. DECRETO-LEI No. 2.445/88. Descabe apreciação de inconstitucionalidade de leis, na esfera administrativa. Verificada a falta de pagamento da contribuição, nos termos prescritos pelo referido decreto-lei, é de se efetuar a respectiva cobrança, com as penalidades cabíveis. Recurso não provido.
Numero da decisão: 201-67628
Nome do relator: Aristófanes Fontoura de Holanda
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Recosida DRF EM SÃO PAULO - SP PIS-FATURAMENTO. DECRETO-LEI NQ 2.445/88. Descabe apre ciação de inconstitucionalidade de leis, na esfera ad- ministrativa. Verificada a falta de pagamento da con- tribuição, nos termos prescritos pelo referido decreto -lei, é de se efetuar a respectiva cobrança, com as pe nalidades cabíveis. Recurso não provido. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de recurso interposto por ITAPEVA PROPAGANDA E PROMOÇÕES LTDA. ACORDAM os Membros da Primeira Câmara do Segundo Conse lho de Contribuintes, por unanimidade de votos, em negar provimen to ao recurso.Ausente o Conselheiro HENRIQUE NEVES DA SILVA. Sala das Sessões, em 03 de dezembro de 1991 ROBERTO/ffiCtBOSA DE CASTRO — PRESIDENTE7^ evz,Qhf/ ARIST0' 7' Fn4.4OURA DE HOLANDA — RELATOR I ,i ANTON o loAre,' t '00 4 441 ''GO — PROCURADOR—REPRESENTAN4,4- \ TE DA FAZENDA NACIONAL VISTA EM SESS Y0 DE 06 DEZ 1991 Participaram, ainda, do presente julgamento, os Conselheiros LINO DE AZEVEDO MESQUITA, ROSALVO VITAL GONZAGA SANTOS (suplente),DOMIN GOS ALFEU COLENCI DA SILVA NETO, ANTONIO MARTINS CASTELO BRANCO -J WOLLS ROOSEVELT DE ALVARENGA (suplente). • -2- }1Ç 4>i,c2idir MINISTÉRIO DA FAZENDA SEGUNDO CONSELHO DE CONTRIBUINTES Processo Nã 10880-020.837/90-91 Recurso NI2: 86.226 Acordão N g : 201-67.628 Recorrente: ITAPEVA PROPAGANDA E PROMOÇÕES LTDA. RELATÓRIO Trata-se de auto de infração lavrado em 21.06.90 con tra a empresa acima indicada, para cobrança da contribuição devida ao Programa de Integração Social, nos meses de setembro de 1989 a março de 1990, consignando a autora do feito fiscal que "não foram apresentadas as guias de recolhimento de PIS sobre receita bruta operacional,na forma do Decreto-Lei nQ 2.445, de 29.06.88? Impugnação tempestivamente apresentada (fls. 09/27) em que a autuada questiona a constitucionalidade do Decreto-Lei nQ... 2.445/88, base para a autuação, o qual estabeleceu como base de cálculo para a contribuição a receita bruta operacional do contri - buinte. Diz a autuada que "persevera em efetuar os recolhimentos de vidos ao PIS na forma em que higida lei complementar o estabelece?. Ao final, requer, se não acolhida a tese de inconstitucionalidade do decreto-lei em que se baseou o lançamento, que o trabalho fis- cal seja refeito, para considerar como créditos da autuada os reco lhimentos feitos a título de "PIS-Repique", o que segundo ela, a seque- . -3- )1ç SERVIÇO PUBLICO FEDERAL Processo nQ 10880-020.837/90-91 Acórdão nQ 201-76.628 constituiria como "credora e não devedora do Fisco Federal".Requer, ainda, perícia, limitando-se, porém, a citar o art. 16, 1v, do De- creto-Lei nQ 70.235/72. A decisão de primeira instância (fls.44/48) man - tém a exigência fiscal, rejeitando o pedido de perícia, aos funda- mentos de que descabe apreciação de inconstitucionalidade, na esfe ra administrativa, e de que, embora a autuada tenha recolhido "PIS -Repique" em conformidade com o disposto na Lei Complementar nQ... 07/70, não há suporte legal para compensação desses valores com os devidos sobre a receita operacional bruta, apurados pela fiscaliza ção. Raso tempestivamente apresentado (fls.51/57), em que a autuada repete as alegações de inconstitucionalidade do De- creto-Lei nQ 2.445/88, inclusive face 'à vigente Constituição, e re nova o pleito de que sejam levados em conta, no cálculo da contri- buição devida, os recolhimentos feitos a título de "PIS-Repique" de acordo com a Lei Complementar nQ 07/70. É o relatório. segue- Imprensa Nacional -4- NÇS SERVICO PUBLICO FEDERAL Processo nQ 10880-020.837/90-91 Acórdão nQ 201-67.628 VOTO DO CONSELHEIRO-RELATOR ARISTOFANES FONTOURA DE HOLANDA É de ser confirmada a decisão de primeiro grau. Com efeito, o controle da constitucionalidade dos atos normativos é prerrogativa constitucional do Poder Judiciário, atentos /1 os princípios da separação e da independência dos Po-a deres da União. A administração cabe a rigorosa observância das leis, mormente na atividade de lançamento de tributos e contribui ções, que é vinculada e obrigatória. Coubesse à administração pro nunciar-se sobre a constitucionalidade das leis, estar-se-ia dian te de flagrante desrespeito aos mencionados princípios constitu - cionais, eis que estariam sendo invadidas pelo Executivo,áreas de competência dos Poderes Legislativo e Judiciário. Quanto aos valores da contribuição que se afirma terem sido recolhidos de conformidade com a Lei Complementar ns?.. 07/70, tenho que efetivamente não poderão ser compensados com os devidos de acordo com o Decreto-Lei nQ 2.445188 (com as altera - çaSes do D.L. ng 2.449/88), por falta de previsão legal. Não pode- ria ser de outra maneira, aliás,porquanto admitir a compensação implicaria acolher a tese de inconstitucionalidade do Decreto-Lei nQ 2.445/88, o que é defeso no âmbito administrativo, como demons imprensa Nacional segue- -5- kçy SERVIÇO PÚBLICO FEDERAI Processo no 10880-020.837/90-91 Acórdão no 201-67.628 demonstrado. Tais recolhimentos, a partir da entrada em vigor do Decreto-Lei no 2.445, não poderiam ter sido feitos a título de edneribifição ao PIS, na modalidade de "PIS-Repique", uma vez que tal tipo de contribuição foi extinto pelo artigo 10 do decreto-lei. Se não eram contribuições ao PIS, portanto, não pddem ser crédi - tos compensáveis com débitos relativos a contribuições ao PIS, de terminados de acordo com o D.L. no 2.445. Sobre a perícia requerida, entendo-a desnecessá ria, por presentes nos autos os elementos necessários -a formação de convicção, e por não ter a recorrente observado o disposto no art. 17 do Decreto no 70.235/72. Voto, portanto, pelo não provimento do recurso. Sala das Sessões, em 03 de dezembro de 1991 “:494( ARISTÓFW:FONet2 DE HOLANDA imprensa Nacional
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Numero do processo: 10909.001570/2002-17
Turma: Quinta Câmara
Seção: Primeiro Conselho de Contribuintes
Data da sessão: Thu Dec 06 00:00:00 UTC 2007
Data da publicação: Thu Dec 06 00:00:00 UTC 2007
Ementa: CSLL - COMPENSAÇÃO DE BASE NEGATIVA - ATIVIDADES RURAIS - Nas atividades rurais, as bases de cálculo negativas de Contribuição Social sobre o Lucro, apuradas em períodos anteriores, podem ser integralmente compensadas com o resultado do período-base de apuração, não se aplicando o limite máximo de 30%.
Recurso voluntário conhecido e provido.
Numero da decisão: 105-16.828
Decisão: ACORDAM os Membros da QUINTA CÂMARA DO PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES, por unanimidade de votos, DAR provimento ao recurso, nos termos do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado.
Matéria: IRPJ - glosa de compensação de prejuízos fiscais
Nome do relator: José Carlos Passuello
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