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7687547 #
Numero do processo: 13888.001023/99-59
Data da sessão: Thu Jan 26 00:00:00 UTC 2006
Numero da decisão: 202-00.939
Decisão: RESOLVEM os Membros da Segunda Câmara do Segundo Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, converter o julgamento do recurso em diligência, nos termos do voto do Relator
Matéria: PIS - proc. que não versem s/exigências de cred. Tributario
Nome do relator: Raimar da Silva Aguiar

6506628 #
Numero do processo: 13707.002994/2004-25
Data da sessão: Mon Jul 05 00:00:00 UTC 2010
Ementa: OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS Ano-calendário: 1999 TEMPLOS DE QUALQUER CULTO. MULTA POR ATRASO NA ENTREGA DA DECLARAÇÃO. ENTREGA INTEMPESTIVA. INFRAÇÃO FORMAL. A entidade imune não está dispensada do cumprimento de obrigações acessórias. A responsabilidade por infração é objetiva e independe da intenção do agente ou do responsável e da efetividade, natureza e extensão dos efeitos do ato. A denúncia espontânea não abrange a penalidade pecuniária decorrente de descumprimento de obrigação acessória autônoma.
Numero da decisão: 1802-000.520
Decisão: Acordam os membros do Colegiado, por unanimidade de votos, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do Relator.
Matéria: IRPJ - multa por atraso na entrega da DIPJ
Nome do relator: NELSON KICHEL

6677894 #
Numero do processo: 11040.001372/92-68
Data da sessão: Thu Jan 27 00:00:00 UTC 2000
Numero da decisão: 201-04.897
Decisão: RESOLVEM os Membros da Primeira Câmara do Segundo Conselho de Contribuintes, por unanimidade de votos, converter o julgamento do recurso em diligência, nos termos do voto do Relator
Nome do relator: Geber Moreira

7136859 #
Numero do processo: 10580.720282/2006-39
Data da sessão: Mon Apr 05 00:00:00 UTC 2010
Ementa: OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS Ano-calendário: 2004 MULTA POR ATRASO„ DCTF, ENTREGA. Restando caracterizada a entrega em atraso de DCTF, e estando o contribuinte obrigado a sua apresentação, é devida a exigência de multa pelo descumprimento da obrigação acessória. DESCUMPRIMENTO DE OBRIGAÇÃO ACESSÓRIA. DENÚNCIA ESPONTÂNEA, INAPLICABILIDADE. O instituto da denúncia espontânea não alberga a prática de ato puramente formal do contribuinte cumprir obrigação acessória, em atraso. (Acórdão: SRF/01-04.920). Recurso Voluntário Negado.
Numero da decisão: 1402-000.136
Decisão: Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em negar provimento ao recurso, nos termos do relatório e voto que integram o presente julgado. Ausente, justificadamente o Conselheiro André Ricardo Lemes da Silva.
Matéria: DCTF - Multa por atraso na entrega da DCTF
Nome do relator: Antônio José Praga de Souza

7498830 #
Numero do processo: 10805.002831/85-11
Data da sessão: Thu Sep 17 00:00:00 UTC 1987
Ementa: Classificação tarifária. Inaplicabilidade do art. 4º do DL nº 2.227/85, por virtude de a classificação adotada haver impossibilitado o correto posicionamento do produto na TAB. No mérito deve o vidro denominado URO-H-9 ser classificado no Código TAB 70.14.01.00. Recurso desprovido.
Numero da decisão: 301-25.598
Decisão: ACORDAM os Membros da Primeira Câmara Terceiro Conselho de Contribuintes, por maioria de votos, vencidos os Conselheiros Francisco Martins Leite Cavalcante, Hamilton de sá Dantas e José Façanha Mamede, em rejeitar a preliminar de cancelamento do débito previsto no art. 4º do Decreto.-lei nº 2.227/85; no mérito, dar provimento em parte, apenas para excluir a multa do art. 1, parágrafo único do Decreto-lei nº 1.736/79, vencidos os Conselheiros Francisco Martins Leite Cavalcante e Hamilton de Sá Dantas, que davam provimento integralmente por proposta do Relator determinou-se a exclusão dos autos das exprssões contidas no item 20 do recurso (fls. 160, consideradas injuriosas, na forma do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado.
Nome do relator: Jose Maria de Melo

7195051 #
Numero do processo: 11075.000437/98-18
Data da sessão: Fri May 12 00:00:00 UTC 2000
Numero da decisão: 302-00.958
Decisão: RESOLVEM os Membros da Segunda Câmara do Terceiro Conselho de Contribuintes, por maioria de votos, acolher a preliminar argüida pelo Conselheiro Hélio Fernando Rodrigues Silva de sobrestamento do julgamento até o trânsito em julgado do processo penal, na forma do relatório e voto que passam a integrar o presente julgado. Vencidos os Conselheiros Maria Helena Cotta Cardozo, relatora, Luis Antonio Flora e Francisco Sérgio Nalini. O Conselheiro Luis Antonio Flora fará declaração de voto.
Nome do relator: HELIO FERNANDO RODRIGUES SILVA

7624354 #
Numero do processo: 11060.000978/00-66
Data da sessão: Wed Oct 21 00:00:00 UTC 2009
Ementa: IMPOSTO SOBRE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS - IPI Período de apuração: 31/01/1999 a 31/05/2000 PROCESSO ADMINISTRATIVO. RECURSO ESPECIAL. PRESSUPOSTOS DE ADMISSIBILIDADE. 0 recurso especial previsto no artigo 5°, I do Regimento Interno do extinto Conselho de Contribuintes, tem por pressuposto decisão não unânime que contrarie a lei ou a evidência de prova, cabendo à Procuradoria da Fazenda Nacional demonstrar, fundamentadamente, a ocorrência das circunstâncias autorizadoras para que a o recurso possa ser admitido na via estreita da instância especial. Não pode ser conhecido recurso especial que não esclarece a prova frontalmente contrariada pelo acórdão recorrido e nem rebate as razões da decisão recorrida de forma circunstanciada, limitando-se a repetir o voto da decisão de 1" instância administrativa. Recurso Especial do Procurador Não Conhecido.
Numero da decisão: 9303-000.260
Decisão: Acordam os membros do Colegiado, por maioria de votos, em não conhecer do recurso especial, nos termos do voto da Relatora. Vencidos os Conselheiros Henrique Pinheiro Torres, Judith do Amaral Marcondes Armando, José Ada:, Vitorino de Morais e Carlos Alberto Freitas Barreto, que davam provimento.
Matéria: IPI- ação fiscal- insuf. na apuração/recolhimento (outros)
Nome do relator: Nanci Gama

8006857 #
Numero do processo: 10660.002687/2006-00
Data da sessão: Wed Jul 28 00:00:00 UTC 2010
Ementa: NORMAS DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA Período de apuração: 01/09/1989 a 01/03/1992 REPETIÇÃO DE INDÉBITO, TÍTULO EXECUTIVO JUDICIAL. RENÚNCIA DA EXECUÇÃO, COMPRO VAÇÃO.EXIGÊNCIA LEGAL A falta de comprovação de renúncia à execução de título judicial decorrente de ação ordinária transitada em julgado, impede o deferimento do direito creditório na via administrativa. RECURSO VOLUNTÁRIO NEGADO.
Numero da decisão: 3201-000.530
Decisão: ACORDAM os membros do Colegiado, por maioria de votos, negar provimento ao recurso voluntário, nos termos do relatório e voto que integram o presente julgado. Vencido Marcelo Ribeiro Nogueira
Matéria: Finsocial -proc. que não versem s/exigências cred.tributario
Nome do relator: LUCIANO LOPES DE ALMEIDA MORAES

7131644 #
Numero do processo: 19515.003499/2007-10
Data da sessão: Tue Mar 09 00:00:00 UTC 2010
Ementa: PROCESSO ADMINISTRATIVO FISCAL Ano-calendário: 2002 IMPUGNAÇÃO INTEMPESTIVA. A defesa apresentada fora do prazo legal não comporta julgamento de primeira instância, vez que não instaura a fase litigiosa do procedimento administrativo fiscal. Recurso Voluntário Negado Provimento.
Numero da decisão: 1402-000.106
Decisão: Acordam os membros do Colegiado, por unanimidade de votos, negar provimento ao recurso, nos tenuos do relatório e voto que integram o presente julgado
Matéria: CSL - ação fiscal (exceto glosa compens. bases negativas)
Nome do relator: Leoarndo Henrique Magalhães

7673018 #
Numero do processo: 13982.000477/2010-19
Data da sessão: Tue Apr 09 00:00:00 UTC 2013
Ementa: SIMPLES NACIONAL Período de apuração: 01/07/2007 a 31/12/2007 EXCLUSÃO DE OFÍCIO. FALTA DE ESCRITURAÇÃO DA MOVIMENTAÇÃO FINANCEIRA. EFEITOS RETROATIVOS. A constatação de que a pessoa jurídica deixou de escriturar sua movimentação financeira é suficiente para exclusão do Simples Nacional, com efeitos a partir do mês de ocorrência da infração. ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA JURÍDICA - IRPJ Ano-calendário: 2007, 2008 OMISSÕES DE RECEITAS. PRESUNÇÃO. DEPÓSITOS BANCÁRIOS DE ORIGEM NÃO COMPROVADA. Caracterizam-se como omissão de receita os valores creditados em conta de depósito ou de investimento mantida junto a instituição financeira, em relação aos quais o titular, pessoa jurídica, regularmente intimado, não comprove, mediante documentação hábil e idônea, a origem dos recursos utilizados nessas operações. LANÇAMENTO TRIBUTÁRIO ANTERIOR A EXCLUSÃO DEFINITIVA DO SIMPLES. A possibilidade de discussão administrativa do Ato Declaratório Executivo (ADE) de exclusão do Simples não impede o lançamento de oficio dos créditos tributários devidos em face da exclusão (Súmula CARF n° 77). ARBITRAMENTO DO LUCRO. FALTA DE ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL/LIVRO CAIXA. MOVIMENTAÇÃO BANCARIA. A falta de escrituração contábil, ou de Livro Caixa, que contenha a movimentação financeira realizada por meio das contas bancárias de titularidade da pessoa jurídica, implica o arbitramento do lucro. MULTA QUALIFICADA. A prática de informar ao Fisco, em períodos consecutivos, valores de tributos significativamente menores do que aqueles apurados, caracteriza evidente intuito de fraude.
Numero da decisão: 1101-000.873
Decisão: Acordam os membros do colegiado, por unanimidade de votos, em NEGAR PROVIMENTO ao recurso, nos termos do relatório e voto que integram o presente julgado.
Nome do relator: EDELI PEREIRA BESSA